terça-feira, 1 de junho de 2010

Computex 2010



Feira de eletrônicos é a segunda maior do mundo e acontece esta semana em Taipei (Taiwan)
A segunda maior feira tecnológica do mundo, a Computex 2010, acontece durante esta semana em Taipei (Taiwan). O evento reúne os principais lançamentos tecnológicos que estão para chegar às lojas e inovações que estão para chegar ao mercado.

A maior feira tecnológica asiática está em sua trigésima edição. Além dos lançamentos, há palestras, entrega de prêmios, fóruns, seminários e concursos. Há mais de 1.700 empresas distribuídas em mais de 4.900 estandes.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Intel lança novos processadores destravados para overclock


A Intel anunciou os novos processadores Core i5-655K (dual/4MB L3) e Core i7-875K (quad/8MB L3). Ambos são processadores da série K, destravados para overclock e produzidos através do novo processo de fabricação de 32 nanômetros.

As velocidades dos 2 processadores são, respectivamente, de 2.93GHz e 3.2GHz. Com a tecnologia Turbo, já embutida nos processadores, eles chegam oficialmente a até 3.46GHz e 3.6GHz. Com métodos de resfriamento e multiplicadores destravados, as velocidades atingidas são ainda mais altas que isso.

O Core i5-655K chegará às lojas custando US$216 nos EUA, e o Core i7-875K tem preço sugerido de US$ 342.

Mas atenção! A prática de overclock só é indicada para usuários experientes e empresas integradoras de sistemas!
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Fim do suporte ao Windows XP SP2 desafia profissionais de TI


Metade dos PCs gerenciados por empresa americana funciona com o sistema, que deixará de receber atualizações da Microsoft a partir de 13/7

Metade dos PCs corporativos que funcionam com o velho Windows XP ainda usam o Service Pack 2, afirmou um pesquisador na sexta-feira (28/5).

De acordo com a empresa de gerenciamento de aderência a normas e riscos de segurança Qualys, dos Estados Unidos, 50% das centenas de milhares de PCs que ela monitora para seus clientes ainda funcionam com o Windows XP SP2.

“O procedimento comum em TI é não mexer muito em algo que funciona”, disse Wolfgang Kandek, principal executivo de tecnologia da Qualys, ao explicar por que as corporações se acomodaram ao SP2, lançado em 2004, e não saltaram para o SP3, que já está disponível há dois anos.

Oficialmente, a Microsoft vai aposentar o Windows XP SP2 em 13 de julho. Depois desta data, ela continuará a oferecer atualizações de segurança para o XP SP3, mas irá suspender as atualizações para o SP2.

“Eu diria que a partir de agosto o uso do SP2 será mais e mais difícil de ser defendido”, disse Kandek, referindo-se ao fim das atualizações de segurança. “É provável que, depois de três ou quatro meses, já surjam casos de exploração de vulnerabilidades das falhas não corrigidas.”

Migração apressada
Nos últimos 11 meses, as empresas têm se apressado em migrar para o XP SP3 – no período, a taxa de adoção do mais recente pacote de correções quase dobrou, em comparação com os primeiros 14 meses de disponibilidade. Mas mesmo agora, a poucas semanas do fim do suporte ao SP2, metade dos sistemas com Windows XP ainda rodam a versão antiga, de acordo com a Qualys.

“Na minha opinião, a questão simplesmente passou despercebida pelo radar da maioria dos profissionais de TI”, disse Kandek sobre a aposentadoria, em julho, do XP SP2. “Pessoalmente, não sabia disso até dois meses atrás. Não acho que muitas pessoas estejam prestando atenção nas mensagens de alerta que a Microsoft tem distribuído.”

A Microsoft começou a alertar os clientes sobre a iminente aposentadoria do XP SP2 em fevereiro, e tem repetido essa advertência todo mês no blog de seu Centro Microsoft de Resposta de Segurança (MSRC, na sigla em inglês) à época das Patch Tuesdays, a atualização mensal regular liberada pela empresa toda segunda terça-feira de cada mês. Mas nem todos os usuários leem o blog da MSRC.

O Windows XP SP3 terá seu suporte encerrado em abril de 2014. Para receber novas correções de vulnerabilidade, os usuários deverão atualizar suas máquinas para o SP3 até julho.

XP domina
Pelos números da Qualys, o Windows XP responde por aproximadamente 80% de todos os PCs corporativos, uma fatia consideravelmente mais alta que a de empresas de métricas na web, como a NetApplications, que estimou a fatia de participação do XP em abril em 63,4%. A NetApplications, contudo, calcula o uso global do sistema – a base de estudo da Qualys é predominantemente americana – e inclui tanto usuários corporativos quanto residenciais.

A Microsoft fez algumas concessões menores ao suporte do Windows XP SP2. No mês passado, ela disse que atenderia aos chamados de clientes que utilizam os service packs obsoletos, como o SP2. No passado, pessoas em situação semelhante ficaram sem atendimento.

Pelo novo procedimento, a equipe de atendimento da Microsoft responderá a questões sobre os service packs antigos, preencherá tickets de suporte e oferecerá o que o chefe de suporte da empresa chama de “orientação limitada”.

Mas o novo suporte para service packs obsoletos não é gratuito. Empresas ou clientes sem um plano de suporte da Microsoft serão cobrados por chamado. Um cliente que contate o suporte da Microsoft via chat ou e-mail, por exemplo, pagará 49 dólares; já o suporte por telefone custará 59 dólares.
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sexta-feira, 28 de maio de 2010

nVidia lança chip gráfico GF100 para notebooks



Com o nome comercial de GeForce GTX 480M, chip promete alto desempenho gráfico para os PCs portáteis, além de usar recursos do DirectX 11.

A nVidia lançou nessa semana o chip gráfico GF100 para notebooks. Com o nome comercial de GeForce GTX 480M, a GPU (Unidade de Processamento Gráfico), utiliza a plataforma Fermi, a mesma que já foi apresentada recentemente para desktops. A versão desse chip para desktops possui o mais alto desempenho do mercado.

O chip GTX 480M também terá suporte a DirectX 11, uma interface para programação de aplicações da Microsoft. Entre os benefícios do DirectX 11, o destaque fica por conta da característica chamada de Tesselation. Esse recurso de nome 'intraduzível' permite mais realismo aos objetos, personagens e paisagens nos jogos.

Outra característica é a função Direct Compute, que utiliza a GPU no lugar do processador para realizar os cálculos de física e também processamento gráfico, deixando o processador do computador livre para outras requisições do sistema. Isso faz com que o sistema ganhe mais potência e tenha mais fôlego para executar gráficos mais complexo.

Não apenas jogos, mas aplicativos que são desenvolvidos usando a programação da GPU se beneficiam muito com essas características. É o caso do Adobe Photoshop CS4 e CS5 e outros softwares para renderização e conversão de vídeos, como exemplo, o Badaboom.

Notebooks com o chip gráfico GTX 480M devem chegar ao mercado a partir de julho desse ano.
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Novo e-book reader funciona como um pergaminho



Os e-books vieram para ficar. Ganha quem pensar no design com a melhor relação estilo-funcionalidade.

Apesar do que os mais conservadores possam dizer, cada vez mais pessoas aderem aos e-books readers, aparelhos que projetam imagem virtuais das páginas de livros, revistas e praticamente qualquer coisa que possa ser publicada no meio digital.

É fato que os e-books não exigem corte de árvores para fabricação do papel, são mais fáceis de transportar e mais ágeis para fazer consultas. No caso de jornais, por exemplo, somente o custo de impressão das edições físicas já compensaria em bem pouco tempo uma passagem para a versão virtual. Sem contar que no mesmo dispositivo dá para ler vários outros periódicos.

O eRoll, por exemplo, foi desenhado por Dragan Trencevski, estudante de Design Industrial na Faculdade de Engenharia Mecânica, na Macedônia. A ideia dele é copiar o modelo dos pergaminhos, antigos rolos de papiro inventados pelos egípcios e usados em larga escara durante toda a Idade Média.

Assim, o usuário teria na mão seria apenas um tubo do qual, ao puxar uma espécie de alça, surge uma página. Nela são exibidos os conteúdos digitais. Uma novidade em relação aos dispositivos existentes atualmente.

A grande vantagem estaria no tamanho reduzido que o eRoll assume quando está fechado. Sem contar que quem vê de longe, provavelmente, não iria nem imaginar que se trata de um aparelho de alta tecnologia.

O eRoll pode acabar assumindo um papel parecido com o que os pergaminhos tinham: facilitar e baratear o processo de leitura.
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Microsoft aposta em novo navegador Internet Explorer 9


A Microsoft pode retomar a liderança sobre seus concorrentes Google e Mozilla com o novo navegador que planeja lançar no ano que vem, afirmou o chefe da unidade do Internet Explorer da companhia.

Ryan Gavin disse em entrevista à Reuters que o Internet Explorer 9 está gerando interesse entre programadores externos, que são chave para seu sucesso, graças a novos recursos e a uma atitude mais aberta a aplicativos desenvolvidos por terceiros.

A Microsoft, que na quarta-feira perdeu sua liderança como maior empresa de tecnologia do mundo em valor de mercado para a Apple, tem visto sua fatia no mercado de navegadores de Internet cair de 95 por cento no começo dos anos 2000 para 60 por cento.Reguladores europeus e norte-americanos vêm ajudando o crescimento de programas rivais, como o Google Chrome, ao forçar a separação do navegador da Microsoft de seu sistema operacional Windows, o mais usado no mundo.

O Google também está desenvolvendo seu próprio sistema operacional, com base no Chrome, que segundo a empresa será menos pesado que o Windows e mais acessível em relação à Web, além de ser gratuito.

A Microsoft está apostando que o Internet Explorer 9 fornecerá uma experiência visual muito superior à dos atuais navegadores no mercado com o poderoso processador de gráficos do computador, através do Windows, para acelerar o processamento do software.
Com HTML5, um novo padrão que vem ganhando popularidade, a Microsoft também espera melhorar efeitos visuais usando uma só de linguagem de marcação que pode ser usada em todos os navegadores, o que simplifica o trabalho de programadores e melhora a experiência do internauta.

A linguagem HTML5 permite o uso de aplicativos visuais como vídeos, que hoje em dia dependem do programa Adobe Flash ou o menos comum Microsoft Silverlight para serem visualizados.
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Empresas mantém Internet Explorer 6 pelos motivos errados


Algumas empresas não atualizam seus navegadores pois sabem que sites como Facebook e Twitter funcionam mal no IE6

O jurássico e ultrapassado Internet Explorer 6 tem múltiplos problemas de segurança e renderização -- mesmo a Microsoft já apelou para que seus usuários atualizem para a versão mais recente --, mas isso não significa que ele não tenha lá suas vantagens.

Segundo o site ZDNet, um executivo australiano da Microsoft chamado Stuart Strathdee revelou uma curiosa tática das empresas para ver o lado positivo de não fazer o upgrade: ele afirma que muitas empresas não adotam as versões novas do navegador por saberem que sites mais modernos e "inúteis para o serviço", como Facebook e Twitter, não abrem corretamente na sexta versão do Internet Explorer.

É uma maneira inusitada de ver as coisas; porém, como opina o próprio ZDNet, o mais correto seria fazer um treinamento com os funcionários, para especificar em quais sites a empresa não deseja que muito tempo seja perdido, e então fazer a atualização para um navegador mais moderno, com menos falhas de segurança.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Axis lança câmeras HDTV com controle de íris


Disponíveis a partir de junho, os produtos são destinados para aplicações que exigem cobertura de áreas amplas ou detalhes de imagem para identificação e estarão disponíveis.

A Axis Communications lança câmeras de rede fixas de 5 megapixels com desempenho HDTV 1080p, que prometem controle preciso da íris para clareza da imagem e compressão H.264. A câmera de rede P1347 (ambiente interno) e a P1347-E (ambiente externo) são indicadas para uso em aeroportos, bancos, lojas, para vigilância urbana e quaisquer aplicações que exijam a cobertura de amplas áreas ou detalhes de imagem.

O recurso P-Iris possibilita o controle automático da posição da íris para melhorar a profundidade do campo e a resolução da lente. As lentes DC- íris são também suportadas para compatibilidade com modelos antigos. As câmeras com o uso do modo dia e noite proporcionam vídeos de resolução de 5 megapixel à velocidade de 12 quadros por segundo.

Elas também suportam vídeo em tempo real 1080p 16:9, HDTV. Para ajudar a minimizar as necessidades de largura de banda e espaço de armazenamento, as câmeras oferecem o fluxo multivisualização e as funções de pan/tilt/zoom digitais que permitem que várias áreas de visualização recortadas sejam transmitidas simultaneamente. As câmeras suportam fluxos de vídeo múltiplos, individualmente configuráveis nos modos H.264 e Motion JPEG.

As câmeras incluem o ajuste do foco traseiro remoto para sintonia fina do foco a partir de um computador e contador de pixels, que auxiliam a verificar se a resolução de pixels de um alvo atende aos requisitos reguladores ou do cliente para fins de identificação.

Os lançamentos também suportam a alimentação sobre Ethernet. Outros recursos suportados incluem áudio bidirecional, detecção de áudio, alarme de violação ativo, portas de entrada/saída e slot para cartão SD/SDHC incorporado para armazenamento local das gravações.

A P1347-E, classificada com proteção IP66, é fornecida com um suporte de montagem na parede, protetor solar e cabo Ethernet, sendo protegida contra poeira, chuva, neve e sol e pode operar com temperaturas de -40°C a 50°C. Ela estará disponível para pedidos em julho deste ano e a P1347, em junho.
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Pública ou Privada: Qual a melhor nuvem para sua empresa?


CIOs precisam entender os dois modelos básicos de cloud computing: public cloud e private cloud

Apontada como uma das principais tendências de TI para os próximos anos, a computação em nuvem já é realidade nas empresas. Com o crescimento significativo da adoção de aplicações em nuvem, as equipes de TI precisam entender com clareza os dois modelos básicos de cloud computing: public cloud (nuvem pública) e private cloud (nuvem privada).

Somente a partir de uma análise detalhada, é possível identificar qual o conceito que melhor atende à necessidade da empresa, levando em conta os critérios de investimento, segurança, compliance e nível de disponibilidade da informação. No primeiro caso, estão grandes empresas – como a Amazon e o Google – que disponibilizam a milhares de clientes, via internet, serviços de cloud computing. Seja infraestrutura de aplicação, infraestrutura física ou software, o provedor da nuvem assume as funções de instalação, gerenciamento, provisionamento e manutenção.

Já as nuvens privadas são aquelas construídas exclusivamente para um único usuário e ficam dentro da infraestrutura da própria empresa. Este tipo de nuvem oferece quase os mesmos benefícios que as nuvens públicas; a diferença principal é que a empresa é responsável pelo gerenciamento, instalação e manutenção da nuvem.

Hospedar as aplicações em nuvem dentro de uma infraestrutura própria permite maior segurança e privacidade de informações, já que os dados ficam armazenados e protegidos no ambiente interno, com acesso restrito. Entretanto, além do investimento (CAPEX), é necessário se preocupar com alta disponibilidade da aplicação, pois abrigar uma nuvem dentro de sua corporação requer injeção de capital na contratação de soluções de replicação de dados, servidores em cluster balanceados e circuitos de dados redundantes de diferentes operadoras.

Sem contar que a nuvem fica limitada à capacidade do sistema físico da empresa, ou seja, se houver a necessidade de uma maior escalabilidade dos recursos na nuvem a equipe de TI terá que adquirir novos equipamentos e expandir a infraestrutura.

Mas se a situação da empresa não permite alto investimento em infraestrutura própria, com o crescimento da oferta de serviços cloud é possível transferir suas aplicações para empresas que disponibilizam espaço em seus data centers. Hoje existem provedores de serviços que fornecem hospedagem de aplicações em cluster por valores acessíveis. Isso, sendo possível exigir em contrato, SLA´s (acordos de nível de serviço) agressivo quanto à alta disponibilidade, agregando ao serviço um(s) site(s) de contingência, contendo um espelhamento do site principal (com infraestrutura, sistemas, banco de dados, circuitos de dados e tecnologias de replicação). Nesse cenário, o ambiente fica disponível de forma transparente a seus usuários, mesmo após um incidente ou evento não-programado.

Algumas empresas, principalmente multinacionais e outras relacionadas a serviços críticos, optam por internalizar as aplicações por questão de segurança. Obviamente ter suas informações dentro de casa é mais seguro. Porém, isto requer alto investimento em infraestrutura, mão de obra e, muitas vezes, significa sair da atividade-fim da empresa.

Entre tantas incertezas, uma coisa é certa: os CIOs precisam analisar com cautela as soluções e serviços oferecidos no mercado antes de decidir o padrão da computação em nuvem. O ponto principal para obter um resultado positivo e retorno de investimento é a exigência de garantias de que as informações estarão seguras e disponíveis, em qualquer situação.
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Mais um rival para o iPad


CEO da Acer apresenta tablet com Android
Tablet deve chegar às lojas no final de 2010

Durante um evento realizado hoje, Gianfranco Lanci, CEO da Acer, apresentou o protótipo do tablet de sete polegadas com sistema operacional Android. Segundo o site Shufflegazine, o tablet da Acer tem tela colorida e sensível ao toque e será lançado no último trimestre de 2010.

Lanci não divulgou o preço do tablet, nem se venderá por meio de canais ou operadoras. Ele disse que as operadoras seriam a escolha óbvia, o que sugere que o tablet possui conexão 3G, mas não confirmou a informação.

Os usuários poderão baixar conteúdo da internet diretamente para o tablet e, como o sistema operacional é Android, poderão baixar dezenas de aplicativos por meio da loja virtual Android Market.

No mesmo evento, a Acer anunciou que lançará um leitor de livros digitais, parecido com o Kindle, no terceiro trimestre desse ano. Ele terá tela monocromática de seis polegadas, 2 GB de memória interna e entrada para cartão de memória microSD.
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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Tabjacking: o novo truque dos crackers para roubar dados na web


Ataques virtuais são muito comuns atualmente, estar antenado com o assunto é primordial para evitar incômodos. Fique ligado na última novidade dos crackers para roubar suas informações, o Tabjacking.

É inevitável correr risco de ataques virtuais enquanto navegamos pela internet, isso todo mundo já sabe. Além de instalar programas para a defesa do computador, como antivírus e anti-spywares, é preciso estar atento com as ameaças criadas por pessoas mal-intencionadas. A cautela é a melhor precaução contra pragas digitais.

Entretanto, esta missão não é tão fácil quanto parece. Os crackers não são nada bobos e têm inovado na maneira de roubar informações na web. A última novidade desses meliantes é o chamado Tabjacking ou Tabnabbing, uma forma de phishing camuflado como páginas conhecidas.

Confira neste artigo tudo sobre a mais nova ameaça na internet e fique atento para não ser fisgado neste engenhoso truque.

O que é phishing?

O Tabjacking é um tipo de phishing e para entender como ele funciona é preciso entender claramente o que é esse tipo de crime virtual. Sucintamente, o phishing (conceito que no inglês referencia o termo fishing, uma tradução literal de pescaria) é uma fraude realizada na internet com o intuito de adquirir impropriamente dados e informações pessoais.

Esta infração é caracterizada quando uma pessoa (o cracker) se faz passar por uma empresa ou outra pessoa e solicita suas informações sigilosas, como senha e número de cartões de crédito ou qualquer outra identidade confidencial. Os ataques mais comuns acontecem através de emails, spams, redes sociais ou mensageiros instantâneos e visam, principalmente, a obtenção de dados financeiros.

Vamos a um exemplo para deixar a definição mais explícita: digamos que você seja cliente do (imaginário) banco BaixakiBank, possui conta e saldo ativos. Ao abrir sua caixa de entrada de email existe uma mensagem do seu banco muito estranha, com um endereço de origem inusitado e solicitando que você clique em um link para atualizar seu cadastro, caso contrário sua conta será cancelada.

Assustado com o informe, sem balbuciar, você clica e preenche o formulário. Não tem mais volta, você caiu na isca dos farsantes. Esse é um exemplo clássico de phishing. Outro caso muito famoso foi o do Orkut Ouro, no começo deste ano. Clique aqui e confira mais detalhes da brincadeira de mau gosto. Quer saber mais sobre o assunto? Acesse o artigo “O que é Phishing?” para obter mais informações e este aqui para ficar por dentro dos golpes cibernéticos mais aplicados.

Cuidado! O novo truque dos crackers

Os crackers, realmente, não têm nada de bobos. Vendo que os tradicionais golpes não retornavam mais como antigamente, eles resolveram inventar uma nova maneira de aplicar suas fraudes, desta vez muito mais planejada e elaborada. O novo estilo de ataque tem sido chamado de Tabjacking, seu diferencial é a forma “camuflada” de atuação.

Como funciona

Diferentemente dos sistemas de phishing convencionais, a novidade criminosa usa páginas falsas, muito semelhantes com os serviços verídicos, para ludibriar o usuário e conseguir dados confidenciais. O elaborado sistema de roubo de informações utiliza uma característica muito comum aos navegadores atualmente, as abas múltiplas.

Um exemplo muito bacana e esclarecedor foi apresentado por Aza Raskin - um dos líderes de criação na Mozilla Corporation -, confira no vídeo seguinte (em inglês) uma explicação detalhada de como a inovação mal-intencionada atua:

Como pode-se observar, o Gmail é imitado de maneira bem convincente. Enquanto o internauta navega despreocupado, o Tabjacking entra em ação através de links ou pop-ups em páginas populares da web e abre na surdina uma nova aba no browser. Eis que está o diferencial deste tipo de phishing, pois a janela aberta tem o visual, título e ícone de um serviço comum, neste caso o Gmail.

Quando o usuário se dá conta das várias abas abertas lá está seu serviço de email, por exemplo, exibindo a página inicial e solicitando o login. É muito comum que por impulso a pessoa insira seus dados e confirme a operação. O phishing, em mais uma jogada inteligente dos cackers, redireciona as informações adquiridas para o serviço do Gmail e realiza o login normalmente, ou seja, o usuário nem percebeu que foi fisgado.

Pode parecer que cair nessa fraude seja coisa de iniciantes, não é mesmo? Mas dê uma olhada na imagem abaixo e veja se o visual da farsa não é muito parecido com o serviço original. Perceba o título da página e o ícone idênticos com os do Gmail e os aspectos visuais semelhantes. O flagra acontece se você olhar para o endereço da página (o endereço apresentado é do site de Aza Raskin, que exibiu esse teste, não se trata de um Tabjacking operando).

Previna-se

As ameaças virtuais estão cada vez mais perspicazes e presentes no nosso dia a dia. Portanto, estar atento com todos os nossos passos no mundo digital é fundamental para evitar inconvenientes e prejuízos. Seguem algumas dicas para você não cair nas armadilhas da web:

1º - Verifique a veracidade dos emitentes de qualquer tipo de mensagem, seja por email, rede social ou mensageiro instantâneo. Pergunte ao seu amigo se realmente foi ele que mandou aquele link ou para o gerente do seu banco sobre qualquer notificação de problema com sua conta, por exemplo.

2º - Não abra mensagens que levantem suspeitas, com emitentes desconhecidos ou serviços em que você não está cadastrado.

3º - Não acredite em tudo o que recebe por email, ninguém lhe dará um milhão de reais para clicar em um link.

4º - Caso queira uma prevenção contra esse tipo de ataque, você pode instalar um anti-phishing. Por exemplo: Phishing Detector, PhishGuard for Firefox, Phishing Doctor e McAfee SiteAdvisor Internet Explorer.

5º - Mantenha os softwares de defesa da máquina (antivírus, anti-spyware e anti-phishing) e o navegador sempre atualizados.

6º - Em serviços que requisitem login, sempre verifique se o endereço da página é autêntico. Os cadeados exibidos na Barra de endereços ou no canto inferior do browser são uma simples e prática maneira de realizar essa verificação.

Conhece outra maneira inovadora de ataques virtuais? Tem alguma dica para evitar ser fisgado pelos criminosos da web? Deixe seu comentário.
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Licitações para banda larga começam em 60 dias, diz presidente da Telebrás


Rogério Santanna falou sobre licitações em evento em SP, na terça (25).
Em audiência nesta quarta, criticou 'zona de conforto' das empresas.

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, criticou nesta quarta-feira (26) o que chamou de "zona de conforto" que existe hoje no mercado privado de banda larga no país. Segundo ele, a introdução da rede da Telebrás tem como principal objetivo fornecer uma alternativa para aumentar a competição, inclusive com a participação de pequenos provedores.

Na terça-feira (25), ao falar sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) no Congresso de Inovação e Informática na Gestão Pública (Conip 2010), em São Paulo (SP), Santanna afirmou que a instituição deve concluir em 60 dias os primeiros editais de licitações para reativar redes para o Sudeste e Nordeste.

"Nosso papel é fazer com que a concorrência se dê a nível de serviços, não somente na infraestrutura. A existência de uma rede neutra aumentará a competição. Fará o mercado sair da zona de conforto e deste acordo de mediocridade", afirmou Santanna, na audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, convocada para discutir o Plano Nacional de Banda Larga, nesta quarta. Na mesma audiência, o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, afirmou que a cada minuto são feitos sete novos acessos à banda larga no país.

Santanna disse ainda que os grande provedores de banda larga ignoraram o crescimento da chamada "classe C". Segundo ele, foi por causa desse aumento excessivo da demanda que ocorreram os apagões na rede da Telefônica, em São Paulo, que levaram a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a determinar no ano passado a suspensão provisória das agendas de novos pacotes de banda larga. "Se isto acontecesse com a Telebrás, esta Casa (Senado) certamente pediria a privatização da empresa", provocou.

Santana disse ainda que a Telefônica brasileira deve estar com dificuldades para investir no Brasil, porque "provavelmente" está precisando subsidiar a matriz espanhola, devido a crise econômica naquele país. Ele também assegurou que a nova Telebrás não será uma estatal inchada, com muitos cargos de confiança. "O nosso papel será de uma empresa gestora enxuta, com engenharia e marketing. A operação será contratada na iniciativa privada", afirmou.

Mais provedores na expansão

No evento em São Paulo, Santanna ressaltou que serão investidos R$ 6,5 bilhões para o setor até 2014. O governo quer, segundo ele, possibilitar que os mais de 1,7 mil provedores tenham condições de participar do processo de expansão da banda larga, que hoje depende de três grandes operadoras – Grupo Embratel Net, Telefônica e Oi, que detém 86% da conexão do Brasil.

“Estamos dispostos a esclarecer o posicionamento da Telebrás como gestora do PNBL. Nosso trabalho é de equilibrar os interesses dos cidadãos e das empresas em relação à oferta e garantia de acesso”, ponderou Santanna durante o Conip.
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Sony apresenta tela de OLED super flexível


A tela é tão flexível que pode ser enrolada em torno de um lápis.

A fabricante de eletrônicos Sony desenvolveu uma tela de OLED colorida finíssima e super flexível, a ponto de poder ser enrolada em um lápis, com o uso da tecnologia dos ’organic thin film transistors (OTFT), de alta performance.

De acordo com o site The Inquirer, a Sony desenvolveu os OTFTs com um novo material semicondutor orgânico, que me oito vezes a corrente de modulação dos OTFTs convencionais.

Uma das grandes vantagens do OLED é permitir a flexibilidade das telas, que são incrivelmente finas , com 80 micrômetros de espessura, são um pouco mais finas do que um fio de cabelo. A tela tem 4,1 polegadas e permite uma resolução de 432×240 com qualidade de 121 ppi, explica o site The Tech Journal.

A intenção da Sony, segundo o site Asahi, é continuar a aprimorar o desenvolvimento deste tipo de telas flexíveis orgânicas, pois a empresa acredita que elas auxiliarão no desenvolvimento de dispositivos móveis mais finos, leves e duráveis.
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Japoneses podem criar disco com capacidade 1000 vezes maior que um Blu-ray


As novas unidades podem armazenar até 25.000Gb de dados.

Graças à descoberta de um novo material, pesquisadores do Japão desenvolveram uma técnica que permitiria a criação de discos com capacidade até 1000 vezes maior que um Blu-ray convencional.

Pouco mais de um mês após a Blu-ray Disc Association anunciar um disco que poderia conter até 128Gb de dados, uma equipe de professores da Universidade de Tóquio revelou em uma entrevista à AFP estarem próximos de aumentar ainda mais o poder de armazenamento de discos óticos.

Segundo o site DigitalTrends, os japoneses descobriram um material sintético que é constituído por uma nova forma de cristais de óxido de titânio.

A substância envolveria toda a superfície do disco, criando uma película negra de metal, capaz de conduzir eletricidade. Quando atingida por luz – como as utilizadas para leitura de unidades óticas – o material se transforma em um semicondutor marrom. Ou seja, a própria luz seria eficaz no funcionamento “liga-desliga” da estrutura binária.

De acordo com Shin-ichi Ohkoshi, líder da equipe dos cientistas japoneses, as cores refletem a luz de forma diferente, e cada diferença pode ser usada para armazenar novos conjuntos de informação.

Discos Blu-ray convencionais podem armazenar até 25 Gb, enquanto os modelos de dupla camada podem conter o dobro.

Conforme dito na entrevista, a estrutura estudada pelos pesquisadores, que utiliza partículas que estão entre 5 e 20 nanômetros ( ou de 5 a 20 bilionésimos de um metro), seria capaz de gravar até 25000GB (ou 25TB) por disco.

Além disso, o custo desse material é baixíssimo. O preço do óxido de titânio é cerca de um centésimo do valor do germânio-antimônio-telúrio, utilizado nos atuais discos Blu-Ray.

“Você não precisa se preocupar com a aquisição de metais raros. O óxido de titânio é barato e seguro, e já está sendo usado em muitos produtos que vão desde pó facial à tinta branca”, disse o professor.

Ohkoshi não soube estimar quando o produto será fabricado em escala comercial, mas que ele iria iniciar as negociações com as empresas do setor privado.
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OCZ amplia sua linha de SSDs, com capacidades de 400 e 480 GB


Família Vertex 2 e Agility 2 ganham modelos de drive de estado sólido com ampla capacidade de armazenamento

A OCZ Technology Group, fornecedor de drives estado sólido (SSDs) e fabricante de módulos de memória para dispositivos de computação e sistemas, expandiu a linha de SSDs.

São modelos padrão SATA II, de 2, 5 polegadas (tamanho de um HD de notebook). As famílias Vertex 2 e Agility 2 ganharam capacidades de 400 GB e 480 GB cada uma.

"Já se sabe que o drive de estado sólido possui desempenho e confiabilidade excepcionais, mas a capacidade tem sido uma barreira para a adoção de alguns clientes", disse Ryan Petersen, CEO da OCZ Technology Group.

Petersen ressalta que os novos modelos possuem o dobro de armazenamento dos modelos já existentes e oferecem amplo espaço para os sistemas operacionais mais recentes, títulos de jogos e programas além da redução do tempo de carga dos softwares.

Segundo a OCZ, os novos modelos possuem taxas de transferência de 250 MB/seg. (leitura) e 240 MB/s (escrita) e 22.500 IOPS (Operações de Entrada e Saída por Segundo). Como utilizam interface SATA II, as unidades se integram facilmente em desktops e plataformas móveis, além de terem suporte para o sistema TRIM, do Windows 7, que agiliza ainda mais a escrita dos dados.

A garantia dos produtos é de três anos, mas preços não foram revelados. Apenas como referência, um modelo de SSD de 128 GB, da OCZ, custa em média, 300 dólares. No Brasil, um SSD de 128 GB, pode chegar a 1.400 reais.
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terça-feira, 25 de maio de 2010

Netbooks: coisas que você precisa saber sobre eles


Descubra o que os profissionais de TI acham da praticidade, dos recursos e das limitações desse tipo de aparelho

Netbooks são laptops pequenos e de baixo custo, caracterizados por telas que medem entre 7 e 12 polegadas e práticos para os usuários interessados em ver os e-mails, navegar na web e utilizar aplicativos online. Fabricantes como Hewlett-Packard (HP), Dell, Acer, Sony e Lenovo já têm modelos desse tipo. Os aparelhos tem sido vendidos, principalmente, para nichos de mercado, como estudantes à procura de um aparelho leve e acessível.

Portáteis, mas para funções específicas
As empresas também estão usando os netbooks, diz o proprietário e CTO (Chief Technology Officer) da Guidance Solutions, Jon Provisor. Para ele, os aparelhos são acessíveis em viagens e apresentações e diz que cerca de 15%, de sua equipe de desenvolvimento de aplicativos móveis, usam os aparelhos. "O que é mais atraente é o preço e a portabilidade", disse Provisor. "No entanto, o poder de processamento, o tamanho da tela e outras limitações têm nos impedido de implementá-los para toda a nossa equipe de desenvolvimento."

Baratos
Investir é fácil. "Alguns estão disponíveis por menos de 250 dólares nos Estados Unidos (e por menos de mil reais, no Brasil), tornando o netbook um investimento barato", destaca o presidente da Endpoint Technologies Associates, Roger Kay. Ele observa, por exemplo, que a NPR deu netbooks aos jornalistas para que eles pudessem editar áudio e notícias em tempo real. Os repórteres não precisam de aparelhos caros ou decorativos, e se eles quebrarem, podem facilmente ser substituídos. "É literalmente um aparelho de única aplicação. Não importa se ele quebra", diz Kay.
Bons de bateria

Um outro detalhe importante é a vida útil da bateria que é maior do que de um laptop comum, por exemplo. No entanto, o aparelho tem um desempenho lento, diz o diretor do serviços de informação do Hospital Gibson General, de Indiana, Steve Rausch.

Ele não é um notebook...
O hospital adquiriu dois netbooks, mas optou por não utilizá-los após poucas semanas. "Se você vai usá-lo como um notebook, você deve comprar mesmo um notebook", diz Rausch. "Agora, se você quiser verificar seu e-mail, tudo bem, mas você pode fazer isso com seu smartphone".
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10 mitos desvendados sobre o ensino online na internet


A efetividade do e-learning depende da desmitificação do método via web

Vale a pena fazer cursos a distância online? A gente realmente aprende com o tal do e-learning? Bom, a verdade é que existem muitos mitos sobre o assunto. Por isso, identificamos 10 mitos sobre o aprendizado a distância, que aqui são comentados por Romain Mallard, da DigitalSK.

1. Para aprender é preciso assistir às explicações do professor. Por isso o ensino baseado na web não é eficaz.

Este é um dos grandes mitos que rondam o e-learning. Conhecimento não se transfere, mas se constrói; o futuro do aluno depende menos de quem sabe sobre um determinado assunto e mais de como e o que esse aluno vai fazer para aprender. E o e-learning considera a individualidade do desenvolvimento intelectual, procurando um equilíbrio entre ensinar e respeitar o ritmo de cada um. Além disso, traz para o aluno uma responsabilidade sobre seu desenvolvimento, colocando-o como principal ator do seu aprendizado. De ouvinte, ele passa a participante e, assim, muitas vezes o ensino por meio da tecnologia se torna mais eficiente que o tradicional.

2. É impossível prender a atenção do aluno em um ambiente virtual de aprendizagem.

Outro mito muito comum. Porém, por meio da escolha de sistemas apropriados e da aplicação de uma didática adequada, é possível criar um ambiente totalmente interativo, no qual o aluno é incentivado a avançar a cada etapa. Plataformas virtuais de ensino devem ser capazes de integrar o imenso leque de ferramentas interativas disponíveis hoje em dia, que possam contribuir para despertar e manter a atenção do aluno, como webTVs, por exemplo. Outra possibilidade é a utilização de monitoria, que acompanhe e incentive o aluno em seu treinamento.

3. Conteúdos auto-instrutivos contribuem muito pouco para a aprendizagem.

Pelo contrário, ao dar autonomia e recursos ao aluno, o mesmo assume uma postura completamente diferente em relação aos objetivos de aprendizagem. Vale ressaltar que, com a diversidade de opções disponíveis hoje para se criar tutoriais (vídeos, wikis, podcasts), seu uso fica ainda mais efetivo.

4. A internet é uma ferramenta inacessível à maioria da população.

A internet ainda é uma ferramenta de acesso restrito à grande parcela da população brasileira, assim como o próprio sistema de ensino. Porém, isso não impede a difusão do e-learning. Primeiro, porque de acordo com os dados da última pesquisa realizada pelo IBOPE, hoje já são mais de 67 milhões de brasileiros com acesso à internet, a partir de ambientes diversos como residência, trabalho, escolas e lan houses. Isso mostra que existem várias opções de acesso, mesmo para quem não tem conexão em casa. Segundo, porque, em se tratando de treinamento corporativo, é comum as empresas oferecerem o ambiente com acesso aos seus colaboradores. O mesmo acontece na área acadêmica, para complemento de cursos de graduação e pós-graduação, quando as escolas disponibilizam seus laboratórios aos alunos. Sempre há uma forma de se conectar.

5. Não há como medir os resultados, nem monitorar o treinamento.

Exatamente o oposto. O uso do e-learning facilita o acompanhamento e a medição dos resultados, de forma mais refinada e ágil do que em treinamentos presenciais. Para tanto, a escolha correta do LMS (Learning Management System) é decisiva. Plataformas virtuais como o Moodle permitem não apenas que os alunos realizem seus cursos, mas também que os tutores e responsáveis possam gerenciar aspectos logísticos e didáticos dos treinamentos, realizando um acompanhamento individual ou por turmas.

6. Requer uma infra-estrutura própria e muito cara.

A grande maioria das empresas que optam por utilizar e-learning já possuem uma estrutura adequada, necessitando apenas realizar pequenos ajustes. Além disso, é muito importante ressaltar que o e-learning pode e deve ser desenvolvido de acordo com a infra-estrutura disponível, adequando-se à realidade do usuário em termos de hardware e conexão. Em resumo, as empresas compram o serviço de e-learning e só precisam garantir o acesso a este serviço.

7. O ensino a distância é muito impessoal e não considera as características individuais que podem ser “percebidas” pelo professor em uma sala de aula tradicional.

De fato este sempre foi um grande mito. Mas com o avanço da tecnologia e a grande variedade de serviços web disponíveis, é cada vez mais fácil oferecer recursos que atendam às restrições e afinidades de cada usuário. Podcasts, wikis, webtvs, fóruns, conteúdos multimídia, games, chats, microblogs, realidade aumentada, redes de relacionamento são apenas alguns exemplos de como a tecnologia oferece ao usuário a oportunidade de escolher o recurso de acordo com o seu perfil. Já a flexibilidade oferecida pelo e-learning desempenha um papel fundamental na questão da personalização, uma vez que o usuário escolhe o melhor momento para realizar o treinamento, com a duração que julgar necessária. Por exemplo, atividades online com previsão de 30 minutos de duração são realizadas por alguns alunos em 20 minutos, enquanto outros levam até 50 minutos. Reunindo essas pessoas em uma sala de aula, o ritmo imposto não agradaria a ninguém. O e-learning traz ainda uma dimensão social online, por meio de chats e fóruns que promovem o contato entre seus usuários, assim como por intermédio do acompanhamento de monitores durante o processo de aprendizagem.

8. Apenas adolescentes ficam tanto tempo na web. Os adultos, profissionais e estudantes, não têm esse hábito, sobretudo para aprender.

Um profissional com aproximadamente 30 anos, provavelmente descobriu a internet ainda na faculdade. E hoje, passa, em casa, um tempo maior no computador do que na frente da TV (os brasileiros são os maiores usuários com média de 23 horas por semana, sendo que 85% deles acessam redes sociais e quase todos assistem a vídeos online e muitos usam o telefone celular não apenas para fazer ligações, mas também para receber notícias, atualizar seus blogs e usar outros serviços da rede). Isso quer dizer que é um público apto a receber um treinamento online. E cabe às empresas oferecer um ambiente de trabalho motivador, criando experiências que necessariamente precisam passar pelo online, uma vez que seus colaboradores estão acostumados a esse universo fora do trabalho.

9. Produzir conteúdo para e-learning demanda investimentos superiores.

Este talvez seja o mito que necessite maior explicação, já que realmente foi verdade há algum tempo atrás, por duas razões. A primeira é que quando o e-learning começou a ser mais amplamente utilizado, não havia por parte das empresas contratantes e tampouco dos fornecedores uma preocupação em adaptar o conteúdo para um novo estilo de aprendizagem, apenas transferindo o conteúdo impresso para a tela do computador. Obviamente, os resultados não eram satisfatórios e o investimento acabava realmente com uma relação custo X benefício menos interessante que nos treinamentos presenciais. A segunda e mais importante razão continua a ser realidade em algumas instituições ainda hoje: a produção de conteúdos difíceis de serem atualizados e que somente se aplicam a um tipo de mídia. Isso faz com que a cada mudança ou atualização no conteúdo, seja necessário praticamente refazê-lo, gerando um novo custo. Ou que para aplicação em mídias diferentes (como gravação em webcd ou acesso via celular, por exemplo), o cliente seja obrigado a contratar um novo serviço para refazer o mesmo curso, em outra versão. Mas isso não é mais realidade para fornecedores que trabalham com o conceito de acervo de conteúdos multimídia.

10. O e-learning pode substituir o presencial?

Esse é o mito clássico que ronda o ensino a distância. O e-learning e o ensino presencial são complementares. Ocorre que, cada vez mais, o e-learning tende a substituir o presencial quando o deslocamento dos participantes ou dos instrutores não é viável e o assunto permite ser discutido a distância. Para estes casos, sim, o e-learning está assumindo o lugar do ensino em sala de aula. Porém, nem todos os temas permitem ser 100% tratados a distância. O desenvolvimento de habilidades com forte componente humano (relacionamento interpessoal, por exemplo) vão continuar demandando que o treinamento seja realizado presencialmente. Mas isso não impede que parte dele seja feita online.
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Google anuncia versão oficial do Chrome para Mac e Linux


Há quase um ano, o Google anunciou a versão beta do navegador Chrome para computadores com Linux e para Macs. Contudo, segundo o site TechCrunch, essa primeira versão era instável e o próprio Google não estimulava os usuários a adotá-la.

Hoje, no entanto, o Google anunciou a versão oficial do Chrome para Linux e Mac. Com a nova versão, o usuário poderá sincronizar não só os favoritos em vários computadores, como as preferências – temas, configurações de idioma, de zoom e de página inicial.

Segundo o blog oficial do Google Chrome, a nova versão do navegador conta com recursos de HTML5, interfaces de programação de software (APIs) para geolocalização e função arraste-e-solte para anexos do Gmail.

O Chrome oficial para Mac e Linux, no entanto, não possui o Flash Player integrado, como na versão do navegador para PCs. O Flash não está na versão, porque o Chrome apresentou alguns problemas ao reproduzir o formato. No post, o Google garante que integrará a versão 10.1 do Flash ao Chrome em breve.
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Asus coloca Kindle em seus notebooks e netbooks


Em parceria com a Amazon, a Asus colocará Kindles para PC em seus notebooks e netbooks comercializados pela Amazon.

A Asus anunciou recentemente que irá incluir o Kindle para PC seu seus notebooks e netbooks vendidos através do site da Amazon.

Em entrevista ao site The Inquirer, Ben Thacker, vice-presidente de vendas e gerenciamento de produtos da Asus norte-americana, disse que a decisão foi incentivada pelos consumidores, que queriam o produto nos dispositivos da empresa. A justificativa, no entanto, não convenceu muito, já que esse tipo de sugestão não costuma ser encaminhada a fabricantes de PCs.

A vantagem de já vir com o Kindle para PC instalado, no entanto, estará restrita a aparelhos que tenham bateria com vida útil acima de 11 horas, como os modelos Asus UL30, e Eee PC 1005PE, informa o site T3.
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