sexta-feira, 3 de junho de 2011

Microsoft lança teclado sem fio com sistema de criptografia

Periférico utiliza técnica de codificação para evitar que informações digitadas sejam interceptadas.


(Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)

A Microsoft lançou um teclado sem fio que possui um sistema de criptografia para os dados transferidos entre o periférico e o computador, evitando que informações digitadas sejam interceptadas por pessoas mal-intencionadas. A novidade é acompanhada de um mouse wireless para formar o conjunto Wireless Desktop 2000.

O mecanismo de segurança adotado pela empresa, para este equipamento, é o Advanced Encryption Standard (AES) – sistema de criptografia de 128 bits utilizado pelo governo dos EUA. O teclado ainda conta com botões de atalho para a Barra de tarefas do Windows e um apoio texturizado para proporcionar maior comodidade durante a digitação.


(Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)

Por sua vez, o destaque do mouse fica por conta da tecnologia BlueTrack empregada no sensor do dispositivo, permitindo que ele seja usado em qualquer superfície. O conjunto de periféricos custa aproximadamente US$ 40 – cerca de R$ 65 sem o cálculo de impostos. Confira as principais especificações do Wireless Desktop 2000:

  • 100 MB de espaço livre no disco de armazenamento;
  • Microsoft IntelliPoint v8.0 e Microsoft IntelliType Pro v8.0 instalados;
  • Suporte para Windows 7, Vista e XP (nesta última versão, sem compatibilidade com sistemas de 64 bits), além de Mac OSX 10.4 ou superior;
  • O teclado possui 44,7 cm de largura por 18,5 cm de altura e o mouse tem 6,7 cm de largura por 11,6 cm altura.


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Notebooks corporativos da Positivo chegam a partir de R$ 880

Linha N150i possui teclas côncavas e convexas para facilitar digitação.
Modelos contam com a segunda geração da família de processadores Intel.

Positivo tem linha corporativa renovada (Foto: Divulgação)
Positivo tem linha corporativa renovada
(Foto: Divulgação)

A Positivo anunciou na quinta-feira (2) sua oferta de notebooks para o mercado corporativo com o lançamento de novas linhas de produtos que contam com os novos processadores da Intel com configurações a partir de R$ 880.

A linha Master N150i, com oito opções de configuração, possui tela LED de 14 polegadas, memória RAM de até 8 GB, Wi-Fi b/g/n, porta gigabit ethernet, portas HDMI e três portas USB, sendo uma combo USB+eSATA, leitor de cartões, Bluetooth 3.0 e autonomia de até cinco horas.

Todos os modelos incluem disco rígido de 500 GB, áudio estéreo e processamento de vídeo integrado Intel HD Graphics 3000, webcam, leitor e gravador de CD e DVD. As configurações variam em relação ao processador: i3, i5 ou i7 e aos sistemas operacionais Linux ou Windows 7 Professional.

Um dos destaque dessa linha é o teclado Soft Touch, com teclas côncavas e convexas, que oferecem mais conforto ao usuário. O touchpad multitoque é incorporado ao notebook sem recortes e permite várias ações com dois ou três dedos simultaneamente, o que garante agilidade na execução de tarefas. Os preços são a partir de R$ 1.250.

Linha Master N10i
A linha N10i apresenta baixo consumo de energia e também tem tela LED de 14 polegadas, bateria de quatro células, processador Intel Atom D425 de 1,8 GHz, sistema operacional Linux, disco rígido de 500 GB e 2 GB de memória RAM, rede wireless b/g/n e três portas USB, sendo que uma delas é energizável mesmo com o notebook desligado, permitindo carregar a bateria de dispositivos, como celulares, por exemplo.

A configuração também inclui leitor de cartões (SD/MMC/MS/MS Pro), leitor e gravador de CD e DVD, webcam e microfone integrados. O notebook Positivo Master N10i, com acabamento em cinza chumbo, é vendido a partir de R$ 880.

Master N100i
A linha Positivo Master N100i reúne notebooks com processadores Intel Celeron, Pentium ou Core 2 Duo, memória DDR3 de até 4GB e saída HDMI, além dos demais recursos e funcionalidades presentes no Positivo Master N10i, com preços sugeridos a partir de R$ 1 mil.

Garantia
Os notebooks das linhas Master N10i, N100i e N150i são vendidos com várias opções de serviços. Os clientes podem escolher prazos de garantia de 12, 24 ou 36 meses, com modalidades de atendimento balcão ou on-site, e com tempos para solução adequados ao próprio negócio.

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LG lança dois novos modelos de notebooks



A LG anunciou dois novos modelos de notebooks: o LG P420 e LG P210. O destaque para esses novos produtos ficam para suas bordas superfinas, que deixam a tela um pouco maior, sem tornar o notebook maior, teclas com espaço para maior conforto na digitação e um touch pad invisível.

O modelo LG P420 está disponível nas cores branca ou preta, com tela LED LCD widescreen (16:9) de 14 polegadas, mas com as dimensões de um aparelho de 13 polegadas. Os processadores são os da família Core da Intel, sendo o i3 ou i5, memória de 4GB, saída HDMI e, para algumas versões, placa de vídeo dedicada, que proporciona melhor desempenho gráfico.

Já o notebook LG P210, disponível na cor branca, tem tela LED LCD widescreen (16:9) de 12,5 polegadas, com as medidas de um notebook de 11,6 polegadas, processadores Intel Core i3 ou i5, memória de 4GB, bateria de longa duração (até 5 horas) e saída micro HDMI.

Os novos notebooks chegam ao mercado brasileiro a partir deste mês, com preço sugerido a partir de R$ 2.199,00.

Abaixo, você confere as especificações técnicas de cada um deles:

  • LG P420
  • Processador Intel® Core™ i3 ou i5 de segunda geração
  • Memória de 4GB
  • Tela LED LCD de 14 polegadas
  • Alta definição (1366×768)
  • Windows® 7 original
  • Placa de vídeo da NVIDIA GeForce 1GB (apenas para algumas versões)
  • Webcam de 1.3MP c/ mic. estéreo
  • Saída HDMI
  • Disponível na cor preta ou branca

LG P210

  • Processador Intel® Core™ i3 ou i5
  • Memória de 4GB
  • Tela LED LCD de 12,5 polegadas
  • Alta definição (1366×768)
  • Windows® 7 original
  • Webcam de 1.3MP c/ mic. estéreo
  • Saída micro HDMI
  • Disponível na cor branca

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MSI apresenta notebook para gamer com placa gráfica Geforce GTX 560M


A Computex deste ano não está voltada exclusivamente para tablets e a MSI pretende mostrar que os notebooks também merecem um espaço na feira que rola em Taipei, Taiwan. O modelo se chama GT683R e tem uma placa gráfica extremamente poderosa para gerar gráficos, uma Geforce GTX 560M.

Esta placa gráfica vem com 1,5 GB de memória dedicada DDR5, mas não só a placa de vídeo chama atenção neste modelo, já que ele vem com processador Intel Core i7, duas portas SATA, duas velozes portas USB 3.0 e alto-falantes com subwoofer integrado. Ele já está disponível para compra com um valor sugerido de US$ 1.600,00, o que dá por volta de R$ 2.545,59 sem contar impostos.

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Windows 8: primeiras imagens, primeiros detalhes

Imagens oficiais do novo Windows surgem em conferência na Califórnia

Novo sistema operacional mira tablets, celulares e desktops

Novo sistema operacional mira tablets, celulares e desktops

Algo em torno de três anos se passaram desde que a Microsoft reconquistou a confiança do público na sua capacidade de fazer um excelente sistema operacional com a apresentação do Windows 7. Nesta quarta-feira (01), Steven Sinofsky, o grande responsável por essa conquista voltou ao palco da All Things Digital, evento que acontece anualmente na Califórnia, para mostrar o que a Microsoft está preparando para a versão que irá suceder esse SO.

Foi Steven Sinofsky quem, em 2006, apresentou pela primeira vez ao mundo o que se tornaria o Win 7. Neste ano, em um mundo diferente em que os tablets estão dominando o mercado e apontando um futuro onde a computação pessoal estará cada vez mais, bem, pessoal, na falta de uma palavra melhor, ele traz a aposta da Microsoft do que vai ser a melhor interface com esses novos equipamentos nos anos por vir.

Steven começou sua apresentação brincando com uma afirmação do entrevistador Walt Mossberg: “Vocês perderam algumas coisas nos últimos anos”. Sinofsky não piscou: “Bem, nós não fizemos o iPhone”. Mas completou: “Nós não estamos fora do jogo”.

De fato: Lembrando o que você leu no primeiro parágrafo, foi um longo caminho desde a primeira versão do Windows até o Windows 8 (nome que, segundo Steven, ainda não é definitivo). O mundo mudou e hoje o que se espera de um sistema operacional é que ele possa rodar em equipamentos tão distintos quanto o computador que está na sua casa e no seu celular. Ele lembra que a Microsoft estava de olho nisso quando nem se falava em tablets: “A função de toque (touchscreen) já estava presente no Windows 7, quando nem o iPad nem nenhum outro tablet estavam no mercado”.

Mas vamos ao que interessa.


O ponto principal do futuro sistema operacional é que ele será capaz de rodar em laptops, desktops e tablets. Ele será capaz de rodar em processadores Intel do mesmo jeito que roda nos processadores ARM (Nvidia, Qualcomm). Ele poderá ser onipresente.

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Algo capaz de rodar em tantos equipamentos precisa ter sua interface renovada, e a interface inicial do novo Windows terá uma nova cara, próxima à vista nos celulares Windows Phone 7, com grupos de aplicativos que são possíveis de acessar com toque. Um teclado também está disponível, podendo inclusive ser dividido em dois, para digitar com os polegares nos cantos da tela.

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Um detalhe: essa é UMA interface possível para o SO. A conhecida interface a que estamos acostumados nos nossos computadores também está lá. A interface com jeitão de celular foi escrita em HTML 5 e Javascript. O Internet Explorer (que no lançamento do novo Windows estará na sua versão 10) foi reescrito para ser usado com a nova interface.

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Para aqueles que preferem a interface clássica, uma boa notícia: você também vai poder usar os dedos nela, já que o sistema foi reescrito de modo a entender os toques muito menos precisos da mão humana em relação ao ponteiro do mouse.

O melhor de tudo é que, segundo Sinofsky, os computadores e tablets capazes de rodar o Win 7 hoje serão capazes de rodar a próxima versão do SO.

Apesar de não dar uma data específica para o lançamento do Windows 8, Steven afirmou no fim da apresentação que várias novidades serão apresentadas em setembro deste ano, em uma conferência para desenvolvedores que irá acontecer na Califórnia.

Fonte: All Things Digital

Fotos: Asa Mathat (All Things Digital)
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Texas Instruments anuncia novo processador multicore para Windows 8

Empresa aproveita divulgação do sistema operacional da Microsoft para lançar seu próximo produto.


(Fonte da imagem: Divulgação / Texas Instruments)

As companhias não estão perdendo tempo: com o recente anúncio oficial do Windows 8, surgem também os primeiros componentes que serão compatíveis com o novo sistema operacional. Assim como a Qualcomm, a Texas Instruments não ficou para trás e divulgou o lançamento do processador multicore OMAP4470, de 1,8 GHz.

O grande destaque do produto é sua composição: dois núcleos Cortex-M3 de 266 MHz, que melhoram o processamento multimídia com baixo consumo de energia, além de outros dois Cortex-19 MPCores de 1,0 GHz, para otimizar a navegação pela rede em até 80%.

Sua execução ideal é em tablets, netbooks ou smartphones que rodam Android, Linux ou Windows 8. Ele também segue a moda de produção de processadores no formato SoC (abreviação para System on a chip, quando um único circuito integrado concentra todos os componentes de um aparelho).

Confira algumas características do produto:

  • Dois núcleos Cortex-M3 de 266 MHz;
  • Dois núcleos Cortex-19 MPCores de 1,0 GHz;
  • Resolução máxima de 2048 x 1536;
  • Suporte a até três telas HD;
  • Suporte HDMI com 3D estereoscópico;
  • GPU PowerVR SGX544 com suporte a DirectX9, OpenGL ES 2.0, OvenVG 1.1 ou OpenCL 1.1.

Com a novidade, a Texas Instruments promete concorrência contra processadores como o da própria Qualcomm, com o recente Kal-El e a mais nova linha Sandy Bridge. O OMAP4470 deve chegar ao mercado no primeiro semestre de 2012.



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Campus Party 2012 será realizada em São Paulo


Evento reunirá campuseiros entre os dias 6 e 12 de fevereiro do próximo ano
A Futura Networks, organizadora da Campus Party, anunciou hoje que a edição 2012 do evento será realizada no Parque Anhembi, em São Paulo (SP). O evento, que poderá receber até 8 mil campuseiros de acordo com Paco Ragageles, co-fundador da Campus Party, será realizado entre os dias 6 e 12 de fevereiro.

Após os problemas na última edição do evento, realizada no Centro de Exposições Imigrantes também em São Paulo, rumores apontavam que a Campus Party 2012 poderia ser realizada em outra cidade. Campuseiros enfrentaram quedas de energia e de conexão de internet durante a edição 2011.


Apagão de energia e conexão com a internet atrapalhou estadia dos campuseiros na Campus Party

O site oficial do evento já mostra a contagem regressiva para lançar a próxima versão do site oficial do evento que, após o lançamento, apresentará detalhes sobre a programação da próxima edição do evento. Há também um link para um fórum, por onde os campuseiros do Brasil podem sugerir temas para atividades e palestras.

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Novos notebooks da LG têm bordas finas


Bordas finas dão mais espaço para tela de 12,5 ou 14 polegadas
A LG está lançando dois novos modelos de notebooks da série P, o P420 e P210. O diferencial da série são as bordas finas, que proporcionam mais espaço útil na tela. Os modelos chegam ao mercado brasileiro neste mês, com preço sugerido a partir de R$ 2.200

O notebook P420 tem tamanho de um laptop de 13 polegadas, mas sua tela LED wide (16:9) tem de 14 polegadas, diferença proporcionada pelas bordas finas. Em sua versão mais básica, ele vem com processador Intel Core i3, memória RAM de 4GB e HD de 320 GB. Ele conta também com três portas USB 2.0, uma HDMI, conexão Wi-Fi e Bluetooth. O P420 está disponível nas cores branca ou preta e pesa aproximadamente dois quilos.

O outro modelo lançado pela LG, o P210 tem tamanho de um notebook de 11,6 polegadas, mas sua tela LED LED wide de tem 12,5 polegadas. Seu processador é Intel Core i3 ou i5, tem memória RAM de 4GB e 320 de espaço em seu HD. Completam a configuração duas portas USB 2.0 e uma saída HDMI. Segundo a LG, a bateria dura cinco horas e o aparelho pesa 1,3 quilo. Ambos os notebooks contam com câmera webcam de 1.3 MP e têm como sistema operacional o Windows 7.

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Polícia recupera laptop graças a programa que envia localização e fotos para o dono

Vítima de roubo criou blog que mostrava localização do aparelho
A polícia da Califórnia recuperou um laptop roubado graças a um programa que envia os dados de localização do suspeito para o dono, junto com fotos tiradas a partir da sua webcam.

Um taxista de 27 anos foi indiciado por posse ilegal de propriedade roubada. O computador havia sido furtado em março do apartamento do dono, o designer de programas de interatividade Joshua Kaufman.

"Estou tão feliz de tê-lo recuperado. E também aliviado que não tenha de assistir enquanto alguém usa o meu velho computador", afirmou Kaufman à BBC.

O programador tinha instalado em seu Mac um programa chamado Hidden, que coleta as informações de localização, faz imagens da tela e tira fotos na webcam a partir do momento em que o roubo é registrado. O material é enviado para o dono.

Blog thisguyhasmymacbook
Aldebashi, o taxista: preso por porte ilegal de propriedade roubada
Aldebashi, o taxista: preso por porte ilegal de propriedade roubada

O caso ganhou a atenção da imprensa americana por causa do aparente desinteresse da polícia de Oakland, CA, que demorou a agir mesmo com a enxurrada de evidências que o programa enviava.

As fotos mostraram um homem de barba rala e cabelo desgrenhado dormindo no sofá e assistindo a vídeos no YouTube.

Uma das imagens da tela registra as informações do suspeito apagando o perfil de Kaufman do MacBook e acessando a sua própria conta de email.

"Na verdade, não era muito interessante. A maior parte das fotos era bem chata – só um sujeito olhando fixamente para a tela, ou dormindo, ou assistindo a vídeos na cama", disse Kaufman.

Campanha

Para chamar a atenção, o designer de programas começou a postar as fotos e as informações em um blog, thisguyhasmymacbook, e uma conta no Twitter.

A estratégia funcionou. Na terça-feira, um produtor do programa de entretenimento Good Morning America, da rede de TV ABC, contatou a polícia de Oakland para obter informações mais recentes sobre o caso de Kaufman.

A policial que atendeu o programa, Holly Joshi, descobriu que a queixa havia sido classificada por engano junto com os casos sem pistas existentes.

AP
Kaufman: notebook recuperado
Kaufman: notebook recuperado
Três horas mais tarde, segundo relatou Kaufman no blog, a polícia usou o email do taxista Muthanna Aldebashi para agendar uma corrida falsa com a empresa na qual ele trabalhava e efetuar a prisão.

Aldebashi não foi indiciado pelo roubo em si, mas admitiu ter conhecimento de que o laptop era roubado.

"Estamos sempre buscando na tecnologia maneiras mais inteligentes de capturar os criminosos e solucionar os crimes", disse a policial Joshi à BBC. "Isto representa uma tecnologia que pode ser útil para nós."

O responsável pelo Hidden, Toby de Havilland, disse à BBC que o caso também atraiu boa publicidade para o programa.

"As pessoas começaram a dizer que era uma campanha ‘'viral' nossa", disse. "Definitivamente percebemos um aumento (no interesse pelo produto)."

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IBM abre o porão para mostrar 100 anos de tecnologia

Empresa está fazendo uma série de manifestações comemorativas ao centenário
A IBM está há cem anos entre as empresas mais importantes de tecnologia e, para comemorar esta marca, acaba de tirar o pó de seu acervo de máquinas de tabulação de dados.



A empresa iniciou suas atividades através do trabalho de Herman Hollerith tabulando informações do censo de 1890, nos Estados Unidos. Mas foi só mais tarde que a empresa assumiria o nome ainda hoje consagrado.

Em comemoração aos 100 anos, a IBM está realizando uma série de ações, como, por exemplo, o lançamento de dois vídeos (100 × 100, que mostra 100 personalidades falando sobre a empresa, cada uma nascida em um de seus anos de existência, e They Were There, de Errol Morris).

Na Grã-Bretanha, os escritórios de Winchester abriram seus porões para resgatar parte da memória da empresa, em forma de hardware do passado. O jornal The Inquirer visitou as instalações e encontrou relíquias da história computacional da humanidade, como máquinas de perfuração de cartões (conhecidas como Punch-Card), relógios de ponto, núcleos magnéticos de memória e outras curiosidades.





Talvez o maior destaque cultural protagonizado pela empresa, ainda que indiretamente, tenha sido como fonte de inspiração para HAL 9000, computador da obra “2001 – Uma Odisséia no Espaço”. Arthur Clark revelou em sua obra que o nome HAL advém das letras antecedem IBM.

Entre as curiosidades disponibilizadas pela IBM na rede, vale conhecer a lista dos 100 Ícones de Progresso da empresa e o arquivo de Memorabilia em comemoração ao centenário.

Outro destaque da história da empresa fica por conta de seu envolvimento com nada menos que as Missões Apolo, da NASA.

O crédito das imagens é do site The Inquirer.





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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Intel Canoe Lake: netbook ultrafino com processador Cedar View

Modelo conceitual apresentado pela primeira vez durante a Computex 2010 conta com tela de 10,1 polegadas e sistema operacional Windows 7.

A Malata, companhia especializada na venda de computadores pessoais de baixo custo, deve iniciar em breve a comercialização do Intel Canoe Lake. O aparelho, um netbook conceitual com design ultrafino apresentado pela primeira vez na Computex 2010, deve ser vendido com um preço abaixo de US$ 600.

A novidade foi anunciada durante a Computex 2011, embora ainda não haja previsão de quando o aparelho deve chegar às lojas. Confira abaixo os detalhes técnicos revelados sobre o netbook até o momento:

  • Processador Intel Cedar View;
  • Sistema operacional Windows 7;
  • Tela de 10,1 polegadas;
  • Disponível com 1 ou 2 GB de memória RAM;
  • Duas portas USB 2.0;
  • Entrada para cartões SD;
  • Saída VGA;
  • Saída para microfone e caixas de som;
  • Wi-Fi integrado, com Bluetooth opcional.

Assim como a data de lançamento, o preço final do dispositivo permanece um mistério. Até o momento, a novidade sequer aparece no site oficial da Malata.



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Mundo terá mais aparelhos conectados do que pessoas até o final do ano, diz Cisco

Dispositivos conectados devem representar duas vezes a população mundial em 2015, quando cada pessoa terá, pelo menos, dois aparelhos

O número de dispositivos conectados a internet deve superar a população mundial, que é de quase 7 bilhões de pessoas, até o final de 2011, indica estudo da Cisco, fabricante de equipamentos de telecomunicações, divulgado hoje. Em 2015, este número equivalerá a duas vezes a população mundial. Cada pessoa terá, em média, dois dispositivos conectados à internet, o dobro da média registrada em 2010 pelo mesmo estudo.

Reprodução
Tráfego de internet deve quadruplicar até 2015, diz estudo da Cisco

Com o aumento do número de dispositivos conectados à internet, o tráfego de dados total da internet aumentará para quase 1 zetabyte, o mesmo que 1 trilhão de gigabytes. Em média, cada pessoa será responsável por enviar e receber até 11 gigabytes por mês -- 8 gigabytes per capita a mais que o registrado em 2010.

Segundo a Cisco, aumentará a quantidade de dados enviados e recebidos por meio da internet a partir de dispositivos fora da categoria de computadores. Em quatro anos, os PCs serão responsáveis por 33% do tráfego de dados gerado na internet, mas TVs, tablets e smartphones apresentarão taxas de crescimento de 101%, 216% e 144%, respectivamente.

Isso também contribuirá para que o número de dispositivos conectados por meio de redes sem fio ultrapasse o número de dispositivos com conexão Ethernet. Em 2015, os dispositivos com conexão cabeada responderão por 46% do total, enquanto os dispositivos sem fio representarão 54%. Atualmente, os aparelhos que se conectam à internet por meio de cabo são maioria e representam 63% do total.

Vídeos dominarão a internet

Em seu estudo, a Cisco também confirma que o tráfego de dados gerado por vídeos superou o gerado por comunicações ponto-a-ponto (P2P) em 2010 e que, já em 2012, os vídeos representarão 50% de todo o tráfego de internet no mundo. Para 2015, os números são ainda mais impressionantes: 1 milhão de minutos de vídeos serão transmitidos por meio da web. Para assistir a quantidade de vídeos enviados a cada segundo em 2015, uma pessoa precisaria de pelo menos cinco anos.

Reprodução
Tráfego de dados gerado por vídeos transmitidos deve dominar a internet

Segundo o estudo, todas os serviços de vídeo pela internet (TV, vídeo sob demanda, internet e compartilhamento P2P) representarão 90% do tráfego global de dados gerado pelos consumidores. Entre as categorias, o maior crescimento será dos serviços de vídeo sob demanda, que devem triplicar até 2015. Isso é o equivalente ao total de vídeos de 3 bilhões de DVDs por mês.

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Entenda como funciona a computação em nuvem

A importância deste novo modelo de computação e como ela afeta nossas vidas
A Computação em Nuvem, ou Cloud Computing, é algo que está se tornando cada vez mais falado e que cada vez mais gente está usando. Mas, realmente, o que é este tipo de computação que promete alterar totalmente a forma como trabalhamos no computador e na internet? Nossos dados estarão seguros nesta nuvem? Existe algum perigo de que percamos nossas informações e arquivos? Quais as vantagens e desvantagens de se trabalhar dessa forma? Muitas são as perguntas, mas a respostas vão surgindo com o tempo e algumas já até mesmo existem.

A ideia por trás da computação em nuvem é fazer com que o processamento de dados e informações seja feito em uma rede e não em um computador local. Em outras palavras, quando se utiliza o serviço da nuvem, quem “trabalha” no processamento dos dados são os softwares e hardwares da rede em questão e não o computador do usuário, que necessita apenas de um navegador ou de aplicativos que trabalhem como clientes.

Um excelente exemplo do poder da nuvem é o Google Maps. Se os computadores dos usuários fossem fazer todos os cálculos e processamentos para o gerenciamento dos mapas e rotas que podem ser feitas no site da Google, isso levaria um tempo imenso, além de utilizar praticamente toda a memória e capacidade de processamento do computador. Entretanto, o serviço pesado é feito pelos computadores da gigante das buscas, que entregam o conteúdo ao usuário “já mastigado”, ou seja, apenas o que usuário realmente precisa ou quer.

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Com os dados “salvos” na nuvem, os usuários podem acessá-los por meio de inúmeras plataformas diferentes. Crédito: Digitizor.com.

Ao utilizar um processador de texto online, por exemplo, é a mesma coisa. Quem processa o texto, a informação de entrada e de saída são os computadores do servidor e não do usuário. Outra facilidade, para estes casos, é que os documentos são salvos automaticamente (e a intervalos de segundos), dando uma segurança ainda maior aos usuários.

Bernard Golden, chefe-executivo da HyperStratus (hyperstratus.com), e autor do livro "Virtualization for Dummies" (de 2008, ainda não editado no Brasil), acredita que “a nuvem já é uma realidade com alto grau de adoção, tanto por setores privados quanto públicos”. Ele afirma que países em desenvolvimento como o Brasil terão grande aceitação e uso da computação em nuvem, visto que as empresas que nascem e se desenvolvem atualmente possuem maior liberdade de escolha entre quais sistemas escolher, seja ele o mais tradicional ou em nuvem. “As companhias (em países em desenvolvimento) não possuem tantos centro de dados instalados, como em países desenvolvidos, assim, estão mais livres para escolher qual caminho seguir”, conclui o executivo.


Exemplos de computação na nuvem

Email

Pode ser até mesmo ingênuo não pensar ou lembrar disso, mas o e-mail foi um dos precursores da navegação em nuvem. Basta pensarmos na quantidade de informações que são armazenadas e trocadas via correio eletrônico sem que nenhum dado sequer tenha de ser baixado ou gravado nos computadores, a não ser anexos – claro.

Arquivos

O gerenciamento e manutenção de arquivos na nuvem também passou a ser algo muito importante, senão fundamental, para quem trabalha com grandes quantidades de documentos digitais. Pesquisadores, alunos de pós-graduação ou quaisquer pessoas que trabalhem com uma boa quantidade de planilhas, documentos ou imagens acabaram encontrando na nuvem um excelente local para manter seus documentos atualizados e seguros. Afinal, não são poucas as notícias daqueles que perderam computadores e, junto com eles, seus dados importantes e/ou confidenciais. Exemplos de sites que oferecem este tipo de serviço são o MobileMe, da Apple, o Dropbox e o Google Docs.

Músicas

Ouvir música na internet também já virou um costume – e talvez há mais tempo. Mesmo no Brasil, já é comum quem tenha se acostumado a ouvir as rádios em alguns sites da internet, com músicas que o usuário pode escolher na hora, seja pelo estilo musical ou pelo artista. Há agora também serviços ainda mais específicos, como o Grooveshark ou a Last.fm, em que os usuários criam contas e podem configurar totalmente a sua rádio, desde a escolha de músicas até a sugestão de outros artistas, de acordo com o gosto musical. Vale lembrar também que até mesmo a gigante Google entrou no mercado das músicas na nuvem com o lançamento há algumas semanas do Google Music que, a princípio, estará disponível apenas nos Estados Unidos, mas que deve chegar em breve a outros países.

Documentos e trabalho

Há algum tempo também o trabalho com documentos diretamente na nuvem já ganhou popularidade, principalmente em grupos em que mais de uma pessoa precisa ter acesso ao mesmo documento. Um dos melhores exemplos é o Google Docs, que armazena os documentos e os torna editáveis por quem o proprietário julgar necessário. Trabalhos de escola, faculdade ou mesmo em empresas ficam mais rápidos e fáceis, pois todas as pessoas relacionadas a ele podem acessar o documento e alterá-lo, já que o mesmo está na nuvem.

Notas e produtividade

Atualmente, a utilização de aplicativos de notas também ganhou muita popularidade, principalmente por serem uma boa ferramenta na organização de ideias, projetos, lembretes ou simplesmente informações que gostaríamos de armazenar. Sites como o Evernote possuem aplicativos multiplataforma, tanto para computadores quanto para smartphones.

Web Apps

Trabalhar na nuvem também é possível e isso se dá principalmente devido aos web apps, ou aplicativos de internet. A plataforma mais famosa é o Google Apps, com aplicativos para documentos de texto, planilhas de cálculos, apresentações, leitores de arquivos em PDF, além de outros como agenda e gerenciador de tarefas. É claro que outras grandes empresas também possuem aplicativos que funcionam diretamente na internet, como a Microsoft, com o Office Web Apps, ou mesmo a Apple, que possui um grande catálogo de _web apps_.

Entretanto, com o lançamento da sua loja de aplicativos, a Chrome Web Store, a Google apresenta uma enorma quantidade de aplicativos e jogos cuja plataforma não é mais o sistema operacional do usuário, mas sim o seu navegador Chrome. Sendo assim, diversos “programas” podem ser instalados diretamente no navegador do usuário, sem que faça qualquer diferença o seu computador ou seu sistema operacional. Além disso, por estarem todos conectados à nuvem, sua informações são constantemente atualizadas e sincronizadas sempre que uma alteração é realizada.

A chegada da Google e o Chrome OS

Um grande marco no desenvolvimento da cloud computing é a chegada do novo sistema operacional da Google, o Chorme OS, que é inteiramente baseado na nuvem. Utilizando este novo tipo de SO, o usuário terá uma experiência totalmente diferente, já que salvar e guardar arquivos e documentos em seu “disco rígido” será coisa do passado e tudo será salvo remotamente, ou seja, na nuvem.

Recentemente a gigante das buscas apresentou oficialmente o Chromebook, com dois modelos feitos em parceria com a Acer e a Samsung e que serão os primeiros computadores a rodarem o novo SO. No ano passado a empresa já havia mostrado um pouco de como seriam estes computadore, com o protótipo Cr-48 que já mostrava algumas boas qualidades e vantagens do trabalho e da computação na nuvem.

Sobre o Chrome OS – e os demais sistemas que devem ainda aparecer – Golden acredita que ele terá uma grande quantidade de usuários, mas que terão um papel de “segundo computador”. Ou seja, segundo o executivo, “as pessoas terão aparelhos como o Chromebook em locais em que as principais atividades serão navegar na internet e acessar e-mail, mas, em seus escritórios, terão um computador com um sistema operacional convencional e capaz de realizar as tarefas mais complexas”, conclui Golden.

Veredicto?

É claro que começar a usar os computadores desta nova forma pode ser um pouco complicado para quem está acostumado com pastas, diretórios, arquivos e documentos, e provavelmente algumas atividades ainda necessitarão de sistemas operacionais convencionais. Entretanto, em um mundo cada vez mais móvel e com a internet cada vez mais ao alcance de todos e em todos os lugares, a nuvem acaba se tornando um meio muito interessante de trabalho e acesso a informações.

Computadores, netbooks, smartphones e tablets; a computação em nuvem está pronta para seja qual for a plataforma, o que permite uma mobilidade sem precedentes para os usuários que, caso desejem, não mais precisarão carregar pen drives e discos de armazenamento, podendo acessar suas informações de qualquer lugar, a qualquer hora, desde que haja uma conexão à internet e uma plataforma de acesso. É claro que problemas ainda existirão, principalmente no que diz respeito à confiança, segurança e estabilidade das conexões à internet.

Sendo assim, veredicto virá com o tempo e com o uso.

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Novo processador Intel Atom poderá reduzir preços de netbooks

O modelo Atom N435 é voltado a máquinas de menos de US$ 200 em mercados emergentes

A Intel apresentou nesta quarta-feira uma nova versão do processador Atom que ajudará a reduzir o preço de netbooks em mercados emergentes para menos de US$ 200. Entretanto, o preço reduzido também pode reduzir o desempenho.

O processador Atom N435 tem apenas um núcleo e roda a 1.33 GHz com 512 KB de cache, o que o torna o mais lento dentre os modelos da segunda geração da série N de processadores usados na maioria dos netbooks atuais. Modelos como o Atom N450 e N455 são mais rápidos, e rodam a 1.66 GHz.

A Asus está usando o novo Atom N435 em seu Eee PC X101, que tem um preço estimado em US$ 199. O portátil está sendo exibido na feira de tecnologia Computex, em Taipei, Taiwan.

Netbooks atualmente no mercado geralmente tem preço superior a US$ 250. Os novos netbooks usando o N435 irão possibilidar “um novo patamar de preço acessível para mercados emergentes”, diz Suzy Ramirez, uma porta-voz da Intel, em um e-mail.

O novo processador ajudou a dar um impulso ao sistema operacional Meego, da Intel, e à loja de aplicativos AppUp, já que vários netbooks equipados com o novo chip rodam o sistema, baseado em Linux. O Acer Aspire One Happy 2, Samsung N100 e Lenovo IdeaPad S100, todos usando o novo processador N435 e rodando o Meego, estão sendo mostrados na Computex.

Preços menores também podem ajudar a renovar o interesse em netbooks, versões menores e com menor poder de processamento dos tradicionais notebooks, mais adequados a tarefas como processamento básico de textos e navegação na web. Após um lançamento fenomenal em 2008, as vendas de netbooks diminuiram no ano passado, parcialmente por causa do crescente interesse nos tablets.

O rápido crescimento dos tablets também está afetando os PCs, cujas vendas estão crescendo a uma taxa menor do que a esperada. Em uma tentativa de contra-atacar os tablets, a Intel anunciou nesta terça-feira planos para colocar novos chips em uma nova categoria de laptops mais leves e mais finos chamados “Ultrabooks”, que serão 40% menores que a maioria dos notebooks atualmente no mercado. A Intel espera que até o final de 2012 os Ultrabooks sejam responsáveis por 40% das vendas de todos os notebooks para o consumidor doméstico.

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Intel adicionará novo recurso de hibernação aos processadores dos PCs

Com o recurso, usuários poderão “acordar” e retomar o uso de um notebook mais rapidamente

A Intel está adicionando dois novos recursos aos seus processadores para notebooks e netbooks. Um deles irá permitir que os aparelhos em modo de hibernação sejam religados e estejam prontos para o uso em cinco ou seis segundos.

A Intel demonstrou os novos recursos nesta terça-feira durante a feira Computex em Taipei, Taiwan. A tecnologia Rapid Restart permite que o estado do sistema operacional e aplicativos de um PC seja gravado em um flash drive dedicado, permitindo que seja recarregado e o aparelho retome a operação rapidamente, mesmo caso a bateria seja removida ou reinstalada.

O outro recurso, batizado de Intel Smart Connect, permite atualização constante das informações em um PC mesmo que ele esteja em modo de espera (standby). A máquina “acorda” periodicamente e busca por novos e-mails e outras informações, como posts no Twitter, e então volta ao modo de espera.

Os novos recursos serão incorporados aos processadores Sandy Bridge, segunda geração da família Intel Core, até o final deste ano. A empresa também irá adicionar estes recursos aos processadores da família Cedar Trail, projetada para netbooks. Segundo a Intel, os primeiros processadores Cedar Trail serão lançados no ano que vem.

Espera e hibernação são dois modos de operação que permitem aos usuários “desligar” seus notebooks sem perder o estado do sistema, como os aplicativos abertos, e retomar rapidamente seu uso depois. Em “espera” um notebook tem consumo muito baixo de energia, mas volta à ativa mais rapidamente quando a tampa é aberta. Já em hibernação o consumo de energia é praticamente zero, mas a máquina demora mais para “acordar” e voltar à atividade, já que é praticamente desligada.

O Vice-Presidente Executivo da Intel, Sean Maloney, anunciou os novos recursos durante uma apresentação na Computex, e disse que eles são uma resposta aos tablets: “uma das coisas que aprendemos com os eles é a importância vital do tempo de resposta do sistema. Os usuários simplesmente não querem esperar a máquina “dar boot””, disse ele.

Os tablets representam um mercado no qual a Intel está demorando para estabelecer uma presença. Atualmente a maioria dos tablets, além dos smartphones, usa processadores de uma rival da Intel, a ARM Holdings, porque eles são considerados mais eficientes no uso de energia.

Em resposta, a Intel vem desenvolvendo seus próprios processadores de baixo consumo em sua família Atom. Durante sua apresentação, Maloney mostrou brevemente protótipos de tablets e smartphones baseados nos processadores “Medfield” da empresa. Os primeiros produtos usando o novo processador devem começar a chegar ao mercado entre seis e nove meses.

Ao mesmo tempo, a Intel já tem fabricantes como a Fujitsu, Toshiba, Lenovo, NEC, Dell, Viewsonic e outros desenvolvendo tablets baseados na mais recente geração do processador Intel Atom, batizada de Oak Trail e anunciada em Abril. Segundo a empresa, trinta e cinco tablets equipados com este processador chegarão em breve ao mercado.

Muitos destes tablets foram vistos na Computex rodando Android, Windows 7 e o Meego, sistema operacional da própria Intel. A empresa disse que muito em breve um mesmo tablet será capaz de rodar os três sistemas operacionais, a gosto do usuário.

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Resolva cinco problemas comuns no Word


O Word não abre, as colunas de texto não se alinham e as fontes teimam em voltar para o padrão? Não se preocupe: siga estas dicas e resolva seus problemas.

O Microsoft Word é capaz de te manter acordado a noite toda, e não só porque você está com dificuldades para elaborar um texto. Você muda a fonte de um trecho do texto, e ele volta à fonte anterior sozinho. As colunas não alinham. O programa congela e leva seu texto junto.

Mostramos aqui cinco problemas comuns que podem arruinar uma boa noite de sono de qualquer usuário do Word, e como corrigí-los. Os conselhos abaixo são válidos tanto para o Word 2007 quanto para o Word 2010.

1. O Word não abre

Que pesadelo! Você clica no ícone e o Word congela antes de terminar de abrir ou fecha sozinho, e nada do que você faça resolve o problema!

Nesse caso, são grandes as chances de que o modelo (Template) padrão esteja corrompido. Substituí-lo por uma cópia de segurança ou deixar o Word recriá-lo do zero provavelmente será o suficiente para fazer com que as coisas voltem a funcionar.

A primeira coisa que você precisa fazer é abrir a pasta que contém os modelos. Com o Word fechado clique no menu Iniciar, digite %appdata%\microsoft\modelos no campo de busca e tecle Enter. Você deverá ver uma janela do Windows Explorer com um ou mais arquivos, um deles chamado Normal, Normal.dotm ou Normal.dotx. Este é o modelo padrão.

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O arquivo "Normal" na pasta de modelos do Word é o modelo padrão

Se você personalizou bastante o Word - mudando estilos ou escrevendo macros (especialmente macros) - restaurar um backup é a melhor opção. Usuários do Windows 7 podem fazer isso facilmente, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo Normal e selecionar a opção Restaurar versões anteriores. Na janela que surge, escolha uma das versões listadas (de uma época em que o Word estava funcionando, por exemplo) e clique no botão Restaurar...

Mas se a janela diz Não há versões anteriores disponíveis e você não tem um backup manual do arquivo, a solução é forçar o Word a criar um novo modelo padrão. Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo Normal e escolha a opção Renomear. Dê ao arquivo qualquer nome que vier à cabeça, Anormal serve. Quando você tentar abrir o Word novamente, ele irá criar um novo arquivo Normal com as configurações padrão da Microsoft.

Dependendo do estado do modelo padrão corrompido, talvez você ainda consiga carregá-lo depois que o Word estiver aberto. No Word 2007, clique no botão do Office (o botão redondo no canto superior esquerdo da janela) e escolha o item de menu Novo. No Word 2010 escolha o mesmo item no painel Arquivo na Ribbon (a barra de ferramentas no topo da tela). Na janela que surge, clique na opção Meus Modelos e selecione o modelo Anormal (ou qualquer nome que você tenha dado a ele). Se o Word não fechar sozinho, isso significa que você poderá continuar a usar o modelo Anormal em seus documentos.

2. O Word fechou, e levou meu texto junto!

Como qualquer outro programa de computador já escrito, o Word às vezes fecha sozinho. O Windows também, e nesse caso o Word vai junto. Ou pode ser um “crash” de hardware, que leva o Windows e o Word juntos em um efeito cascata. Seja qual for a causa, a realidade é inevitável: o Word irá ocasionalmente fechar sozinho sem lhe dar a chance de salvar seu trabalho. Mas quanto dele você irá perder, e como minimizar os danos deste desastre?

O Word salva seus documentos de duas formas. Use ambas com sabedoria e você estará mais preparado para os imprevistos. Primeiro há o bom e velho método manual que todos já usaram. Tecle Ctrl+B (Ctrl+S se sua versão do Word estiver em inglês) e o arquivo estará salvo no HD. Na primeira vez em que você fizer isso com um arquivo novo, terá de dar um nome ao documento e dizer ao Word onde guardá-lo. Mas depois disso, basta apertar Ctrl+B.

É uma boa idéia desenvolver o hábito de teclar Ctrl+B frequentemente. Faça isso sempre que se levantar para tomar um café, parar para pensar ou quando escrever uma frase realmente boa.

Mas o Word tem uma outra forma de salvar frequentemente seus documentos: é a AutoRecuperação (AutoRecover em inglês). Este recurso provavelmente já está ativado, mas não custa verificar: no Word 2007 clique no botão do Office e escolha o item Opções do Word no menu. No Word 2010 clique na aba Arquivo na Ribbon e escolha Opções no painel à esquerda.

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A AutoRecuperação pode salvar sua vida, e sua sanidade mental

Clique no item Salvar na lista à esquerda da janela que surge e certifique-se de que a opção Salvar informações de AutoRecuperação a cada XX minutos está marcada. Você pode mudar o intervalo de tempo se quiser, eu prefiro 5 minutos em vez dos 10 da configuração padrão. Usuários do Word 2010 devem também marcar a opção Manter a última versão AutoRecuperada, se não estiver marcada.

A partir daí, no intervalo determinado a AutoRecuperação irá salvar uma cópia de seu documento com um nome diferente numa pasta que você nunca precisará abrir. Quando você fecha o documento ou encerra normalmente uma sessão do Word, o arquivo é apagado. É importante lembrar disso: estes arquivos gerados automaticamente são temporários e não substituem a cópia do arquivo salva manualmente.

Mas se o Word fechar sozinho, basta abrí-lo novamente e um painel de recuperação de arquivo permitirá a você escolher entre a última versão salva automaticamente e a última salva manualmente do arquivo com o qual você estava trabalhando. Escolha a mais recente.

3. As colunas não se alinham

Já tentou criar uma página onde o texto na coluna da esquerda tem que estar alinhado com o texto na coluna da direita? A maioria das pessoas tenta fazer isso usando tabulação ou o recurso de colunas do próprio Word, mas ambos são garantia de trabalho extra e dor de cabeça. Você pode facilmente perder uma hora tentando alinhar tudo perfeitamente, até descobrir que precisa adicionar uma frase extra a uma das colunas, tirando tudo de alinhamento.

A solução é: não use colunas, use uma tabela.

Na aba Inserir na Ribbon, clique no ícone Tabela e escolha um layout de duas colunas e uma linha (Tabela 2x1), por exemplo. Isto fará a tabela surgir no documento, mas aqui está o problema: você não quer que ela apareça.

Duas novas abas devem estar visíveis no topo da tela, chamadas Design e Layout, em uma seção chamada Ferramentas de Tabela. Clique em Design e na setinha diagonal apontando para a direita ao lado do item Desenhar Bordas. Na janela que surge escolha a opção Nenhuma sob o item Definição.

Se a tabela “desaparecer”, clique na aba Layout e no botão Exibir Linhas de Grade (o segundo à esquerda na Ribbon). Você verá que as bordas da tebla estão “pontilhadas”. Isso significa que você conseguirá vê-las na tela, mas elas não serão impressas.

Se você não quiser que as duas colunas tenham a mesma largura, arraste o separador vertical entre elas até que estejam do tamanho desejado.

Para usar a tabela, tecle TAB quando estiver na coluna à esquerda para levar o cursor à coluna direita. Teclar TAB enquanto o cursor está na coluna direita cria uma nova linha, e coloca o cursor na coluna esquerda dessa linha. Teclar ENTER insere uma quebra de linha na linha atual.

4. A fonte padrão não te deixa em paz

Você não gosta da fonte padrão do Word, e decide mudá-la. Na próxima vez em que você cria um novo documento, ela volta ao padrão. Então você muda de novo. E ela reverte ao padrão novamente. Que coisa irritante!

O truque para solucionar o problema é saber onde mudar a fonte, de uma vez por todas. Faça a mudança no modelo Normal (aquele do primeiro problema) e ela será permanente.

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Mude a fonte no modelo padrão para tornar a alteração permanente

Comece um novo documento, e na aba Início na Ribbon encontre o estilo Normal (geralmente o primeiro) na seção Estilo. Clique com o botão direito do mouse sobre ele e escolha a opção Modificar. Mude a fonte sob o item Formatação na janela que surge, marque a opção Novos documentos baseados neste modelo no rodapé da janela e clique em OK. A partir de agora, todo novo documento que você criar usará a fonte que você escolheu como padrão.

5. Você quer reformatar alguns parágrafos, mas não todos

Você está trabalhando em um documento imenso, dividido em subseções. Então o chefe dá a ordem: os títulos de cada subseção, e somente eles, devem estar em uma fonte diferente. Por exemplo, você criou o documento inteiro com a fonte Bookman Old Style em tamanho 12, e para destacar as subseções colocou seus títulos em negrito e sublinhados. Mas o chefe insiste que eles tem que estar em Arial tamanho 14.

Você pode ir de subseção em subseção no documento inteiro e mudar as fontes manualmente, mas é trabalhoso demais. E se seu chefe mudar de idéia mais tarde e quiser outro estilo, é trabalho em dobro.

Mas se você usou os estilos enquando escrevia o documento - atribuindo o estilo Título 2 às subseções e Normal a todo o resto, por exemplo - a tarefa é fácil. Vá para uma das subseções, não importa qual delas, e mude a formatação do título até que esteja do agrado de seu chefe. Agora, clique com o botão direito do mouse sobre o título, selecione a opção Estilos no menu e a opção Atualizar Título 2 para corresponder à seleção. Pronto! Todas as ocorrências do estilo Título 2 no documento serão modificadas automaticamente.

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Altere um estilo e todas as ocorrências dele no documento mudam junto

Mas se você não usou os estilos, as coisas serão mais difíceis: antes será necessário substituir a formatação atual dos títulos por um estilo. Você pode fazer isso automaticamente usando a função Localizar e Substituir.

Com o documento na tela, tecle Ctrl+G para abrir a janela Localizar e Substituir. Clique na aba Substituir e deixe os campos Localizar: e Substituir por: vazios. Clique no botão Mais >> no canto inferior direito da janela.

Clique no botão Formatar e selecione as opções de formatação que correspondem aos seus títulos de suas subseções. Em nosso exemplo, escolha a opção Fonte. Na janela que surge, em Estilo da fonte: escolha Negrito. Em Estilo de sublinhado: escolha a opção correspondente à que usou no texto. Clique em OK.

Agora clique no campo Substituir por: e no botão Formatar novamente, mas desta vez escolha Estilo. Na janela que surge, escolha o estilo que quer aplicar aos títulos das subseções, como Título 2. Clique em OK e no botão Substituir Tudo.

Agora que seus títulos das subseções tem um estilo único, use as instruções anteriores para mudar o estilo, e todos os trechos de texto onde ele foi aplicado, automaticamente.

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Santanna atribui saída da Telebrás a 'insatisfação' sobre banda larga


O atual presidente da Telebrás, Rogério Santanna, cuja substituição foi anunciada na terça-feira (31), afirmou à Agência Brasil que sua saída deve ter ocorrido por "insatisfação de alguns setores" sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). A mudança na direção da estatal deve ser confirmada em reunião do conselho de administração nesta quarta-feira (1º).

O plano foi lançado em maio do ano passado, com o objetivo de triplicar o acesso à banda larga de 11,9 milhões de domicílios para 40 milhões de domicílios até 2014. Em abril deste ano, Santanna admitiu que dificilmente a estatal conseguiria cumprir as metas estabelecidas para o PNBL em 2011 – de levar internet rápida para 1.163 municípios. Diante de alguns atrasos, a meta foi reduzida para 800 cidades.

“O governo anunciou que vai fazer alguns ajustes na Telebrás e não tinha me falado nada. Hoje (terça), eu descobri que o ajuste é a minha saída. Devo ter provocado alguma insatisfação em setores que não enxergam no Plano Nacional de Banda Larga um bom projeto”, disse Santanna à agência do governo na noite de terça (31).

Na terça, a Telebrás divulgou um comunicado ao mercado em que afirma esperar que a nomeação de Caio Bonilha para a presidência da estatal seja efetivada pelo conselho de administração. Bonilha, que ocupa o cargo de diretor comercial da Telebrás desde novembro do ano passado, foi indicado pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para substituir Rogério Santanna.

De acordo com o comunicado, a indicação de Bonilha "tem por objetivo fortalecer a empresa e sua relação com o Ministério das Comunicações, a fim de propiciar melhores condições para o cumprimento de sua missão no âmbito do Plano Nacional de Banda Larga".

Ainda de acordo com a estatal, o ministro prestou agradecimentos a Santanna pelo "papel fundamental no reestabelecimento das atividades da Telebrás".

O comunicado informa que Bonilha é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com especialização pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ele é engenheiro, especializado em tecnologias, negócios e estratégias para empresas de telecomunicações e energias.

Primeira etapa
Na terça-feira (31), a Telebrás confirmou que concluirá a construção dos primeiros 337 km da rede de fibra ótica previstos no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) até a metade de junho. A estatal gestora do PNBL afirmou que este primeiro trecho fará parte do Anel Sudeste, ligando Brasília a Itumbiara, cidade goiana situada na divisa com Minas Gerais. A conexão da rede principal a outros municípios da região será finalizada até o início de julho, afirmou a Telebrás.

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) consiste na construção de uma rede nacional de telecomunicações com a meta de levar internet de alta velocidade a 4,2 mil municípios brasileiros até 2014, por meio de uma rede de cerca de 30 mil km.

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Google diz que notebooks são o foco do Chrome OS, por enquanto


Empresa ainda não tem planos de expandir seu sistema operacional para tablets e smartphones
Taipé, Taiwan - O Google vai manter os notebooks como foco de seu sistema operacional Chrome, e não tem planos imediatos para oferecer o sistema para tablets ou combiná-lo ao seu popular sistema operacional Android para smartphones, disse um importante executivo da empresaO Google vem realizando avanços agressivos no mercado de sistemas operacionais para computadores, dominado pela Microsoft, cujo sistema operacional Windows aciona 90% dos computadores mundiais.

O Google registrou avanço de 100% no número mundial de usuários do Chrome, nos últimos 12 meses, para 160 milhões, disse Sundar Pinchai, vice-presidente da divisão Chrome da empresa, em entrevista coletiva durante a feira de computação Computex, em Taiwan, terça-feira.

"O Chrome OS é um modelo de computador projetado tendo em mente diversos formatos, mas nosso foco continua a ser o formato notebook, por enquanto. Ainda não temos outros planos", disse Pichai em resposta a uma pergunta sobre a disponibilidade do Chrome para tablets.

Laptops equipados com o Chrome e projetados especialmente para acesso à Web, produzidos pela Samsung Electronics e Acer, chegarão ao mercado em junho, lutando contra os produtos da Microsoft e Apple.

Já que o número de seus parceiros entre os fabricantes de computadores continua pequeno, o Google criou um centro especial para o Chrome em Taiwan, na esperança de atrair novos parceiros na região, informou Pinchai, sem acrescentar detalhes.

O sistema operacional básico é essencialmente um navegador de Web que conduz os usuários a aplicativos como programas de e-mail e planilhas acessíveis online, em lugar de utilizar software instalado no computador.

Alguns analistas afirmam que vai demorar algum tempo para que o Chrome seja capaz de revolucionar o mundo dos computadores da mesma forma que o Google Android fez no mercado de aparelhos móveis.

"A questão é determinar se o Google tem o foco e o bom senso necessários em termos de marketing para posicionar o Chrome OS de forma a concorrer com os sistemas operacionais rivais para tablets e computadores, no mercado ao consumidor", disse Steve Hodgkinson, diretor de pesquisa da Ovum para a região Ásia-Pacífico. "Isso vai requerer muito investimento no desenvolvimento de software e em marketing, e o risco é de que o Chrome OS se perca no meio do caminho, mais que um smartphone ou tablet mas menos que um sistema operacional pleno para laptops."

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Intel tenta criar nova categoria de computador portátil, os ultrabooks

Com processadores de alto desempenho em máquinas finas e leves, os novos computadores são a aposta da Intel para os próximos anos

A nova aposta da Intel para o mercado de portáteis foi anunciada na Computex 2011, em Taipé (Taiwan). Os ultrabooks, nova categoria de notebooks com alta capacidade de processamento, preço competitivo e espessura fina foi anunciado hoje na feira de tecnologia, que acontece até o próximo sábado.

AP
Sean Maloney, da Intel, apresentou visão da empresa sobre ultrabooks no evento

Segundo o vice-presidente executivo da Intel, Sean Maloney, os ultrabooks serão a transição entre o PC convencional e os tablets. A empresa espera que até 2012, 40% dos consumidores de notebooks sejam ultrabooks. Maloney definiu o ultrabook como um híbrido de laptop-tablet, com boot (processo de inicialização do sistema operacional) rápido, telas sensíveis ao toque e preço inferior a US$ 1.000.

A Asus foi uma das primeiras fabricantes a anunciar ultrabooks na Computex 2011. Baseados em processadores Intel Core (i5 e i7), os novos aparelhos têm menos de 20 milímetros de espessura e pesam menos de 1 kg. O primeiro modelo anunciado nessa linha foi exibido ontem no stand da Asus na Computex, com lançamento oficial hoje.

Divulgação
UX21, da Asus, é o primeiro modelo de ultrabook anunciado em parceria com a Intel

O modelo UX21 mede apenas 17 milímetros de espessura, pesa 1,1 kg e usa processador Core i7. Com corpo e teclas de metal e trackpad de vidro, o UX21 deve chegar ao mercado como um dos principais concorrentes ao MacBook Air, notebook que está presente no mercado desde 2008 e já explora as características da nova categoria proposta pela Intel.

Mercado

Os processadores da Intel estão em 80% dos computadores em uso no mundo, mas a empresa não conseguiu adaptá-los para uso em tablets e celulares inteligentes até agora. Fabricantes como a Motorola e a Apple preferem processadores fabricados com tecnologia para uso eficiente de energia, licenciados pelo grupo britânico ARM.

Comentando sobre a concorrência com a ARM, Mooly Eden, vice-presidente da Intel, disse à Reuters que a Intel chegou tarde ao mercado de tablets, mas não fracassou. "Chegamos tarde. Hoje há muitos tablets sem chips Intel, mas estamos fazendo grande esforço para recuperar o atraso. E acredito que tenhamos conseguido nos tablets."

*Com informações da Reuters.

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