terça-feira, 30 de março de 2010

HTML 5: será melhor conter a expectativa?


A linguagem que prometia libertar a web dos padrões proprietários talvez não possa viver sem eles.

A ideia básica por trás da HTML 5, a mais recente versão proposta para a linguagem fundadora da web, é tornar todos os recursos, não apenas textos e links, disponíveis de forma ampla e uniforme por todas as plataformas. Bem, essa é a teoria. Na prática, as coisas não serão muito diferentes da web de hoje, que se apoia em formatos de mídia e métodos proprietários.

Nesses 20 anos desde que a HTML surgiu, empresas - como a Adobe e seu Flash, a Microsoft com o Silverlight e a Apple com o QuickTime - acrescentaram seus próprios formatos proprietários de mídia à web.

Para completar, outras companhias - como Google com o Gears e a Oracle/Sun com o JavaFX - criaram tecnologias para a web que tornaram possível criar aplicações offline e que exploravam o ambiente do usuário. Não há nada de errado com isso, mas esses formatos proprietários e essas plataformas de aplicação comprometeram a ideia de uso universal da web.

O plano do Consórcio World Wide Web (W3C) com o HTML5 era responder a essas abordagens proprietárias. Este padrão aberto, que ainda tem de ser totalmente aprovado, eleva a HTML de simples descritora de elementos básicos de texto a uma forma que inclui especificações para apresentação de animações, áudio, equações matemáticas, fontes e vídeo. Em resumo, a HTML5 tem a missão de incorporar todas as funcionalidades que os usuários da web esperam hoje dos add-ons proprietários.

Mudança de rumo

Como disse Ian Hickson, um dos editores do padrão HTML5, "um dos objetivos da HTML5 é afastar a web de tecnologias proprietárias como Flash, Silverlight e JavaFX". Ao mesmo tempo, de acordo com Sir Tim Berners-Lee, o fundador da web e diretor do W3C, "sim, a HTML5 ainda é uma linguagem de definição de páginas web, mas a grande mudança que está havendo aqui - e, você poderia dizer, a que está realmente levando aos recursos mais sofisticados - é a mudança da web rumo a uma plataforma de computação baseada na parte cliente".

Para cada um dos múltiplos elementos que estão sendo incorporados na HTML5, explica Berners-Lee, "nós já tínhamos as peças", e ao juntá-las com a HTML5 "multiplicamos o poder de cada uma delas".

Parece bom, não é? Mas a HTML5 está anos distante de se tornar um padrão real. De fato, Dave Story, vice-presidente de ferramentas para desenvolvedor da Adobe, destacou que "a linha do tempo da HTML5 estabelece que ela está há pelo menos uma década da finalização do HTML5/CSS (Cascading Style Sheets) 3, e ainda teremos de ver que parte dele será implementada de forma consistente pelos navegadores. Enquanto isso, a plataforma Flash vai continuar a oferecer uma plataforma consistente e abrangente para permitir experiências de uso mais ricas e envolventes".

E mesmo quando a HTML 5 estiver pronta, o que vai acontecer? Pegue como exemplo a recém-aprovada tag de vídeo neutra em relação a codecs. Em tese, isso deveria facilitar a inserção de conteúdo multimídia em páginas web. Na prática, não é tão fácil. Isso porque a HTML5 não especifica que codec deveria ser suportado pela tag de vídeo.

Bem, YouTube e Vimeo já suportam a tag de vídeo da HTML5 com o codec H.264. Mas, como o H.264 não é um codec proprietário da mesma forma que é o Adobe Flash, ele não vem com restrições de patentes.

O mesmo é verdade com outros codecs em potencial. Mesmo o preferido do código aberto Ogg Theora não tem sua situação completamente clara em relação a patentes. Em qualquer caso, o problema de um padrão de formato de vídeo universal para a web está simplesmente sendo empurrado da HTML para onde ele sempre esteve: os navegadores web. Em outras palavras, estamos empacados com o mesmo e velho problema quando o tema é vídeo na internet.

Aplicações offline

Não é apenas vídeo. A HTML5 vai incluir diversos recursos que contemplam a construção de aplicações web que trabalham offline. Elas incluem suporte para um banco de dados SQL do lado cliente e aplicações offline e cache de dados. De novo, parece ótimo. Mas enquanto o Google, por exemplo, está migrando sua funcionalidade Google Gears de offline para a abordagem da HTML5, ele não está parando por aí.

Em vez disso, como um antigo defensor da web aberta, Dion Almaer, disse, "o Gears está sempre a caminho de se tornar um superconjunto da HTML5". E, é claro, sendo um superconjunto, isso significa que mesmo que um navegador suporte tudo da HTML5, ele poderá não funcionar com uma aplicação offline feita com Google Gears.

Pegou a ideia? Claro, todo mundo é a favor da HTML5, mas o diabo está nos detalhes. Para o futuro próximo, a web vai permanecer do jeito que é agora: uma mistura de padrões abertos com sua parte mais interessante trancada por trás de métodos ou formatos proprietários ou exclusivos.
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Microsoft publica correção de emergência para IE na terça (30/3)


Além da vulnerabilidade de dia zero, bug da tecla F1 do navegador também pode ser consertado no patch inesperado.

A Microsoft informou nesta segunda-feira (29/3) que irá publicar uma atualização de emergência para o Internet Explorer com o objetivo de corrigir uma vulnerabilidade de dia zero que tem sido usada para conduzir ataque nas últimas semanas.

O Patch Tuesday desta terça-feira (30/3) é a segunda nos últimos três meses que a empresa faz e que foge ao seu calendário normal de correções, que acontece na segunda terça-feira de cada mês. Em janeiro, a Microsoft publicou uma correção no IE para corrigir oito vulnerabilidades, incluindo uma que vinha sendo usada para atacar a rede de empresas, incluindo o Google e a Adobe.

“Este boletim está sendo liberado para endereçar ataques contra clientes das versões 6 e 7 do Internet Explorer”, informou a empresa no blog do Technet.

E, como em janeiro, a atualização de amanhã irá corrigir apenas a vulnerabilidade de diz zero. Na realidade, ela irá tapar alguns buracos cruciais existentes em todas as versões do navegador, incluindo a mais recente, o IE8. “Este boletim não programado é uma atualização cumulativa de segurança para o Internet Explorer e também irá corrigir vulnerabilidades consideradas críticas em todas as versões do navegador que não estão relacionadas a este ataque”, informou a empresa.

A Microsoft alertou os usuários sobre a vulnerabilidade do IE6 e IE 7 em 9/3, informando, na época, que o bug não afetava nem a versão mais antiga (IE5) nem a mais recente do navegador (IE8). A empresa informou que os ataques eram direcionados, termo usado para designar ações em pequena escala.

Em apenas dois dias, crackers utilizaram a falhar para conduzir ataques a partir de sites maliciosos e um pesquisador israelense publicou o código de exploração da vulnerabilidade na web.

O anúncio de hoje pegou muitos pesquisadores de surpresa. “Pensei que fosse levar mais tempo”, afirmou o chefe tecnologia de segurança da Qualys, Wolfgang Kandek. “Mas, ao divulgar a correção agora, a Microsoft sugere existir um razão muito forte para não aguardar até o próximo Patch Tuesday [13/4]. É provável que eles tenham notado um aumento no número de ataques”.

O diretor de segurança de operações da nCircle Network Security, Andrew Storms, concorda. “Não estava esperando por isso, ainda mais porque Microsoft emitiu o aviso a menos de um mês. Eles não alteram seu calendário salvo quando há uma razão muito forte para isso”.

Como Kandek, Storms entende que a Microsoft acelerou a liberação desta atualização cumulativa do IE porque deve ter percebido um aumento no número de ataques explorando a vulnerabilidade de dia zero.

Storms acredita que a Microsoft pode corrigir ainda outras vulnerabilidades no navegador, levando em conta os recentes alertas de segurança emitidos este ano. Em fevereiro, a Microsoft informou sobre um bug no IE rodando no Windows XP que poderia ser usado por criminosos virtuais para acessar arquivos no PC; e, no início deste mês, a empresa pediu para usuários do XP não pressionarem a tecla F1 (auxílio) quando solicitada por qualquer site, indicando uma falha ainda não corrigida que poderia abrir o computador para o controle de crackers.

A atualização do Internet Explorer desta terça-feira (30/3) se aplica a todas as versões do navegador – IE 5.01; IE 6; IE 7 e IE 8 – rodando em todas as versões do Windows 2000, XP, Vista, Server 2003, Server 2008, Windows 7 e Server 2008 R2.

Caso siga seu ritual, a correção será liberada pela Microsoft por volta das 17h.
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Blu-ray: Veja qual a melhor opção no mercado


Avaliamos quantidade de conexões, usabilidade, velocidade de carregamento, design e é claro; os preços.

Imagens em alta-definição. Nos últimos anos, você ouviu falar muito disso. E esse novo patamar de qualidade está intimamente ligado aos discos Blu-ray. Como já não era sem tempo, os aparelhos que lêem os discos começam a ficar um pouco mais baratos – o que pode fazer o produto deslanchar. Analisamos três modelos: o Samsung BD-P4600, o LG BD-370 e o Sony BDP-S360.

O primeiro quesito que avaliamos foi a quantidade de conexões. Mas, aqui, os 3 ficaram empatados. Todos oferecem a mesma coisa: saídas de vídeo componente, saída de áudio digital, saída HDMI e saída de áudio stereo, entrada USB para visualização de vídeos, fotos e música, além da conexão à internet via cabo. Na caixa de todos também vem o cabo HDMI, item essencial para que você consiga visualizar imagens em alta definição.

O aparelho da Sony insinua mas não entrega um recurso que poderia ser bem legal: conexão sem fio. Na verdade, o aparelho oferece apenas a preparação para conexão a uma rede Wi-Fi. Para usar o recurso, você ainda terá que ir atrás de adaptadores que não vêm junto com o produto.

Aqui, mais um empate. Os controles remotos dos três produtos trazem exatamente as mesmas funções. A única diferença fica com o da LG, que traz alguns botões embutidos dentro de uma capinha. É uma boa proteção para que as teclas não sejam apertadas inadvertidamente, mas também pode significar dificuldade na usabilidade do produto.

E já que o assunto é usabilidade, que tal avaliar o menu dos aparelhos? Aqui percebemos a primeira diferença. O menu do aparelho da Sony se destaca, apresentando muito mais opções. Samsung e LG oferecem basicamente as mesmas coisas.

Aparelhos Blu-ray, normalmente, demoram muito mais para carregar um disco do que os aparelhos de DVD. E aqui, a vantagem também fica com a Sony. Se este é um quesito que faz diferença para você, basta deixar esse item aqui ativado. Dessa forma, o aparelho ficará em constante vigília. Ao inserir um disco, ele será rapidamente carregado. Mas isso também significa que mais energia será consumida pelo aparelho, mesmo em estado de repouso.

Apesar desse ser um quesito subjetivo, é provável que ninguém vá discordar: o aparelho da Samsung é, de longe, o mais bonito de todos. O design moderno e compacto agrada e funciona bem na sala de qualquer pessoa. Além disso, não existem botões. O corpo do aparelho é touch-screen e os botões são iluminados a partir do momento em que o blu-ray é ligado.

Assim como no mundo dos DVDs, o mundo dos blu-rays também é dividido em regiões. Isso significa que, teoricamente, um disco comprado no Japão, por exemplo, não funcionará no Brasil. Mas ao contrário da tecnologia anterior, dessa vez nós fomos classificados na mesma categoria dos norte-americanos. Então, qualquer filme lançado por lá também está, automaticamente, disponibilizado para nós assistirmos. Isso, por si só, já é uma grande vantagem. Mas, de qualquer forma, é super fácil desbloquear os equipamentos para que eles consigam ler discos de todas as partes do mundo. Nesse aspecto, todos os aparelhos avaliados estão em pé de igualdade. O problema é mesmo a quantidade de títulos disponibilizados pela indústria. Hoje, é difícil encontrar locadoras de discos blu-ray com um bom estoque disponível. Só para você ter uma idéia, a equipe do Olhar Digital precisou percorrer 4 locadoras diferentes para encontrar uma que disponibilizasse títulos interessantes. Aqui, a nota ruim vai para a indústria cinematográfica, que ainda não conseguiu encontrar um modelo de negócio que instigue os consumidores a apostar no Blu-Ray.

Já que o aparelho pode ser conectado à internet, por que não disponibilizar o acesso ao Youtube? Foi com esse raciocínio que LG e Samsung criaram uma plataforma própria para a visualização de vídeos online. É possível fazer o login na sua conta e até visualizar seus favoritos. O aparelho da Samsung leva a melhor neste quesito. Vídeos são exibidos com boa qualidade. A velocidade do download também é bastante satisfatória e a forma como o teclado virtual é exibido na tela facilita a digitação do texto.

O aparelho da Samsung estava se comportando muito bem nos nossos testes, até chegarmos a este quesito. Nas lojas, ele tem sido vendido a R$ 2499,00 reais! Enquanto o da LG é ofertado por R$ 899,00 e o da Sony a R$ 799,00 reais. Será que essa diferença no preço justifica suas vantagens técnicas?

Como sempre, analisamos todos itens, mas demos peso dois para o preço. Aí, a balança pesou contra o Samsung e a favor da LG e da Sony. Ao final, a escolha como melhor aparelho Blu-ray ficou com o aparelho da LG. Um dos diferenciais que ajudou o produto da empresa coreana no desempate foi justamente seu acesso à Web, além, é claro, do preço, muito próximo ao da Sony.

Fonte: Olhar Digital
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Projeto de lei quer internet em todas as escolas


Projeto de lei que propõe internet banda larga em todas as escolas do Brasil até 2013 pode ser votado nesta semana pelo Plenário. A proposta é de autoria do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) e prevê que instituições públicas e privadas, de todos os níveis, tenham acesso a redes digitais de informação.

De acordo com o projeto PL 1481/07, cada escola deverá ter ao menos um computador com acesso à web para cada 10 alunos em cada turno.

Para estabelecer o plano, cerca de 75% dos recursos arrecadados pelo Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) entre 2008 e 2013 devem ser direcionados para a implementação do projeto de lei.
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segunda-feira, 29 de março de 2010

Os cinco melhores serviços de compartilhamento de arquivos online


Quando você quer compartilhar um arquivo com um amigo mas não quiser lidar com o limite de tamanho de anexos do seu email, muito menos tem conhecimento ou saco para montar um servidor caseiro, quase nada ganha dos serviços atuais de compartilhamento de arquivos online. Separamos os cinco melhores para te apresentar.

O Drop.io está disponível primariamente em dois sabores. O serviço gratuito suporta "file drops" de até 100MB. A versão Premium começa em 19 dólares por mês e expande essa capacidade para 10GB no mínimo. Os "file drops" do Drop.io são o que diferencia o serviço dos concorrentes. São coleções onde você pode subir lotes de arquivos, comentar, discutir e permitir que outras pessoas também façam tudo isso (inclusive adicionar mais arquivos ao lote). Muitos tipos de arquivos de mídia podem ser visualizados na própria interface do Drop.io, sem download.

O MediaFire oferece múltiplos níveis de serviço. No mais básico você pode subir quantos arquivos quiser, mas só pode compartilhar os que forem menores do que 200MB. A sua conta gratuita manterá os seus arquivos armazenados até 30 depois do último download. As contas Premium começam em 7 dólares por mês e aumentam o limite para 2GB por arquivo, habilitam transferência de site para site usando a sua conta, permitem pastas de Dropbox integradas e oferecem compartilhamento de arquivos por link direto (a pessoa que clica no link não cai em uma página do MediaFire antes de conseguir baixar o arquivo). A organização por pastas do MediaFire torna simples o compartilhamento de pastas inteiras com outros.

O Dropbox ganhou os corações de muitos usuários ao combinar o compartilhamento de arquivos online baseado na web com um software que permite armazenamento e sincronia de arquivos pessoais na nuvem. Você pode usar o Dropbox como uma ferramenta apenas no seu navegador, para subir, organizar e compartilhar arquivos facilmente com amigos ou com você mesmo. Mas ao baixar o software do Dropbox para o seu computador, você consegue compartilhar qualquer arquivo que esteja no seu computador simplesmente movendo-o para uma pasta. Os arquivos armazenados nesta pasta local do Dropbox são automaticamente sincronizados na nuvem usando a sua conta, e aparecem magicamente em qualquer outro computador onde você tenha instalado o programa. Pastas diferentes também podem ser compartilhadas especificamente com uma pessoa diferente.

O RapidShare tem diversas opções de conta que, a princípio, podem ser bem confusas para um usuário novo. Sem se cadastrar você já pode fazer upload de um único arquivo de até 200MB, que pode ser baixado até 10 vezes — perfeito para compartilhar aquele arquivinho simples com um ou meia dúzia de amigos ou pessoas da família. Quando você sobe um arquivo, o site te convida a criar uma conta "Collector", que dá mais opções de armazenamento e organização para os seus arquivos. As contas Collector acumulam pontos conforme são usadas, e estes pontos podem ser usados para converter a sua conta em uma conta Premium – apesar de não termos conseguido encontrar em lugar algum do site uma explicação sobre como se faz isso. Uma conta Premium aumenta o seu armazenamento para 20GB e o limite de tamanho de arquivos individuais para 2GB.

O Megaupload, como outras ferramentas para compartilhamento ocasionais, tem três níveis de serviço. Você pode compartilhar arquivos sem cadastro nenhum (eles serão limitados a 500MB, terão uma espera de 45 para serem baixados e uma prioridade menor na fila do servidor), mas se cadastrar para uma conta grátis te dá mais prioridade na fila, aumenta o tamanho de arquivo para 2GB e te dá 200GB de espaço para usar. Nada mau para uma conta grátis. Contas Premium dão armazenamento e tamanho de arquivo ilimitados, removem o tempo de espera para download e ainda habilitam alguns recursos interessantes, como downloads em lote, proteção de arquivos por senha e suporte a links diretos por HTTP e FTP.

Conhece algum serviço bom que não listamos? Sabe alguma dica interessante para algum dos que a gente citou? Então não esqueça de comentar.
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Como converter arquivos RMVB para assistir no DVD


Aprenda a transformar vídeos de outros formatos em RMVB para gravá-los e assistir a eles na comodidade de sua sala em um aparelho de DVD.

Se você costuma baixar vídeos na internet já deve ter se deparado com o formato RMVB. O formato é pertencente à RealNetworks, mesma produtora do famoso RealPlayer. Aliás, este é o reprodutor padrão de RMVB (acrônimo para RealMedia Variable Bitrate).

Sua grande popularidade se deve provavelmente ao fato de que ele é capaz de combinar qualidade de vídeo com tamanho de arquivo menor do que os demais formatos com a mesma resolução.

Se você é daqueles que também gostam de assistir a vídeos na televisão de sua sala, utilizando o aparelho de DVD, nada melhor do que gravar os arquivos em um disco. Para isso, é preciso convertê-los para um formato reconhecido pelo aparelho. Aprenda a fazer isso agora com este tutorial.

1. Pré-requisitos

Para converter os arquivos foi utilizado o FormatFactory, um aplicativo bastante completo quando o assunto é conversão. É capaz não somente de converter arquivos de vídeo, mas também áudio, imagens e muito mais. Sua escolha se deve ao fato de ser simples, estar todo em português e, obviamente, suprir a nossa necessidade.

2. Faça você mesmo

Depois de instalado o FormatFactory, execute-o.

Note que os comandos para conversão estão localizados em um campo específico à esquerda da janela. Os recursos são organizados em guias e para o nosso tutorial você deve acessar a guia Vídeo. Nela, clique sobre a opção Todos para VOB.

VOB, acrônimo para Video Object, é um formato cujos arquivos estão codificado em MPEG-2, porém, congrega também a legenda, além do vídeo e do áudio. É esse o formato que deve ser gravado em DVDs para que os filmes sejam reproduzidos em aparelhos de DVD.

Quando você clica em Todos para VOB, surge na tela uma nova janela e é por meio dela que são selecionados os vídeos no formato RMVB a serem convertidos. Clique em Adicionar Arquivo para selecionar vídeos para a conversão.

Selecione os vídeos no formato RMVB que deseja converter. Para selecionar vários vídeos, mantenha pressionada a tecla Ctrl enquanto clica sobre eles. Feita a escolha, clique em Abrir.Ao fazer isso, você é levado novamente à janela de seleção de arquivos. Lá existe a opção Configurações de Saída. Clique sobre ela para modificar algumas definições relacionadas à qualidade do vídeo convertido.

Agora, um adendo. Aqui você deve selecionar o sistema de vídeo a ser aplicado no filme convertido. O FormatFactory conta com as opções PAL e NTSC. A maioria dos televisores atuais funciona com o sistema NTSC, porém, modelos antigos ainda utilizam o PAL-N. Para saber qual selecionar, o mais aconselhado é verificar o manual de sua televisão. As demais configurações podem ser mantidas intactas. Clique em OK para retornar à janela anterior.

PAL ou NTSC
Antes de iniciar a conversão, selecione a pasta de destino dos arquivos convertidos. Por padrão, este local é um subdiretório dentro do diretório em que foi instalado o FormatFactory. Se desejar selecionar outro, clique no botão Browser na base da janela.Terminadas todas as configurações, clique em OK.
Você volta para a tela inicial do conversor e agora está tudo pronto.

Para iniciar a conversão, clique no botão Iniciar presente na barra de ferramentas.Todas as tarefas do FormatFactory ficam enfileiradas e são executadas automaticamente em sequência. Você pode acompanhar o progresso das conversões por meio da barra exibida no programa.

Finalizadas as conversões, você tem em mãos os arquivos no formato VOB. Agora basta selecionar um software de sua preferência capaz de gravar vídeos em DVD (encontre um em nossa seção de aplicativos para gravação de discos), estourar a pipoca e curtir um bom filme no seu aparelho de DVD.
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Nero apresenta mundialmente o Multimedia Suite 10


A Nero AG disponibiliza a partir de hoje a nova versão de seu pacote de aplicativos multimídia. O Nero Multimedia Suite 10 é formado por três grupos de ferramentas que permitem ao usuário a execução de tarefas como edição de som e vídeo, gravação de CDs, DVDs e Blu-ray e diversos recursos de backup e restore, de forma simples e intuitiva.

O já renomado Nero Burning ROM continua funcional, mas teve sua interface repaginada para melhorar a experiência de usabilidade. Seus menus estão mais simples e o processo de gravação conta agora com o Nero DiscSpan e Nero DiscMerge, para gravação de arquivos grandes em múltiplos discos e diferentes tipos de mídias.

Além disso, o software SecurDisc 2.0 permite a gravação de dados de forma a garantir a integridade da informação salva, desconsiderando o estado da mídia, a despeito de desgaste por uso ou deteriorização. Para citar um exemplo, este novo sistema grava os documentos em diversas trilhas de uma mesma mídia, em um determinado padrão, aumentando sua confiabilidade. A leitura é feita por meio do SecurDisc Viewer, sem a necessidade de instalação do pacote ou drivers adicionais. Este recurso é incluído automaticamente em cada gravação.

Vale lembrar que, embora a Suite funcione apenas em plataforma Windows, a segurança dos dados é garantida usando tecnologias desenvolvidas em ambientes Linux.

O Nero Vision Xtra agrupa soluções para edição de vídeo e entretenimento multimídia. Para isso, conta com aplicativos como o Nero MediaHub, software que reúne funções para organização e edição de fotos, músicas e arquivos de vídeo, bem como uma espécie de Media Player em uma solução “tudo-em-um”, integrado a sites como Youtube e Flickr e redes sociais como Facebook , MySpace além do MyNero, da própria empresa.

Já o Nero Vision, aplicativo para autoria multimídia, foi reformulado para permitir ao usuário a experiência de criar vídeos com qualidade de cinema, contando agora com um sistema multitrack – onde trabalha-se com várias faixas de áudio e vídeo, sobrepostos um a um – e efeito keyframe, marcando pontos de edição, além de novos efeitos de transição e de vídeo.

O terceiro grupo de softwares que compõem o Multimida Suite 10, chamado Nero BackItUp, facilita o processo de backup e restore. O principal diferencial é a possibilidade de se efetuar a gravação do backup de forma fracionada em mídias e locais diferentes, como metade dos dados em um DVD e o restante em uma pen-drive, em diversos níveis de compressão e proteção.

O Multimedia Suite 10 chega ao mercado dos Estados Unidos e Europa no dia 12 de abril. Ele também já está disponível para encomenda no site brasileiro, com preço de R$ 144. Mais informações podem ser encontradas no site oficial: www.nero.com/ptb.
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domingo, 28 de março de 2010

Firefox ou Google Chrome: qual é o melhor navegador?


Esta pergunta tem sido feita cada vez mais ultimamente, e com bons motivos. É o seguinte: o Google Chrome consertou vários problemas do Firefox que a maioria dos usuários do Firefox nem sabia que tinha, e a raposa ainda está tentando alcançar o concorrente. (Instalação de complementos sem reiniciar o navegador; processos isolados, que evita que uma aba trave o browser inteiro etc.) Por isso, o conjunto de funcionalidades do Chrome vem conquistando vários fãs do Firefox.

A resposta à essa pergunta depende do sistema operacional do navegador. Abaixo segue para quem usa Windows e Mac (fãs do Linux, pulem para o fim do texto).

Windows: Chrome ou Firefox?
Não há uma resposta curta para esta pergunta, então vamos considerar os prós e contras de cada navegador.

Primeiro, nos testes habituais de desempenho de navegadores, o Chrome vem ganhando consistentemente da concorrência, ou chega em segundo lugar na maioria das categorias, enquanto o Firefox dificilmente sai na frente. Isto não quer dizer que o Firefox seja extremamente lento: só significa que, comparado ao Chrome, ele não é o mais rápido.

Mas isto nos traz a um ponto importante: lentidão. Apesar de o Firefox se dar bem nos testes de memória (ele ganha com regularidade nos testes de memória), muitos usuários do Firefox se mostram frustrados com a lentidão causada pelo que eles dizem ser alto consumo de memória. O consumo de memória em si não é grande coisa (o Chrome também usa muita memória), mas o uso de memória vem geralmente acompanhado de lentidão no Firefox.

Então o que faz os usuários do Firefox ficarem com a raposa, apesar de o Chrome ser melhor na maioria das categorias dos testes? Extensões. (Ou complementos, ou add-ins!) O ecossistema de extensões do Firefox tem sido uma das grandes vantagens deste navegador open-source, e se tem alguma coisa que você gostaria que seu navegador fizesse diferente, há uma boa chance de que haja uma extensão para isso no Firefox.

O Chrome também tem uma crescente galeria de extensões, e apesar de não chegar nem perto do suporte a complementos que o Firefox tem, a cada dia mais e mais funções das extensões mais populares do Firefox aparecem no Chrome. O Xmarks, que sincroniza o Chrome com seus favoritos do Firefox; o LastPass, que sincroniza e armazena de forma segura todas as suas senhas; até mesmo a extensão essencial para todos os desenvolvedores web, o Firebug, está disponível no Chrome em versão light.

Se você usa muitos complementos para Firefox, especialmente alguns mais obscuros, pode ser que você não encontre substitutos para todos eles no Chrome. Mas se você só usa algumas extensões mais populares, é maior a chance de mudar para o Chrome sem sentir grandes diferenças.

Por outro lado, muita gente evita o Chrome porque ele é ligado ao Google: se você acha que o Google já tem informações demais sobre você, talvez você queira ficar com o Firefox. Sim, é possível controlar o que passa pelos servidores do Google no próprio Chrome, mas se você já está desconfiado, talvez isso não sirva de consolo.

Enfim, se você anda decepcionado com o Firefox, recomendamos testar o Chrome para ver o que você acha: se você não gostar, é só voltar para a raposa. Se, por outro lado, você estiver bem com o Firefox, não vemos nenhum motivo para mudar, em time que está ganhando, não se mexe, certo?

Mac: Firefox ou Chrome?
A resposta aqui é bem diferente, e bem menor. O Chrome for Mac funciona rápido no OS X, as mesmas extensões que funcionam no Chrome para Windows funcionam no Mac, ele isola processos para que uma aba que trave não comprometa o navegador todo, e assim vai.

Infelizmente, por experiência, o Chrome para OS X ainda é pouco maduro para ser adotado em tempo integral. Ele foi lançado bem depois da versão para Windows, está aí há menos de um ano, e ainda é versão beta (não existe ainda uma versão final). Por isso ele tende a dar travadinhas, parar de responder e outros problemas que uma versão para ser usada todo dia não deveria ter. Então talvez não seja ideal mudar de vez para o Chrome for Mac.

Para os fãs do Linux: o artigo original não cobriu o Linux porque os editores do Lifehacker não tiveram experiência suficiente com o Chrome para dar uma opinião embasada.

Da mesma forma, sabemos que vocês podem discordar do que falamos aqui, então se você tem algo a dizer sobre o assunto, gostaríamos de ouvir você.

O artigo original (em inglês) do Lifehacker pode ser visto pelo atalho http://tinyurl.com/y9pp5ag.
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sábado, 27 de março de 2010

Fabricantes já listam processador AMD de 12 núcleos.


Lojas online já estão aceitando pedidos para os processadores de 12 núcleos da AMD. Isso depois de pouco tempo do lançamento do processador...

O Opteron X12 6164 tem clock de 1.7 GHz, 16 MB de cache e deve custar cerca de US$ 797. O 6136 tem clock de 2.4 GHz, cache de 18 MB e valor aproximado de US$ 808.

Calma, tem mais: O top de linha X12 6176 tem clock de 2.3 GHz, 18 MB de cache, e um preço nada amigável de US$ 1.491. Por fim, os modelos 6174 com clock de 2.2 GHz por US$ 1.250 e o 6172 com clock de 2.1 GHz e US$ 1.060.

E aí, deu vontade de ter um processador desta linha?
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Anúncios do Yahoo, Google e Fox têm vírus informa a Avast


Você visita um site que considera seguro ou faz uma busca em sua ferramenta preferida e acha que está tudo bem. Não necessariamente. Segundo a empresa de segurança Avast, foi identificada uma verdadeira epidemia virtual de sites com o uso de banners nocivos. E o pior: fornecidos por empresas como Yahoo, Fox e Google.

Segundo o blog da Avast , este é, provavelmente, o maior caso já registrado de uso de anúncios para infectar computadores, com todos os importantes serviços afetados. O ataque tem sido chamado pela empresa de JS:Prontexi.

Para o PC ser contaminado, não é preciso sequer clicar em links. Basta abrir uma página com o anúncio nocivo. A ação usa um código de JavaScript que inicia a infecção, explorando várias vulnerabilidades, inclusive as relacionados ao PDF.

Segundo a Avast, os serviços mais comprometidos por esse tipo de ataque não o Yieldmanager.com (Yahoo) e fimserve.com (FOX Audience Network), que seriam responsáveis por mais de 50% dos casos. Mas também são encontrados, em menor escala, casos via Doubleclick (Google), entre outros.

O código contido nos servidores utiliza a chamada criptografia forte e métodos de camuflagem, o que torna o ataque invisível para a maioria dos antivírus (o Avast, da empresa que fez o alerta, identifica, claro).

De acordo com a Avast, os serviços de publicidade online deveriam ser mais cuidadosos com o conteúdo que distribuem.

Em entrevista à CNET , representantes do Yahoo e do Google afirmaram conhecer o problema e que estão tomando providências.
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Orkut x Facebook: quais as principais diferenças?


Atualmente é quase impossível pensar que a grande rede social da Google, “inaugurada” em 24 de janeiro de 2004 e nomeada segundo seu criador, um dia sequer imaginou alcançar o prestígio que possui. Hoje, o Orkut conta com cerca de 60 milhões de usuários cadastrados no mundo todo.

Entretanto, o glamour do Orkut é quase completamente voltado apenas para dois países: Brasil e Índia, respectivamente com 50,77% e 20,29% dos usuários da rede. O terceiro colocado, Estados Unidos, já se encontra com uma taxa bem menor: 17,74%.

Fundado em 4 de fevereiro de 2004, o Facebook conta atualmente com mais de 400 milhões de usuários cadastrados e destes, 100 milhões o utilizam também via celular. De todos os usuários ativos, ao menos metade efetua login na rede a cada dois dias no mínimo. Apenas 30% dos usuários do Facebook são moradores dos Estados Unidos.

No quesito popularidade, certamente você pôde observar que o Facebook está na dianteira e com uma grande folga com relação ao Orkut, que basicamente só é popular em dois países. O número de perfis falsos (“fakes”) também é muito maior no Orkut, visto que o Facebook possui uma política de monitoramento para tal mais severa, ao menos no quesito “fakes de pessoas reais”.

Interface principal

A organização de interface principal das duas redes, depois do lançamento do “Novo Orkut” no final de 2009 é muito semelhante. Antes, o Orkut era, ao menos em aparência, bem diferente do Facebook. Mesmo que recentemente a página principal do Facebook também tenha sofrido algumas alterações, ainda assim as aplicações continuam idênticas.

As principais diferenças estão na disposição dos elementos. Na página inicial do Orkut, as coisas são mais lineares. Você observa visitantes do perfil, logo abaixo sugestões de amigos e atualizações de perfil separadas em duas abas: atualizações de amigos e as do seu perfil, embora, as suas também apareçam na aba de amigos.

A “moldura” de página do Orkut não é alterada, mostrando seus amigos e comunidades tanto na página inicial quanto na de perfil. Na página inicial do Facebook estão presentes ao centro da aplicação, atualizações e notícias de seus amigos, grupos e páginas.

Ao lado esquerdo está a imagem do usuário, juntamente com um link para ver o perfil. Ainda nessa lateral estão disponíveis atalhos de acesso rápido para aplicativos, grupos, jogos, etc., e os amigos que estiverem online. Ao lado esquerdo você acessa sugestões de amigos e requisições de aplicativos.

A página de perfil do Orkut é mais voltada para informações pessoais do que a do Facebook. O Facebook divide sua página de perfil em três partes: “Wall” (com informações de atividades recentes do usuário, inclusive de aplicativos e recados de outras pessoas), “Info” (informações do usuário) e “Photos” (que abriga os álbuns propriamente ditos).

Por padrão, ao visitar um perfil, ele aparece aberto no “Wall”. Ao lado esquerdo estão algumas informações básicas do usuário juntamente com seus amigos, atalho para seus álbuns e links (integrados com outras páginas).

Dentro da seção de links é possível observar endereços de aplicativos externos que foram compartilhados pelo usuário, visto que o Facebook permite tal função para diversas páginas e serviços (como Fotolog, Flickr, Twitter, entre outros). A única integração possível para o Orkut, nesse sentido é o “Promova”, que permite publicar links externos caso a página da qual eles são oriundos possua o compartilhamento necessário.

Na página de perfil do Orkut, você observa informações básicas do usuário seguidas logo abaixo pelos dados preenchidos pelo dono do perfil no campo “Sobre”. Em seguida, aparecem os recados de outros usuários, atualizações e por último os depoimentos (não existe função semelhante no Facebook).

Em ambas as redes (embora no Orkut isso tenha aparecido a partir de 2008) há um campo dedicado ao “status” do usuário. Ele fica logo ao topo da página e é possível digitar um texto livre (com limite de poucos caracteres) que normalmente é utilizado para enviar frases com humor, atividade que esteja fazendo, etc. para seus amigos.

A maior diferença entre as duas aplicações no quesito “interface” certamente são os temas do Orkut. Embora recente, o Orkut agora permite mudar as cores do perfil e até mesmo adicionar um tema que preencha todo o fundo (com disponibilidade de vários tipos), enquanto no Facebook o usuário tem que ficar feliz com a aparência básica da rede.

Adicionar amigos

Esta função segue a mesma receita para as duas redes. Você pode adicionar pessoas a partir das sugestões de amigos exibidas no perfil ou buscando-as diretamente na rede. No Facebook também é disponibilizada uma opção interna na qual você informa seu email e ele procura por seus contatos na rede.

Aplicativos

Os aplicativos já eram coisa antiga no Facebook quando foram implementados como “uma grande novidade” no Orkut. Independente da rede, eles são responsáveis por grande parte da movimentação dos usuários.

O acesso aos aplicativos no Orkut é mais fácil, podendo ser feito pela aba ao lado das informações na própria página do perfil. Já no Facebook, se você não criar um atalho, tem que procurar a página do aplicativo cada vez que quiser utilizá-lo.

Um dos aplicativos mais utilizados do Facebook atualmente é o famoso joguinho “FarmVille”, que, sozinho, possui mais usuários do que o Orkut (cerca de 83 milhões). Sua “aplicação irmã” no Orkut é o “Colheita Feliz”, que também já vem movimentando um grande número de adesões. Ainda assim, um dos mais utilizados no Orkut é o “BuddyPoke”.

O Facebook além de possuir um aplicativo idêntico ao “BuddyPoke” (inclusive com o mesmo nome), também conta com uma série de outras aplicações que (em separado) podem exibir seu humor, enviar corações, guerras de travesseiros, entre outras coisas do gênero.

Comunidades x Grupos x Páginas

Outra coisa que movimenta muito as redes são as comunidades e suas variações. Comunidades são, de certa forma, uma maneira de as pessoas identificarem-se com outros membros que possuam gostos semelhantes e discutir assuntos pertinentes ao assunto ao qual ela é relacionada.

No Orkut você possui apenas a opção de comunidades que apresentam uma página principal com imagem e informações e uma parte voltada para o fórum e eventos dela. A seção de enquetes costuma movimentar a comunidade um pouco menos do que os debates do fórum. Você pode acessar suas comunidades a partir da interface principal do aplicativo.

O Facebook possui duas modalidades de “comunidades”: os grupos e as páginas. Em aparência ambos são semelhantes, o que difere é a natureza da função e as informações presentes em cada um deles. Grupos, assim como as comunidades, são movimentados por fóruns e dados pertinentes ao assunto.As páginas funcionam como um perfil, porém são voltadas para empresas, filmes, séries, etc. Você pode se tornar fã de uma página e acessar seu conteúdo, além de receber em seu mural informações sobre o assunto central para o qual ela é voltada e suas atualizações. As páginas também são uma forma de empresas e pessoas famosas disponibilizarem algo sobre elas e não precisarem adicionar milhares de desconhecidos em seu perfil pessoal.

Você pode acessar as páginas de que é fã na seção “Info” da página de perfil do Facebook. Os grupos possuem, por padrão, um atalho na página inicial ao lado esquerdo, mas também podem ser acessados na parte de "Info" do perfil.

Privacidade

Não há como manter total privacidade se você está cadastrado em uma rede social, entretanto, é possível não “escancarar completamente” suas informações para todo e qualquer desconhecido que a acessa. Nesse quesito, o Facebook está muito à frente do Orkut.

No Facebook, se você não faz parte da rede de amigos de determinado usuário, tudo o que você pode ver é a miniatura da foto do perfil e informações bem básicas, além de fotos de álbuns abertos a todos.

No Orkut, embora as opções de privacidade tenham melhorado bastante, permitindo bloquear recados, vídeos e fotos e tudo o mais que estiver preenchido, comunidades e amigos estão abertos aos olhos de qualquer um.

Segurança

Neste quesito, embora haja diferenças, você nunca pode confiar 100% em um ou outro. As redes sociais, devido a movimentarem uma grande fatia dos usuários da internet são alvos constantes de pessoas mal-intencionadas. Aqui fica a velha dica: clique apenas no que você confia e procure não abrir links de fontes duvidosas.

E, finalmente...

Não há como dizer que uma rede é melhor do que a outra, pois gosto é algo realmente muito pessoal e extremamente diferente de uma pessoa para outra. Entretanto, o Facebook é deveras mais sério do que o Orkut e os usuários dele também costumam fazer com que essa afirmação seja verdadeira. Além disso, o Facebook possui mais opções de aplicativos e as páginas que, são um grande diferencial.

O Orkut, por outro lado, preocupa-se mais com detalhes na aparência (como o tema) e possui como principais diferenciais a exibição de visitas no perfil, para que você saiba quem “andou olhando sua página” e os depoimentos, que são coisas mais voltadas para “exibir o afeto por seus amigos”.

E você, usuário, conhece ou utiliza as duas redes? Conte-nos suas experiências sobre as diferenças destas redes e pontos positivos e negativos delas.
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Brasil lidera em ataque a contas bancárias na web


Máquinas brasileiras foram o endereço de 36% dos ataques.
Em seguida vêm China, com 21%, e Espanha, com 8%.

Um levantamento feito pela empresa de segurança virtual Kaspersky Lab mostra que, em 2009, o Brasil foi o alvo predileto das ameaças virtuais cujo principal objetivo é roubar dados e senhas bancárias.

De acordo com a empresa, que detectou e analisou cerca de 35 mil ameaças diárias ocorridas em 10 países, as máquinas brasileiras foram o endereço de 36% dos ataques. Em seguida vêm China, com 21%, e Espanha, com 8%.

Dmitry Bestuzhev, analista de Pesquisas Globais da Kaspersky Lab para a América Latina, informa que, tecnicamente, as ameaças são conhecidas como ‘trojansbank’. No Brasil, o termo ‘trojan’ foi traduzido para cavalo de Troia, em referência ao fato de que o usuário permite, sem saber, a instalação da ameaça ao abrir um link ou baixar um aplicativo no computador.

Bestuzhev explica que um dos motivos que fazem do Brasil o destino predileto desse tipo de crime é o País ser, também, o maior produtor mundial de trojansbank.

Edison Fontes, professor de Segurança da Informação da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), afirma que as ameaças podem chegar na forma de mensagens falsas atribuídas a órgãos públicos ou bancos. "O usuário deve ser frio diante do computador e não executar nenhuma ação pedida na mensagem", alerta.

Bruno Rossini, gerente de Relações Públicas da Symantec, especializada em segurança virtual, afirma que a internet é o ambiente mais agressivo em que uma pessoa pode estar. "Há uma tentativa de crime a cada quarto de segundo", diz.

Segundo ele, há decisões judiciais que isentam o banco de ressarcir o cliente em caso de comprovação de roubo de dados de clientes que acessaram links falsos ou tiveram o acesso a um endereço correto redirecionado para página falsa como consequência de uso de máquina contaminada.
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Oracle adota nova política para suporte de hardware


A desenvolvedora Oracle adotou um pensamento “tudo ou nada” para a sua política de suporte à hardware, de acordo com um documento publicado no site oficial da empresa.

A política, que se tornou oficial do dia 16 de março, declara que “ao adquirir o suporte técnico, todos os sistemas de hardwares devem ser suportados (Oracle Premier Support for Systems ou Oracle Support for Operating Systems) ou não suportados.

Isso inclui plataformas rodando o Solaris 10.9 ou mais recente, Enterprise Linux e Oracle VM, além de “todos os sistemas de hardware para os quais você aplicou serviços recebidos sob o contrato de suporte para outro sistema de hardware (incluindo o compartilhamento de atualizações, correções, alertas de segurança, configurações ou instalações e assistência).

Clientes que não comprarem suporte para sistemas de hardware não poderão obter “lançamentos de manutenções, atualizações, assistência via telefone ou qualquer outro serviço de suporte”.

Máquinas que já chegaram ao fim de sua vida útil, que são registradas como “aposentadas”, não são afetadas pela política.

A política também lista custos que incorrem caso o contrato de suporte de hardware de um cliente exceda 90 dias ou se nenhum contrato for comprado.

Os sistemas devem ser determinados como “prontos para serviço” pela Oracle, que implica aos consumidores a “aquisição do Premier Support Qualification Service (quanto o atual expira) e o atendimento a todos os requerimentos pré-estabelecidos pela equipe de serviço para obter um certificado de qualificação para o sistema de hardware”.

Uma taxa de reintegração também se aplica. O valor é de “150% da última taxa paga por suporte ou 150% do preço de suporte técnico para o sistema de hardware, proporcional às datas de contratação e expiração do serviço de suporte.

Os consumidores também devem adquirir o Premier Support Qualification Service caso queiram mudar de suporte a sistema operacional para Premier Support for Systems.
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sexta-feira, 26 de março de 2010

Brincadeiras escondidas no Firefox




Você sabe o que é easter egg? A tradução é ovos de páscoa. Apesar de ser época dos deliciosos ovos de chocolate, na computação existe uma brincadeira feita por programadores que é esconder pedaços de códigos de que são executados quando o usuário digita uma sequência de teclas ou alguma palavra específica.

O resultado é uma piadinha divertida, que em alguns casos, só os criadores entendem o seu real significado. Esse é o famoso easter egg, ou ovos de páscoa, o que nos remete à infância com aquelas brincadeiras que nossos avós faziam de esconder ovos de páscoa pela casa durante essa época do ano.

Alguns sites na internet, como o http://eeggs.com/ divulgam essas iguarias da computação, onde muitos usuários dedicam boa parte de seu tempo procurando essas brincadeiras ocultas em programas. No software livre, como o acesso ao código fonte é liberado, é muito mais fácil identificar um easter egg. Este artigo vai mostrar duas brincadeiras que estão escondidas no Firefox e você, usuário deste navegador, poderá comprovar por conta própria digitando dois comandos simples na barra de navegação.

* Bem-vindo humanos

Digite about:robots na barra de endereços do Firefox. Se estiver usando uma versão atualizada (3 em diante), terá um resultado como o da imagem acima:



Observe que no título de seu navegador, aparece a frase Gort! Klaatu barada nikto! A origem dessa frase é do clássico filme de ficção científica "O Dia em que a Terra Parou", de 1951. Em certo momento do filme, o personagem Klaatu comanda seu gigante robô e fica repetindo essa frase, sem sentido para nós, mas que poderia significar qualquer coisa naquele momento durante o filme.

Agora clique no botão "Tentar de novo". Ele se transforma no botão "Favor não apertar esse botão outra vez". Quem quiser apertar novamente e ver o que acontece, fique à vontade! :-)

* O Livro de Mozilla

O segundo easter egg é "O Livro de Mozilla", para ler, digite na barra de endereço: about:mozilla

Vai aparecer uma tela com fundo avermelhado e uma frase quase bíblica. O da versão 3.5 é a seguinte frase:

Mamon adormeceu.

E o renascimento da criatura disseminou-se pela terra e seus seguidores tornaram-se exércitos.

E eles apregoaram a mensagem e sacrificaram lavouras com fogo, com a astúcia das raposas.

E eles criaram um novo mundo à sua imagem e semelhança conforme prometido pelo

texto sagrado e contaram da criatura para suas crianças.

Mamon despertou e, veja só, nada mais era do que um discípulo.

de O Livro de Mozilla, 11:9

(10ª edição)

A linguagem é sempre quase religiosa e o conteúdo pode mudar de acordo com a versão do Firefox. No artigo sobre O Livro de Mozilla no Wikipedia é possível ver todas as outras frases, o link é: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_de_Mozilla

Para que serve tudo isso? Apenas brincadeiras desenvolvidas por programadores. Não tem nenhuma aplicação lógica, mas é divertido procurar e encontrar essas brincadeiras.

E você? Conhece algum outro ovo de páscoa? Deixe seu comentário.
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América Latina ganha pen drive de 256GB


Espaço não será mais o problema: a Kingston anunciou a chegada do pen drive de 256GB na América Latina.

Chamado de DataTraveler 310, o pen drive é capaz de armazenar cerca de 365 Cds, 54 DVDs ou 51.000 imagens. É espaço que não acaba mais.

A grande novidade do dispositivo é a senha Traveler, que possibilita a criação de áreas de segurança na unidade, impedindo que a informação se perca ou seja acessada por curiosos.

O DataTraveler 310 é compatível com Windows, Mac OS X e Linux.
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Duas palavras podem infectar seu computador


Se você pensa que está protegido de ser infectado por vírus quando busca palavras simples pela internet, como Bearshare e Screensaver, fique atento. As duas palavras são consideradas as mais perigosas da Internet.

Segundo estudo divulgado pela McAfee, 46 por cento dos links de pesquisa da palavra Bearshare (site de compartilhamento de áudio e vídeo) vão te levar a sites infestados de vírus.

Agora, se você é do tipo que procura descansos de tela para deixar seu computador personalizado, deixe a palavra Screensaver longe das buscas. De acordo com o estudo, 43 por cento dos resultados são de sites potencialmente perigosos.

Fique de olho nas buscas que faz pela internet e procure clicar somente em sites de confiança.
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Novo site ajuda a transformar netbooks em "hackintoshes"


Interessado em transformar seu netbook em um “hackintosh”, um portátil rodando o sistema operacional da Apple, mas não sabe por onde começar? Pois a vida dos geeks que gostam de desafiar as regras ficou mais fácil com o surgimento de um novo site especializado no assunto. É o www.myMacNetbook.com

Lá há tutoriais atualizados que explicam, passo-a-passo, o processo de instalação do Mac OS X em máquinas como o Dell Mini 9, Dell Mini 10v e HP Mini 1000, além de uma tabela de compatibilidade que ajuda a determinar rapidamente o que funciona e o que não funciona sob o OS X em modelos de vários fabricantes. A informação pode ser útil para quem quer comprar um netbook especificamente para transformá-lo em um “Mac Pirata”, mas não sabe qual escolher.

O site, que também conta com fóruns de discussão, é mantido pela mesma equipe responsável pelo www.InsanelyMac.com, já conhecido dos adeptos do Hackintosh, e www.MyDellMini.com, especializado nos netbooks da Dell.
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Inmarsat lança no Brasil solução de banda larga por satélite


Serviço integra voz e dados e se destina a empresas que pecisam relizar trabalhos em locais carentes de infraestrutura de telecomunicações.

A empresa inglesa Inmarsat está trazendo para o Brasil uma nova solução para acesso de banda larga móvel por satélite. São os terminais baseados na tecnologia BroadBand Global Area Network (BGAN) com tamanho compacto para uso em regiões remotas ou carentes de infraestrutura de telecom.

Segundo a gerente de serviços para as Américas da Inmarsat, Kate Montgomery, a solução BGAN é o primeiro serviço de comunicação móvel do mercado que oferece voz e banda larga por meio de um pequeno terminal. O equipamento, do tamanho aproximado de um modem convencional, pode ser usado em minas, plataformas de petróleo, locais de desastres, eventos esportivos, no mar ou em locais remotos para ligações telefônicas e acesso internet.

O dispositivo pode ser ligado ao laptop para envio de dados e voz por meio do sinal de satélite da Inmarsat. Kate destaca que a nova versão adicionou a funcionalidade de transmissão de vídeo em tempo real. A tecnologia tem como público-alvo empresas privadas e públicas que precisam realizar trabalhos em áreas de difícil acesso.

A executiva dá como exemplo a adoção dos terminais BGAN pela pelas autoridades do Haiti e Chile para socorrer as vítimas dos terremotos. “É um serviço ideal para regaste em locais de acidentes até que a comunicação seja reestabelecida”, diz.

Kate ressalta que o BGAN, apesar de funcionar em escritórios, não tem o objetivo de competir com as redes fixas e móveis . “O serviço da Imarsat é complementar para áreas remotas”, afirma.

Para atrair clientes no mercado brasileiro, a Inmarsat reduziu em 30% o preço de seus terminais. O modelo mais compacto, que é o Wideye Sabre I, será oferecido no País por 2,5 mil dólares. “Estamos com preços flexíveis pela importância que o Brasil está ganhando”, diz Kate.

Entretanto, o usuário precisa contratar o serviço de comunicação por satélite. Nos Estados Unidos, a conexão de 1 Mbps sai por 3,50 dólares. Kate não tem ideia dos custo para o Brasil.

A Inmarsat começou a ofertar seus serviços no Brasil em 2008 e opera no mercado local por meio de três provedores que são Tesacom, AnixSat e Arycom. O próximo produto que a empresa oferecerá no País é um telefone móvel para chamadas de voz via satélite, que estará disponível para venda a partir de junho.
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Banda larga por rede elétrica é a nova aposta da Intelig


Resultado de uma parceria com a AES Eletropaulo Telecom, operadora lança o pacote InteligCombo, que traz web rápida e voz por meio dessa tecnologia.

Resultado de uma parceria com a AES Eletropaulo Telecom, a Intelig Telecom - recentemente incorporada pela TIM - lançou o pacote InteligCombo, que traz banda larga e voz com tecnologia por meio de fios da rede elétrica.

O serviço é oferecido pela plataforma de transmissão de dados BPL (Broadband over Powerline Indoor). O pacote vem com internet de alta velocidade, ligações locais ilimitadas e gratuitas para outros fixos da Intelig Telecom e chamadas de longa distância nacional com o código 23 a 10 centavos o minuto.

Segundo informou a companhia, os pacotes de banda larga têm velocidade de 5 megabits por segundo (Mbps), 10 Mbps ou 15 Mbps. Para utilizar o serviço, basta plugar o modem na tomada após a instalação realizada por um técnico da empresa.

Para os 350 primeiros clientes que aderirem ao InteligCombo, estarão disponíveis ligações locais ilimitadas e gratuitas para móveis da TIM, além da banda larga da operadora, o InteligFast. O pacote estará disponível primeiramente para os bairros de Moema, Pinheiros e Jardins, todos na zonal sul de São Paulo.
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