sexta-feira, 7 de maio de 2010

HD portátil com USB 3.0, da LaCie




As empresas que estão saindo na frente têm maior probabilidade de sucesso no futuro com a nova interface USB 3.0 e assim fez a LaCie com o Rugged USB 3.0.

Um HD portátil de 500GB que traz a nova interface USB 3.0 e promete transferências de até 110MB/s. A LaCie manteve o estilo emborrachado da sua linha Rugged que oferece maior resistência a quedas amortecendo o impacto de alturas de até 2,2 metros.

O Rugged USB 3.0 chega por 169 euros (R$ 379,00) e ainda oferece por um ano 10GB no Wuala, o serviço de armazenamento na nuvem da LaCie.
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Conheça o HTML5, a linguagem que vai mudar a internet


Por trás da recente discussão entre Steve Jobs, da Apple, e a Adobe, uma sigla surgiu no centro do debate.

Até o lançamento do iPad, em janeiro, o HTML5 tinha sido assunto de programadores e uns poucos especialistas em internet. Ao decidir não incluir plug-ins da Adobe no aparelho, no entanto, a Apple acabou chamando atenção para a linguagem.

Trata-se de uma versão atualizada do HTML (Hypertext Markup Language no original em inglês), o código cujas informações são a base da web. Está sendo desenvolvida há cinco anos - é prevista uma versão final para 2012 - para permitir que vídeos e outros recursos sejam usados sem necessitarem de plug-ins, programas que precisam ser instalados nos navegadores para que possam ser utilizados recursos multimídia que não estão presentes no HTML. Atualmente a versão em uso na internet - 4.01 - exige estes plug-ins.

Um exemplo: vídeos. Para visualizá-los no YouTube, o mais popular serviço de vídeos do mundo, é preciso baixar um plug-in do Flash Player, programa produzido pela Adobe e o mais utilizado na internet. Da maneira como funciona, o plug-in é ativado, servindo como um intermediário entre o arquivo e o navegador, que não consegue ler o código sozinho. O HTML5 em tese elimina esta necessidade, fazendo que tenha sido anunciado como "matador do Flash".

Na semana passada, Steve Jobs publicou um artigo no site da Apple em que defendeu uma internet sem o uso do Flash, responsabilizando o programa por falhas, alto consumo de energia e lentidão.

"O Flash foi criado na era do PC, para PCs e mouses", escreveu. "O Flash é um negócio de sucesso para a Adobe, e entendemos por que querem levá-lo para além do PC. Mas a era móvel é sobre dispositivos de baixo consumo de energia, interfaces de toque e padrões abertos para a web, todas as áreas onde o Flash falha".

A Adobe, por sua vez, rebateu, numa entrevista de Santanu Narayen, seu executivo-chefe, culpando o sistema operacional da Apple pelos problemas. A empresa nega que o Flash vá acabar depois do HTML5. De todo modo, no YouTube está no ar desde janeiro uma versão experimental na nova linguagem. Segundo o site, o uso do HTML5 está na lista dos recursos mais pedidos pelos usuários. Por enquanto há limitações: não é possível mostrar anúncios, legendas ou anotações nos vídeos.

Não se trata, contudo, de uma discussão envolvendo apenas as duas empresas ou apenas os serviços de vídeos. Google (Chrome), Microsoft (Internet Explorer) e Mozilla (Firefox) adaptaram as versões mais novas de seus navegadores ao HTML5. No fundo, afirma Matthew Papakipos, está em discussão o futuro dos próprios computadores.

"Computadores estão se tornando menores e mais móveis. Telefones estão se tornando mais poderosos e mais parecidos com computadores e eles estão se encontrando no meio disso. Pegue HTML5 e netbooks e todas essas coisas e isso faz sentido", disse numa entreista ao site Ars Technica.

Isso quer dizer que pessoas comuns terão que saber HMTL5? Não. Como no caso do HTML em todas as suas versões, trata-se apenas de uma linguagem, não vista no resultado final. Mas sua existência será perceptível no que tem de bom. Uma internet mais rápida e complexa.
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Vírus “retrô” destrói arquivos do computador



Nova praga virtual age como as ameaças da década de 1990, que apagavam dados vitais do PC.

Os mais novos não devem se lembrar, mas há cerca de 20 anos, os vírus de computador tinham como objetivo atormentar os usuários de PCs (não roubar dados, como faz hoje a maioria das pragas virtuais), destruindo dados. Pois a empresa de segurança Sophos identificou uma nova ameaça que segue essa estratégia “retrô”.

Trata-se do W32/Scar-H. Esse programa nocivo tem como objetivo simplesmente apagar todos os arquivos executáveis do computador, gravando seu código sobre eles. Segundo a Sophos, ele é como uma bomba virtual, pois detona os arquivos do computador.

A ameaça costuma se disseminar por drives compartilhados (que são muito comuns em redes de computadores) e por dispositivos de armazenamento portáteis, como discos rígidos externos.

Ao ser executado pela primeira vez ele cria os arquivos (cópias suas) \ntldr.exe e \WinNT.exe, além de \AutoRun.inf. Feito isso, passa a se disseminar com o uso de drives mapeados. Depois, passa a substituir todos os arquivos do drive C: com extensão .exe por uma cópia sua. Com tudo isso, o computador passa a não funcionar mais.

Ao religar a máquina, o usuário recebe a mensagem “Windows could not start because the following file is missing or corrupt: \system32\ntoskrnl.exe. Please re-install a copy of the above file”. Resumindo: o Windows não conseguiu carregar porque um arquivo não está acessível ou foi corrompido. Por favor, reinstale o arquivo”.
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Nova família de chips da AMD estará em 109 modelos de notebooks


Empresa é a segunda coloca no mercado dominado pela Intel.
No primeiro semestre de 2010, AMD respondeu por 12,1% dos chips.

A Advanced Micro Devices pode conquistar alguns de seus maiores avanços no mercado de laptops, que atravessa rápido crescimento, graças a uma nova geração de chips de alta eficiência energética que será revelada na semana que vem.

Pessoas que conhecem o assunto e trabalham para a AMD afirmaram que os mais recentes microprocessadores da empresa devem ser oferecidos em 109 modelos de laptops de grandes fabricantes nos próximos meses, o que representa o melhor desempenho pela empresa na crucial temporada da volta às aulas. No ano passado, chips da AMD estavam disponíveis em 40 modelos de computadores portáteis.

"Essa é a primeira vez que vemos tanta atenção aos nossos notebooks", disse a fonte, em menção aos chips da empresa para laptops. E embora ainda não tenham surgido mudanças em termos de participação de mercado, "normalmente um número maior de modelos dita maiores vendas", disse a fonte, acrescentando que as ofertas equipadas com chips da empresa vêm crescendo firmemente em todos os grandes fabricantes de computadores.

A AMD, segunda coloca no mercado dominado pela Intel, vem enfrentando dificuldades para ganhar mercado no segmento de laptops, que nos últimos anos vem apresentando crescimento mais rápido que o dos computadores de mesa.

As ações da AMD vêm apresentando desempenho inferior às da Intel desde o começo do ano, com queda de 14,57%, ante alta de 5,44% para a rival.

No entanto, no fechamento do pregão da quinta-feira elas estavam cotadas a US$ 8,27, mais que o dobro de sua marca mais baixa do último ano, US$ 3,22, na bolsa de Nova York.

Os primeiros sinais indicam que a nova linha de chips a ser revelada na semana que vem está obtendo respostas positivas dos maiores fabricantes de computadores, devido aos esforços da AMD para simplificar suas múltiplas ofertas sob a nova marca "Vision", bem como devido a uma duração de bateria e desempenho superiores em toda a linha, de acordo com uma das fontes.

No primeiro trimestre de 2010, segundo a IDC, a AMD respondeu por 12,1% dos chips vendidos mundialmente, ante 87,8% da Intel.
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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ubuntu 10.04 gasta mais energia que o Windows 7


Site compara consumo de energia nos dois sistemas operacionais

Como parte da cobertura do lançamento do novo Ubuntu 10.04 o site Phoronix mediu o consumo de energia de dois notebooks idênticos equipados com o sistema operacional, comparando-o com o Windows 7 rodando nas mesmas máquinas. E os resultados surpreendem, com o Ubuntu se mostrando notoriamente mais “fominha”, em consumo de bateria, que o sistema da Microsoft.

As máquinas foram um netbook ASUS EeePC 1201N, com processador Atom e aceleradora NVIDIA GeForce 9400M (combinação conhecida como “Ion”) e um notebook Intel Thinkpad T61 com um processador Intel Core 2 Duo T9300 e aceleradora 3D NVIDIA Quadro NVS 140M.

Rodando o Ubuntu, o consumo de energia do EeePC foi até 65% maior (33 Watts) do que a mesma máquina com o Windows 7 (20 Watts), em ambos os casos usando drivers de vídeo oficiais da NVIDIA. Já no Thinkpad a diferença foi menor, 14% com os drivers padrão de cada sistema operacional, e 9% com os drivers da NVIDIA. Em todos os testes, a medição de consumo foi feita com o sistema “parado”, no desktop padrão, sem nenhum outro aplicativo em execução.

O site atribui a diferença à forma como o gerenciamento de energia é implementado nos drivers de vídeo no Linux, o que faria a GPU consumir muito mais do que o realmente necessário em dado momento.
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Microsoft sofre ataques de rivais por impedir uso do IE9 no Windows XP


Em conferência, empresa foi criticada por dificultar acesso às vantagens da HTML5, linguagem que será adotada pela próxima versão do browser.

A Microsoft foi alvo de críticas de alguns de seus rivais na quarta-feira (5/5) por decidir não oferecer o navegador Internet Explorer 9 - e, portanto, suporte ao padrão HTML5 - a usuários de seu velho sistema operacional Windows XP.

Em conferência para desenvolvedores realizada em março, a Microsoft afirmou que o IE9 não será oferecido para o XP. A razão, segundo explicou o evangelista técnico Giorgio Sardo na Web 2.0 Expo na quarta-feira (5/5), é que o IE9 é um "browser moderno", e para obter os benefícios da aceleração de hardware e outros ganhos de desempenho será preciso um "sistema operacional moderno".

Não é bem o que pensa Alex Russell, membro da equipe de desenvolvimento do navegador Chrome, da Google. "A Opera e a Mozilla também estão acelerando seus navegadores por hardware, e todos estamos fazendo isso no XP", disse Russell, que juntou-se a Sardo e a representantes da Mozilla, Opera e Yahoo num painel de discussão sobre o futuro dos browsers.

"Eu vejo isso como um problema", disse Doug Crockford, um arquiteto sênior de JavaScript na Yahoo. "Eu recomendo que todos os usuários do XP migrem para outro browser que não o IE."

HTML5
Em questão está a adoção do HTML5, uma revisão da linguagem da web que vai oferecer diversos novos recursos, incluindo modos padrão de implementar vídeo, animação, áudio e armazenamento offline, que não estão incluídos no padrão HTML atual.

Mas se o IE9, que será o primeiro navegador da Microsoft a suportar totalmente a HTML5, não está disponível para o XP, aqueles usuários ficarão de fora da esfera de compatibilidade da HTML5. E o IE6 ainda tem mais usuários que Opera, Chrome e Safari juntos, de acordo com Crockford. Em alguns países, ele detém 40% do mercado de navegadores, disse.

Os debatedores reconheceram a importância do IE6. Quando ele surgiu em 2001, disse Russell, "o IE6 era fantástico. Ele se manteve na dianteira em JavaScript, DOM, o modelo de componente, coisas que ainda usamos hoje". Uma razão pela qual ele ainda está em uso, disse Brendan Eich, da Mozilla, é que muitas empresas criaram macros e outras extensões para funcionar com ele.

Mas Dion Almaer da Palm, que moderou o painel, disse que o IE6 se tornou "uma âncora enrolada em nossos pescoços".

Crockford disse que o W3C "abandonou seu papel como supervisor da web" no começo da década, permitindo que tecnologias incompatíveis florescessem. Agora há um frescor de atividade de padronização em torno da HTML 5. "O que é ótimo", disse Crockford, "mas é irrelevante se não resolvermos o problema do IE6".

No IE9
A Microsoft acredita que a HTML 5 é "o futuro", disse Sardo. Ela implantou partes do padrão - que ainda não está completo - no IE8, e dará suporte completo no IE9.

A Microsoft liberou sua segunda versão Preview do IE9 na manhã de quarta-feira. No entanto, não disse quando o produto final estará disponível.

Crockford propôs uma solução radical para fazer com que todos os usuários da web atualizem seus navegadores. Num dia combinado, todos os desenvolvedores deverão negar o acesso a seus sites até que o visitante atualize seu navegador.

"Num dia, todos nós diremos: você tem que baixar um desses cinco ou seis navegadores", disse. "Eu proponho que esse dia seja 30 dias depois que todos os principais fornecedores de browsers tenham implementado a HTML5. Nesse dia, o IE6 morrerá."

Pode não ser uma ideia muito viável, mas rendeu a Crockford uma sessão de aplausos dos desenvolvedores que assistiam à discussão.
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HP Pavilion dm1 ganha processadores AMD.



A HP atualizou seu notebook Pavilion dm1 com novos processadores. O modelo, de 11,6 polegadas de tela, trará novos processadores da AMD.

O equipamento virá com AMD Turion II Neo dual core e Athlon Neo. Ambos prometem um desempenho melhorado e duração de bateria maior do que a geração anterior. É esperar para ver se o desempenho é tão melhor do quw o anterior.

Alguns dos testes realizados com os processadores não trouxeram tanta melhora de perfomance assim, mas o consmo de energia melhorou consideravelmente. Agora é esperar para ver qual a onclusão dos consumidores...
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Nvidia vai fazer placas de vídeo mais acessíveis


Se você está pensando em adquirir uma placa de vídeo da Nvidia, mas está receoso de gastar tanto dinheiro no hardware, vem aí uma boa notícia: placas mais acessíveis estão sendo desenvolvidas.

Uma placa da fabricante que pode ser considerada extremamente veloz, a GeForce GTX 480, utiliza o chip GF100 e custa em torno de US$500, desanimando muitos consumidores. Mas, a novidade é o lançamento de placas com preço em torno de US$250.

Placas baseadas nos chips GF106 e GF108 para, respectivamente, mainstream e entrada chegarão pelo preço de US$180 e US$100. Há previsão de que estejam disponíveis ao consumidor entre o fim de julho e começo de agosto.

Em junho, chega ao mercado a GeForce GTX 460 com chip GF104, por US$300.
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Capa com teclado transforma iPad em notebook; veja


Uma capa para iPad com teclado Bluetooth integrado, chamada ClamCase, promete transformar o tablet da Apple em uma espécie de laptop. O produto, anunciado ontem nos Estados Unidos, não tem preço definido ainda.

Segundo a fabricante, o ClamCase "é o único teclado com uma capa protetora" existente no mercado. Além do iPad ¿ onde se encaixa perfeitamente ¿ o teclado sem fios funciona com outros equipamentos, como o PlayStation 3, TiVo e PCs home theater.

A capa do ClamCase é móvel e permite usar o iPad tanto no modo tablet quanto com o teclado, como se fosse um notebook (ou netbook) convencional.

A empresa está com um site provisório no ar (www.clamcase.com) e direciona usuários para seus perfis no Facebook, Twitter e YouTube. No Facebook, a ClamCase diz que o lançamento do produto será "em breve".
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Ipea elogia preço proposto pelo PNBL, mas pede detalhamento do serviço


Pesquisador afirma que preço atual da banda larga no País é impraticável.
Velocidade da conexão deve evoluir ao longo do tempo.

O Plano Nacional de Banda Larga está de acordo com as evoluções sugeridas pelo estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no dia 26 de abril, que defendia a universalização da internet de alta velocidade no País. Entretanto, faltou um detalhamento maior da proposta e uma promessa de que, com a massificação do serviço ao longo do tempo, a tecnologia evolua para permitir o uso de velocidades ainda maiores. A análise é do pesquisador Rodrigo Adballa, um dos responsáveis pelo estudo do Ipea.

Segundo Abdala, faltam explicações mais precisas sobre como o plano vai resolver a questão do acesso à internet nas regiões rurais dos Estados e as desigualdades regionais. “Tudo isso depende da implementação do plano”, afirma. “Ainda é muito cedo para dizer até que ponto nossas observações serão abordadas."

Ele acredita que o preço é um dos pontos positivos da iniciativa. “O preço atual do acesso pelas empresas de telecomunicações é impraticável para que se alcance uma massificação da banda larga. [O valor proposto no plano] é mais aderente a uma equalização do cenário internacional”.

A velocidade, embora esteja aquém dos planos de internet banda larga oferecidos pela empresa privada, não é problema, diz Abdalla. “O plano precisa partir de algo que já existe. Com a massificação, mais velocidade deverá ser oferecida. Se em dois anos o PNBL alcançar o dobro da massa populacional atual, poderá se pensar em aumentar a velocidade da conexão”.

Ele explica que todos os países que avançaram para novas marcas de velocidade na internet, como Estados Unidos, Austrália, Japão e Finlândia, por exemplo, primeiro universalizaram o serviço até atingir pelo menos 20% da população, densidade que é quatro vezes maior do que no Brasil.

No país, apenas 12 milhões de domicílios têm banda larga, segundo pesquisa do Ipea. Menos de 10% dos municípios de Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima têm banda larga e entre 10% e 15% dos municípios da Bahia, do Ceará e de Sergipe têm a infraestrutura disponível para internet banda larga.

“A inclusão do governo [nessas regiões] será muito positiva, pois atenderá mais municípios e outros que serão incluídos ao longo do tempo. Isso está dentro da nossa expectativa” explica Abdall. “A medida que ainda existem grupos populacionais que não foram cobertos nessa versão inicial do plano, isso deverá ser contemplado em uma futura revisão.”

O PNBL precisa, no entanto, evoluir conforme o avanço tecnologia. “A questão da evolução tecnológica tem que ser considerada pois, embora as velocidades sejam mais baixas que a media internacional, é preciso pensar na evolução”.

O PNBL foi anunciado nesta quarta-feira (5) pelo governo. Uma das expectativas é disponiblizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014. O custo da tarifa deve ser de R$ 15, para o plano com incentivos, com velocidade de até 512 kbps (quilobits por segundo) e com limitação de downloads e de R$ 35 para o plano comum, com velocidade entre 512 e 784 kbps.

A estatal Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) será a gestora do plano, mas o governo quer que empresas privadas atuem de forma complementar, levando o serviço ao usuário final. Como gestora, a Telebrás será encarregada de implementar a rede de comunicação da administração pública federal e prestar suporte a políticas de conexão à internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais e outras localidades de interesse público.
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Intel demonstra notebook com tecnologia Light Peak


Barramento pode transmitir 10 Gbit/s, bidirecionalmente, “pra começar”

A Intel realizou em Bruxelas, na Bélgica, a primeira demonstração de um notebook equipado com a tecnologia Light Peak, um novo barramento óptico para conexão entre PCs e periféricos. Com taxas de transferência “a partir de” 10 Gigabits por segundo, a tecnologia tem potencial para matar de uma tacada só interfaces atuais como USB, SCSI, SATA, DisplayPort e HDMI.

Segundo a revista inglesa PC Pro, durante a demonstração um notebook transmitia simultaneamente duas streams de vídeo em alta definição para uma TV próxima, usando provisoriamente um cabo USB modificado com condutores ópticos. De acordo com Justin Rattner, CTO da Intel, isso é só o começo: “Esperamos aumentar a velocidade dramaticamente. Praticamente não há limite de banda”.

A Intel espera que as primeiras versões de hardware equipado com a tecnologia Light Peak esteja disponível aos fabricantes no final deste ano. Entre seus parceiros no projeto estão empresas como a Foxconn, Foxlink, IPtronics, SAE Magnetics, FOCI Fiber Optics Communications Inc, Avago, Corning, Elaser, Oclaro, Ensphere Solutions, e Enablence.
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Google usa batata e raios para mostrar a velocidade do Chrome



Nova versão beta é mais rápida ao rodar códigos Javascript
O Google divulgou ontem a nova versão de testes do navegador, que, de acordo com a empresa, aumenta bastante a velocidade de carregamento das páginas. Para demonstrar esse avanço, a empresa criou um vídeo com uma série de testes curiosos. Veja abaixo o vídeo.

Os testes comparam a velocidade do Chrome à de um raio que destroi um barquinho e também a uma batata voadora que é fatiada e cai em óleo escaldante. A velocidade dos testes foi tão grande que o Google usou uma câmera com capacidade de capturar 2700 quadros por segundo para filmar a experiência. Segundo a empresa, nenhum truque de software foi usado nos vídeos. O vídeo mostra os testes em câmera lenta.

A plataforma que carrega as páginas baseadas em JavaScript, chamada de Projeto V8, está sendo aprimorada e testada. Entre os avanços da nova versão está a o recurso de atualização automática do Flash. A velocidade da conexão usada nos testes foi de 15 Mbps.
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Google muda visual da ferramenta de busca


Depois de seis meses de testes, o Google lançou a novo visual de sua ferramenta de buscas. Marissa Mayer, vice-presidente de produtos de busca e experiência do usuário do Google, afirma em post no blog oficial da empresa que a mudança mostra o que há de mais novo na tecnologia de busca do Google.

A mudança de visual já foi implementada e ao longo das próximas horas deve estar disponível em 37 versões localizadas da ferramenta de busca, incluindo a brasileira. A velocidade da atualização em cada computador depende de fatores como atualização de servidores, mas espera-se que até amanhã o novo design já possa ser visto por todos os internautas.

Entre as mudanças, está uma barra localizada à esquerda da página de busca, que permite navegar e refinar os resultados. Você pode selecionar entre navegar em todos os resultados ou dividí-los entre as categorias de notícias, imagens, livros, mapas, entre outros. Há também o recurso Google Squared, que o ajuda a encontrar e comparar resultados relacionados à busca inicial.O design da página de busca também mudou. “Essas mudanças são leves, a página não deixou de ter aparência minimalista, mas ficou mais moderna”, diz Marissa.
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Microsoft lança webcam HD e mouse sem fio


Produtos têm garantia de fábrica de três anos

A Microsoft lançou hoje no Brasil uma webcam que filma em alta definição. A Lifecam HD-5000 produz filmes com 720 pixels de resolução e em formato widescreen. É possível adicionar efeitos especiais às imagens, como molduras, e controlá-la a partir da janela do Windows Live Messenger. A webcam possui foco automático e tecnologia Microsoft TrueColor, para que as cores fiquem mais nítidas.

Já o novo mouse sem fio, chamado Wireless Mobile Mouse 3500, permite que o usuário mude de posição, já que o transceptor pode ficar conectado o tempo todo no computador ou notebook. O mouse usa tecnologia sem fio na freqüência de 2,4 GHz e tem alcance de nove metros.

A Lifecam HD-5000 já está disponível por R$ 219 e o Wireless Mobile Mouse custa R$ 99. O fabricante oferece garantia de três anos para os dois produtos.
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terça-feira, 4 de maio de 2010

Netbooks viram opção viável para uso nas empresas


Custo baixo torna os ultraportáteis perfeitos para uso de profissionais

Mesa mais limpa e um computador com o HD sem aquele monte de programas consumindo montanhas de memória. O sonho de muito executivo já pode ser realizado com um netbook: são pequenos, leves e, portanto, facilitam o transporte para qualquer lado. Os netbooks foram criados para atuar a partir de conceitos atualíssimos, como a mobilidade e o cloud computing.

São máquinas feitas para a internet – a indicação está no próprio nome. Sem a web, eles não fazem o menor sentido. O desempenho destes computadores está diretamente ligado aos programas disponíveis na nuvem. Por que instalar programas se a internet oferece softwares gratuitos para criação de banco de dados, páginas de acesso a e-mails e redes sociais para contatos profissionais e pessoais?

"O principal atributo do netbook é ser o segundo PC, sua utilização é mais requisitadas por profissionais liberais, gente que precisa de uma máquina e que quer levar para qualquer lugar, ter acesso a arquivos, materiais", sinaliza Fernando Fraga, gerente de produto de notebook da LG. "Para escritórios, a vantagem é que, com a questão do acesso remoto, a máquina não precisa ser muito potente. Você está usando apenas uma interface para utilizar o que já está na rede."

No contato com as distribuidoras, Fraga constatou que muitos executivos não precisam de um equipamento de alta performance. Pela rotina de viagens, o netbook é suficiente para armazenar apresentações e informações fundamentais para o trabalho.

“O maior medo é tirar um produto de casa com tudo dentro e ser assaltado ou ter um problema e perder tudo. Com uma pasta debaixo do braço você vai para qualquer lugar e consegue ter acesso a tudo”. César Aymoré, diretor de marketing da Positivo Informática, também aposta na mobilidade como a principal vantagem trazida pelos netbooks aos escritórios.

Pelas viagens constantes realizadas por executivos e profissionais, um netbook é mais prático de ser carregado. “Além de ser mais leve, cabe dentro de qualquer pasta, e isso representa uma enorme facilidade quando se viaja sem mala, além de ser bastante discreto”, defende Aymoré.

A adoção dos netbooks é constatada pelo executivo com um passeio por salas de aeroportos. Tornou-se corriqueiro encontrar profissionais com estas máquinas menores adiantando trabalho enquanto aguardam algum voo.

“É cada vez mais comum ver pessoas com perfil executivo e um netbook no colo. Também é comum vê-lo em reuniões. Pelo tamanho e peso, os profissionais preferem o netbook para levar apresentações e fazer anotações durante os encontros”, constata Aymoré.

O fato de os netbooks não serem feitos para heavy users não representa necessariamente um problema. A fatia destes usuários hoje é menor se comparada aos residenciais e aos corporativos. Para as empresas, além da leveza e praticidade que o netbook oferece, a ausência de drive ótico atua até mesmo como um mecanismo de segurança para a própria companhia, por evitar ou reduzir a possibilidade de instalação de programas não autorizados.
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Aprenda a criar pastas protegidas com senhas no Windows XP


Na vida real ou virtual, basta que você decida ter acesso exclusivo a algo para que uma fechadura ou uma senha especial barrarem estranhos.

Por que com o Windows teria que ser diferente? Os motivos para que o usuário proteja pastas com senhas são os mais diversos.

Você pode usar um PC compartilhado, querer proteger informações confidenciais ou apenas contar com dados fundamentais que você não pode se dar ao luxo de perder.

Independente da opção, é bom aprender que o sistema operacional da Microsoft oferece a opção de trancar informações.

A função que protege seus dados estipulando senhas para pastas, no entanto, nunca foi comum ao Windows - apenas na versão XP o usuário se deparou com a possibilidade.

A falta de idéia que muitos usuários têm sobre a função se explica pelo fato de a Microsoft não permitir a definição de uma senha diretamente no diretório – todo o sistema é feito por meio da compactação de arquivos.

O processo é simples. Crie uma nova pasta no seu disco rígido para organizar todos os documentos que deverão ficar longe dos olhos alheios.

Após terminar sua seleção, selecione todos os documentos e, após apertar o botão direito do mouse sobre o grupo, escolha a opção “Pasta Compactada” dentro do menu “Enviar para”.

A pasta zipada será criada instantaneamente no mesmo diretório onde estão os arquivos originais.

Antes de estipular a senha, vale um lembrete: caso os documentos sejam realmente necessários, seria sensato guardá-los em outra mídia, no freqüente caso dos usuários se esquecer da senha definida.

Além das clássicas instruções sobre backup, outra opção é enviar sua pasta compactada, sem qualquer senha ainda, para serviços de armazenamento online ou para seu próprio e-mail, se o tamanho permitir.

Clique sobre a nova pasta compactada, que deverá ter todos os documentos selecionados, e, após clicar sobre o menu “Arquivo”, escolha a opção “Adicionar Senha”.

Na nova janela aberta, o Windows pede que o usuário digite duas vezes a senha escolhida. Confirme o termo que você escolheu e aperte “Ok”.

Pronto. Desta maneira, você criou uma pasta compactada que só pode ser acessada por usuários que saibam a senha pessoal.

Para aumentar a segurança, o usuário pode criptografar os dados. Ainda que não prime por ser a mais forte, a função impede que documentos sejam abertos fora do computador onde foram protegidos - o seu, no caso.

Selecione os documentos e, com o botão direito, clique em “Propriedades”. Na aba “Geral”, clique em “Avançado” e selecione a opção “Criptografar o conteúdo para proteger dados”.

Por isto, vale frisar o lembrete de que, se os dados são realmente importantes, a definição senha deve ser acompanha de um back-up.
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Sites do Departamento do Tesouro dos EUA disseminam vírus


Três páginas foram invadidas por crackers, que direcionaram os visitantes para páginas na Ucrânia.

Três sites que pertencem ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos foram invadidos por crackers (criminosos da Internet). Segundo a empresa de segurança AVG, o objetivo da investida foi inserir pragas virtuais, que atacam os visitantes das páginas.

A invasão foi identificada nesta segunda (3/5) pelo pesquisador da AVG Roger Thompson em três domínios associados à home page da instituição. Até o final do dia ontem, eles continuavam ativos e disseminando vírus. Na manhã de hoje, porém, os sites foram tirados do ar.

Segundo Thompson, os hackers incluíram um pequeno código iframe HTML muito difícil de ser identificado, que redireciona os visitantes para um site na Ucrânia. A página inicia investidas contra o computador, e foi desenvolvida com o uso de um kit de ataque vendido na Internet conhecido como Eleonore Exploit Pack. Não é a primeira vez que este site na Ucrânia é usado para ataques a páginas da Internet.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos oferece informações sobre a moeda norte-americana e, há duas semanas, por exemplo, usou seu site para divulgar a nova nota de 100 dólares.
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Internet pode estar deixando os jovens mais antissociais


- "Ei, você é um cretino", diz sorrindo a menina ao garoto. "Só pra te informar."
- "Valeu!", responde o menino.
- "Brincadeirinha", diz a menina com outro sorriso. "Você é só um pouco cretino, mas, fora isso, você é bem normal, às vezes".
Ambos riem.
- "Vejo você amanhã", diz o garoto.
- "Beleza, até mais", diz a menina.

Essa foi uma típica conversa pré-adolescente, familiar há gerações. Exceto por um toque distintivo de 2010: ela aconteceu no Facebook. Os sorrisos foram dois pontos e parênteses. As risadas foram digitadas como "haha". "Beleza" foi só um "blz" e "até mais" virou "t+".

As crianças costumavam conversar de verdade com seus amigos. Aquelas horas gastas ao telefone ou com os amigos do bairro depois da escola desapareceram há muito tempo. Mas, agora, mesmo conversar ao celular ou por e-mail (onde é possível pelo menos conversar em parágrafos) virou passado. Para os adolescentes e pré-adolescentes de hoje, as interações de amizade parecem ocorrer cada vez mais através das breves mensagens de texto do celular e dos chats virtuais, ou por meio de fóruns extremamente públicos nos murais do Facebook e do MySpace. (Andy Wilson, o garoto de 11 anos envolvido na brincadeira acima, tem 418 amigos no Facebook).

Na semana passada, o Pew Research Center descobriu que a metade dos adolescentes americanos - definidos pelo estudo como entre 12 e 17 anos - envia 50 ou mais mensagens de texto por dia e que um terço envia mais de 100 diariamente. Dois terços dos usuários sondados pelo Projeto Vida Americana do centro disseram preferir usar o celular para enviar SMS a fazer uma chamada telefônica. 50% disseram que mandam mensagens a seus amigos uma vez por dia, mas só 33% disseram conversar ao vivo diariamente.

As descobertas surgem poucos meses depois da Kaiser Family Foundation divulgar que os americanos entre oito e 18 anos passam em média sete horas e meia usando algum tipo de aparelho eletrônico, seja smartphone, MP3 player ou computador - um número que impressionou muitos adultos, mesmo aqueles que sempre mantêm à mão seu BlackBerry.

Até agora, boa parte da preocupação a respeito do uso da tecnologia se voltou para as implicações no desenvolvimento intelectual da criança. A preocupação sobre a repercussão social se concentrou no lado sombrio das interações online, como o ciberbullying e mensagens de texto sexualmente explícitas. Mas psicólogos e especialistas começam a analisar um fenômeno menos sensacionalista embora provavelmente mais profundo: estará a tecnologia mudando a própria natureza da amizade infantil?

"Em geral, as preocupações sobre ciberbullying e SMS sexuais ofuscaram a análise de coisas realmente mais sutis sobre a forma pela qual a tecnologia está afetando as propriedades de proximidade da amizade", disse Jeffrey G. Parker, professor associado de psicologia da Universidade do Alabama, que estuda a amizade entre crianças desde os anos 1980. "Estamos apenas começando a observar essas mudanças sutis".

A pergunta na cabeça dos pesquisadores é se o SMS, a mensagem instantânea e as interações sociais online permitem que as crianças se tornem mais ligadas e solidárias a seus amigos - ou se a qualidade de sua interação diminui sem as trocas emocionais e a intimidade dos longos encontros presenciais.

Ainda é muito cedo para saber a resposta. Ao escreverem na The Future of Children, publicação produzida pela Instituição Brookings e o Centro Woodrow Wilson da Universidade Princeton, os psicólogos Kaveri Subrahmanyam e Patricia M. Greenfield - respectivamente, da Universidade Estadual da Califórnia e da Universidade da Califórnia, ambas em Los Angeles - observaram:

"A evidência qualitativa inicial é que a facilidade das comunicações eletrônicas pode estar diminuindo o interesse de adolescentes na comunicação presencial com seus amigos. Mais pesquisas são necessárias para avaliar a amplitude desse fenômeno e seu impacto na qualidade emocional de um relacionamento".

Mas a questão é importante, segundo aqueles que estudam relacionamentos, porque amizades próximas na infância ajudam a criança a desenvolver confiança em pessoas fora de sua família e, consequentemente, ajudam a preparar o terreno para relacionamentos saudáveis na vida adulta.

"Não podemos permitir que relacionamentos próximos e positivos definhem. Eles são essenciais para que as crianças desenvolvam confiança e lidem com suas emoções, expressem emoções, todas as funções de apoio necessárias num relacionamento adulto", disse Parker.

"Essas são coisas que discutimos sempre", disse Lori Evans, psicóloga do Centro de Estudo da Criança da Universidade de Nova York. "Ainda não temos um corpo robusto de pesquisas para confirmar o que suspeitamos estar acontecendo clinicamente".

O que ela e muitos outros envolvidos no trabalho com crianças observam são interações muito mais superficiais e públicas que as do passado.

"Quando éramos mais jovens, passávamos horas ao telefone com uma pessoa", disse Evans. Hoje, as mensagens instantâneas são frequentemente um bate-papo em grupo. Além disso, afirma ela, "o Facebook não é uma conversa".

Uma das preocupações é que, diferente de muitos de seus pais - que se lembram de intensos relacionamentos com amigos íntimos com quem passavam tempo e compartilhavam segredos durante a infância -, os jovens de hoje podem estar perdendo experiências que os ajudariam a desenvolver empatia, a compreender nuanças emocionais e a ler sinais sociais como expressões faciais e linguagem corporal.

Com as obsessões técnicas da criança começando cada vez mais cedo - até alunos do jardim de infância brincam com laptops no recreio -, seus cérebros podem acabar sendo reprogramados, perdendo tais capacidades, acreditam alguns pesquisadores.

Gary Small, neurocientista e professor de psiquiatria da UCLA e autor de iBrain: Surviving the Technological Alteration of the Modern Mind, acredita que os chamados "nativos digitais", um termo que designa a geração que cresceu usando computadores, já têm dificuldade de ler sinais sociais.

"Embora os jovens nativos digitais sejam muito bons em habilidades técnicas, eles são fracos em habilidades de contato humano presencial", disse.

Outros estudiosos de amizade argumentam que a tecnologia está aproximando as crianças mais do que nunca. Elizabeth Harley-Brewer, autora de um livro lançado no ano passado chamado Making Friends: A Guide to Understanding and Nurturing Your Child's Friendships, acredita que a tecnologia permite que as crianças fiquem conectadas o dia inteiro aos seus amigos. "Creio ser possível dizer que a mídia eletrônica está ajudando as crianças a ficarem muito mais em contato e por períodos mais longos".

Alguns pais concordam. Beth Cafferty, professora colegial de espanhol em Hasbrouck Heights (Nova Jersey), estima em centenas a quantidade de mensagens de texto que sua filha de 15 anos envia por dia.

"Acredito mesmo que eles estejam mais próximos por estarem mais em contato uns com os outros - qualquer coisa que vier à mente, eles mandam um SMS imediatamente", disse.

Mas Laura Shumaker, mãe de três no subúrbio de Bay Area, percebeu que seu filho de 17 anos, John, "fica tanto tempo com amigos no Facebook que se tornou mais retraído e arisco em interações cara a cara".

Recentemente, quando ele mencionou que era o aniversário de um amigo, ela disse: "Ótimo, você vai ligar para ele e desejar feliz aniversário?" E ele respondeu: "Não, vou escrever no mural dele" - a área do Facebook onde amigos podem postar mensagens que outros podem ver. Shumaker disse que, desde então, passou a encorajar o filho a se envolver em mais atividades de grupo depois da escola, ficando feliz por ele ter se juntado a um grupo de canto.

Para algumas crianças, a tecnologia é um mero facilitador para uma vida social ativa. Numa sexta-feira recente em Manhattan, Hannah Kliot, 15, aluna do nono ano que conta 1.150 amigos no Facebook, enviou uma série de mensagens depois da escola, fazendo planos para encontrar alguns amigos mais tarde em uma festa. No dia seguinte, ela jogou duas partidas de softbol, mandando SMS nos intervalos e entre os jogos, pois planejava ir a um show no próximo final de semana.

Hannah afirma depender do SMS para fazer planos e contar coisas que ela considera engraçadas ou interessantes. Mas ela também usa as mensagens para checar se alguma amiga está chateada com alguma coisa - nesses casos, ela depois continua com uma conversa real.

"Eu com certeza converso, mas acho que a nova forma de realmente conversar com alguém é o chat com vídeo, porque aí você está vendo mesmo a outra pessoa", disse. "Eu com certeza faço ligações telefônicas uma vez ou outra, mas isso é considerado meio antiquado".

A mãe de Hannah, Joana Vicente, que já enviou mensagens a seus filhos de sua cama após as 23h mandando-os sair da internet, às vezes se impressiona com a maneira pela qual Hannah e seu irmão de 14 anos, Anton, se comunicam. "Às vezes eles têm cinco conversas acontecendo ao mesmo tempo" por mensagens instantâneas, SMS ou vídeo. "Minha filha passa de uma para outra à velocidade da luz. Eu penso, 'meu Deus, isso é uma conversa?'"

Alguns pesquisadores acreditam que a natureza impessoal da mensagem de texto e da comunicação online pode facilitar que crianças tímidas se relacionem com outros. Robert Wilson é pai de Andy Wilson, 11, o aluno da sexta série de Atlanta que foi cordialmente zombado no Facebook. (Wilson citou a conversa para ilustrar a natureza inócua e geralmente "brincalhona" da maioria das interações de seu filho no Facebook).

Andy é bem atlético e sociável, mas seu irmão, Evan, 14, é mais tímido e introvertido. Depois de ver Andy se conectar com tanta gente diferente no Facebook, Wilson sugeriu a Evan que criasse uma conta para experimentar. No dia seguinte, ele teve o prazer de encontrar Evan conversando pelo Facebook com uma garota de sua antiga escola.

"Acredito que o Facebook na maior parte foi benéfico para meus filhos", disse Wilson. "No caso de Evan, a primeira razão é ajudá-lo a sair de sua concha e desenvolver habilidades sociais que não desenvolvia por ser tão tímido. Não dá para empurrá-lo para fora de casa e dizer 'Encontre alguém'".
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Seu notebook deu algum problema?


Comprar um notebook é uma tarefa que exige muita pesquisa. E um dos fatores importantes para quem quer ter um desses é a confiabilidade da marca, de modo que o produto não dê problema.

Segundo o estudo da SquareTrade, as marcas mais confiáveis são Asus e Toshiba, com taxa de problemas de 15,6% e 15,7%, respectivamente. A menos confiável entre as nove mostradas é a HP, que tem taxa de 25,6% de problemas nos primeiros três anos de uso.

A empresa revela que nos três primeiros anos de uso, 31% dos notebooks apresentam problema. Dois terços desses são problemas de hardware, enquanto um terço tem problemas por acidentes.Os netbooks, segundo a empresa, apresentam 20% mais problemas do que os notebooks mais caros.

E você, teve problema com alguma das marcas citadas?
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