segunda-feira, 20 de junho de 2011

O que é memória flip-flop?


A não ser que você seja um profissional de eletrônica ou informática, provavelmente não deve ter ouvido falar muito dos flip-flops. Assim mesmo, eles estão presentes em muito mais do que você imagina, inclusive no computador que você está usando para ler esta matéria.

Trata-se do bloco primário utilizado na construção de unidades de armazenamento de dados em dispositivos eletrônicos, sendo o componente principal da memória mais rápida encontrada em aparelhos computacionais: os registradores.


Processador, o melhor amigo do flip-flop

Hierarquia de memórias

Você já pôde conferir um descritivo sobre como funciona a memória RAM. Nele, explicamos que existem vários tipos de memória no computador, com velocidades e tamanhos distintos entre si, como cache, RAM e disco.

Também comentamos que o processador trabalha mais rápido do que qualquer uma delas, fazendo necessário o uso de uma hierarquia rígida para dar prioridade de uso para a memória mais veloz disponível. No topo delas estão os registradores.


Os diferentes níveis de memória usados pelo CPU (Fonte da imagem: Tecmundo)

Registradores são unidades de armazenamento inclusas no chip do CPU, onde os dados de entrada e saída para todos os cálculos e comparações são armazenados e, então, enviados para outros repositórios maiores, como a RAM.

Por estarem tão próximos do circuito de processamento, eles podem ter seus valores acessados e mudados na mesma frequência com que o processador trabalha e, para isso, o uso de flip-flops é essencial.

Feitos apenas de circuitos

A memória RAM usa capacitores ligados a circuitos combinacionais (transistores) para manter os valores 0 ou 1, um método relativamente barato. Já os registradores usam flip-flops, que são compostos apenas de circuitos lógicos e podem fazer o mesmo trabalho muito mais rápido.


Esquema de um flip-flop simples (Fonte da imagem: Wikipédia)

Na engenharia da computação, usam-se portas lógicas para ilustrar esquemas de circuitos combinacionais (ou sequenciais). Um flip-flop simples (latch) pode ser facilmente representado por duas portas NOR ligadas entre si, de forma cruzada.

Este aplicativo web de simulador de circuitos pode ajudar você a entender isso na prática (necessário ter o plugin Java instalado). Se você pressionar o botão “~Set”, o circuito irá ativar o bit de “Q”, que ficará vermelho. Pressione o mesmo botão novamente. Nada acontece, não é mesmo? É justamente esse o objetivo: manter gravado indefinidamente o valor na ponta da saída.

A única forma de tirar o bit de lá é usando o botão “~Reset”, ou desligando a energia do circuito. A outra saída que você vê, chamada de “~Q”, sempre vai conter o valor inverso de “Q”, constituindo assim, uma memória latch de dois estados permanentes.

Naturalmente, computadores usam circuitos mais elaborados do que esse, já que existe a necessidade de um clock de sincronia, endereçamento e outros aditivos. Mesmo assim, a essência por traz do armazenamento não muda.

Tanto a memória feita por flip-flops quanto a de capacitores são voláteis, o que significa que os dados serão perdidos caso a energia que as alimenta acabe. O mesmo não ocorre com o disco rígido ou a memória flash (pendrive), que podem manter os seus dados idefinidamente.

Por outro lado...

Apesar de serem mais rápidos, flip-flops ocupam mais espaço físico do que os outros tipos de armazenamento, tornando inviável colocar milhões deles em um pente de memória, como ocorre com a RAM.

Por esse e outros motivos, a maioria das arquiteturas de processadores não utilizam mais do que 32 registradores, sendo que cada um deles possui 8 bits (um byte). Flip-flops também têm um custo de fabricação muito maior, se comparados à memória RAM comum.

Mas não são só os processadores que usam esse tipo de memória. Flip-flops podem ser encontrados em qualquer tipo de equipamento eletrônico, mesmo os não computacionais (que não executam processamento), desde aparelhos de telefone até semáforos de transito.


Um bom exemplo de outras aplicações para flip-flops

Aliás, o próprio o CPU utiliza muitos outros flip-flops espalhados pelos seus circuitos, além daqueles nos registradores. Os diversos microcontroladores e periféricos do computador também fazem uso desse tipo simples e eficiente de armazenamento de dados.



Read More

Assuntos do dia no Twitter - segunda-feira, 20/6/2011

Estes são os principais assuntos que entraram na lista de "Trending Topics" da rede social de microblog Twitter nesta segunda-feira, 20 de junho de 2011. O Twitter mede os assuntos do dia em todo o mundo e também entre os usuários do Brasil e de duas cidades brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro.

Header Trending Topics Brasil V3 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Trending Topics no Brasil às 12h26 (Foto: Reprodução)
Trending Topics no Brasil às 12h26 (Foto: Reprodução)

Ryan Dunn: integrante do programa "Jackass" morreu de madrugada desta segunda-feira (20) em acidente de carro na Pensilvânia, nos EUA. O comediante tinha 34 anos.

#bancodeseguidores: a proposta, como o nome dá a entender, é criar um banco de seguidores no Twitter. Quem posta uma mensagem com a hashtag sinaliza que quer fazer parte da iniciativa seguindo e sendo seguido pelos demais participantes.

Evangeline Lilly: a atriz, que participou do seriado "Lost", foi confirmada ontem no elenco de "O Hobbit", filme de Peter Jackson baseado na obra de J.R.R. Tokien.

#sabatinakassab: internautas acompanham e repercutem a sabatina do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promovida pela Folha de S.Paulo e pelo UOL.

#wimbledon: tópico com comentários e notícias sobre o Aberto de Tênis da Inglaterra, em Wimbledon, um dos torneios mais tradicionais do circuito. Nesta seguda-feira (20), o brasileiro Thomaz Bellucci foi eliminado da disputa.

GAGA WON: tópico comemora os prêmios recebidos pela cantora Lady Gaga no MuchMusic Video Awards. Ela ganhou nas categorias Melhor Clipe Internacional (por "Judas") e Artista Internacional Favorita (por "Born This Way").

3YearsCampRock:: fãs dos Jonas Brothers lembram os 3 anos de lançamento de "Camp Rock", filme da Disney estrelado pela banda e um dos maiores sucessos do estúdio.

Martha Rocha: a chefe da Polícia Civil do RJ foi entrevistada ontem no programa de Marília Gabriela, no SBT. No sul, este também é o nome de um doce à base de pão de ló, chantily e fios de ovos, o que gera confusão entre os internautas.

Revendedor: hoje é o Dia do Revendedor de Petróleo e Derivados.

Os trending topics do Brasil foram mensurados às 12h26.

Header Trending Topics Mundo V3 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Trending Topics no Mundo, 12h51 (Foto: Reprodução)
Trending Topics no Mundo,
12h51 (Foto: Reprodução)

Ryan Dunn, 3YearsCampRock e GAGA WON estão entre os tópicos mais comentados.

#vacationwishlist:: internautas compartilham seus desejos e planos para as férias. Os países do hemisfério norte já estão no período de férias de verão.

#signuasidechick: (sinais de que você é “a outra”) nesta brincadeira, internautas falam de sinais que evidenciam se uma garota é a namorada ou “a outra”. Tópico começou com post do escritor americano Jeremy Drummond.

#eternalwookday: fãs comemoram aniversário do cantor coreano Kim Ryeo-wook, que completa 24 anos.

Mersey Shore: sites dizem que a MTV estaria perto de anunciar o reality show Mersey Shore, nos moldes do americano Jersey Shore, mas baseado em Liverpool, na Inglaterra. Muitos moradores protestam contra o programa.

Bam Margera: nome do skatista e colega de trabalho de Ryan Dunn. A notícia sobre a morte de Dunn foi confirmada pela mãe de Margera. Os dois trabalhavam juntos em "Jackass" e no "CKY Crew". Tópico relacionado: CKY.

Os trending topics do Mundo foram mensurados às 12h51.

Header Trending Topics Rio - VALE ESSE (Foto: Editoria de Arte/G1)
Trending Topics no Rio às 12h37 (Foto: Reprodução)
Trending Topics no Rio às 12h37 (Foto: Reprodução)

Ryan Dunn, #bancodeseguidores, #sabatinakassab, Evangeline Lilly, #wimbledon, GAGA WON, Martha Rocha e 3YearsCampRock estão entre os tópicos mais comentados.

Jackass: tópico relacionado a Ryan Dunn, astro do programa Jackass, morto nesta segunda-feira (20) em um acidente de carro nos EUA.

Os trending topics do Rio foram mensurados às 12h37.

Header Trending Topics São Paulo VALE ESSE (Foto: Editoria de Arte/G1)

Trending Topics em SP às 12h28  (Foto: Reprodução)
Trending Topics em SP às 12h28 (Foto: Reprodução)
Ryan Dunn, #sabatinakassab, #bancodeseguidores, #wimbledon, GAGA WON, Jackass e 3YearsCampRock estão entre os tópicos mais comentados.

Corpus Christi: feriado católico que celebra a presença de Cristo na Eucaristia. Alguns internautas dizem não saber ao certo o significado da data, mas comemoram por ser feriado.

Raça Negra: internautas recordam músicas da banda Raça Negra após ser exibida na TV publicidade da coletânea de CDs que comemora os 27 anos de carreira do grupo.
Read More

Supercomputador mais rápido do mundo tem mesmo poder de 1 milhão de PCs

Ranking dos 500 supercomputadores mais rápidos do mundo foi anunciado hoje em conferência na Alemanha

O supercomputador K, criado pelas empresas japonesas Fujitsu e Riken, é considerado o computador mais rápido do mundo, de acordo com o ranking divulgado hoje durante a Conferência Internacional de Supercomputadores (ICS 2011), realizada em Hamburgo (Alemanha). O ranking considera a velocidade de processamento da máquina.

Divulgação
K tem mesmo poder de processamento de 1 milhão de desktops

De acordo com os fabricantes, em sua atual configuração, o K é composto de 672 racks equipados por 68.544 unidades de processamento (CPUs). Com isso, é capaz de processar 8,162 petaflops ou 8,2 milhões de cálculos por segundo. Para efeito de comparação, o poder desta máquina equivale ao de 1 milhão de computadores de mesa.

O supercomputador ainda não está pronto. Os dois fabricantes investirão para que ele tenha, no total, 800 hacks para abrigar CPUs. Ele deve ficar pronto até novembro de 2012, quando participará do projeto Infraestrutura Computacional de Alto Desempenho (HPCI, na sigla em inglês), iniciativa liderada pelo governo do Japão. Ele ajudará em pesquisas sobre o clima, metereologia e prevenção de desastres.

Segundo os fabricantes, o conjunto de hardware somente não seria capaz de alcançar o primeiro lugar no ranking dos supercomputadores. O feito se deve à grande interconexão entre todas as CPUs e do software que controla todas elas, de modo a extrair toda a capacidade de processamento do supercomputador. O conjunto completo gasta 9,89 megawatts de energia, equivalente à energia usada para abastecer 10 mil casas.

Read More

Notebook HP Pavilion dv6-3090

Tela de toque, travamento por biometria e ótimo processamento

O DV6-3090BR é uma máquina parruda e cheia das coisas. A começar pela tampa, que não é preto piano. Os grafismos da tampa não são pintados, mas esculpidos, o que confere um ar arrojado e de extremo bom gosto ao objeto, mas que pode acumular poeira em pouco tempo. Além disso, o acabamento é todo fosco e portanto não risca muito e esconde as marcas de dedos.

Quando ligamos, uma das primeiras e principais diferenças que percebemos está na tela. Além de ser 16:9 em alta definição, dá pra interagir com ela, tocando na tela e executando ações. Já viu um notebook com tela de toque? Mas pra quê serve isso? Como é um notebook que também é voltado ao entretenimento, essa tela de toque serve para controlar as músicas, vídeos e fotos na interface especial da HP. Além disso, você pode escrever em letra manuscrita direto na tela ou em um pequeno teclado que abre na tela.

Essa tela tem 15,6 polegadas e é de alta resolução, ideal para assistir filmes ou jogar games. Ela suporta até 1366 × 768 pixels, sendo retroiluminada por LEDs. Assim, confere boa qualidade de imagem para tarefas diversas. Para filmes, poderia ser Full-HD (1920 X 1080), pelo menos, não acham?

No peso ele não é econômico. Os recursos pesam, e isso se reflete em 2,4 quilos em apenas um notebook. Cuidado com as costas ao colocá-lo na mochila, porque isso pesa e muito.

A máquina

O teclado é do tipo que tem teclas espaçadas e muito confortável e leve ao digitar. Os atalhos diretos, como tem sido comum nos computadores HP, estão nas teclas de função, na disposição contrária do que é comum. Ao pressionar a tecla, ativa-se o atalho ali presente (por exemplo, ativar Wi-Fi ou emudecer o alto-falante). As teclas de função mesmo (F1 a F12) precisam da ajuda da tecla Fn. Para chamar o Help, por exemplo, é preciso pressionar Fn+F1.

O touchpad entretanto é apenas regular. A superfície de toque é boa sim, mas cai no velho erro de colocar os botões integrados à área de toque, para aumentar o tamanho útil do touchpad. Isso incomoda quem costuma ficar com um dos dedos permanentemente sobre um dos botões. Além disso, o botão direito não funciona a contento: é necessário pressioná-lo bem na pontinha mais externa, ou quem acaba pressionado é o esquerdo.

Há um leitor de Blu-ray e gravador de DVD de camada dupla, 3 portas USB, conexão Ethernet, Wi-Fi, Bluetooth, webcam de 1.3 megapixels com microfone integrado, porta VGA, saída para fone de ouvido e entrada para microfone e porta E-Sata. Com ele também é possível assistir seus vídeos em uma tela maior, já que o modelo vem com uma porta HDMI. Tem bons alto-falantes, da Altec Lansing, mas o volume é muito baixo. E antes da metade do curso o som já começa a distorcer muito.

Processamento e bateria

Seu processador é um Phenom II P920 de quatro núcleos, da AMD. Simplesmente voa! Sua performance é comparável à dos Core i5 e (em algumas situações) e à dos Core i7 da Intel, mas com um preço mais em conta. Ele ainda tem 6 GB de memória DDR3 rodando a 1333 MHz e um disco rígido de de 1TB girando a 5200rpm com função de proteção contra quedas. A velocidade de 5200rpm faz com que ele dê umas pequenas engasgadas às vezes quando há acesso aos dados do disco rígido, mas nada que atrapalhe.

No DV6-3090BR temos uma placa de vídeo dedicada, mas em vez de ter apenas 64MB de memória de video, a ATI Mobility Radeon HD 5650 com nada menos do que 1GB de memória dedicada. Seu desempenho ainda não chega perto das placas parrudas para desktops, mas está muito bom para a maioria dos jogos modernos. E melhor: há dois chips gráficos (GPU). Quando ligado na tomada, a Radeon HD 5650 entra em cena. Quando na bateria, um chip mais econômico e pouco poderoso, (mas ainda assim capaz de alta definição), o ATI Mobility Radeon HD 4250, entra no lugar para poupar energia.

Com tudo isso, sua bateria de lítio de 6 células aguenta um pouco menos do que 2h horas de uso intensivo da placa dedicada, mas em uso normal, com Wi-Fi, Bluetooth e aplicativos em execução, o sistema aguentou bem umas 4 horas. No modo econômico, a autonomia sobe para mais de 5 horas. Ele vem com Windows 7 Professional 64 bits, pacote de softwares de gerenciamento da HP, programas Windows Live, Cyberlink DVD Suite e Norton para avaliação.

Quem compraria

Quem quer mesmo substituir o desktop parrudão que tem em casa por um notebook parrudão. Ele é completo, completíssimo, não deixa a desejar em quase nada. Serve para os jogos mais pesados, programas que exigem do processador – como CAD e edição de vídeo – e desempenha com facilidade as tarefas do dia a dia. Mas é caro que dói, e por isso exigirá um bom investimento de quem o desejar. Mas ainda é mais barato que um Vaio com metade de todo esse desempenho.

Prós:

• Tela de toque;

• Duas chips gráficos;

• Processamento muito poderoso;

Contras:

• Muito pesado;

• Muito caro;

• Bateria dura pouco;

HP Pavilion dv6-3090

Preço: R$ 3343
Read More

Seria hora de esquecer as senhas?

Nos últimos meses, houve uma sequência constante de sites e serviços online sendo hackeados, seguidos pelos usernames e senhas dos seus usuários sendo distribuídos publicamente na web. É um problema real, e que só vai piorar.

Fato: as pessoas usam a mesma senha em mais de um site. Digamos que uma lista contenha o username hello@gmail.com, com a senha abcd1234. Você sabe que este username e esta senha funcionarão em alguns outros sites; É incrivelmente comum as pessoas terem apenas uma senha, que usam em praticamente todos os sites. Porque as pessoas são idiotas.

Ou talvez seja porque inventar várias boas senhas seja difícil demais. Em um espaço de tempo relativamente curto, nós deixamos de precisar de um punhadinho de senhas diferentes, para sentirmos a necessidade de termos dezenas delas. Pense em todos os logins que você tem. Criar uma senha forte diferente para cada um desses sites é um trabalho que ninguém quer ter. Por isso as pessoas reutilizam senhas.

De fato, pesquisas feitas sobre dois dos maiores vazamentos de senhas recentes (o da Sony e o da Gawker Media, que inclui o Gizmodo e o Kotaku americanos) mostraram que dois terços das pessoas com contas tanto na Sony quanto na Gawker usavam a mesma senha nos dois serviços. Obviamente, essas pessoas muito provavelmente usaram a mesma senha em outros sites e serviços.

Depois do vazamento de senhas da Gawker, muitos lugares tomaram atitudes para tentar proteger os seus usuários expostos. O LinkedIn, por exemplo, cruzou os emails vazados com a sua própria base e desabilitou os encontrados. Mas, é claro, sites preocupados com a segurança dos seus usuários não são os únicos que estão cruzando dados dessa forma – e os outros que estão fazendo isso não têm propósitos tão nobres.

Atualmente, quando você vê um grande vazamento de usernames, não há muita coisa que possa ser feita com isso por um zé mané qualquer. Ele pode tentar alguns dos logins em vários sites, como Gmail ou Facebook, sim, mas isso é como achar uma chave na rua e sair tentando ela de casa em casa no bairro próximo. Sem uma ferramenta automatizada que tente a lista inteira contra vários sites, é uma técnica ineficiente. E, felizmente, essas ferramentas automatizadas não são tão comuns a ponto de qualquer idiota (como eu!) poder casualmente encontrar e utilizar uma delas. Mas isso vai mudar.

Hoje, o LulzSec está só distribuindo gasolina. Logo, logo, alguém vai chegar com um fósforo. Eis o que ainda não aconteceu, mas vai acontecer:

Num futuro não muito distante, alguém vai lançar uma ferramenta muito simples que vai automaticamente cruzar os usernames e senhas contra todos os sites mais populares, ou contra algum site específico – qualquer site que tenha um campo de login e senha. Dessa forma, quando uma lista de credenciais cair na rede, qualquer idiota (de novo, como eu!) será capaz de simplesmente rodá-la contra qualquer site que ele queira, ganhando acesso a contas bancárias e de email, redes sociais, intranets corporativas, qualquer coisa. Instantaneamente. Se fizerem esta ferramenta de modo open-source, ela será impossível de deter.

É até um tanto surpreendente que isso não tenha acontecido ainda, de tão fácil e óbvio que é.

O Firesheep também era peixe pequeno. É uma ferramenta simples que intercepta cookies não encriptados em redes abertas e permite usar estes cookies para ganhar acesso a certos sites. Ele abriu as portas da invasão de contas para as massas, permitido a pessoas que de outro modo não fariam isso invadirem contas do Facebook, Twitter e Dropbox em um impulso.

Imagine um sistema similar, que permita às pessoas ganharem acesso total ao fazer o login de fato, em vez de apenas capturar um cookie de sessão. Um programa que rode automaticamente uma lista de logins contra uma lista de sites faria o Firesheep parecer inofensivo em comparação.

A ideia mais comum que você vê hoje, em termos de proteção pessoal na internet, é usar uma senha única para cada site. A única maneira de fazer isso, claro, é bolar um esquema pessoal de geração de senhas, ou usar um programa de geração e gerenciamento delas, como o 1Password. Mas isso tudo é band-aid.

O que nós precisamos mesmo é que um modo inteiramente novo de apresentar nossas identidades na web. A autenticação de dois fatores do Google é um passo no caminho certo, mas é uma chatice, e a maioria das pessoas não vai se dar o trabalho de se inscrever a não ser que seja forçada. Ideias como logins biométricos, ou provar a sua identidade dentro do próprio navegador estão rolando, mas ainda são sonhos de um ou outro, e ainda não há sinais de adoção em massa de nada nesse sentido.

Nós estamos entrando em um mundo de telas de toque, um mundo cheio de sensores, com câmeras fazendo parte de praticamente tudo. Queremos ver grandes empresas, com dezenas ou centenas de milhões de usuários, como o Google, ou o Facebook, ou a Microsoft, ou a Apple, começarem a encarar este desafio com seriedade. É hora de abandonar as senhas, antes que precisemos trocá-las todas de novo.

Read More

backup Como fazer backup fácil e barato do seu GMail

Os usuários do GMail colocam boa parte das suas vidas nas suas caixas de entrada do serviço. Depois de quase sete anos e um espaço de armazenamento que só cresce, quem consegue evitar? Daí vem o problema: se acontece alguma coisa e a sua Inbox fica vazia, como proceder? É hora de tomar uma providência quanto a isso. É hora de fazer um backup. E nós vamos te apresentar cinco opções que variam do fácil ao geeky, do grátis ao baratinho.

Vale lembrar que o que aconteceu com o GMail no último fim de semana não resultou em perda permanente de dados para ninguém, e que foi apenas um incômodo grande, mas passageiro, que acometeu 40.000 pessoas – representando uma parcela de 0,02% do total de usuários. Eventualmente todo mundo recuperou seus dados, graças à medida preventiva do Google de armazenar uma cópia em fita de tudo. Mas, durante um fim de semana, 40.000 pessoas ficaram sem acesso a qualquer email que enviaram ou receberam. Isso vem para nos (re)lembrar do que sempre esquecemos: a importância de um backup.

Abaixo, listamos cinco opções de backup, para todos os gostos. Escolha a sua e vamos lá.

Para quem não se importa de pagar por conveniência: Backupify


Quando você se cadastra no Backupify, a única coisa que você tem que fazer é autorizar o acesso dele à sua conta do Google. Mais absolutamente nada além disso. O Backupify baixa seus dados do servidor do Google e faz uma cópia dos últimos dois ou três dias em média. À medida que novos dados chegam, os antigos vão sendo apagados.

Além do GMail, o Backupify também salva seus dados do Facebook, fotos do Flickr, documentos do Google Docs, sua coleção de Tweets e informações de outros webapps. O melhor de tudo é que eles estão com uma promoção: você ganha o primeiro ano grátis se usar o código savegmail. Vale muito a pena testar.

Local, grátis e estupidamente fácil: MailStore

O MailStore é um aplicativo exclusivo para Windows cuja única função é se conectar ao seu email e fazer backup de tudo que está lá, sem soltar um pio. Perfeito.

Instale o MailStore, rode-o e escolha o tipo de conta que você quer guardar. Além do GMail, você pode escolher Yahoo, Hotmail/Live e qualquer serviço que ofereça suporte a POP ou IMAD, além dos seus emails locais do Outlook ou Thunderbird. Entre com as suas credenciais para a conta escolhida, diga quais pastas você quer guardar e clique em Run. Pronto.

Se você quiser guardar o seu backup em DVD ou USB, o MailStore já divide o backup em pedaços menores e faz a gravação para você. Dentro do aplicativo, você pode fazer buscas nos seus emails guardados e exportar emails individuais.

Para os mãos fechadas que gostam de automação


Quais são as implicações de usar o Hotmail primariamente como um backup gratuito das suas mensagens do GMail? Não sabemos dizer. Mas o fato é que o próprio Hotmail quer que que você faça isso, por isso foi criada a facílima ferramenta TrueSwitch.

Primeiro você cria uma conta gratuita no Hotmail, inventa uma boa senha para ela, depois vá à página do TrueSwitch, digite seus dados de acesso do GMail e do Hotmail e escolha o que você quer que o Hotmail copie. Assim como em todas as opções de backup, você vai ter que esperar um pouco. Quando todos os seus dados tiverem chegado, você recebe um email avisando.

O Hotmail é uma boa solução de backup, na real. Além de permitir que você envie mensagens com o endereço do GMail graças ferramenta de importação de contas, ele ainda conta com uma boa ferramenta anti-spam.

Grátis, local, faça-você-mesmo: Thunderbird no desktop


O GMail dá acesso a todos os seus emails através de clientes desktop, mesmo os mais velhos. Você pode usar o Outlook ou o Apple Mail para baixar tudo, mas o Thunderbird é grátis, funciona em qualquer sistema e cria práticos pacotes portáteis com seus dados, que acabam sendo úteis para outros backups que você esteja querendo fazer.

Começando do começo: vá ao GMail, clique na engrenagem para chegar à tela de configurações, então marque a opção que habilita POP para todos os emails. Configure o GMail para manter cópias para si mesmo. Neste ponto, baixe e instale o Thunderbird, se já não o fez.

O próprio GMail tem um link com instruções passo a passo para a configuração de POP em outros clientes, e a página explicando como fazer isso no Thunderbird 3.0 está bem certinha. Alternativamente, a configuração automática do Thunderbird costuma fazer o serviço sozinha se você simplesmente colocar seu endereço e senha. Mas se você só está fazendo isso pelos backups, e não para usar o Thunderbird, você só precisa ter as configurações de POP rodando, então escolha a a configuração manual e use os dados:

Entrada: mude para “pop.gmail.com”
Protocolo: mude para “POP”
Porta: mude para “995″

Limpe as configurações de Saída se quiser, mas elas não farão muito mal. Depois de clicar em OK e verificar que tudo está funcionando, sua única tarefa será deixar o Thunderbird rodando preferencialmente sempre na sua máquina, e dar alguns dias para ele baixar o lote inicial.

As suas mensagens do GMail ficam armazenadas dentro do seu perfil do Thunderbird, que você pode achar em uma localização semi-discreta. Nós recomendamos fortemente que você faça um backup disso da mesma forma que faz backup de outros dados importantes no seu computador, possivelmente online.

Grátis, local e para quem não tem medo do Terminal: Fetchmail


O Fetchmail é uma opção de backup hardcore, crua, operada por linha de comando. O Lifehacker mostrou como fazer o backup do seu GMail usando esta ferramenta. Quando você aprender os comandos e opções, poderá ser bem específico com seleção de pastas para backup, velocidade e tal, mas a grosso modo é só instalar e pam: fetchmail -vk.

* * *

E estas foram as formas mais fáceis que encontramos de adicionar uma camada de proteção aos seus preciosos GMails. Vai que o Google dá uma bola fora no futuro?

Read More

Os melhores notebooks do ano até agora

Para selecionar os melhores notebooks lançados no primeiro semestre do ano, nós conversamos com Mark Spoonauer que, como editor-chefe da revista Laptop Magazine e do site Laptopmag.com, testa mais de 140 notebooks e netbooks todo ano. Alguns dos modelos ainda não estão disponíveis no Brasil, você pode guardar essa lista feita por uma revista especializada em sua próxima viagem ao exterior — ou até mesmo esperar as máquinas chegarem por aqui.

Notebook com melhor custo/benefício


HP Pavilion G6x

Ótimo som, design atraente e teclado confortável tornam o HP Pavilion g6x nossa escolha como notebook mais em conta do mercado.

Preço: US$544,00 | Leia o review

Notebook para fazer de tudo

HP Pavilion dv6t

O belo HP Pavilion dv6t entrega uma experiência multimídia muito interessante, com um processador veloz, tela com ótimo brilho e áudio da Beats.

Preço: US$769,00 | Leia o review

Melhor notebook leve e fino

Apple MacBook Pro 13″ (2011)

O notebook feito em peça única de alumínio recebeu uma atualização de respeito e ainda aguenta mais tempo longe da tomada.

Preço inicial: R$3.599,00 | Leia o review

Melhor netbook

Samsung NF310

Um dos netbooks com melhor design tem também um processador dual core e tela com boa resolução.

Preço inicial: US$380,97 | Leia o review

Melhor notebook ultraportátil

Apple MacBook Air 13″ (2010)

O mais recente ultraportátil da Apple combina um design finíssimo com uma tela de alta resolução, capacidade de ligar e acordar em poucos segundos e uma bateria de longa duração.

Preço inicial: R$4.499,00 | Leia o review

Melhor notebook para jogos

Alienware M17x (2011)

Performance destruidora de recordes, design animal para gamers, streaming em HD via wireless e cinco horas de duração de bateria. Sim, estamos falando de uma máquina de jogos perto da perfeição.

Preço: U$$3.300,00 (chega ao Brasil nos próximos meses) | Leia o review

Melhor notebook corporativo

Lenovo ThinkPad X1

Com performance ótima, teclado de primeira, tela extremamente brilhante, e com qualidade de áudio muito melhor do que antes, o ThinkPad X1 é o melhor portátil corporativo que você encontrará.

Preço: $1,339.00 | Leia o review

Melhor notebook multimídia

Dell XPS 15

Tela com resolução de 1080p, Blu-ray, placa da Nvidia, ótima áudio — o Dell XPS 15 tem isso tudo.

Preço: R$5.117,00 | Leia o review

Para substituir o desktop

ASUS G73SW

Deixando para trás o design de seu antecessor, o ASUS G73SW-A tem mais potência por baixo do capô do que nunca.

Preço: $1,784.00 | Leia o review

Read More

Restrição de banda: como funciona o limite de downloads ao redor do mundo

O termo traffic shaping é bem conhecido por você, amante de tecnologia, mas ainda não é tão discutido no Brasil. Já nos EUA e em outros países, a discussão em torno da limitação de downloads para não afetar a banda larga da operadora está pegando fogo. O belo passado da internet ilimitada, em vários lugares, parece não mais existir. Entenda o que está acontecendo em vários países.

Esqueça aquela liberdade em baixar quantos gigas você quiser de filmes em MKV 1080p, ou aquele distro gigantesco de Linux. Nós vivemos em tempos diferentes. Cada bit e byte que você transmite tem uma etiqueta de preço: você pode sentir que está pagando por um serviço eliminado desde que você ignore os números que mostram como sua operadora de banda larga fica nervosinha depois de tantos downloads.

Mas a coisa está tão feia assim? Para entender, devemos analisar o cenário atual de vários locais do planeta. Acompanhe.

Estados Unidos

No país, as três maiores operadoras de banda larga — AT&T, Comcast e Cox — andam pegando pesado na retenção de banda. A primeira delas é a que mais impõe restrições, mesmo sendo a segunda maior provedora de internet do país. Em um plano básico, por exemplo, de 20 dólares mensais, o usuário só pode baixar até 150GB. Já a Comcast, a gigantesca empresa que lidera o mercado, limou a palavra “ilimitado” de seus planos e agora coloca como limite mensal 250GB de dados baixados ou subidos — que, segundo a empresa, é ultrapassado por “menos de 1%” de sua base de usuários. O mesmo valor é imposto pela Cox, a terceira via de banda larga no país.

Canadá

O país também é dividido em três grandes operadoras: Rogers, Shaw e Bell. A Rogers tem, talvez, a política mais restrita de banda larga do mundo. Dependendo do serviço contratado, você pode usar de 2GB (sério) a 175GB por mês — com valores que variam de uS$28 a US$100. Exceder a cota pode custar US$5 por gigabyte (no plano de 2GB) a US$0,50 por gigabyte. A Bell oferece 25GB mensais (em planos de US$25 a US$35 mensais), e o serviço de fibra óptica varia de 25 a 75 gigabytes mensais (US$35 a US$56 mensais).

Reino Unido


Na terra da Rainha, a AOL não é só um site, mas também uma operadora de banda larga. Quer dizer, no fim das contas, a TalkTalk que oferece o serviço, mas é aí que mora o sucesso do formato: por US$30 mensais, os usuários podem fazer um plano duplo de internet e celular, chamado de TalkTalk Essentials. Nesse caso, o limite é de 40GB. Mas o verdadeiro milagre vem no plano TalkTalk Plus: ele é ilimitado. E, pelo que pudemos notar, é ilimitado mesmo. Pode baixar de tudo… desde que você esteja disposto a pagar US$44 mensais. O curioso é que a TalkTalk não dá exatamente a velocidade contratada, dizendo apenas que é “a velocidade mais veloz que podemos oferecer”.

Outras operadoras inglesas, como a BT e a Virgin Media também oferecem, nos planos mais caros, internet ilimitada. No caso da BT, ela avisa que “controla” a velocidade” para aplicativos “não críticos” durante os horários de pico. Já no caso da Virgin Media, há um grande asterisco no “ilimitado”, dizendo que a operadora se sente no direito de proibir downloads de itens ilegais e que violem regras, além de práticas de download “inconvenientes aos outros usuários de internet”. Ficou bem claro que a vida de BitTorrent por lá não é tão simples, não é mesmo?

Japão

É difícil dizer com precisão os limites de banda do Japão, basicamente porque o escritor desta matéria não entende muito a língua, mas pudemos encontrar alguns detalhes importantes sobre o uso de internet no país. A operadora NTT Communications publicou um alerta aos usuários de seu serviço de fibra óptica (com custo aproximado de US$48 a US$82) dizendo que a empresa cogita restringir o uso para aqueles que passarem de 30GB de consumo diário. Pense bem: 30GB. Pelas contas, isso dá quase 1TB por mês. O que esses japoneses andam baixando? A internet toda?

Austrália

Como será a internet na terra do Silverchair? Surpresa: ela varia muito, claro. A TPG oferece planos mensais de US$10 a US$30. O plano mais barato tem um limite de banda, mas o plano de US$30 quebra todas as amarras: download e upload ilimitado. Isso, claro, desde que você também tenha uma linha telefônica. Pela internet pura e simples, é preciso desembolsar US$60 para conexão ilimitada. Já a Optus oferece internet cabeada por US$80 mensais, com velocidade média de 20Mbps. Neste caso, há um limite de 250GB. Ultrapassando o valor, o usuário deve escolher entre uma conexão ultra-mega-lenta de 64Kbps a 256Kbps até o fim do mês, ou assinar o plano com telefone e internet com 1TB mensal de banda por US$129.

Nova Zelândia

Nós já ouvimos grandes boatos de como a internet na Nova Zelândia é digna de uma ditadura retrógrada, graças às políticas e preços impostos pelas operadoras de banda larga. Será?

Bem, podemos dizer que sim. A operadora WorldNet cobra algo entre US$31 a US$45 (o valor varia pela duração do contrato) por um mísero gigabyte de uso — sério. Mas se você precisa mais do que e-mail, dá para contratar um plano maior, veja só! Uma porção de 50GB mensais custa de US$56 a US$70, e a liberdade total custa de US$99 a US$109. Pelo menos a operadora dá aos que chegam ao limite a opção de pagar por gigabytes extra (5GB por US$10, por exemplo) ou ficar com a internet a 64Kbps e demorar cinco horas para baixar um emulador.

E o Brasil?

Após todos esses cenários diferentes — uns paradisíacos, outros catastróficos — chegamos no Brasil. Como funciona por aqui? Bem, a solução é mais esperta e óbvia do que parece: não há limite de download de gigabytes em praticamente nenhuma operadora, mas todas, uma hora ou outra, praticam traffic shaping.

Mas o que mais incomoda no Brasil, deverdade, é o preço cobrado pelo serviço supostamente prestado. O valor para a assinatura da internet, apenas da internet, continua altíssimo, e as operadoras fazem de tudo para empurrar um pacote com telefone. Até aí, aceitamos, mas o problema reside na velocidade: a Info deste mês usou mais de 11 mil medições de velocidade com quase 6 mil usuários no Brasil e constatou aquilo que já imaginávamos.

A velocidade média dos testes foi de 4,4Mbps para download e míseros 637Kbps para upload. A diferença entre velocidade entregue e velocidade contratada é cruel: em um plano de 20Mbps, a velocidade média de download é de 14Mbps, e a de upload é de 1,3Mbps. Nos planos mais básicos, a situação é a mesma. (Você pode conferir o mapa completo clicando aqui.) Basicamente, não há limite de download, mas, bem, como alguém irá baixar (e subir) a internet inteira, como os japoneses, se não há banda suficiente para isso? Imagine só como ficará o cenário quando Netflix e outros serviços de streaming — que aumentaram a dor de cabeça das operadoras ao redor do globo — chegarem de verdade por aqui.

No geral, olhamos com inveja mesmo para planos com limite de banda, que pelo menos entregam a velocidade prometida. Só podemos torcer para não virarmos uma Nova Zelândia.

Fonte: Gizmodo Brasil

Read More

quarta-feira, 15 de junho de 2011

"Patch Tuesday" deste mês terá 9 atualizações críticas para o Windows e IE9

Pacote de atualizações de segurança este mês traz consertos para falhas no Windows e no navegador recém-lançado da MS.

A Microsoft lançou 16 boletins de segurança, dos quais nove são classificados como críticos. Ainda mais preocupante do que essa designação é o fato de que sete dos nove boletins críticos também têm um índice de exploração de "1" - o que indica ser muito provável que sejam usados eem ataques nos próximos 30 dias.

Paul Henry, analista de segurança e perícia na Lumension, explica: "Com nove boletins críticos e com a grande maioria deles exigindo reinicialização, é o início de uma longa temporada de trabalho para profissionais de TI, sem espaço para desacelerar."

Obviamente, os consumidores e as empresas devem aplicar todos os patches e atualizações o mais rapidamente possível, principalmente as classificadas como críticas, princpalmente quatro boletins de segurança: MS11-042, MS11-043, MS11-050 e MS11-052.

Andrew Storms, diretor de operações de segurança da nCircle, salienta, "Como de costume, o Internet Explorer está no topo da lista de críticas. Este é o primeiro patch para o IE9 desde que foi lançado em abril, e é desconfortável para a Microsoft ter de corrigir seu navegador novo tão rapidamente. "

Tyler Reguly, também da nCircle, diz: "Outro Patch Tuesday, outra dose da mesmo. A maioria das pessoas provavelmente desenvolveu um roteiro: consertar o Internet Explorer primeiro, o software cliente depois, e softwares menos importantes depois."

Enquanto o índice de exploração e as orientações da Microsoft são úteis, cabe a administradores de TI avaliarem as vulnerabilidades e os riscos apresentados por cada um ao seu ambiente e priorizar as correções de acordo.

Jason Miller, gerente de pesquisa e desenvolvimento da VMware, diz: "Com um número tão grande de boletins e produtos afetados neste mês, é importante rever cada um a fundo e planejar. Cada máquina, seja servidor ou estação de trabalho, será afetada neste mês. "

Cabe ressaltar mais uma vez que sistemas operacionais e aplicativos novos correm menos riscos do que os mais velhos. Se as organizações estão pensando em atualizar os sistemas operacionais, navegadores, ou suítes de produtividade, devem certamente levar em conta o aumento do custo de tempo e esforço necessário para apoiar e proteger software legado, diz Henry. "É absolutamente imperativo que as pessoas baixem a versão mais recente do IE, a fim de aproveitar uma código mais seguro."

Para atualizar seu Windows, basta clicar em Iniciar e procurar pelo item Windows Update.

Read More

Chips AMD Fusion "A-Series" prometem melhores gráficos e maior autonomia de bateria

Conhecidos pelo codinome Llano, chips integram um processador dual-core ou quad-core a uma GPU compatível com DirectX 11.

A AMD apresentou nesta terça-feira (14/06) uma nova família de processadores Fusion batizada de Série A (A-Series). Os processadores Fusion lançados no início deste ano foram projetados para competir com o Intel Atom em netbooks e PCs ultraportáteis de baixíssimo custo, mas os modelos da Série A são voltados a notebooks de tamanho médio no mercado de massa. Embora a CPU não possa competir com a segunda geração de processadores Core da Intel, apelidada de “Sandy Bridge”, os novos chips prometem desempenho gráfico superior e longa autonomia de bateria em máquinas que, nos EUA, devem custar entre US$ 500 e US$ 1000.

No início de janeiro de 2011 a AMD começou a distribuir seus primeiros processadores na família Fusion, pertencentes à Série E (E-Series) e Série C (C-Series). Baseados em um mesmo design, estes produtos se tornaram populares e aclamados em netbooks e notebooks ultraportáteis de baixo custo, com desempenho em processamento e gráficos que facilmente deixa o Intel Atom comendo poeira, com preço competitivo.

A AMD chama estes processadores de APUs, ou “Accelerated Processing Units” (Unidades de Processamento Acelerado), para destacar o fato de que combinam uma CPU multi-core e uma GPU compatível com DirectX 11 em um único chip e sua capacidade de delegar algumas tarefas de processamento paralelo para a GPU integrada ao chip.

amd_a_series-360px.jpg
Pastilha (Die) de um processador AMD Fusion A-Series

Embora tenham sido bem recebidos, os chips Série E e Série C não são os processadores Fusion que nos deixam animados. O “quente” é uma série de codinome Llano, que agora foi oficialmente lançada como a APU Série A. Atrasos no processo de produção em 32 nanômetros na GlobalFoundries (que fabrica os chips para a AMD) atrasaram o lançamento, mas os chips finalmente estão prontos para o mercado. Eles usam um processo de produção mais avançado que o de 40 nm usado pelas Séries E e C (feitos pela TSMC), e incluem hardware mais poderoso e um punhado de recursos únicos.

Ainda não temos notebooks equipados com APUs Série A para testar, mas no papel os novos chips são impressionantes. Vamos ver mais sobre eles

A CPU da Série A

A CPU em um chip Série A usa uma versão modificada do núcleo “Stars”, o mesmo encontrado no processador Phenom II. O chip contém 4 núcleos com 4 MB de cache L2, embora dois deles (e metade do cache) estejam desabilitados nos modelos A4: eles serão “fundidos” na fábrica, então não será possível usar truques em software para habilitar os quatro núcleos. Isto é geralmente feito pelos fabricantes como uma forma de aproveitar chips que de outra forma seriam considerados “defeituosos”.

Ainda neste ano uma versão menor do chip, com apenas dois núcleos, irá chegar ao mercado, permitindo que a AMD comercialize modelos A4, e talvez alguns novos modelos da Série E, com melhor custo-benefício. A AMD otimizou o design dos núcleos, o que resulta em um ganho de 6% em IPC (Instruções por Clock) em relação ao que seria obtido em um Phenom II.

Ainda assim o clock não é terrivelmente alto, indo de 1.4 a 2.1 Ghz, Assim como a tecnologia Turbo Boost da Intel, a Turbo Core da AMD aumenta automaticamente o clock quando mais poder de processamento é necessário, entre 400 MHz a 900 Mhz (dependendo do modelo), desde que a temperatura e o consumo de energia não sejam excessivos.

Considerando apenas o desempenho da CPU, não esperamos que os chips Série A superem a segunda geração de processadores da família Core da Intel. A vantagem da AMD está em melhor desempenho gráfico, na aceleração de determinadas tarefas usando a GPU e em um gerenciamento de energia agressivo.

A GPU da Série A

É na parte gráfica que a Série A fica interessante. Assim como fez com a séries E e C, a AMD está aproveitando o design da família de GPUs Radeon 6000. De fato, quase a metade de um chip Série A é dedicada à GPU, muito mais que o equivalente em um processador Intel Sandy Bridge. Os processadores A4 dual-core terão 240 núcleos gráficos, os A6 quad-core terão 320 núcleos, e o A8 terá 400 núcleos. A AMD promete desempenho gráfico de 30 a 50% superior aos mais recentes processadores Intel Sandy Bridge, até mais em alguns casos.

Mas a empresa está realmente apostando é na capacidade da GPU de auxiliar em tarefas de computação geral. Isto é geralmente chamado de computação GP-GPU (General Purpose GPU, ou GPU de uso genérico). Interfaces de programação como OpenCL e DirectCompute permitem que os desenvolvedores aproveitem o maciço poder de processamento paralelo das GPUs modernas para executar muito mais rapidamente tarefas que seriam particularmente difíceis para um processador normal.

a_series_diagrama_br-640px.jpg
Diagrama de blocos de um processador AMD Fusion Série A. Clique para ampliar

GP-GPU é especialmente eficaz na edição e conversão de vídeo, manipulação de imagens, simulação de física, computação científica, manipulação de áudio e outras tarefas que fazem uso intenso de um processador. No momento poucos desenvolvedores estão usando GPUs programáveis para estas tarefas, mas o número está crescendo e a AMD está trabalhando duro para construir um ecossistema.

A GPU também é importante de várias outras formas. Navegadores modernos como o Internet Explorer 9, Firefox 4 e Chrome usam a GPU para acelerar o processamento de páginas web, especialmente as que fazem uso de HTML5. Embora o desempenho e robustez desta aceleração varie de navegador para navegador, todos os três se esforçam para fazer mais com a GPU. Em um PC moderno também é na GPU que são feitas as tarefas de decodificação de vídeo, e o hardware para isso nos modelos mais recentes da AMD não tem igual. Em nossa experiência ele é capaz de decodificar mais formatos com melhor qualidade de imagem que outros chips gráficos integrados.

As APUs Série A também podem ser combinadas com GPUs Radeon dedicadas no que a AMD chama de Dual Graphics Mode. Em vez de alternar entre a GPU integrada e a GPU dedicada, é possível fazer com que elas trabalhem em conjunto para um desempenho superior. Claro que há limites: só alguns modelos de GPUs Radeon Mobile que podem ser usadas no modo Dual Graphics, e o ganho em desempenho não é o dobro: segundo a AMD ele pode variar entre 30 a 50% em relação à GPU dedicada trabalhando sozinha.

A AMD também fez esforço considerável para aumentar a eficiência dos chips Série A no consumo de energia, ao ponto em que a empresa pode alardear uma autonomia de bateria maior do que máquinas equipadas com processadores Intel. Vamos esperar até conseguirmos testar este ponto por nós mesmos, mas é a primeira vez em anos que a AMD se sente confortável fazendo esta declaração.

Os chips Série A atendem aos requisitos de consumo de energia de muitos notebooks com telas entre 13 a 16 polegadas, ou seja, entre 35 a 45 Watts. Na maior parte do tempo o consumo será bem menor que isso, e a AMD tem orgulho de sua capacidade de manter o consumo baixo mesmo em situações de uso intenso. Para conseguir isso a empresa implementou um sistema de gerenciamento de energia que pode desligar núcleos individualmente e restaurá-los ao funcionamento em microsegundos, assim como a Intel fez em seus projetos mais recentes.

Os chips também integram novos sensores digitais para medir temperatura e corrente. Combinados a reduções no desperdício de energia graças ao novo processo de produção em 32 nm e a habilidade de desligar completamente partes do chip quando elas não são necessárias, o resultado é um chip que opera de forma muito mais eficiente que qualquer outro modelo da AMD até o momento.

De fato, a empresa alega que seus chips Série A possibilitam autonomia de bateria de 50 a 60% superior aos seus modelos equivalentes para notebooks lançados no ano passado. Ou seja, se um notebook com processador AMD feito em 2010 conseguia 5 horas de autonomia de bateria, um sistema com processador Série A conseguirá 8 horas.

Claro que a autonomia de bateria de um notebook é produto de vários fatores, como o tamanho e capacidade da bateria, brilho e eficiência da tela, o disco rígido sendo usado, velocidade da memória e até de otimizações na BIOS ou UEFI, além de muitos outros. Acreditaremos que máquinas AMD tem autonomia de bateria muito maior que modelos com processadores Intel quando tivermos notebooks para fazer nossos próprios testes. Mas o fato de que a AMD alega uma autonomia de mais de 10 horas em alguns modelos é extremamente encorajador.

Novas placas-mãe

Além da nova série de processadores também foram anunciados um novo soquete e novos chipsets para placas-mãe. Há dois chipsets para os produtos A-Series na categoria mobile, chamados de Fusion Controller Hubs, e ambos parecem muito bons dado o preço. Ambos trazem interfaces SATA a 6 Gigabit/s, PCIe Gen 2 e suporte a vários formatos de saída de vídeo. A diferença entre os modelos está no suporte a USB: o Fusion Controller Hub A60M suporta até 14 portas USB 2.0 e duas portas USB 1.1, enquanto a versão A70M troca quatro destas portas USB 2.0 por portas USB 3.0.

Isto é uma boa notícia para os fãs do USB 3.0. Fabricantes e notebooks baratos e compactos se afastaram do USB 3.0 por causa do custo e espaço extras relacionados à necessidade de um chip controlador. A AMD o integrou ao chipset antes da Intel, e espero que isso resulte em uma adoção mais rápida do USB 3.0 em notebooks e desktops de baixo custo.

A plataforma A-Series mobile suporte até dois pentes de memória SO-DIMM até DDR3-1600, enquanto a versão desktop aceita até 4 DIMMs de DDR3-1866. Isso é muita banda para memória, mas é necessária para manter o desempenho da GPU integrada.

Preço e concorrência

Ainda não sabemos qual será o preço por unidade dos chips A-Series. E de qualquer forma os consumidores pagarão por um notebook inteiro, e não apenas pelo processador. Mas o posicionamento competitivo da AMD contra os processadores da Intel é notável.

A série A4 de processadores dual-core é voltada para notebooks na faixa dos US$ 500 (preço nos EUA), diretamente posicionada contra os processadores Core i3 mais baratos da Intel. O A6, com quatro núcleos e uma GPU mais poderosa, verá mais ação em campo, e será posicionado contra notebooks equipados com processadores Core i3 mais caros e alguns Core i5 mais baratos. A AMD vê este como o modelo com o maior volume no mercado. Já a série A8 deve competir com os Core i5 topo de linha e alguns Core i7 equipados com vídeo integrado, em máquinas com preços a partir de US$ 700.

Tanto no caso da AMD quanto no da Intel, adicionar gráficos dedicados, mais RAM e outros recursos aumentaria o preço final do notebook. Mas o ponto é que a AMD está mirando no coração do mercado de notebooks da Intel.

O que a AMD prepara para o futuro.

O A-Series é um um grande passo para a AMD. Finalmente a empresa traz ao mercado um chip baseado em um processo de produção em 32 nm, algo que a Intel começou a fazer há mais de um ano. Isto significa chips menores, mais baratos e com menor consumo de energia. Mais importante ainda, a A-Series tira a APU Fusion do mercado de netbooks de baixo desempenho e entrega um produto com o desempenho que um computador de uso diário necessita.

Ainda assim, a AMD tem alguns desafios pela frente. Embora a GPU na Série A seja capaz de superar facilmente o produto da Intel, os núcleos do processador ainda ficam para trás. A AMD não faz uma mudança substancial em sua arquitetura de processadores há cerca de cinco anos.

Isto irá mudar nos próximos meses, com um processador de codinome Zambezi. Sem gráficos integrados e voltado para desktops de alto desempenho, ele será o primeiro a usar a nova arquitetura “Bulldozer”, uma mudança radical em relação à usada nos processadores atuais da AMD, e organizada em módulos que incorporam dois núcleos para operações com inteiros, mas um núcleo poderoso para operações em ponto flutuante compartilhado. Uma versão modificada deste design será usada em um novo núcleo que irá substituir a arquitetura “Stars” nas APUs Série A no próximo ano.

Ainda neste ano a AMD irá atualizar os chips Fusion Série A e Série E com um novo design com apenas dois núcleos de processamento. Também surgirá em breve uma atualização da Série E e Série C para netbooks de baixo custo e ultraportáteis, com alguns ajustes e melhorias em relação aos modelos atualmente no mercado.

Se as APUs da Série A lhe deixaram curioso, você não está sozinho. Não podemos esperar para testá-las. Notebooks com os novos chips devem estar disponíveis nos EUA em cerca de duas semanas, com novos modelos chegando ainda em meados deste ano. Sistemas desktop e all-in-one de baixo custo equipados com processadores Série A devem chegar ao mercado em um mês ou dois.

Read More

Quais são as diferenças entre DDR e GDDR?

Entenda as similaridades e diferenças encontradas entre a memória principal do computador e a memória dedicada apenas para o processamento de vídeo.

Memória para gráficos

O “G” na frente do DDR foi adicionado para diferenciar os tipos de memórias específicas para aplicações gráficas, formando o GDDR. Como o nome sugere, esse chip distinto é utilizado em placas de vídeo, consoles de video games, equipamentos de renderização de imagens, entre outros.


Placa de vídeo com os módulos de memória destacados (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Em essência, o GDDR é similar à memória RAM dos pentes acoplados à placa-mãe, já que usam a mesma arquitetura de armazenamento e também implementam o recurso DDR (Double Data Rate). As diferenças começam a surgir quando observamos as taxas de transferência com que elas trabalham, que precisam ser muito maiores quando o assunto é processamento de vídeo.

Assim como no sistema principal, a memória gráfica também sofreu modificações e melhorias com o tempo, sendo que cada novo padrão é identificado pelo número que vem logo depois do nome, variando de GDDR2 até GDDR5. A GDDR3 continua sendo a mais utilizada entre elas.


Chip de memória GDDR5 (Fonte da imagem: Divulgação Samsung)

Tensão e largura de banda

Largura de banda é o termo utilizado para definir o tamanho do caminho (também chamado de BUS) entre a memória e seu controlador. Quanto maior for essa largura, mais dados podem entrar e sair dos chips simultaneamente, contribuindo muito para a velocidade de processamento.

Desde que vieram para o mercado, há quase 10 anos atrás, as memórias DDR continuam usando uma largura de banda de 64 bits, podendo ser expandida para 128 bits se a placa-mãe disponibilizar o recurso de canal duplo (Dual-Channel). Em contraste, as placas de vídeo usam entre quatro e oito canais, permitindo uma interface de memória de até 512 bits.


Comparativo entre a evolução do GDDR e o DDR (Fonte da imagem: SolidyStated)

Além disso, o padrão GDDR trabalha com tensões menores do que o DDR comum, permitindo alcançar ciclos de clock mais altos e exigindo soluções de arrefecimento mais simples. A primeira versão do GDDR trabalhava a 2, 5 V, reduzidos para 1,5 V na versão GDDR5.

Nos PCs, o DDR3 é o mais alto padrão disponível no mercado, mas não por muito tempo. Empresas de semicondutores, como a Samsung, já estão empenhadas no desenvolvimento do DDR4, o que deverá duplicar a velocidade de transferência do padrão anterior, além de diminuir ainda mais o consumo de energia e aquecimento.

E por que não utilizam o GDDR como memória de sistema?

Apesar de ser melhor em muitos aspectos, a tecnologia do GDDR ainda não é a mesma utilizada no sistema principal por vários motivos. O primeiro é o custo mais elevado. Mesmo as placas de vídeo mais caras não chegam a ter 2 GB de memória GDDR, o que seria demasiado caro em computadores que já passam dos 8 GB de RAM.

Outro motivo é a dificuldade em adotar novos padrões. Placas de vídeo são quase como um computador à parte, já que possuem processador, memória, controladores, sistema de arrefecimento e até mesmo alimentação diferenciada. E como é apenas um fabricante que junta todos os componentes, como a XFX ou a MSI, fica mais fácil redesenhar o próximo modelo para utilizar as tecnologias mais recentes.

O mesmo não acontece com computadores. Além de ter muito mais subsistemas que precisam ser compatíveis entre si, a maioria dos PCs não são planejados e montados pelo mesmo fabricante (isso quando não é o próprio usuário), exigindo que o avanço seja mais lento para que todos possam acompanhar os novos padrões.



Read More

Assuntos do dia no Twitter - quarta-feira, 15/6/2011

Estes são os principais assuntos que entraram na lista de "Trending Topics" da rede social de microblog Twitter nesta quarta-feira, 15 de junho de 2011. O Twitter mede os assuntos do dia em todo o mundo e também entre os usuários do Brasil e de duas cidades brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro.

Header Trending Topics Brasil V3 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Trending Topics no Brasil às 11h41 (Foto: Reprodução)
Trending Topics no Brasil às 11h41 (Foto: Reprodução)

#tuiteumsonho: como o nome do termo dá a entender, a ideia é que as pessoas tuitem um sonho que pretendam realizar.

#protunholday: brincadeira dedicada a consagrar o portunhol, mistura de português com espanhol.

Eclipse Lunar: tópico com comentários em várias línguas sobre o eclipse lunar total, o primeiro do ano, que acontece nesta quarta-feira (15), no fim da tarde.

KitKat: comentários variados sobre o chocolate KitKat, que voltará a ser comercializado no Brasil a partir de julho.

▶Music♩♪♫♬ Volume: tópico estrangeiro em que as pessoas falam sobre o volume em que costumam ouvir música em diferentes situações.

Palentólogo: nesta quarta-feira (15) é comemorado o Dia do Paleontólogo.

Joss Stone: repercussão da prisão de dois homens perto da casa de Joss Stone. Segundo a polícia, eles estavam armados e planejavam roubar e assassinar a cantora britânica.

Bill Kaulitz: vocalista da banda Tokio Hotel apareceu com um visual novo, pretexto para que fãs o mantenham entre os tópicos mais comentados.

Andrés Sanches: presidente do Corinthians foi tema de uma reportagem da TV Record dizendo que o dirigente enriqueceu e ganhou poder graças ao apoio que dá ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Os trending topics do Brasil foram mensurados às 11h41.

Header Trending Topics Mundo V3 (Foto: Editoria de Arte/G1)
Trending Topics no Mundo, 12h20 (Foto: Reprodução)
Trending Topics no Mundo 12h20 (Foto: Reprodução)

▶Music♩♪♫♬ Volume, Joss Stone e Eclipse Lunar estão entre os tópicos mais comentados.

#mysuperpowerwouldbe (meu superpoder seria): internautas brincam de imaginar quais poderiam ser seus superpoderes.

#thoughtsafterbadsex (pensamentos depois de sexo ruim): usuários compartilham o que pensam depois de relações sexuais ruins.

#funeralhomesslogans (slogans de casas funerárias): nesta brincadeira, pessoas criam slogans divertidos para funerárias.

Animo Lasalle: a tradicional universidade De La SalleUniversity-Manila, nas Filipinas, completa 100 anos e a data é comemorada no Twitter.

Miguel Angel Russo: o argentino Miguel Angel Russo anunciou sua saída do cargo de técnico do time de futebol do Racing, após a derrota para o Godoy Cruz por 3 a 2 na penúltima rodada do Torneio Clasura da Argentina.

Cher Lloyd: a música “Swagger Jagger”, da cantora britânica Cher Lloyd, vazou na internet. A faixa faz parte do primeiro trabalho solo da cantora, revelada no reality show X-Factor.

Os trending topics do Mundo foram mensurados às 12h20.

Header Trending Topics Rio - VALE ESSE (Foto: Editoria de Arte/G1)
Trending Topics no Rio às 12h33 (Foto: Reprodução)
Trending Topics no Rio às 12h33 (Foto: Reprodução)

#tuiteumsonho, #portunholday, Eclipse Lunar, Joss Stone e KitKat estão entre os tópicos mais comentados.

SISU: internautas falam sobre as inscrições para o SiSU, que começaram nesta quarta-feira (15), às 6h.

Grecia: comentários sobre a crise na Grécia. O país enfrenta uma greve de 24 horas e tem confrontos nas ruas por causa do pacote de austeridade que está sendo votado no Parlamento.

Edmundo: repercussão, inclusive com comentários em outras línguas, sobre o ex-jogador de futebol Edmundo, que teve prisão decretada pela Justiça por conta de um acidente de carro no Rio de Janeiro em 1995.

UPP: o tópico é motivado pelas notícias de que a polícia vai instalar uma UPP no Morro da Mangueira, que começará a ser ocupado no domingo, e de que um jovem teria sido morto sem justificativa por policiais da Unidade Pacificadora no Pavão-Pavãozinho.

Os trending topics do Rio foram mensurados às 12h33.

Header Trending Topics São Paulo VALE ESSE (Foto: Editoria de Arte/G1)
Trending Topics em SP às 12h52 (Foto: Reprodução)
Trending Topics em SP às 12h52 (Foto: Reprodução)

#tuiteumsonho, #portunholday, SISU, Eclipse Lunar, Joss Stone, Bill Kaulitz e Andres Sanches estão entre os tópicos mais comentados.

#hojetem: “hoje tem”, gíria comum na internet, é usada por usuários para falar sobre acontecimentos do dia. Um dos mais citados é a final da Taça Libertadores.

Cavalera: comentários sobre o desfile da grife Cavalera na São Paulo Fashion Week. A marca promoveu uma apresentação ao ar livre, no Parque do Ibirapuera, que simulava uma procissão do Dia de Los Muertos.

Fonte : G1 Rio

Read More

Notebooks com sistema do Google chegaram hoje aos EUA

Chrome OS é depende totalmente da internet para funcionar

Os primeiros notebooks equipados com o Chrome OS, sistema operacional criado pelo Google, chegam hoje às lojas dos Estados Unidos. O maior diferencial do sistema em relação aos concorrentes é a total dependência da internet para funcionar.

Os primeiros modelos, criados pela Samsung e pela Acer, chegam às lojas com preços a partir de US$ 380 (cerca de R$ 600). Todos são equipados com conexões Wi-Fi e 3G.

Getty
Chromebook da Samsung: um dos primeiros com o novo sistema do Google
Chromebook da Samsung: um dos primeiros com o novo sistema do Google

A interface do Chrome OS é idêntica a uma janela do navegador Chrome. A partir dela é possível navegar na web e acessar serviços que rodam na nuvem, como o Google Docs. Também é possível instalar aplicativos que rodam no próprio sistema, por meio da loja de aplicativos do Google.

Vantagens e desvantagens

Uma vantagem desse tipo de arquitetura é que o sistema está pronto para uso em poucos segundos. Além disso, o usuário não precisa se preocupar com constantes atualizações de software, já que o sistema é basicamente um meio de acessar a internet e poucos serviços são executados no próprio computador.

Por outro lado, o Chrome OS não permite guardar arquivos de nenhum tipo no HD. O conceito de arquivo de dados não existe no Chrome OS, já que todos os recursos do sistema rodam a partir da internet. Não há como armazenar fotos, músicas e documentos no HD do computador. Quem quiser guardar uma cópia local pode, no máximo, copiar os arquivos para um cartão SD.

Outra limitação é que, como não é possível instalar programas, o usuário fica limitado a usar a internet e alguns aplicativos mais simples e jogos disponíveis na loja do Google.

Com todas essas limitações, os notebooks com Chrome OS são mais interessantes apenas por quem consegue viver exclusivamente com serviços online ou como segunda ou terceira máquina de trabalho de usuários mais avançados.

Read More

Dell lança notebook ultrafino no Brasil


Modelo XPS15z possui menos de 2,5 centímetros de espessura

A Dell está lançando no mercado brasileiro o notebook ultrafino XPS15z. O equipamento está disponível na loja virtual da Dell a partir de R$ 3.600.

Com design em alumínio e acabamento em aço escovado, o notebook conta com uma tela de 15,6 polegadas de WLED (White LED). Segundo o fabricante, esse tipo de tela economiza mais energia do que as telas LED comuns. Na versão mais completa, o XPS15z possui processadores Intel Core i5 e i7, 8GB de memória RAM e 750 GB de HD.

A placa gráfica NVidia permite que o usuário, usando óculos especiais (comprados separadamente), consiga ver conteúdo 3D. Além disso, o notebook tem conexões Wi-Fi e Bluetooth 3.0, três portas USB e uma HDMI.

O XPS15z é vem com Windows 7 Home Premium (opcional para o Profissional) como plataforma e segundo a Dell, sua bateria dura até 8 horas. O laptop pesa 2,5 quilos.

Read More

AMD lança novos chips e desafia Intel


Chips Llano da família AMD Fusion oferecem duração de bateria maior
A Advanced Micro Devices, há quase um semestre sem presidente-executivo, está lançando novos processadores dirigidos a computadores pessoais de massa, e quer desafiar as rivais Intel e Nvidia.

Os chips Llano, da AMD, que incluem processadores centrais e processadores gráficos, são dirigidos a laptops de potência média e alta e a desktops.

Os chips, parte da família AMD Fusion, oferecem duração de bateria muito maior e em breve estarão disponíveis em laptops e desktops, de acordo com a empresa.

Um ganho de 1% de participação no mercado de notebooks elevaria o faturamento da AMD em US$ 137 milhões, de acordo com Uche Orij, analista do UBS. Alguns analistas especulam que a Intel, cujos processadores equipam 80% dos computadores mundiais, pode responder a qualquer sinal de perda de vendas por meio de um corte de preços.

As vendas explosivas do Apple iPad estão prejudicando a demanda por computadores pessoais, e os investidores puniram as ações da AMD e Intel este ano, porque nenhuma das duas conseguiu até agora conquistar território no mercado móvel.

Em janeiro, o conselho da AMD demitiu abruptamente o presidente-executivo Dirk Meyer, devido a preocupações por ele não ter direcionado esforços aos computadores tablet e celulares inteligentes.

Este ano, a Intel também lançou uma nova linha de chips para computadores pessoais que igualmente combinam processamento e funções gráficas, mas os investidores até o momento vêm se interessando mais pela falta de progresso da empresa no segmento de aparelhos móveis.

Enquanto isso, o poderio gráfico acrescentado aos novos chips da Intel e AMD deve ser mais que suficiente para muitos usuários de computadores, o que reduzirá a demanda por placas gráficas adicionais, a especialidade da rival Nvidia por muitos anos.

Ciente do futuro limitado de seu mercado base de processadores gráficos, a Nvidia está usando seus conhecimentos nesse segmento para se expandir ao setor de processadores de baixo consumo de energia para tablets e celulares inteligentes, que cresce rapidamente.

Os novos chips da AMD são fruto de sua aquisição da ATI, uma empresa canadense de projeto de chips gráficos, por US$ 5,4 bilhões em 2006.

(Reportagem de Noel Randewich)

Read More
Mello Comunicação Visual

* Banner

* Fachadas

* Plotter recorte ( adesivos personalizados )

* Convites, papel arroz personalizado.

* Papel adesivo e fotográfico.

* Assessoria

* Desenvolvemos Site e Blogs perssonalizados

* Software perssonalizados

* Formatação

* Instalação de programas e Sistemas Operacionais

* Implementação de rede ( cabeada / Wirelles )

* Instalação de hardware e software

* Limpeza

* Recuperação de dados

* Manutenção em geral

* Contrato de Manutenção de Micros

* Escolas
* Empresas
* Escritórios
* Residências


Rapidez,eficiencia,qualidade e tecnologia.

Profissional capacitado para melhor lhe atender e cuidar da vida útil do seu PC

Email - manu.tencaodepc@hotmail.com
caxamello@hotmail.com
Twitter.com/Alex_Melllo

Tel - 73 8804 5310
73 9125 4509