sexta-feira, 9 de abril de 2010

Intel apresenta software que "lê" pensamentos


A Intel Corp apresentou nesta semana um software que escaneia o cérebro humano e é capaz de determinar o que a pessoa está pensando.

A análise é feita através de ressonância magnética, determinando quais partes do cérebro de uma pessoa estão sendo ativadas no momento que ela está pensando. Nos testes, o software conseguiu decifrar entre duas palavras, com 90% de precisão, qual delas a pessoa estava pensando, disse Dean Pomerleau pesquisador da Intel Labs.

De acordo com o site The Huffington Post, eventualmente, a tecnologia poderia ajudar deficientes físicos a se comunicarem. Pomerleau vê o software como um passo inicial em direção a um dia sermos capazes de controlarmos a tecnologia com as nossas mentes.

No momento, os resultados projeto são ainda modestos. O software ainda não foi adaptado para analisar os pensamentos abstratos. O sistema funciona melhor quando a varredura no cérebro é feita enquanto a pessoa está tendo dezenas de pensamentos concretos - palavras como "urso" ou "martelo", por exemplo. Nesse sentido, nos testes, quando é pedido para a pessoa escolher um ou dois termos e pensar sobre eles, o software utiliza os resultados anteriores como base para determinar o que a pessoa está pensando.

O software funciona analisando atributos comuns de palavras diferentes. Por exemplo, uma pessoa que esteja pensando em um urso usa as mesmas partes do cérebro quando pensa em um cachorro ou algo mais peludo.
Read More

Seis mitos sobre Macs no ambiente corporativo


As tão faladas barreiras que os Macs enfrentam no ambiente empresarial vão de custos dos computadores da Apple ao pouco preparo da equipe de TI e à falta de hábitos do usuário.

Você quer um Mac para usar no trabalho? Com certeza. Macs são poderosos, elegantes e fáceis de usar. E, provavelmente, os principais executivos da sua empresa usam um computador da Apple, embora pesquisas de mercado não indiquem uma grande aceitação da empresa de Steve Jobs no ambiente corporativo. “A participação da Apple no mercado de PCs tem sido inferior a 1% nos últimos anos e não tem sofrido mudanças”, afirma o analista da consultoria Gartner Mikako Kitagawa.

Empresas e departamentos de TI têm diversas teorias sobre porque os Macs não devem ser permitidos em ambientes corporativos, especialmente seu uso em massa. E alguns deles têm argumentos válidos, embora outros sejam mais mitos que realidade. As tão faladas barreiras que os Macs enfrentam no ambiente empresarial vão de custos dos computadores da Apple ao pouco preparo da equipe de TI e à falta de hábitos do usuário. Aqui vão seis questões que dificultam a adoção de Macs no mundo corporativo.

1- Macs custam caro?

Muitos Chief Information Officers (CIO) dizem que o menor custo de suporte compensa o preço dos Macs. De fato, o CIO e Chief Financial Officer (CFO) da Healthcare IP Partners, Tom Kelly, levou, há alguns anos, o computador da Apple para a empresa, cuja cultura era o Windows. Segundo Kelly, a decisão foi baseada no potencial dos Macs de reduzir a dor-de-cabeça para gerenciamento de suporte, bem como diminuir custos.

Uma pesquisa da Enterprise Desktop Alliance indica que Macs são mais baratos em seis ou sete categorias de gerenciamento de computadores: resolução de problemas, ligações para help desk, configuração de sistema, treinamento de usuários e infraestrutura de suporte (sevidores, rede e impressora). Por outro lado, os oponentes do Mac citam os altos custos dos computadores da Apple para suportarem dois sistemas operacionais. Um dos leitores de Macworld escreve: “As economias com suporte são perdidas com o custo de transição: backup, gerenciamento de sistemas, antivírus, gerenciamento de direitos, Excel/Word/PPT macros. Tudo o que é necessário mudar ou ser implementado de forma redundante”.

2- A verdade está em algum lugar

O vice-presidente de tecnologia da informação no AAA Allied Group, Robert Pickering, diz que o custo inicial do Mac é significativo. O preço de um notebook HP padrão gira em torno de 1 mil dólares, enquanto um Macbook Pro começa em 2,5 mil dólares, além de custos adicionais de periféricos. "Em geral, as pessoas olham apenas para o que ultrapassa o orçamento inicial”, afirma Pickering, um fã de Macs desde 1984. “Eles não estão olhando para a depreciação ou valor residual porque essas questões estão três ou quatro anos à frente”. No entanto, os Macs retornam essa diferença de custo ao longo desses anos, afirma Pickering. O AAA Allied Group realiza um ciclo de atualização de hardware a cada três anos e, neste período, um laptop padrão não tem mais utilidade. Já um Mackbook Pro com a mesma idade pode ser vendido no eBay ou para os empregados, por 1 mil dólares. Ou pode ser usado por mais um ano.

3- A virtualização poderá devorar as economias?

Sob uma perspectiva de software, Pickering economiza dólares com licenciamento com os Macs, porque não compra antivírus e antispyware para eles. Com PCs Windows, no entanto, esses softwares são mandatórios. Além disso, questões de suporte quase não existem. “Gostaria de ter um percentual maior de Macs no ambiente, porque os usuários ficariam mais felizes, assim como minha equipe de help desk, que não receberia chamadas”, afirma Pickering. (O AAA Allied Group deu início a suporte a Macs no departamento de marketing em 2009 e o número de computadores da Apple cresceu para 8% dos cerca de 1 mil computadores).

O problema é que o Mac geralmente precisa de virtualização de desktops para rodar aplicativos críticos do Windows, como o Office e o Outlook – e isso consome muito da economia trazida pelos Macs. Não faz sentido dar um Mac para um funcionário quando a maior parte dos aplicativos rodará em uma máquina virtual. Mas Pickering prevê que este problema será solucionado rapidamente. Os funcionários são "convertidos" facilmente para aplicativos nativos do Mac após alguns meses, com a exceção do Outlook. Usuários Mac não querem lidar com as peculiaridades do Entourage, então, o mais recente aplicativo do Windows virtualizado é o Outlook. “Mas o advento do Office 2010, incluindo Outlook nativo no Mac, trará uma mudança no jogo”, aposta Pickering. “Você não precisará mais de virtualização de desktops”.

4- Você realmente precisa de Mac?

Uma das respostas mais comuns sobre pedidos de Macs nas empresas é: "Por que você precisa de um?”, o que desencoraja muitos funcionários a fazerem a solicitação. Alguns empregados realmente precisam de Macs para que seus trabalhos sejam bem-feitos. Departamentos gráficos precisam de Macs porque aplicativos críticos como a Suite Creative, da Adobe, simplesmente não funcionam bem no Windows. Desenvolvedores Web precisam de Macs para testar códigos em diversos browsers. Você não pode rodar Safari ou Firefox em uma máquina Windows porque o MacOS não pode ser virtualizado – pelo menos não legalmente.

No AAA Allied Group, executivos-chave têm Macs: o vice-presidente de marketing, o vice-presidente de parcerias e o vice-presidente executivo de viagens, que está na estrada constantemente, carrega consigo um Macbook Air. “Executivos cuidam dos orçamentos, então eles se autoaprovam”, brinca Pickering. E quanto a um Mac para o resto de nós? Para Pickering, executivos com Macs podem auxiliar que funcionários também usem o computador da Apple. Isso porque eles reconhecem o impacto dos Macs na produtividade e são mais propensos a aprovar a aquisição dessas máquinas.

As empresas também podem usar os Macs como incentivo para os funcionários. Um escritório de advocacia do Sillicon Valley adotou Macs há dois anos porque muitos advogados queriam uma alternativa ao PC. Hoje, metade dos advogados usa Mac. “Há um burburinho entre os advogados de que quem começa a trabalhar para nós ganha um Mac”, observa o CIO, falando sob condição de anonimato. Pickering acrescenta que funcionários podem usar o ciclo de renovação do parque de máquinas como forma de justificar o pedido do Mac. “Se você quer aumentar o ciclo de renovação em um ano, pode escolher um Mac. Haverá retorno sobre os custos de hardware”.

5- A TI pode suportar Macs?

Outra barreira que o Mac enfrenta é o despreparo da equipe de TI para lidar com esse equipamento. Quando Pickering decidiu suportar os computadores da Apple na empresa, primeiro precisou encontrar alguém entre seus 20 funcionários da equipe de TI disposto a acompanhar a velocidade do Mac. Um administrador de redes em Connecticut aceitou o desafio e Pickering deu-lhe um Mac. O administrador prometeu aprender tanto quanto pudesse sobre Macs, trouxe o computador para o Active Directory e respondeu a todas as chamadas de suporte para o computador da Apple.
Hoje, a equipe de help desk do Pickering tomou aulas de Mac e pode oferecer suporte. À medida que o número de Macs continua a crescer, ele planeja contratar outro especialista em Mac para aumentar sua equipe de suporte de primeira linha. Talvez essa pessoa seja aproveitada dentro do próprio time.

Aprender os truques de outro sistema operacional não é tarefa fácil. Por exemplo, um administrador de sistemas e técnico de Macs para uma empresa com 40 funcionários, falando sob anonimato, diz que mudar de um ambiente exclusivamente com Macs para um misto exige muita leitura. “Agora tenho o Mac OS Z 10.6 e o Windows 7 rodando em duas máquians e dois manuais de 800 páginas cada para que eu leia o máximo possível. E existem as diferenças entre o Office 2007 para Windows e o Office 2008 para Mac”.

6- Os aplicativos do Mac estão prontos para as empresas?

Assim como os funcionários de TI, os aplicativos para Mac também precisam encarar uma curva de aprendizado. Considere o administrador dos sistemas, que diz que o rápido crescimento da sua companhia ao longo de cinco anos exigiu uma migração para o Windows. “A mudança foi necessária para migrar para uma solução de e-mail de escala corporativa”, disse. “Os Macs, naquela época, não tinham nada bem preparado para grandes empresas, como DNS, Exchange e Active Directory”, diz.

“É muito difícil rodar um ambiente que seja exclusivamente formado por Macs”, concorda Pickering, a respeito de questões de compatibilidade. “Qual é sua plataforma de e-mail? Calendário de grupo?”, questiona. Além disso, os fornecedores de software para gerenciamento de desktops Windows podem oferecer uma versão para Mac, mas muitos não funcionam bem, de acordo com engenheiros de Mac. Eles alegam que conseguir um bom suporte de classe empresarial para Mac de desenvolvedores especializados em Windows pode ser problemático.

As ferramentas da Cisco, como de conferência de colaboração WebEx, são exemplos de aplicativos hostis para Mac. Kelly relata que decidiu migrar para o WebEx no que parecia ser um grande negócio, mas quando colocou em produção, se viu várias vezes sem conexão enquanto era o host da conferência. O consultor certificado da Apple, Avi Learner, teve experiências semelhantes. “Os produtos da Cisco, incluindo a ferramenta de discagem VPN, são notoriamente problemáticas”, diz. “Eu nunca soube exatamente o porquê, mas senti o problema na pele". O administrador de sistemas anônimo, no entanto, vem usando o VPN da Cisco em três Macs por três anos com desempenho excelente. Alguns CIOs, como Pickering, se arriscam a dizer que muitos dos aplicativos Windows rodam melhor no ambiente virtual do Mac do que em um PC.

Quando Pickering pediu um Mac como condição para trabalhar no local atual, quatro anos atrás, o CFO concordou com uma condição: a de que ele não poderia converter todo o ambiente para Macs. É um medo que muitos executivos compartilham. Se o colega de trabalho tem um Mac, o outro questionará porque não pode ter também. Pickering, no entanto, não está preocupado se os Macs vão, um dia, triunfar sobre o Windows nas corporações. “Na sua maioria, os meus usuários finais realmente não se importam sobre o que estão usando”, finaliza.
Read More

NOVA GERAÇÃO WIRELESS Tecnologia promete acabar com os fios espalhados pela casa


Uma nova tecnologia está sendo desenvolvida e promete acabar com os fios espalhados pela casa. Conheça a nova geração wireless.

Ninguém duvida que fios espalhados pela casa não são nem um pouco bonitos. Os usuários do Baixaki que o digam, pois as fotos de gambiarras que chegaram até a redação foram de dar medo.

Para acabar com esse problema, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, conseguiram desenvolver um dispositivo que promete enterrar de vez a desagradável experiência com os fios que temos desde que a eletricidade foi inventada.
Como isso será possível?

Para conseguir eliminar os fios das residências, os pesquisadores de Purdue construíram um dispositivo que consegue converter pulsos de laser em ondas de radiofrequência. A partir do momento que se tem este tipo de sinal, a transmissão de dados fica mais fácil.

A intenção do projeto é ter um ponto único dentro das casas emitindo sinais para vários dispositivos ao mesmo tempo, assim como um roteador Wi-Fi. Porém, a diferença é que, além dos computadores ou celulares, TVs e rádios digitais, projetores e muito mais podem receber sinais e comandos via roteador central.

Método de transmissão

Os pulsos de laser convertidos para um formato semelhante ao da radiofrequência são então emitidos a uma velocidade altíssima (algo em torno de um décimo de trilhonésimo de segundo), o que os permite transmitir dados muito mais rapidamente.

Ao contrário dos sinais de radiofrequência comuns, esse tipo de método de transmissão não sofre interferência de paredes ou objetos, o que é ótimo para casas, tendo em vista que não é comum haver lugares muito abertos ou sem interferências físicas.

Isso acontece porque a propagação dos sinais atuais não é contínua, mas sim em pulsos. Inicialmente, um roteador central será usado e os aparelhos dotados com a nova tecnologia, por enquanto, só receberão os sinais. Contudo, com o passar do tempo e o desenvolvimento da metodologia de transmissão, é possível que haja troca de informações tanto entre os aparelhos, quanto com o roteador. Todas as trocas serão feitas por meio de pequenos chips implantados dentro de cada aparelho.

Comunicação ubíqua

Se o novo wireless der certo, mais um passo em direção à comunicação ubíqua será dado. O termo ubíquo vem do inglês, Ubiquitious, e isso significa que todos os sistemas de informação estão interligados.

Em linhas gerais, todos os ambientes e indivíduos estão (ou estarão no futuro) interligados de alguma maneira. Com a ajuda de redes sem fio, satélites ou alguma nova forma de comunicação, casas, lojas, hospitais, delegacias, tudo, estará conectado como uma enorme rede.

Parece loucura, mas o conceito de cidade ubíqua já é real e está sendo aplicado na Coreia do Sul, na cidade de New Songdo. Para saber mais sobre o assunto, acesse o artigo "A cidade do futuro está em construção na Coreia do Sul!".

Outras formas de comunicação sem fio

Além do novo wireless, há projetos que já saíram do papel e estão disponíveis em equipamentos eletrônicos atuais. É o caso do WiDi e do IUM. O primeiro é uma tecnologia desenvolvida pela Intel e está disponível em computadores com a nova linha de processadores (i3, i5 e i7) compatíveis.

Chamada de WiDi (Wireless Display), computadores com suporte para a tecnologia podem transmitir áudio e vídeo diretamente para televisores por meio de um adaptador. Já o IUM é um adaptador em forma de pendrive que permite a criação de redes domésticas ou corporativas para o compartilhamento de discos de armazenamento. Sendo assim, se um micro tem 1 TB de espaço, este pode ser compartilhado por todos os micros da rede.

O caminho até a nova geração wireless parece longo, mas é questão apenas de tempo para que o projeto ainda em estágio preliminar, esteja disponível no mercado. Assim como o Bluetooth, Wi-Fi e 3G, que pareciam coisa de outro mundo tempos atrás e viraram formas de conexão que fazem parte do cotidiano.

Na sua opinião, além de acabar com as gambiarras, qual seria a melhor aplicação do novo wireless? Será que a circulação de ondas em várias frequências pode ser prejudicial? Deixe sua opinião, quem sabe mais uma grande ideia não surge em um comentário?
Read More

Google abre inscrições para seu campeonato mundial de programação



Primeira prova do Google Code Jam 2010 está marcada para 7 de maio.
Final do desafio internacional reunirá 25 melhores em julho, na Irlanda.

O Google abriu nesta semana as inscrições para o Code Jam, campeonato mundial de programação promovido pela companhia. Realizado desde 2003, o Google Code Jam é uma competição na qual programadores devem resolver desafios de algoritmos complexos, em um período de tempo predeterminado.

As primeiras etapas serão disputadas on-line e a primeira prova acontece em um mês, no dia 7 de maio. Os 25 programadores mais bem colocados participarão da final, prevista para ser realizada no dia 30 de julho, em Dublin, na Irlanda.

O vencedor ganhará um prêmio de US$ 5 mil, o segundo colocado embolsará US$ 2 mil, e o terceiro lugar, US$ 1 mil, enquanto os outros 22 finalistas levarão US$ 100 cada.
Read More

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Conheça o Mouse 3D!


Acessório é bastante útil para quem trabalha com vídeo e objetos tridimensionais

Conteúdo em 3D é fascinante, não é mesmo? É bem provável que você tenha ficado de boca aberta com a qualidade das imagens de filmes como Avatar e UP. Mas criar esse tipo de material requer técnicas e equipamentos bem diferentes do que costumamos usar no dia-a-dia. Existe até mesmo um mouse 3D para manusear objetos tridimensionais.

O preço de um brinquedinho como este, que não conta com os atalhos embutidos, pode ser encontrado por 400 reais. Mas se você quiser um com mais funções, o valor pode ficar um pouco mais salgad alguns chegam a custar 1.500 reais. Além das teclas de auxílio, ele ainda permite que você confira os e-mails recebidos no Outlook e leia as notícias nos seus Feeds.

Esse tipo de mouse também é bastante utilizado por arquitetos para a criação de uma maquete eletrônica, ou até mesmo por engenheiros que participam do desenvolvimento de automóveis.
Read More

Se as redes sociais são um risco, por que usá-las?


Antes vistas como distração no trabalho, tais redes hoje têm potencial de negócio. Mas é preciso ter cautela ao lidar com elas.

Quando as redes sociais como MySpace e Facebook surgiram, algumas empresas as viam como uma distração de trabalho e as proibiram. Com surgimento de mídias sociais com outros formatos, como Twitter, as empresas começaram a utilizar este potencial para a colaboração. Hoje elas evoluíram de uma ferramenta de uso pessoal para se tornarem uma mídia de comunicação de massa, com um potencial de marketing valioso.

Tendo em conta estas novas utilizações comerciais, a política de proibir esses sites parece completamente estranha. Especialistas em segurança, tais como Herbert Thompson, professor de Ciência da Computação da Universidade de Colúmbia (EUA), entretanto, alertam sobre os perigos de revelar informações pessoais em redes sociais. As pessoas podem postar dados que também são utilizados como senhas, como, por exemplo, o nome de solteira da mãe.

Assim, as empresas devem considerar a criação e aplicação de normas sobre como as redes devem ser utilizadas, especialmente em relação a informações da empresa. Um estudo recente conduzido pela IESE Business School, da Espanha, revelou que seis de sete empresas não têm uma política formal de como as redes sociais devem ser utilizadas dentro de suas organizações. Ignorar o aumento da utilização e influência da rede social e ferramentas Web 2.0 deixam as organizações sob o risco de uso indevido, o que pode conduzir a divulgação de informações sensíveis ou deturpação da imagem de uma marca.

Segundo Roger Thompson, pesquisador chefe da AVG, além de desenvolver políticas de alto nível para o uso de redes sociais, existem algumas orientações simples que podem minimizar os riscos aos gestores de pessoal. “O fato é que a utilização delas é tão amigável que as tornam perigosas. Você não se importa que seus amigos saibam onde você mora, quando é seu aniversário ou o nome de solteira de sua mãe, mas se os bandidos conseguirem invadir sua conta descobrirão também essas informações”, diz ele.

Roger Thompson informa que algo tão simples como criar senhas separadas para cada serviço e também diferentes logins para os sistemas da empresa pode ser eficaz. "Se você quer manter-se seguro sobre esses sites, deve usar uma identificação de usuário e senha exclusivos para cada um ou, pelo menos, uma senha exclusiva", diz ele.

Ser cauteloso com as pessoas com quem se interage e quais as aplicações instalar também é uma boa orientação. Sua mãe aconselhou a nunca falar com estranhos. O mesmo vale para sites de redes sociais – se você não sabe quem eles são, não fale com eles. Finalmente, tenha cuidado com os aplicativos que você concorda em instalar. Há um milhão de pessoas que desenvolvem conteúdos para estes locais e algo me diz que nem todos têm boas intenções.
Read More

Asus U30jc chega aos EUA



O notebook da Asus de 13.3 polegadas com o adesivo da Nvidia finalmente chegou aos EUA. Com uma CPU Intel Core i3 350M e uma Nvidia Geforce GT 310M, o U30jc combina bom preço e configuração.

As especificações completas incluem uma tela de 13.3 polegadas com resolução de 1366x768, CPU Intel Core i3 350M funcionando a 2.26GHz, placa de vídeo Nvidia Geforce 310M com 512MB de memória ram DDR3, 4GB de memória de sistema DDR3-1066 e HD de 320GB.

Além disso o notebook inclui drive de DVD, Wifi de 802.11bgn, Gigabit LAN, três portas USB, saídas VGA e HDMI, leitor de cartões e câmera de 0.3 mp. Vem também com uma bateria de 8 células que deve fornecer uma longa autonomia e, graças ao Optimus, a GPU é desligada a menos que seja necessária. O notebook completo pesa 2.1kg e custa 899,99 dólares.
Read More

Pela primeira vez, acesso a web em casa supera lan houses no Brasil, diz estudo


36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador.
Conexão a internet está presente em 27% dos lares.

Pela primeira vez, os brasileiros acessaram a internet com mais frequência em suas casas do que nas lan houses do país, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (6) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A quinta edição da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios) aponta que 48% dos acessos em 2009 foram feitos em casa e 45% em lan houses. Em 2008, 47% dos entrevistados afirmaram utilizar o centro pago para se conectar, índice superior aos que acessam de casa, que foi de 43%.

O estudo indica ainda que 36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador – em 2008, o índice era de 28%. O acesso a internet, porém, está disponível em 27%, sete pontos percentuais a mais do que em 2008.

“Apesar do menor número no total Brasil, o papel desempenhado pelos centros de acesso tanto pagos como gratuitos, continua sendo de extrema importância para a inclusão digital, principalmente na área rural”, diz Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

O número de lares com computador atingiu seu maior nível desde o início da pesquisa, mas o acesso à rede não acompanhou o aumento. Isso se deve porque há muitos lares com PC em casa, mas eles não tem acesso à internet por conta do alto custo do serviço. A pesquisa do NIC.br ainda revelou que a banda larga está presente em 66% das residências com conexão à internet.

A TV está presente 98% das residências pesquisadas, o rádio em 86% e o celular em 78%. A pesquisa realizada com 21.498 entrevistas, entre 21 de setembro e 27 de outubro do ano passado, contempla pela segunda vez a área rural do país.

O comércio eletrônico cresceu três pontos percentuais de 2008 para 2009, passando de 16% para 19%. A consulta de preços na internet subiu de 44% para 52%. De acordo com a pesquisa, o principal fator que impede um crescimento maior no setor é a motivação cultural do brasileiro. Cerca de 56% dos entrevistados afirmaram que preferem comprar um produto pessoalmente, pois preferem vê-lo antes de efetuar a compra. Ao mesmo tempo, 39% afirmam não ter necessidade ou interesse de comprar on-line, 26% alegam se preocupar com segurança.
Read More

Redes sociais: como equacionar a segurança e a privacidade


Uso pessoal não pode ameaçar o futuro do profissional ou prejudicar a imagem corporativa, e deve vislumbrar oportunidades.

A colaboração online, as redes sociais e o compartilhamento de arquivos poir meio de serviços P2P estão entre os fatores que deixam a segurança das empresas mais vulnerável, pois as ameaças vão além dos ataques "tradicionais" às redes e aos dados, e colocam em risco privacidade e imagem corporativa.

De acordo com o sócio-fundador e membro do comitê de TI, outsourcing, privacidade e segurança do escritório de advocacia norte-americano Foley & Lardner, Michael Overly, a própria natureza das redes sociais e outros sites colaborativos favorece cibercriminosos.

Ao promover o encontro do maior número de usuários possível em uma única plataforma, tais redes oferecem um ambiente adequado para a ação de criminosos. “Isso porque criam o clima perfeito para a ocorrência de delitos por meio de engenharia social, bem como pelo envio de vírus e malwares a grandes quantidades de pessoas, simultaneamente”, frisa Overly.

O principal problema, talvez, resida no péssimo hábito de os usuários das redes sociais têm de padronizarem suas senhas de acesso. Levando em conta que é muito mais simples driblar a segurança das redes sociais do que a de sistemas de bancos e a de redes corporativas, quando os usuários utilizam a mesma combinação de caracteres para diversos fins, os cibercriminosos passam a ter a chave para invadir ambientes mais complexos.

O peso das pessoas

No que diz respeito à credibilidade dos próprios usuários, principalmente quando são funcionários com grande responsabilidade dentro das organizações, as redes sociais podem representar uma ameaça mas sob outra perspectiva e que podem por em risco o posto ocupado e até mesmo a carreira do profissional em questão. “Ao colocar qualquer conteúdo no Twitter, Facebook ou LinkedIn, por exemplo, os profissionais tendem a ser vistos por seus contatos nestas redes como porta-vozes das empresas nas quais atuam”, afirma Overly.

Assim, comentários e atualizações publicados nessas redes no calor da emoção (como alegria ou irritação extrema) sem uma avaliação ponderada podem afetar a carreira do profissional e até mesmo prejudicar a imagem da companhia, tornando-se empecilhos para futuras contratações ou até motivos para desentendimentos familiares e com amigos.

Para reduzir tais riscos, Overly sugere alguns direcionamentos simples que podem compartilhados com funcionários das organizações e que contribuem para o sucesso das políticas de segurança corporativa em relação às redes sociais.

1. Não pense apenas no presente

O panorama tecnológico da Web 2.0 é tão amplo e dinâmico que uma ferramenta de segurança criada com base nos moldes atuais certamente estará obsoleta em alguns meses. Por isso, é preciso focar em processos e na instrução dos usuários sobre as ameaças que cercam as redes sociais, bem como na criação de políticas comportamentais para serem seguidas independentemente da plataforma tecnológica usada.

2. Utilize as redes sociais para repensar a segurança

Já que ações serão tomadas na tentativa de blindar a companhia de ameaças provenientes da Web, os gestores de TI podem aproveitar esse momento para reavaliar a eficiência das atuais políticas de proteção e gerenciamento de risco corporativo. Em evento sobre segurança realizado em março, a Microsoft foi além e defendeu o empenho também dos governos e dos desenvolvedores no sentido de ampliar a eficácia da segurança a partir de um esforço colaborativo.

3. Esteja preparado

Com a aceitação massiva dos usuários às plataformas de redes sociais - muitas vezes com incentivo das organizações onde trabalham por entenderem que elas possam ser transformadas em ferramentas de negócio -, é importante que a área de tecnologia esteja atenta às novidades do universo Web 2.0 com o intuito de identificar oportunidades que possam gerar diferencial competitivo às suas organizações sem oferecer riscos demasiados à segurança da informação. É que se vê, por exemplo, com o LinkedIn, ferramenta usada oficialmente por muitas empresas organizações nos processos de recrutamento e de seleção, bem como nas ações de relacionamento com parceiros e clientes.
Read More

terça-feira, 6 de abril de 2010

Como desbloquear as regiões da unidade de DVD ou Blu-ray do PC?



Saiba o que fazer caso um disco comprado em outro país não possa ser reproduzido no drive óptico do seu computador.

Os DVDs são divididos em regiões de forma que os estúdios possam ter controle sobre seus produtos. Dessa maneira, pessoas que viajam para fora de seu país, na teoria, não poderia comprar um título naquela região pois ele não poderia ser lido DVDs players vendidos em seu país de origem. A índústria utiliza a mesma estratégia para conteúdos comercializados no padrão Blu-ray.

No caso dos DVDs, as diversas nações no mndo foram divididas de modo a formar seis regiões. No caso dos discos Blu-ray apenas três grandes regiões foram definidas, como exibem os gráficos acima.

O Brasil fica na região 4 para DVDs e região 1 para Blu-ray. Os Estados Unidos, em qualquer dois dois formatos estão na mesma região, a 1. Bem mais simples, não é? Portanto, se comprarmos um DVD nos Estados Unidos, não conseguiremos assisti-lo em aparelhos comprados aqui no Brasil. Claro que, com alguma pesquisa na web, é possível encontrar modos de se destravar boa parte dos tocadores de mesa também.

Já os drives de DVD e Blu-ray para computadores são mais versáteis que seus primos que costumar ficar na sala de estar de nossas casas. Isso ocorre por que o controle da região é realizado por meio de software. E o usuário pode fazer a troca, caso queira, tendo em mente que, em geral, tal alteraração pode ser realizada no máximo cinco vezes durante toda a sua vida útil do dispositivo.

Como fazer
No Windows 7 ou Vista, clique em Iniciar, escreva gerenciador de dispositivos e pressione a tecla Enter. No Windows XP, clique no menu Iniciar, escolha o item Excutar, escreva o comando devmgmt.msc e pressione Enter.

Na janela aberta, verifique o último item, denominado Unidades de DVD/CD-ROM. Abra o item com um clique e, em seguida, clique duas vezes sobre o modelo de drive listado.

Agora escolha a aba Região do DVD. Em seguida basta escolher o país de origem do DVD para assistir sem problemas no computador.

Repare que sempre que fizer alterações, o número destacado em vermelho irá diminuir, até que não se possa mais fazer alterações, mesmo reinstalando o Windows.
Read More

Cisco aperfeiçoa servidores para concorrer com HP e IBM


A fabricante de equipamentos para redes Cisco Systems anunciou nesta terça-feira que está aperfeiçoando seus servidores, para reforçar a competição com empresas mais estabelecidas nesse segmento, como HP e IBM.

A Cisco entrou no mercado de servidores no ano passado com seu "Unified Computing System" (UCS), que a colocou em concorrência direta com Hewlett-Packard e International Business Machines, seus parceiros de vendas por muito tempo.

A Cisco anunciou recentemente que era improvável que renovasse sua parceria de distribuição com a HP.

A empresa informou que a mais recente versão de seus servidores, usando processadores Intel e chips de rede da própria Cisco, os tornaria mais eficientes no uso de energia, com redução de consumo da ordem de 30 a 50 por cento ante os sistemas de primeira geração.

David Lawler, vice-presidente de marketing de produtos no grupo de servidores e tecnologia de virtualização da Cisco, disse que a empresa tem mais de 400 clientes para o UCS e que a nova versão a ajudaria a conquistar novos contratos.

"Começamos a vender apenas nove meses atrás, e conseguimos grande ímpeto no mercado. A segunda geração vai acelerar o processo," disse.

Com o aumento no tráfego de Internet e as necessidades tecnológicas complexas, as empresas vêm procurando maneiras mais simples e de mais baixo consumo de energia para gerir suas centrais de processamento de dados -tendência que Cisco, HP e IBM vêm tentando aproveitar com sistemas avançados que incluem tecnologias de armazenagem e virtualização.

"Com a economia...os clientes estão muito mais abertos a considerar tecnologias que sejam mais inovadoras e permitam que reduzam seus custos," disse Lawler. "Quando as coisas são difíceis, você procura um modo de realizar suas funções com menos."
Read More

Encontro BrOffice contará até com transmissão pela web


Programado para os dias 15 a 16/4, o evento debaterá a adoção da suíte em ambientes corporativos, setor público e privado.

O IV Encontro Nacional BrOffice.org, marcado para os dias 15 a 16/4, será transmitido por videoconferência para diferentes Estados brasileiros. O evento, que tem o objetivo de promover interação e o conhecimento entre usuários da suíte de aplicativos para escritórios, poderá ser acompanhado por meio dos pontos de videoconferência montados pela organização do evento.

Além da transmissão pela internet, outro destaque da iniciativa está no formato da programação. O encontro terá aquilo que os organizadores chamam de Lightning Talks - palestras de cinco minutos nas quais os participantes abordarão o produto, linha de desenvolvimento, vantagens e desvantagens do BrOffice. Estratégias de adoção do BrOffice.org em ambientes corporativos, setor público e privado também serão debatidas durante o encontrol.

Para fazer uma apresentação, os interessados devem enviar a sua palestra para o e-mail de inscrição que será divulgado no decorrer do encontro. A apresentação pode ter, no máximo, dois slides: o primeiro contendo o título da palestra, o nome do palestrante e local (Estado / Cidade); no segundo, deve estar o conteúdo a ser apresentado.

As inscrições para o IV Encontro Nacional BrOffice pode ser feito pelo site oficial da feira.

www.encontro.broffice.org/enbro4/inscricao
Read More

Estiloso e turbinado, mouse Naga é ideal para jogos do tipo MMO



Fabricado pela Razer, acessório tem 12 botões extras para configurar ações do jogo, além da alta precisão de movimentos.

A linha de mouses produzidos pela fabricante de acessórios para jogos eletrônicos Razer sempre foi mercada pela precisão dos movimentos e tempo de resposta nas ações, fatores importantes que podem ajudar ou derrubar um jogador em games de ação. E foi atrás de tais características que testamos o Naga (399 reais), que acaba de ser lançado no mercado nacional. Além de servir como um mouse comum, o acessório foi desenvolvido para quem gosta de jogos do timo MMO (Massive Multiplayer Online).

Uma olhada rápida sugere que o Naga é um mouse comum. Na superfície superior, como qualquer mouse, encontramos os botões normais e mais a rodinha de scroll. Mas, à esquerda estão posicionados dois pequenos botões, acessíveis com o dedo indicador (desde que o usuário seja destro e esteja usando o mouse com a mão direita). Sua função: regular a sensibilidade do movimento. Mas até aí nada de muito especial.

Ainda na lateral direita do mouse, mais especificamente onde o polegar costuma ficar - de novo, isso se o usuário for destro! - existem outros 12 botões que lembram o teclado de um telefone. Eles substituem os atalhos de teclado e agilizam o envio de comandos para os vários personagens e funções que jogos desse tipo exigem. Por exemplo, os botões podem ser customizados para habilidades de ataque, defesa e poderes especiais de um personagem.

Além disso é possível configurar um botão para selecionar um grupo de soldados, outro botão para o mapa do território e outro para chamar reforços, por exemplo.

O software de configuração deve ser baixado no site da empresa e possui uma tela com ajustes básicos, fácil de configurar, além de telas de opções avançadas, como por exemplo criar macros para a execução de vários comandos em sequência.

O material plástico utilizado na fabricação do Naga é de primeira qualidade, robusto o suficiente para suportar movimentos e cliques bruscos que acontecem durante o calor de uma partida online. E seu design é bem anatômico, oferecendo um encaixe perfeito para a mão. Mas usar tantos botões de atalho exige treino para se acostumar às posições - têm tamanho reduzido de modo a caberem todos em apenas uma lateral do mouse.

Desempenho
A Razer se manteve fiel ao principalm atrativo do acessório e o Naga mostrou grande precisão de movimentos e tempo de resposta em todos os botões utilizados; nos testes, não falham sequer uma vez. A sensibilidade do mouse é de 5.600 ppp (pontos por polegada) e o tempo de resposta é de 1 milissegundo. Para se ter uma ideia, um mouse comum possui 800 ppp de sensibilidade e 6 milissegundos de tempo de resp osta.

A resolução padrão (1.800 ppp) do Naga usada no jogo World of Warcraft foi mais do que suficiente para um controle satisfatório dos personagens e cenário. Imagine a precisão alcançada por quem tem mãos equilibradas o suficiente para chegar a 5.600 ppp.

Felizmente (e ainda bem), o Naga não fica amarrado apenas a jogos MMO. Suas teclas teclas adicionais podem ser configuradas para games de tiro, nos quais os botões podem ser usados para trocar de armas, por exemplo.


Naga

Fabricante: Razer
Para que serve: Mouse para todo tipo de aplicação e com funções especiais
para jogos.

Pontos fortes: Robusto
Ótima precisão
Perfeito para campeonatos

Pontos fracos: Não está disponível para canhotos
Preço elevado

*Avaliação final 8,2

Preço: R$ 399,00
Onde encontrar: http://br.razerzone.com/
Read More

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Como compartilhar arquivos e pastas entre PCs com Windows e Macs


Trocar arquivos entre máquians com sistemas distintos é possível, desde que se faça os ajustes necessários em cada plataforma.

Eis uma situação corriqueira entre computadores de uma mesma rede: compartilhamento de arquivos. Em redes cujos computadores clientes usam o mesmo sistema operacional, isso é muito fácil: basta habilitar a opção de compartilhamento de arquivos nas preferências do sistema e só. As dificuldades surgem quando os computadores utilizam sistemas operacionais diferentes, como por exemplo, estações de trabalho usando Windows e outras Mac OS X, o sistema operacional das máquinas da Apple. Nestas situações, habilitar a opção de compartilhamento não é suficiente e outros ajustes se fazem necessários.

ARQUIVOS DE UM MAC
A configuração do Mac para deixar que o Windows acesse seus arquivos é praticamente a mesma usada para trocar arquivos com outros Macs, bastando informar ao sistema operacional OS X quais pastas queremos tornar acessíveis e definir as permissões para elas.

No Mac
Abra a janela de Compartilhamento, nas Preferências do Sistema, clique no ícone do cadeado no canto inferior esquerdo e digite sua senha de administrador para desbloqueá-lo (se necessário). Em seguida, marque a opção Compartilhamento de Arquivos e clique no botão Opções. Marque a opção Compartilhar Arquivos e Pastas usando SMB (Windows).

Na lista de usuários que aparece, defina qual conta você deseja compartilhar. Digite a senha da conta na caixa de dialogo de autenticação e clique em Ok. Repita essas etapas para outras contas que pretende compartilhar e, então, clique em Concluído.

Por padrão, o Mac OS X vai compartilhar as pastas públicas de cada usuário habilitado. Para habilitar o compartilhamento de outras pastas, clique no sinal de mais (+) da lista de pastas compartilhadas e selecione a unidade de sua preferência.

Você pode definir as permissões de acesso para cada pasta compartilhada na área de Usuários. Se você for o único usuário da máquina, os privilégios de Leitura & Gravação já devem estar selecionados. Máquinas com vários usuários cadastrados em uma mesma rede pode controlar o acesso de cada um clicando no botão mais (+) , em Usuários, para importar contatos do Address Book, ou cadastrar novas pessoas.

A partir de agora, as pastas configuradas para serem compartilhadas devem estar disponíveis para um PC com Windows.

No Windows XP
Clique no menu Iniciar e vá para Meus Locais de Rede. Se o seu Mac não estiver listado na rede local, clique no ícone das pastas que aparecem na barra de ferramentas. Na coluna de pastas à esquerda, procure pelo Mac nos Meus Locais de Rede. Dê um duplo clique sobre a pasta do Mac e digite o nome de usuário e senha para a conta que você deseja acessar.

No Windows 7
Clique no menu Iniciar e vá para Meu Computador (ou qualquer janela que abra o Windows Explorer). Na barra lateral, clique no triângulo ao lado da Rede para expandir as opções. O nome do Mac no do qual se deseja acessar arquivos deve estar lá. Clique sobre ele para mostrar as pastas compartilhadas.

ARQUIVOS EM UM PC COM WINDOWS
O processo de configuração para compartilhar arquivos de um PC para um Mac varia de acordo com a versão de Windows que você utilizar.

No Widows XP
Se a opção para compartilhamento de arquivos ainda não estiver configurada, abra o menu Iniciar e escolha Meus Locais de Rede. Clique em Configurar uma Rede Doméstica ou de Pequena Empresa, na coluna da esquerda. Quando a tela de configuração de rede aparecer, avance até chegar na janela de Compartilhamento de Arquivos e Impressoras. Clique em Ativar o Compartilhamento de Arquivos e Impressoras e depois em Avançar. O Windows irá pedir para reiniciar o computador para aplicar as alterações.

Por padrão, a pasta Documentos Compartilhados estará disponível para outros usuários da rede. Para compartilhar outras pastas, clique com o botão direito do mouse sobre a pasta desejada em qualquer janela do Windows Explorer, e selecione Propriedades. Abra a aba Compartilhar e selecione as opções desejadas.

No Windows 7
Antes de mais nada, será necessário criar uma senha para a conta do administrador. Clique no menu Iniciar e abra o Painel de Controle. Clique em Contas de Usuário, selecione Criar uma senha para sua conta e siga as instruções.

Se você ainda não configurou o Windows 7 para o compartilhamento de arquivos, abra novamente o Painel de Controle e vá para o Central de Rede e Compartilhamento. Clique em Escolher opções do Grupo Doméstico e de Compartilhamento, e então vá para Alterar as Configurações de Compartilhamento Avançada.

Na janela seguinte, marque Ativar Descoberta de Rede, Ativar Compartilhamento de Arquivo e Impressora, Ative o Compartilhamento de Pasta Pública e Compartilhamento Protegido por Senha. Na área de Conexões de Compartilhamento de Arquivos, habilite a criptografia de 128 bits, e em Grupo Domestico, mantenha a configuração padrão. Quando terminar, clique em Salvar Alterações.

Para compartilhar pastas específicas, vá a qualquer janela do Windows Explorer e dê um clique com o botão direito do mouse sobre a pasta que deseja compartilhar. Clique em Compartilhar Com e escolha a pessoa que você deseja compartilhar. Depois, é só definir o nível de acesso permitido para o usuário.

No Mac
Abra o Finder, clique no triângulo ao lado da pasta Compartilhados, na barra lateral. Clique na opção do PC com Windows e insira o nome de usuário e senha da sua conta de administrador. As pastas compartilhadas deverão aparecer.

Se o computador não aparecer na barra lateral do Mac, vá até o menu Ir e clique em Conectar ao Servidor. Em seguida, digite smb:// endereço_ip ou smb:// nome_do_computador (para descobrir o endereço IP ou nome do computador, procure por “Qual é o meu nome?”) Se isso não funcionar, tente adicionar a porta de número :139smb:// endereço_ip :139 no final do endereço IP ().

Qual é o meu nome?
Para compartilhar arquivos de um PC para um Mac, na maioria das vezes, é preciso saber o nome do computador ou endereço IP. Veja como descobrir tanto no Windows 7 como no Windows XP:

Windows XP
Clique no menu Iniciar, vá até Painel de Controle (modo de exibição clássico), clique duas vezes em Conexões de Rede e, em seguida, clique no nome da conexão ativa. Lá você irá encontrar o endereço IP na guia Suporte. Para descobrir o nome do computador, vá ao menu Iniciar, Meu Computador, clique em Exibir informações do sistema e, logo após, abra a guia Nome do Computador.

Windows 7
Abra o Painel de Controle (exibição por categoria), clique em Exibir o status e as tarefas da rede e clique na sua conexão ativa. Na próxima caixa de dialogo, clique em Detalhes. O endereço IP será mostrado em frente à informação IPv4. Para encontrar o nome do computador, vá ao menu Iniciar e clique em Computador. O nome do computador aparece no canto inferior esquerdo da janela ao lado do ícone da máquina.
Read More

Pirataria de softwares é o novo sucesso do YouTube


Agora, além de filmes, clipes e músicas que podem ser encontrados no YouTube, usuários podem encontrar softwares piratas, chaves de segurança e números de licença.

O site de compartilhamento de vídeos ganhou uma nova preocupação com seu conteúdo: a plataforma se tornou uma rica fonte de pirataria de softwares.

Segundo o site, os internautas podem encontrar não somente números de série de diversos programas – ou os próprios programas crackeados, mas também vídeos demonstrativos de como ativar virtualmente qualquer programa ou jogo.

Hoje, ao digitar microsoft office 2007 no sistema de busca do Youtube, aparecerão diversas sugestões que incluem, entre outros, product key, free, free download e keygen.

É difícil avaliar o quanto o YouTube sabe sobre o destino destas sugestões, além do fato de que elas estão entre as buscas realizadas com mais frequência no site.

O site Dobby Brain apresenta uma imagem do caminho de uma destas sugestões para o editor de texto da Microsoft. Em seus primeiros segundos o vídeo já mostra a versão do programa e sua chave de ativação. O site afirma ainda que o grande obstáculo para o YouTube é não conseguir bloquear este conteúdo automaticamente, como ele faz com vídeos e músicas com direitos autorais.

O site Digital Inspiration apresenta uma possível razão para piratas digitais invadirem o site de compartilhamento de vídeos, além do enorme público do site: a busca universal realizada no YouTube pode fazer com que sites hospedados em países como China e Rússia possam aparecer nas primeiras páginas da busca do Google, obtendo, assim, uma incrível quantidade de acessos.
Read More

Novos discos Blu-ray terão até 128 GB de capacidade!


Associação que define os padrões do formato de alta definição propõe novos modelos de discos com ainda mais espaço.

Depois da batalha de formatos contra o HD-DVD da Toshiba ter sido vencida, o Blu-ray começou a se popularizar discretamente. Com players de diversos fabricantes – inclusive o Playstation 3 da Sony – suportando o formato e com a explosão de vendas das televisões Full HD, o BD (Blu-ray Disc) começou a entrar nos lares de pessoas do mundo todo.

Os principais consumidores do formato estão no Japão e na Europa, sendo que nos Estados Unidos – e no Brasil – os discos azuis ainda são considerados mais como curiosidades e itens de colecionador do que o padrão de consumo de filmes e séries.

Mesmo assim, a indústria da tecnologia sobrevive de inovação e o Blu-ray, para se manter no mercado, também precisa apresentar novas possibilidades. Espera-se para breve a publicação das especificações dos dois novos formatos de discos BD: o BDXL (discos de alta capacidade graváveis ou regraváveis) e o IH-BD (discos intra-híbridos).

Armazenagem e arquivamento

Voltado principalmente para o setor comercial, o BDXL é indicado para quem precisa de grande espaço de armazenagem. Emissoras de TV, estúdios de cinema e publicidade, departamentos de imagem aplicada à medicina podem – utilizando esses discos – esquecer as mídias magnéticas e fazer seus backups em discos óticos mais confiáveis e duradouros.

O padrão BDXL apresenta dois formatos básicos. O formato gravável – com até 128 GB de capacidade –, e um de regravação contendo até 100 GB de dados.

Conteúdo (praticamente) fechado

Ao contrário do BDXL – de viés corporativo -, o IH-BD é voltado para o consumidor final. Assim como os discos atualmente disponíveis no mercado, o IH-BD conta com apenas duas camadas de dados, porém a natureza delas é sua principal força.

Enquanto hoje ou você encontra discos de conteúdo estático - no qual você não pode gravar nada - ou graváveis - uma ou mais vezes - o IH-BD pretende reunir ambos os modos em um mesmo disco.

Com uma camada BD-ROM e outra BD-RE, será possível ter um disco com conteúdo protegido de gravação – um filme ou série, por exemplo – e ainda ter espaço para que o próprio usuário guarde informação, sem precisar abrir a bandeja do leitor.

O principal uso encontrado aqui no Baixaki foi para jogos. Imagine o seu PS3 salvando dados dos seus feitos direto no disco em que está o jogo. Outra possibilidade até mais interessante é guardar dados de expansões de determinado jogo no mesmo disco em que está o original, preservando assim espaço no HD do console para outros jogos e downloads.

Novos players

Como os padrões ainda não receberam especificações técnicas, ainda não há previsão de lançamento dos leitores desses formatos. O que se sabe, entretanto, é que os drives atuais não serão compatíveis com o BDXL ou com o IH-BD.

Para conseguir todos os 128 GB disponíveis no BDXL, cada disco utiliza entre três e quatro camadas de dados, o que exigirá do leitor um laser mais potente do que o disponível nos modelos atuais.
O mesmo é verdade para o IH-BD, apesar de o padrão usar a mesma quantidade de camadas de um Blu-ray atualmente comercializado. Para que seja possível obter a versatilidade de camadas estáticas e graváveis em uma mesma peça, algumas características do laser de leitura e gravação serão diferentes das existentes em leitores atuais.

Na prática, isso significa que, apesar do potencial para utilização no PS3 e em outras aplicações domésticas, não existirá compatibilidade entre os novos discos e o hardware atualmente disponível. Nem mesmo a alteração do firmware poderá gerar a conversa entre leitores atuais e novos discos.

Felizmente, porém, novos leitores serão retrocompatíveis com discos atuais, quando forem lançados. Isso será possível graças à natureza da tecnologia utilizada no BDXL e no IH-BD, que nada mais é que uma extensão da já existente. Assim, apesar de a configuração do laser sofrer alterações, será possível – através de software – modulá-lo para a leitura de discos BD comuns.

Outra coisa que deve ser esperada é a chegada deste tipo de avanço aqui nas terras brasileiras, algo sem data para acontecer.
Read More

sábado, 3 de abril de 2010

Cuide da saúde do seu computador. Dicas para deixar seu computador novo em folha


Você sabe como anda a saúde do seu computador? Saberia dizer se todos os drivers instalados estão atualizados? Se a máquina não está com nenhum vírus ou malware, ou se o disco rígido está começando a pifar? Pois é, usuários comuns normalmente não se ligam nesse tipo de problema – pelo menos não nesse nível de detalhamento. Mas é sempre bom saber se o seu computador está oferecendo o melhor desempenho. Por isso mesmo, a gente dá a dica de alguns sites que ajudam a avaliar se o seu computador ainda tem o vigor de um jovem ou o cansaço de um senhor idoso.

Primeiro, vamos avaliar a conexão com a internet. O primeiro teste a ser feito é este aqui, o SpeedTest:www.speedtest.net. Basta escolher o servidor mais próximo da sua cidade e esperar o resultado com a velocidade que, efetivamente, o seu provedor está entregando. Você pode também comparar o resultado com outras cidades e países. Por exemplo: ele dá uma estatística das cidades brasileiras que têm melhores médias de velocidade, ou de países super desenvolvidos, como o Japão, que tem velocidades impressionantes de acesso.

Sua internet está funcionando com uma velocidade razoavelmente boa. Então, por que aquele site insiste em não abrir? Neste outro endereço aqui:www.downforeveryoneorjustme.com, você pode checar se a página está realmente offline ou se o problema está acontecendo apenas com você. Basta digitar o endereço, e a resposta aparece instantaneamente.

Você costuma realizar chamadas telefônicas pela Internet? Neste site aqui:www.voipreview.org/voipspeedtester.aspx, você avalia se a sua conexão suporta ligações de boa qualidade. O gráfico traz a porcentagem de qualidade do serviço, dividido em categorias.

Agora que você já testou a sua conexão, a dica é entrar neste site aqui, o PCPitStop:www.pcpitstop.com. Ele oferece várias opções de testes, seja para verificar a performance, segurança ou estabilidade do sistema. Mas no cantinho esquerdo, existe um link para rodar o teste completo. A gente indica este aqui.

Preencha um questionário simples e pronto. A página vai pedir que você receba um arquivo executável. Pode instalar sem medo, não é vírus. Em seguida, vários testes ocorrerão na sequência: memória, vídeo, drivers... tudo será checado numa rotina que dura entre 2 e 4 minutos. Ao final, o resultado vem detalhadinho. Aqui, no nosso computador, ele indicou a atualização de alguns drivers e já nos apresentou inclusive o link para baixá-los. Disse também que nosso HD está cheio e que a performance poderia ser melhorada se apagássemos alguma coisa. De novo, para resolvermos o problema, é só clicar aqui.

Depois de ouvir as dicas do PCPitstop, nosso computador ficou bem mais leve. Tarefas de nível intermediário e até avançado foram resolvidas com simples clicks, de uma forma intuitiva e rápida. Nesta página, basta saber um pouco de inglês para deixar o seu computador zerado.
Read More

iPad começa a ser vendido em loja da Apple de Nova York


Fãs da Apple nos EUA fazem fila para comprar o tablet.

Produto é lançado com preços a partir de US$ 499.

O iPad da Apple chega às lojas norte-americanas neste sábado (3) depois de meses de intensa agitação, dando aos consumidores a primeira chance de decidir se o novo aparelho vale toda a exaustiva publicidade.Na principal loja da Apple, na Quinta Avenida em Nova York, houve torcida quando os consumidores finalmente entraram na loja às 9h (horário local), aparecendo alguns minutos depois carregando os primeiros iPads, um aparelho tido como uma ponte entre o laptop e o smartphone.

Toni Di Giorno, de 66 anos, de Pittsburgh, Pensilvânia, disse que havia esperado na fila desde as 5h da sexta-feira (2) com sua filha e neta. "Elas estavam muito animadas para comprar um iPad", disse ele.

Wall Street está curioso para ver se o aparelho - que foi colocado à venda nas mais de 200 lojas de varejo da empresa nos Estados Unidos, assim como em muitas lojas da Best Buy - consegue conquistar uma massa e estará monitorando os usuários neste final de semana para medir sua popularidade.

Multidões se formaram nas lojas no país desde a manhã de sexta-feira, aguardando nos postos de venda em Nova York, Washington, Boston e São Francisco. Mas as filas eram visivelmente mais curtas que as que aguardavam o iPhone em 2007.

Muitos puderam fazer o pedido antecipado do aparelho desde meados de março, dando pouco motivo para esperar em fila no lançamento deste sábado. Os que solicitaram com suficiente antecedência online, podem retirar os iPads na loja ou receber em domicílio.

Analistas dizem que a empresa já recebeu alguns milhares de pedidos antecipados, com vendas estimadas entre 4 milhões e 7 milhões no primeiro ano.

ATÉ US$800

A Apple lançou o iPad em janeiro depois de fervorosa especulação, e as ações vêm aumentando constantemente nos últimos dois meses.

Existe muita especulação sobre o iPad, que é uma nova categoria: um aparelho leve para acessar mídias que tenta unir os melhores atributos do smartphone e do laptop.

A tela sensível a toque do iPad mede 25 centímetros. Pesando 680 gramas, se assemelha a uma versão maior do iPhone, usando o mesmo sistema operacional.

Os preços variam entre US$ 499 para um modelo Wi-Fi de curto alcance, e US$ 800 por uma versão com 3G.

O iPad foi desenvolvido para o uso de diversas mídias, inclusive jogos, vídeos, fotos, livros eletrônicos e revistas. Pode ser acessado por aproximadamente 150 mil aplicações já existentes do iPhone, assim como novas criadas especialmente para o iPad.

O iPad, lançado no sábado nos EUA apenas no modelo Wi-Fi, estará disponível em nove outros países até o final deste mês.
Read More

Prefeitos travam disputa inusitada por internet ultrarrápida do Google nos EUA



Topeka, no Kansas, mudou de nome para 'Google' por um mês.
Dirigente de Duluth, em Minessotta, mergulhou em lago gelado.

Prefeitos de cidades americanas estão fazendo de tudo para atrair a atenção do Google, que deve testar neste ano uma rede experimental de banda larga em cerca de cem cidades.

No começo de março, o prefeito de Topeka, no estado do Kansas, anunciou que a localidade se chamaria "Google, Kansas" por um mês. Mas não foi único município do país a tomar uma atitude dessas.

Cerca de 1.100 municípios se inscreveram no concurso e durante os próximos meses, o Google estudará cada uma das solicitações para, no final de ano – não há uma data concreta – anunciar os ganhadores.

Nas cidades escolhidas, será instalada uma rede experimental de fibra óptica já conhecida como "Fibra Google" que fornecerá internet a seus cidadãos a uma velocidade de um gigabit por segundo, cem vezes mais rápida que a atual.

Topeka mudou seu nome pelo de "Google, Kansas", da mesma forma que Sarasota, na Flórida, que nomeou "Google Island" uma parte da cidade cujo prefeito, além disso, mergulhou em um tanque cheio de tubarões como apelo publicitário.

Don Ness, principal dirigente de Duluth, em Minnesota, mergulhou nas gélidas águas do lago Superior e colocou depois o vídeo no YouTube – propriedade do Google – como parte da campanha da localidade para ganhar uma das instalações de fibra óptica.
Ness prometeu em outro vídeo chamar de "Google Fiber" ("Fibra Google", em português) os primeiros bebês homens nascidos na localidade e "Googlette Fiber" as primeiras meninas, mas tudo se tratava, certamente, de uma piada.

Stephanie Rawlings-Blake, prefeita de Baltimore, Maryland, nomeou um empresário da internet local chamado Tom Loveland como "Czar Google" da localidade, cargo que lhe dá competências nos assuntos relacionados à candidatura do município.

Como outras cidades participantes, Baltimore também abriu uma página de apoio ao projeto, perfis no Facebook e no Twitter e um canal no YouTube.

As redes sociais são também uma ferramenta fundamental na candidatura de Boulder, Colorado, que pediu a seus cidadãos que "façam vídeos, enviem tweets, escrevam blogs e mudem a cada hora seu status no Facebook" para mostrar o quanto que uma conexão rápida à internet é importante na cidade.

Na corrida para ganhar os favores do Google há também localidades como San Francisco, Seattle, Filadélfia e Nova Orleans, apesar destas grandes cidades estão pior posicionadas que as cidades pequenas porque o buscador assinalou que favorecerá comunidades com acesso deficiente à internet ou "sem acesso de nenhum tipo".

Entre os especialistas do setor foram iniciadas as apostas para ver que municípios serão os escolhidos. David Greiner, da empresa de consultoria tecnológica Steketee Greiner and Co., elaborou um estudo para medir a popularidade de cada candidata baseando-se nas "conversas on-line" - comentários em blogs ou presença em redes sociais, por exemplo - sobre cada uma delas.

Google quer beneficiar de 50 mil e 500 mil americanos

A primeira era Duluth, em Minnesota; seguida de Grand Rapids, em Michigan; Topeka, no Kansas; Fresno, na Califórnia; e Sarasota na Flórida.

Em seu blog corporativo, o Google agradeceu a todos seus esforços e assegurou que o objetivo é beneficiar entre 50 mil e 500 mil cidadãos com esse projeto.

"Independentemente de onde decidamos construir, esperamos aprender lições que ajudem a melhorar o acesso à internet em todas as partes. Após tudo, ninguém deveria ter de saltar em lagos gelados ou piscinas cheias de tubarões para ter conexão de banda larga", acrescentou o Google.
Read More
Mello Comunicação Visual

* Banner

* Fachadas

* Plotter recorte ( adesivos personalizados )

* Convites, papel arroz personalizado.

* Papel adesivo e fotográfico.

* Assessoria

* Desenvolvemos Site e Blogs perssonalizados

* Software perssonalizados

* Formatação

* Instalação de programas e Sistemas Operacionais

* Implementação de rede ( cabeada / Wirelles )

* Instalação de hardware e software

* Limpeza

* Recuperação de dados

* Manutenção em geral

* Contrato de Manutenção de Micros

* Escolas
* Empresas
* Escritórios
* Residências


Rapidez,eficiencia,qualidade e tecnologia.

Profissional capacitado para melhor lhe atender e cuidar da vida útil do seu PC

Email - manu.tencaodepc@hotmail.com
caxamello@hotmail.com
Twitter.com/Alex_Melllo

Tel - 73 8804 5310
73 9125 4509