quarta-feira, 9 de junho de 2010

Microsoft Word Web App vs. Google Docs: qual o melhor?


A Microsoft lançou, na última segunda-feira (7/6), um pacote beta de serviços, baseados nos programas Microsoft Word, Excel, PowerPoint e OneNote, para serem usados diretamente via browser. O lançamento tende a aumentar a disputa entre a Microsoft e a Google, que já possui o Google Docs, serviço online semelhante.

Abaixo, uma comparação entre o aplicativo Microsoft Word Web e o rival Google Docs, da Google. Os testes foram feitos em diferentes navegadores, e nos sistemas operacionais Windows 7 e Mac OSX.

Diferentes formatos

O Microsoft Word Web App só lhe permite criar documentos no formato DOCX. Lançado pelo Microsoft Office 2007, esse padrão não foi bem acolhido pelos usuários, que continuaram a utilizar o formato DOC do Office 2003. Com o novo aplicativo, no entanto, é DOCX ou nada.

O Google Docs, que usa seu próprio formato HTML, permite baixar ou criar arquivos de texto em RTF, TXT, PDF, HTML, formato OpenOffice ou até mesmo o DOC.

Upload de arquivos no Word
O Word Web App permite duas opções para obter os documentos. Você pode abrir o arquivo diretamente pelo seu PC, ou baixá-lo de uma pasta no SkyDrive (serviço de armazenamento online da MS). A opção de editar um documento armazenado em sua máquina com o Word Web App é muito interessante, mas seu trabalho é armazenado no SkyDrive.

Para abrir o documento diretamente no Word, no entanto, você precisa estar executando o Microsoft ActiveX. Isto significa que os usuários de Mac não têm essa opção, e perderão a capacidade de editar arquivos em seu desktop e salvar seu trabalho diretamente na nuvem. Para usar o recurso, é preciso usar o Internet Explorer ou Firefox. Outros navegadores como o Opera, Chrome e Safari não são compatíveis.

A outra opção é baixar o arquivo, e isso é bastante simples. Passe o mouse sobre o nome do documento e selecione 'download,' e em seguida, o arquivo é salvo no desktop. Mas, nos testes, não foi possível baixar documentos do Word usando o Firefox para Mac, embora tenha funcionado muito bem no Safari e no Chrome para Mac.

Já Google Docs sempre permite o o download, não importa qual navegador da Web ou sistema operacional.

Falha com diferentes navegadores
Enquanto eu estava escrevendo este post usando o Office Word Web App no Safari, a página congelou e o Web App caiu. Esse pequeno evento me fez perder cerca de metade do meu trabalho, o que nunca teria acontecido no Google Docs, graças à função de gravação automática.

O Office Word Web App também pode se comportar estranhamente, de tempos em tempos. Usando o Google Chrome, quando eu cheguei ao final da página de um documento que estava editando, ele começou a saltar enquanto eu digitava. Isso era incrivelmente irritante, e ficou quase impossível continuar a trabalhar. Novamente, isso nunca acontece no Google Docs.

Histórico de versões
O Microsoft Web Apps oferece uma página de histórico de versões, que é uma grande ajuda se você está colaborando em grupo para a finalização de um documento. O documento localizado na janela principal possui uma barra lateral à esquerda em que é possível ver a última pessoa que o acessou. Clicando em versões anteriores, é possível ver como estava o documento antes das mudanças, e dá para restaurar essas versões.

O Google Docs também oferece um recurso de histórico de versão, mas achei a solução da Microsoft mais simples e fácil de usar.

Microsoft Office Ribbon
Se você não gostar do Microsoft Office Ribbon, que abriga aplicativos e ferramentas, é possível facilmente livrar-se dele nos aplicativos Word Web. Basta clicar na pequena seta no canto direito acima do Office Ribbon e ele desaparece. Agora você pode editar o documento com uma interface muito mais simples. Para restaurar, basta clicar na seta novamente ou escolher uma das guias como Home, Insert ou View.

Conclusão
Apesar de algumas dúvidas sobre o novo Microsoft Office Web , o fato é que você começa a usar uma versão online gratuita do tradicional Microsoft Word. A interface é familiar e exceto em alguns casos ele funciona exatamente como você espera.

É um começo muito bom para a Microsoft. A partir de agora é descobrir como expandir o suporte aos navegadores e se livrar dos bugs. Assim, ele será um grande processador online de texto.
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Vale a pena usar o PC para assistir filmes em Blu-ray?


Veja se o investimento necessário para assistir filmes no novo formato em seu PC compenssa

Leitores estão pensando em equipar seu computador com um drive de Blu-ray e quer saber se existe algum software bom e de baixo-custo (ou grátis) para assistir a filmes nesse formato. Em poucas palavras: não. Essa era uma opção mais interessante os tocadores de Blu-ray eram vendidos por mais de 1.000 Reais, mas agora que você pode encontrá-los por cerca de 400 Reais, começamos a questionar se a idéia de usar um PC para assistir Blu-ray faz muito sentido.

Em primeiro lugar, você tem de comprar o drive. Uma rápida busca em sites do ramo mostra preços na faixa dos R$ 400 para um drive "combo", que grava CDs e DVDs e lê discos Blu-ray. Você também vai precisar de software (o player) para rodar os filmes. Há várias opções, mas espere gastar qualquer coisa entre 40 dólares (o preço atual do Corel WinDVD Pro 2010) e 95 dólares (pelo CyberLink PowerDVD 10 Ultra 3D). Uma terceira opção, o ArcSoft TotalMedia Theatre 3 Platinum, custa cerca de 90 dólares. Pelo lado positivo, alguns drives vêm com um dos já mencionados programas para rodar Blu-ray, apesar de que são normalmente versões mais antigas. É difícil encontrar compatibilidade com Windows 7, por exemplo.

Depois é preciso se certificar que o seu computador e placa de vídeo consigam lidar com uma resolução ideal de Blu-ray (1.920 por 1.080 pixels), e que a placa suporte HDCP, o formato de proteção anti-cópia para vídeo digital empregado pelos discos de Blu-ray. Uma placa "de entrada" como a NVIDIA GeForce GT240, que acabamos de analisar, vai sair por cerca de R$ 400. Só com drive e placa de vídeo, você vai gastar mais que em um player de Blu-ray.

Seu monitor também precisa suportar o protocolo HDCP. Se ele não tem entrada HDMI, provavelmente não suporta HDCP e precisará ser trocado (consulte o manual para ter certeza). E vamos ser francos: Blu-ray não foi feito para se assistir em uma tela de 22 polegadas típica dos LCDs atuais. A não ser que você conecte seu PC a uma HDTV grande (diria 42 polegadas ou maior), eu realmente não vejo a razão de se ter um drive Blu-ray.

Baseado em experiência pessoal, penso que assistir a filmes Blu-ray em um computador é mais chateação do que vale. É caro, frequentemente desagradável (tive de tentar bastante para encontrar o driver correto para a minha placa de vídeo antes de rodar qualquer vídeo), e simplesmente inconveniente em comparação com um tocador Blu-ray separado.
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Já podemos personalizar página inicial do Google


É possível usar fotos pessoais para deixar site de buscas com jeito do usuário.
Ao ser lançado na semana passada, recurso estava disponível só nos EUA.

O recurso de personalização lançado pelo Google exclusivamente para usuários dos EUA na semana passada, já pode ser usado pelos brasileiros para deixar a página inicial de buscas com o seu toque pessoal.

Para isso, basta selecionar a opção "Alterar o plano de fundo", localizada no canto inferior esquerdo da tela. Ao clicar na opção, é aberta uma caixa na qual o usuário pode selecionar uma imagem para o fundo da sua página inicial do Google de quatro fontes diferentes: do próprio computador, do álbum pessoal on-line do Picasa, da galeria pública ou a partir das recomendações do editor.

Se quiser trocar de imagem ou voltar à página inicial original do Google, basta clicar na opção "Remover imagem de plano de fundo", localizada no mesmo canto inferior esquerdo da tela.
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Site diz que falha em iPad vazou dados sigilosos de 114 mil usuários


E-mails de pessoas de altos cargos nos EUA foram expostos.
Apple não comentou a suposta falha.

Uma falha de segurança nos modelos com conexão 3G do iPad pode ter vazado informações confidenciais de 114 mil usuários do tablet. O site especializado em tecnologia Valleywag, da empresa Gawker, a mesma que roubou um protótipo do novo iPhone antes do anuncio de Steve Jobs, afirma que entre os prejudicados estão membros da Casa Branca, do alto escalão do exército norte-americano, políticos e CEOs de empresas. Eles tiveram suas contas de e-mail divulgadas e podem sofrer ataques de spams e de hackers, segundo a publicação.

Embora o site não divulgue onde essas informações foram publicadas e não confirme se o fato realmente aconteceu, a reportagem atribui a descoberta ao grupo chamado itselGoatse Security. Ele afirma que os dados vazaram por conta de uma falha na autenticação dos iPads na rede 3G da operadora AT&T.

O erro foi corrigido pela empresa há algum tempo, mas foi tarde demais para que o itselGoatse Security afirmasse pegar os dados confidenciais. Além disso, a reportagem culpa a Apple por obrigar os usuários a enviarem seus e-mails para a companhia a fim de registrar o aparelho e, assim, ativá-lo na rede 3G. Outro motivo alegado pela publicação é que, para usar o iPad 3G, os usuários são obrigados a ter uma conta com a AT&T, o que pode provocar mais falhas de segurança. O ideal, de acordo com o Valleywag, seria poder usar a rede 3G da empresa da preferência do consumidor.

O site afirma que entrou em contato com a Apple, que não retornou para explicar o caso.
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Usuários do Orkut agora podem trocar scraps privados


Além do novo recurso, usuários podem comentar scraps e visualizar privacidade de fotos, vídeos e scraps de qualquer perfil

Muitos usuários do Orkut reclamavam por não ter um espaço para conversar com os amigos em particular. Como por meio da página de scraps isso não era possível, já que todos podem ler as mensagens, muitos deles apelavam para os depoimentos. A alternativa, no entanto, dava trabalho a quem recebia a mensagem e precisava apagá-la com cuidado para não publicá-la acidentalmente.

Para atender esta e outras demandas dos usuários, o Google anunciou hoje três novos recursos para o Orkut. Assim como nas fotos, os usuários agora podem determinar o nível de privacidade de um scrap no momento em que escrevem a mensagem na página de um amigo. De acordo com a opção escolhida, a mensagem ficará visível para todos na web, só para amigos, ou para um grupo selecionado de pessoas.

Além do novo recurso, usuários podem comentar scraps e visualizar privacidade de fotos, vídeos e scraps de qualquer perfil

Muitos usuários do Orkut reclamavam por não ter um espaço para conversar com os amigos em particular. Como por meio da página de scraps isso não era possível, já que todos podem ler as mensagens, muitos deles apelavam para os depoimentos. A alternativa, no entanto, dava trabalho a quem recebia a mensagem e precisava apagá-la com cuidado para não publicá-la acidentalmente.

Para atender esta e outras demandas dos usuários, o Google anunciou hoje três novos recursos para o Orkut. Assim como nas fotos, os usuários agora podem determinar o nível de privacidade de um scrap no momento em que escrevem a mensagem na página de um amigo. De acordo com a opção escolhida, a mensagem ficará visível para todos na web, só para amigos, ou para um grupo selecionado de pessoas.

O Orkut mostrará o nível de privacidade para quem visitar a página de scraps. Segundo Victor Ribeiro, diretor de produtos do Google para a América Latina, se um visitante estiver num grupo selecionado de amigos que pode ver um determinado scrap, também poderá visualizar quem são os outros usuários que estão no mesmo grupo. “Hoje esse recurso ainda não existe, mas vamos adicioná-lo futuramente.”

Ainda na página de scraps, o Orkut inclui uma nova função que permite que os usuários comentem scraps de amigos e convidem outros usuários para comentar. Com isso, o Google quer tornar a página de scraps semelhante à conversação. “Vamos criar uma dinâmica de mensagens que não existia no Orkut”, diz Ribeiro. O recurso é semelhante ao existente no Facebook, que permite aos usuários escrever comentários e clicar no botão Curtir em mensagens de outros usuários.

Apesar de as mudanças se relacionarem à privacidade dos usuários, as mudanças não foram inspiradas pelos problemas de privacidade no Facebook. Segundo Ribeiro, as configurações de privacidade do Orkut continuam iguais. “Queremos que os usuários tenham mais consciência maior sobre o nível de privacidade de cada conteúdo que postam.”

Os perfis de todos os usuários do Orkut receberão os novos recursos amanhã. O Google pretende lançar outros recursos para o Orkut até o final de 2010. Entre eles, implementará diferentes níveis de privacidade também para as comunidades. Com isso, o usuário escolherá quais delas aparecerão no box Minhas comunidades que aparece no perfil.
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Sistema anti-fraude garante que alunos façam testes e avaliações em casa sem trapacear


Ferramenta identifica usuários por meio de impressão digital e bloquei o acesso a internet e a dados do disco rígido do computador

Alunos da University of Wales Institute, no Reino Unido, agora podem fazer trabalhos e testes em casa sem burlar o sistema de avaliação, graças a um software anti-fraude desenvolvido pela empresa americana Software Security Inc.

De acordo com a revista PopSci, o novo sistema é composto por uma webcam de 360 graus e um microfone e é programado para bloquear o acesso a internet e a dados dos discos rígidos contidos no computador utilizado para fazer o teste, garantindo assim que o aluno não receba nenhuma ajuda externa durante o período em que estiver realizando a avaliação. O sistema também identifica o aluno por meio de impressão digital.

Segundo o site do jornal Guardian o sistema, chamado Securexam Remote Proctor, permite que os examinadores, professores ou supervisores assistam aos vídeos depois de receberem as avaliações, vendo cada aluno individualmente e nas opções de avanço e retrocesso de tempo, para avaliar se nenhum estudante apresentou comportamento suspeito.

A tecnologia em questão já é utilizada em algumas instituições de ensino superior nos Estados Unidos e até a metade desse ano deve ser implantada em outras universidades do Reino Unido. O diretor do departamento de ensino da University of Wales Institute, Mark Pelling, afirmou que pretende estender o uso dessa ferramenta para estudantes da instituição no exterior: “Atuei da mesma forma que atuo em sala de aula. Isso pode mudar a forma de fazer avaliações”, disse ele em entrevista ao Guardian.

Ainda segundo o jornal, o diretor também diz que o sistema pode diminuir os custos da universidade, uma vez que contratações de examinadores para aplicações de prova não seriam mais necessárias, bem como oferece maior flexibilidadee conforto aos alunos, que esse ano atingiram o número recorde dentro da instituição.

Douglas Winneg, criador do Securexam Remote Proctor, explica que uma das funções do programa é ajudar os alunos com deficiência e aqueles que vivem em áreas remotas a levarem os exames até a universidade. Outro ponto levantado por ele é o avanço dos sistemas de avaliação de ensino a distância, muito crescentes no mundo.

O assunto em pauta agora é saber quanto tempo o sistema permanecerá inviolável.
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terça-feira, 8 de junho de 2010

Alienware M11x ganha o poder do Core i7


O Dell Alienware M11x já oferecia gráficos bem potentes, especialmente para um notebook do tamanho dele. Agora, apenas alguns meses depois do lançamento, ele está ganhando um upgrade para Core i7 que o torna um monstro em todos os sentidos.

Já tínhamos ouvido que ele ganharia este empurrãozinho do Core i7, mas acabou que o M11x também ganha suporte ao sistema nVidia Optimus, que torna instantânea e automática a alternância entre os modos de vídeo integrado e dedicado. Estas duas novidades resolvem os principais problemas que tínhamos com a máquina e tornam o M11x um notebook extremamente potente em um chassis (relativamente) muito pequeno.

Outras especificações: você pode pegar um desses com até 8GB de RAM, HDD de 500GB ou SSD de 256GB, Core i5 ou i7. Eles tiraram a porta VGA para acomodar os novos processadores, mas é um sacrifício válido, considerando que ainda tem HDMI e USB. Definitivamente vale uma nova olhada, esse M11x. [Dell]
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ARES HD 597 da Asus custa os olhos da cara


A Asus prepara-se para o lançamento do ARES HD 5970, uma placa Hemlock overclocked com 4GB de memória. A empresa inicialmente mostrou a placa na Cebit, e agora ela fez sua segunda aparição na Computex.

Ela pode ser descrita como uma placa dual HD 5870, já que opera em 850MHz, ao contrário de placas padrão HD 5970 que são executadas em 725MHz, o mesmo clock encontrado na HD 5850. A placa traz 4GB de memória GDDR5 a 1200MHz (4800MHz efetivos).

Naturalmente, a Asus teve que fazer diversas modificações ao projeto de referência para conseguir as velocidades extras e manter o calor na medida. A placa possui dois conectores de força de oito pinos, assim como um de seis pinos para garantir que não haja problemas. No entanto, ao contrário a maioria das placas com overclock, ele só tem um ventilador de 100 milímetros, juntamente com um dissipador de cobre maciço.

Existe um porém - um porém de quatro dígitos, para ser exato. O menor preço até o momento é de 1.199 euros, que é muito para uma placa dessa expecificação.

Em comparação, o HD 5970 Toxic da Sapphire, cadenciado a 900MHz, custa apenas cerca de 1000 euros, o que também ainda está longe de ser acessível. Placas HD 5970 Reference lhe custariam entre 500 e 550 euros, enquanto uma 480 GTX pode ser seu por cerca de 475 euros. É óbvio que é muito melhor pegar duas dessas belezinhass e cola-las em SLI ou Crossfire, se você tiver um PSU gigantesco capaz de alimentar uma usina siderúrgica.
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Linha de placas-mãe DFI LanParty é descontinuada


Você deveria viver numa bolha (ou apenas não ser entusiasta de PC há poucos meses atrás) para não estar familiarizado com a série de placas-mãe LanParty da DFI. No entanto, a animada e colorida placa-mãe parece não ter atingido a marca pretendida pela empresa e, apesar de ainda não ser oficial, parece que a linha já era.

Na verdade, o site LanParty não foi atualizado desde novembro do ano passado e os novos produtos estão longe de serem vistos. Isso impulsionou a Bit-tech a ir diretamente à fonte e fazer algumas perguntas, que foram estranhamente deixadas sem resposta. A empresa não se pavonear de novos produtos é algo no mínimo curioso.

Aparentemente, a linha continuava a perder dinheiro ao longo de 2009, e foi, portanto, considerada um peso morto. Enquanto a confirmação oficial ainda está por vir, a falta de novos produtos e da insistência da empresa em manter a calma enquanto a sua equipe, em sua maioria, se mudou e ou foi embora é uma imagem que diz mais que mil palavras.
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Presidente da Telebrás: "É preciso massificar a banda larga"


Santanna disse que no país as conexões com banda larga estão concentradas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna dos Santos, defendeu nesta terça-feira, em Porto Alegre (RS), que é preciso massificar no país o acesso à banda larga, hoje concentrado nos estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Segundo ele, todavia, o custo ainda é muito alto. "O gasto com a banda larga na renda mensal per capita no Brasil representa 4,5%, o que equivale a um gasto cinco vezes maior do que no Japão", disse.

Convidado do Meeting de Tecnologia, promovido pela Federasul para discutir o Plano Nacional de Banda Larga, Santanna lembrou que em 2009 o preço médio praticado pelas operadoras de banda larga no país era de R$ 49 por uma velocidade média de 256 Kbps de velocidade, que beneficiava 11.999 milhões de residências. A projeção é de que até 2014 o preço diminua para até R$ 10, sem contar o ICMS, que varia por Estado, com uma velocidade de 512 Kbps (com limitação de download), chegando a 39.805 milhões de residências.

Atualmente, 184 cidades brasileiras estão conectadas por banda larga, atingindo um total de 83 milhões de pessoas, segundo estudo Net Embratel. Com o Plano Nacional de Banda Larga, de acordo com o presidente da Telebrás, haverá regulação e normas de infraestrutura, incentivos fiscais e financeiros ao serviço, uma política produtiva e tecnológica e uma rede nacional ampliada.

"Assim, poderemos aumentar a competitividade do setor, diminuir preços do usuário final e aumentar a disponibilidade de infraestrutura", defendeu.

O Plano Nacional de Banda Larga será debatido no Fórum Brasileiro Digital, marcado para o próximo dia 23, com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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N150: o netbook Jabulani?


Na onda da Copa do Mundo da África do Sul, a Samsung, em parceria com a Adidas, apresentou uma versão personalizada no netbook N150, que traz o logo da marca esportiva alemã e alguns adereços coloridos em sua tampa. Frescura para alguns, estilo para outros.

Além da estética, o N150 Plus Adidas Special Edition não reinventa a roda em suas configurações: processador Intel ATOM N450, de 1.66GHz, 2 GB de memória RAM, 250GB de HD, bateria que pode durar até oito horas e meia e o Windows 7 Starter Edition como sistema operacional. A exceção fica por conta da conectividade Bluetooth, que já é o 3.0.

O preço do brinquedo não foi divulgado, mas é bem provável que ele seja lançado apenas lá para os lados da Coréia. Só esperamos que ele não sofra reclamações como a pobre da bola Jabulani. Mandar o equipamento para África do Sul para que os jogadores da nossa seleção possam testá-lo seria uma boa.
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Que disco sucederá o Blu-ray?


Conheça as possibilidades e tendências do armazenamento ótico para a próxima geração de players e video games.

De tempos em tempos, tudo muda na informática. Os processadores ganham mais núcleos, as placas de vídeo trazem maior quantidade de memória e o armazenamento ótico também ganha suas inovações. Primeiro, foi o salto do CD para o DVD, quando pudemos presenciar o aumento de meros 700 MB para 4700 MB (4,7 GB), ou seja, o espaço aumentou mais de seis vezes.

O DVD, então, reinou por muito tempo e ganhou uma versão de dupla camada capaz de comportar até 8,5 GB. Muitas empresas embarcaram na onda do DVD e incluíram a tecnologia em seus players e video games, como foi o caso do Playstation 2 e do Xbox. Essa tecnologia teve ótima durabilidade, mas desde o lançamento do PS3 todos ficaram cientes da tendência — e possível dominação — do Blu-ray.

A evolução do Blu-ray

A tecnologia Blu-ray veio para revolucionar o mercado dos filmes, tanto no quesito qualidade como na questão do conteúdo, visto que é possível incluir muito mais conteúdo (faixas de áudio, legendas e extras) em um mesmo disco. Os discos Blu-ray de uma camada permitem a adição de até 25 GB de dados, enquanto que os de dupla camada armazenam até 50 GB. Todavia, parece que para a indústria tecnológica não há um limite e, por isso, o novo Blu-ray está chegando.

Isso mesmo! Segundo anúncio oficial, a Blu-ray Disc Association está trabalhando na padronização e tecnologia do Blu-ray Disc X-Large (BDXL). O novo disco suportará armazenamento de até 128 GB em discos graváveis ou até 100 GB em discos regraváveis. Ainda não foram divulgados muitos detalhes quanto aos processos de fabricação e de funcionamento dos novos discos.

A notícia apenas reporta que o BDXL terá três ou quatro camadas, daí o milagre do armazenamento massivo. Vale frisar que os novos discos não terão grandes alterações quanto à tecnologia Blu-ray, visto que ainda serão gravados com uma tecnologia muito semelhante à atual. No entanto, a notícia veio acompanhada de um detalhe importante: a incompatibilidade dos novos discos com os players atuais (nem mesmo PS3 será compatível).

Sendo assim, depois da entrada da tecnologia Blu-ray 3D, que forçou e ainda vai forçar muita gente a trocar de player, em breve teremos que gastar mais dinheiro na aquisição de um aparelho que seja compatível com os novos discos. Vale salientar ainda que o BDXL será ideal para armazenamento de filmes em 3D e jogos ainda mais robustos para novas plataformas.

Um substituto para o Blu-ray

Bom, se os 128 GB do novo padrão Blu-ray não são suficientes, os tecnólogos japoneses já garantem que farão um disco capaz de armazenar 25 TB (terabytes). Isso é muito? Digamos que “muito” é uma palavra que não podemos utilizar, porque 25 TB é mais do que qualquer disco rígido consegue armazenar. Se considerarmos que 1 TB é mil vezes 1 GB, teremos uma noção básica do quão grande será o novo disco japonês.

As grandes sacadas dessa tecnologia ainda sem nome são a facilidade no processo de fabricação e o baixo custo dos materiais utilizados. As notícias pela web dão conta de que o novo disco será fabricado de óxido de titânio e terá seu processo de gravação facilitado, visto que somente será necessário aplicar luz para que o material mude de cor e receba os dados.

Por outro lado, a tecnologia exigirá novos leitores e gravadores - fator que deve complicar a chegada dos “superdiscos” ao mercado. Esse projeto está em desenvolvimento na Universidade de Tokyo, sob a supervisão de Shin-ichi Ohkoshi. Segundo o próprio OhKoshi, estes discos terão uma tecnologia surpreendente, com uma precisão entre 5 nm (nanômetros) e 20 nm.

Compensa? Esses novos discos serão necessários?

Se considerarmos que os “superdiscos” terão um processo de fabricação simples e barato, não há por que não aderir à nova tecnologia. Todavia, levando em conta que a nova tecnologia exigirá novos gravadores e leitores, talvez já seja um bom motivo para pensar duas vezes antes de investir nas futuras tecnologias.

Não há necessidade, atualmente, de investir nessas tecnologias, porém como a evolução é constante e os filmes trazem cada vez mais detalhes e qualidade, com certeza serão necessários novos discos. Possivelmente, as grandes fabricantes é que vão determinar qual a tendência do futuro. Por exemplo, o próximo console da Sony (que deve ter o nome Playstation 4) deve continuar com a tecnologia Blu-ray, todavia trará suporte para jogos em BDXL.

Enfim, não há previsões sobre a comercialização de qualquer uma dessas tecnologias, contudo podemos afirmar que uma delas (ou ambas) vai dominar o mercado em breve. Resta a pergunta: que disco sucederá o Blu-ray? Ninguém sabe, mas o importante é que o consumidor terá a oportunidade de acompanhar o processo evolutivo do armazenamento ótico e ajudar na determinação de um novo padrão.

Sua opinião

Gostaríamos de saber sua opinião quanto às novas tecnologias. Será que o Blu-Ray Disc X-Large dominará os players do futuro? O “superdisco” produzido no Japão poderá ser uma realidade? Que tipo de disco será usado no Playstation 4? Dê sua opinião
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Safari 5 está disponível


Novo navegador da Apple vem com poucas, mas boas, novidades

Já está no ar e disponível para download gratuito a nova versão do navegador da Apple para Mac e Windows, o Safari 5.

Em sua quinta versão, a principal novidade do Safari é ter, pela primeira vez, uma API de extensões. Isso significa que em breve começarão a aparecer extensões de todos os tipos para o navegador, assim como acontece há muitos anos com o Firefox, e mais recentemente com o Google Chrome.

A performance, como sempre, também foi melhorada -- desta vez ele está 30% mais rápido. Novas formas de compatibilidade com o HTML5 e um modo que facilita a leitura de artigos longos em sites compatíveis são outras novidades interessantes.

Baixe aqui: Safari 5
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Novo botão WaveThis permite compartilhar conteúdo no Wave


Usuários deverão estar logados no Google para utilizar o novo recurso a partir de qualquer site da internet

O Google lançou um novo botão para compartilhar links de sites dentro do Google Wave, o WaveThis. Com ele, em vez de copiar e colar um link dentro do Wave, o usuário só precisa clicar num botão. Depois, é só adicionar os outros usuários a mensagem para iniciar uma discussão.

Como os usuários não encontrarão o botão WaveThis na maioria dos sites, o Google também criou um link do WaveThis para adicionar aos Favoritos. Assim, quando o usuário quiser compartilhar um site, é só selecionar a parte do texto desejada e clicar neste link. Só usuários dos navegadores Firefox, Safari ou Chrome conseguem utilizam o link.

Além disso, há uma nova extensão para o Chrome que funciona da mesma forma. O usuário pode localizar e instalar a extensão a partir do próprio navegador.

O usuário também pode incorporar vídeos e fotos às mensagens no Wave, mas só em sites que autorizaram este recurso. Neste caso, o WaveThis publica o link e uma versão menor do conteúdo dentro da própria mensagem.
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NASA lança campanha "Envie Seu Rosto Para o Espaço"


Esta é a primeira vez que a agência lança uma campanha destinada ao público

A NASA lançou nesta semana a campanha “Send Your Face to Space” (Mande seu Rosto para o Espaço, em uma tradução livre para o português) que convida pessoas do mundo todo a enviarem fotos que serão colocadas em órbita nas próximas duas viagens espaciais feitas pela agência.

Para ter seu rosto vagando pelo espaço basta acessar o site Face in Space (faceinspace.nasa.gov), enviar uma imagem com nome e escolher em qual missão deseja voar: a primeira opção é a bordo da nave Discovery, que será lançada em 16 de setembro. Em novembro é a vez dos que optarem por viajar com a Endeavour.

Segundo instruções na página da promoção, só serão aceitos retratos de pessoas com mais de treze anos. Após o retorno das espaçonaves, os usuários poderão acessar o site e imprimir um certificado de vôo assinado pelo comandante da missão.

Aqueles que participarem da campanha poderão acompanhar o status da missão pelo site da NASA, ver fotografias de outros passageiros e ainda seguir o comandante pelo twitter @ShuttleCDRKelly.

Outras missões da NASA já colocaram objetos pessoais em órbita, porém, esta é a primeira vez que a agência faz uma campanha direcionada ao público.
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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Um cartucho reabastecido pode danificar sua impressora?


Conversamos com executivos e especialistas para saber se a economia vale a pena para seu bolso e seus trabalhos.

Suponha que uma grande fabricante te vendesse um carro novinho por, digamos, 500 reais. Você até poderia pensar “Uau! Que ótimo negócio”. Mas haveria uma pegadinha: cada vez que fosse encher o tanque iria te custar 200 reais, e o combustível teria de ser comprado da própria montadora. Em pouco tempo, você teria gasto muito mais em combustível do que com a compra do automóvel.

Essa é uma situação muito parecida com a enfrentada por consumidores que utilizam impressoras de jato de tinta (inkjet). O aparelho é relativamente barato, mas os cartuchos são caros e acabam em pouco tempo. Para economizar tinta, você pode imprimir em menor quantidade ou resolução, mas por que não imprimir a mesma quantidade a um custo menor e ainda ajudar o meio-ambiente? Essa é a promessa feita por fornecedores de cartuchos remanufaturados e reabastecidos. Mas a pergunta é: eles cumprem essa promessa?

Você pode esperar que eu diga, “Cartuchos remanufaturados são uma ótima ideia – esqueça os avisos sobre sua baixa qualidade feitos pelas gananciosas fabricantes de impressoras. Você nunca vai notar a diferença entre os dois.”

Bom, eu não vou dizer isso. Na última semana eu conversei com executivos dos dois lados – um da HP (Hewlett-Packard) e outro de uma companhia que faz equipamento para produção de cartuchos remanufaturados. Eles foram muito acessíveis e pareceram bastante honestos, considerando que ambos estão no mesmo jogo.

Minha conclusão: você pode economizar cerca de 50% com cartuchos reabastecidos e entre 10% e 20% com cartuchos remanufaturados. Para muitos trabalhos rotineiros de impressão, essa é uma solução perfeitamente aceitável. No entanto, algumas impressões não terão um visual muito bom ou não vão durar por um bom tempo sem perder a cor. E existe a chance de que um cartucho insuficientemente remanufaturado ou reabastecido falhe, cause uma bagunça ou talvez até danifique sua impressora.

E a minha garantia?

Você pode se perguntar se usar um cartucho reabastecido ou remanufaturado vai invalidar a garantia da sua impressora. A resposta para essa pergunta é sim e não, segundo o executivo da HP, Thom Brown, que carrega o título de especialista em tecnologia de mídia e tinta.

O simples fato de usar o cartucho remanufaturado ou reabastecido não anula a garantia, ele explica. Mas – e esse é um buraco bem grande – se o cartucho em questão der problema e danificar sua impressora, você não está coberto.

A diretiva da Lexmark é parecida: “Reabastecer os cartuchos de tinta pode fazer com que eles vazem, dessa maneira, obstruindo ou até danificando a cabeça de impressão (print head). Qualquer dano causado a sua impressora por cartuchos reabastecidos pode não estar dentro da cobertura da sua garantia”, afirma a companhia em seu website.

A probabilidade de comprar um cartucho que arruíne sua impressora – ou ao menos, simplesmente não funcione – é difícil de ser calculada. Brown estima que um de cada três refis não possua o desempenho anunciado. (Ele não está afirmando que todos eles vão danificar sua impressora.)

Enquanto isso, Bill McKernney, CEO da InkTec Zone, que fabrica equipamentos utilizados para abastecer cartuchos, afirma que se deparou com apenas um caso em que um cliente afirma que sua impressora foi destruída e com poucas reclamações de refis com defeito.

E a qualidade de impressão?

Como muitas tecnologias, a impressão inkjet é muito mais complexa do que parece. Explicando de maneira simples, um cartucho possui um reservatório de tinta que é fervido por um elemento de aquecimento. As bolhas resultantes se espalham por buracos minúsculos no papel. A composição exata da tinta determina a qual temperatura ela será fervida, o tamanho das bolhas e como elas voam pelos buracos na cabeça de impressão.

No linguajar das impressoras, rendimento (yield) refere-se ao número de páginas que um cartucho vai produzir. Os dois lados concordam que cartuchos reabastecidos tendem a render um pouco menos. Em parte, diz McKenney, isso acontece porque um cartucho reabastecido pode armazenar apenas cerca de 95% da quantidade de tinta de um novo. Como os cartuchos são (re)abastecidos inúmeras vezes, o rendimento vai diminuir um pouco mais. O cartucho padrão pode ser reabastecido pelo menos três ou quatro vezes antes de estar pronto para a lata de reciclagem.

Qualidade de impressão, no entanto, é um assunto para debate. O executivo da HP afirma que a diferença entre o cartucho produzido pela sua empresa e o de marcas mais baratas usados pelos consumidores de McKenney é substancial. “Tinta não é só tinta”, explica.

A HP produz diferentes tintas para diferentes tipos de impressoras e trabalhos de impressão. Pequenas variações na fórmula podem reduzir substancialmente a qualidade da impressão, segundo ele, e a companhia gasta uma boa quantidade de tempo e dinheiro para fazer do jeito certo. De fato, um cartucho recém-desenvolvido e sua tinta passam por cerca de mil iterações de testes antes de o desenvolvimento ser finalizado, informa Brown.
McKenney admite que tintas sem marca podem não produzir resultados tão bons quanto equipamentos originais para algumas aplicações mais sofisticadas, “mas você precisaria de um olho muito afiado para notar a diferença”, ele afirma.

Há dois anos, o laboratório da PC World testou cartuchos novos e reabastecidos e descobriu que “cartuchos de tinta terceirizados normalmente custam menos e muitas vezes renderam mais impressões do que seus rivais produzidos pelos fabricantes. Por outro lado, na maioria dos casos, nós confirmamos as alegações dos fabricantes de impressoras de que suas tintas originais produzem imagens com melhor qualidade.”

Quanto à qualidade dos próprios cartuchos, a pesquisa da PC World “tendeu a corroborar as alegações dos fabricantes de impressoras. Os cartuchos das marcas tiveram uma instalação consistente e rodaram sem nenhum problema, enquanto alguns suprimentos terceirizados funcionaram mal ou não funcionaram."

Aí está. Se você quer a melhor qualidade e não quer se preocupar com potenciais danos à sua impressora, use os cartuchos das fabricantes. Mas você provavelmente vai ficar bem – e terá mais dinheiro no bolso – se escolher comprar um reabastecido.

Fonte: PC World
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Notebook 3D da Toshiba chega em julho no Japão


O produto estará à venda por 2,745 mil dólares. Ainda não existe data definida para a chegada do aparelho em outros países.

A Toshiba está próxima de se tornar a primeira fabricante a lançar no mercado um notebook blu-ray com suporte a imagens em 3D, disse a empresa nesta segunda-feira (6/7).

O Dynabook TX/98MBL será lançado em julho no Japão e utiliza chips gráficos da fabricante NVidia em seu sistema 3D, que combina uma placas gráficas GeForce com um par de óculos ativos, com um acessório para enviar sinais responsáveis pela sincronia entre as imagens do óculos e da tela.

Os óculos active-shutter capturam imagem 60 vezes por segundo em sincronia com o conteúdo exibido na tela, que mostra imagens de 120 quadros por segundo, com quadros para o olho direito e esquerdo. Os óculos ainda ajudam a separar e direcionar o conteúdo para o olho correto. Desta forma, as imagens ganham sensação de profundidade.
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E-mail com foto de Dunga esconde ameaça, alerta empresa de segurança


Spams sobre Copa do Mundo são isca para golpes virtuais.
Pesquisadores da McAfee identificaram cavalo de Troia em falsa notícia.

Um e-mail com imagem do técnico da Seleção com um olho roxo é um dos recentes golpes que usam a proximidade da Copa do Mundo para roubar dados de internautas.

De acordo com a empresa de segurança McAfee, pesquisadores identificaram um spam com a imagem de Dunga que traz uma ameaça do tipo cavalo de Troia – que, uma vez instalado, permite o acesso de desconhecidos ao computador infectado.

No e-mail, o texto é ilustrado por uma imagem de Dunga com um hematoma no olho esquerdo, depois de supostamente ter sido agredido por torcedores que queriam a convocação de Neymar e Ganso para a Copa. Ao lado da foto, um box convida o internauta a conferir as fotos da falsa notícia.

Segundo os pesquisadores do McAfee Labs, o usuário é direcionado a um endereço hackeado, onde o usuário recebe o arquivo denominado agressao_dunga.exe, que teria as imagens da agressão. No entanto, trata-se de um cavalo de Troia usado para roubar senhas bancárias.De acordo com recente relatório da McAfee sobre ameaças, o Brasil é o país que mais hospeda conteúdo mal-intencionado na América Latina.

A América do Norte continua liderando como a região que mais hospeda conteúdos mal-intencionados.Outros golpes usando a Copa e a Seleção estão circulando pela web. Um deles oferece uma viagem para a África do Sul com tudo pago. Especialistas em segurança orientam os usuários a desconfiar sempre de promoções e notícias enviadas por e-mail.

O ideal sempre é ir até a página da empresa e verificar se a promoção existe mesmo. No caso de notícias, o mais seguro é acessar os portais em que confia.
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HP lança impressoras conectadas à web


As novas impressoras da HP poderão ser acessadas via web, o que resolve a questão da impressão a partir de dispositivos móveis

Uma das grandes reclamações dos usuários de dispositivos móveis é a dificuldade de impressão de documentos e páginas a partir deles. iPhones, iPads, smartphones e toda sorte de tablets e ereaders não costumam interagir com facilidade com as impressoras, e para resolver esse problema a HP deve lançar em breve uma série de impressoras ‘conectadas’.

A ideia, que lembra bastante o projeto do Google Cloud Print, é inserir as impressoras na web, de forma que seja mais simples acessá-las com os mais diferentes dispositivos móveis, que na maioria das vezes possuem acesso à internet.

Uma forma bem fácil de imprimir documentos nas próximas impressoras da HP será feita pela tecnologia ePrint, que permite que cada impressora tenha seu endereço de e-mail único, para o qual os proprietários – e toda sorte de pessoas autorizada por eles – possam enviar documentos e textos para impressão, sem a necessidade de complicados drivers, explica o site Mashable.

Empresa líder no segmento de impressoras, a HP quer aproveitar as possibilidades de impressão inserindo seus equipamentos na rede, de forma a facilitar a vida dos usuários. “Nossos clientes sentem que têm todo esse conteúdo preso em seus smartphones ou iPads. Temos essa explosão de conteúdo acontecendo, e nossos clientes querem imprimir essas informações”, explica Vyomesh Joshi, vice presidente executivo do grupo de Imagem e Impressão da HP, em entrevista ao site The Wall Street Journal.

Além disso, a HP oferecerá o serviço Scheduled Delivery, onde os usuários poderão configurar impressões automáticas em horário programado de conteúdos como notícias do site msnbc.com ou atividades infantis do site da Disney. As impressoras conectadas da HP devem custar entre 99 e 400 dólares, e devem ser lançadas nos EUA nos próximos meses. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
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