sábado, 22 de maio de 2010

Rio de Janeiro lidera ranking da pirataria de softwares no Brasil


Região foi responsável por 62,5% de todas as apreensões piratas obtidas no país

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a Business Software Alliance (BSA) e a Entertainment Software Association (ESA) acabam de anunciar que foram realizadas 56 operações em todo o Brasil e retiradas de circulação cerca de 54,4 mil mídias ilegais no último mês.

O Rio de Janeiro é um dos poucos estados a contar com uma delegacia especializada nesse tipo de crime. Registrou o maior saldo de material apreendido, 34 mil CDs. Assim como nos períodos anteriores, a regularização do uso de softwares em empresas manteve-se como um dos focos de atenção do mês.

Ao todo foram recebidas 420 denúncias, por e-mail e telefone, e enviadas 713 notificações contra essas companhias, saldo 198% superior ao registrado em março. Em abril, foram iniciadas 28 ações contra companhias que não solucionaram a situação.

O monitoramento da venda de produtos piratas na internet também registrou avanços. Ao todo foram retirados do ar 1,1 mil anúncios de produtos ilegais, além de 37 sites utilizados para a mesma finalidade, um aumento de 48% se comparado ao mês anterior.
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Nova ferramenta online ajuda empresas a gerenciar as implementações Skype


Saiu nesta semana o Skype Manager, ferramenta de gerenciamento que permite que empresas obtenham os benefícios do Skype alcançando maior flexibilidade e controle sobre o uso do Skype nos seus negócios, além da redução de custos. Ele substitui o Painel de Controle, que foi originalmente desenvolvido para oferecer a empresas de pequeno e médio porte.

Ele também torna possível que a empresa gerencie as contas do Skype dentro da organização e designem recursos do Skype através de um painel administrativo.

“Observamos como o Skype está sendo usado no ambiente de trabalho, e projetamos o Skype Manager especificamente para facilitar a centralização do gerenciamento da forma como o Skype é usado dentro das empresas”, disse David Gurle, vice-presidente e diretor geral do Skype for Business. “Queremos que as empresas conheçam a força e o valor que o Skype oferece, para que elas recebam todos os benefícios de uma melhor colaboração, além de redução de custos”.
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Microsoft aprimorará a segurança de seu serviço de e-mail


O Hotmail atualizado será lançado dia 15 de junho, e deve chegar a todos os usuários dentro de seis semanas. Walter Harp, diretor de gerenciamento de produto Hotmail, disse que a Microsoft está adicionando "barreiras" para proteger contas de Hotmail contra invasões, ou permitirá que os usuários possam recuperar o controle mais facilmente se sua conta foi roubada por criminosos. Ele disse que será possível configurar seu computador como uma prova de que você tem o direito de acessar o Hotmail.

Facebook e Gmail já oferecem ligações similares para bloquear o roubo da conta. Facebook permite que os usuários aprovem os dispositivos que utilizam para entrar, e se a conta é acessada de um aparelho não aprovado, o usuário é notificado. Google rastreia log-ins e avisa os usuários de padrões suspeitos. Harpa alegou que o método da Microsoft foi um pouco melhor que o do Gmail.

O link para configuração não será oferecido até o final deste ano. Esta será a parte do que a Microsoft deu o codinome "Wave 4" em seu serviço de e-mail. Eles dizem que um celular poderá ser uma prova adicional. O Hotmail irá notificar o usuário por telefone e, em seguida, enviar uma nova senha.

Telefones terão ainda outro papel no reforço da segurança do Hotmail: os usuários podem solicitar que a Microsoft envie uma senha única para seus celulares através de SMS. Harpa disse que este seria usado por pessoas entrando em lugares públicos, como cybercafés, bibliotecas ou pontos desprotegidos de Wi-Fi. Isso significa que você pode usar um computador público, mesmo que esteja infectado com malware.
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Steve Jobs: conheça seis facetas do criador de um império




A história da Apple pode ser descrita em seis capítulos, como narrado por seis testemunhas, cada uma delas com um tempo passado na Apple desde seu início até a posição atual como uma das mais poderosas companhias do mundo.

I - O fundador
A história da Apple começa numa garagem de Los Altos, sul de San Francisco, Califórnia. O cenário é a garagem da família de Jobs, em 1976. Jobs e seu amigo Steve Wozniak consertam um protótipo de computador. Os dois jovens, usando camisetas e bermudas feitas com jeans cortados, sonham com uma grande coisa: um computador com o preço acessível a qualquer um.

Cada um tem um papel diferente neste sonho. Wozniak sonha em construir a máquina; Jobs sonha em vendê-la.

Até então computadores vão para as empresas ricas e a CIA, máquinas enormes que custam pelo menos US$ 100 mil. No entanto, Wozniak trabalha em um novo computador por 13 anos. Ele sabe que tem talento e gosto por tecnologia, mas não tem idéia do quão revolucionário seu talento será. Ele tem um vislumbre em junho de 1975, quando conecta dois cabos de seu protótipo de computador a uma tela e um teclado.

"Eu não me dei conta do quanto aquilo era significante", diz Wozniak entre risadas.

"Foi a primeira vez que alguém digitou uma letra em um teclado e a letra apareceu em um monitor de computador ao mesmo tempo", ele escreveu em sua autobiografia.

Em abril de 1976, os dois amigos fundaram a empresa Apple Computer. Wozniak ficou encarregado da tecnologia enquanto Jobs contratava os novos empregados - embora não muitos. Sempre havia mais trabalho do que empregados, ele diz. Jobs encontra um investidor e organiza as vendas de um produto para o qual não há mercado.

Em junho de 1977, o computador Apple II foi introduzido no mercado. Preço: US$ 1.298, incluído o teclado, mas não monitor. É o primeiro computador para pessoas comuns e se torna uma sensação mundial, com quase dois milhões vendidos. Um começo.

"Tudo o que fizemos virou ouro, nada realmente existia, tudo foi trazido ao mundo pela primeira vez", diz Wozniak. Mas ele deixa a Apple em 1985. "Steve via (o computador pessoal) como o futuro da companhia, eu via como a minha vida inteira. Eu não queria mais ser o centro das atenções".

II - O mágico
Em um mundo de interfaces de alta resolução e telas sensíveis ao toque, é fácil esquecer como um PC se parecia no início dos anos 80. Tipos verdes brilhavam em um fundo negro. Comandos precisavam ser digitados no teclado. Um PC era algo apenas para os fãs de tecnologia.

Em 1979, a Apple começou a trabalhar em um novo computador. Jobs assumiu logo cedo o comando do departamento de desenvolvimento; ele queria algo sem precedentes. O Macintosh devia refletir como os desenvolvedores veem o mundo. O Mac prova ser o primeiro PC produzido em massa com uma interface gráfica e janelas que podem ser abertas no alto umas das outras. E tem um mouse.

"Estava claro para nós que cada computador no mundo seria como aquele no futuro", disse Jobs anos depois.

Andy Hertzfeld, um integrante-chave da equipe de desenvolvimento, diz: "A Apple não quer fazer um produto que é o mais lucrativo financeiramente e o mais impressionante tecnicamente. Deve ser a grande coisa em si mesma, simplesmente perfeição".

O Mac foi apresentado em 22 de janeiro de 1984 em um comercial de 30 segundos durante o Super Bowl (a final do campeonato de futebol americano); o anúncio foi filmado pelo diretor de Hollywood Ridley Scott. Você vê um sem fim de empregados, um exército triste como no Big Brother do romance apocalíptico 1984, de George Orwell; o exército é a IBM, que na época era a rival da Apple. Uma jovem irrompe pela polícia armada. Ela destrói o Big Brother e liberta as massas escravizadas. A mulher é a Apple. Uma voz anuncia: "Em 24 de janeiro, a Apple Computer apresenta Macintosh. E você verá porque 1984 não será como 1984".

Quase 80 milhões de espectadores da TV estão fascinados e estupefatos. Especialistas em propaganda consideram o anúncio o melhor da história da indústria.

A Apple consegue aquilo que a maioria das grandes companhias apenas tenta: associar productos com emoções e envolvê-las com valores até que os produtos em si se tornam valores. A Apple seduz. Quem quer que compre um Mac é jovem, criativo e revolucionário, portanto cool. "Pense diferente" mais tarde se torna o slogan da Apple. E quem não quer pensar diferente?

III - O artista
A casa é como um computador da Apple, quente e úmida. No lado de fora, há oliveiras e palmeiras. Dentro, muros brancos, um grande piano, serviço de chá chinês, porcelana Meissen (marca alemã. A primeira porcelana produzida na Europa).

Hartmut Esslinger sabe falar alemão e inglês. Ele viveu na Califórnia durante décadas. Esslinger é também o maior designer do mundo. Ele fundou a Frog Design, em 1969, em uma garagem de Altensteig, na região da Floresta Negra alemã.

"Design é um pacote. Design é uma maneira de pensar, design pensa no produto por inteiro", Esslinger disse uma vez. "Design não é apenas como algo se parece e como se sente. Design é como algo funciona", Jobs disse alguns dias depois.

"Algumas vezes Steve ouvia algo, então ele apresentava como sua teoria", Esllinger diz hoje, rindo. Ele tem Jobs em grande consideração, especialmente sua audácia.

Jobs contratou Esslinger porque precisava de um design para uma interface gráfica, mas Esslinger acredita "que as pessoas às vezes ainda não sabem o que querem". Ele também acredita que "bom design deve encontrar o equilíbrio exato entre a provocação e a familiaridade, entre o absurdo e a monotonia". É por isso que ele sugeriu algo diferente para Jobs: computadores brancos.

"Califórnia branco", ele os batizou. "A indústria de computadores nunca entendeu que as pessoas desenvolvem uma ligação emocional com as coisas", disse. Naturalmente, Jobs também usou esta frase, palavra por palavra, numa conferência dias depois.

"Seja insanamente grande" - fora a ordem de Jobs. Enquanto o "povo Frog" (como era chamada a equipe da empresa de design Frog, responsável pelo formato ousado de alguns protótipos da Apple nos anos 80) construía protótipos, os artistas e engenheiros estavam em constante troca e Jobs permitia que eles os criassem. A Frog recebia US$ 200 mil por mês - um monte de dinheiro para algo que ninguém no conservador Silicon Valley (o Vale do Silício, na Califórnia, onde estão as sedes de algumas das maiores companhias de tecnologia americanas) levou a sério.

Vinte e cinco anos depois, designers e anunciantes reconhecem que não há esforço de cooperação maior do que a colaboração entre Esslinger e Jobs. "Entenda o que as pessoas precisam. Desenvolva coisas que tornam a vida mais fácil e adicione alegria. Este é o segredo da Apple", segundo Suze Barrett, diretora criativa da agência Scholz & Friends em Hamburgo (Alemanha). Enquanto outras empresas de computadores estavam comprometidas com a tecnologia, "a Apple se focou no que é compreensível e útil para as pessoas. Assim, os produtos da Apple foram um símbolo de um novo estilo de vida, o 'estilo de vida digital', em que o design desempenha um papel fundamental".

Dispositivos da Apple parecem simples e funcionais. Essa idéia foi realmente roubada, de calculadoras de bolso Braun para citar um produto, mas os produtos Apple continuam o que os publicitários chamam de "produtos que você deve ter".

O "i" que adorna projetos essenciais da Apple era "internet" e, hoje, significa "I" ("eu"). É sobre a autorrealização ou a ilusão dela. "Algo deve ser inútil se é arte? Não pode a arte ser algo útil?", pergunta Esslinger, hoje um professor em Viena e que escreve livros com frases como "ver para crer, crer para ver".

A Apple apresentou o primeiro computador Esslinger, o Apple IIc, no escritório de Jobs em Cupertino, Califórnia - 25 modelos, todos brancos. Jobs não parecia satisfeito. "Espero que funcione", disse ele. "Eu não estou convencido". No primeiro dia a Apple vendeu 50 mil unidades. Isso foi em 24 de abril de 1984. Hoje, o Apple IIc faz parte do acervo do Whitney Museum of American Art, em Nova York.

IV - O inimigo

Jobs nunca foi infalível, mas ele é adorado. Ele nem foi sempre o melhor "CEO do mundo", como o chefe do Google, Eric Schmidt, o chama. Por um tempo ele nem sequer foi um CEO.

Em 1980, após a oferta inicial de ações da Apple ao público e o início da expansão da empresa, seu conselho de administração quer instalar um gestor experiente no comando, alguém que possa supervisionar o difícil Jobs e mostrar-lhe como uma empresa global pode ser dirigida: respeitavelmente.

Jobs não quer briga, mas quer ter uma palavra na seleção, e ele só quer um homem: John Sculley, presidente da Pepsi-Cola, um especialista em marketing que desconhece o negócio de computadores. Ele corteja Sculley por 18 meses, então finalmente pergunta: "Você quer passar o resto de sua vida vendendo água com açúcar ou você quer uma chance de mudar o mundo?"

Sculley aceita. E Jobs gosta de Sculley: eles fazem caminhadas juntos nas montanhas do norte da Califórnia. A imprensa os chama de "Dupla Dinâmica". Mas depois de dois anos, Sculley e Jobs se desentendem. As coisas tinham evoluído para um confronto: quem tem o poder, o fundador ou o gerente? O que tem visão ou o mais respeitável? O conselho decide em favor de Sculley. No outono de 1985, Jobs deixa a Apple - sua criação, a sua vida.

Sculley fica. Por mais oito anos.

"Eu acho que foi um grande erro me colocarem (no emprego) de CEO", diz Sculley no início de 2010. Ele está sentado numa sólida mesa de conferências na cidade de Nova York, com uma janela para o Central Park por trás dele. "O conselho de administração devia ter mantido Steve no comando".

Por que ele diria algo assim? Que CEO rebaixa suas realizações? Devia ele falar como a companhia cresceu sob seu comando de um valor de US$ 600 milhões para US$ 8 bilhões? "Ele deviam ter deixado o marketing para mim, uma posição no conselho ou algo assim", diz Sculley, "então Steve e eu nunca teríamos nos separado".

Jobs nunca mais falou com Sculley. "Eu acredito que ele nunca vai me perdoar e eu o entendo", diz Sculley, que parece cansado. Aos 71, é sócio de uma firma de investimentos privados, com uma casa em Palm Beach, Flórida, mas depois de todos estes anos ele ainda sofre pela falta de afeto de Jobs.

Infelizmente, ele pessoalmente não teve talento suficiente para "construir produtos ou olhar para o futuro como Steve Jobs", diz Sculley. Em 1993, ele teve de deixar a Apple. A companhia estava em um beco sem saída, vazia de idéias e sem uma liderança e, portanto, destinada a perder para a nova estrela do mundo dos computadores: a Microsoft.

"Felizmente, Steve está lá de novo", diz Sculley.

O que o torna um gênio, diz Sculley, é a capacidade de Jobs de reconhecer, 20 anos antes de qualquer um, o que será o padrão em um futuro distante. "E Steve pode fazer isso, ele provou com o iPod, ele provou com o iPhone, por que ele não faria agora em outras áreas?".

V - A mulher que entende o homem

"Steve é como todos os gênios", diz Pamela Kerwin. "Quem disse que Mozart foi uma boa pessoa?" Ela ri. E então diz: "Sim, ele pode ser duro e insolente, mas é um visionário. E outros gestores querem dinheiro e poder, mas ele é impulsionado pela grande ideia. Ele tem a capacidade de dar à luz tecnologia excelente, e nunca se preocupa com pequenos passos - ele quer fazer o que for para ter uma influência enorme no mundo inteiro".

Kerwin é uma das poucas mulheres no centro do mundo de Jobs. Ela também é uma das poucas pessoas em seu mundo capaz de ter um olhar reflexivo sobre ele. Ela pode dizer o que pensa de Jobs sem cair em um estado de choque, sem temer a perda de sua afeição.

As coisas são bastante infantis no império da Apple. Às vezes, uma mulher como Kerwin parece ser o único adulto lá.

Talvez porque ela nunca esteve com a Apple. Kerwin foi da Pixar. Jobs assumiu o seu negócio em 1986 e, em seguida, as coisa mudaram. Talvez porque ela era professora na costa leste - uma especialista em ensino digital - antes de chegar ao Vale do Silício, em 1989. Ela é loura, usa óculos e uma camiseta preta. Ela senta-se no escritório do porão de sua casa em Mill Valley, na Califórnia.

A Pixar, fundada no final dos anos 70 como um ramo do império da George Lucas Filmes, ainda não era um dos estúdios mais bem sucedidos da história do cinema, mas de várias centenas de empresas iniciantes na Califórnia. Havia uma idéia, um punhado de gente talentosa, festas e muito trabalho. Os bons e velhos tempos. Havia essa incerteza: será que vamos sobreviver?

Não é fácil criar filmes 3-D. A Pixar poderia fazê-lo, Jobs viu. "Naquela época, todos do Vale do Silício disseram que ele iria afundar o seu dinheiro na Pixar. Ele viu algo que mais ninguém viu. Eu acho que você poderia chamar isso de coragem", diz Kerwin. Jobs deu a Lucas US$ 5 milhões, pôs mais US$ 5 milhões na empresa e uma jornada começou para os jovens da Pixar.

Jobs contratou tipos criativos, mas sobretudo pessoas "com o lado esquerdo do cérebro desenvolvido", diz Kerwin. Jobs realmente não entendia como o software funcionava. "Quando o material ia para ele, ele não entendia o que estávamos fazendo", diz Kerwin. "Isso provavelmente nos protegeu dele". Certamente ele gritou. Sim, ele puniu. Ele foi mal-humorado. Mas ele deixou o animador e diretor John Lasseter, a principal força criativa da Pixar, cuidar das coisas.

Jobs vendeu serviços da Pixar para a Disney. "Ele pode nadar com os tubarões, nós não podíamos", diz Kerwin. "Steve queria US$ 10 milhões para tudo o que tinha para vender, sempre US$ 10 milhões, mesmo que não valesse US$ 10 milhões." Ele destruiu meses de trabalho. Nas negociações com o povo da Intel, Jobs estava de mau humor pouco antes da assinatura. Jobs praguejou, a Intel estava chateada.

Kerwin diz: "Ele não é especialmente bom em fazer negócios com outros gestores importantes porque então é ego contra o ego, e Steve nunca recua, nem sequer um passo. Mas quando ele está vendendo produtos para clientes em jeans e uma camiseta preta, como um messias nestas apresentações, ele é um showman brilhante. Nesse caso, um grande ego não interfere.

Um mestre de cerimônias precisa de um ego grande".

Ele mudou a direção da Pixar: imagens animadas transformadas em curtas-metragens, que se transformaram em filmes de cinema. O roteiro de Toy Story foi escrito, Jobs preparou o IPO. "Naquela época, todos do Vale do Silício disseram que isso nunca daria certo, uma empresa que ainda não tinha feito um único dólar de lucro estava indo para a bolsa de valores", diz Kerwin. Toy Story foi lançado. Muitos anos depois, foi a vez de Procurando Nemo. Aqueles na Pixar que fizeram a viagem com Jobs tornaram-se milionários.

E Jobs aprendeu. Ele absorveu, separou as coisas, colocou-as juntas novamente, pensou mais uma vez. Retornou à Apple com as idéias da Pixar. Imagens animadas. Formas de comunicação ligadas. Mídia de massa.

Em agosto de 1998, o iMac é introduzido no mercado. A resposta é enorme, os números de vendas são grandes. Mas muito mais importante, os fãs estão enlouquecidos. O culto Apple vive novamente. O slogan "pense diferente" transforma os clientes da Apple em aliados, rebeldes contra o sistema, contra a Microsoft, lutando pela individualidade pessoal.

Essa é a imagem, mas é mentira. Jobs já não é um rebelde: sua empresa é sobre monopólio, posição dominante no mercado. O próximo governante sempre segue a revolução.

Jobs não é exatamente uma pessoa gentil, de acordo com todos os relatos. Ele odeia Bill Gates. Jobs estava doente, talvez ele ainda esteja, e ele odeia seus próprios empregados jovens e saudáveis - em todo caso é o que pessoas jovens e saudáveis da Apple dizem.

Seus pais naturais são o cientista político sírio Abdulfattah Jandali e a americana Joanne Schieble. Paul e Clara Jobs adotaram-no. Ele cresceu na Califórnia, em Mountain View e Los Altos. Steven Paul Jobs tinha cerca de 30 anos, quando soube a verdade. Ele começou a procurar sua irmã natural, Mona. Encontrou-a e se tornaram amigos. Então Mona escreveu A Regular Guy (Um cara normal), um romance. Ela falou de um multimilionário que "estava muito ocupado para usar a descarga", que deu casas às ex-namoradas para que pudessem manter silêncio, um narciso que exigia que suas amantes fossem virgens. Steve? Nunca foi negado.

O Jobs verdadeiro era fã da cantora folk Joan Baez. Ele disse que valorizava "mulheres jovens, superinteligentes e artísticas". Em 1977, Jobs teve uma filha, Lisa, com a então namorada, Chris-Ann Brennan. Mas eles se separaram e ele então se recusou a reconhecer a paternidade.

Chris e Lisa Ann viveram confortavelmente até Jobs ser levado aos tribunais pelo Estado para reconhecimento da paternidade. Em um documento assinado, Jobs afirmou que ele era estéril e infértil e, portanto, fisicamente incapaz de gerar uma criança. O tribunal obrigou-o a um exame de sangue, que determinou que ele era o pai. Ainda assim, se recusou a pagar pensão. Finalmente Jobs faz um acordo para o pagamento de US$ 385.

Em 1991 ele se casou com Laurene Powell, o casal agora tem três filhos.

Uma vida equilibrada?

Pode um homem com essa carreira por trás de si ter dúvidas?

Cerca de 10 anos atrás, a Apple valia US$ 5 bilhões e hoje vale mais de US $ 240 bilhões. Em 2006, a Disney pagou US$ 7,4 bilhões em ações para adquirir a Pixar.

VI - Os soldados
Ninguém na Apple quer encontrar Jobs no elevador porque então ele vai começar a fazer perguntas: "Quem é você? No que você está trabalhando? Por que precisamos de você?" E quando sair, ele vai dizer: "Não, nós não precisamos mais de você".

Algumas equipes trabalham sempre no centro das atenções - em outras palavras, sob os olhos de Jobs. Estas equipes conseguem todos os recursos e dinheiro, todos os privilégios do mundo. Mas os holofotes vagam pelo campus. Isso torna animada a política da empresa, muita conversa. Todo mundo quer a atenção de alguém e todos querem a atenção de Jobs. Mas Jobs quer resultados, nada além de resultados interessam realmente a ele. Os melhores gerentes, os verdadeiros heróis da Apple, são aqueles com quem Jobs grita com mais frequência - e que, apesar disso, falam calmamente com seus subordinados.

Um funcionário que esteve lá por um longo tempo - até ser demitido - é David Sobotta. Ele diz que tal incerteza é "inerente ao sistema". Sobotta vendeu o que foi desenvolvido em Cupertino. O Exército, a Nasa e universidades americanas foram seus clientes. Hoje ele vive em Roanoke, Virgínia, no alto das montanhas. "Ele se estende por toda a empresa", diz Sobotta: "Ninguém quer decidir nada porque uma decisão significa que Steve pode ficar louco. Há um monte de carne morta na Apple".

"Carne morta" é um termo cínico para aquelas pessoas que poderiam muito bem estar desempregadas e ninguém notaria.

Sobotta diz já foi diferente; aqueles foram os anos sem Jobs. "Foram as viagens de ouro das vendas da Apple" - viagens para Paris, Sydney, Viena, para os 10% superiores, os vendedores mais bem sucedidos. Com o novo líder, tudo ficou diferente. Melhor por um lado, mas por outro o novo líder novamente se chamava Steve Jobs. Sobotta voou para Cupertino com generais e professores, mas nunca garantiu um encontro com Jobs, nunca recebeu uma promessa de que ele iria realmente aparecer em pessoa - sempre apenas uma sugestão. "Mas os generais voaram, todos queriam estar perto de Steve", segundo Sobotta. E às vezes Jobs apareceu "de shorts e sandálias, barba por fazer, e ele nunca respondia perguntas. Ele sempre falava apenas sobre os assuntos que queria falar. Mas a sala o ouvia. Sempre", diz Sobotta.

A Apple é uma empresa de reuniões. Eles têm reuniões constantemente, mas nada é decidido. Em seguida, Jobs vai para casa. Ele vai pensar. Ele aprendeu a confiar nos seus instintos; por anos ele tem ouvido que é um gênio. Por esse motivo ele vai tomar banho de manhã e enterrar os projetos que aprovou ontem. "Ninguém sabe o que vai acontecer até o momento em que Steve sobe ao palco e se dirige aos fiéis", diz Sobotta.

Estes são os momentos de glória para o exército da Apple. Tudo diz respeito a estes momentos, para os quais, naturalmente, os soldados são bem pagos, ainda que não excepcionalmente bem; eles têm o salário acrescido de bônus e ações; eles dizem que o que conta são aqueles momentos fugazes na ribalta de Jobs.

Jobs raramente cita nomes nestas ocasiões. Ele simplesmente diz: "Esta é a equipe que desenvolveu o iPhone. Uma salva de palmas, por favor".

Eles se levantam. Eles se transformam. Jobs acena e aplaude. Isso é tudo que eles querem, esses cinco segundos, pelos quais trabalharam por três meses, 20 horas por dia.

A Apple poderia ter mais sucesso se as coisas fossem dirigidas de forma diferente? Com respeito, com a comunicação, como uma empresa moderna?

Desde que Jobs retornou à Apple, em 1997, o volume de negócios anual cresceu em espiral de um vultoso valor de US$ 7 bilhões para quase US$ 43 bilhões. O preço de cada ação subiu de US$ 5 para US$ 260. Em 2009, a Apple obteve um lucro de US$ 8,2 bilhões. Com 34 mil funcionários, significa um lucro sólido US$ 240 mil dólares por empregado.

Trinta e quatro anos depois de ter sido fundada, a Apple não é mais uma fabricante de computadores. Não é muito fácil dizer o que é a Apple e um pouco mais difícil adivinhar o que a Apple vai ser no futuro: um gigante da eletrônica? Um inventor de produtos de estilo de vida para a era digital?

O modo como a música é consumida, produzida e vendida hoje é diferente de há dez anos. Dezenas de milhares de canções cabem em um iPod - uma coleção completa de música no seu bolso, sempre pronta para ser tocada. As grandes empresas foram colocadas de joelhos por causa disso - por causa do iTunes. Uma vez que a Apple assumiu, a música deixou de ser vendida em quase qualquer lugar para ser através das lojas online.

O iPod virou um fenômeno, um "ícone cultural da mudança de vida", como (a revista) Newsweek escreveu três anos depois de o dispositivo aparecer. A Apple havia vendido três milhões de iPods naquele ponto. Nos últimos três anos, a empresa vendeu 160 milhões de unidades.

Agora, com o lançamento do iPad, editoras e empresas de mídia estão competindo para construir algo novo para o gadget da Apple. Elas querem oferecer os seus livros e revistas em formato eletrônico no iPad, um dispositivo que Jobs naturalmente chama de "mágico" e "revolucionário".

O iPad não será apenas um presente para revistas, empresas jornalísticas e rede de televisão. Eles têm grandes esperanças de atrair novos leitores e telespectadores e, acima de tudo, novas e intermináveis receitas. Todos esperam que o dinheiro possa ser ganho com produtos antigos, mesmo na era digital.

Jornais e revistas oferecem aplicativos para o iPad de suas edições impressas com os acréscimos semelhantes aos oferecidos em seus sites online: vídeos, gráficos interativos. A intenção é atrair os leitores a pagar pelas edições digitais, talvez mais do que pelas edições impressas.

Tudo isto, por sua vez, atrai os clientes de publicidade, já que podem tornar a publicidade mais viva e interativa, por exemplo, com vídeos incorporados. A revista Time está cobrando US$ 200 mil por um anúncio em sua primeira edição para o iPad.

Mas, naturalmente, Jobs sabe tudo isso - o que é a razão pela qual ele desenvolveu o iPad, em primeiro lugar. Jobs espera transformar vários ramos da indústria e vincular todos à Apple ao mesmo tempo. A Apple espera dizer como uma revista deve parecer para que possa ser lida no iPad e quanto dinheiro a editora irá cobrar por este serviço.

Um novo mercado dominado pela Apple não é melhor do que nenhum mercado, afinal?

Pode ser. Em todo caso os concorrentes de Jobs dizem que a posição dominante da Apple chegará ao fim com o iPad porque o mercado vai se tornar saturado com os produtos da empresa. A década da Apple chegará ao fim. Mas isso provavelmente não é o caso. Mais provavelmente a próxima década será de ainda mais sucesso para a empresa do que a anterior porque a Apple tem o mercado de entretenimento ao seu alcance. E a Apple está em constante crescimento, expandindo-se como sempre para outras áreas mais novas da vida moderna.

Também é possível que a empresa vá continuar assim por mais algum tempo e então, muito abruptamente, o iMundo entre em colapso. Para sempre, se Jobs pessoalmente colapsar e ficar claro que sua companhia não está preparada para a vida depois dele.

A primeira vez em que Jobs esteve ausente foi em 2004, devido ao câncer de pâncreas. Os médicos disseram que a operação iria salvá-lo e ele iria viver pelo menos mais dez anos. Mas Jobs hesitou. O papa da tecnologia não confia na medicina moderna. Jobs, um zen-budista e vegetariano, preferiu métodos alternativos. Uma dieta, os comprimidos que seu médico alternativo prescreveu. Jobs recusou a operação por nove meses e durante estes nove meses discutiu com o conselho de administração se tinha que informar os acionistas sobre a doença e métodos de tratamento.

Mas desde que a diretoria é composta de pessoas que reverenciam Jobs, eles não disseram nada.

Em 31 de julho de 2004, Jobs foi operado. No dia seguinte, escreveu um e-mail aos empregados: ele tivera uma doença potencialmente fatal, mas agora estava curado.

Cinco anos mais tarde, ele se ausentou novamente. Ele precisava de um fígado novo e, naturalmente, conseguiu um rapidamente. De "um jovem em seus 20 anos que morreu em um acidente de carro", segundo Jobs. Em meados de 2009, o governador voltou ao seu império agindo como se tudo estivesse como antes, o que, contudo, não era o caso.

"Parecia o final de Roma", diz uma pessoa que estava lá durante esses períodos. Antes de Jobs ficar afastado por muito tempo, estava claro que não havia nenhuma estrutura estável ou regras existentes: não para desenvolvimento do produtos, não para a comunicação. O polegar de Steve estava para cima ou para baixo? Essa era a única coisa que importava.

Mas agora "o imperador estava doente e todos os senadores estavam armando seus exércitos particulares e queriam poder", diz o ex-empregado. Houve atos de vingança: aquelas pessoas que tinham entrado pelas mãos de Jobs perderam seus empregos e foram excluídas de todas as discussões importantes. "Os produtos foram anunciados e retirados, outros foram desenvolvidos de forma precipitada e derrubados novamente. Tudo era política da empresa".

Jobs estava ausente e os funcionários da Apple, abalados.

Quando a empresa tiver de continuar sem Jobs, de acordo com Hertzfeld, o desenvolvedor do Macintosh, então será melhor se em primeiro lugar agir de acordo com um plano. As necessidades do cliente precisam ser levadas em conta. A Apple poderia reaprender coisas como a humildade. Depois de um tempo, no entanto, Hertzfeld também diz que "a direção para criar as melhores coisas possíveis iria faltar". E a Apple poderia se tornar uma empresa como milhares de outras.

O chefe geralmente não gosta de falar de si mesmo - em todo caso ele não diz nada sobre suas fraquezas. Em Stanford, no entanto, em um dia quente de junho de 2005, quando ele falou aos estudantes no estádio universitário, e fez um discurso que era como uma confissão, finalmente contou a sua terceira história: a história da vida e da morte.

Como um jovem, disse Jobs, ele encontrou uma citação: "Quando você vive cada dia como se fosse o último, você estará certo algum dia". Desde então, ele sempre se pergunta se está fazendo o que quer fazer no caso de hoje ser o último dia. Se a resposta for "não", muda o plano.

Ele engoliu em seco. Em seguida, Jobs disse a Stanford que há um ano, às 7h30 da manhã, ele estava no escritório do médico. O diagnóstico: câncer pancreático incurável. Ele ainda tinha de três a seis meses de vida. "Deixe seus assuntos pessoais em ordem", disseram os médicos.

"Eu vivi com o diagnóstico. Nessa mesma noite eu fiz uma biópsia ", disse Jobs.

Os médicos inseriram tubos, retiraram as células cancerosas, examinaram-nas. Uma operação provavelmente poderia curá-lo depois de tudo. Ele era uma rara exceção, disseram.

Existe uma moral? Há sempre uma moral. "O tempo de que vocês dispõem é limitado, e por isso não deveriam desperdiçá-lo vivendo a vida de outra pessoa. Não se deixem aprisionar por dogmas - isso significa viver sob os ditames do pensamento alheio. Não permitam que o ruído das outras vozes supere o sussurro de sua voz interior. E, acima de tudo, tenham a coragem de seguir seu coração e suas intuições, porque eles de alguma maneira já sabem o que vocês realmente desejam se tornar. Tudo mais é secundário".

E, finalmente, ele falou suas palavras de encerramento: "Continuem famintos. Continuem tolos".
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Mostra em SP tem computador de 500 kg e mouse de madeira




Museu do Computador prova que tecnologia avança num ritmo sem limite.
Entre raridades há placa que era feita por mulheres por ser delicada.

A cada dia surgem novos computadores e a tecnologia avança num ritmo sem limite. Para saber como tudo começou, a história dos computadores está sendo mostrada em na capital paulista. Entre as peças em exposição há um aparelho que muita gente já teve em casa e que pesava 500 quilos.

Segundo o curador do museu, José Carlos Valle, o ábaco pode ser considerado o primeiro computador da história. Criado por volta de 2600 anos antes de Cristo, até hoje ele é usado no Japão para fazer contagem de peixes.

O museu do computador viaja por várias cidades. Nesta passagem por São Paulo, traz peças raras, como placas dos anos 50 que, por serem extremamente delicadas, eram feitas apenas por mulheres. Outros destaques ficam por conta do telex, da década de 80, e do CP 500, produzido todo o Brasil. Até técnicos em informática se surpreendem com um computador que pesa 500 quilos.

Um mouse da década de 60 chama a atenção por ser feito de madeira. “A geração de agora nasce já com o mouse na mão e nem imagina que isso aqui teve de existir para ter o que tem hoje”, diz o curador da mostra.

Serviço

O museu do computador fica nos próximos três meses.
Endereço: Rua dos Andradas, 237, Centro.
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. Sábado e domingo, das 10h às 14h.
Entrada: R$ 2 (estudantes pagam R$ 5 para visita monitorada)
Telefone – 11 - 4666-7545
Endereço eletrônico: www.museudocomputador.com.br
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sexta-feira, 21 de maio de 2010

São Paulo recebe o 12º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet


Evento acontece na próxima terça (25) e conta com a participação de David Neeleman, fundador da JetBlue e da Azul Linhas Aéreas.

A Locaweb realiza o 12º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet em São Paulo, no dia 25 de maio. O objetivo é agregar conhecimento sobre novas tendências da web e criar um ambiente para que os participantes possam trocar conhecimentos e estreitar relacionamento com clientes e parceiros.

Na edição paulistana, o evento contará com a participação especial de David Neeleman, fundador da JetBlue e da Azul Linhas Aéreas, que vai falar sobre as tecnologias aplicadas na aviação e excelência na prestação de serviços. Além desta, outros especialistas vão ministrar palestras sobre gestão, tecnologia, marketing digital e empreendedorismo.

O evento é destinado a desenvolvedores, designers, profissionais de agências digitais, empreendedores e todos os profissionais que trabalham com internet. A programação conta com a presença de Luli Radfahrer, Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP; Fábio Akita, Evangelista Ruby on Rails e estudioso sobre gestão de pessoas; Gil Giardelli, Coordenador dos Cursos na ESPM de Ações Inovadoras em Comunicação Digital e Startups, economia criativa e Empreendedorismo na era digital; além de Vinícius Teles, fundador da consultoria Improve IT e palestrante sobre empreendedorismo digital e metodologias ágeis.

Haverá oficinas técnicas que acontecerão simultaneamente às palestras oficiais, as quais abordarão os temas Ruby on Rails, ferramenta de desenvolvimento ágil para a web e XP (Extreme Programming), entre outros.

Com vagas limitadas, a inscrição pode ser feita no site www.encontrolocaweb.com.br. O valor é R$ 50,00, que será revertido em bônus na compra de produtos da empresa, como: contratação de Hospedagem de Sites, Mobimail, Email Marketing, Cloud Mini, Cloud Server e Gateway de Pagamentos ou em desconto em serviços ativos na empresa.

Serviço
12º Encontro Locaweb de Profissionais de Internet
Data: 25/maio
Horário: 8h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 4º Andar - Consolação)
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Novo codec de vídeo do Google é desdenhado por Steve Jobs


Suposto e-mail do CEO aponta para a superioridade do codec de vídeo da Apple sobre o da Google.

Parece que Steve Jobs voltou a responder os e-mails de usuários que chegam à sua caixa de entrada. Desta vez, defendeu o codec de vídeo da Apple, o H.264, ao ser questionado por um leitor do jornal The Register, da Inglaterra, sobre sua opinião a respeito do lançamento do formato próprio da Google, o open source VP8.

Esse codec da Google faz parte de um projeto maior chamado de WebM. Anunciado na conferência para desenvolvedores da empresa, a iniciativa conta com o apoio dos fabricantes dos navegadores Firefox e Opera – a Microsoft disse que seu Internet Explorer 9 não terá suporte nativo ao formato, mas permitirá a instalação de plugins para sua adaptação.

Como de costume, a réplica de Steve Jobs é sucinta. Ele simplesmente inseriu um link para um texto do blog do desenvolvedor Jason Garrett-Glaser, intitulado “A primeira análise técnica profunda do VP8”.

Primeiro, o post afirma que, “a princípio, o VP8 parece significativamente inferior ao modelo de compressão H.264”. Depois, pergunta se a Google não estaria ferindo algumas patentes da Apple e prevê problemas judiciais:

“São muito parecidos: uma descrição imprecisa do VP8 seria algo como “a base do H.264 com uma melhor codificação”. Mesmo não sendo um advogado, não posso acreditar que a Google vai escapar dessa, especialmente em dias tão litigiosos como os de hoje”.
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Justiça amplia prazo de contribuição do marco legal da internet


Sugestões podem ser enviadas até meia-noite de 30 de maio.
Consulta aberta à sociedade já recebeu mais de 1,9 mil comentários.

O período de contribuição popular para a formação da redação da proposta de lei que determinará os direitos, responsabilidades e diretrizes do uso da internet no Brasil foi prorrogado até a meia-noite do dia 30 de maio, último domingo do mês.

A Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL), do Ministério da Justiça, que coordena a elaboração do Marco Civil da Internet, estendeu o prazo para atender às solicitações de diversas entidades que pediram mais tempo para apresentar sugestões.

“O mais importante é que o projeto de lei que será enviado ao Congresso reflita a realidade de todos aqueles que utilizam a internet. Queremos ouvir as manifestações diversas e plurais dos atores envolvidos”, diz o secretário da SAL, Felipe de Paula, em nota.

O uso público da internet começou no Brasil há 15 anos e, até hoje, não conta com nenhuma lei específica. O objetivo do Marco Civil é fazer com que a legislação reconheça a natureza e os princípios da web. Além disso, é necessário apresentar diretrizes para orientar a atuação do Estado no setor.

Consulta começou em 2009

Para propor uma lei que regulamente a internet no Brasil, a SAL iniciou em outubro de 2009 uma consulta aberta à sociedade na internet que já recebeu mais de 1,9 mil comentários.

No último dia 8 de abril, o debate foi reaberto com a apresentação de um rascunho do projeto de lei para que os internautas comentem cada artigo do texto.
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eGo BlackBelt: um HD externo resistente a impactos




Fazer backup é essencial, mas e a segurança dos dados do seu disco de backup? HDs externos são pequenos e práticos, mas podem cair no chão. E aí o que deveria ser garantia de tranquilidade pode virar um problema.

O HD externo é uma ótima solução fazer backup de dados ou transportá-los. Basta conectar na porta USB e transferir arquivos. Além de ser uma excelente ferramenta de trabalho, ele quebra um galho na hora de movimentar arquivos como declaração de imposto de renda, vídeos e fotos de viagens e, é claro, suas músicas e filmes favoritos.

Um disco externo é uma excelente forma de guardar e transportar informação digital, mas não seria interessante investir um pouco mais para garantir a integridade desses dados? Suponha que ele caia no chão uma, duas, três vezes e pare de funcionar. Se você não tiver outra cópia desses arquivos, eles podem acabar perdidos para sempre. E esse tipo de prejuízo não tem recuperação.

Por isso algumas fabricantes disponibilizam produtos mais resistentes. A Iomega, por exemplo, tem o eGo BlackBelt, disco externo de 500GB que também tem versões de 250GB. Realizamos um teste de resistência com esse produto, respeitando as especificações que a Iomega divulga em seu site.

Primeiro jogamos o HD da altura de 1,3 metro. Depois, com a proteção de silicone “BlackBelt”, que acompanha o produto, a queda foi de 2,1 metros. Em seguida conectamos o eGo ao computador, testamos se havia erros de leitura e também fizemos cópias dos arquivos para verificar se estava tudo em ordem.

Mas não resistimos e fomos um pouco mais longe...

Mas como descrever um teste de resistência? O melhor mesmo é assistir o vídeo e ver até onde o eGo BlackBelt aguenta. Divirta-se!

Ego Blackbelt

Fabricante: Iomega

Para que serve: HD externo resistente a impactos

Pontos fortes: É realmente resistente
Pequeno e leve

Pontos fracos: Pintura descasca muito facilmente

Em nossos testes de durabilidade o eGo BlackBelt excedeu os limites garantidos pelo fabricante. Tivemos de ir muito além e apelar para a força bruta até causar algum dano real. Será difícil para um usuário conseguir danificá-lo por acidente, portanto ele está aprovadíssimo.

Preço: R$ 500, em média (modelo de 500 GB)

Fonte: PC Word
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Audiência pública em São Paulo discute "PL das Lan Houses"


Durante o debate, donos de Lan Houses criticaram o fato de o projeto prever punição para eles em caso de cibercrimes cometidos dentro dos estabelecimentos.

Uma audiência pública da Comissão das Lan Houses da Câmara dos Deputados discutiu, nesta quinta-feira (20) em São Paulo, propostas para a PL4.361, que regulamenta e impõe limites ao funcionamento das Lan Houses e demais pontos de acesso público à internet.

De acordo com o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), relator e presidente da comissão, compareceram à sessão Paulo Markun, jornalista e presidente da Fundação Padre Anchieta; Isabel Collucci, coordenadora do projeto Conexão Cultura; Alexandre Barbosa, gerente do centro de estudos TIC do Comitê Gestor da Internet (CGI); Marcelo Pimenta, consultor do Sebrae; Mário Brandão, presidente da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (ABCID) e Paulo Watanabe, vice-presidente da ABCID, além do deputado Julio Semeghini (PSDB-SP), membro da Comissão.

Em seu Twitter, Teixeira divulgou alguns pontos que marcaram a discussão desta tarde. "Um dono de Lan House critica o fato de, no Estado de São Paulo, tudo o que ocorre nos estabelecimentos é de responsabilidade dos donos", postou o deputado.

De acordo com Teixeira, Brandão, da ABCID, disse que "apesar de representar 45% dos acessos à rede, apenas 11% dos crimes são cometidos nas Lan Houses".

Também foi discutida a polêmica questão do cadastramento obrigatório dos usuários, previsto na PL.

Nesta sexta a audiência aconteceu no Rio de Janeiro, no Auditório da FGV (Ed. Luiz Simões Lopes – Praia de Botafogo, 190). O relator da comissão, deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) comandou os trabalhos.
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Novo recall atinge baterias de notebooks da HP nos EUA


Componentes podem apresentar superaquecimento e riscos de incêndio; empresa avisou que troca será feita gratuitamente.

A Hewlett-Packard (HP) ampliou seu programa mundial de recall de baterias para notebooks que podem apresentar super aquecimento e risco de incêndio.

Na quarta-feira (21/5), a companhia declarou que acrescentou novos modelos de bateria para o programa de recall, anunciado, anteriormente, no dia 14 de maio do ano passado, obtendo uma última atualização em outubro. As baterias de íon lítio são usadas em mais de 30 modelos no mundo inteiro em notebooks da HP e da Compaq, incluindo Compaq Presario, Pavilion, HP e HP Compaq, entre outros.
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5 tecnologias que farão você trocar de computador muito em breve


As inovações tecnológicas no mundo da informática não param nunca! Confira as novidades mais quentes do segmento, que levarão muita gente a comprar um novo PC.

Se você nos acompanha constantemente, confere sempre alguma novidade tecnológica envolvendo componentes de computador, como novos processadores, placas de vídeo e HDs. Neste artigo listamos cinco inovações que farão qualquer um pensar em uma nova máquina em breve.

Ressaltamos que muitas das razões apontadas aqui são voltadas para os entusiastas, aqueles que não olham o valor das peças e fazem de tudo para terem o que há de melhor em seus gabinetes. Se você é mais comedido e espera os preços baixarem antes de atualizar sua máquina, vale a pena conferir as tecnologias que em poucos anos serão viáveis para boa parte dos usuários.

1° motivo: USB 3.0!

A versão atual de conexões USB que utilizamos, a 2.0, chegou aos consumidores próximo do ano 2000. Mais de uma década se passou e uma nova tecnologia já é mais do que necessária para satisfazer a demanda cada vez maior de arquivos enormes, como vídeos em alta definição, que podem ser transferidos para pendrives e outros dispositivos de armazenamento.O USB 3.0 chegará para revolucionar a velocidade de transmissão de dispositivos com esse tipo de conexão. De 60 MB/s, velocidade atual dos dispositivos USB, a transferência passará a ser de 600 MB/s no novo padrão. Para obter todo esse potencial você precisará de uma placa-mãe com suporte para o USB 3.0, além de dispositivos (pendrives, HDs externos) dentro do novo padrão. Alguns modelos de placa-mãe já contemplam o novo formato, como a linha P7 da Asus.

2° motivo: discos rígidos de 3 TB

A era dos vídeos em alta resolução já chegou e as conexões em banda larga estão cada vez mais velozes. Para muitos aficionados por vídeos, games e arquivos pesados, capacidade de armazenamento pode ser uma das características mais importantes no computador. A Seagate já anunciou o desenvolvimento de discos rígidos de 3 TB de armazenamento total.

Infelizmente, nenhum desenvolvedor de placas-mãe pensou nessa possibilidade em tão pouco tempo. Portanto, para utilizar uma dessas belezinhas, será necessário atualizar a sua placa-mãe para modelos que suportem os novos HDs. Por hora pode ficar tranquilo, pois eles só chegarão no ano que vem aos consumidores.

3° motivo: a era do 3D chegou

Nos próximos anos, o conteúdo 3D disponibilizado em filmes, programas e games deverá aumentar bastante. Para se atualizar e conferir essas novidades, você precisará de um conjunto de placa de vídeo, monitor e óculos para visualizar as imagens em três dimensões. A Nvidia já tem esse conjunto, chamado de 3D Vision, embora pouco sobre games já esteja em andamento na questão 3D. O Playstation 3 também deverá apresentar alguns games no formato, ainda neste ano. Quanto aos filmes, com o sucesso de Avatar, diversos grandes lançamentos deverão aparecer em três dimensões para venda ou download, o que popularizará a tecnologia

4° motivo: virtualização

O Windows 7 trouxe consigo uma característica muito útil para quem fazia uso do XP e contava com aplicativos exclusivos para o sistema operacional mais antigo. Com o “XP Mode” você roda um Windows XP virtual simultaneamente ao Windows 7, através de um conceito chamado de virtualização. Essa tendência deverá ser ampliada em um futuro bastante próximo, com maior suporte para tarefas em vários sistemas operacionais rodando em uma mesma máquina.

Para estar apto à tecnologia, é necessário que seu processador seja compatível com o processo de virtualização. No caso do Windows 7, há um pequeno aplicativo capaz de identificar essa possibilidade, que você baixa através do link abaixo.

XP Mode


5º motivo: processadores de seis núcleos!AMD

Muito em breve a AMD lançará seus primeiros modelos do Phenom II X6, os tão divulgados processadores de seis núcleos. Com preços extremamente inferiores aos melhores componentes da Intel (o melhor modelo já anunciado do X6 não deverá passar de 300 dólares), a empresa pretende vender bem mais do que sua concorrente.
Os modelos prometem ser mais adequados às necessidades de usuários comuns, como games e aplicações multimídia, já muito bem desempenhadas por processadores de quatro núcleos.

Outro ponto bastante interessante para o bolso dos usuários é o fato de os novos componentes se adequarem à plataforma AM3, já utilizada nos conhecidos do Phenom II. Isso significa que muita gente sequer precisará trocar de placa-mãe, e quem precisar encontrará modelos bem mais em conta do que os oferecidos para processadores Intel.

Intel

O lema da Intel para os próximos meses parece ser a oferta de desempenho incomparável, custe o que custar. É inegável que os novos processadores da empresa são os mais poderosos, mas o preço que você vai pagar pelo novo modelo de seis núcleos não compensa na maioria dos casos. O i7-980X terá seis núcleos reais com 3,33 GHz de velocidade e poderá simular até doze núcleos virtuais, graças à conhecida tecnologia HyperThreading. Para utilizar esses modelos será necessária uma placa-mãe com o soquete LGA 1366, utilizada a partir do modelo i7-920. Se você tinha um modelo inferior a esse, provavelmente precisará trocar também a sua placa-mãe ao adquirir o novo i7.

Qual a sua opinião?

E você, conhece mais algum bom motivo para que alguém troque por completo seu computador dentro dos próximos meses ou anos? Ou acha que ainda dá para passar muito tempo com a máquina antiga? Dê a sua opinião sobre o tema!
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Receptor de TV analógica garante transmissão da Copa até onde não tem TV


Aparelho é conectado ao computador e permite até gravar aos jogos da Copa do Mundo

A Copa do Mundo está chegando, mas algumas cidades do distante interior do país ainda sofrem para ter uma boa recepção da imagem da TV para ver a Seleção. A Elgin promete uma solução com o receptor de TV analógico AN-01, que tem preço bem acessível (R$ 119,00).

As cidades pequenas que ainda não possuem sinal digital poderão contar com o aparelho analógico para assistir a programas televisivos e jogos da Copa do Mundo 2010 com qualidade em recepção de imagens. Basta conectar o USB TV AN-01 no computador que o usuário terá uma televisão analógica para assistir aos seus programas em qualquer lugar.

O receptor grava rádio FM com som estéreo, além de permitir com que o usuário deixe agendada a gravação do programa de TV que desejar. O AN-01 grava, volta e avança rapidamente os programas de TV, além de possibilitar ao usuário a digitalização de fitas VHS que estejam em bom estado de funcionamento.

Ele conta ainda com o Guia de Programação Eletrônico que mostra em detalhes toda a programação diária disponibilizada pelas emissoras.
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Internet wireless via lâmpadas LED está em estudo



Academia Chinesa de Ciências afirma que LED em diodos podem transmitir dados!

Você já imaginou como seria a vida sem internet? É impossível pensar nisso hoje. A popularização deste meio de comunicação foi tamanha que já é possível acessar a internet de quase todos os lugares. Shoppings, restaurantes, ônibus e agora até aviões disponibilizam para seus usuários meios de acessar a rede mundial de computadores.

As tecnologias de acesso à internet são as mais variadas: cabo de rede, Bluetooth, wireless, 3G, rádio. E esta lista é capaz de aumentar. Estudos feitos na China podem trazer uma grande novidade para todos os usuários. É a conexão com a internet por meio de lâmpadas de LED. Isso mesmo, é acender a luz e aproveitar para acessar seus emails!

Internet na luz? Como assim?

A Chinese Academy of Sciences (Academia Chinesa de Ciências) está realizando estudos que prometem tornar possível a transmissão do sinal da internet, e também de dados, por meio de lâmpadas de LED. Eles já conseguiram estabelecer uma conexão de 2 Mb, mas as pesquisas prometem velocidades muito maiores.

O sinal é transmitido para os aparelhos com o piscar da lâmpada. Calma, as luzes piscam de forma bem leve, imperceptível ao olho humano. Dessa maneira a lâmpada pode ser utilizada para iluminação ao mesmo tempo em que permite ao usuário se conectar à internet e transmitir dados para os demais dispositivos conectados à rede.

A conexão ainda não chega à casa dos Gigabits, mas é bem melhor alguns Megabits de transmissão do que nada. Cientistas da College of Engineering Boston University também estão envolvidos nas pesquisas e prometem conseguir dobrar a velocidade de 2 Megabits.

Tem previsão para ser "lançada"?

Por se tratar de uma pesquisa antiga, que só agora produziu resultados satisfatórios, é difícil dizer quando esta tecnologia será utilizada por todos. No entanto, ela evolui a uma velocidade que quase não conseguimos acompanhar. Por isso não deve demorar muito para que os primeiros protótipos funcionais comecem a ser lançados.

Quais os benefícios frente à internet normal?

A primeira vantagem citada pelos cientistas na utilização do LED para transmissão de dados é o fato de ele ser mais seguro. Isso porque qualquer alteração na frequência com a qual os LED piscam pode fazer com o dispositivo perca a conexão ou mesmo que o usuário perceba, além de ser bem mais trabalhoso invadir.

Outra vantagem é a qualidade do sinal. Mesmo que haja uma grossa parede que separa o quarto da sala, o sinal de transmissão tende a ser o melhor em qualquer ambiente. Isso porque o ponto de transmissão não está mais concentrado em um único aparelho, mas sim pela casa inteira, se assim o usuário desejar.

Agora as notícias ruins...

Obviamente não há apenas vantagens na utilização deste tipo de tecnologia. O primeiro problema encontrado no uso de lâmpadas de LED para transmitir dados é o fato de lâmpadas, mesmo as de LED, possuírem uma vida útil curta se comparada ao tempo de uso de um roteador. Além disso, elas não são tão baratas quanto um cabo de rede.

Mesmo que não seja perceptível aos olhos do ser humano, para transmitir os dados é preciso que a lâmpada pisque. Como muitos sabem, quando uma lâmpada pisca muito, estraga mais rápido.

Para utilizar a internet é preciso que luz fique ligada. Com isso o consumo de energia aumenta consideravelmente, pois mesmo durante o dia seria necessário manter as luzes ligadas.

Embora os cientistas garantam que esta tecnologia é mais segura, toda rede está sujeita a ataques de hackers, o que exige meios de se proteger para manter as pragas longe do seu computador. Novas tecnologias normalmente exigem novas soluções de segurança.

Não há como negar que a ideia de transmitir dados por meio de lâmpadas de LED é, no mínimo, curiosa. Os pesquisadores estão sempre buscando alternativas a fim de tornar a vida do usuário mais fácil e que levem a internet para mais perto de todos, independentemente da tecnologia utilizada.

E você, caro usuário, o que acha da nova tecnologia? Mesmo que a pesquisa ainda não tenha saído dos laboratórios, já é possível ter uma ideia do que pode dar certo e o que pode tornar-se um problema. Não deixe de enviar seu comentário e expor sua opinião a respeito.
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Intel tentará colocar processadores em próximo iPad


Empresa tentará fechar acordo com Apple.
Brasil poderá ser terceiro mercado de PCs, diz executivo.

A Intel vê grandes oportunidades de expandir seus negócios no novato segmento de computadores tablet, e não perdeu as esperanças de conquistar espaço no iPad, da Apple.

Embora a Apple tenha projetado um processador próprio para o seu tablet recentemente lançado, Tom Kilroy, vice-presidente sênior da Intel para vendas e marketing, disse que poderia haver oportunidades para sua empresa em versões futuras do iPad. "Eles já têm seu produto no mercado, e ele não inclui um chip da Intel", disse Kilroy.

No entanto, ele afirmou que "a Intel não é o tipo de empresa que desistiria de conversar com a Apple a fim de conquistar negócios junto a ela em algum momento do futuro".

Kilroy disse que a demanda por computadores pessoais nos mercados emergentes está mudando o cenário dos negócios, com o Brasil a caminho de se tornar o terceiro maior mercado de computadores pessoais, atrás dos Estados Unidos e da China, até o final do ano, de acordo com estimativas da empresa.

"Pode acontecer já este ano, mas mesmo que venha na metade ou no final de 2011, será um importante passo em termos de usuários pessoais e empresariais," disse Kilroy sobre o crescimento da demanda por computadores pessoais no Brasil.

A Intel é a maior fabricante mundial de chips e produz os microprocessadores usados em mais de três quartos dos computadores em uso no mundo.

Kilroy não quis revelar a diferença nos preços médios de venda dos processadores que a Intel comercializa no Brasil, comparados aos preços em mercados mais estabelecidos, como a Europa. Ele disse, contudo, que os consumidores brasileiros são muito ativos em atividades de Internet como redes sociais, que requerem computadores com poder de processamento suficiente para enviar e assistir vídeos e carregar fotos.

"No momento, eu diria que o Brasil, se contemplado do ponto de vista de nossos novos produtos Core, está muito saudável", declarou Kilroy.

Ele acrescentou que a empresa acredita que a China deva ultrapassar os EUA como maior mercado mundial de computadores até 2014.
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Flashmob em realidade aumentada será atração no Mobilefest-Rio


Evento que acontece desde 2008, desenvolve projetos binacionais de cultura e mobilidade com países como Canadá, Espanha, Inglaterra, Holanda e Alemanha

O Festival Internacional de Criatividade Móvel – Mobilefest-Rio – que acontece de 25 a 27 de maio na PUC-Rio, na Gávea, bairro do Rio de Janeiro, trará debates sobre o uso das tecnologias móveis na saúde (M-Health) e educação (M-Learning) e promoverá um Flashmob em realidade aumentada idealizado pelo pesquisador holandês Sander Veenhof.

Considerado o maior evento latinoamericano de soluções em mobilidade, o Mobilefest-Rio divide-se em “Seminário Internacional” e “Mostra Expositiva Internacional”. O seminário visa debater temas atuais como M-Health e M-Learning, além de oferecer espaço a pesquisadores para difundirem seus trabalhos.

Para Marcelo Godoy, diretor executivo e comercial do Mobilefest “O Festival é de fundamental importância para que o mercado se atualize em relação às iniciativas de mobilidade no mundo, além de posicionar o Brasil como incentivador desse segmento”, afirma.

A Mostra Expositiva terá como atração principal o flashmob. Inédito no Brasil, mas acontecendo pela segunda vez no mundo, a intervenção em realidade aumentada terá como tema o turismo do Rio de Janeiro. Para participar, é necessário ter um iPhone 3GS ou um celular Android, pois o aparelho precisa estar adaptado a aplicativos específicos da Apple e do Google. As câmeras dos telefones móveis serão utilizadas como sensores para ler códigos que estarão espalhados no chão. Dessa forma, será possível visualizar avatares de imagens em 3D.

O flashmob está previsto para o dia 23 de maio, na Praia de Ipanema e ainda não tem horário definido.

O Mobilefest-Rio contará também com urnas para coleta de baterias e celulares fora de uso para reciclagem. A iniciativa tem como objetivo estimular a conscientização dos visitantes sobre a importância da destinação ambientalmente correta do lixo eletrônico.

A programação do evento está disponível no site www.mobilefestrio.com.br. Outras informações podem ser obtidas no site oficial em mobilefest.ning.com ou no twitter oficial @mobilefest.
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MSI anuncia notebook com configuração para jogos


Teclado é adaptado para games e sistema de som é equipado com subwoofer

A MSI está lançando mundialmente o notebook GT660. Criado especialmente para quem gosta de jogar no computador, o laptop tem tela LED de 16 polegadas, teclado adaptado para games e processador Intel Core i7. O sistema de som do GT660 conta com dois alto-falantes e subwoofer integrado.

O laptop suporta até 12GB de memória RAM e acompanha placa 3D NVIDIA de 1GB. Ele tem duas portas USB 3.0 e disco rígido de 500GB. Há também um recurso que quando acionado, segundo a empresa, aumenta a capacidade de refrigeração do aparelho.
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OpenBSD 4.7 está disponível para download


Sistema ganha suporte a netbooks com processadores MIPS, como o Lemote Yeeloong

O OpenBSD, um descendente do NetBSD – por sua vez descendente do Unix original – é conhecido por seu compromisso com a filosofia Open Source, foco na segurança e na qualidade de código. Nesta semana o sistema operacional chegou à versão 4.7, mantendo o ciclo de seis meses entre cada versão. Voltado para servidores, o sistema também pode ser usado em estações de trabalho e computadores domésticos.

O OpenBSD também é conhecido por poder ser instalado em computadores e arquiteturas que o Windows e mesmo o Linux penam para funcionar. Entre os destaques da versão 4.7 estão o suporte à plataforma OpenBSD/loongson, na qual se encaixam máquinas equipadas com processadores MIPS como os netbooks Lemote Yeeloong (máquina pessoal de Richard Stallman) e GDIUM Liberty 100. Também há as tradicionais melhorias no suporte a hardware e versões atualizadas de software como o ambiente desktop Gnome (versão 2.28.2) e Mozilla Firefox (versões 3.0.18 e 3.5.8).

Mantendo a tradição, o OpenBSD 4.7 tem uma música-tema, chamada “I’m Still Here” e composta, arranjada e cantada por Bob Kitella. A canção, nos formatos MP3 e Ogg Vorbis, e, claro, o sistema operacional podem ser baixados gratuitamente no site oficial do projeto, em www.openbsd.org.
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HP planeja impressoras conectadas à Web sem PCs


A Hewlett-Packard está preparando uma campanha ampla para tornar mais fácil a impressão de imagens e informações da Internet, e construindo um mercado de aplicativos ao estilo iPhone como parte do processo, disse o líder da divisão de imagens do grupo.

A HP no final do ano passado lançou sua primeira impressora doméstica conectável à Web. O equipamento era equipado com tela sensível a toques e era capaz de baixar aplicativos para que um usuário possa imprimir mais facilmente, por exemplo, suas palavras cruzadas diárias ou um desenho para colorir, sem que seja necessário fazer todo o processo através do computador.

"O uso dessa impressora vem crescendo na casa dos dois dígitos", disse Vyomesh Joshi, vice-presidente executivo do grupo de imagem e impressão da HP, durante a Reuters Global Technology Summit, em San Francisco.

Joshi disse que uma nova iniciativa de impressão direta da Web está sendo preparada, mas se recusou a dizer quando um lançamento de produto poderá acontecer, ou como o sistema funcionará. Mas afirmou que a primeira impressora conectável à Web será acompanhada por novos modelos. "Nós a lançamos, aprendemos e agora lideraremos", afirmou.

A HP planeja tirar vantagem do software Web OS em suas impressoras quando concluir a aquisição previamente anunciada da Palm, diz ele. A iniciativa não estaria limitada aos produtos dirigidos a consumidores pessoa física, acrescentou.

A HP vinha planejando há anos facilitar a impressão direta da Web, mas Joshi disse que acompanhar o ritmo de crescimento da Internet é difícil.

"A Web é onde a criação de conteúdo está acontecendo, a explosão do conteúdo está acontecendo, e desejamos capturar esse conteúdo", disse ele. No entanto, "a Web não é formatada para permitir impressão fácil".

No ano passado, a empresa anunciou parcerias para aplicativos de impressão com grupos como Walt Disney, CBS News e Flickr, o serviço online de fotos do Yahoo.

Impressoras, e as importantes vendas de cartuchos de tinta, são fonte essencial de lucro para a HP. O grupo de imagem e impressão respondeu por um quinto das vendas da companhia e um terço de seus lucros operacionais no ano passado.
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