sábado, 24 de abril de 2010

Anonimato na internet tem seu lado sombrio



Taffy Brodesser-Akner

Em fevereiro, escrevi para o site Salon.com um artigo sobre o distúrbio de estresse traumático pós-parto de que sofri depois do nascimento do meu filho. Infelizmente, foi um artigo que pude escrever em primeira pessoa, e nele eu discutia estatísticas, pesquisas e minha ambivalência inicial quanto a um diagnóstico que parecia mais apropriado para veteranos de guerra e vítimas de estupro. O texto não tinha o objetivo de evocar simpatia, e sim o de informar. Além disso, dado o volume de antidepressivos que eu vinha usando, eu não conseguia nem mesmo ter pena de mim mesma.

E por isso fiquei surpresa quando, horas depois da publicação do meu artigo, comecei a encontrar comentários malévolos na área reservada às reações dos leitores.

"Você deveria pensar em não ter mais filhos".

"Lamento pelo filho dela. Imagine ter de viver com uma mãe assim".

Nem todos os comentários eram negativos. Alguns eram simpáticos, solidários, e até mesmo tocantes. Mas os comentários malévolos eram mesmo muito hostis.

Não estou escrevendo este artigo para relatar o quanto me magoei. Na verdade, estou confusa. É aceitável que as pessoas desejem debater os méritos (ou falta deles) das opiniões e fatos discutidos no que escrevi. Também é aceitável que elas simplesmente não gostem do meu trabalho. O que me parece inexplicável é o motivo para que os comentários online sejam malévolos de modo tão gratuito; por que, em uma ocasião em que existe uma oportunidade de discordar amavelmente de um autor ou de outros leitores, algumas pessoas preferem empregar aquele espaço para exibir sua peçonha, em lugar de apresentarem argumentos bem fundamentados.

Não sou a única. Em outubro, o jornal Philadelphia Weekly publicou um artigo de uma mulher que escreveu sobre as dificuldades que sofreu depois de um acidente de automóvel (Ela não tinha plano de saúde.) Eis um comentário, de uma leitora que se assina Rux P.:

"Tome vergonha. Tive câncer de mama, fiz uma mastectomia e quimioterapia. Com um plano de saúde ruim e sobrevivi. Use um band-aid da Minnie e vá dormir".

Por que a internet é um playground tão cruel? Kathleen Taylor, autora de um livro sobre o aspecto cerebral da crueldade, tem uma hipótese: "Evoluímos para viver em contato face a face", ela disse em entrevista recente. "Temos necessidade de interação constante com os outros, para que nos digam que é aceitável dizer o que dizemos. Na internet não existe isso; faltam gestos, linguagem corporal. E surge essa sensação de poder ilimitado porque não há coisa alguma que detenha, nenhuma reação imediata ao que se afirma".

Os comentários online deveriam ser a contribuição da geração internet à democracia. A pessoa poderia não só ler notícias mas debatê-las com outros leitores interessados no assunto ou expressar suas opiniões ao autor.

Mas como um autor deveria responder a uma torrente de maldade anônima? Um colega jornalista me aconselhou a dar uma olhada prévia nos comentários e a pular os maldosos. Mas não sou tão evoluída. Leio todos os comentários, ainda que prefira não responder. Isso pode parecer covardia, mas a agressividade gratuita de muitos dos comentaristas realmente me silencia.

Além disso, como eu deveria reagir? Ignorar os malévolos e responder só aos comentários ponderados? Ou devo responder a todos? E, nesse último caso, como fazê-lo? Um dos motivos para que eu não responda é exatamente que não desejo que os malvados saibam que estou lendo o que escreveram. O anonimato dos comentaristas da internet é algo que parece preocupar outros observadores, igualmente.

Connie Schultz, colunista do jornal Cleveland Plain Dealer, critica ferozmente a prática dos sites jornalísticos de permitir comentários anônimos, e escreveu em um artigo online em março que "talvez seja otimismo tolo da minha parte, mas gosto de acreditar que um dia admitiremos - para nós mesmos e diante do público - que permitir que as pessoas se ocultem no anonimato não fez bem ao nosso setor, nossa cultura e nosso país".

E o The New York Times reportou este mês que diversos veículos noticiosos, entre os quais ele mesmo e o Washington Post, estavam reconsiderando a abordagem adotada quanto a comentários de leitores anônimos. A ideia é que os usuários sejam forçados a assumir maior responsabilidade pelo que dizem e prevenir alguns dos comentários mais insultuosos que surgem online. Eu apreciaria isso.

Talvez eu jamais venha a descobrir o que motiva os comentaristas malévolos a exibir tamanha crueldade. Passei uma semana batalhando para conseguir que alguns deles me concedessem entrevistas. Não surpreende que nenhum tenha respondido. Considerei a hipótese de fazer eu mesma alguns comentários rudes, para determinar se existe alguma satisfação secreta em agir assim, mas não consegui me forçar a isso.

Portanto, se você estiver lendo esse artigo, e chegou até aqui, por favor vá ao site (se ainda não estiver lá) e me faça uma pergunta. Debata meus argumentos comigo. Diga-me o que pensa. Estarei lá. Mas por favor, seja gentil. Estou tentando algo de novo, afinal.

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times
Read More

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Rede social revela dados de cartões de crédito de usuários


Dados de cartões de crédito de usuários da rede social de compras Blippy estão sendo expostos em buscas no Google.

O site Mashable exibe - omitindo os números, mas mostrando os nomes dos donos dos cartões - o resultado enviado por um internauta para a busca no Google de "site:blippy.com + from card". A busca retorna detlhes das compras e, a cada nome, detalhes para "trasação com cartão" ou "transação com cartão de crédito" com o valor gasto, a localização (com o endereço do comprador) e o número completo do cartão.

O Blippy é uma rede social na qual os participantes compartilham as compras realizadas. Segundo o jornal The New York Times, o site foi criado em 2009 e já conta com 150 mil participantes. Em março, captou 11 milhões de um fundo de investimentos.

É comum que os usuários detalhem não apenas compras importantes, como seus gastos corriqueiros, como a conta do almoço ou mesmo despesas médicas, inclusive custos de cirurgias plásticas. Em março, usuários começaram a fornecer acesso à suas contas no site da Amazon.com, permitindo atualizações. É comum, ao fazerem isso, que forneçam acesso a números de contas bancárias e de cartões de créditos com a suposição de que permaneçam protegidos. Mas não foi o que aconteceu.

Ao saber do ocorrido, o Blippy postou um comunicado em que se diz "muito preocupado" em proteger as informações. "Nós empregamos medidas administrativas, físicas e eletrônicas para proteger sua informação.

A liberação dos dados, segundo o Mashable parece ter sido uma falha no sistema de segurança, que o Blippy prometeu corrigir, mas sem informar medidas que foram tomadas.
Read More

Banda larga no Brasil: como está ela em 2010 e quais as perspectivas para o futuro?


Somos um país continental, porém, no Brasil, a banda larga ainda é cara e não alcançou todo o território nacional. Conheça um pouco mais dessa realidade e saiba também o que vem por aí.

Mesmo com um crescente número de acessos devido ao barateamento dos computadores, algumas regiões do país ainda estão presas em uma espécie de “apartheid” que impede a conexão de milhares de brasileiros à internet.

Seja por motivos econômicos – afinal os preços de banda larga continuam salgados (e intragáveis em algumas localidades) -, seja por motivos de infraestrutura – pois alguns lugares simplesmente não têm nenhum tipo de cobertura banda larga -, o Brasil ainda tem muito que melhorar.

A banda larga no Brasil hoje

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 35% da população brasileira teve acesso à internet no final de 2008. Transformando em números exatos, isso significa que 56 milhões de brasileiros utilizavam a rede mundial de computadores.

Em 2009, o Ibope apontou um crescimento de 8,2% e, ao todo, 67,5 milhões de brasileiros foram considerados digitalmente incluídos, acessando a web regularmente de casa, do trabalho, da escola, de lan houses ou de bibliotecas.

Apesar do crescente número de "brazucas" conectados, que em 2005 eram cerca de 1 milhão de residências, nossa realidade ainda deixa muito a desejar. Contudo, previsões apontam que a conexão via banda larga deve chegar a um número maior de brasileiros ainda neste ano.

Tratando do número de assinaturas de internet banda larga, ou seja, número de residências que possuíam a conexão, no final de 2009 eram 10,2 milhões a uma taxa média de R$ 96 de acordo com o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e o Comitê Gestor da Internet (CGI).

O caso da região Norte

Se há crescimento de acesso, logo deve haver aumenta da cobertura, certo? Mais ou menos. Se tomarmos como exemplo a região Norte do Brasil, verificamos uma realidade totalmente diferente das demais: de acordo com os deputados federais Marcelo Serafim (PSB-AM) e Janete Capiberibe (PSB-AP), dos 62 municípios do estado do Amazonas, apenas a capital Manaus tem cobertura completa de banda larga e celular.

Os parlamentares propuseram um debate pela maior atenção à região, na Câmara dos Deputados, na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Regional. Do encontro, saiu a previsão de um representante do Ministério das Comunicações de que até o final de 2010, todos os municípios da região norte tenham cobertura para conexões banda larga.

Apesar de Manaus ser a única cidade completamente coberta por sinal de ADSL, o preço deixa muita gente fora da web. Isso porque uma conexão de 600 Kbps, maior velocidade disponível na região e oferecida pela operadora Oi, custa nada mais nada menos de que R$ 429,90, valor bem acima dos R$ 35 reais propostos pelo governo federal em seu plano de universalização da banda larga no Brasil.

Plano Nacional de Banda Larga

Levar internet de até 1 Mbps a preços acessíveis a 50% dos domicílios urbanos brasileiros até 2014: esse é o objetivo principal do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), um estudo elaborado pelo Ministério das Comunicações e entregue ao presidente Luís Inácio Lula da Silva no segundo semestre de 2009.

Com investimento girando em torno de R$ 75 bilhões, a ideia é usar redes de fibra ótica já existentes no Brasil e que não vêm sendo utilizadas, para criar redes móveis e expandir o acesso à rede mundial de computadores até localidades que ainda não possuem o acesso. O plano ainda está em fase de elaboração, pois muito se discute em torno de sua implementação.

O Plano não deixa de lado a internet móvel e pretende atingir, até 2014, 60 milhões de usuários pessoais. Outras metas do PNBL incluem internet banda larga para a totalidade de unidades da administração pública (federal, estadual ou municipal) e unidades de saúde, além de bibliotecas públicas e órgãos de segurança pública.

Para a zona rural, o PNBL projeta a implementação da banda larga em 15% dos domicílios, o que representa cerca de 1 milhão de pontos de acesso, bem como a implementação integral em unidades de saúde e escolas.

PNLB: público, privado ou misto?

O PNBL reaviva uma discussão sobre a necessidade ou não da intervenção estatal para democratizar o acesso à internet no Brasil, pois uma das possibilidades do plano é a reativação da Telebrás, estatal brasileira criada em 1972 e responsável por padronizar e modernizar os serviços de telefonia no país, mas privatizada durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Modelo estatal

Essa posição, de um modelo estritamente estatal, é mantida pelo Ministério do Planejamento. Obviamente ela apresenta pontos positivos, como a facilidade de conferir um cunho social ao plano, visto que empresas do Estado não visam lucro e podem muito bem oferecer um serviço amplo e de qualidade.

Além disso, os planos disponibilizados pela estatal forçariam as empresas privadas a reverem seus preços. O ponto negativo fica por conta de uma hipótese: se a banda larga do governo não fosse a mais eficiente o consumidor sairia prejudicado. Contudo, a insatisfação em relação à qualidade e ao preço aplicado pelas telefônicas faz crer que pior não deve ficar.

Modelo privado

O Ministério das Comunicações, por sua vez, defende a gerência privada do PNBL, ou seja, o governo cede apoios fiscais às telefônicas para que elas comercializem os planos com os consumidores, inclusive em locais afastados dos grandes centros urbanos, aumentando o alcance e a qualidade e diminuindo o preço das mensalidades da internet banda larga no Brasil.

As vantagens de um plano gerenciado única e exclusivamente pela iniciativa privada seriam a experiência das empresas já existentes e também a possibilidade de novos investimentos no setor. Por outro lado, deixar novamente a banda larga sob a “mão invisível do mercado” não garante aos usuários nem melhoria na qualidade dos serviços, muito menos preços baixos.

Modelo misto

Por fim, a terceira via do PNBL é a economia mista, ou seja, com partição pública e privada. Essa via é defendida pelo Ministério da Casa Civil e nela a gestão da rede ficaria sob a tutela da Telebrás, contudo, a empresa não faria a venda direta para o consumidor, mas, sim, para pequenos provedores privados.

O Estado atuaria como provedor somente em locais mais distantes e menos povoados, ou seja, onde não houvesse interesse comercial por parte das empresas privadas. Com essa medida, com certeza surgiriam milhares de novos concorrentes no mercado, o que ajudaria a baixar o preço.

Além disso, a participação do Estado evitaria concorrência desleal e garantiria os preços baixos e também a oferta de serviços com qualidade por parte dos provedores. Essa medida também não agrada aos grandes “barões” das telefônicas no Brasil e acabaria por colocar o governo federal como único responsável por infraestrutura no setor, o que nem sempre é um ponto negativo.

Banda larga econômica

Adiantando-se um pouco ao projeto do governo federal, a Telefônica, em parceria com o governo do Estado de São Paulo, oferece o serviço de banda larga com velocidade de 256 Kbps por R$ 29,80. Isso é possível pois o governo estadual isenta a empresa do ICMS, valor que corresponde a 25% do cobrado pela operadora.

É uma iniciativa louvável, porém, com um pouco mais de boa vontade isso poderia ser revisto. Claro que 256 Kbps é bem melhor do que os 56 Kbps de uma internet discada, contudo, ainda é muito baixo. Pelo valor cobrado, a empresa poderia oferecer uma velocidade maior, quem sabe de até 1 Mbps como versa o PNBL.

Classe C e a banda larga

Pesquisa do Programa de Estudos do Futuro da Fundação Instituto de Administração (Profuturo/FIA) aponta que, até 2020, metade da população que compõe a classe C terá acesso à internet. Desse montante de acessos, 60% será via conexão banda larga. De acordo com a mesma pesquisa, em 2008, apenas 7% do grupo tinha acesso a esse tipo de conexão.

As estimativas do Profuturo são de que, em dez anos, 99% da classe A esteja conectada na web via banda larga, valor também superior aos 64% de 2008. Para a classe B, a projeção indica um salto de 26% (2008) para 90%. Por fim, a classe D deve ascender de 1% para 25%.

A mesma pesquisa indica que quem mais sairá ganhando com a expansão serão as operadoras que oferecem serviço via cabo modem ou sem fio, que devem crescer 33%. Outro mercado em ascensão será o de conexão via rede WiMax, com 31%. Contudo, essencialmente no caso das classes C, D e E, o ADSL será a principal forma de conexão.

Internet móvel

A telefonia móvel de terceira geração (3G) começa a se consolidar no mercado de internet móvel brasileiro, seja para aparelhos de telefone celular ou computadores portáteis. Os novos padrões de telefonia utilizados permitem aos usuários muito mais do que apenas enviar e receber mensagens e completar ligações.

O suporte cada vez maior para novos serviços abre um mercado interessante para novas empresas no setor. Contudo, a relação custo-benefício acaba fazendo da internet 3G uma opção não muito viável para usuários caseiros quando se compara com planos de conexão banda larga via ADSL ou cabo.

As quatro principais operadoras de telefonia celular do Brasil, Oi, Vivo, Tim e Claro, oferecem o serviço de internet móvel. O plano com velocidade de até 1 Mbps (na verdade a velocidade varia de acordo com condições climáticas, posição e deslocamento do usuário) variam em algumas operadoras de acordo com o pacote de dados, porém, custam em média R$ 119,90.

O Plano Nacional de Banda Larga, porém, não deixa de lado a internet móvel. Como foi dito anteriormente, a meta é que até 2014 haja 60 milhões de pontos de acessos em todo o Brasil suportados pela rede de telefonia. Quem sabe com as melhorias da rede 3G e o advento de uma nova rede, a 4G (clique aqui para ler mais sobre a 4G), a internet móvel se popularize ainda mais por aqui.

Banda larga pelo mundo

É importante ver os esforços do governo federal para democratizar a banda larga e levar acesso aos locais mais ermos do enorme país que é o Brasil. Contudo, ao olhar para fora, é possível notar a enorme diferença tecnológica que há entre nações mais desenvolvidos e o Brasil.

Em Hong Kong, por exemplo, é possível acessar a internet com uma velocidade de 1 Gbps pagando apenas US$ 26 (cerca de R$ 45). A cidade de Berklye, na Califórnia, Estados Unidos, registrou a maior média de velocidade de transferências de dados: 18,7 Mbps para fazer um download.

A Finlândia, terra da Nokia e de Linus Torvalds (criador do Linux), é o primeiro país do mundo em que o acesso a banda larga (e com velocidade de 1 Mbps) é direito garantido por lei a todo cidadão. Ou seja, ninguém precisa pagar para ter uma conexão com excelente velocidade e qualidade. A partir do fim de 2016 nenhuma residência poderá estar a mais de 2 km de um ponto de acesso de 100 Mbps.

A realidade brasileira é bem diferente da de outros países também na internet móvel. Na Áustria, por exemplo, uma conexão de 21 Mbps custa, mensalmente, US$ 25 (cerca de R$ 44) com um pacote de dados de 19 GB. Obviamente, a operação de uma rede nacional na Áustria é bem mais barata, devido ao tamanho do país. Mas, de qualquer forma, a diferença de preço é exorbitante.
Read More

Microsoft lança kit para quem usa Windows 7 em PC touchscreen


Com três jogos e três aplicativos, pacote é válido para quem tem o sistema operacional original. Download gratuito está disponível no site da companhia.

A Microsoft liberou nesta quinta-feira (22) um pacote de aplicativos para quem tem o sistema operacional Windows 7 original e um computador com suporte a tecnologia multitoque.

Disponível para download gratuito no site da companhia, o kit conta com três jogos e três aplicativos presentes no Surface – aquele computador em formato de mesa, no qual o “tampo” é uma grande tela sensível ao toque.
Read More

Ubuntu 10.04 RC está disponível para download


Versão final da distribuição Linux deverá ser lançada em 29/04

A equipe de desenvolvimento do Ubuntu anunciou nesta quinta-feira que a versão RC1 do Ubuntu 10.04 (codinome Lucid Lynx) já está disponível para download. Este é o último passo no ciclo de desenvolvimento do Ubuntu 10.04, que deve ter seu lançamento oficial no próximo dia 29 de Abril.

Além do Ubuntu, as variantes Kubuntu (baseada no KDE), Xubuntu (baseada no XFCE), Edubuntu (uma versão para o mercado educacional), Ubuntu Studio (para músicos e ilustradores), Netbook Remix (para netbooks) e Mythbuntu (para Media Centers) também atingiram o status de “Beta”.

Tempo de boot reduzido, um novo projeto gráfico, integração com serviços online e até mesmo sua própria loja de músicas são alguns dos destaques do Ubuntu 10.04. Mais informações estão disponíveis no site oficial, em www.ubuntu.com.
Read More

HTML 5 não vai acabar com os plug-ins. Pelo menos no curto prazo


Esta é a conclusão de um relatório da Forrester Research, que vê a polêmica conduzida mais por políticas de vendas do que pela realidade.

A HTML 5, especificação para uso de multimídia em aplicações web, não vai tomar tão cedo o lugar das tecnologias proprietárias para criação de aplicações com conteúdo rico na internet (Rich Internet Application, ou RIA), como Adobe Flash/Flex ou Microsoft Silverlight, afirmou esta semana um analista de mercado, em relatório.

Com base nos dados compilados de três pesquisas de TI realizadas em 2009, a Forrester Research não enxerga a obsolescência das plataformas proprietárias de plug-in.

“Por no mínimo cinco anos, a resposta será um sonoro ‘não’; as implementações inconsistentes da especificação preliminar do HTML 5 e a existência de ferramentas ainda imaturas tornam a criação de aplicações HTML 5 capazes de funcionar de forma consistente entre navegadores e sistemas operacionais um desafio real”, afirma o relatório chamado “Does HTML 5 Herald the End of RIA Plug-ins? Not really” (O HTML 5 anuncia o fim dos plug-ins? Com certeza, não), publicado em 21 de abril.

Festa e golpe
O HTML 5 oferece recursos multimídia como padrão e tem sido festejado principalmente pela Apple, que tem promovido seu uso em aparelhos como o iPad ao mesmo tempo que desestimula o uso de Flash – o que tem sido um golpe amargo contra a Adobe. O HTML 5 também tem o apoio de empresas como Google e até da Microsoft, dona do Silverlight.

A Forrester vê a disputa “HTML 5 contra rivais proprietários“mais como uma questão de política de vendas do que baseada na realidade do desenvolvedor.

“No fim, as plataformas HTML 5 e RIA serão tecnologias complementares e as empresas de desenvolvimento terão que investir nas duas abordagens para fornecer aplicações expressivas que combinam alcance e riqueza de conteúdo”, afirmou a Forrester.

O que atrapalha o HTML 5 são questões como a ausência de um codec de vídeo padrão e uma suscetibilidade a implementações inconsistentes baseadas no padrão preliminar (draft standard), sustenta a Forrester.

Desafio contornado
“Todas as pessoas com as quais converso dizem que a questão do codec será um desafio a ser contornado”, conta Jeffrey Hammond, analista principal da Forrester e principal autor do relatório, em uma entrevista na quinta-feira (22/4). Não há um bom codec de código aberto para HTML 5 que seja consensual, diz ele.

O desprezo oficial da Apple pelo Flash, explica Hammond, “certamente serve a seus próprios interesses mas está basicamente forçando os desenvolvedores a fazer uma escolha para a qual não estão prontos”. O analista afirma que o HTML 5 ainda não está suficientemente maduro.

O HTML 5 é um esforço conjunto do World Wide Web Consortium (W3C) e do Grupo de Trabalho em Tecnologia de Aplicação Hipertexto para a Web (WHATWG, na sigla em inglês). Será preciso anos para que se torne um padrão estável e ratificado, prevê o relatório da Forrester.

Os fornecedores de browsers oferecem apenas suporte parcial, e ainda será preciso analisar se o modelo de programação do HTML 5 será mais produtivo, avalia a empresa. Os desenvolvedores que desejam trabalhar com HTML 5 também precisam conhecer CSS (Cascading Style Sheets) para criar estilos às aplicações, JavaScript para controlar seu comportamento, e SVG para gráficos vetoriais, enumera o relatório.

Aprovação em 2022
A Forrester prevê que o HTML 5 atinja o estágio de Recomendação Candidata (Candidate Recommendation) em 2012. Uma recomendação totalmente aprovada só deverá sair em 2022. Enquanto isso, plug-ins e AJAX permitirão que os desenvolvedores trabalhem, aponta o relatório.

Entre outros destaques do relatório, a Forrester encontrou uma forte correlação entre o uso de plataformas de servidor e a estratégia deRIA. Desenvolvedores de plataformas .Net usam ASP .Net AJAX e Silverlight, ao passo que o Adobe Flex é mais usado por desenvolvedores Java.

A Forrester também descobriu que o AJAX de código aberto, como o Icefaces da Icesoft, vem ampliando seu espaço diante das tecnologias AJAX comerciais.
Read More

Vírus que rouba dados bancários se espalha rapidamente




Zeus, um virus que rouba dados bancários, chegou à sua versão mais perigosa e se espalha numa velocidade sem precedentes, anunciou nesta quinta-feira uma empresa de segurança na internet Trusteer.

De acordo com o alerta, o vírus - do tipo cavalo-de-Tróia - se instalou de maneira oculta em um em cada três mil computadores entre os cinco milhões e meio deles monitorados pela companhia nos Estados Unidos e na Inglaterra.

Zeus 1.6, a nova versão do vírus, pode se propagar através dos navegadores Internet Explorer e Firefox, informou ainda a Trusteer. O vírus rouba as informações após registrar as senhas que os usuários utilizam ao acessar a uma lista específica de sites, a maioria pertencente a bancos e outras instituições financeiras.

Os dados são enviados a um servidor remoto e depois vendidos a ciberc riminais. É, segundo a empresa, a capacidade de se propagar pelo Firefox que torna o virus uma ameaça particularmente perigosa. "Acreditamos que as fraudes bancárias dispararam nesta nova versão porque quase 30% dos clientes usam Firefox e a infecção se estende numa velocidade nunca vista", disse à agência Associated Press Amit Klein, um dos responsáveis pela Trusteer.

Um grupo de especialistas em segurança conseguiu, em março, desativar um servidor de internet do Cazaquistão que era utilizado para manter ativas algumas das piores ameaças na internet, inclusive a gigantesca rede zumbi Zeus.
Read More

Norton Internet Security 2011 virá preparado para novas ameaças


A versão mais recente do software, ainda em testes, integra recursos de verificação para o Facebook e combate a scarewares.

A versão des testes do Norton Internet Security 2011 conta com alguns recursos desenvolvidos para proteger os usuários de malwares – em especial os que são espalhados por meio de links do Facebook e aqueles que se disfarçam de softwares antivírus, conhecidos como scareware.

Há também outras ferramentas e melhorias úteis, resultando em uma aplicação de segurança multiuso voltada para um ambiente que está mudando rapidamente, com novas ameaças surgindo a cada dia.

Monitorando links do Facebook
O novo Facebook Scan verifica links no Mural e no Feed de Notícias da rede social para saber se eles levam a um malware ou para sites conhecidos por espalhar malware. Quando é iniciada, a ferramenta leva o usuário a uma página do navegador, na qual mostra um relatório do progresso e resultados das verificações.

Para utilizar esse recurso – que é na verdade um aplicativo para o Facebook –, o usuário deve permitir que o Norton Internet Security 2011 acesse sua conta no Facebook. A ferramenta também pede permissão para publicar os resultados na sua página da rede social, mas isso é opcional.

A nomenclatura é meio confusa. A ferramenta pode ser acessada pela interface principal do software, mas na página que exibe os resultados, o nome é Norton Safe Web, que é a barra de ferramentas para o navegador, integrada ao pacote do Norton Internet Security 2011. Mas não há como verificar o Facebook diretamente da barra Norton Safe Web, e a barra por si não menciona a ferramenta de verificação do Facebook (ao menos nesta versão de testes).

O Facebook Scan ainda não funciona corretamente. Em alguns casos, a verificação trava com uma mensagem “gerando resultados”. Ao clicar no botão para visualizar os resultados a verificação começa novamente, e o processo só funciona fechando a página a iniciando novamente a partir do Norton Internet Security.

Briga contra o scareware
Um problema no combate ao scareware é que as peças individuais são tipicamente muito novas e as assinaturas dos antivírus precisam ser atualizadas para identificá-los.

A versão anterior do Norton integrou um recurso que verifica os arquivos enquanto eles são baixados para ver se são confiáveis, chamado de “Download Insight”. Se um software não for marcado como confiável, isso significa que ele não é seguro, e isso funciona como uma proteção contra a instalação de scarewares.

A nova versão amplia este recurso, adicionando suporte para mais navegadores, além de várias aplicações de mensagens instantâneas, e-mail e P2P.

Uma aplicação separada, o Norton Power Eraser, descobre e apaga scarewares que são difíceis de encontrar com softwares de segurança tradicionais. Depois de baixar, o programa verifica o sistema e envia a informação para os servidores da empresa, que analisam e registram os resultados.

É importante lembrar que o Norton Power Eraser é um verificador de sistema mais agressivo, portanto tem grandes chances de obter resultados falsos. Por isso, é uma boa ideia pesquisar antes de apagar um aplicativo para saber se é de fato um malware. Em nosso teste no Windows 7, por exemplo, o Power Eraser acusou o “shellfolderfix” como malware, quando na verdade é um software complementar que ajuda o Windows a lembrar melhor o tamanho e a posição das janelas do Windows Explorer.

Outras mudanças úteis
As versões anteriores do Norton AntiVirus e pacotes de segurança Norton eram parasitas de recursos do sistema e memória RAM. Desta vez, a Symantec decidiu dar mais atenção ao “peso” do software.

O Norton System Insight, que registra como o pacote Norton afeta o desempenho do sistema, foi melhorado na última versão. Agora, ele monitora as aplicações individualmente, conforme são utilizadas, e cria perfis de uso. Ele também alerta o usuário quando um programa está utilizando muitos recursos e está reduzindo o desempenho do sistema.

Há também outros recursos úteis, como o Norton bootable Recovery Tool, que limpa o PC de infecções perigosas sem ter que iniciar o sistema operacional. A novidade é um tutorial que ajuda na criação de uma mídia para inicializar o software, que também pode ser um pen drive.

Conclusão
A versão de testes está disponível no Norton Beta Center. Depois de baixar, o usuário tem sete dias para ativá-la gratuitamente utilizando um formulário de registro. No total, são 14 dias para testar, seguido por outro período de 14 dias. Para continuar testando depois disso, será necessário reinstalar o software. A empresa faz isso porque estima que uma nova versão de testes esteja disponível ao fim do período e quer ter certeza que apenas as versões mais recentes estão sendo testadas.

O Norton Internet Security 2011 oferece boas melhorias em relação às versões anteriores do pacote, especialmente a verificação no Facebook e a proteção contra scareware. Quando a versão final do programa estiver pronta, provavelmente em Setembro, qualquer usuário das versões anteriores poderá atualizar sem custo adicional, desde que tenha uma assinatura atual.
Read More

Quem leva a melhor na disputa entre novo Google Docs e Office?


Análise mostra que novo pacote de produtividade do Google ganha pontos em colaboração e software de desenho, mas perde ao retirar acesso offline.

A nova versão do pacote de produtividade online Google Docs conta com melhorias consideráveis em ferramentas de colaboração, bem como em edição e formatação, além de um software de planilhas mais rápido e útil e de um novo sistema de colaboração de desenhos. É uma atualização importante especialmente para empresas que consideram vital trabalhar com ferramentas colaborativas. Mas a atualização deixa de lado a função de acesso offline aos documentos - pelo menos por enquanto - o que não deve acabar com o reinado do Microsoft.

Certamente não é mera coincidência a chegada de um grande upgrade no Google Docs logo antes do lançamento do Office 2010. Baseado no que avaliamos da versão beta do Office 2010, esta nova versão do Google Docs é bem superior do que a versão web do Office. Aqueles que desejam colaborar em documentos online devem preferir o Google Docs, mas usuários que buscam um pacote mais poderoso ainda ficarão com o Office.

Vale notar que os usuários do Google Docs continuam usando a versão antiga como padrão e terão de buscar o upgrade para usar as novas funcionalidades.

Para acessar a nova versão do Docs é necessário acessar a lista do Docs, clicar na área de Configurações (Settings) na parte superior direita da tela e selecionar Document Settings. Em seguida é necessário clicar no link Editing e selecionar a opção "Create new text documents using the latest version of the document editor" ("Criar novos documentos de texto usando a última versão do editor de documentos"). É importante que o usuário guarde estes passos se quiser retornar à versão antiga do Docs.

O usuário deve ter em mente que, ao criar um documento com uma nova versão do Google Docs, o documento será sempre aberto na nova versão, mesmo que o internauta volte para a versão antiga para criar documentos. A regra se mantém mesmo para documentos criados por outros usuários. Além disso, se você está usando a nova versão do pacote, pode editar documentos criados com a versão antiga.

Processador de textos
Aqueles que usam o processador de textos para colaboração ficarão particularmente satisfeitos com a nova versão do Google Docs. Ao contrário da edição anterior, você pode ver as mudanças que as pessoas estão realizando nos documentos em tempo real.

Quando outra pessoa está digitando um texto, um cursor colorido com o nome do usuário se move conforme as mudanças são feitas (cada pessoa possui um cursor de cor diferente).

Outra mudança interessante para a colaboração é a possibilidade de se comunicar via chat com outros usuários enquanto vocês trabalham em um documento. Quando um grupo de pessoas está trabalhando no mesmo conteúdo, o usuário visualiza uma lista de nomes no canto superior direito da tela. Ao clicar perto de um ou mais nomes, uma barra de bate-papo é aberta incluindo a lista das pessoas envolvidas naquele documento (também identificadas com cores diferentes) e exibe uma área onde a pessoa pode digitar no chat e ver outras conversas dos participantes.

As duas ferramentas de colaboração citadas acima já estavam disponíveis na planilha do Google Docs, mas não no processador de textos. Elas podem não parecer significativas, mas juntas, representam um grande passo para a colaboração, de fato.

O processador de textos do Google sempre ficou atrás do Word. Nesta nova versão ele ainda não está tão poderoso como o programa da Microsoft, mas algumas funções importantes foram adicionadas. Entre elas, destacam--se uma régua e abas que facilitam a criação de margens adequadas e a formatação de documentos. Ainda há outras melhorias menores em relação a comentários e imagens nos documentos.

Planilha
A planilha do Google Docs também não chegou ao nível do Excel, mas assim como o processador de textos, algumas funções significativas foram adicionadas.

As planilhas são carregadas mais rápido do que nas versões anteriores, e a rolagem é mais suave - mais na linha de uma aplicação para desktop do que uma versão online. Além disso, uma novidade útil é adição de uma barra de fórmulas para as células de edição. Na versão anterior do Google Docs, o usuário tinha de fazer a edição na própria célula, o que dificultava a leitura do que o usuário estava fazendo na planilha e havia pouco espaço para trabalhar. Agora o programa trabalha mais no estilo do Excel.

A função 'autocompletar' também foi adicionada, e agora o usuário pode arrastar e soltar colunas. Ainda não é o Excel, mas todas essas melhorias tornam a planilha do Google Docs muito mais fácil de usar.

Ferramenta de gráficos
A nova ferramenta de desenhos do Google Docs é bastante simples e similar ao Windows Paint. O usuário encontrará as funções básicas para desenhar linhas, adicionando objetos e textos, além de colorir áreas, mas não deve esperar a criação de gráficos de alta qualidade com a ferramenta.

Para usar os gráficos criados em outros documentos é preciso copiá-los usando o que o Google Docs chama de prancheta (clipboard) web, que é acessada por meio de um ícone na barra de ferramentas. Isto facilita a cópia de itens entre aplicações do Google Docs e documentos. A área de web clipboard mantém os itens armazenados durante um mês.

O Google Drawing supera o Paint em colaboração. Assim como nos outros programas do Google Docs, você pode usar a ferramenta de chat enquanto faz os desenhos ou acompanha as mudanças que outras pessoas estão fazendo no trabalho.

Esta nova versão do Google Docs fortalece as funções colaborativas, o que amplia os benefícios e funcionalidades de um pacote de produtividade baseado no desktop como o Microsoft Office. Com base no que vimos do Office 2010 beta, o Google Docs supera a versão online do novo pacote da Microsoft, mas ainda não é uma versão poderosa para desktop.

Uma grande desvantagem do Google Docs é a falta de acesso offline aos documentos. A Google alega que isto será corrigido no futuro, mas não há nenhuma previsão de quando isso vai acontecer.

Apesar das melhorias, ainda é pouco provável que esta nova versão do Google Docs convença muitas pessoas a desistir do Microsoft Office. No entanto, ele pode muito bem atrair aqueles que atualmente usam o Office, mas também querem usar o Google Docs para colaboração ou a criação e edição de documentos baseados na web. Esta nova versão não é um 'Office killer', mas pode acelerar a aceitação geral do Google Docs.
Read More

Golpe usa falsa notícia sobre vacina contra H1N1 para infectar PC




22/04/2010 18h20 - Atualizado em 22/04/2010 18h20
Golpe usa falsa notícia sobre vacina contra H1N1 para infectar PC
E-mail circula com link que pode levar usuário a baixar códigos maliciosos. Armadilha associa a marca do G1 a falsa notícia sobre mortes após vacinação.

Do G1, no Rio
imprimir

E-mails com notícias falsas sobre a vacina e a campanha de vacinação contra a gripe H1N1 circulam pela internet com o objetivo de fazer o internauta clicar em um link e inadvertidamente infectar o computador com programas maliciosos.

Em uma das mensagens, que usa o nome do G1, os golpistas afirmam que 15 pessoas já morreram após tomarem a vacina contra a gripe A, chegando a citar nomes, idades e locais onde moravam essas supostas vítimas.

A mensagem tenta convencer o internauta a clicar em um link, que supostamente o direcionará a um abaixo-assinado contra a campanha de vacinação. Na verdade, o link aponta para um endereço desconhecido, que nada tem a ver com o do site de notícias (para conferir isso, basta “estacionar” o mouse em cima do link).

Golpes desse tipo são chamados de phishing scam. Com essa tática, golpistas enviam e-mails sugerindo que os internautas baixem programas, cliquem em links ou visitem sites maliciosos. Quando seguem a sugestão, as vítimas em potencial infectam seus computadores com programas geralmente desenvolvidos para o roubo de informações financeiras.
Read More

Atualização para anti-vírus da McAffee "mata" máquinas com o Windows XP


Software passou a identificar incorretamente um componente crucial do Windows como infectado por Worm

Um erro em um arquivo de atualização para o McAffee VirusScan Enterprise desabilitou milhares de PCs com o Windows XP em todo o mundo.

O produto passou a identificar incorretamente o arquivo svchost.exe, um componente crucial para vários serviços do Windows, como infectado com o worm W32/Wecorl.a. Isto causava a exclusão do arquivo, sem o qual o sistema operacional fica preso em um ciclo infinito de “reboots”, impedindo o uso do computador.

Segundo o site Ars Technica o problema se manifestou em computadores com o Windows XP Service Pack 3 e a atualização 5958 do VirusScan, e afetou grandes usuários corporativos como a Intel. Um fórum sobre o assunto no site da McAffee acumulava centenas de mensagens e mais de 46 mil pageviews.

A empresa agiu rápido, e publicou instruções para ajudar os clientes afetados. Além disso um novo arquivo de atualização, versão 5959, já foi distribuído aos usuários do VirusScan Enterprise.
Read More

terça-feira, 20 de abril de 2010

Dois bilhões de laptops podem ser insuficientes para educar


Dois bilhões de laptops podem ser insuficientes para educar
A fundação One Laptop Per Child (OLPC) é uma organização sem fins lucrativos que pensa grande. Desde 2007, vem vendendo computadores laptop de baixo preço e alta resistência a governos de países em desenvolvimento. O objetivo é permitir que cada uma dos dois bilhões de crianças nos países em desenvolvimento tenha um laptop.

O avanço vem sendo lento. Cerca de 1,6 milhão de laptops produzidos sob os auspícios da organização foram distribuídos até o momento, disse Matt Keller, vice-presidente de operações mundiais da organização, sediada em Cambridge, Massachusetts. Hoje, as maiores concentrações de máquinas do grupo estão no Uruguai (cerca de 400 mil), Peru (280 mil), Ruanda (110 mil), Haiti e Mongólia (15 mil cada).

Em 2006, o site da organização definia seu laptop como uma tecnologia que "pode revolucionar a maneira pela qual educamos as crianças de agora". Hoje, a organização já não fala em revolucionar. O site agora adota termos mais discretos, e propõe "desenvolver um recurso essencial ¿crianças bem educadas e preparadas". "O maior obstáculo a que levemos nosso sonho adiante é o custo", diz Keller.

Até agora, 90% das máquinas distribuídas foram pagas pelos governos dos países destinatários, cujos recursos são extremamente limitados. Perguntei a Keller se os proponentes da ideia não haviam reconsiderado a meta de "um computador por criança". "Um laptop por classe" certamente não é um slogan tão inspirador, mas talvez seja melhor difundir mais os benefícios em curto prazo, ajudando uma proporção maior dos quase dois bilhões de crianças que não foram beneficiadas.

Ele declarou que uma mudança como essa estava fora de questão. "Um para um, crianças e laptops ¿ a natureza interativa da experiência está no cerne daquilo que fazemos", ele disse. Quando uma criança é dona de um laptop, o horário escolar na prática cresce de algumas horas para 12 ou 14 horas diárias ¿ todo o tempo em que a criança estiver acordada, e não importa onde.

Alguns pesquisadores da Microsoft na Índia estão estudando como permitir que as crianças usem melhor os computadores já distribuídos, mesmo que esse uso seja compartilhado. Em um dos projetos, programadores da Microsoft desenvolveram um software que encaixava múltiplos cursores na tela, permitindo que estudantes competissem ou colaborassem para responder perguntas de múltipla escolha.

A ideia foi bem recebida nas escolas, e a Microsoft deu ao produto gratuito o nome de MultiPoint. "Por brincadeira, apelidamos o projeto de 'um mouse por criança'", diz Kentaro Toyama, que dirigiu a empreitada durante os cinco anos que passou no grupo de tecnologia para mercados emergentes, parte da divisão de pesquisa da Microsoft na Índia.

Toyama conquistou um doutorado em ciências da computação na Universidade Yale, se demitiu da Microsoft em dezembro e agora está pesquisando na Escola de Informação da Universidade da Califórnia em Berkeley. Ele vem realizando palestras em universidades norte-americanas sobre a "utopia tecnológica" que vê em iniciativas como a do projeto One Laptop Per Child, ou Classmate PC, da Intel, e até mesmo no MultiPoint. Ele diz que essas iniciativas se baseiam no mito de que "a tecnologia é o gargalo, nos países em desenvolvimento".

Muitas outras coisas também representam gargalos, diz ¿ entre as quais limitações institucionais, situação econômica, infraestrutura básica de serviços e situação política. E tecnologia tampouco deve ser entendida como sinônimo de educação.

"Inicialmente, tínhamos a ideia de que um computador seria capaz de compensar o absenteísmo ou mau treinamento dos professores", disse. "Mas estudos sobre o uso escolar de computadores pessoais mostram resultados na melhor das hipóteses contraditórios. A maioria demonstra que uma boa escola, com bons professores, tem usos positivos para computadores, mas não bastam computadores para consertar os problemas das más escolas".

Ao descrever o lado utópico dessas ideias de avanço via tecnologia, ele disse que "em resumo, todo mundo está em busca de um atalho".

Keller afirma, sobre a declaração de Toyama, que "não existe solução mágica, ele tem razão". Mas Keller argumenta que boa alfabetização e acesso à informação são pré-requisitos para o crescimento econômico e político, e que "a tecnologia pode ajudar a fomentar essas coisas".

Entre os problemas de infraestrutura que a equipe de pesquisa da Microsoft viu na Índia rural está a baixa confiabilidade da rede elétrica. Isso levou outro grupo de pesquisa da empresa a oferecer aos agricultores de um distrito via celular e mensagem de texto a mesma informação que eles podem obter com o uso de computadores.

Muitos dos laptops distribuídos pela fundação One Laptop Per Child estão equipados com paineis solares que recarregam a máquina em três horas e permitem quatro a seis horas de uso. Keller disse que no começo do ano que vem será lançado um novo modelo com consumo ainda menor de energia. As novas máquinas poderão ser carregadas rapidamente, por meio de uma manivela. Acionar a manivela por um minuto permitirá usar o computador por 10 minutos.

Keller conta algumas histórias comoventes sobre suas visitas a aldeias que receberam laptops ¿ e sobre a facilidade natural que as crianças de todo o mundo demonstram no uso de laptops. "Estive em Ruanda, onde o laptop foi introduzido em um ambiente no qual antes não havia quaisquer aparelhos eletrônicos", conta, "e em três ou quatro dias havia meninos e meninas de oito e 10 anos usando os aparelhos de forma tão efetiva e eficiente quanto eu".

Agora ele está tentando conquistar verbas do governo dos Estados Unidos para oferecer a todas as crianças do Afeganistão laptops com acesso à internet. Ao preço de US$ 250 por laptop, o projeto custaria US$ 750 milhões.

Em Cabul, ele diz, o ministro da Educação afegão lhe disse que o projeto permitiria que "meninas estudem e se conectem da segurança de suas casas". É uma visão quase irresistível, mas um cético poderia apontar para as lições da História e lembrar que a tecnologia jamais funciona de forma isolada.
Read More

"O Primeiro"Para Alexandar Mandic, lugar de dono de empresa é no Twitter


Alexandar Mandic, responsável pelo primeiro provedor do Brasil, é um contador de histórias. Uma delas aconteceu não faz lá muito tempo. Conforme contou durante encontro nesta terça-feira (20/4), em São Paulo, certa vez ele ficou mais de hora ao telefone conversando com um cliente. Ele tentava convencer a pessoa a não deixar de assinar os serviços da Mandic, a sua empresa, especializada em e-mail corporativo

O cliente estava furioso por causa de um problema técnico. “Eu dizia para ele: vamos resolver, fique com a gente”. O cliente dizia-se decidido a mudar.

“Então falei ‘Isso poderia ter acontecido com qualquer outro provedor, mas sabe qual a diferença entre nós e eles? Se fosse com o UOL, o Luís Frias (sócio do Grupo Folha) não iria ficar aqui falando duas horas contigo, tentando lhe convencer. Mas eu estou aqui. Se quiser, vou até a sua casa para você continuar nosso cliente’”, brincou. Resumo da ópera: o cliente ficou, diz Mandic, também um dos fundadores do iG.

A história ilustra bem o modo como Mandic conduz sua empresa, que, neste mês completa 20 anos – a rigor, é a marca Mandic que faz duas décadas de mercado, pois o empreendimento mudou de contornos algumas vezes nesse período.

Na visão desse paulistano de ascendência sérvia, a figura do dono tem de estar perto do negócio, especialmente do cliente. “Não estou falando que a empresa tem de ser familiar, mas sim que o dono tem de estar perto”.

O dono no Twitter

Outro episódio diz respeito às redes sociais, e mais uma vez o dono estava lá. Mandic estava passeando pelas páginas do Twitter – ele tem mais de 15 mil seguidores – e viu um cliente botar a boca no trambone. “Adeus Mandic”, dizia o tweet da pessoa.

Mandic convocou sua equipe e tentou contato com o cliente. Conseguiram o celular da pessoa. Quando entraram em contato, descobriram que se tratava do marido de uma pessoa próxima à empresa, o que facilitou a interlocução. “É importante conhecer o mercado. Eu fico na internet o tempo todo”, diz. “O Twitter é um mega spam, um rádio: você fala particularmente e aquilo vai para todo mundo”.

É com esse estilo que a Mandic, a empresa de e-mails, fundada em 2001, chega a 2010. A companhia tem mais de 1500 clientes corporativos e uma meta de alcançar faturamento de 10 milhões este ano, acima dos 7 milhões registrados em 2009. A empresa oferece serviços que vão de segurança em email a backup e hospedagem.

Medo do Google?

O avanço dos serviços grátis nessa área não assusta Mandic. “O Google, por exemplo, não tem presença corporativa forte. E nós vendemos o serviço para provedores também”, afirma. Além de afirmar que o futuro do email está garantido, pois “ninguém vai mandar um contrato pelo Twitter ou pelo Facebook”, o empresário afirma que criou a empresa para “perpetuá-la, o que não quer dizer não possa ter um sócio”.

Sobre o futuro da internet, Mandic vê uma nova grande mudança em curso. “A próxima grande virada da internet é o 4G, que já está vindo por aí”.

A próxima revolução da web

Na opinião dele, a velocidade do 4G vai proporcionar uma reviravolta na experiência do usuário com a internet. “Quando isso acontecer para valer no mercado, você não vai precisar ter um notebook com um disco, com grande processador. Aí, sim, o mundo vai virar uma coisa só. E o iPad então vai virar uma máquina poderosa”, afirma.

Se Mandic olha para o futuro em busca das tendências que estão por chegar, também não deixa de lado o passado. “A internet comercial no Brasil nasceu no dia 25 de agosto de 1995, quando a Embratel resolveu virar a chavinha para podermos usar a rede comercialmente”, afirma.

“Não havia nem home page, quase ninguém tinha. Fomos o primeiro provedor a entrar no ar”, diz, referindo-se à BBS Mandic. Projeto surgido graças à teimosia, diz Mandic, pois não tinha direito nenhum quando montou a empresa em sua casa.

Posteriormente, no entanto, os ventos ficaram bem favoráveis: além de conseguir aporte do GP Investimentos, vendeu, em 1998, a companhia para o grupo argentino Impsat (controlador do provedor argentino O Site).
Read More

Brasil lidera pedidos para revelar ou apagar dados de usuários, diz Google


Governo fez 291 solicitações entre julho e dezembro, segundo a companhia.
Números da China são segredo de estado e não foram divulgados.

O Brasil é o país que mais fez pedidos de remoção de conteúdo ou quebra de sigilo de usuários do Google entre julho e dezembro do ano passado, de acordo com uma ferramenta divulgada pela companhia. O governo brasileiro fez 291 solicitações nesse período – segundo o próprio Google, o número é bastante superior a outros países graças à popularidade do site de relacionamento Orkut.

Na sequência, aparecem Alemanha (com 188 pedidos), Índia (142) e Estados Unidos (123). Os dados divulgados pelo Google não incluem os pedidos da China, considerados segredo de Estado pelo país. Segundo a empresa, cada pedido pode incluir a solicitação de diversos perfis. De acordo com a companhia, os números não são precisos.

A maioria dos pedidos referentes ao Orkut, especialmente no Brasil e na China, é relacionada a crimes de falsidade ideológica e difamação, de acordo com as informações do site. Em março deste ano, por exemplo, a CPI da Pedofilia anunciou a solicitação de dados de 1,2 mil perfis suspeitos.

Segundo o diretor de comunicação do Google Brasil, Felix Ximenes, a maior parte dos pedidos chega pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal. “Todo pedido deve ser acompanhado de ordem judicial. A partir disso, o Google Brasil informa os dados de acordo com o que foi solicitado”, diz o diretor.

O diretor jurídico do Google, David Drummond, afirmou que o Google Governament Requests irá “trazer maior transparência e diminuir a censura”. “Esperamos que esta ferramenta mostre aos governos a quantidade de pedidos de quebra de censura na internet ao redor do mundo. Esperamos que este seja o primeiro passo para uma maior transparência sobre essas ações na tecnologia e nas comunicações”.

O Ministério Público Federal de São Paulo informou que solicita ao Google informações sobre usuários dos serviços quando recebe uma denúncia. Embora o número de IP seja público, o MPF obtém uma ordem judicial para consegui-lo e poder ir atrás de informações referentes ao caso.

São analisadas denúncias de URL que se transformam em uma queixa. Para auxiliar na investigação e no cumprimento da lei, o Google fornece as informações ao MPF. Um dos exemplos foi a Operação Turko, realizado pela Polícia Federal em maio de 2009, quando cumpriu 92 mandados de busca e apreensão contra pedófilos na internet.

O presidente da ONG SaferNet Brasil, Thiago Tavares Nunes de Oliveira, afirmou que os números sobre o País divulgados pelo Google não são detalhados. “Embora o Google afirme que estes dados que se referem às ordens judiciais cumpridas pelo Google na Justiça brasileira sejam fornecidos com o tempo, eles não informam, por exemplo, quantas dessas requisições se referem ao Orkut ou à pornografia infantil”. Ele explica que, “para estes dados estarem completos, o Google deveria divulgar quantos deles se referem ao Orkut e quantos são relativos à pedofilia”.

Ele afirma que se este número divulgado for cruzado com o número de notificações sobre pornografia infantil que o próprio Google encaminha mensalmente para o Ministério Público ele seria muito maior. “No período de 1º de julho a 31 de dezembro de 2009, foram encaminhados pelo próprio Google ao MP mais de 5 mil casos comprovados de pedofilia no Orkut”, diz Oliveira. “Arrisco a dizer que, dos números divulgados hoje, 90% são em relação ao Orkut”.

O Google assinou em 2008 um termo de ajuste de conduta com o qual é obrigado a notificar autoridades em relação aos casos comprovados de abuso de crianças e de adolescentes. “Isso diferencia o Brasil do resto do mundo, pois nenhum país obriga o Google a fazer isso”, explica Oliveira. “Enviamos uma lista de 250 URLs com conteúdo impróprio ao Google diariamente, são 700 crimes ao mês. Esta lista é analisada e é a própria empresa que diz o que é abuso sexual infantil ou não”.

Países pedem maior colaboração ao Google
Nesta terça-feira (20), dez países enviaram uma carta ao presidente do Google, Eric Schmidt, para que a empresa colabore na liberação de dados privativos de usuários a fim de auxiliar na resolução de crimes virtuais.

Países como Canadá, França, Alemanha, Irlanda, Israel, Itália, Holanda, Nova Zelândia e o Reino Unido afirmam que o Google está sendo negligente com o assinto. Os representantes destas nações estão reunidos em Wasingnton, nos Estados Unidos, onde afirmaram que “os direitos dos cidadãos do mundo estão sendo esquecidos nas aplicações tecnológicas do Google”. A carta cita o serviço Buzz, que quando lançado publicou contatos particulares do Gmail de seus usuários, e o Google Street View, que mostrava a face das pessoas fotografadas na rua quando lançado. O Buzz não apresenta mais este problema e o serviço de mapas borra o rosto das pessoas fotografadas.

Eles acusam o Google de lançar os serviços em fase de testes (beta) antes de pensar em trabalhar com a privacidade dos usuários. A comissão pede que o Google trabalhe mais nos princípios da privacidade antes de lançar novos produtos on-line.
Read More

Positivo lança computadores preparados para a Copa do Mundo


Modelos vêm com receptor de TV e software que atualiza informações do torneio

De olho na Copa 2010, a fabricante Positivo Informática lançou uma linha de oito computadores com receptor de sinal de TV embutido, dois deles com receptor de sinal digital. Os modelos são pré-configurados com o aplicativo PCTV, que possui recursos de replay e timeshift.

A função timeshift permite ao usuário gravar, avançar e conferir os lances novamente, mesmo em jogos ao vivo. O recurso replay permite ao torcedor rever os últimos 10 segundos do jogo.

O programa Enciclopédia do Futebol acompanha os computadores, e atualiza as fotos e informações das cidades-sede e estádios da Copa do Mundo automaticamente, desde que esteja conectado à internet. O software, além de atualizar os resultados das partidas e a classificação nos grupos de cada seleção, reúne a história dos campeonatos desde 1930.

Os gabinetes podem ser personalizados com visual da Copa. Para isso, remove-se a tampa de acrílico da parte frontal do PC e coloca-se uma folha de papel ilustrada com temas de futebol.

Se quiser criar um visual próprio, o usuário pode usar o software Positivo Faces. Ele imprime imagens já no formato das folhas de papel encaixadas no painel frontal. Os computadores chegam às lojas este mês e custam de R$ 1.499 a R$ 2.499.
Read More

segunda-feira, 19 de abril de 2010

PC portátil com tecnologia 3D


A NEC, fabricante japonesa de eletrônicos, acaba de anunciar uma novidade: a partir de setembro, a empresa lançará um computador portátil capaz de exibir imagens em 3D. A empresa apresentou hoje, 19, um protótipo do modelo, que começará a ser vendido entre 15 mil e 20 mil ienes (121 e 161 euros), mais caro que um computador convencional.

O brinquedinho permitirá ao usuário ver filmes e executar programas em 3D e terá também um sintonizar de TV, que possibilitará a exibição de programas com a tecnologia.

A NEC já tem um modelo de computador portátil com 3D, mas o PC não teve muito sucesso devido a seu alto preço.
Read More

Como configurar a placa gráfica para obter melhor imagem ao jogar


Se você possui uma placa de vídeo discreta (instalada em um slot do PC) e executou jogos sem alterar as configurações do driver dela, é provável que você não esteja aproveitando todo o potencial que a GPU pode proporcionar na hora de jogar. O painel de controle do driver possui características que podem tornar o gráfico mais detalhista, aumentado a sensação de realidade.

Os fabricantes de placas de vídeo AMD, nVidia e mesmo Intel melhoraram muito seus chips gráficos e, em consequência, os ajustes dos drivers ganharam mais controles a ponto de alguns deles se tornarem complexos demais para o usuário comum.

Um PC com placa de vídeo poderosa o suficiente para executar um game 3D de última geração acima de 90 ou 100 quadros por segundo, pode também melhorar a qualidade dos gráficos. Como resultado final, a experiência geral do jogo fica melhor.

Vale frisar que este tipo de configuração requer paciência, e muito do sucesso da empreitada depende de ajustes feitos na base da tentativa e erro. É preciso alterar uma característica, ir para o jogo, testar para ver o resultado, ajustar novamente e repetir o o processo para as demais configurações até encontrar o equilíbrio ideal entre obter bons gráficos sem prejudicar desempenho e a jogabilidade.

Atenção leitor : Antes de executar qualquer ajuste nas configurações do computador, HD, lembre-se de fazer um backup de segurança do registro do sistema, criar um ponto de restauração e fazer backup dos seus dados .

Todas possibilidades de configuração a seguir foram feitas no Windows 7 e boa parte delas funciona no Vista também. Já quem tem Windows XP pode encontrar diferenças, pois alguns recursos, principalmente o DirectX 10 e 11 não estão disponíveis nesta versão do sistema operacional.

NOS GAMES

Comece com as configurações do game
Os ajustes do jogo oferecem mais otimizações do que as configurações feitas por meio do software da placa. Por exemplo, se um jogo oferece a opção antialiasing, o melhor a fazer é configurar tal característica a partir do game em vez do painel de controle do driver da placa. Assim, você sentirá no jogo um melhor desempenho em conjunto com melhor qualidade de imagem.

Textura e filtro anisotrópico

É muito comum ficar tentado a incrementar a função de antialiasing. É até natural pois, por meio dela, os gráficos de objetos e personagens não apresentam efeito serrilhado nas bordas, tornando as figuras mais reais.

Mas se os detalhes da textura permanecerem baixos, o visual via continuar insatisfatório. A filtragem anisotrópica oferece visão mais ampla do ambiente, mais especificamente da profundidade. Quanto maior o valor desse filtro, mais objetos serão vistos a distâncias maiores.

As placas de vídeo mais atuais podem ir até o valor 16x sem perder muito desempenho. Há jogos em que é melhor perder um pouco de desempenho do que os detalhes. É o exemplo de games de corrida ou simuladores de vôo, onde é importante visualizar os adversários a grandes distâncias.

Não aumentar o detalhe de sombras

Quando estamos jogando, o movimento é constante e, geralmente, não paramos para olhar a paisagem. As sombras em níveis elevados podem ser muito envolventes, oferecendo mais realismo, mas só notamos isso quando estamos parados no jogo.

Com movimento constante, você não verá diferença entre sombras com nível de detalhamento alto e nível de detalhamento médio, por exemplo. E manter o nível alto dos detalhes de sombras pode causar perda considerável de desempenho.

Não use DirectX 10 e 11 com placas gráficas de baixo custo

Não nos entenda de modo errado: as versões do DirectX 10 e 11 oferecem aumento substancial de desempenho nas qualidades de gráficos 3D. A capacidade de executar mais instruções em menos tempo do DirectX 11 pode até mesmo incrementar o desempenho de jogos desenvolvidos mesmo antes do DirectX 11.

Porém, placas gráficas de baixo custo possuem chips que não acompanham a evolução das APIs (Interface de programação de aplicativos, na sigla em inglês), que é o caso do DirectX.

Uma placa dessas até roda jogos em cima do DirectX 11, mas o resultado é uma performance baixa, com o jogo obtendo movimentos espasmódicos. Nesse caso, é melhor usar a versão 9 do DirectX para obter melhor fluidez de movimentos.

Ajustes de antialiasing

Mesmo que o jogo ofereça apenas as habituais opções de 2x, 4x, 8x e 16x do antialiasing, ainda há mais escolhas. Aqui está um caso em que usar as configurações do driver para Windows pode ser mais útil.

Por meio do painel de controle do driver de vídeo é possível ativar modos de suavização de gráficos como o CSAA (Efeito de Antialiasing por Amostragem, em tradução livre), da nVidia. Com ela é possível ajustar o efeito de antialiasing perdendo o mínimo de desempenho. Cada placa e versão de driver possui valores diferentes. Ajuste tais valores até obter uma boa relação entre performance e qualidade das imagens.

Controles do jogo

A maioria dos jogos atuais possui grande riqueza de detalhes para ajuste de gráficos. Para exemplificar, vamos usar o título Stalker: Call of Pripyat. Ele apresenta configurações variadas que tiram partido das recentes placas gráficas que usam os recursos do DirectX 11.

Claro, se a placa gráfica não possuir um hardware compatível com o DirectX 11, algumas dessa opções não irá aparecer, como o mosaico, por exemplo. Essa opção é uma técnica que cria uma geometria mais detalhada para os gráficos do jogo.

A cada incremento feito nas opções para aumentar a qualidade dos gráficos, haverá perda de desempenho. O segredo é lembrar que no jogo estamos sempre em movimento, com raros momentos estáticos para ficar apreciando a paisagem. Assim é possível jogar e ajustar, até decidir qual conjunto de configurações é a ideal para você.

Infelizmente, nem todos os jogos oferecem muito controle sobre a configuração de gráficos. Títulos que usam como base a tecnologia do motor do jogo Unreal (Bioshock 2 e Borderlands, por exemplo) não permitem que o antialiasing seja definido, que é um dos itens que mais influenciam na qualidade da imagem.

NOS DRIVES DAS PLACAS

Realizados os ajustes por meios dos pais de controles dos games, é chegada a hora de ir mais fundo e trabalhar nos controles da placa gráfica instalada no seu computador. As dicas estão agrupadas em duas partes: nVidia e AMD, para facilitar o acesso às informações desejadas.

Painel de controle da nVidia

Primeiro, clique com o botão direito do mouse em qualquer local livre da área de trabalho. No menu que aparece, escolha o item Painel de controle da nVidia (ou nVidia Control Panel, se o sistema estiver em inglês).

Mas use o painel de controle da placa gráfica apenas se o jogo não oferecer o conjunto ideal de configurações. Geralmente isso acontece com o item antialiasing, que torna a imagem mais próxima do real, tirando o serrilhado dos contornos dos objetos e personagens, como se suavizasse as bordas.

O painel de controle da nVidia tem duas diferentes configurações para esse item. Uma para suavização multisampling (padrão) e outra para suavização da transparência. Embora seja possível ativá-los separadamente, não haverá qualquer mudança na suavização da transparência se o antialiasing multisampling não estiver habilitado.

Uma opção interessante é a Enhance the aplication setting. Esse item torna disponível o CSAA para jogos que suportam antialiasing multisampling, mas não possuem nenhuma definição sobre isso em suas configurações. Pode ser um pouco confuso, mas é assim mesmo que funcionam certos jogos.

Como já foi dito, o CSAA permite adicionar um nível de suavização (digamos, 8x) sobre o nível que já está internamente no jogo, obtendo melhora na qualidade da imagem sem impacto grande no desempenho. Não espere perfeição na imagem, mas vale a pena experimentar se você está buscando gráficos melhores.

O antialiasing de transparência reduz serrilhados em texturas transparentes. Frequentemente, quando você liga o antialiasing padrão, há uma redução de efeitos irregulares em objetos sólidos. Mas objetos que incluem elementos transparentes uma cerca de arame, por exemplo continuam com bordas irregulares.

O painel de controle da nVidia também permite definir perfis de jogos. Clique na guia Program settings e aparecerá um menu que permite definir parâmetros para títulos específicos. A dica é deixar as configurações gerais, como filtro anisotrópico, serem controladas pela aplicação. Dessa forma, escolha a opção Application controlled e altere as outras específicas que não estão no jogo.

Tudo isso é como definir os parâmetros dos gráficos fora do jogo. Esta abordagem também funciona bem em jogos mais antigos; experimente outras configurações até obter uma qualidade melhor.

A tela de configuração do painel da nVidia pode parecer confusa no início. Todos os itens parecem oferecer apenas opções de configurações gerais, mas cada item possui um menu de opções que permite alterar cada uma das configurações. E ao executar o jogo, o driver da nVidia irá deixar o jogo configurado de acordo com suas escolhas.

Painel de controle da AMD/ATI

O painel de controle das placas da AMD é conhecido como Catalyst Control Center. Clique com o botão direito do mouse na área de trabalho e selecione Catalyst Control Center.

Ao executá-lo pela primeira vez, será solicitada a escolha de um controle avançado ou básico. Como o painel básico é muito simples para os resultados que desejamos alcançar, então escolha a opção avançada.

O Catalyst oferece vários controles, mas o painel da nVidia ainda tem mais. Por exemplo, não é possível configurar perfis individuais. Em vez disso, a AMD oferece a opção Catalyst AI, que tenta otimizar de modo automático as configurações. Mesmo assim, essa opção não é suficiente para substituir ajustes manuais.

Como a característica 3D é a principal configuração para obter melhor qualidade e também ajustar o equilíbrio para manter o desempenho, então devemos selecionar o menu Gráficos no canto superior esquerdo e clicar em 3D.

Uma série de guias com minipreviews com animações será exibida. A partir delas será possível alterar as configurações. Escolha o item User Custom Settings para usar as configurações personalizadas. Serão exibidas opções de antialiasing, filtragem anisotrópica e assim por diante, todos com previews animados, o que é ótimo para verificar o que cada opção está realizando.

Geralmente, é possível deixá-lo no padrão que está no menu drop-down, mas sinta-se livre para experimentar. Mesmo configurando o nível de suavização para ser controlado pela aplicação, ainda será possível alterar o tipo de filtro.

A guia AAMode é a opção da AMD para alterar o antialiasing em texturas transparentes. A barra de rolagem de configuração já exibe a relação entre performance e qualidade. Experimente a opção de qualidade extrema e depois vá ajustando até obter o desempenho desejado.

Se você não quer ver os previews, a forma mais simples é clicar na guia All, que lista todas as configurações em uma única janela de rolagem, como exibido abaixo.

E vale lembrar que as opções de configuração feitas pelo painel de controle das placas de vídeo são melhor aproveitadas em jogos que oferecem poucas opções de configurações. Assim, será possível tirar o máximo proveito dos gráficos.


Solução de problemas

Os drivers gráficos e jogos 3D de última geração são componentes complexos de software e a interação entre eles podem ser imprevisíveis às vezes. Vamos ver alguns problemas típicos e as respectivas soluções.

Falta de suporte

Já mencionamos que jogos que utilizam o motor gráfico do Unreal muitas vezes não suportam a suavização. Em jogos como Borderland e Mass Effect, não é possível obter suavização nem mesmo pelo painel de controle das placas de vídeo. Outras técnicas de iluminação e renderização da textura também podem interferir no correto funcionamento das configurações aplicadas.

Alguns truques podem ser usados, como baixar utilitários de terceiros, como RivaTuner , mas muitos deles são antigos e não funcionam no Windows 7 de 64 bits. Ocasionalmente, as atualizações de drivers podem permitir forçar uma configuração, ou mesmo uma atualização do próprio jogo.

Então, o que pode ser feito em caso de travamentos ou imagens irregulares é desabilitar algumas opções e aguardar por atualizações.

Problemas de driver

Não é incomum haver problemas com os jogos logo depois de atualizar uma versão de driver da placa de vídeo. Isso porque os drivers acabam fazendo otimizações pesadas, o que pode causar problema em um jogo que estava funcionando corretamente.

Esses problemas podem ser uma falha de sequência, taxas de frames muito baixas, imagens desajustadas ou mesmo faltando, como mostra o exemplo abaixo, onde o fundo foi retirado completamente.

Nesses casos, o ideal é deixar as configurações no nível básico e desativar recursos avançados. Além de obter ajuda em fóruns especializados de jogos, outra tática é reverter o driver para a versão anterior. E, geralmente, essa é a técnica que mais funciona nesse caso.

Resíduos de driver

A regra geral é sempre desinstalar o driver existente antes de instalar um novo. Caso não seja feito isso, é possível que arquivos do driver antigo permaneçam no sistema, que pode ser uma DLL perdida ou uma entrada de registro, e isto pode gerar conflito com a entrada do novo driver.

Uma solução para evitar isso é baixar o Driver Cleaner . Infelizmente, o software não é freeware. Custa 10 dólares, mas é um programa que vale a pena.

Você está no controle

Mesmo que você seja do tipo que se preocupa mais com desempenho do que com a qualidade das imagens, é interessante ajustar todas as configurações disponíveis para obter a melhor imagem. A experiência pode ser mais envolvente e mais satisfatória, afinal, os jogos não são produtos baratos para não aproveitarmos todos os seus recursos.
Read More

Powercolor mostra seu novo HD 5870 overclocked


Powercolor anunciou o mais novo membro de sua série PCS, a HD 5870 PCS++. A série PCS++ apresenta overclock de fábrica maior do que o habitual e deve ter um potencial de overclock muito melhor.

A nova HD 5870 PCS++ ainda tem 1.600 processadores Stream e o núcleo trabalha a 950MHz, além de trazer 1GB de memória GDDR5 a 4800MHz. A PCS++ HD 5870 utiliza o mesmo cooler visto em placas Powercolor HD 5870 anteriores, e tem um design de slot duplo com um cooler central de 92 milímetros e quatro dissipadores de cobre. O novo cooler deve fornecer temperaturas até 15°C inferiores às das placas equivalentes e com um overclock de fábrica para a GPU de 100MHz.

A PCS++ HD 5870 deve ser lançada por volta do dia 20 de abril, com preço sugerido de 499 dólares.
Read More

Versões futuras do Google Chrome irão omitir o HTTP nos endereços web


Mudança pretende esconder do usuário detalhes do funcionamento da internet, mas causa polêmica.

Uma decisão tomada pela equipe do Google Chrome está causando controvérsia. Versões mais recentes do braço de desenvolvimento (Chromium) do navegador omitem a identificação do protocolo (http://) no início de uma URL. A explicação oficial para a mudança faz sentido: para os usuários esta informação não tem nenhum significado, e eles já não a utilizam há anos quando digitam um endereço web.

Mas a julgar pelos comentários no sistema de rastreamento de bugs do Chromium, a novidade não é nem um pouco bem-vinda. A alegação mais comum é que ela “quebra” vários aplicativos e serviços, alguns do próprio Google como o Google Wave, que se utilizam do http:// para detectar e tratar corretamente uma URL. Além disso, iria contra a RFC 3986, documento que define a sintaxe das URLs

O Google promete minimizar o problema com a detecção de URLs de uma forma simples: ao copiar e colar uma URL em um documento, e-mail ou site web, o http:// seria incluído. Mas para alguns a emenda é pior do que o soneto, já que ao “colar” um texto diferente do que foi copiado o navegador modificaria o que é o comportamento esperado da área de transferência.

Não há previsão para quando a mudança deve aparecer nas versões do Google Chrome para o usuário final. Mas vale notar que a Apple adota o mesmo comportamento na versão do navegador Safari usada no iPhone, iPod Touch e iPad, e até agora ninguém reclamou.
Read More
Mello Comunicação Visual

* Banner

* Fachadas

* Plotter recorte ( adesivos personalizados )

* Convites, papel arroz personalizado.

* Papel adesivo e fotográfico.

* Assessoria

* Desenvolvemos Site e Blogs perssonalizados

* Software perssonalizados

* Formatação

* Instalação de programas e Sistemas Operacionais

* Implementação de rede ( cabeada / Wirelles )

* Instalação de hardware e software

* Limpeza

* Recuperação de dados

* Manutenção em geral

* Contrato de Manutenção de Micros

* Escolas
* Empresas
* Escritórios
* Residências


Rapidez,eficiencia,qualidade e tecnologia.

Profissional capacitado para melhor lhe atender e cuidar da vida útil do seu PC

Email - manu.tencaodepc@hotmail.com
caxamello@hotmail.com
Twitter.com/Alex_Melllo

Tel - 73 8804 5310
73 9125 4509