quarta-feira, 10 de março de 2010

Acer trabalhando em notebook sem moldura?


Com isso, o modelo extremamente fino, incomparável com outros notebooks. Isso seria possível ao projetar as cores na parte de trás de um substrato de vidro específico.

Chamado de Frame-Zero concept, o modelo já foi fotografado em protótipos de empresas como a Asus, rival da Acer. Essa tecnologia de “eliminar” o teclado físico seria uma tendência irreversível para os próximos anos, segundo analistas consultados pelo DigiTimes.

É cedo para dizer, mas que é curioso, é...
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Google deve lançar versão Professional para Chrome OS.


Estamos acostumados a ver diversas versões de sistemas operacionais. Só o Windows 7, por exemplo traz quatro, cada qual com seu propósito. O Google parece concordar que diferentes usos merecem diferentes sistemas

Segundo o Will Drewry, engenheiro de segurança de software do Google, afirmou em conferência que a empresa irá lançar uma versão para negócios do Chrome OS, sistema operacional do Google, para netbooks.

O lançamento será em 2011 e trará mais ênfase nas funções gerenciais, específicas para esse tipo de uso. Segundo Drewry, o Chrome OS terá ainda uma função para desenvolvedores, que poderá ser acionada com um botão perto da bateria.
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Plano de banda larga só em 2011, admite governo


Apesar de ter virado uma promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma bandeira eleitoral assumida pela candidata do PT à sucessão no Planalto, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), o governo admitiu ontem que o Plano Nacional de Banda Larga não sai do papel neste ano - quando muito, serão feitos testes com um projeto-piloto. Ao longo de 2010, admitiu o ministro Franklin Martins (Comunicação da Presidência) em audiência pública no Senado, serão definidas as "diretrizes" do plano.

O anúncio solene das intenções do governo - o que é chamado de plano da banda larga - foi confirmado para a primeira quinzena de abril, quando serão lançadas as "diretrizes para a massificação da internet rápida no Brasil". Os critérios de implantação do programa, porém, só serão definidos depois, por um fórum de discussão que será formado por representantes do governo, da iniciativa privada e da sociedade civil.

Antes de expandir a banda larga para todo o País, o governo fará uma espécie de projeto-piloto para testar o plano em cerca de 300 cidades.

"É evidente que o Plano Nacional de Banda Larga não será realizado neste ano. Só um louco acharia que, até o fim do ano, nós teremos banda larga em todo o País. Você vai é discutir um plano que permita avançar neste ano e nos próximos anos", disse Martins. Especialistas ouvidos pela Agência Estado já consideravam as dificuldades que o governo enfrentará para colocar em prática o programa, que depende da solução de questões jurídicas, técnicas e financeiras.

CINCO ANOS

O assessor especial da Presidência da República, Cezar Alvarez, que coordena o grupo de estudos sobre o plano, explicou que os municípios que farão parte do projeto-piloto deverão refletir as diversas realidades do Brasil. As cidades, segundo ele, ainda não foram escolhidas, mas vão desde pequenos municípios a grandes centros urbanos, de lugares ainda não atendidos pela internet rápida a locais onde os serviços já são prestados, mas têm uma população carente que não pode contratá-los.

Nesta fase de testes, serão atendidos municípios por onde já passam as redes de fibras ópticas das estatais, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. A escolha das cidades será feita pelo fórum de discussão, que vem sendo chamado Mesa Brasil Digital. O fórum também definirá quem participará do programa, os planos de ações, os instrumentos de acompanhamento, os investimentos e as parcerias. "O que vai chegar, como chegar e com quem chegar, a mesa dirá", afirmou Alvarez.

No anúncio do plano, segundo ele, estarão definidas as diretrizes do programa e as políticas públicas nas áreas tributária, financeira, industrial e tecnológica. "Os objetivos para 2010 são de criar um ambiente para ver como funcionam as parcerias", afirmou Alvarez, ressaltando que o programa como um todo pode levar até cinco anos para ser implantado.

O secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, um dos idealizadores do programa, disse que as estimativas iniciais apontam custos de R$ 1 bilhão para o projeto-piloto.

As diretrizes do plano de banda larga deverão ser fechadas em reunião, no início de abril, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e vários ministros envolvidos na discussão. A expectativa é de que também nesta reunião seja batido o martelo sobre a reativação da Telebrás, para administrar as redes de fibras ópticas das estatais. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
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LG amplia linha de portáteis com quatro novos netbooks


Novos netbooks LG X130

Depois do netbooks X110 e X120, a LG renova a linha e apresenta o modelo X130, com tela de 10,1 polegadas, com iluminação por LED, mais econômica energeticamente. O peso continua o mesmo, com 1,2 quilo. O acabamento está mais atraente, principalmente no que diz respeito a tampa do LCD. Está disponível nas cores preta ou branca e em quatro configurações de hardware.

Modem 3G

As quatro configurações estão equipadas com processador Atom N270, de 1,66 GHz e acompanham sistema operacional Windows 7 Starter, além de conexão Wi-Fi 802.11b/g/n e Bluetooth. A diferença fica por conta da quantidade de memória (1 GB ou 2 GB), disco rígido (160 GB ou 320 GB) e dois modelos que possuem modem 3G (desbloqueados). Os preços das configurações estão entre R$ 1.199,00 e R$ 1.399,00.

Bateria pode durar até seis horas

Outro recurso de destaque é o LG Smart On, que possibilita acesso ao browser, a músicas, imagens, jogos online e programas de mensagens instantâneas, como MSN e Skype, em apenas seis segundos, sem necessidade de boot do sistema operacional. A bateria agora possui seis células que, segundo a LG, oferece uma autonomia de até seis horas ao netbook X130.
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terça-feira, 9 de março de 2010

Firefox 4: conheça a tela inicial da raposa de fogo




O lançamento da Mozilla vem tirando o fôlego de muita gente. Mas você já ouviu falar da famosa aba Home e tudo o que ela garante à sua experiência de uso? Então conheça todo o potencial do Firefox!

Quando alguma novidade para navegadores é anunciada, a primeira reação dos usuários de internet – independente se aquele é o navegador em uso ou não – começa-se a tecer opiniões a respeito do assunto. É mais ou menos essa a comoção gerada em torno do novo Mozilla Firefox.

A quarta versão do navegador traz complementos incríveis que pretendem revolucionar completamente o modo de navegarmos. O Weave é, sem dúvida, uma das maiores e melhores produções do Mozilla Labs. É esse complemento principal que veremos na tão famosa e comentada aba “Home” do Mozilla Firefox 4.

O centro de tudo

A aba “Home” é uma das principais características da nova versão do Mozilla Firefox. Por mais que a maioria dos usuários acredite ser fácil, construir um conceito de aba para um navegador não é tão simples assim. Tanto que a Mozilla promoveu um desafio para escolher qual o melhor projeto gráfico da nova Home do Firefox.

O vencedor escolhido pelo público foi o designer Yatrik Solanki, com uma interface repleta de transparências e um sistema de identidades para redes sociais chamado, obviamente, de “Identities” – “Identidades”, em inglês. Toda a criação desse projeto é voltada à conectividade e às redes sociais.

No vídeo inscrito por Solanki, o Weave é posto em ação. Ele demonstra a facilidade com que se pode acessar favoritos, fazer logins, buscas e grandes novidades que vêm pela frente. Sem dúvida, esse adicional vai transformar a maneira de usar navegadores.

Sessões

Nada mais inconveniente do que perder suas sessões anteriores do Firefox não é? Às vezes nem é por culpa sua. Pode acontecer de alguém usar seu computador e não salvar as suas abas, com seus conteúdos. O Weave no Firefox 4 consegue eliminar esse risco. Logo na tela inicial da versão nova da raposa de fogo você encontra uma área chamada “Sessions”.

Você pode criar diferentes sessões para temas diversos e acessá-las a qualquer momento. Além de facilitar sua integração com redes sociais como Facebook, Gmail e Flickr, o novo Firefox permite criar grupos para abas. Por exemplo, você pode ler suas notícias sobre tecnologia no Baixaki e separar outras abas para tutoriais e outros artigos, caso crie uma sessão exclusiva para o Portal.

Outro uso dessas sessões pode ser destinado a jornais e revistas. As redes sociais também entram nessa jogada, já que você pode abrir uma aba para cada uma delas e mantê-las abertas sempre que for preciso. Assim, ninguém corre o risco de perder uma aba!

Lide com as perdas

Ok, você não adicionou aquele site à sua sessão específica. E agora? Não há por que ter ataques de desespero. O sistema de histórico gerado pelo Weave na aba Home vai facilitar muito a vida de quem tem memória ruim para nomes e excelente para gravar, visualmente, como o site era. Em vez de listar os nomes dos sites em texto, o Firefox 4 exibe as miniaturas de cada página.

Assim fica muito mais fácil encontrar aquele site, não é?

3D nativo

Existem rumores de que o novo Firefox pode contar com integração de suporte para os gráficos tridimensionais no seu WebKit. A tecnologia usada se chama RT Fact e exigirá que as imagens se apresentem com o XML3D - parte da linguagem HTML usada na exibição dessas imagens super-realistas. Assim, qualquer desenvolvedor poderá fazer uso da tecnologia 3D nas suas produções.

Vão-se as abas, ficam as janelas

Quem nunca passou pelo inconveniente de ter sua janela inteira do Firefox fechada por um erro ocasionado pelo Flash ou qualquer outro plugin, que atire a primeira pedra. No novo Firefox, o plano é não deixar que isso aconteça. Em vez de fechar a janela inteira, o navegador vai eliminar apenas a aba que apresentar problemas – como o Google Chrome já faz.

E você? O que espera do novo Firefox? Será que o navegador vai inovar ainda mais e trazer conceitos diferentes? Agora é a sua vez de participar deste artigo, dê a sua opinião!
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AMD 'declara guerra' contra a Intel na área de chips para servidores


Na próxima quinta (11/3), AMD apresenta seu chip de 12 núcleos para servidores, competindo diretamente com o Nehalem-EX, da Intel.

A AMD está oferecendo prêmios, para atrair mais interesse até o lançamento de seu processador com 12 núcleos, direcionado para servidores. O motivo é que a rival Intel também tem planos para lançar chips para servidores.

O valor do total dos prêmios ultrapassa 8 mil dólares e será entregue à pessoa que melhor descrever - em um ensaio, vídeo ou post no blog da empresa - como usaria um servidor com 48 núcleos de processamento (quatro processadores AMD com 12 núcleos cada).

As regras estão no blog da AMD, de acordo com John Fruehe, diretor de marketing para servidores e Workstations da fabricantes de processadores.

Os prêmios não serão em dinheiro. O ganhador vai levar uma cópia do Windows Server 2008 e quatro processadores Opteron de 12 núcleos, rodando a 2,2 GHz. Os 48 núcleos vão funcionar em conjunto em servidores com placa-mãe de quatro soquetes.

A AMD já começou a distribuir esses chips, que têm o codinome Magny-Cours, para fabricantes,e que a partir do lançamento oficial, previsto para esta quinta-feira (11/3) - o lançamento ocorre simultaneamente no Brasil nesta data - , será chamado Opteron 6100. O componente estará disponível até o final de março, ao menos nos Estados Unidos.

No blog, Fruehe disse que o Magny-Cour irá fornecer mais trilhas de memória que os póximos produtos Intel para servidores (chips Westmere-EP). A Intel informou que também vai entregar seus processadores Westmere-EP, de seis núcleos e Nehalem-EX, de oito núcleos, até o fim do mês. Esses chips serão lançados sob o nome da família Xeon.

Segundo analistas de mercado, o produto da AMD será um processador compatível com instruções x86 que contém o maior número de núcleos, em comparação com chips da Intel. As duas empresas vêm investindo na adição de núcleos a seus processadores, já que o aumento da velocidade do clock gerava muito calor e gasto com dissipação e aumento do consumo de energia.

A batalha pelo aumento do número de núcleos vai continuar, mesmo que a disputa implique inserir mais chips dentro do servidor para somar mais núcleos, disse Dean McCarron, analista chefe da Mercury Research.

Os fabricantes de servidores estão sempre focando no aumento de desempenho e milhares de núcleos estão sendo adicionados a supercomputadores de alta performance para realizar cálculos complexos.

O chip de 12 núcleos da AMD irá proporcionar um avanço e tanto sobre o rival Westmere-EP, da Intel, disse Nathan Brookwood, principal analista da Insight 64, uma empresa de consultoria na área de semicondutores.

No entanto, a verdadeira batalha do chip da AMD será com o Intel Nehalem-EX, de oito núcleos, pois ambos são destinados a servidores com quatro soquetes de processadores.

A Intel informou que não fará qualquer ação oferecendo prêmios no sentido de atrair a atenção do mercado. “Nós não precisamos de um concurso para descobrir o que nossos clientes vão fazer com nossos produtos”, disse Shannon Poulin, diretor da plataforma Xeon da Intel. “Os usuários se preocupam mais com preço e a relação de desempenho por watts do que o número de núcleos”, complementa Poulin.

Porém, analistas concordam que o funcionamento do chip mediante ao número de núcleos, fatores como memória cache embutida e largura da banda para transferir dados para a memória ajudam aumentar o desempenho do sistema. A Intel inseriu quatro canais de comunicação com a memória no Nehalem-EX, que é o mesmo número inserido no chip Magny-Cour da AMD.

Para aplicações corporativas, a quantidade de dados que trafega entre memória e processador (throughput) é fator importante para contribuir com o desempenho, disse McCarron, da Mercury Research. Por exemplo, em um programa com grande base de dados, a largura de banda em que ele se comunica com a memória é essencial para se obter a maior quantidade de dados no menor tempo possível.

Poulin informou que a Intel mantém uma vantagem importante - a tecnologia de fabricação - que permite à fabricante ter caches maiores dentro de seus processadores e isso, além de proporcionar melhor desempenho, também economiza energia, além de obter preços menores que seus chips anteriores.

Fruehe, da AMD, rebate dizendo que “os clientes não compram nanômetros, mas produtos". O tamanho dos transistores é um dos atributos do processador, mas a arquitetura que está por trás disso é algo crítico. Segundo ele, o tamanho dos chips da AMD não está influenciando no consumo de energia, nem no desempenho.

Para Brookwood, o chip Nehalem-EX (Intel) leva vantagem em algumas características, como a correção de erros, mas o Magny-Cour (AMD) oferece melhor relação entre custo e benefício, especialmente porque os usuários vão migrar de servidores com dois soquetes para servidores com quatro soquetes. “A AMD está mudando a economia desse mercado. A Intel talvez cobre mais caro pelo Nehalem-EX, já que esse chip entra em um mercado tradicionalmente dominado por soluções ainda mais caras, com arquitetura RISC, como os processadores Power PC, da IBM e o Sparc, da Sun”, disse Brookwood. Para o analista da Insight 64, “2010 será um ano interessante para o mercado de servidores x86; tanto a AMD, quanto a Intel, estão [chegando] com soluções interessantes”.
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Service Pack para Windows 7 virá mais cedo do que o esperado


Empresa decidiu reduzir prazo inicial de 22 meses após o lançamento; argumento seria o de que há muitas atualizações sérias de desempenho.

Apesar de a Microsoft ter desistido de lançar o primeiro Service Pack do Windows 7 quase dois anos após seu lançamento, a empresa não deverá lançar o pacote de atualizações antes de outubro de 2010, informou nesta segunda-feira (8/3) um site de tecnologia.

De acordo com o site malaio TechARP.com, que já previu com precisão as datas de lançamento de Service Packs para o Windows XP e o Vista, fontes anônimas revelaram que a Microsoft havia definido um prazo de 22 meses após o lançamento do Windows 7 para lançar o Windows 7 Service Pack 1.

Mas a empresa mudou de ideia - segundo as fontes, para resolver um número desconhecido de bugs de performance considerados "sérios".

"O mais cedo que a Microsoft pode lançar a versão Service Pack 1 para o Windows 7 é no último trimestre de 2010", afirma o site.

Histórico semelhante
Essa previsão poderia, de fato, se encaixar no calendário que a Microsoft seguiu em relação aos dois sistemas anteriores ao Windows 7.

A empresa lançou o Windows XP SP1 pouco mais de 10 meses após a versão do XP em outubro de 2001, e entregou o primeiro pacote de atualizações do Vista cerca de 12 meses depois do lançamento da versão, em janeiro de 2007.

"Não há regras para o lançamento de um Service Pack", observou Michael Cherry, um analista da empresa Directions on Microsoft. "É um marco psicológico. Eles têm nos treinado para esperar pelo SP1."

A Microsoft poderia se beneficiar com o adiamento do Windows 7 SP1, argumentou Cherry. "O Windows 7 tem um ritmo de vendas muito bom nesse momento, que poderia desacelerar se eles anunciassem um Service Pack. Se ele fosse anunciado, as pessoas iriam esperar por ele, o que poderia criar barreiras às boas vendas do Windows 7 agora."

De acordo com Peter Klein, principal executivo financeiro da Microsoft, a empresa vendeu 90 milhões de licenças do Windows 7 desde julho de 2009.

Desnecessário
A Microsoft recusou-se a comentar as afirmações da TechARP, ou sobre um Service Pack para o Windows 7. "De acordo com a política da Microsoft, nós não comentamos sobre rumores ou especulações", disse uma porta-voz da empresa nesta segunda-feira, por e-mail. "Não temos nada a anunciar por enquanto."

Quando a Microsoft lançou o vista em 2007, os executivos da empresa argumentaram que um Service Pack não seria necessário porque o Windows Update poderia distribuir as atualizações conforme estivessem disponíveis.

Mais tarde, a Microsoft voltou atrás em sua posição. A empresa não usou o mesmo argumento com o Windows 7.

Cherry explicou por que um Service Pack ainda é necessário. "Quando uma pessoa compra um novo computador e vai ao Windows Update, e há 50, 60, 70 atualizações o esperando, em algum ponto isso se torna um fardo", ponderou.

A Microsoft tem atualizado o Windows 7 várias vezes nos aspectos de estabilidade e confiabilidade, desde seu lançamento em outubro de 2009.

A atualização de estabilidade de janeiro, no entanto, fez com que alguns sistemas congelassem ou mostrassem a tela de erro conhecida como "Tela azul da morte". A Microsoft afirmou que essas ocorrências não eram um "problema significativo".
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segunda-feira, 8 de março de 2010

Como escolher o notebook ideal?



Uma das dúvidas mais frequentes por quem decide comprar um laptop é o que deve ser levado em consideração. O que faz a diferença na hora de decidir? Quais os aspectos e componentes mais importantes?



Para responder a essas perguntas, a primeira coisa que você precisa avaliar é qual será o uso principal de sua máquina, mas antes de tudo, pergunte-se: "preciso realmente de um portátil?" Se a sua intenção for ter sempre seu computador sobre a mesa, talvez um laptop seja um gasto desnecessário, uma vez que um PC de mesa (desktop) tem preços bem mais acessíveis.

Confirmada a necessidade de um laptop, é hora de traçar seu perfil de uso. Você quer uma máquina para estudo, trabalho, jogo ou tarefas básicas, como navegar na internet? Cada um desses usos representa diferentes especificações, e tentar ter uma máquina que "faça tudo" é, senão quase impossível, um investimento altíssimo.

* Escolha certa para estudantes

Quem pretende utilizar o computador para estudos, vai precisar de uma máquina leve, que possa ser carregada da faculdade para casa. De preferência, também precisa ser uma máquina barata, uma vez que, sendo estudante, você terá outras prioridades de gastos com os quais arca normalmente.

A menos que você estude cinema ou alguma outra disciplina que exija softwares mais pesados, como engenharia, arquitetura ou design industrial, não precisa se preocupar com máquinas parrudas e de altas configurações (neste caso, veja as sugestões de máquinas para campos específicos).

Encarar dia a dia ônibus e metrôs, ao mesmo tempo em que carrega livros pesados, exigirá um equipamento leve e pequeno o suficiente, que não dispute muito espaço em sua mochila e, de quebra, possa ser "escondido", para que você continue tendo um computador.

Considere também que sua jornada pode envolver quatro ou cinco horas diárias, fora tempos de trabalho e pesquisa. Diante disso, uma tomada para carregar sua bateria pode ser inexistente em muitas das vezes, então, é previdente escolher um aparelho com uma boa autonomia. Dê preferência a baterias de 6 ou 9 células.

Sendo um estudante, você provavelmente precisará estar sempre conectado, independentemente da existência de redes Wi-Fi ou outras. Ou seja, existindo a possibilidade, invista em uma conexão 3G para poder conectar-se pelo celular a qualquer momento.

Os pontos citados colocam os netbooks em primeiro lugar da lista: são menores e mais leves que um notebook, muitos possuem conectividade 3G embutida e por serem mais "básicos", consomem menos recursos da bateria, o que culmina em maior tempo de duração.

A ausência de drives de DVD dos netbooks não costuma ser um problema para a grande maioria dos estudantes. Contudo, se isso lhe afetar, pode ser uma boa investir em um drive de DVD externo, hoje facilmente encontrado a preços acessíveis.

Você precisa gravar grandes arquivos? Se sim, procure um netbook com disco rígido. A maior parte das máquinas mais baratas vem com memória Flash, mais rápida e econômica, mas normalmente limitada a uma dezena de gigabytes.

Em resumo, você deve procurar: preço, bateria, peso e dimensões. Um opcional atraente é o modem 3G embutido.

É melhor evitar: primeiro, se você trabalhar com programas específicos, tenha certeza de estar escolhendo uma máquina com sistema operacional compatível a eles. Portáteis com Windows, por exemplo, costumam ser mais caros que outros de configuração idêntica que tragam Linux.

Configurações interessantes: tela entre 8 e 10 polegadas; HD de 160 GB (em casos em que você precise guardar muitos arquivos) e 1 GB de memória RAM.

* Escolhendo uma máquina para trabalhar em trânsito

Se você está procurando uma máquina para uso profissional, é bem provável que em sua rotina estejam reuniões e viagens a trabalho. Neste caso, como no de máquina para estudante, assegure-se de optar por equipamentos com bons itens de conectividade. Placa de rede sem fio (Wi-Fi) é um padrão, mas, se possível, opte por um dispositivo com modem 3G embutido e Bluetooth.

Uma placa Bluetooth permitirá que você sincronize, sem cabos, informações de seu computador com um telefone celular ou smartphone, ideal para poupar bateria quando você precisar verificar uma informação pequena, como sua agenda, por exemplo.

Quem vai trabalhar em trânsito deve se preocupar com segurança de dados. Algumas máquinas trazem opções de criptografia realizadas por hardware ou software, capazes de bloquear acesso não permitido aos seus arquivos. Esse recurso costuma elevar consideravelmente o preço, mas é um adicional importante para executivos.

O padrão de sistema operacional hoje em dia é o Windows e, por isso, é quase indispensável que você opte por um notebook com este sistema. Muitas máquinas ainda vêm com o Windows Vista. Evite. Procure algum com o Windows 7.

O uso de múltiplos programas ao mesmo tempo torna indispensável uma máquina com processador melhor e memória RAM, possivelmente um computador de múltiplos núcleos e tela grande, maior do que 12 polegadas.

Há clientes e parceiros que costumam gravar materiais em mídias como CDs e DVDs. Não ignore, então, um drive, preferencialmente capaz de gravar dados também.

Esses últimos quesitos colocam o netbook fora de questão. Invista um pouco mais e adquira uma máquina com gravador de DVD, todas as opções de conectividade e, se possível, criptografia via hardware.

Uma dica importante para quem está levando um notebook para viajar constantemente: compre uma segunda bateria. Às vezes você precisará de mais tempo de uso dentro de um voo ou sala de reuniões, então, trocar a bateria recém-esvaziada por outra carregada é essencial.

Em resumo, você deve procurar: uma máquina com modem 3G e Bluetooth. O processador deve ser, no mínimo, dual core. Evite máquinas com menos de 2 GB e qualquer uma que tenha Vista.

É melhor evitar: na maioria das vezes, máquinas de sistemas diferentes ao Windows. Descarte também laptops sem gravadores de DVD e com telas pequenas.

Configurações interessantes: no mínimo um processador dual core, com memória RAM entre 2 GB e 4 GB e tela por volta de 15 polegadas.

* Para satisfazer os usos básicos

Navegar na internet, conversar no MSN, editar um arquivinho de texto ou uma planilha, ouvir uma música ou assistir a um vídeo de vez em quando. Para usos básicos, praticamente qualquer máquina dá conta.

Esta categoria é a mais abrangente, e você terá uma imensa gama de produtos para pesquisar e pensar. Você quer uma máquina só para navegar e realizar tarefas mais básicas ou pretende também utilizar sua máquina para a reprodução de conteúdo multimídia? Talvez esta seja a pergunta cuja resposta é capaz de definir se o que você procura é um netbook ou notebook.

Se o seu uso for basicamente navegação, uma máquina com HD pequeno, talvez de 160 GB seja muito mais que o suficiente. Se você pretende utilizar seu notebook como uma "jukebox", invista em, pelo menos, um laptop de 250 GB e com uma tela maior.

A escolha de sistema operacional aqui é mais ampla. Qualquer um que faça você se sentir mais confortável é o ideal, visto que existem soluções equivalentes para qualquer sistema, inclusive opções de Media Center.

Talvez este seja o único segmento em que itens de design do aparelho, como uma cor diferenciada, por exemplo, sejam realmente levados em conta.

Em resumo, você deve procurar: nada muito especial. Provavelmente o fator de maior impacto em sua decisão será o preço. Tela e HD maiores, caso deseje utilizar sua máquina como um jukebox portátil.

É melhor evitar: máquinas muito limitadas ou de baixo desempenho, se a sua intenção for ver conteúdo multimídia.

Configurações interessantes: um netbook para situações em que você vai apenas dedicar-se à navegação, ou uma máquina dual core, caso pretenda destinar seu computador ao uso multimídia, com tela de pelo menos 17 polegadas e HD de 250 GB.

* As máquinas para jogo

Ser um jogador em notebook no Brasil é tarefa para poucos. As máquinas são muito caras, principalmente se colocadas em perspectiva com computadores de mesa para o mesmo fim. Mas se você realmente decidir investir em um computador para jogos, eis o que você precisa.

Um processador de múltiplos núcleos não é recomendado, é exigido. Invista em uma máquina quad core (quatro núcleos de processamento). A memória RAM é de alta necessidade, e quanto mais, melhor. Menos de 4 GB é bobagem para quem quer jogar.

Só essas duas necessidades excluem a grande maioria de portáteis, inclusive netbooks. Sua máquina precisará ter gravador de DVD; um leitor de Blu-ray é um adicional interessante, já que a tendência de jogos cada vez menores exigirá, talvez em não muito tempo, mídias de mais capacidades.

Outro item importante: uma placa de vídeo dedicada e de boa capacidade. Placas integradas compartilham memória RAM para melhorar o desempenho gráfico. Isso pode ser incompatível com jogos mais pesados.

Escolha um aparelho de tela grande, já que jogar em telas pequenas prejudica os gamers, e procure sempre máquinas com um disco rígido de grande capacidade, que permitirão gravar um maior número de jogos em seu computador.

O mercado de jogos para PC é quase que exclusivamente de Windows. Opte por uma máquina com Windows 7.

Em resumo, você deve procurar: a melhor máquina. Processador de alto desempenho e bastante memória RAM. Leitor de DVD é imperativo, bem como um disco rígido com bastante espaço e uma boa tela.

É melhor evitar: aparelhos dual core ou inferiores (ou seja, netbook sem pensar), máquinas que não tenham Windows e que não possuam leitor de DVD.

Configurações interessantes: processador Quad Core, memória RAM entre 4 GB e 8 GB, disco rígido de 320 GB, uma boa placa de vídeo dedicada e monitor de 17 polegadas, no mínimo.

* Aparelhos de uso específico

Para profissionais que se dedicam a editar fotografias e vídeo, ou que trabalhem com softwares, como as ferramentas CAD, as recomendações previamente dadas podem não funcionar muito bem.

Isso acontece porque tais aplicações são mais pesadas que o uso normal destinado aos outros itens. Essas máquinas específicas seguem, basicamente, as recomendações da máquina de jogos.

Você precisará de muito poder de processamento e memória RAM. É imprescindível possuir uma placa de vídeo dedicada e uma tela grande, maior de 17 polegadas.

Aqui o HD de grande capacidade não é opcional. Opte por, pelo menos, 500 GB de espaço em disco, mas tenha em mente que você provavelmente precisará de um disco rígido externo para ampliar a capacidade de sua máquina e também garantir a segurança de seus dados.

Embora o Windows seja uma escolha viável para boa parte dos profissionais, ferramentas populares (como o Final Cut, por exemplo, um dos mais famosos softwares de edição de vídeo), são exclusivas de Mac, o que faz muitos optarem por notebooks da Apple.

Em resumo, você deve procurar: é preciso pesquisar que ferramentas serão utilizadas e em qual sistema operacional elas possuem melhor desempenho. Invista sempre em uma máquina parruda, já que boa parte das aplicações gráficas é responsável por um alto consumo de processamento e memória RAM, e dê preferência a equipamentos (e sistemas) de 64 bits.

É melhor evitar: máquinas dual core podem ter desempenho aquém do desejado. Qualquer volume de RAM inferior a 4 GB deve ser descartado. Discos de 250 GB podem ser insuficientes para quem trabalha com vídeo.

Configurações interessantes: processador quad core, entre 4 GB e 8 GB, monitor de, no mínimo, 17 polegadas e um disco rígido de 500 GB. Uma placa de vídeo dedicada pode dar ainda mais agilidade à execução do trabalho.
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Empresa traz três novos modelos para a leitura e gravação de discos Blu-ray.


A LG é uma das empresas que mais apoia o formato de mídia Blu-ray. Durante a CeBIT 2010, foram divulgados três novos modelos de drives Blu-ray: o gravador externo BE12LU e os gravadores internos BH12LS e CH10LS.

Os dois primeiros modelos, o BE12LU e o BH12LS, permitem a gravação de discos com velociade máxima de 12x e oferecem suporte ao LightScribe, tecnologia que faz a impressão diretamente no disco. As interfaces utilizadas são USB/eSATA e SATA, respectivamente.O CH10LS, por sua vez, é capaz de ler discos Blu-ray em velocidade 10x e ler e gravar CDs e DVDs. De acordo com a empresa, os novos drives estarão disponíveis daqui a algumas semanas. Como de costume, preços não foram mencionados.
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domingo, 7 de março de 2010

Novo Windows nem sempre se comunica com equipamentos antigos


Computadores parecem seguir aquela velha recomendação: não converse com estranhos. Para que um PC se comunique com periféricos (impressoras, scanners, entre outros equipamentos), eles têm que ser compatíveis.

Uma das razões para o fracasso do Windows Vista foi a sua falta de capacidade para se comunicar com periféricos feitos para o XP. Após a lição, a Microsoft concentrou esforços para garantir a compatibilidade deles com o Windows 7. A melhora foi nítida, segundo a imprensa especializada. Porém alguns problemas permanecem e nem sempre o Windows 7 conversa com o passado.

Nem sempre o Windows 7 conversa e se conecta com equipamentos mais antigos

A chegada de um novo sistema operacional pode significar que periféricos fiquem sem seus drivers. Os drivers são programas de comunicação que fazem a interação entre um PC e um outro aparelho. São eles que fazem equipamentos deixarem de ser "estranhos" ao computador. Sem eles, o periférico não funciona.

O problema é que cada modelo de equipamento tem o seu próprio driver, que, por sua vez, precisa ser desenvolvido para cada sistema operacional. Com algumas exceções, dificilmente um driver antigo vai conversar com um sistema operacional novo. O número desses programas é grande, assim como o tempo e o dinheiro necessários para desenvolvê-los. Nem sempre os fabricantes e a Microsoft veem vantagem em continuar desenvolvendo para o passado.

Para quem quer migrar para o 7, mas deseja ver seus periféricos funcionando, o desafio é encontrar os drivers.

Diferentemente de versões antigas, o Windows 7 tem menos drivers já incorporados ao sistema e depende mais da internet para buscá-los, em um processo parecido com o das atualizações automáticas de segurança. Sem conexão à rede, as chances de compatibilidade entre o 7 e periféricos diminuem.

Porém estar ligado à rede também não garante compatibilidade, pois nem sempre a Microsoft tem os drivers disponíveis on-line. Estando conectado, é torcer para o fabricante do periférico ter disponibilizado o driver em seu site.

No caso de impressoras multifuncionais, encontrar o driver também não é garantia de total funcionamento. Eles podem dar suporte parcial ao equipamento, o que significa que ele pode manter funções básicas como impressão, mas perder as outras, como scanner e fax.
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IBM apresenta nova arquitetura para servidores


A IBM anunciou nesta terça-feira novos System x e servidores BladeCenter, que são baseados em uma arquitetura que promete melhorar desempenho e reduzir custos de energia em data centers.

Os servidores EX5 dão um passo à frente da arquitetura tradicional x86 que coloca processador e memória juntos. A nova arquitetura desacopla a memória do processador em unidades separadas, de acordo com a IBM.

Isso pode ajudar a melhorar o desempenho de aplicativos, enquanto diminui custos com energia e armazenamento, informou a empresa. A IBM está mostrando os servidores na feira CEBIT, que está sendo realizada em Hanover, na Alemanha.

“Todos os novos sistemas têm eficiência de energia melhorada e uma ampla gama de componentes que geram mais economia com energia comparado à geração atual de servidores”, diz o vice-presidente da divisão System x da IBM, Ronald Hagan.

Os servidores, voltados para empresas usarem em data centers, serão lançados este ano, de acordo com a IBM. A empresa vai introduzir três nossos sistemas EX5 que usarão o processador Nehalem-EX, da Intel. Os preços ainda não foram divulgados.

Na nova arquitetura, a memória é guardada em uma espécie de gaveta que comporta 600% mais memória em relação aos servidores padrões, segundo Hagan. A IBM desenvolveu um chip separado para reduzir a latência entre memória e processador.

Os novos servidores também darão às empresas acesso a um número maior de servidores virtuais, que podem reduzir custos ao rodarem aplicativos de uma maneira mais eficiente em energia, segundo a IBM.
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Intel lança em março chips Nehalem-EX de oito núcleos para servidores


A Intel planeja lançar processadores Nehalem-EX de oito núcleos para servidores ainda neste mês, segundo o diretor da plataforma Xeon, Shannon Paulin. Cada núcleo físico será capaz de executar duas threads simultaneamente, dando ao servidor 64 processadores virtuais.

O CEO da Intel, Paul Otellini, descreveu o Negalem-EX como o processador mais rápido da empresa até hoje. Entretanto, Poulin se recusou a dar informações sobre a velocidade do clock dos chips. Tudo que se sabe é que ele terá 24MB de cache e 2,3 bilhões de transistores.

O alvo da Intel são sistemas que executam aplicativos com alto tráfego de informações, como bancos de dados. A IBM anunciou nesta semana que vai integrar os novos processadores da Intel em seus servidores System x EX5.

O chip será fabricado com o tecnologia de 45 nanômetros, baseada na arquitetura Nehalem, que integra controladores de memória e amplia a velocidade do sistema cortando gargalos de dados que assombram os processadores anteriores da empresa.

A Intel também lançará ainda em março os processadores da próxima geração Xeon, baseados na micro arquitetura Westmere. Estes chips serão destinados a servidores com dois soquetes, segundo Poulin. Os processadores dessa linha para servidores com quatro soquetes serão lançados somente em 2011.

De acordo com a companhia, os chips baseados na Westmere terão até seis núcleos, 1,17 bilhão de transistores e 12MB de cache com melhor desempenho e recursos para economia de energia em relação aos antecessores de quatro núcleos. Estes processadores estarão na linha de produtos Xeon e serão fabricados por meio do processo de 32 nanômetros.
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Centenas de usuários do Twitter têm suas contas invadidas


Centenas de contas do Twitter foram invadidas neste sábado (6). O ataque fez com que os usuários afetados começassem a enviar mensagens sobre dietas para seus seguidores

Centenas de contas do Twitter foram invadidas neste sábado (6). O ataque fez com que os usuários afetados começassem a enviar mensagens spams sobre dietas para seus seguidores. Segundo o blog do antivírus Sophos, o Twitter já está pedindo para que os usuários afetados troquem suas senhas.

Ao que tudo indica, o ataque foi realizado através do API do Twitter, indicando que os responsáveis não possuíam acesso direto às contas hackeadas. De qualquer forma, é aconselhável que nenhum usuário libere sua conta a aplicativos desconhecidos, tampouco liberem suas senhas para desconhecidos.

O Twitter ainda não divulgou nenhum comentário oficial sobre o assunto.
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sexta-feira, 5 de março de 2010

Conforme a computação em nuvem ganha força, cresce a discussão sobre como defini-la em termos de modelo de computação. Confira algumas possibilidades


À medida que a computação em nuvem ganha força, muito se discute sobre como defini-la em termos de modelo de computação. Alternativas de maturidade foram publicadas e debatidas, e os fornecedores têm um modelo para seus próprios produtos.

Existem 11 categorias principais de tecnologia de cloud computing (leia a reportagem completa sobre o mercado de cloud computing na edição de fevereiro de COMPUTERWORLD.

* Armazenamento como serviço: Como o nome indica, é a capacidade de utilizar o storage que existe fisicamente em um site remoto, mas é, logicamente, um recurso de local para qualquer aplicativo que requer armazenamento. É o componente mais primitivo da computação em nuvem, explorado pela maioria dos outros
* Banco de dados como serviço: Capacidade de utilizar os serviços de um banco de dados hospedado remotamente, compartilhando-o com outros usuários. Funcionaria logicamente como se o banco de dados fosse local. Diversos fornecedores oferecem diferentes modelos, mas sua força está em explorar a tecnologia de banco de dados que normalmente custaria milhares de dólares em hardware e licenças de software
* Informação como serviço: Capacidade de consumir qualquer tipo de informação, hospedada remotamente, por meio de uma interface bem definida, como uma API.
* Processo como serviço: Recurso remoto que pode reunir muitos outros, tais como serviços e dados, sejam eles hospedados no mesmo recurso de cloud computing ou remotamente, para criar processos de negócio. É possível pensar em um processo de negócio como um meta-aplicativo que abrange sistemas, explorando serviços e informações essenciais que são combinados em sequência para formar processos. Em geral, eles são mais fáceis de mudar do que os aplicativos, proporcionando agilidade a quem utiliza estes mecanismos de processos fornecidos sob demanda
* Aplicativo como serviço (ou software como serviço): Qualquer aplicativo oferecido sobre a plataforma web para um usuário final, geralmente explorando o aplicativo pelo browser. Embora muita gente associe aplicativo como serviço a aplicativos corporativos, tais como o Salesforce SFA, os aplicativos de automação de escritório, na realidade, também são aplicativos como serviço, entre eles o Google Docs, Gmail e Google Calendar
* Plataforma como serviço: Plataforma completa, incluindo desenvolvimento de aplicativos, de interfaces e de banco de dados, armazenamento, teste e assim por diante, disponíveis para assinantes em uma plataforma hospedada remotamente. Com base no tradicional modelo de tempo compartilhado, os modernos fornecedores de plataforma como serviço oferecem a capacidade de criar aplicativos corporativos para uso local ou sob demanda, de graça ou por um pequeno custo de assinatura
* Integração como serviço: Capacidade de fornecer uma pilha de integração completa a partir da cloud, incluindo interfaceamento com aplicativos, mediação semântica, controle de fluxos, design de integração e assim por diante. Em essência, a integração como serviço abrange a maioria dos recursos e das funções encontradas na tecnologia convencional de enterprise application integration (EAI), mas fornecidos como um serviço
* Segurança como serviço: Capacidade de fornecer serviços de segurança essenciais remotamente via internet. A maior parte dos serviços de segurança disponíveis é rudimentar, porém alguns mais sofisticados, tais como gerenciamento de identidade, começam a ser oferecidos
* Gestão/governança como serviço: Qualquer serviço sob demanda que permita gerenciar um ou mais serviços de computação em nuvem, como gerenciamento de tempo de atividade, topologia, utilização de recursos e virtualização. Também começam a surgir sistemas de governança, como capacidade de aplicar políticas definidas para dados e serviços
* Teste como serviço: Capacidade de testar sistemas locais ou fornecidos em nuvem empregando software e serviços de teste hospedados remotamente. É importante observar que, embora um serviço de cloud exija teste em si mesmo, os sistemas de teste como serviço podem verificar outros aplicativos em nuvem, websites e sistemas empresariais internos, e não requerem espaço para hardware ou software na corporação
* Infraestrutura como serviço: Trata-se de data center como serviço ou a capacidade de acessar recursos de computação remotamente. Em essência, você aluga um servidor físico, que pode usar como lhe convier. Para fins práticos, ele é o seu data center ou, pelo menos, parte de um data center. A diferença desta abordagem em relação à computação em nuvem principal é que, em vez de usar uma interface e um serviço mensurado, você tem acesso à máquina inteira e ao software que está nesta máquina. É menos "empacotada" e mais do tipo hospedagem.
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Nova placa de vídeo mostrada na CeBIT 2010 impressiona pela quantidade de memória on-board.




A placa de vídeo tem um importantíssimo papel em um computador de jogos. Por isso, é preciso ficar sempre antenado quanto às novidades divulgadas pelas fabricantes. Placas mais poderosas são criadas todos os dias e podem oferecer uma melhora considerável na qualidade do seu jogo.

Na CeBIT 2010, foi apresentada a Sapphire HD 5970, uma versão especial da placa de vídeo Radeon HD 5970. A nova placa esbanja memória e já está na listinha de presentes de natal de muitos gamers.

São 4GB de memória VRAM para acelerar os gráficos e rodar seu jogos favoritos de forma inacreditável. A bichana não segue o design padrão da ATI, trazendo um sistema de refrigeração da Arctic Cooling, que conta com três ventoinhas e clock com GPU de 850MHz. Toda a energia é obtida a partir de um conector de 8 pinos.
Preços não foram sequer mencionados, mas caso você tenha se interessando, prepare-se: o Sapphire HD 5970 promete doer no bolso.
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Descubra por que o Windows Live Wave 4 é um dos programas mais aguardados de 2010


Os últimos meses foram uma verdadeira tortura para quem está ligado no mundo da tecnologia e não aguenta esperar para conferir a nova versão dos softwares mais quentes do mercado. Tudo isso se deve às informações constantes que vêm sendo liberadas "a conta-gotas" sobre a quarta versão do Windows Live Wave.

Para quem não sabe, o Windows Live Wave é um pacote de aplicativos da Microsoft que conta com os principais serviços online da companhia, além de apresentar atualizações importantes para softwares populares como o MSN Messenger, a Galeria de Fotos e o Windows Live Mail.

Além de aprimorar o funcionamento de programas antigos, a terceira versão trouxe uma série de novidades que melhoraram ainda mais a vida de quem utiliza o Windows. O destaque foi o Windows Live Movie Maker, que substituiu o antigo Windows Movie Maker e trouxe uma interface e funções totalmente renovadas.

Então não é de se estranhar que haja tanta expectativa sobre o que o Windows Live Wave 4 vai trazer, ainda mais se levarmos em conta que esta é a primeira versão do pacote de aplicativos feita com o Windows 7 em mente.

Reunimos neste artigo todos os boatos e novidades sobre a quarta versão do Windows Live Wave, e adiantamos algumas das novidades que a Microsoft reservou para softwares populares, além das reformulações que devem surgir em serviços pouco utilizados. Confira abaixo todas as novidades e não deixe de registrar sua opinião em nossa seção de comentários.

O novo Windows Live Messenger

Uma das atualizações mais esperadas do Live Wave 4 sem dúvida é a mais nova versão do comunicador instantâneo mais utilizado no mundo, o Windows Live Messenger. Desde dezembro de 2009 imagens mexem com a expectativa dos usuários, e tudo aponta para muitas novidades na nova versão do programa.

Se as imagens mostradas se provarem verdade, o Windows Live Messenger deve ganhar um sistema de abas nativo, algo que só é possível na atual versão do programa utilizando o software Messenger Plus! Live.

O estilo visual também será reformulado, se adequando à interface utilizada pelos outros softwares do pacote e ficando mais próxima da interface do Windows 7. As redes sociais devem ganhar papel de destaque, com links para o Twitter, WordPress, Facebook e Windows Live, reforçando o papel do Live Messenger como um integrador de serviços online.

Além disso, o recurso de mensagens de voz deve ser aprimorado, permitindo que usuários enviem gravações para usuários offline ou gravem vídeos curtos através de webcams com recados ou outras mensagens importantes.

Visual reformulado

A parte visual de todos os programas vai sofrer uma verdadeira reformulação, e todos os programas vão passar a utilizar a interface Ribbon, que fez sua estreia no Office 2007. Nenhuma novidade para quem já conferiu o Windows Live Movie Maker, primeiro programa da Microsoft a seguir a tendência de unificar o visual de seus softwares.

A opção por utilizar o Ribbon permite não só um visual mais bonito para todos os programas, como facilita na hora de aprender a utilizar um novo aplicativo. Afinal, basta aprender os princípios básicos da interface para utilizar com facilidade todos os programas do pacote.

Mais opções para a Galeria de Fotos e o Movie Maker

Uma das imagens do Windows Live Wave 4 reveladas pelo site cnBeta mostra que a Microsoft decidiu incluir a opção de geotagging das fotos presentes na Windows Live Galeria de Fotos. Esse recurso permite que o usuário realize uma marcação indicando tanto o horário quanto o local onde a foto foi tirada.

Essa opção abre muitas possibilidades, ainda mais levando em conta as informações apresentadas recentemente por Blaise Agüera y Arcas, arquiteto da Microsoft que trabalha no serviço de mapas da empresa, o Bing Maps.

O arquiteto apresentou o aplicativo Streetside Photos, baseado no Flickr, que identifica a posição com que cada foto foi tirada no mapa e busca no acervo do site outras imagens tiradas naquela região. As fotos importadas sobrepõem às imagens do Bing quando o usuário seleciona uma localização em que os carros munidos de câmeras da empresa não conseguem chegar.

Esse princípio, se aplicado à Windows Live Galeria de Fotos, pode tornar o serviço da Microsoft ainda mais forte e representar um verdadeiro diferencial em relação ao seu maior concorrente na área, o Google Maps.

Outro projeto que pode ser incluído no Windows Live Fotos é o OneAlbum. Trata-se de um sistema que analisa as fotos do seu álbum em busca do reconhecimento facial dos seus amigos bem como dos lugares exibidos nas imagens.

A partir desses dados, o sistema cruza as informações com os perfis dos seus colegas, procurando por imagens similares àquelas que sua página está exibindo. Ao reconhecer seus amigos, o sistema importa imagens deles para o seu álbum, centralizando tudo num só local.

Claro, a integração dos dois ainda não passa de mera suposição, mas não será nada surpreendente caso a Microsoft disponibilize essa opção em um futuro próximo. Ainda mais se levar em conta a estratégia agressiva que a empresa tem nos últimos anos em integrar cada vez mais seus serviços.

Já o Windows Live Movie Maker deve receber menos atenção nesta versão se comparado às novidades apresentadas no Live Wave 3. Novas transições e efeitos especiais devem complementar o programa, além dos tradicionais concertos de bugs e aprimoramentos de desempenho.

Novas opções de temas

A personalização de cabeçalhos que fez sua estreia na terceira versão do Live Wave vai ganhar mais opções, baseadas nos papéis de parede padrões do Windows 7. Embora sejam populares principalmente no Live Messenger, é possível utilizá-los também na rede social da Microsoft, mas sem a opção de escolher imagens do próprio computador.

Windows Live Sync: o fim do Live Mesh?

Há algum tempo a Microsoft convive com uma situação aparentemente contraditória. De um lado possui o Windows Live Sync, ferramenta que sincroniza arquivos entre dois ou mais computador através de P2P, possibilitando acesso remoto através do Windows Live ID.

Do outro lado está o Live Mesh, plataforma que disponibiliza serviços semelhantes, mas vai além ao permitir a integração com dispositivos móveis e arquivos online, utilizando o princípio da nuvem. Disponibilizar dois programas tão semelhantes foi uma fonte de confusões constantes para os usuários, mas isso parece que vai chegar ao fim com o Live Wave 4.

Embora o Live Mesh seja considerado por muitos um simples programa de sincronização, suas aplicações vão além, permitindo que outros aplicativos o utilizem como forma de gerenciar e compartilhar arquivos.

Com o Live Wave 4 tudo indica que o cliente do Mesh vai ter sua morte decretada, porém a plataforma continuará viva, exercendo a função de compartilhar arquivos entre computadores e permitindo seu acesso remoto através do navegador.

A essas funções básicas deve ser adicionada a opção de interagir com documentos hospedados na nuvem, utilizando o SkyDrive como plataforma. Um maior suporte para dispositivos móveis como o Zune HD e smartphones que possuem o Windows Phone 7 como sistema operacional é esperado, embora os boatos não confirmem a possibilidade.

O Windows 7 também pode desempenhar um papel ativo nesse cenário, permitindo uma maior integração entre os documentos presentes no disco rígido do computador com a internet ou outros usuários que possuam a Windows Live ID.

Todos esses dados foram extraídos do que foi possível interpretar das imagens que vazaram das versões de teste do Live Wave 4, porém não seria nada surpreendente se grande parte das suposições sejam verdade. Afinal, tudo isso coincide perfeitamente com a estratégia da Microsoft de integrar cada vez mais seus serviços e ganhar espaço no mundo online.

Windows Live Documents e Devices

Uma das novidades do Live Wave 4 é a inclusão de dois novos serviços, que receberam o nome de Windows Live Documents e Windows Live Devices, que atualmente passam por fases de testes na Microsoft.

O Windows Live Documents vai substituir o Office Live Workspaces, que permite o acesso online a documentos e um espaço para compartilhá-los com outros usuários. Apesar de continuar oferecendo esse serviço, a nova ferramenta vai oferecer a opção de utilizar as aplicações do Office Web.

O Office Web funciona de maneira semelhante ao Google Docs, oferecendo versões online totalmente gratuitas de aplicativos como o Word, Excel e Power Point. Essas versões não contarão com todas as opções do software pago, mas facilitam o acesso e a integração entre documentos criados no computador e criações iniciadas através do navegador.

O novo serviço é um aprimoramento do que já acontece há algum tempo com o Office Lives, integrado ao Windows Live no início de 2009. Tudo indica que o Windows Live Documents utilizará o SkyDrive como forma de hospedar os documentos, assim como acontece com a Windows Live Galeria de Fotos. O SkyDrive também deve ser usado para realizar a troca de dados, substituindo o atual Live Desktop.

O Windows Live Devices vai atuar como um substituto às funções de sincronizar arquivos, exercidas até então pelo cliente do Live Mesh. O serviço vai funcionar como uma forma de sincronizar diferentes dispositivos a uma mesma conta do Windows Live, permitindo acesso remoto entre eles.

Embora as imagens liberadas não deixem isso claro, tudo indica que para utilizar o serviço será preciso instalar algum tipo de software no computador, Mac ou smartphone compatível.

E você, o que espera desta nova versão do Live Wave 4? Está ansioso pelas mudanças apresentadas? Acha que a maioria do que foi apresentado não passa de boatos? Não deixe de registrar sua opinião em nossa área de comentários.
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quinta-feira, 4 de março de 2010

Chipset 890GX, da AMD, roda vídeos em alta definição a bom preço


E eis que a AMD apresenta o chipset 890GX, aúltima geração de sua plataforma de processadores com gráficos integrados e o primeiro chipset da empresa a ter suporte nativo para SATA de 6 GB/seg.

Enquanto os processadores Arrandale e Clarkdale, da Intel, integram a GPU (Unidade de processamento gráfico) no processador aritmético, a solução da AMD está construída na placa-mãe e oferece uma plataforma relativamente barata, com ótimo potencial para a escalabilidade.

Nos testes feitos por PC World (EUA), usamos a placa-mãe da Gigabyte, modelo 890GPA-UD3H, uma das primeiras placas a apoiar o novo chipset 890GX. Para fazer uma comparação, usamos uma motherboard Gygabyte equipada com o chipset 785G, também da AMD. Apresentado em agosto de 2009, o 785G oferece o processador gráfico integrado ATI Radeon HD 4200. O chipset 890GX tem integrado o processador gráfico ATI Radeon HD 4290. Ambos oferecem suporte a DirectX 10.1 e a principal diferença entre eles é a frequência de trabalho: o HD 4200 roda a 500 MHz e o HD 4290, a 700 MHz.

O processador aritmético utilizado nas duas placas-mãe é o recém lançado AMD Athlon X4 II 635. As memórias e discos utilizados também são idênticos para as duas placas: 4 GB de memória RAM e disco rígido de 1 TB.

Resultados
O 890GX mostrou pouca melhora em relação ao chipset 785G. Na suíte de testes WorldBench 6, ele marcou 110 pontos sobre 109 pontos feitos pelo 785G. O 890GX melhorou durante os testes gráficos, mas ainda assim o desempenho do jogo foi pobre, o que era esperado para um chip gráfico integrado.

Com a resolução de 1024 por 768 pontos no monitor e configurações médias no jogo Unreal Tournament 3, o 890GX obteve 28,4 quadros por segundo, contra 21,4 quadros por segundo obtidos pelo 785G.

Para um entusiasta de jogos, isso não é bem uma opção, mas para reproduzir vídeos em alta definição, mostra-se bem adequado. A reprodução de vídeos foi suave, sem levar a máquina ao estresse. A utilização da CPU oscilou entre 10% e 13%, enquanto vídeos de alta definição foram executados nos dois sistemas.

Tanto o Radeon HD 4290, quanto o HD 4200 executaram sem problemas o software de decodificação de vídeo Unified Video Decoder 2.0, que suporta arquivos Mpeg-2 e H.264, assim como suporte a vários monitores e reprodução de discos Blu-ray.

Arquitetura do Chipset AMD 890GX

Para nossa surpresa, o consumo de energia teve pequena queda. Quando o sistema estava em espera, foram marcados 69,1 watts para o 890GX e 77,5 watts para o 785G. Mas sob desempenho máximo, essa diferença evaporou: 101,1 watts para o 890GX e 100,2 watts para o 785G.

Os gráficos integrados podem roubar as atenções, mas a característica que define o 890GX é a ponte sul atualizada, que leva o nome de SB850.

A arquitetura apelidada de ponte sul e ponte norte é um recurso padrão de qualquer chipset de PC. A ponte norte é responsável por fazer a comunicação de componentes de alta velocidade, como processador e memória. A ponte sul controla os periféricos da placa-mãe, como discos rígidos e portas USB.

O referido SB850 fornece suporte a interface SATA de 6 GB por segundo, um benefício que eleva a taxa de transferência dessa porta a 500 MB/seg. A interface anterior, SATA II, obtém taxas entre 90 MB/s e 100 MB/s.

Essa largura de banda é possível graças à interface Alink III, da AMD, que alivia o gargalo de desempenho existente entre a ponte norte e a sul. E como a AMD gentilmente apontou, os chipsets mais recentes da Intel, entregam cerca da metade dessa taxa de transferência obtida pelo SB850.

O chipset 890GX oferece uma ampla faixa de opções de conectividade. Pode suportar até seis conectores SATA 6 GB/s, 14 portas USB 2.0 e dois slots PCI Express 2.0 x16. Estes últimos funcionam como x8 cada um. Para obter os dados trafegando em x16 é necessário usar duas placas de vídeo em conjunto. Não há suporte para USB 3.0, mas é possível utilizar uma placa controladora USB 3.0 externa.

O preço da placa-mãe equipada com o 890GX varia de acordo com os fabricantes, mas a Asus, MSI e Gigabyte liberaram estimativas entre 130 dólares e 180 dólares.

O ponto alto do 890GX reside no seu potencial para escalabilidade. Se o orçamento está apertado, é interessante começar com uma placa equipada com esse chipset. Já começa com a vantagem de obter velocidades mais rápidas com a interface SATA de 6 GB/s.

Com um par de slots PCI Express 2.0, o usuário será capaz de instalar uma ou duas placas gráficas e assim ter um sistema gamer de alta performance. E com o soquete de processador AM3, vai suportar chips atuais, com compatibilidade prevista para futuros processadores da AMD, como o Phenom II X6, previamente denominado “Thuban”.

Para quem não é ligado em jogos, a tecnologia AMD Graphics Dual provavelmente vai despertar algum interesse. Ela combina o chip gráfico integrado com placas gráficas de preços baixos, oferecendo ganho de desempenho considerável.

O 890GX é um chipset que oferece expansões facilmente a um preço relativamente baixo. Para quem busca por um PC novo e está descapitalizado para comprar um turbinado, vale a pena voltar a atenção para placas-mãe que utilizam chipsets da série 800, da AMD.
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quarta-feira, 3 de março de 2010

O que é cyberbullying e por que esse assunto é importante


Bullying é o termo usado para definir comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos, sem uma razão aparente e que ocorrem entre adolescentes e crianças. São aquelas zombarias perversas que prejudicam a vida de determinados alunos – situações que muitas vezes descambam para a violência, física ou emocional.

O cyberbullying é a variação desse problema no ambiente digital. Pela velocidade da expansão da web, fixa e móvel, o tema despertou a atenção de pesquisadores e especialistas.

A diferença principal entre o bullying e o cyberbullying é que, no virtual, o anonimato acoberta o agressor – isso apenas num primeiro momento, pois uma investigação judicial permite a identificação posterior.

Ataques pela internet

A versão virtual do problema se manifesta por meio de redes sociais, torpedos, blogs e comunicadores instantâneos, entre outros canais. Por meio de perfis falsos ou anônimos, o agressor espalha boatos maldosos com o objetivo explícito de prejudicar alguém.

Trata-se de um assunto que merece a atenção de pais, educadores e, claro, das crianças e adolescentes. Segundo a pedagoga Cleo Fante, pesquisadora do assunto, é preciso ter em mente que o bullying e o cyberbullying são problemas que ocorrem apenas entre adolescentes e crianças. No caso de adultos, ele é tratado como assédio moral – ou virtual, se for na internet.

“Antes o perigo estava na rua, na escola. Agora, está também na web”, afirma Cleo.

Seja na versão tradicional, seja na digital, os objetivos são parecidos: amedrontar, perseguir, tiranizar, difamar, abusar ou chantagear.

A intenção de Cleo, que debateu o tema em encontro organizado nesta quarta-feira (3/3) pela empresa de segurança McAfee, não é instaurar o pânico em relação à internet, mas apenas alertar para o fato de que, com a disseminação das redes sociais e da web móvel, a ocorrência do cyberbullying ficou mais fácil, o que exige novos cuidados.

Para auxiliar pais, educadores e os próprios adolescentes e crianças que navegam na rede, Cleo preparou algumas dicas para lidar com o cyberbullying.

Doutoranda em Ciências da Educação, Cleo Fante pesquisa o bullying escolar desde o ano 2000. É coautora, com José Augusto Pedra, do livro “Bullying Escolar – perguntas e respostas” (Editora Artmed).

Veja as dicas:

* · Acompanhar a relação de seu filho com a internet é uma medida necessária. Procure saber por que sites ele navega e com quem se relaciona nas redes sociais.
* · Estabeleça limites. Faça um acordo com ele e defina a quantidade de horas livres para usar a web.
* · Em vez de instalar o computador no quarto, deixe-o em uma “área pública” da casa, como a sala. Nesses locais, é mais fácil saber por onde ele navega.
* · Demonstre interesse sobre o universo digital. Converse com ele sobre redes sociais, internet, abra esse tipo de diálogo.
* · Oriente-o sobre os riscos que existem no ambiente digital, como o contato com pessoas estranhas que podem estar mal intencionadas.
* · Alerte-o para os cuidados que devem ser tomados com a privacidade. Converse sobre os perigos de postar fotos, dados pessoais ou lugares frequentados.
* · Todo o cuidado é pouco com a webcam. Muitos adolescentes se expõem em demasia na frente da câmera do computador, colocando-se em poses sensuais ou até mesmo nuas. O detalhe é que essas imagens podem ser remontadas de modo a atacar a reputação da pessoa.
* A vítima de cyberbullying deve reunir todas as provas possíveis dos ataques sofridos, como cópias de e-mails, mensagens SMS, de telas de blogs ou perfis de redes sociais. É importante salvar e imprimir o conteúdo, inclusive bate-papos em comunicadores instantâneos. Para ter validade jurídica, as provas devem ser registradas em cartório e deve-se fazer uma declaração de fé pública, para provar que o crime foi cometido. O passo seguinte é procurar uma delegacia comum ou especializada em crimes cibernéticos e fazer uma queixa-crime.
* Outra medida importante é notificar o provedor do serviço de internet para que o conteúdo ofensivo seja removido.
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Deputado toma posse da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informação da Câmara focado no Plano Nacional de Banda Larga.


O deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE) foi eleito o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (3/3).

O primeiro vice-presidente será o deputado Julio Semeghini (PSDB-SP), que presidiu a CCTCI em 2007. Os outros vice-presidentes serão a daputada Solange Amaral (DEM-RJ) e o deputado Bilac Pinto (PR-MG).

Oliveira, ao tomar posse, lembrou do trabalho conjunto e do debate democrático da comissão, e disse também que o ano de 2010 deve ser rico, apesar de apertado devido ao calendário eleitoral.

Segundo Oliveira, um dos principais temas de debate da CCTCI durante 2010 será o Plano Nacional de Banda Larga, que está em fase final de elaboração pelo governo.

Eunício Olveira sucede o deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), antigo presidente da Comissão.
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