quarta-feira, 7 de julho de 2010

Três novos bugs de "dia-zero" assombram a Microsoft


Falhas em servidor web, navegador e Windows XP poderiam ser exploradas para invasão do sistema por cibercriminosos

A Microsoft enfrenta uma leva de vulnerabilidades de dia-zero em alguns de seus softwares mais importantes, conforme revelações feitas recentemente de que há bugs não corrigidos em produtos como Windows XP, Internet Explorer e até em seu servidor web.

Além de uma vulnerabilidade divulgada por um inflamado grupo de pesquisadores de segurança que se autointitula ironicamente Microsoft Spurned Researcher Collective (MSRC - mesma sigla que identifica o grupo de segurança da Microsoft), a empresa foi informada de pelo menos três outras falhas nas últimas semanas.

Na terça-feira (6/7), o pesquisador Soroush Dalili publicou informações sobre uma vulnerabilidade no Internet Information Services (IIS), servidor web da Microsoft.

De acordo com Dalili, que trabalha como analista de segurança da informação na indústria de cassinos e jogos de azar, a autenticação em versões antigas do IIS pode ser burlada, dando aos invasores uma porta de entrada em qualquer esquema de assalto a um servidor web corporativo.

O bug pode ser explorado no IIS 5.1, mas não nas versões mais recentes IIS 6, IIS 7 ou IIS 7.5, informou Dalili.

Ameaça minimizada

A Microsoft afirmou que investiga a vulnerabilidade. Mas, tal como respondeu ao alerta de bug do grupo independente MSRC, a empresa minimizou a ameaça. “O IIS não é instalado como um serviço padrão; além disso, para se tornarem vulneráveis, os usuários teriam que mudar a configuração padrão”, disse Jerry Bryant, um gerente de grupo do Microsoft Security Response Center, por e-mail.

A rastreadora de vulnerabilidades Secunia classificou a ameaça como “moderadamente crítica” – uma nota intermediária em sua escala de cinco passos.

No começo da semana, Ruben Santamarta, um pesquisador da empresa espanhola de segurança Wintercore, divulgou informações sobre uma vulnerabilidade no Internet Explorer 8 (IE8) e publicou o código de ataque – a falha afeta o IE8 em uso nos sistemas Windows XP, Vista e Windows 7.

Santamarta afirmou que o bug poderia ser utilizado para contornar duas barreiras digitais embutidas no Windows, a Data Execution Prevention (DEP) e ASLR (Address Space Layout Randomization).

Bug premiado

As técnicas que burlam o DEP e o ASLR não são nada novas: em março, o pesquisador holandês Peter Vreugdenhil explorou uma vulnerabilidade no IE8 sobre Windows 7 com um código de ataque que passou por cima do DEP e do ASLR, uma façanha que lhe rendeu 10 mil dólares na quarta edição do concurso anual Pwn2Own.

A Microsoft também minimizou a questão levantada por Santamarta, o que não surpreendeu já que havia feito o mesmo ao comentar a invasão ocorrida na Pwn2Own.

“Não se trata de um contorno direto de ASLR, e só funciona sob certas condições”, disse Bryant. “Um invasor teria de usar isso em conjunto com uma vulnerabilidade não corrigida se quiser explorar um sistema.” No mesmo e-mail, Bryant recusou-se a chamar o bug de vulnerabilidade de segurança. “Esta não é uma vulnerabilidade, mas uma técnica que atenua uma defesa”, disse.

Brecha na biblioteca

No mês passado, alguém identificado apenas como “fl0 fl0w” publicou código de exploração para uma falha em uma importante biblioteca usada para desenvolver programas de terceiros por meio do pacote de programação Visual Studio.

O bug na Microsoft Foundation Classes (MFC), um conjunto de bibliotecas de código que dá acesso às APIs do Windows em programas escritos em C++, pode ser explorado por meio de alguns softwares de terceiros escritos com Visual Studio. O usuário “fl0 fl0w” disse que seu código de ataque pode comprometer um PC com Windows via PowerZip, um utilitário de arquivamento de baixo custo.

A Microsoft disse que sua investigação preliminar mostrou que apenas que o Windows 2000 e o XP seriam vulneráveis ao ataque via MFC. “Nós temos investigado as denúncias (...) e os manteremos informados quando surgirem mais informações”, afirmou a empresa em sua conta oficial de segurança no Twitter, na segunda-feira (5/7).

Dedo da Google

Os quatro novos informes de falhas de dia-zero não são as únicas dores-de-cabeça para os engenheiros de segurança da Microsoft. Eles ainda não consertaram a falha crítica do Windows que foi publicada no mês passado por Tavis Ormandy depois que a Microsoft não se comprometeu com uma data para correção.

Ormandy, que trabalha para a equipe de segurança da Google, está no centro de um debate entre pesquisadores, que questionam sua decisão de tornar a brecha pública. O Microsoft-Spurned Researcher Collective foi formado justamente como reação à sugestão feita pela Microsoft de ligar as intenções de Ormandy a seu empregador.

Essa vulnerabilidade tem sido explorada ativamente por cibercriminosos desde 15 de junho.

A próxima publicação de correções da Microsoft, a chamada Patch Tuesday, está prevista para 13 de julho. A empresa tem mantido os lábios cerrados sobre se irá ou não consertar a falha apontada por Ormandy. Mas, a julgar pelo que já fez no passado, é bastante improvável que a Microsoft vá montar e testar correções para as outras falhas de dia-zero a tempo de serem incluídas no pacote de correções da semana que vem.
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Bluetooth 4.0 está quase vivo.


Algo mais que um ano após o lançamento do Bluetooth 3.0, a Bluetooth SIG [Bluetooth Special Interest Group] anunciou algumas especificações sobre sua nova versão e a grande novidade é o baixíssimo consumo de energia, que pode durar anos com uma pequena bateria daquelas de relógio.

- Pico de consumo baixo, consumo médio e ocioso

- Habilidade de funcionar por anos com uma simples bateria de relógio

- Baixo custo

- Interoperabilidade de vários fornecedores

- Maior alcance.

Não há muitas informações sobre o alcance desta versão ou sua velocidade de envio de dados, mas sabe-se que, ao menos, o sinal pode viajar mais longe do que o 3.0. Algumas semanas depois do lançamento da versão 3.0, o celular Samsung Wave foi o primeiro a adotá-lo, então espere que possam ver alguns produtos já com o novo Bluetooth.
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Antivírus gratuitos dominam mercado de softwares de segurança


Ao todo, 42% do mercado é composto por produtos gratuitos, embora as principais marcas sejam de softwares pagos.

A grande exposição de uma marca não significa, necessariamente, que seus produtos dominem o mercado de software de segurança. A afirmação foi feita, nesta quarta-feira (7/7), pela OPSWAT, empresa de software que auxilia no gerenciamento e proteção dos dados, com base em uma pesquisa realizada pela companhia.

O estudo concluiu que, apesar do elevado reconhecimento de fabricantes como a Symantec e a McAfee, essas marcas não dominam o mercado em termos de programas instalados.

Ao todo, 42% do mercado é composto por produtos gratuitos, de acordo com o relatório.

Entre os mais populares, o primeiro lugar ficou com a versão gratuita do Avast Antivirus com 11,45%; seguido pelo Avira AntiVir Personal Free Antivirus, com 9,2%; AVG Anti-Virus Free, com 8,6%, e o Microsoft Security Essentials com 7,5%.
"Parece que os usuários finais têm tanta fé na capacidade de um programa gratuito que não sentem necessidade de adquirir um produto pago", disse o relatório.


O principal analista de pesquisa da Gartner, Ruggero Contu, disse que os números não são surpreendentes. Os produtos gratuitos estão mais propensos a serem populares, e que usuários avançados procuram outros recursos, como ferramentas de backup e criptografia, pagam por esse tipo de software.

"Pelo resultado, a percepção global é que produtos gratuitos são produtos bons e confiáveis", disse Contu.

Em quinto lugar ficou a versão paga do Avast com 5,4%, seguido de dois outros produtos pagos – Kaspersky Internet Security, com 4,5%, e do Norton AntiVirus, com 4,2%.

Somados, as fabricantes com participação abaixo de 1% representam 14,4% do mercado. Apenas os quatro primeiros produtos – todos gratuitos – tinham mais de 6%.

"Apesar de nos Estados Unidos a Symantec e a McAfee serem muitas vezes citadas entre as principais escolhas do consumidor, a realidade é que a concorrência está viva, e o setor muito fragmentado", declarou Contu.

Segundo uma pesquisa divulgada em abril de 2010 pela Gartner, a Symantec, em 2009, apresentou uma receita de 1,8 bilhão de dólares, a maior do segmento. Em segundo lugar ficou a McAfee, com 699 milhões dólares, seguida pela Trend Micro, com 278 milhões de dólares.
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Flow Switching: a internet até 1000 vezes mais rápida


Pesquisadores do MIT apresentam uma tecnologia que muda a maneira como roteadores funcionam para aumentar a velocidade da internet e ainda economizar energia

Pesquisadores do MIT (sigla em inglês para Instituto Tecnológico do Massachusetts) desenvolveram um projeto que simplesmente pode aumentar a velocidade da internet entre 100 e 1000 vezes.

O segredo de tanta velocidade é um modelo que dispensa a conversão dos sinais óticos em elétricos. Além de muito mais velocidade, a tecnologia proposta consome muito menos energia.

Como os pesquisadores pretendem revolucionar a internet? Você descobre agora neste artigo.

As fibras óticas carregam dados a velocidades impressionantes, porém eles precisam ser convertidos em sinais elétricos pelos roteadores. Os roteadores encontram problemas quando precisam converter sinais óticos vindos de direções diferentes.

Sendo assim, os sinais óticos são convertidos em elétricos e armazenados dentro do roteador para serem enviados quando o “trânsito” de diferentes direções estiver ordenado. Obviamente, todo esse processo consome tempo e energia.

Fluxo sob controle

O projeto dos pesquisadores do MIT — liderados pelo engenheiro elétrico e professor Vincent Chan — demonstrou uma nova maneira de reorganizar os dados de redes óticas que, na maioria das vezes, dispensaria o processo de conversão.

A solução proposta chama-se Flow Switching. Entre duas localidades que trocam grandes volumes de dados entre si, o Switching é capaz de estabelecer um caminho direto e dedicado no qual roteadores aceitam sinais somente de uma direção e os enviam também em uma única direção. Assim, não é necessário converter o ótico em elétrico para redistribuição.

De fato, um modelo parecido já é aplicado por empresas muito grandes capazes de manter vários servidores espalhados por diferentes localidades. Um exemplo é a gigante Google. A diferença é que com o Flow Switching a banda larga seria usada de maneira flexível conforme a demanda de tráfego dos dados.

Por exemplo, se o trajeto entre A e B está bastante requisitado, o protocolo criado por Chan e sua equipe realocaria a banda em questão de segundos. Caso contrário, as ondas com os sinais simplesmente cessariam.

Vinga?

Esta não é a primeira tentativa de otimizar a transferência de dados via rede ótica, no entanto, o Flow Switching se mostra muito mais prático. Essa é a opinião de Ori Gerstel, engenheiro da Cisco Systems, fabricante de roteadores americana. O obstáculo, segundo ele, é a demanda para trocar todos os roteadores existentes pelos novos, pois ainda não está claro se há realmente a necessidade de tal mudança.

Segundo Gerstel, o Flow Switching é ideal para usuários que querem muita banda com poucos atrasos, mas a maioria dos consumidores de hoje não se encontra nesse nicho. A resposta de Chan é imediata: a explosão dos vídeos pela internet com o crescimento do HD.

Junta-se a isso a popularidade do acesso, que tende a aumentar, e tem-se facilmente a equação: as conexões atuais podem não dar conta e em pouco tempo, cinco anos talvez.

Na prática, o raciocínio é simples: durante o mesmo tempo que você demora para baixar 100 MB, você baixaria 10 GB. O Flow Switching está em testes nos Estados Unidos e deverá ser disponibilizada para trials limitados.
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Versão beta do Firefox 4 já está disponível para download


Firefox 4 beta 1 chega sem todos os recursos, mas versão final deve ser apresentada até o final do ano
A Mozilla disponibilizou hoje para download o primeiro beta do navegador Firefox 4. A nova versão ainda não apresenta todos os recursos e a Mozilla já anunciou que disponibilizará outras versões beta do Firefox 4 antes da versão final, programada para chegar até o final de 2010.

Na semana passada, a Mozilla havia disponibilizado uma versão pré-beta na pasta virtual pública do site da fundação. Contudo, não houve lançamento oficial. A nova versão foi anunciada no início de maio.

Depois de baixar a primeira versão de testes do navegador, o usuário passa a fazer parte do programa beta do Firefox 4. Assim, poderá enviar comentários e sugestões de novos recursos e receberá atualizações com novos recursos.

A versão beta do Firefox 4 está disponível para usuários de Windows, MacOS e Linux. Segundo comunicado no blog oficial da Mozilla, os usuários de Windows notarão algumas mudanças: as abas do navegador agora aparecem no topo da janela e, no Windows 7 ou Vista, todas as funções do navegador foram reunidas em um único menu.

Com se trata de uma versão para testes, a Mozilla não garante que todos os recursos estarão na versão final do navegador. A versão beta do Firefox 4 está em inglês.

Baixe Aqui : Firefox 4
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terça-feira, 6 de julho de 2010

Nova ultra-bateria é o mais potente depósito não-nuclear de energia já criado


O que você ganha quando mistura um pouco de xénon, um pouco de flúor, e uma pressão similar ao que você encontraria no centro da Terra? Você ganha uma ultra-bateria, capaz de armazenar mais energia condensada do que qualquer outra bateria já criada.

O material usado para criar a “bateria” chama-se xénon difluoreto (XeF2), um cristal branco usado basicamente para juntar condutores de silício. O cristal foi colocado em uma unidade de bigorna de diamante, um pequeno dispositivo de 5 x 7,5 centímetros de diâmetro. A unidade usa duas pequenas bigornas de diamante (o nome já diz tudo) para produzir um nível de pressão incrivelmente alto em pequenos espaços.

Normalmente, as moléculas presente no xénon difluoreto permanecem relativamente distantes umas das outras. O processo de apertar os cristais juntos à bigorna de diamante força as moléculas a ficarem mais próximas. Inicialmente, o processo de apertar fez o cristal tornar-se um semicondutor bidimensional, mas então algo mais impressionante aconteceu.

Quando a pressão atingiu 1 milhão de atmosferas, similar a pressão encontrada a meio caminho do centro da Terra, as moléculas formaram redes metálicas tridimensionais, que obrigou toda a energia mecânica do processo de compressão a ficar armazenada como energia química nas moléculas. Em 1 milhão de atmosferas, isso é muita energia armazenada.

O professor Choong-Shik Yoo, professor de químida de Washington, que lidera o projeto, disse que “é a forma mais condensada de armazenamento de energia, sem contar a energia nuclear”. As possíveis aplicações do material estão bem ligadas ao termo “super”: supercondutores, super-materiais oxidantes que podem destruir agentes químicos e biológicos, sem mencionar novos combustíveis e, obviamente, novos aparelhos de armazenamento de energia.
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Samsung lança netbook com bateria de 13,8 horas!




A Samsung lançou mais um netbook da Série N, o N230. Disponível no mercado desde ontem, o N230 tem duas características pincipais, ser ultraportátil e possuir uma bateria com mais de 13 horas de duração.

O modelo pesa menos de 1Kg e tem espessura de apenas 23,2 mm, além de capacidade para Bluetooth 3.0 de alta velocidade, wi-fi 802.11 b/g/n e conectividade 3G opcional. O que garante tamanho tempo de uso sem recarga é uma bateria de 8 células.

Outras espeficiações são tela de 10,1 polegadas anti-reflexiva, procesador Atom de 1.66 GHz N450 ou 1.83 GHz N470, 1 GB de RAM, 250 GB de HD e Windows 7 Starter. O valo é cerca de 350 Euros.
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Toshiba e Intel lançam tablet educacional.





A Toshiba e a Intel fizeram uma parceria que trará o Intel Classmate para o mercado japonês, porém rebatizado com o nome de Toshiba CM1.

O CM1 é um tablet dedicado a estudantes de todas as idades, e possui uma das combinações de hardware mais comuns no segmento dos netboks e tablets, veja abaixo:

- Tela de LED touch de 10.1 polegadas (1366×768);
- Intel Atom N450 (1.66 GHz);
- Chipset NM10 Express;
- 2Gb e RAM;
- 160Gb de HD;
- RJ45 e Wi-Fi 802.11a/b/g/n;
- Duas portas USB;
- Falantes, microfone e camera embutidos;
- Windows 7

Para proteger o tablet, seu exterior é todo emborrachado. O lançamento do modelo está programado para agosto no Japão. Preço ainda não divulgado.
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Novo gabinete para PC suporta até 3 placas de vídeo


Espaço interno permite até dois radiadores para resfriamento com água

Os gabinetes para PCs há muito tempo deixaram de ser acessórios pouco importante para se tornarem peça essencial ao se montar um computador. A Cooler Master deu um passo à frente nesse mercado e lançou as torres CM 690 ll e Advanced, que suportam até três placas de vídeo. Eles reúnem todas as vantagens de uma full tower em uma mid tower.

O CM 690 ll é o primeiro em sua categoria que permite instalar até três placas de vídeo. A torre foi desenvolvida com uma nova tela Mesh com filtros na frente, em cima e embaixo, permitindo que o fluxo de ar circule dentro e fora, além de proteger os ventiladores do acúmulo de poeira. Seu espaço interno aceita até 10 ventiladores, além de ter um espaço interno superior e inferior para montagem de radiador ou outros sistemas externos.

Já o CM 690 II Advanced, inclui um card retention bracket, possui espaço interno que permite até dois radiadores para water cooling, além de armazenar grandes coolers como o V8 e mais HDs.

O modelo Advanced tem gaveta para HD externo, que permite acessar arquivos diretamente do drive sem precisar abrir o gabinete. O gabinete também possui espaço para drives menores de 1,8” e 2,5” e suporta até três placas de vídeo. Preços: R$ 321,00 (CM 690 II) e R$ 363,00 (Advanced).
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Adobe ainda não consertou falha grave no Acrobat e Reader


Segundo pesquisador de segurança que descobriu o problema, falha ainda pode ser contornada e explorada por crackers.

O patch da Adobe para uma conhecida vulnerabilidade no PDF Reader não consertou a vulnerabilidade, disse o pesquisador de segurança que descobriu a falha.

Na última terça, a Adobe liberou um update para o Reader e para o Acrobat, seus populares programas de visualização e criação de PDF, que consertaram 17 vulnerabilidades, incluindo uma questão de design que dava a atacantes um modo fácil de enganar os usuários para que eles instalassem malware. O bug, divulgado pelo especialista belga Didier Stevens no final de março, permitia aos crackers usar a função "/Launch", um recurso que executa outro software a partir de um documento PDF.

Quando combinado a outro truque -- Stevens também mostrou como um aviso do Reader pode ser mudado para enganar -- a falha pode ser usada para fazer o usuário abrir um malware mascarado como software legítimo.

Crackers tem usado essa técnica em ataques de massa para infectar micros Windows desde abril.

No domingo, Stevens disse que o patch não consertou o problema.

"Descobri que a Adobe implementou uma lista negra de extensões para a ação "launch", mas essa funcionalidade identifica o o tipo de arquivo 'cmd.exe' como .exe', e não .exe,", escreveu em seu blog.

Crackers ainda podem fazer um PDF executar um malware simplesmente ocultando o nome do arquivo malicioso com aspas simples ou duplas, disse Stevens.

Le Mahn Tung , um pesauisador da Bach Khoa Internetwork Security (BKIS), foi o primeiro a noticiar que o patch não havia consertado o problema adequadamente.

Em seu blog, Stevens recomendeu um meio para defender-se de ataques que contornam a lista negra da Adobe. Isso envolve, no entanto, editar o registro do Windows, uma tarefa mais do que perigosa.

A empresa admitiu que o sistema de lista negra não era à prova de falhas, e disse que estava pesquisando as questões levantadas pelos pesquisadores.

A Adobe consertou a falha da caixa de alerta, observou Stevens, para que crackers não possam modificar o texto exibido. Aleém disso agora ela recomenda fortemente que o usuário não execute arquivos que não venham de fontes confiáveis.

O patch da semana passada também modificou a configuração do Reader e do Acrobat para que o recurso /launch não seja mais ligado por padrão – o usuário precisa acessar o menu para isso.
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Intel melhora tecnologia de transferência de energia sem fio


A Intel anunciou nesta terça-feira que melhorou a tecnologia de transmissão de energia sem necessidade de fios para um estágio em que é possível transferi-la para receptores em movimento até uma distância de 70 centímetros.

A companhia, que utiliza a tecnologia Wireless Resonant Energy Link (WREL), demonstrou o sistema pela primeira vez em 2008 nos Estados Unidos, quando ligou uma lâmpada de 60 watts sem precisar de fios.

Agora, a gigante dos microprocessadores afirma que a tecnologia evoluiu para um estágio em que o receptor, uma caixa de som por exemplo, pode ser movida em torno do transmissor a uma distância de até 70 centímetros, o que eliminaria a necessidade de cabos.

O princípio do sistema tem origem nas experiências com transferência de energia por ressonância magnética feitas pelo inventor Nikola Tesla no final do século 19.

No sistema da Intel, um algoritmo especial de rastreamento assegura o nível constante de energia conforme o receptor é movimentado, afirma a companhia em comunicado.

"O receptor já não precisa mais estar alinhado paralelamente com o transmissor. Os algoritmos adaptativos para a sintonização automática agora permitem que as bobinas do transmissor e do receptor fiquem a um ângulo de até 70 graus com a eficiência da transmissão permanecendo firme em 70 por cento", afirma a companhia.

Entre as aplicações da tecnologia estão marca-passos que não precisam de fios subcutâneos ou mesas livres de cabos, capazes de alimentar dispositivos como celulares e notebooks automaticamente, cita a empresa.
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Usuários do Orkut agora podem promover conteúdo


Novo recurso da rede social permite promover vídeos e fotos para outros usuários e, até mesmo, anunciar produtos

O Google lançou um novo recurso do Orkut para os usuários promoverem qualquer conteúdo para seus amigos. O recurso é igual ao que os anunciantes utilizam para promover publicidade no Orkut: assim como os anúncios, as promoções criadas por usuários aparecerão no canto superior esquerdo do perfil.

O usuário pode adicionar texto, fotos (do Orkut) ou vídeos (apenas do YouTube) à promoção. Depois de criar uma promoção e enviá-la, seus amigos poderão promovê-la dentro de sua própria rede de contatos.

Para criar uma nova promoção, o usuário deve clicar no link "Promover", localizado na lista abaixo da foto do perfil. Depois, é só incluir o link do vídeo ou selecionar uma das fotos públicas do perfil e clicar em "Criar promoção".

Após enviar uma promoção, o usuário também pode acompanhar estatísticas de acesso. O Orkut permite ver quantas pessoas clicaram na promoção, quantas assistiram aos vídeos, repassaram ou descartaram sua promoção. É possível também cancelar e incluir promoções.
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Novo Opera vem com suporte a padrão de vídeos HTML5 do Google


Versão 10.6 do navegador também traz melhorias ao JavaScript

O navegador Opera, frequentemente considerado um dos mais rápidos e avançados do mercado, apesar de pouco popular, chega a sua versão de número 10.6 com algumas novidades, sendo duas delas marcantes.

A primeira é o suporte ao padrão WebM de vídeos em HTML5 -- ou seja, sem necessidade de usar o plugin do Flash. O padrão é aberto, mas foi proposto pelo Google em resposta ao padrão H.264, ainda muito utilizado, mas de origem proprietária.

A segunda é uma melhoria na velocidade do motor JavaScript, algo em que todos os navegadores da atualidade estão competindo. Quanto mais rápido o JavaScript é processado, mais rápida é a impressão que se tem de sites que o usam (como é o caso do GMail, Google Reader e diversos sites mais avançados).
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Microsoft anuncia fim do suporte para Windows XP com SP 2


Suporte para Windows 2000 também será encerrado em 13 de julho
A Microsoft Brasil informou hoje que encerrará o suporte ao Windows XP Service Pack 2 e a todas as versões do Windows 2000 em 13 de julho. O fim do suporte faz parte da política do fabricante, que garante 10 anos de suporte e atualizações de segurança para o sistema operacional.

Para continuar recebendo as atualizações, os usuários do Windows XP Service Pack 2 devem baixar a versão do Service Pack 3. “A instalação do Service Pack 3 é gratuita e garantiremos as atualizações de segurança até abril de 2014”, diz Alessandro Bueno, gerente geral da divisão de negócios do Windows da Microsoft Brasil. Já os usuários do Windows 2000, devem migrar para uma versão mais recente do sistema operacional.

A Microsoft disponibilizou uma página de ajuda com o passo-a-passo para o usuário identificar qual versão do sistema operacional está instalada em seu computador e a comparar as versões do Windows antes de decidir qual instalar.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Asus desenvolve a memória DDR3 mais rápida do mundo


Velocidade foi conseguida em placas com overclocking prontas para o Core i7

A parceria da Asus com a G. Skill, fabricande de memória, resultou na memória DDR3 mais rápida do mundo, que alcança a frequência de 2.5 GHz. Essa velocidade nunca havia sido atingida por memórias DDR3 disponíveis no mercado.

O feito foi concretizado nas placas ASUS P7P55D-E Deluxe e P7P55D-E EVO, que contam com importantes recursos de overclocking.

A memória foi desenvolvida para atuar com o novo Core i5/i7 da Intel, com o objetivo de aproveitar todo o potencial do poderoso processador.

O kit com a memória DDR3 dual channel de 2,5GHz será oferecido pela G. Skill como parte da linha de produtos Trident.
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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Como será o seu navegador em cinco anos?


A próxima grande plataforma de computação não será um Mac OS, Android ou Windows. Ela já está aqui – e atende pelo nome de Web.

Qual será o seu navegador na Internet em 2015? Cinco anos não trarão mudanças dramáticas em algumas tecnologias – desktops, por exemplo, não mudaram muito desde 2005 – mas os browsers estão prestes a sofrer grandes mudanças, que irão alterar nossas vidas no que se refere à computação no dia-a-dia.

Os navegadores se tornarão comuns em carros, mas também vão incorporar reconhecimento de voz, de texto, além de gestos, que substituirão recursos onde teclados e até mesmo displays touchscreen podem ser inconvenientes e, até mesmo, perigosos durante a condução do veículo. Os browsers transmitirão programas de rádio via Internet e, talvez, até mesmo adotar uam interface 3D – mas sem os vidros metálicos.

“Você vai ber uma inovação tremenda nos browsers nos próximos anos”, diz Linus Upson, vice-presidente de engenharia do Google. “Nós realmente queremos a Web como uma plataforma em que você poderá fazer qualquer coisa, como se faz no Windows, em um Mac ou no iPhone”.

O Google prevê um futuro onde o navegador executará todas as suas aplicações – incluindo até mesmo jogos em 3D, traduções e até mesmo correções gramaticais. Embora alguns destes recursos já existam de forma rudimentar, em cinco anos eles serão muito mais precisos.

Já em fase de testes em diversos laboratórios mainstream pelo mundo afora, o navegador irá assumir um novo “look and feel”. O AMD Fusion Media Explorer, por exemplo, é um browser 3D criado para mostrar as capacidades dos processadores da AMD, como funções de “arrastar e soltar”, uploads para o Facebook e outras redes sociais, e ainda a rotação de uma interface tridimensional para execução de arquivos de mídia.

E uma startup de Israel chamada EyeSight Mobile Technologies está desenvolvendo controles de gesto touchless para smartphones Android: passe a mão sobre uma câmera frontal, por exemplo, e você poderá navegar pela sua galeria de fotos. Enquanto isso, o Google está construindo uma funcionalidade de reconhecimento de voz e text-to-speech para o seu browser. E o Opera Software’s também suporta controle por gestos através da sua webcam. Não é surpresa que as grandes montadoras, incluindo Audi, BMW, Ford, General Motors e Mercedes, estão testando maneiras de adicionar navegadores para carros e caminhões.

Web em todo lugar

Os browsers estão ultrapassando a barreira dos computadores e smartphones e começam a ser integrados em televisores, impressoras e outros gadgets . Ao que tudo indica, a vela dos navegadores rumando em sentido a essa nova variedade de dispositivos tende a inflar. Tecnologias como o Google TV, criadas para incluir a web na tela, até então limitada ao repertório da programação de televisões a cabo ou ao desesperador horário nobre, se unem ao segmento de impressoras prontas para a web. É o caso da HP Photosmart Premium TouchSmart Web all-in-one printer, munida de um display colorido de 4.33 polegadas com acesso à Internet . A variedade vem seguida por um segmento em plena expansão liderado pelo debutante iPad.

No vácuo dessa eclosão tecnológica, os canais de distribuição do sinal que garante a entrada na Internet - como é o caso do sinal 4G que pode ser fragmentado em LTE e WiMax e o já retrô WiFi - escancaram as portas para a navegação com esses dispositivos. Quem sabe, até o refrigerador com conexão internet apresentado pela LG em 2003 saia da geladeira. Na verdade, a LG jamais abandonou a ideia; seu modelo mais recente de wired fridges traz um display LCD e um teclado integrados.

Muitos desses aparelhos não são munidos com algo que possa ser chamado de navegador. Os programas não chegam a exibir páginas de web como são conhecidas. No lugar disso, os aplicativos se conectam a repositórios de arquivos armazenados com segurança. O Google, na fila da maternidade, e prestes a lançar o Chrome OS, pode ser encarado dessa maneira. O sistema operacional baseado em um browser deve ganhar os discos rígidos de netbooks e de alguns tablets ainda esse ano. No Chrome OS, o browser não é apenas mais um programa; ele é o centro nervoso do dispositivo das operações do usuário, muitas destas baseadas em aplicativos web.

De que forma se dará a interação entre os humanos e esse segmento nos próximos anos? A empresa de webdesign Adaptive Path, forte no desenvolvimento de interfaces de usuários, elaborou modelos conceituais para apresentação do Firefox em 2008. Batizado de Aurora, o projeto apresenta um sistema solar cujo centro é a web. De acordo com esse modelo, todo o conteúdo e aplicativos são exibidos dentro de uma moldura (ou frame, se preferir) do navegador. Em um vídeo demonstrativo, o personagem, um homem de nome Tim, gesticula para interagir com o Aurora projetado em uma parede. O display inclui uma câmera capaz de interpretar os movimentos dos braços e das pernas de Tim. Áreas de trabalho individuais, semelhantes aos “favoritos” são exibidos na forma de grandes ícones. Tim consegue organizar a área de trabalho ao arrastar e mover os ícones (sem encostar no display).

Ok. O Aurora pode jamais vir a ser uma interface de usuário final, mas ele oferece uma amostra do que está por vir, nas formas mais inusitadas possíveis.

Aplicativos de navegação fora da área de trabalho.

A probabilidade de aplicativos usados em desktops, principalmente aqueles de aplicação comercial como o Office desaparecerem até 2015, é mínima. O surgimento de aplicativos baseados na web, como o Google Docs e os Microsoft Office Web Apps, podem acelerar o demorado processo de boot dos sistemas operacionais como Windows e o primo rico Mac OS X. Pelo menos essa é a esperança do Google. “Estamos observando uma tremenda aceleração no desenvolvimento desses aplicativos que podem ser integrados aos navegadores”, comemora Upson, do Google.

Para essa computação na estratosfera se concretizar, os fornecedores têm de concordar na adoção de padrões que viabilizem esse mundo novo. Se isso vai acontecer permanece a grande dúvida. Será que a Apple, que alcançou um enorme sucesso com a AppStore, onde são vendidos aplicativos que rodam exclusivamente em aparelhos da linha iPhone, iPad e iPod Touch, e quem tem a política de segregação de usuários em dois grupos: o mortal e o iMortal, abrirá a plataforma? E a Microsoft? Famosa por ignorar os padrões de navegadores em detrimento de tecnologias próprias, irá se comportar?

Ainda é cedo. Demasiadamente cedo para saber. Mas evidencias são encorajadoras. A Microsoft, por exemplo, declarou estar comprometida com os padrões web emergentes, liderados pelo HTML5, linguagem que fortalece qualquer browser sem força ou tecnologia para interpretar o Flash, QuickTime ou o Silverlight.

Steve Jobs, defensor do HTML5 e arqui-inimgo da plataforma Flash argumenta justamente que o .swf é um monstro consumidor de recursos e de bateria. Apesar de o smartphone da Apple não conseguir interpretar a linguagem da Adobe, os gadgets móveis munidos com o sistema operacional Android 2.2, do Google, conseguem. Exemplos precoces da aplicação do HTML5 oferecem uma visão do futuro. O Flickr Explorer, por exemplo, permite ao usuário ampliar as imagens na tela e navegar pelos álbuns de maneira mais veloz que o possível na atualidade.

O HTML5 permitirá que jogos complexos sejam rodados nos browsers

Com base em soluções como WebGL, os navegadores serão capazes de fornecer aplicações 3D com base em interfaces de programação sem a instalação de qualquer plug-in.

“É clicar, e pimba! Você estará se divertindo com um jogo 3D”, diz Upson, que compara o jogo na web à instalação de um sistema ou programa, sem usar uma mídia. Um exemplo de como poderá ser a experiência pode ser vista no YouTube, acessando o vídeo SplitSecond, um jogo com ares de arcade, sendo executado em um browser capaz de interpretar HTML5. A experiência do usuário é semelhante a observada em jogos de console ou de PC 3D.

Uma coisa é certa: o navegador do ano 2015 vai ter um papel muito mais importante no cotidiano do que tem hoje. E isso quer dizer muito. “Todos devem apoiar a web”, diz Upson, que emenda “ a web tem milhões de usuários”.

Isso sem contar os milhões que ainda estão por vir.
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Impressoras tornam-se novo risco à segurança das empresas


Aparelhos top de linha possuem HD próprio e os documentos arquivados não são protegidos, alerta a fabricante Canon.

Os usuários já se conscientizaram da atenção que devem ter quanto à segurança de seus computadores. Aos poucos, também têm percebido os riscos na utilização de smartphones.

Empresas do ramo de tecnologia, porém, alertam para um aparelho, muito conhecido, que iniciou um novo ciclo de desenvolvimento e, por isso, tornou-se problemático: a impressora.

Segundo a Canon, empresa japonesa de tecnologia, as impressoras top de linha, atualmente, possuem um disco rígido interno, onde armazenam as impressões em formato digital. Pior, os arquivos não são protegidos, tornando fácil sua extração.

Segundo Quentyn Taylor, diretor de segurança da informação da companhia, as pessoas, em geral, desconhecem o fato. “Elas não sabem que, hoje em dia, as impressoras de alto desempenho também são servidores. Eu sempre pergunto a minha audiência sobre isso e pelo menos 40% afirmam nunca ter ouvido a informação”.

A situação se agrava se for considerado que as impressoras costumam ser gerenciadas por equipes de gestão e não por profissionais de TI. “É como as antigas redes de telefonia. Na década de 70, elas foram instaladas de uma forma, agora, no entanto, com o advento do VOIP, há aspectos de segurança que devem ser abordados. O mesmo ocorre com as impressoras”.

Como solução, a Canon recomenda a instalação de um disco rígido especial nos aparelhos, onde exista a opção de criptografar os documentos. A empresa calcula que com 120 dólares a atualização possa ser feita (no mercado norte-americano).

Outra sugestão indispensável é o cuidado ao se desfazer das impressoras. Assim como um computador, elas também precisam ser formatadas, apagando todos os trabalhos arquivados no HD antes que sejam descartadas ou vendidas.
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Hackers usam códigos Javascript para atacar usuários do Twitter


Assuntos como Copa do Mundo e conflitos na Faixa de Gaza são iscas para instalar spywares e trojans no computador do internauta.

A Trend Micro identificou uma ameaça potencialmente perigosa que utiliza código Javascript para prejudicar usuários do Twitter. É a primeira vez que tal estratégia é utilizada, especificamente, contra os membros do microblog.

Segundo a empresa de segurança digital, o ataque, basicamente, é uma adaptação dos phishings presentes em mensagens eletrônicas, alternativa muito popular entre criminosos virtuais nos últimos anos. Segundo Rik Ferguson, da equipe de pesquisa da Trend, tanto documentos em PDF quanto arquivos executáveis estão sendo usados como isca para enganar os internautas.

“O programa espião, ao ser instalado na máquina, procura baixar outros malwares. Estamos investigando”, afirmou.

Para convencer os usuários a clicar no link infectado, os hackers se aproveitam dos assuntos que se encontram em destaque no cenário mundial. Em junho, por exemplo, os problemas na Faixa de Gaza e a Copa do Mundo foram os eleitos.

A precaução que os usuários da rede social devem ter não difere da postura recomendada para outros ambientes da internet: “O melhor é não clicar em links enviados por pessoas desconhecidas, nunca se sabe o que há no endereço de destino. Essa não é a primeira ameaça no Twitter e, com certeza, não será a última”, conclui Ferguson.
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Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, ganha Wi-Fi grátis


Rede tem velocidade de até 15 Mbps, mas varia conforme acessos.
Previsão é de que sinal chegue ao Morro da Providência em dois meses.

Quem precisa passar diariamente pela Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, comemorou a chegada do sinal de internet grátis na via. No início da tarde desta quinta-feira (18), foi inaugurada a rede Wi-Fi com velocidade de até 15 Mbps no trecho entre a Cidade Nova e a Candelária, um dos centros financeiros da cidade.

Testamos o sinal de internet, que faz parte do programa 'Rio Estado Digital', do governo do estado. O sinal variou e chegou a 5,5 Mbps. De acordo com o professor Lisandro Lovisolo, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), instituto parceiro na ação, o sinal varia de acordo com o número de usuários que acessam à rede. O investimento para a rede gratuita foi de R$ 2, 2 milhões.

“A velocidade depende do número de usuários que estejam usando o sinal. Mesmo assim, ele consegue ter um bom desempenho”, disse o professor.

Internet no ônibus

O analista de tecnologia da informação, Edson Martins, de 24 anos, sempre carrega o laptop na mochila. Ele espera usar a internet grátis enquanto estiver no ônibus em pleno engarrafamento na sempre movimentada Avenida Presidente Vargas.

“Como sempre ando com um laptop e com um celular Wi-Fi, vou aproveitar para usar enquanto estiver preso no trânsito. Vai ser bom, vou poder acompanhar sites de notícias e, claro, usar o twitter”, comentou o jovem.

Para usar o sinal, é preciso escolher a opção “P. Vargas digital”. Ao selecionar o item, o usuário é transferido para a página “Rio Digital”. É necessário clicar na opção “continuar” para ter acesso à internet.

Petrópolis também ganha internet grátis
O sinal de internet poderá ser captado por laptops ou desktops com placa de rede sem fio e celulares com condições de captar o sinal Wi-Fi. Nos prédios, o sinal pode ser captado, mas nos andares mais baixos e em cômodos voltados para a via.

Além da Avenida Presidente Vargas, um trecho da Rua Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana, recebeu o sinal de Wi-Fi grátis.

O secretário estadual de Ciência e Tecnologia Luis Edmundo Costa Leite afirmou que em dois meses, o sinal estará disponível também para o Morro da Providência e para as comunidades de Santo Cristo, Moreira Pinto, Pedra Lisa, Gamboa, Livramento e Saúde. A expectativa é de que os outros locais a receber a tecnologia sejam a Vila Militar, na Zona Oeste e a Saara, tradicional ponto do comércio popular no Centro do Rio.

O serviço já funciona nas orlas de Copacabana, Leme, Ipanema e Leblon, no morro Santa Marta, comunidades do Pavão-Pavãozinho/Cantagalo e parte da Rocinha, na Zona Sul, em um condomínio do PAC em Manguinhos, na Cidade de Deus, na Zona Oeste, na Avenida Brasil e em seis municípios da Baixada Fluminense.

Fonte G1
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