terça-feira, 24 de agosto de 2010

Ferramenta da Microsoft bloqueia ataque ao Windows por sequestro de DLL

Prática inadequada de programação permite que malware tome lugar de DLL legítima e invada PC

A Microsoft respondeu, na segunda-feira (23/8), aos informes de potenciais ataques de dia zero contra um grande número de programas Windows ao tornar pública uma ferramenta que, segundo a empresa, é capaz de bloquear a vulnerabilidade.

No entanto, a Microsoft não confirmou se algumas de suas próprias aplicações são vulneráveis, afirmando apenas que está analisando seus títulos de software.

O boletim de segurança de segunda-feira foi a primeira resposta pública a uma onda de informes divulgados por pesquisadores de segurança.

Segundo estes pesquisadores, muitos desenvolvedores têm deixado um grande número de programas Windows abertos para ataque.

O problema é que muitas aplicações Windows não carregam as bibliotecas de código – conhecidas por “dynamic-link library”, ou DLL – usando o nome completo, mas apenas pelo nome de arquivo, o que dá aos hackers espaço para agir.

Criminosos podem explorar a brecha enganando a aplicação, fazendo-a carregar um arquivo malicioso com o mesmo nome da DLL exigida. Como resultado, os hackers podem sequestrar o PC e infiltrar malware na máquina.

Primeiro a avisar
O principal executivo de segurança da Rapid7 e criador do kit de teste de penetração Metasploit, H.D.Moore, foi o primeiro a revelar o potencial de ataque ao anunciar na semana passada ter encontrado 40 aplicações Windows vulneráveis.

Moore foi seguido por outros pesquisadores, que divulgaram números variados de programas vulneráveis – de menos de 30 a mais de 200.

A Microsoft acena com uma solução, mas afirma que a falha não é do Windows.

“Não estamos falando sobre uma vulnerabilidade de um produto Microsoft”, disse Christopher Budd, gerente sênior de comunicações que trabalha no Microsoft Security Response Center (MSRC). “Este é um vetor de ataque que engana uma aplicação fazendo-a carregar uma biblioteca suspeita.”

Como os culpados são os desenvolvedores de aplicação e não o Windows, a Microsoft não pode consertar o sistema operacional sem prejudicar um número desconhecido de programas que rodam na plataforma. Em vez disso, a Microsoft e os desenvolvedores devem investigar quais de seus programas são vulneráveis, para então consertá-los um a um.

Enquanto isso não acontece, para evitar ataques a Microsoft liberou uma ferramenta que bloqueia a carga de DLLs de diretórios remotos, tais como os de drives USB, sites web e unidades de rede, que são todos os possíveis vetores.

“A ferramenta restringe a carga de bibliotecas remotas em nível de aplicativo ou de forma mais abrangente”, disse Budd. A ferramenta pode ser baixada usando links específicos para as diversas versões do Windows, de acordo com um documento de suporte técnico recém-publicado.

Foco em empresas
A ferramenta da Microsoft tem como foco empresas, não consumidores, explicou Budd, e não será fornecida aos clientes automaticamente por meio do serviço de Atualizações Automáticas.

No aviso, a Microsoft citou outras soluções paliativas que estariam disponíveis, incluindo o bloqueio do tráfego de Server Message Block (SMB) no firewall e o desligamento do cliente web embutido do Windows. Na semana passada, com base em seu trabalho preliminar, Moore recomendou aos usuários que fizessem as duas coisas.

Budd também argumentou que as possíveis explorações citadas por Moore e outros representam um novo vetor de ataque, uma alegação que alguns pesquisadores rejeitam.

“Isso é conhecido desde 2000, e eu também o reportei em 2006”, disse o pesquisador israelense Aviv Raff na segunda-feira, pelo Twitter. Aviv revelou um bug de sequestro de carga de DLL no Internet Explorer 7 (IE7) em dezembro de 2006. A Microsoft esperou até abril de 2009 para consertar a vulnerabilidade denunciada por Raff.

A Microsoft recusou-se a dizer se alguma aplicação sua traz a falha de programação que poderia torná-la vulnerável. “Nós estamos analisando nossos produtos e pesquisando”, disse Budd. “Se houver vulnerabilidades, nós as consertaremos.”

Na segunda-feira, diversos pesquisadores de segurança mostraram-se interessados em saber se qualquer software da Microsoft estaria em risco. Em caso afirmativo, isso significaria que os desenvolvedores da Microsoft não seguiram o conselho que a própria empresa deu aos programadores parceiros.

Budd disse que não poderia confirmar imediatamente se a Microsoft sabia da vulnerabilidade de sequestro de carga de DLL desde agosto de 2009. Foi nessa data que o pesquisador da Universidade da Califórnia Taeho Kwon disse ter contatado a empresa. Budd disse ter entendido que a Microsoft tem trabalhado no problema somente “há umas duas semanas”.

Se a estimativa de Kwon estiver precisa, a falta de habilidade da Microsoft em dizer quais de seus produtos estão vulneráveis, se é que há algum, parecerá especialmente estranha aos pesquisadores.

A equipe de engenharia do MSRC também publicou alguma informação técnica sobre o vetor de ataque e a ferramenta de bloqueio no blog oficial Security Research & Defense.

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Segundo pesquisa, Brasil é líder em vírus que roubam dados bancários

Dados da empresa de segurança Kaspersky Lab apontam que cibercriminosos nacionais são responsáveis por 36% dos trojans bankers no mundo

O Brasil ocupa um lugar de destaque no cenário mundial do cibercrime. De acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça (24) pela empresa de segurança online Kaspersky Lab, o país é um dos líderes em produção de vírus especializados no roubo de dados bancários – conhecidos como trojan bankers.

Além disso, o Brasil é responsável por algo entre 3% a 8% dos cerca de 3 500 novos vírus criados no mundo diariamente – o pico de participação é na época do Natal, devido ao crescimento das compras na web.Já entre os trojans bankers a fatia é muito maior - quase quatro de cada 10 vírus do tipo são criados aqui.

De acordo com Fabio Assolini, analista de malware da empresa no Brasil, 95% dos vírus desenvolvido no país tem por objetivo roubar dados bancários e número de cartão de crédito dos internautas. "E os outros 5% dão suporte para eles, roubando senhas de acesso a redes sociais e messenger, por exemplo", disse.

Os dados de janeiro a agosto coletados pela Kaspersky mostram que 13% dos micros no país já foram infectados por trojans bancários. Na sequência, aparece o Kido (também conhecido por Conficker), com 10%. "Isso mostra como as pessoas não atualizam o sistema, pois existe um update da Microsoft para ele há dois anos", diz o analista.

Outro tipo de infecção que tem crescido nos últimos meses é a chamada injeção de SQL. Nesse ataque, os crackers mudam o código-fonte de um site e adicionam códigos maliciosos. Ao visitar a página, esse comando é executado silenciosamente pelo navegador, e pode, entre outras coisas, instalar um malware na máquina do usuário. Tudo isso sem que ele perceba o que aconteceu. Nesse caso, uma medida paliativa é sempre utilizar a versão mais recente do browser, e evitar o uso do Internet Explorer, o mais visado pelos cibercriminosos.

Também estão começando a surgir trojans que exploram falhas no Java, inserindo applets (programinhas) Java em sites legítimos, que rodam automaticamente no micro. No entanto, nesse caso surge uma janela no navegador, perguntando se o usuário deseja executar aquele programa.

Em termos de sistemas operacionais, o Windows XP ainda responde por 57% dos micros infectados. O Windows 7 já está com 32%, e o Vista, com 12%. "Isso é preocupante, por que a Microsoft encerrou o suporte ao XP SP2", diz o analista.

São Paulo é líder no número de infecções, com 22,5%, seguido pelo Rio de Janeiro, com 18,5% e Distrito Federal, com 10%, revela a pesquisa.

Assolini também falou sobre outros dois métodos muito usados pelos cibercriminosos no país: a mudança do arquivo "hosts" e do proxy do navegador. No primeiro caso, o vírus altera a tabela de endereçamento usado pelo Windows para encaminhar o browser a um site. Então, quando o internauta digita www.seubanco.com.br, é levado para uma cópia do site, embora na URL apareça o nome verdadeiro.

No segundo método, todo o tráfego do micro contaminado passa por um servidor "ponte" (o proxy) – uma situação ainda mais perigosa.

E as ameaças estão vindo de todos os lados – até dos amigos. Assolini diz que ja existem vírus que usam as redes sociais e os comunicadores instantâneos (principalmente o Messenger) para espalhar malware. "Por isso, tome cuidado até com as mensagens enviadas por pessoas que você conhece, pois podem ter sido geradas por vírus", explica.

As dicas para evitar tudo isso são as de sempre: manter o sistema operacional e os aplicativos atualizados e ter uma boa solução de segurança no micro. Além disso, uma boa dose de bom-senso: afinal, clicar no link da mensagem "veja minhas fotos nua" ou "veja as fotos da traição" nunca corresponde à realidade do que é proposto, dizem os experts.

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Transcend traz para o Brasil discos externos com USB 3.0

Além da nova interface, que oferece até dez vezes mais desempenho do que a USB 2.0, os novos discos são resistentes a impactos.

A Transcend, fabricante de produtos multimídia e de armazenamento, lançará no Brasil, em setembro, sua linha de hard disks (HDs) externos equipados com a tecnologia USB 3.0.

A tecnologia USB 3.0 permite a transferência de informação em segundos ao atingir uma velocidade de até 5 Gbits/s durante a transferência, 10 vezes mais rápido que a 2.0 (480 Mbits/s).

A primeira linha apresentada pela Transcend é a Storejet 25D3 de 2,5 polegadas, com peso de 191 gramas e capacidades de 500Gb e 640Gb. Os periféricos possuem LED multicolor que indica o status da transferência e o tipo de conexão (USB 3.0 ou 2.0). Importante dizer que o padrão USB 3.0 é retroativo, portanto, drives equipados com a nova interface irão funcionar em PCs com USB 2.0 (na velocidade da USB 2.0).

O StoreJet 25D3 possui sistema de amortecedores que ajuda a evitar danos causados por quedas acidentais. Outro diferencial dos modelos é que as unidades são eco-friendly, colocando o periférico em hibernação após 10 minutos de inatividade, o que registra uma economia de energia de até 40%, segundo a empresa.

Robustez
Outra novidade da Transcend, que também apresenta a tecnologia USB 3.0, é a linha StoreJet 25M3. Também com tamanho de 2,5 polegadas com capacidades de 500Gb e 640Gb, a linha combina tecnologia de transferência de dados com proteção extra contra choque.

Ao todo são três camadas de proteção, sendo a primeira de silicone com absorção de vibração antiderrapante na parte externa, a segunda um revestimento rígido e reforçado que distribui a força no caso de impacto e a última um amortecedor interno para proteção do disco rígido.

Os modelos StoreJet 25D3 e o StoreJet 25M3 chegam certificados com o logotipo oficial SuperSpeed, que comprova que ambos estão em conformidade com o padrão exigido pelo USB-IF (Fórum de Implementação USB).

A empresa também informou que o modelo StoreJet 25M3 passou por testes do Exército americano, estando apto a ser utilizado por todas as agências do departamento de defesa americano.

O preço sugerido para o StoreJet 25M3 de 500 GB é de 499 reais e para o modelo de 640 GB é de 599 reais. Os modelos da linha StoreJet 25D3, mantém o mesmo preço, apesar de não terem o mesmo nível de segurança do que a linha StoreJet 25M3: o de 500 GB custa 499 reais e o de 640 GB custa 599 reais.

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HD externo StoreJet 25M3, da Transcend: USB 3.0 e proteção extra contra impactos

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Nova versão do Flash é adotada em tempo recorde por usuários do Chrome

Em apenas dois dias, 70% dos adeptos do navegador do Google passaram a usar uma versão do Flash livre de seis vulnerabilidades.

A Adobe lançou um patch de segurança no dia 10 de agosto para plataforma Flash Player com a correção de seis vulnerabilidades.

De forma surpreendente, em apenas dois dias, mais de 70% dos usuários do Chrome já utilizavam a nova versão, de acordo Panayiotis Mavrommatis, um desenvolvedor da equipe de segurança da Google.

Esse ritmo foi sete vezes mais rápido se comparado a última vez que a Adobe lançou um conjunto muito maior de correções, em julho deste ano. Segundo Mavrommatis, na época, foram quase 14 dias para que 70% dos usuários fizessem o mesmo procedimento.

Google e Adobe

Em março deste ano, a gigante de buscas e a Adobe iniciaram um parceria que tornou o Flash Player um aplicativo nativo do Chrome. Assim, as atualizações são feitas sem pedir qualquer permissão prévia ao internauta.

Essa política contraria a prática de outro navegador open source, o Firefox, que prefere avisar aos usuários sobre as novas versões disponíveis do software da Adobe.

Atualmente, o Chrome é o terceiro browser mais popular do mundo. No entanto, em julho deste ano, o navegador perdeu espaço no mercado, de acordo com dados recentes da Net Applications.

O Chrome pode ser baixado para Windows, Mac e Linux.

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Como logar no MSN Web Messenger sem digitar a sua senha


Descubra como usar a opção que permite a você usar um código recebido via mensagem de texto em vez de sua senha para logar.

Neste artigo mostraremos uma opção disponível no Windows Live que nem todo mundo conhece, a qual permite acessar os serviços da Microsoft sem precisar usar sua senha em um computador público. Além disso, também mostrará como configurá-la de forma a ser usada adequadamente.

Quando você usa um computador público ou de outra pessoa, sempre corre o risco de algum malware estar instalado naquela máquina, à espera do próximo usuário que for digitar suas senhas. Por consequência, suas senhas podem ser roubadas – afinal, não há como saber se o computador é seguro sendo que não é você quem cuida dele.

Se o problema for um keylogger – responsável por armazenar todas as teclas digitadas –, é possível contornar a situação ao digitar usando o Teclado Virtual do Windows. Porém, continua uma má ideia digitar suas senhas em ambientes hostis desse jeito. Por outro lado, pelo menos nos serviços Windows Live (MSN Web Messenger, Hotmail, etc.), existe a possibilidade de acessar sua conta por meio de um código de segurança.

Mesmo sem essa opção estar escondida, poucos a conhecem, pois provavelmente estão acostumados a inserir sua senha sem ler o que está escrito na página de login. Sua função é a seguinte: você insere o número de celular cadastrado em sua conta e recebe, via mensagem de texto, um código para ser usado somente uma vez para realizar o login. Dessa forma, há como acessar MSN e Hotmail com toda a segurança.

Cadastre seu número de celular

Como ponto de partida usaremos a caixa de entrada do Hotmail. No canto superior direito da tela, selecione “Opções” e clique em “Mais opções...”.

Mais opções

Na próxima tela, acesse a opção “Exibir e editar suas informações pessoais”, dentro da categoria “Gerenciar sua conta” (talvez seja preciso informar sua senha outra vez para carregar a tela seguinte).

Exibir e editar

Logo acima de “Informações de redefinição de senha” há o campo “Entrada de celular”, onde existe a opção “Número de celular”. Escolha “Adicionar”.

Adicionar

O primeiro campo da página “Adicione ou altere suas credenciais de celular” deve ser preenchido com sua senha e o segundo com o número de celular (junto com o código de área) desejado – o mesmo que será informado quando você pedir o código de acesso, não adianta colocar outro número. Já no último, insira uma senha exclusivamente numérica, mas evite sua data de nascimento. Clique em “Salvar” e você poderá pedir o código quando quiser.

Insira as informações

Solicite um código de uso único

Agora, saia de sua conta para testar o funcionamento do serviço. Na tela “Entrar”, selecione “Entrar com um código de uso único”.

Entrar com código

Clique em “Solicitar um código”.

Solicitar

Então, digite seu endereço de email, seguido pelo número de celular cadastro – não se esqueça de marcar “Brasil” como país de acesso. Clique em “Enviar mensagem de texto” e espere seu recebimento.

Preencha

Volte para o campo “Inserir o código”, digite seu endereço de email e o código recebido. Pronto, você está conectado ao Windows Live. Para acessar seu MSN, mova o mouse sobre o menu “Messenger” (no topo da tela) e descubra quem está online para você conversar!

MSN

Importante: você é cobrado por cada mensagem recebida!

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Linha 2011 de antivírus da Kaspersky ganha nova interface


Versão mais simples de suíte chega a R$ 60 ao mercado brasileiro.
Produto tem promessa de atualização mais constante e veloz.

Gadget do Kaspersky facilitaa verificação rápida de arquivos.
Antivírus usa gadget para verificações
rápidas. (Foto: Reprodução)

A Kaspersky anunciou hoje a chegada ao Brasil de sua nova suíte de aplicativos de segurança. Os novos produtos terão preço a partir de R$ 60.

A versão 2011 traz, além da interface remodelada, o conceito de gadget, visando a intuitividade e a facilidade na verificação por vírus em arquivos antes do uso. Basta arrastar o documento para o ícone do programa que é feito o escaneamento e mostrado alguns dados estatísticos.

A Kaspersky também promete resposta rápida a novas ameaças que, literamente, surgem a cada minuto. "As 20 primeiras horas são cruciais para responder a um ataque de novas ameaças virtuais, e conseguimos entregar uma vacina nova a cada 2h", informa Cláudio Martinelli, gerende de vendas para o varejo no Brasil.

Quanto ao papel do usuário na tarefa de se proteger, Fábio Assolini, analista de malware, ressalta que é muito importante ter o sistema operacional atualizado, lembrando que quem usa softwares desatualizados está mais vulnerável às pragas digitais.

E para ajudar o usuário a ficar em dia com todas as atualizações, seja do próprio sistema ou de programas de terceiros, o Internet Security traz um módulo que informa quando há novos updates. Assim, consolidado numa só interface, é possível manter sempre em dia tudo que roda no PC.

Aplicativo mostra quais os softwares de terceiros que devem ser atualizados.Módulo exibe as vulnerabilidade dos softwares de terceiros instalados no computador. (Foto: Reprodução)

A linha 2011 já está disponível para compra via download, a partir de R$ 60, e, nas lojas, a partir de 15 de setembro. Quem tem a licença da versão anterior (2010) também pode fazer upgrade gratuito e desfrutar das novas funcionalidades, enquanto sua validade vigorar.

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Com Firefox 4, usuário sincroniza favoritos e organiza abas


A quarta versão de testes já está disponível para download

A quarta versão de testes do Firefox conta com novas ferramentas, entre elas um organizador de abas e a possibilidade de sincronizar os favoritos em mais de um computador ou até mesmo no iPhone. O usuário pode baixar a versão Beta 4 do Firefox por meio do site da Mozilla.

Baixe a versão beta do Firefox 4 no Superdownloads
Leia mais: Mozilla apresenta planos para Firefox 4

Para salvar o histórico, favoritos, senhas, abas abertas e dados dos formulários, o Firefox conta com o Sync, um serviço que guarda online as informações do usuário. O navegador reúne os dados e os envia para um servidor. Os dados podem ser acessados em outro computador por meio do Firefox ou no iPhone pelo aplicativo Firefox Home.

O organizador de abas Panorama presente no Firefox 4 havia sido divulgado em uma versão do Firefox com o antigo nome Tab Candy. A extensão permite agrupar as abas abertas em grupos, que o usuário pode renomear.

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Orkut agora permite criar grupos de amigos

A partir de hoje, os usuários do Orkut poderão dividir seus amigos na rede social em grupos diferentes, como família, colegas de trabalho e amigos de faculdade. Apesar de o Orkut também sugerir grupos e amigos que podem integrá-los, o usuário é livre para criar os grupos e adicionar os amigos que quiser.

Divulgação
Nova página inicial do Orkut mostra grupos de amigos em abas

Não há limite de quantidade de grupos, mas o usuário precisa escolher os favoritos para aparecer em sua página inicial. Esta, aliás, mudará bastante. Agora, ela exibirá apenas o campo de scraps e as atualizações dos amigos. “É o ponto de partida de todas as interações do usuário”, diz Eduardo Thuler, gerente de produtos de Social do Google.

Por meio desta caixa de scraps, os usuários poderão enviar mensagens para todos os seus amigos, para usuários ou grupos de amigos. Os scraps poderão ser privados, visíveis apenas para um grupo de usuários ou para todos. “Os scraps privados foram fundamentais para essa mudança maior que estamos anunciando agora”, diz Victor Ribeiro, diretor de produtos do Google para a América Latina.

Atualizações dos amigos

Sem os lembretes de aniversários e de solicitações de amigos, o espaço na página inicial para as atualizações do próprio usuário de seus amigos aumentou. Essas informações agora também aparecem como atualizações do perfil do usuário e, se desejar visualizá-las separadamente, é só clicar na aba "Lembretes", ao lado de "Atualizações".

A página inicial também ganhou abas dos grupos de amigos, assim o usuário consegue visualizar somente as atualizações daquele círculo de amizades. “Tentamos trazer a dinâmica dos círculos sociais que temos na vida real para a internet”, diz Ribeiro. Agora, as atualizações ocupam praticamente a página inteira e o usuário pode visualizar, comentar ou responder as mensagens a partir da própria página, de forma similar ao Facebook.

No caso das fotos, o processo continua o mesmo, mas agora os usuários podem selecionar um grupo para receber a atualização na hora que adicionarem um novo arquivo no álbum. O mesmo acontece quando o usuário inclui uma foto em um scrap.

Sugestões do Orkut

A equipe do Google implementou novos algoritmos na rede social, que sugerirão amigos que o usuário pode adicionar a seus grupos existentes e também novos grupos de usuários. Eles se baseiam nas ligações existentes entre os amigos, como terem o mesmo sobrenome, trabalharem numa mesma empresa ou estudarem numa mesma escola.

Divulgação
Usuário pode criar ou excluir grupos com recurso "Gerenciar grupos"

Mesmo assim, o usuário pode excluir membros sugeridos pelo Orkut de um grupo ou trocar o nome do grupo. Vale lembrar que as informações sobre o nome do grupo ou quais pessoas participam dela só aparecem para o próprio usuário. “Se você não contar, seus amigos não saberão que está no seu grupo ‘Melhores Amigos’”, diz Thuler.

Para criar um novo grupo, o usuário precisa clicar no símbolo “+”, que fica na última aba da página inicial e depois em “Gerenciar grupos”. Na opção “Criar um novo grupo”, basta criar um nome e arrastar e soltar os amigos até ele. O mesmo processo funciona na hora de incluir ou excluir um amigo de um grupo já existente.

Personalização

Os recursos de grupos e as mudanças na página inicial do Orkut só aparecem para os usuários que usam a versão nova do Orkut. No entanto, elas são compulsórias, ou seja, o usuário não pode optar entre receber ou não os novos recursos. No caso dos grupos, o usuário pode optar por não segmentar os amigos e, portanto, continuará recebendo as atualizações de todos numa mesma página.

Apesar de a versão antiga do Orkut não contar com os novos recursos, os usuários dessa versão poderão ser incluídos por usuários da versão nova em grupos e também serão notificados se receberem scraps privados.

A equipe do Orkut começou a implementar as mudanças a partir de 12h de hoje e todos os usuários devem recebê-las até o final da semana. Para explicar todas as mudanças, o Google criou uma página de suporte.

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POSCOMP 2010, exame para pós-graduação em computação, abre inscrições


Prova é usada pela grande maioria dos programas de mestrado e douturado de ciências de computação, inscrições encerram em 3 semanas

O POSCOMP, Exame Nacional para Ingresso na Pós-Graduação em Computação, está aceitando inscrições para a prova de 2010 até o dia 9 de setembro. O exame é usado pela maioria dos programas de pós-graduação em ciências da computação do Brasil como parte do processo seletivo e será aplicado no dia 17 de outubro em diversas cidades do país.

A prova é divida em três partes, “Matemática”, “Fundamentos de Computação” e “Tecnologia da Computação”, e todas as questões são de múltipla escolha. Alunos no final dos cursos de graduação em ciências de computação e áreas relacionadas devem estar aptos para fazer a prova, mas nenhuma formação específica é exigida. O exame, realizado pela UEL (Universidade Estadual de Londrina), não está vinculado a nenhum programa, e geralmente as instituições avaliam outros critérios ou aplicam provas próprias para complementar a avaliação dos candidatos aos programas de mestrado e douturado.

Para fazer a prova é preciso pagar taxa de R$50,00, mas associados da Sociedade Brasileira de Computação têm desconto, pagando R$45,00. No Brasil, a inscrição só pode ser paga por boleto bancário, enquanto os candidatos residentes no Peru, onde a prova também é aplicada, devem usar cartão de crédito Visa. Para ler o edital, baixar o formulário de inscrição e acompanhar o processo, o candidato deve ir ao site oficial do POSCOMP em www.cops.uel.br (atalho para a página de inscrição: www.tinyurl.com/32xusof).

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Megaware lança notebooks com leitor de impressão digital


Conexão Bluetooth e processador Intel equipam os novos modelos
A Megaware lançou novos notebooks para a linha Meganote Black Series com modelos com tela de 14 polegadas, conexão Bluetooth, webcam e leitor de impressão digital. Os notebooks possuem preço sugerido entre R$ 1.299 e R$ 1.799 e alguns modelos chegarão às lojas no último trimestre do ano.

Os notebooks mais básicos da linha contam com processador Pentium Dual Core, 2GB de memória RAM e 320GB de capacidade de armazenamento. Os modelos mais avançados saem de fábrica com processador Intel Core2Duo, 4GB de memória RAM e 500GB de disco rígido.

Todos os notebooks possuem sistema operacional Windows 7 e pacote de escritório Office. Há também duas entradas USB, saída VGA e conexão Wi-Fi.

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Pequenos ajustes fazem do Magic Trackpad, um dispositivo USB.


Recentemente a Apple lançou um ótimo acessório para os desktops da marca, o Magic Trackpad. O problema é que ele funciona exclusivamente com a força gerada por pilhas, assim como o teclado sem fios e o Magic Mouse. Ter gadgets sem fios ajuda nossa vida e muito, mas sempre tem aquela hora quando a pilha perde sua energia, você está no seu quarto trabalhando as 2 horas da manhã, sua casa não tem pilhas de reserva e você não mora perto de um supermercado 24 horas, ou seja, seu aparelho só vai voltar a funcionar no dia seguinte.

Mas para evitar este incômodo e agradar aqueles que não curtem muito esta idéia da dependência das pilhas, Mark Bog decidiu pegar seu novo Magic Trackpad e colocar um pino no formato das pilhas dentro do aparelho. Para energizar o pequeno, ele utilizou os fios vermelho e preto de um cabo USB qualquer e colocou cada um em um lado do cilindro criado. A vantagem é que o invento não danifica em nada o gadget da Apple, pois se ele precisar da mobilidade que ele oferece, é só tirar a sua “pilha” USB, colocar pilhas de verdade e fechar o compartimento.

Esta mágica tira um pouco da beleza do aparelho, mas melhor ainda é não ter de comprar pilhas freqüentemente ou lembrar de ficar sempre carregando as que podem ser recarregadas.

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Intel e Micron apresentam memória Flash Nand fabricadas com o processo de 25 nanômetros


Empresas anunciaram o dispositivo NAND de maior capacidade e menor tamanho da indústria, oferecendo vantagens de custo para uma ampla gama de aplicativos de armazenamento para consumidores

A Intel Corporation e a Micron Technology Inc. anunciaram a chegada da memória flash NAND de 3-bit-por-célula (3bpc) com o processo tecnológico de 25 nanômetros (nm), produzindo o dispositivo NAND de maior capacidade e menor tamanho da indústria. As empresas já enviaram as primeiras amostras do produto para alguns clientes. Intel e Micron esperam estar em produção total até o final do ano.


O novo dispositivo de memória 3bpc de 25nm e 64 GB oferece melhor eficiência no custo e maior capacidade de armazenamento para os competitivos mercados de eletrônicos de consumo e dispositivos de memória SD (Secure Digital) e USB. A memória flash é usada principalmente para armazenar dados, fotos e outros conteúdos multimídia e para a captura e transferência de dados entre computadores e dispositivos digitais como câmeras digitais, reprodutores portáteis de mídia, filmadoras digitais e todos os tipos de computadores pessoais. Esses mercados sofrem pressão constante para fornecer maiores capacidades com preços menores.

Projetada pela joint venture de memória flash IM Flash Technologies (IMFT), os dispositivos com 64 ou 8 Gb com a litografia de 25nm armazenam três bits de informação por célula, ao invés dos tradicionais um bit (célula single-level) ou dois bits (Célula multi-level, ou MLC na sigla em inglês). A indústria também se refere à 3bpc como célula triple-level (TLC).

O dispositivo é cerca de 20 por cento menor do que o MLC da Intel e da Micron com a mesma capacidade, que é atualmente o menor dispositivo de 8 GB em produção. A memória flash de tamanho reduzido é especialmente importante para cartões de memória para usuários finais graças ao seu design compacto. O dispositivo mede 131 mm² e vem em um encapsulamento TSOP (Thin Small-Outline Packages, padrão de tamanho para memória flash) padrão da indústria. "Com o lançamento em janeiro do menor dispositivo da indústria com 25nm, prontamente seguido pelo de 3-bit-por-célula, continuaremos ganhando notoriedade e oferecendo a nossos clientes uma atraente linha de produtos", declarou Tom Rampone, vice-presidente sênior da Intel e gerente geral do Grupo de Soluções NAND da Intel. "A Intel planeja usar a liderança em design e manufatura da IMFT para oferecer os produtos mais competitivos e de maior densidade para nossos clientes, com base no novo dispositivo NAND 8 GB TLC 25nm".

"À medida que a memória NAND está cada vez mais presente nos eletrônicos de consumo, vemos a transição inicial para o TLC com 25nm como uma vantagem competitiva do nosso crescente portfólio de produtos de memória NAND", declarou Brian Shirley, vice-presidente do Grupo de Soluções NAND da Micron. "Já estamos trabalhando para qualificar o dispositivo flash NAND de 8GB TLC dentro dos designs de produtos finais, incluindo produtos de alta capacidade da Lexar Media e Micron".
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Mudanças para desenvolvedores na galeria de extensões do Chrome


Para inibir abusos, Google implementa mudanças para desenvolvedores em sua galeria de complementos para Chrome: cobrança inicial e associação de domínios.

Lançar galerias de extensões, temas e aplicativos sem uma força-tarefa centralizada para identificar e eliminar itens fraudulentos ou maliciosos é bem complicado. Por mais que a culpa não seja da empresa mantenedora, sempre que algo de ruim acontece derivado dessas galerias a culpa recai sobre ela.

A Google é especialista nesse assunto, afinal, mantém algumas galerias no ar, como o Android Market e a Chrome Extensions Gallery. Para aumentar a segurança e confiabilidade dessa última, mudanças foram anunciadas no blog de desenvolvimento do Chrome, o chromiun.org.

A principal é que, agora, para publicar uma extensão do Chrome na galeria oficial, o desenvolvedor precisará desembolsar a quantia de US$ 5,00 para o primeiro cadastro. A taxa tem por objetivo dificultar a vida de usuários maliciosos, desestimulando a publicação de extensões, temas e, futuramente, aplicativos fraudulentos na galeria oficial. Não é a intenção da Google fazer dinheiro com isso, o que fica claro tanto pelo valor quanto pelo fato de que a cobrança só atinge novos desenvolvedores.

Outra novidade referente à galeria de extensões é que, agora, desenvolvedores podem associar domínios a seus trabalhos através das Webmaster Tools (google.com/webmasters). A importância disso é que, com a verificação do autor, usuários sentirão mais segurança ao pesquisar por complementos para o navegador e, de quebra, os desenvolvedores terão mais controle sobre suas marcas na Web que dependem da Google para funcionar.

Segundo o blog VentureBeat, a galeria do Chrome possui, hoje, 6 mil extensões, as quais são baixadas mais de 10 milhões de vezes por mês. Comparando, a do Firefox, no ar há mais de seis anos, tem pouco mais de 13 mil extensões.

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Programa alerta sobre sites que enviam seus dados para o Google


Extensão para Firefox, Safari e Chrome soa alarme quando seus dados são enviados de outros sites para Google

Que o Google usa dados da navegação do usuário para vender propaganda direcionada, a maior parte das pessoas já sabe: as mensagens no Gmail determinam que tipo de anúncio você vai ver, por exemplo. Mas o que não é tão óbvio é que a gigante recebe dados da sua navegação mesmo quando você está em outros sites, através de serviços como o Google Analytics e videos do YouTube, quando são embutidos nas páginas dos outros sites.

A extensão Google Alarm não é nova, mas tem causado muito barulho entre usuários e desenvolvedores nos últimos dias. Sua função é exatamente reverter isso: tornar óbvio quando o gigante da busca está “rastreando” a navegação do usuário, mesmo fora dos domínios do Google. Depois de instalada no Firefox, Safari ou, ironicamente, no Chrome, a extensão alerta sempre que for aberto um site que envia dados para o Google. A palavra “Alarm” no nome do programa não foi usada em vão: o aviso consiste de uma sonora sirene, além de luzes vermelhas no canto da tela.

A Geek navegou pela internet brasileira e foram poucos os sites em que não soou o alarme: o Google Adsense exibe suas propagandas em boa parte da web brasileira. A ferramenta para medir audiência Google Analytics está presente em muitos sites e blogs. Mas nem sempre a ferramenta funcionou como deveria: ao acessar o site bikemap.net, que usa a API do Google Maps, não soou nenhum alarme. Já o site da Bienal do Livro de São Paulo (bienaldolivrosp.com.br), que usa o Google Maps diretamente, emitiu os devidos alertas junto ao mapa.

Entre os sites “limpos” estão os sites de bancos, mesmo nas páginas em que não é preciso fazer login. Provavelmente, uma medida de segurança. Ao visitar blogs pessoais sem propaganda há uma boa chance de passar sem o alerta, pela falta do Adsense, mas é comum aparecer o alerta para o Analytics. Para quem quiser manter um ranking, a versão para Firefox mantém um registro estatístico e calcula o percentual de sites visitados que mandam dados para o Google. Essa função ainda não está presente nos outros navegadores.

A extensão foi criada durante a feira FUCK GOOGLE promovida pelo grupo F.A.T Labs (Free Art & Technology). Para acrescentar um pouco mais de ironia, tanto o site do F.A.T quanto a página oficial do “Google Alarm” disparam o alarme anti-google, inclusive a própria página do “FUCK GOOGLE”, pois todas usam a ferramenta Analytics.

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Microsoft mostra protótipo de teclado LCD adaptativo


Teclado possui teclas que funcionam como mini-painéis LCD, e uma grande tela horizontal sensível a toques no topo, facilitando o acesso a atalhos e combinações de teclas mais complexas.

Telas sensíveis a toques são unanimidade hoje, e a tendência é de que elas continuem sendo o centro das atenções por um bom tempo. Aproveitando esse gancho, a Microsoft, numa competição de inovação para estudantes, apresentou um protótipo de teclado para desktops que se aproveita de uma touchscreen para facilitar a vida do usuário.

Ainda sem nome e previsão de lançamento, o protótipo assemelha-se a um teclado convencional, mas chama a atenção uma tela que abrange toda a sua extensão na parte de cima do acessório. Ela é sensível a toques e dinâmicas, podendo apresentar atalhos, ícones e outros itens que auxiliam o uso, eliminando a necessidade de memorizar combinações complexas de teclas.

Além da grande tela, cada tecla é, na realidade, um mini display, o que lembra bastante o lendário Optimus Maximus. Com a ajuda de um programa instalado no Windows, é possível alterar o layout do teclado, e até mesmo usar uma grande imagem como “wallpaper”.

O conceito é muito legal, mas existe um probleminha que, até o momento, ninguém questionou: quem sabe escrever não olha para o teclado. A tela LCD no topo pode até ter utilidade, mas se tivermos que olhar para ela sempre que for preciso, e isso provavelmente acontecerá já que aparentemente não há um retorno tátil, o fluxo da escrita acaba se perdendo. Enfim, detalhes aos quais a equipe de engenharia deveria estar atenta…

O Laboratório de Ciências Aplicadas da Microsoft criou algumas dezenas de protótipos desses teclados, que serão usados na competição UIST 2010. Dois vídeos mostrando o funcionamento do teclado podem ser vistos pelos atalhos youtu.be/ojusRO38Tdc e youtu.be/n0MEhKk9xg4.

Mais informações sobre a competição (restrita a estudantes norte-americanos), organizada pela Association for Computing Machinery (ACM), podem ser obtidas pelo site oficial da UIST 2010 em www.acm.org/uist/uist2010 ou no site da Microsoft, em www.microsoft.com/appliedsciences/content/projects/uist.aspx. Na Microsoft também é possível saber mais sobre os protótipos dos teclados.

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Extensão para o Firefox avisa quando o Google captura seus dados


Ferramenta gratuita para o Firefox permite ao usuário saber se suas informações serão armazenadas pela “onipresente” empresa

Devido à sua quase “onipresença”, com serviços como buscador, Maps e Gmail, a Google tem capacidade de coletar um grande volume de informações sobre qualquer internauta. É comum ouvir frases do tipo “tenho medo do Google”, em tom de brincadeira, mas com uma certa razão.

A empresa afirma que os dados são mantidos em sigilo e que “não é capaz de identificar os usuários”, mas muita gente duvida disso, a exemplo de entidades de defesa da privacidade, como a Electronic Privacy Information.

Pensando nisso, foi criado um add-on para o Firefox que permite ao internauta saber quando seus dados seguem para os servidores da Google. Infelizmente, a Google Alarm não protege sua privacidade. Ela simplesmente mostra com que frequência os seus dados são enviados. Sempre que uma informação sobre você é capturada, soa o alarme.

Os dados capturados são exibidos na tela e indicam que serviço está de olho em você, além do número de sites que você visitou que capturaram as suas informações. Mas o software não faz nada para impedir que isso aconteça. Apenas permite saber que site foi responsável por isso. Se for possível, você pode evitá-lo. Pena que seja muito difícil encontrar algum que não use algo do Google.

Vale lembrar que não é preciso visitar um site da Google para que seus dados sejam obtidos pela empresa. Basta acessar um endereço na Internet que use os serviços da empresa, como os populares Analytics ou AdSense.

Se o som do alarme te incomodar, já que ele tem motivos para tocar com frequência, é possível baixar a versão para o “ambiente de trabalho” na mesma página. Ela faz a mesma coisa, mas é mais discreta.
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Seu pendrive está protegido contra gravação? Veja como resolver!


Mesmo depois de virar a trava você ainda não consegue acessar o dispositivo? Ele pode estar infectado!


Todo mundo já passou pela agonizante situação de inserir um pendrive na porta USB para transferir alguns arquivos, passar algumas fotos, umas músicas etc e, de repente, surge aquele aviso do Windows na tela: “O disco está protegido contra gravação. Remova a proteção ou insira outro disco”.

Nessas situações, com toda a paciência do mundo, você retira o pequeno dispositivo do computador, sem se esquecer de removê-lo no Assistente de dispositivos do sistema antes, move a trava manual e insere-o de novo no computador. Está tudo bem agora.

Mas e quando o Windows continua dando o aviso? Ou quando o seu pendrive nem tem a trava manual e mesmo assim a mensagem de que ele está protegido contra gravação aparece? Ele pode ter sido infectado com um vírus ou script.


Destravando o “indestravável”

O Baixaki preparou um tutorial para ajudar você a retirar a proteção contra gravação do seu pendrive, sem grandes complicações e, dessa forma, terminar de passar aquelas músicas para o seu amigo ou aquelas fotos para a sua mãe.

Passo 1

Insira o dispositivo na porta USB do seu computador e tenha certeza de que ele foi reconhecido com sucesso. Uma mensagem no canto inferior direito da tela costuma confirmar esse reconhecimento.

Passo 2

Clique no link a seguir para baixar o arquivo batch add.bat. Em seguida execute-o. Feito isso, a chave será adicionada automaticamente ao Editor do Registro.

Passo 3

Abra a janela “Executar” no "Menu Iniciar” e digite o comando regedit. Ao fazer isso, será aberto o Editor do Registro do Windows. Navegando pelas pastas, encontre o seguinte caminho: KEY_LOCAL_MACHINE > SYSTEM > CurrentControlSet > Control > StorageDevicePolicies.

Passo 4

Este é o passo mais importante: clique duas vezes na chave “WriteProtect”, no Editor do Registro, e, na janela que surge, digite “0” no campo “Value data”. Em seguida aperte “OK”. Feche o editor e reinicie o computador. Insira o pendrive novamente e teste se a proteção foi removida com sucesso.

Insira 0 no campo Valor

Observações

É importante lembrar que o recurso acima não funciona apenas em pendrives. Ele também pode ser usado para remover a proteção contra gravação de cartões de memória, iPods, MP3 Players e outros dispositivos conectados através de porta USB.

Caso o método mostrado acima não funcione, há uma solução um pouco mais drástica, que é formatar o dispositivo totalmente. Aprenda a fazer isso perdendo o mínimo possível de dados neste outro tutorial : Recupere o espaço original do seu pendrive.

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Guia passo a passo para remover a tela de boas-vindas do Windows XP e acelerar a inicialização


Desabilite a apresentação da tela e boas-vindas do Windows XP e torne o processo de inicialização do SO mais rápido.

Por padrão, ao iniciar o Windows é exibida uma tela de boas-vindas, na qual você pode escolher qual usuário logar e usufruir de recursos de acessibilidade facilitada para pessoas com alguma deficiência.

Tal funcionalidade é uma forma de tornar a experiência dos usuários mais agradável. Entretanto, não importa quão simples seja a tarefa a ser realizada no computador, você perde alguns minutos (no caso de máquinas com baixo desempenho são muitos) para carregar o sistema operacional.

O que muitos usuários não sabem é que essa tela de boas-vindas pode ser retirada. Descubra como fazer isso neste guia passo a passo preparado pelo Baixaki.

A  famosa tela de boas-vindas do Windows.

Pré-requisitos

  • Windows XP.

Faça você mesmo

Se você é um usuário iniciante e ainda está aprendendo a explorar sua máquina não se preocupe, pois o processo de desabilitar esta tela é bem simples. Primeiramente, clique no botão “Iniciar” do sistema operacional (1) localizado na Barra de tarefas e, no menu exibido, selecione a seção “Painel de controle” (2).

Feito isso, uma nova janela é apresentada colocando a sua disposição uma infinidade de recursos. Nesse momento esqueça essa grande variedade de funções, apenas dê duplo clique no item denominado “Contas de usuário” (3).

Ao realizar a ação anterior é aberta outra janela. O visual dessa tela pode variar dependendo da versão do sistema operacional que esteja usando. Procure pela opção “Alterar a maneira como os usuários fazem logon e logoff” e clique sobre ela (4).

Em seguida é exibida a seção intitulada “Selecione as opções de logon e logoff”. Desmarque a caixa referente ao texto “Use a tela de boas-vindas” (5). Perceba que automaticamente a opção “Use a ‘Troca rápida de usuário’” também é desativada. Para encerrar o procedimento clique no botão “Aplicar opções” (6).

Terminado todos esses passos sua máquina já está configurada para deixar de exibir a tela de boas-vindas. Na próxima vez que você iniciar seu computador o sistema operacional será carregado sem qualquer este recurso. Caso queira desfazer a alteração, siga o mesmo caminho até o passo 5. Nele você deve marcar a caixa desabilitada anteriormente.

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Lista negra de placas de vídeo no Live Messenger


Lista presente no Registro limita recursos visuais do Live Messenger em sistemas cuja placa de vídeo não dá conta do recado.

A curiosidade é um atributo fantástico, que invariavelmente leva o ser humano a descobertas importates e/ou inusitadas. Rafael Rivera (www.withinwindows.com), mundialmente conhecido por criar os famosos patches do uxtheme.dll na época do Windows XP (que permitiam mudar o tema da tela de login), estava passeando pelas adições ao Registro que o Windows Live Messenger Beta faz, quando se deparou com uma descoberta, no mínimo, interessante.

Ele encontrou a seguinte chave: HKEY_CURRENT_USER \ Software \ Microsoft \ Windows Live \ UX \ HwBlockList. Analisando os dados contidos ali, chegou à conclusão de que se tratava de uma lista negra de placas de vídeo reconhecidamente ruins, como vários modelos da linha GeForce FX e as temerosas Intel integrantes do chipset GMA 500, todas baseadas em DirectX 9.

Essa lista negra ativa uma configuração automaticamente em sistemas que apresentem uma das placas listadas ali, fazendo com que o Live Messenger rode num modo econômico, sem a maioria dos recursos visuais, como efeitos de transição, esmaecimento e outros. Obviamente, tal medida foi tomada para permitir desempenho satisfatório do programa mesmo quando a placa de vídeo, ao invés de ajudar, atrapalha.

A lista, hoje, contempla os seguintes modelos (baseada na build 15.4.3002.810):

Intel® Graphics Media Accelerator 500
NVIDIA GeForce4 Ti 4400
NVIDIA GeForce PCX 5750
NVIDIA GeForce FX 5600 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5600
NVIDIA GeForce FX 5600XT
NVIDIA GeForce FX Go 5600
NVIDIA GeForce FX Go 5650
NVIDIA Quadro FX Go 700
NVIDIA GeForce FX 5200
NVIDIA GeForce FX 5200 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5200
NVIDIA GeForce FX 5200LE
NVIDIA GeForce FX 5800 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5800
NVIDIA GeForce FX Go 5200
NVIDIA GeForce FX Go 5250/5500
NVIDIA GeForce FX 5100
NVIDIA GeForce FX Go 5200 32/64M
NVIDIA Quadro NVS 55/280 PCI
NVIDIA Quadro FX 500/FX 600
NVIDIA Quadro FX 2000
NVIDIA Quadro FX 1000
NVIDIA GeForce FX Go 53×0
NVIDIA GeForce FX Go 5100
NVIDIA GeForce FX 5900 Ultra
NVIDIA GeForce PCX 5300
NVIDIA Quadro FX Go 1000 NVIDIA GeForce FX 5900
NVIDIA GeForce FX 5900XT
NVIDIA GeForce FX 5950 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5900ZT
NVIDIA Quadro FX 3000
NVIDIA Quadro FX 700
NVIDIA GeForce FX 5700 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5700
NVIDIA GeForce FX 5700LE
NVIDIA GeForce FX 5700VE
NVIDIA Quadro PCI-E Series
NVIDIA GeForce FX Go 5700
NVIDIA GeForce FX Go 5700
NVIDIA Quadro FX 1100
NVIDIA Quadro FX 1300

Viajando um pouco no contexto da história, não seria interessante se a Microsoft transformasse esse comportamento alternativo numa opção para o usuário no painel de configuração do programa? Mesmo com placas de vídeo mais robustas e baseadas em DirectX 10, há quem prefira maior desempenho em detrimento de visual.

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