sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Microsoft libera atualização de segurança de programas nesta terça-feira

Ação tem como objetivo corrigir vulnerabilidades dos sistemas criados pela companhia

A Microsoft liberou nesta terça-feira (10) uma grande atualização de segurança de seus programas. Serão mais de 14 atualizações, com objetivo de resolver 34 vulnerabilidades dos sistema da empresa.

No pacote estão o sistema operacional Windows, incluindo a versão 7, o Internet Explorer, o pacote Office e o Silverlight, plataforma de desenvolvimento de vídeo, animação e demais ambientes interativos da Microsoft.

Do total de atualizações, a companhia considera que oito sejam críticas, o que significa que a exploração das vulnerabilidades pode dar início à propagação de malwares sem que o usuário tenha acessado algum arquivo ou página infectados.

As seis restantes são classificadas como importantes, já que a exploração dessas vulnerabilidades pode atingir dados confidenciais do usuário.

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Contagem regressiva: faça sua inscrição para o Digital Age 2.0


A dura travessia entre uma era analógica para outra completamente digital nos coloca diante de uma série de desafios. Os paradigmas que durante o século XX regeram a relação entre mídia, empresas e consumidores foram destronados, mas o mundo novo ainda desperta dúvidas e incertezas.

O que se sabe com segurança é que, na era das redes sociais, os consumidores estão hiperconectados, fato que por si só gera uma reação em cadeia na comunicação, no marketing e nos negócios.Esse é o cenário que norteará as discussões da quarta edição do Digital Age 2.0, conferência internacional sobre comunicação e marketing na era digital que será realizada nos dias 18 e 19 de agosto, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo.

Organizada pelo Now!Digital Business, que edita o IDG Now!, o evento tem uma programação montada com o objetivo de colocar os participantes diante do que há de mais avançado nas reflexões e práticas do universo digital. A grade procurou englobar visões sobre os principais aspectos ligados às redes sociais e ao mundo digital. Para isso, convidamos alguns dos principais especialistas internacionais e nacionais para palestras e debates.

Conheça melhor alguns dos palestrantes:

Guy Kawasaki

Consultor, empreendedor e investidor, Guy Kawasaki também é autor de nove livros, mas continua a ser lembrado por sua passagem marcante pela Apple na década de 1980, como evangelizador da então estreante plataforma Macintosh. Seu currículo, no entanto, é recheado de experiências de sucesso em inovação e empreendedorismo – e é sobre inovação na era digital que Kawasaki falará no Digital Age 2.0.
Por meio do tema “Inovação em Comunicação Digital: Run, Mad Men, Run”, Kawasaki vai explorar o que está em preparação nos bastidores das empresas de Internet e startups do Vale do Silício, além de provocar a audiência com razões pelas quais todos deveriam abraçar cada oportunidade de testar e usar todas as tecnologias digitais disponíveis agora em projetos de marketing digital.

Brian Solis

O relacionamento entre as marcas e seus consumidores sofreu mudanças profundas com o surgimento das redes sociais. Se antes a comunicação com os clientes se dava especialmente pela mídia de massa e alguns canais de interlocução muito bem controlados, como SAC, com as mídias sociais as relações públicas precisam se reinventar.

Esse é o ponto sobre o qual trabalha Brian Solis, um dos mais importantes especialistas em RP 2.0 do mundo. Autor do blog bub.blicio.us e colaborador do TechCrunch, do BrandWeek e do Mashable, Solis acaba de publicar o livro Engage, no qual fala como as marcas podem se engajar na conversa com suas audiências. Para ele, as empresas devem buscar a fusão entre a criatividade e a comunicação, com ações combinadas de mídia tradicional e aquelas que são capazes de engajar o consumidor, potencializando os resultados das ações.

Clara Shih

Em 2009, quando o uso corporativo das redes sociais ainda engatinhava, Clara Shih lançou seu livro The Facebook Era, que mostrava como o site de Mark Zuckerberg iria revolucionar as redes sociais em todo o mundo. Especialista em redes sociais e com passagens por empresas como Microsoft e Google, Clara falará no Digital Age 2.0 sobre como as corporações podem se inserir nesse novo mundo.

Para a especialista, o sucesso do Facebook se deve à sua abordagem, focada no que as pessoas gostam e não no que elas procuram, como faz a Google. Além disso, a base de dados do Facebook, que ultrapassa 500 milhões de usuários, é uma fonte respeitável no que diz respeito a publicidade direcionada. A “brincadeira”, como afirmavam algumas empresas ao se referir ao Facebook, tornou-se o site mais acessado do mundo e uma peça estratégica para qualquer empresa que queira ter posição relevante frente a seus clientes e consumidores – exatamente como previa Shih.

Shiv Singh

Os riscos às empresas representados pelas redes sociais vão além das questões da privacidade, alerta Shiv Singh, atual diretor de engajamento digital e mídia social da PepsiCo e que por 11 anos trabalhou para a agência digital Razorfish.

Para Singh, que também é autor do livro Social Media Marketing for Dummies, atualmente mídia social é mídia – e ponto. E, como toda mídia, está suieita aos mesmos riscos, como o de ser comercializada, politizada e se tornar exageradamente poderosa, diz. Em sua gestão, a PepsiCo tem se engajado criativamente em campanhas de rede social, como a que destina parte de sua verba de marketing para ações que amenizem os efeitos do desastre ecológico no Golfo do México. Mas com uma diferença: tanto os projetos quanto a destinação do dinheiro será decidida interativamente pelos consumidores, por meio da Internet.

Andrea Harrison

Vice-presidente da Razorfish e responsável pela divisão de Social Influence Marketing, Andrea Harrison traz ao Digital Age 2.0 uma questão tão intrigante quanto poderosa: como transformar os consumidores de seus produtos ou serviço em defensores de sua marca.

Harrison destaca que nunca os consumidores estiveram tão online e suas escolhas têm sido feitas com base na opinião de amigos, especialistas e até pessoas completamente desconhecidas – a chave, aqui, é fazer com que as empresas se liguem aos consumidores seguindo as regras deles, quando e onde eles escolherem.
Gabriel Saénz de Buruaga

A cultura imediatista privilegia ações de comunicação pautadas apenas no resultado gerado pelo último ponto de contato com o consumidor. No entanto, há muitos meios de contato com esse consumidor e cada um deles tem potencial para geração de venda, lembra Gabriel Sáenz de Buruaga, co-CEO Mundial do Havas Digital.
A Havas Digital reúne cinco agências de mídia ao redor do mundo. Como executivo do grupo, Sáenz lidera o trabalho de serviço a clientes e de desenvolvimento de produtos e novas iniciativas em oito regiões, incluindo América do Norte, Europa e América Latina.

Patricia Peck

O que é o direito de propriedade intelectual na era da web 2.0? Direito autoral ou cultura do remix? Será o fim do copyright? O que nos aguarda? Perguntas como essas estão na cabeça de produtores de conteúdo, veículos e empresas. O assunto ganhou força em função de decisão recente da Justiça dos EUA, que deu ganho de causa ao YouTube em processo movido pela Viacom. A ação tinha como alvo cópias não autorizadas de filmes, programas e séries de TV, por usuários do site do Google.

Uma das maiores especialistas em direito digital do Brasil, a advogada Patricia Peck, colunista do IDG Now! faz um paralelo deste caso com o do site Pirate Bay, que permite o download de conteúdo multimídia, muitos dos quais protegidos por direitos autorais. A sobrevivência do site está ameaçada por processos na Europa. Seria o YouTube uma espécie de Pirate Bay? Para a Dra. Patricia, não.

Michel Lent

Se durante décadas o jornalismo se sustentava por meio de receitas de assinaturas, venda em bancas e publicidade, hoje as empresas jornalísticas se veem na berlinda em função da cultura do conteúdo grátis na web. Para Michel Lent, gerente-geral da Ogilvy Interactive, há um detalhe nessa história que não recebe a devida atenção ou está sendo esquecido: se ninguém pagar pelo conteúdo, como os produtores de conteúdo pagarão suas contas?

Lent acrescenta que, na medida em que os modelos ‘tradicionais’ de produção e distribuição de conteúdo sumam do mapa, não há necessariamente modelos que os substituam, o que pode trazer sérias consequências não apenas para a indústria da comunicação, mas para a sociedade em si.

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VIA anuncia mini computador que cabe na palma da mão


Aparelho pode ser acoplado ao monitor por meio de um suporte

A fabricante VIA Technologies anunciou um mini computador que cabe na palma da mão. O aparelho modelo VIA Artigo A1100 chegou à Índia e não há preço sugerido para venda no Brasil. Ele possui microprocessador 1,2 GHz 64-bits, processador gráfico e suporta vídeo em alta definição.

O usuário pode escolher entre a saída VGA ou porta HDMI para plugar o monitor. Há também conexão para rede, cinco portas USB e suporte para fixar a mini CPU na parte traseira do monitor. A tela e suporte são vendidos separadamente.

O usuário pode comprar módulos opcionais, como porta para rede sem fio ou leitor de cartão de memória SD. Os pentes de memória, disco rígido e sistema operacional não acompanham o produto.

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Linux Foundation cria software para ajudar empresas a divulgar código-fonte


niciativa visa evitar casos de empresas que não divulgam o código por falta de conhecimento ou medo de ter seus segredos revelados

A Linux Foundation divulgou em seu site uma iniciativa para ajudar empresas a disponibilizar código fonte dos programas que elas entregam, principalmente aqueles que usam equipamento com licenças livres, como a GPL. O intuito é evitar o desrespeito às licenças livres por falta de conhecimento dos aspectos legais ou operacionais de se divulgar o código.

Um dos aspectos do chamado “Open Compliance Program” são softwares que facilitam a liberação de um código. Há, por exemplo, uma ferramenta que verificar se não há comentários nos códigos que revelem informações confidenciais, como dados de futuras versões ou opiniões sobre a concorrência. Para o final do ano está previsto um software para identificar as atualizações do software de um sistema para outro, e gerar um relatório que pode ser usado para orientar os clientes. Há ainda aplicativos já conhecidos da comunidade, como o OSS Discovery, que vasculha computadores para identificar programas open source.

Outros aspectos do programa envolvem manuais e cursos de orientação e até modelos de documentos que facilitam a verificação e administração dos aspectos ligados ao código aberto. O diretor da Linux Foundation Jim Zemlin diz para a Ars Technica que o intuito do projeto é reduzir os custos para a empresa que quer usar software livre legalmente. Segundo ele, o projeto tem apoio de empresas, instituições como a Software Freedom Law Center (SFLC) e da comunidade de desenvolvedores.

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Seagate e Samsung se aliam em drives de estado sólido


A Seagate Technology e a Samsung Electronics fecharam acordo para desenvolver em parceria um componente essencial para drives de estado sólido (SSD), para atenderem um segmento pequeno porém crescente do setor de armazenagem de dados.

A Seagate, maior fabricante mundial de discos rígidos em faturamento, e a Samsung, maior fabricante asiático de eletrônicos em vendas, fecharam acordo para desenvolver tecnologias de controladores SSD.

As duas empresas anunciaram na quinta-feira que pretendem aproveitar as vantagens tecnológicas mútuas por meio de uma parceria para a exploração do mercado corporativo de SSD. Dispositivos que funcionam com essa tecnologia são considerados mais rápidos e resistentes do que os drives tradicionais, ainda que mais caros.

Dispositivos como esses são cada vez mais comuns em notebooks e computadores de mesa como o iPad da Apple, mas respondem por apenas uma fração dos sistemas de armazenagem empresariais, uma área que oferece margens de lucros mais elevadas.

"Eles estão enviando um sinal para que os grandes fabricantes de equipamento estejam preparados", para uma nova categoria de dispositivos SSD de classe empresarial, disse John Monroe, vice-presidente de pesquisa de equipamento para centrais de dados no Gartner.

Os controladores têm papel essencial para o desempenho dos SSD, administrando grupos de memórias flash de maneira que os dispositivos não se deterioram ao longo do tempo, um problema comum nos drives.

A Seagate já vende SSDs para clientes empresariais, por meio da linha Pulsar, lançada em dezembro de 2009.

O que quer que venha a surgir da parceria com a Samsung deve representar uma melhoria com relação à atual linha, disse Dave Mosley, vice-presidente executivo de vendas, marketing e gestão de linha de produtos.

"Provavelmente será um produto para 2012, não amanhã", disse Mosley. "Pode haver possibilidades mais cedo, a depender de como se desenvolva a propriedade intelectual."

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Microsoft lança correção de emergência para falha em atalhos


A Microsoft lançou nesta segunda-feira (2) uma atualização de emergência para uma falha no Windows Explorer. A vulnerabilidade está presente no processamento de ícones de atalhos em todas as versões do Windows, do XP ao 7. Usando a brecha, um criminoso consegue fazer com que a simples visualização de uma pasta resulte na infecção do sistema. Programadores de vírus têm usado o bug para criar pragas que se espalham por pen drives sem depender do recurso de execução automática (“autorun”).

O problema já estava sendo usado por hackers desde o dia 16 de julho, mas apenas algumas poucas empresas foram alvo dos ataques. A atualização pode ser instalada por meio do Microsoft Update ou das atualizações automáticas, no Painel de Controle.

O boletim de segurança MS10-046 foi publicado para dar informações sobre a falha e também sobre a atualização. A correção temporária publicada pela Microsoft precisa ser desinstalada antes que a correção definitiva seja aplicada.

A coluna Segurança para o PC do G1 não recomendou a solução temporária, porque ela causava problemas com a exibição de ícones. A atualização lançada hoje não deve causar nenhum efeito adverso.

Os primeiros ataques realizados com o uso da vulnerabilidade foram notáveis pela sofisticação. Componentes maliciosos estavam certificados por fabricantes de chips. Isso significa que essas empresas foram comprometidas para que seus certificados fossem usados para camuflar a presença do vírus. Os alvos da praga eram os programas SCADA – sistemas de controle usados em indústrias e no gerenciamento de usinas, estações de tratamento de água e aplicações do gênero.

A Microsoft costuma lançar atualizações apenas uma vez por mês, na segunda terça-feira útil. Este mês, seria no dia 10. A disponibilização de uma correção hoje é que a classifica como “emergencial”.
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Saiba como fazer com que seu texto ou apresentação abra em qualquer PC


Uma das dificuldades mais frequentes para quem precisa trocar arquivos é a forma mais conveniente de salvá-los, para que outras pessoas possam abrir em seus computadores. Quando criamos um arquivo de texto, uma apresentação de slides ou uma planilha de cálculo, por exemplo, estamos fazendo uso de aplicativos com finalidades específicas para cada uma dessas necessidades. Geralmente, há várias possibilidades de extensão para cada um dos tipos de documentos, que é aquele “ponto alguma coisa” registrado ao final do nome do arquivo.

É fácil de entender se você pensar que, quando você quer abrir um arquivo, você apenas clica nele e ele geralmente abre. O computador escolhe para você o programa mais adequado para mostrar o conteúdo das informações e permitir modificações. Desse modo, se é um arquivo de texto, um editor de texto irá abri-lo.

Se for uma música, um tocador de áudio executará o som. Isso é simples assim porque cada arquivo carrega consigo algumas informações, que, sem que você precise saber, se encarrega de dizer ao computador qual programa deve usar. Quando você clica no arquivo para abrir e o sistema não consegue, é porque, provavelmente, seu computador não está com o programa adequado instalado.

Daí a importância de entender um pouquinho só desses formatos se você deseja compartilhar arquivos e quer que eles sejam abertos por outras pessoas, sem transtornos. O assunto é abrangente, mas vamos pensar, por enquanto, nas suítes de escritório mais conhecidas.

Mas o que é uma suíte de escritório, afinal?
É um programa que reúne os aplicativos voltados a edição de textos, apresentações e planilha de cálculos (esses são os programas mais usados). Por meio desses aplicativos, é possível digitar desde um trabalho escolar até uma tese de doutorado ou então um contrato profissional.

Também uma suíte de escritório oferece ferramenta que possibilita desde o controle de gastos pessoais a um demonstrativo sofisticado de faturamento com aplicações na bolsa de valores. Com uma ferramenta de criação de slides, por exemplo, podemos produzir desde apresentações divertidas até exibições para palestras, aulas, reuniões de negócios etc. Ou seja, uma suíte de escritório é um conjunto indispensável para usuários de todos os níveis de exigência.


Das suítes de escritório mais populares, destacam-se o Microsoft Office e o OpenOffice.org (que, na versão em português, recebe o nome de BROffice). Cada uma dessas suítes, embora tenham a mesma finalidade, possue peculiaridades e diferenças na hora de salvar o documento. Por isso, é necessário observar alguns detalhes nesse momento, para que eles possam ser distribuídos sem problemas entre usuários de uma ou outra suíte.

Imagine que você tenha digitado um trabalho escolar de dezenas de páginas, caprichado na redação e que o prazo de envio do arquivo para professora esteja acabando. Caso ela não consiga visualizá-lo, não terá valido de nada todo o esforço. Se ela não especificou o formato do arquivo, é melhor ter atenção para garantir que ela abra o documento, independente do programa e versão que ela está usando.

Se você estiver usando o Microsoft Office 2007, a extensão que o editor de textos Word irá salvar o seu arquivo será .docx, que pode ser aberto sem problemas por quem usa a mesma versão do Office ou o OpenOffice.orgnas versões mais recentes. Mas se a professora do nosso exemplo tiver na sua máquina apenas uma versão anterior do Office 2007, ela não conseguirá abrir o trabalho.

A solução
Para evitar esse problema, o mais indicado é sempre salvar seus documentos de texto como Documento do Word 97-2003 (que abre em qualquer versão do Office da Microsoft ou no OpenOffice.org). Se forma uma planilha, salve como Pasta de Trabalho do Excel 97-2003, e uma apresentação de slides, procure salvar como Apresentação do PowerPoint 97-2003.

Agora vamos inverter os papeis: você recebeu o arquivo numa extensão que sua suíte de escritório não consegue reconhecer. Para solucionar isso, você pode instalar um complemento (no menu Baixar complemento) em versões do Office anteriores ao 2007 ou baixar e instalar o OpenOffice (em OpenOffice.org) que suporta este formato. Ambas soluções resolvem o problema sem qualquer custo. A diferença entre uma e outra é que a segunda permite a instalação completa de uma nova suíte em vez de simplesmente um novo complemento de compatibilidade.

Se você não é usuário de OpenOffice.org, lembre-se que essa suíte tem um padrão de formato diferente do que é suportado pelo Office da Microsoft.

Então, resumindo: se você não tem certeza de que as pessoas que irão receber o seu arquivo usam o mesmo programa que você, o mais recomendável é salvar como Microsoft Word 97/2000/XP.

Alguma dúvida? Deixe sua pergunta na caixa de comentários.
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Netbook: como escolher o seu


Processador, memória e modem 3G são itens importantes

Netbooks são computadores com o tamanho reduzido e criados para realizar tarefas cotidianas, como edição de texto e, principalmente, navegar na internet. Com preço médio de R$ 1.200, eles não têm o poder de processamento de notebooks convencionais, mas são fáceis de carregar em viagens ou para a sala de aula. Veja a seguir as principais características desses aparelhos e o que deve ser levado em conta na hora da compra.

Peso/Tamanho
Em média, um netbook pesa 1,3 quilo. As dimensões ficam em torno de três centímetros de altura, vinte centímetros de profundidade e trinta centímetros de largura. O tamanho da tela fica entre oito e onze polegadas.

Itens obrigatórios
Entre os recursos obrigatórios em qualquer netbook estão suporte a redes sem fio do padrão Wi-Fi, webcam e entradas para cartão SD.

Processador
É um dos principais fatores para determinar a velocidade de um computador. A maioria dos netbooks vem com o chip Atom, da Intel. Na média, ele tem velocidade de 1.6 MHz, mas alguns netbooks mais sofisticados têm chips mais rápidos.

Memória RAM
Há netbooks com 4GB de memória RAM, mas a maioria fica em torno de 1GB ou 2GB. Assim como o processador, quanto mais memória, mais rápida será a velocidade do computador ao realizar as tarefas.

3G
Ter um modem 3G embutido no netbook significa acessar a internet em muitos lugares onde não há sinal Wi-Fi, desde que haja cobertura de sinal da operadora de telefonia. Basta inserir o chip do celular no modem e navegar. Em alguns netbooks, comercializados em parcerias com operadoras, o modem 3G é bloqueado. Mas há modelos que aceitam qualquer chip.

Processamento gráfico
Nem todos os netbooks possuem processador dedicado aos recursos gráficos. Esse chip faz diferença na hora de assistir a vídeos de alta resolução e rodar aplicações gráficas de vídeo, entre outras atividades.

Por isso, um dos diferenciais dos netbooks mais sofisticados é a presença de um processador gráfico, normalmente da NVidia. No exterior já há diversos modelos equipados com a linha ION, a mais avançada entre os chips gráficos para equipamentos portáteis.

Armazenamento

Netbooks possuem em média 160GB de espaço para armazenamento. É mais do que suficiente para um equipamento desse tipo.

Alguns netbooks usam discos do padrão SSD (Solid State Disk). Eles funcionam de forma similar a memórias do tipo Flash (encontradas em pen drives) e não têm partes móveis. Por isso, são mais rápidos e resistentes do que os HDs convencionais. Por outro lado, são mais caros.

Teclado
Uma boa dica ao comprar um netbook é visitar uma loja e testar alguns modelos. Tente se acostumar com as teclas sem espaçamento e com a disposição entre elas.

O teclado de um netbook equivale à metade do tamanho de um teclado padrão. Pode ser cansativo passar horas digitando documentos em um netbook, ou utilizar mensageiros por muito tempo. Para compensar a falta de espaço, há a tecla “Fn”, que aciona as teclas de atalho, numéricas e de sistema.

Sistema operacional
Atualmente a maioria dos netbooks vem com os sistemas Windows XP e Windows 7. Há ainda alguns modelos com Ubuntu Linux. De modo geral, as opções com Windows são as mais adequadas, devido à quantidade de programas disponíveis para essa plataforma. O Windows XP é mais antigo do que o 7, mas é mais rápido.

Conheça melhor as diferenças entre sistemas operacionais.

Portas USB
Em média os netbooks possuem três portas USB. Lembre-se que ao plugar um mouse e um teclado, restará apenas uma porta. Escolha um modelo como maior número de portas possível.

Bluetooth
O padrão sem fio Bluetooth é útil principalmente para trocar arquivos com celulares. Alguns mouses sem fio também usam esse padrão.

Saída de vídeo
A maioria dos netbooks possui saída VGA. Ela permite conectar o equipamento a televisores e projetores, sendo útil em apresentações de trabalho. Alguns netbooks têm saída do padrão HDMI, que transmitem sinal de vídeo digital.

Drive de CD/DVD
Em geral, netbooks não possuem leitor óptico, mas alguns modelos mais recentes possuem leitor de CD e DVD.
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Windows 7 passa o Vista em número de usuários, aponta estudo


Windows XP lidera a lista de sistema operacional mais usado
Em julho, o Windows 7 ultrapassou o Windows Vista no ranking de sistemas operacionais mais usados, segundo um estudo feito pela consultoria NetApplications. A pesquisa feita pela empresa, que possui mais de três milhões de usuários cadastrados, segue a tendência de outros estudos e mostra que usuários no mundo todo estão abandonando o Windows Vista.

Entre todas as versões do sistema operacional da Microsoft, a mais utilizada é do Windows XP. A porcentagem de usuários que usam esta versão, anterior ao Windows Vista, é de 61,7%, mais que o dobro dos usuários do Vista (14,34%) e Windows 7 (14,46%) juntos.

O Windows 7 foi lançado em 22 de outubro de 2009, menos de três anos depois do anúncio do Windows Vista. Ainda segundo a NetApplications, o Windows está instalado em mais de 91% dos computadores no mundo todo. Em seguida está o Macintosh, com cerca de 5%, e o Linux, com 0,93%.

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Monitor com menos de dois centímetros de espessura chega ao mercado


Com tela de 21,5 polegadas, equipamento é feito com materiais recicláveis
A AOC está lançando no Brasil um monitor widescreen LED de 21,5 polegadas com 19 milímetros de espessura. Segundo a empresa, o monitor TV modelo e22t é fabricado com materiais recicláveis e proporciona 55% de economia de energia. O preço sugerido para o aparelho é de R$ 949.

O monitor Full HD possui o selo EPEAT Gold, ferramenta que compara eletrônicos por meio de suas características ambientais. O contraste é de 3.000.000:1 e o tempo de resposta de 5 milissegundos. Há também entrada HDMI e acabamento do produto em black piano e prata.
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Office 2011 para Mac chegará em outubro


Suíte de aplicativos será disponibilizada em 13 idiomas

A nova versão da suíte de aplicativos Office, que inclui os aplicativos Word, Excel e PowerPoint, para Macs chegará às lojas de mais de 100 países em outubro de 2010. A Microsoft lançou o Office 2010 para Windows no Brasil na semana passada.

O Office 2011 para Mac virá em dois pacotes: Home & Student ou Home & Business. Quem comprar versões mais antigas do Office 2008 para Mac até 30 de novembro de 2010 poderá fazer o download da versão 2011 sem nenhum custo.

O Office 2011 Home and Student inclui o Word, Excel, Power Point e o Messenger para Macs e uma licença custará US$ 119. Já a versão Home & Business inclui o Outlook e uma licença custará US$ 199. Há ainda, uma versão acadêmica, que custará US$ 99.

O Office 2011 estará disponível em 13 idiomas, entre elas espanhol, alemão e francês. A Microsoft ainda não divulgou se a versão em português chegará às lojas na mesma data.

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sábado, 31 de julho de 2010

Provedoras de banda larga podem oferecer só 10 porcento da velocidade contratada. E você assinou este contrato...



O serviço de banda larga no Brasil é um dos mais caros em todo o mundo. A qualidade do produto, porém, nem de longe é proporcional ao cobrado pelas operadoras. Além dos altos valores, as companhias não costumam entregar a velocidade de internet ofertada – e o pior é que elas estão amparadas pela Lei! Você pode nem ter reparado mas, no contrato que assinou, existe uma cláusula que garante à empresa fornecedora de banda larga o direito de oferecer apenas 10% da velocidade contrata sem sofrer represálias. Mas por que isso acontece?

Na verdade, esta é uma forma das empresas de internet otimizarem a rede. Se elas tivessem que garantir 100% da velocidade o tempo inteiro, a infraestrutura implementada teria que ser bem mais robusta. Da forma como é hoje, em horários de pico a velocidade cai. E elas também utilizam uma outra arma, o IP Dinâmico. Para entender esse lance de Ips: o IP, ou internet protocol, é como se fosse um endereço.

É um número que identifica o seu computador quando ele se conecta à rede. Agora, imagine o seguinte: você acaba de desconectar a sua banda larga normal aí na sua casa. Em seguida, seu vizinho conecta a internet dele.

Em vez da empresa ter 2 IPs, um pra cada um de de vocês, ela vai pegar o seu e transferir para o vizinho. Para a empresa é benéfico porque ela não precisa criar um IP para cada usuário. Por isso a infraestrutura é mais simples, barata, e consegue atender um maior número de usuários.

Mas existe uma outra forma de disponibilizar internet que é utilizada, principalmente, pelo mercado corporativo. Grandes empresas normalmente optam pelo Link Dedicado. As empresas que fornecem internet dessa forma garantem velocidade integral e sem quedas durante 99,9% do tempo. Para isso, é preciso muita infraestrutura.

"O Link Dedicado é um serviço de internet, como o próprio nome diz, ele é dedicado. Então ele é um serviço diferenciado, um acesso dedicado de internet para a empresa. Ou seja, há uma preocupação muito grande na estabilidade desse link, na velocidade desse link, é realmente um serviço que pretende ter uma estabilidade muito grande para empresas que necessitam de internet o tempo todo, 24 horas, e um suporte diferenciado para esse tipo de serviço", diz Matheus Spagnuolo, analista de produtos da Telium.

É... mas oferecer essa estrutura custa bastante. Alguns planos podem chegar a custar 3 mil reais por “apenas” 2 mega de velocidade. A questão é que, nesse caso, a velocidade é real. E o IP é só daquela empresa, não fica trocando de mãos – o que permite fazer várias coisas que nós, usuários domésticos, teríamos dificuldade...

"Para um cliente empresarial um IP fixo é importante, às vezes ele aplicações como servidores web ou banco de dados que rodam na rede dele e que precisam ser sempre acessados pelo mesmo IP. Então ele vai ter um IP fixo e esse é também um dos diferenciais do link dedicado", afirma Matheus.

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Veja a diferença entre os principais malwares e como se proteger dessas pragas


Cavalo de Troia, worms, Phishing... você já deve ter ouvido falar de todos esses problemas que importunam sua vida digital. E pior: é bem provável que você tenha sofrido um ataque virtual de algum desses malwares. De uma forma ou de outra, todos prejudicam o seu computador, mas você já parou para pesquisar o que é cada uma dessas pragas? Nós fomos consultar um especialista em análise de vírus para saber todas as diferenças e, é claro, descobrir como proteger nosso PCs desses vilões da web.

Um dos problemas mais conhecidos do dia a dia online são os phishings. A palavra traduzida para o português significa Pescaria. E é essa a ideia: pescar algum internauta desatento que não tenha conhecimento dos perigos que rodam pela internet. O phishing é o envio de e-mails usando o nome de empresas conhecidas, como bancos e lojas do varejo. A mensagem eletrônica pede que o usuário cadastre em um formulário falso dados pessoais, como número do cartão de crédito, agência bancária ou endereço, por exemplo. A partir dessas informações, os crackers conseguem realizar fraudes em nome dessas pessoas. Para não ter nenhum problema, a ação mais eficiente a se fazer, nesse caso, é apagar o e-mail e denunciá-lo como Spam. Pronto, uma dor de cabeça a menos.

No Brasil, o ataque virtual mais comum é o dos Trojans Banker - os que roubam informações financeiras do usuário, seja o número da conta ou do cartão de crédito. Eles são responsáveis por 95% das ameaças digitais encontradas pela web.

Os vermes, ou mais conhecidos como worms, já existem há mais de 20 anos. O primeiro worm foi criado por Robert Morris Jr., professor do Laboratório de Inteligência artificial do MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachussets, nos Estados Unidos. Esse tipo de ameaça é aquele que dissemina o vírus de um PC para o outro, transformando diversas máquinas em robôs, que continuam replicando o conteúdo infectado. Ao infectar um sistema, os worms deixam o computador vulnerável e podem deletar algum arquivo instalado na sua máquina. Além disso, as portas do seu PC ficam abertas para ataques futuros. Para não ser uma das vítimas, mantenha sempre seu antivírus com todas as atualizações. Além disso, faça varreduras diárias em todo o seu computador.

Os vírus propriamente ditos atuam de forma semelhante aos worms. Eles são como os vírus biológicos, que infectam praticamente todo o sistema. Você ganha o problema de presente quando executa algum arquivo com código malicioso, como uma apresentação em slides, por exemplo. Além desses, existe também o RootKit. Pelo nome pouca gente conhece, mas os prejuízos causados por esse malware são os mais pesados. "O RootKit é bem agressivo. Ele se instala no seu computador e a missão dele é ocultar outras ameaças e pragas. Dessa forma, o usuário tem a sua máquina afetada e nem percebe", avisa Fabio Assolini, analista de vírus da Kaspersky Labs.

Cada malware desses pode causar problemas diferentes para o seu computador, em maior ou menor proporção. Por isso é bom sempre ficar atento nos ambientes que você navega e nos novos tipos de ataques maliciosos que surgem no mundo digital. "Desconfie de tudo que você receba pela internet. Não acredite! Antes de clicar, faça uma pesquisa. Vá ao seu buscador e pesquise sobre aquilo. Talvez você descubra que aquele email é falso".
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Microsoft prepara patch urgente para falha crítica em todos os Windows

Todas as versões do sistema possuem a vulnerabilidade; Correção não prevista no cronograma comprova urgência da ação.

A Microsoft afirmou nesta sexta-feira (30/07) que soltará uma correção de emergência para uma falha crítica no Windows na próxima segunda-feira (2/08).

A companhia se diz satisfeita com a qualidade da atualização “out-of-band” (expressão usada para dar nome a um patch não estava previsto no cronograma), mas também advertiu que os ataques que exploram tal vulnerabilidade aumentaram recentemente.

“Nos últimos dias, notamos um maior número de ataques que se aproveitam da falha”, confirmou Christopher Budd, porta-voz do centro de segurança da Microsoft (MSRC, na sigla em inglês), no blog oficial da equipe. “Acreditamos que essa atualização é o melhor que podemos fazer para proteger nossos usuários”.

Há duas semanas, a gigante dos softwares admitiu uma vulnerabilidade no Windows que permitia a invasão da máquina a partir dos atalhos de aplicativos, tanto os presentes na área de trabalho do sistema como na barra principal. Transformando tais ícones em arquivos maliciosos, crackers podiam executar malware assim que o usuário clicasse em um deles.

Histórico
O bug foi primeiramente identificado por uma pequena empresa de segurança digital, a VirusBlokAda, com sede em Belarus. No entanto, ganhou repercussão quando Brian Krebs, especialista na área, divulgou em seu blog a notícia, em 15 de julho. Um dia depois, a Microsoft consentiu e avisou que a falha já estava sendo explorada por um worm chamado de “Stuxnet”, que atingia, principalmente, sistemas de controle industrial ou firmas de porte.

O código de exploração foi rapidamente difundido pela internet, o que levou a Microsoft a iniciar uma campanha para diminuir os prejuízos causados, resultando, por fim, na atualização de emergência.

“O Sality, por exemplo, é um vírus poderoso, conhecido por infectar e apagar muitos arquivos, se espalhar via dispositivos móveis, como pen drives, desestabilizar a segurança do sistema operacional e ainda baixar outros malwares perigosos”, escreveu Holly Stewart, do centro de proteção a malwares da Microsoft, nesta sexta-feira no blog oficial do departamento. “É também um vírus muito popular, pertencente a um tipo de praga que tem aparecido muito este ano”.

Depois que o Sality começou a se aproveitar da vulnerabilidade, o número de PCs infectados cresceu aceleradamente. “Em pouco tempo, ele ultrapassou o Stuxnet em termos de máquinas invadidas. E nós sabemos que é uma questão de tempo antes que outras famílias de vírus comecem a utilizar a mesma estratégia”, completou Stewart.

Todas as versões do sistema operacional possuem o bug. Desde o Windows 2000 , passando pelo Windows XP SP2, que acabou de ter seu suporte técnico finalizado, até o recente Windows 7 com seu último pacote de atualização, o SP1.

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Orkut ajusta recurso de scraps privados


Usuários agora podem escolher entre quatro níveis de privacidade
O recurso para enviar scraps privados para os amigos voltou a página de recados do Orkut. A rede social lançou a ferramenta no início de junho e, por reclamações dos usuários, a cancelou há cerca de um mês e meio atrás. “Acabamos de fazer nossa lição de casa”, diz Victor Ribeiro, diretor de gerenciamento de produto do Google Brasil.

A nova função só está disponível para usuários da nova interface do Orkut. Ao escrever um novo recado, o usuário pode escolher o nível de privacidade da mensagem entre Privado, Todos os amigos, Público ou selecionar um grupo de amigos. Quando lançou o recurso, só era possível escolher entre deixar o scrap visível a todos ou só para quem o usuário estava escrevendo.

Se o usuário não trocar as opções iniciais, nada mudará. Os níveis de privacidade dos recados ficarão visíveis para todos os usuários, assim como já acontece com as fotos publicadas na rede social.

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Windows 7 gasta menos energia no mesmo computador do que o XP


Economia pode chegar a 25%, segundo a consultoria que fez as medições; diferenças são maiores se drivers do sistema não forem atualizados.

A MindTeck (www.mindteck.com), consultoria especializada em sistemas de baixo consumo, publicou como parte de um artigo o resultado da comparação entre o consumo de energia do Windows XP com o do Windows 7. Os resultados indicam que a versão mais recente é mais econômica em todas as configurações testadas, e a diferença de consumo do pode chegar a 25%.

Um fator importante para a pesquisa eram os drivers do processador, que é o elemento de maior consumo dentro de um PC. Por isso, ao usar a configuração de fábrica, o Windows 7 tem uma vantagem ampla – seus drivers já são mais modernos, pois o sistema foi lançado depois. Porém, mesmo após todas as atualizações, o Windows XP ainda consome mais energia.

Outro recente (e polêmico) estudo comparou o consumo entre o Windows 7 e o Ubuntu Linux 10.04 (www.tinyurl.com/28do2of) em um netbook e também chegou à conclusão de que o Windows 7 consome menos bateria. E pelo mesmo motivo: o driver padrão usado pelo Ubuntu era desatualizado em relação ao que vinha “de fábrica” no Windows. Essa pesquisa gerou protestos (inclusive de leitores da Geek) porque é possível escolher manualmente drivers melhores para o Ubuntu – mas não é uma operação simples e o usuário precisa adivinhar que ela tem que ser feita, o que espantaria os menos técnicos.

Na comparação entre o Windows 7 e o XP, o site Ars Technica também aponta para o curioso resultado em computadores mais antigos, em que o Windows 7 tem consumo energético ainda menor. O equipamento usado, um Pentium 4, estava no mercado na época do lançamento do XP. Além deste computador, várias configurações diferentes para computadores e até um netbook também foram testados, sempre apontando para economia de energia a favor do sistema operacional mais novo.

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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Discos Blu-ray de 100 GB já estão à venda no Japão


Sharp começa a entregar na sexta-feira (30/7) mídias que seguem o padrão BDXL; TDK deverá oferecer suas mídias em setembro.

A capacidade de armazenamento de discos Blu-ray dobrou. Empresas como Sharp, TDK e Verbatim já se preparam para lançar discos que armazenam até 100 gigabytes de dados.

Na sexta-feira (30/7), a Sharp vai começar a vender, no Japão, o primeiro disco Blu-ray com capacidade de 100 GB. O disco VR-100BR1 pode ser gravado apenas uma vez e está em conformidade com a especificação BDXL, que foi anunciada em abril pela Blu-ray Disc Association.

Na semana passada, a TDK anunciou que começaria a vender discos de 100 GB em setembro, de acordo com comunicado da empresa traduzido com ajuda do Google Translate. Na terça-feira (27/7), a empresa de hardware Verbatim anunciou que entregaria discos de 100 GB em 2011.

Os discos Blu-ray vendidos atualmente oferecem capacidades de 25 GB em camada única e de 50 GB em duas camadas. O disco de 100 GB adiciona uma terceira camada de armazenamento, para capacidade extra.

Em teoria, mídias que seguem o formato BDXL seriam capazes de oferecer até 128 GB com uma quarta camada.

Mas as mídias BDXL não funcionarão com os drives de Blu-ray disponíveis hoje – será preciso comprar drives novos. A Sharp também anunciou novos gravadores Blu-ray Aquos BD-HDW700 e BD-HDW70, capazes de gravar dados em discos de 100 GB. Os gravadores também começarão a ser vendidos no Japão em 30/7.

Backups

Os discos Blu-ray são mais conhecidos como meio de distribuição de filmes, mas a Blu-ray Disc Association propõe o uso do BDXL em outras aplicações, como backup de dados e armazenamento de vídeo de alta definição. A associação argumenta que a mídia de alta capacidade não é necessária para filmes, pois 50 GB são suficientes mesmo para filmes de alta definição em 3D criados no formato Blu-ray 3D.

Como os drives DVD+/-RW, os gravadores BDXL poderiam ser utilizados para gravar dados, vídeos e imagens. Os gravadores gravarão os discos a velocidades entre 2x e 4x e poderiam ser utilizados em set-top boxes para gravar transmissões de TV.

A Sharp e a Verbatim disseram que suas mídias de 100 GB terão capas para proteger os dados e prevenir arranhões. Informações sobre preço e distribuição global não foram fornecidas nem pela Sharp, nem pela TDK.
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Cinco avisos antes de mudar do Windows para o Linux


As distribuições Linux estão cada vez mais fáceis de usar, mas o sistema da Microsoft ainda é mais confortável e prático.

Um cliente feliz pode até contar a alguém a razão de sua alegria. Um cliente infeliz, por sua vez, espalha aos quatro cantos os motivos de sua insatisfação. Converter-se ao mundo Linux antes de tomar uma boa dose de realidade pode transformá-lo em um indivíduo do segundo grupo. Se me permitam ser totalmente honesto, afirmo: o Linux ainda não é para todos. Por mais que o Ubuntu, o Mandriva e algumas outras distribuição cheguem perto, o Windows continua sendo mais fácil de usar.

Dito isso, não quero dar a questão por encerrada. Existem muitos motivos para trocar o sistema operacional da Microsoft por um de código aberto. Seus negócios e sua produtividade dependem da estabilidade de seus computadores, da felicidade dos funcionários, e da habilidade, sua e deles, em trabalhar da maneira mais eficiente que puderem, com o menor número de ocorrências possível. Se você, realmente, pensa em descartar o Windows de seu maquinário, existem algumas questões das quais deve estar ciente antes de prosseguir com o plano. O Linux é, de fato, uma plataforma incrivelmente útil, interessante e versátil, porém, tem as suas falhas. A seguir, uma lista para que você já comece a se familiarizar com elas.

Não é Windows

Por mais óbvia que seja essa observação, você não deve esperar que o Linux se comporte como o Widnows. Há algumas similaridades: os gráficos, os menus, as aplicações representadas por ícones, temas para desktop, enfim, a maioria das coisas que você já conhece do da área de trabalha no sistema da Microsoft. Parece Windows, mas não é. Seus fãs dizem que é melhor, por ser mais estável, por suas variadas funcionalidades e por seu preço absurdamente baixo – convenhamos, é difícil ser mais barato que a gratuidade.

No entanto, o Linux não consegue imitar o Windows no que ele tem de melhor, pelo menos, aparentemente. Por ser o sistema operacional mais usado no mundo, ele conta com uma série de vantagens: milhares de desenvolvedores devidamente empregados, uma máquina de marketing enorme, suporte técnico de terceiros, muitos anos de validade, e uma dedicada base de usuários, tanto no setor corporativo quanto no âmbito doméstico. Não é de se espantar que a Microsoft domina o mercado dos computadores e os dólares que este mundo rende.

De certa maneira, a batalha entre Windows e Linux é como aquela outra, entre o VHS e o Betamax. O segundo, mesmo sendo superior, perdeu a guerra por nunca ter caído no gosto do mercado. O Linux é uma versão moderna do Betamax. Não é o Windows. Nunca será.

E não é Unix

O Linux tem muitas da qualidades do Unix, como a interface de seu sistema de arquivos, seu suporte para que muitos usuários utilizarem o mesmo dispositivo, a propagada estabilidade e eficientes recursos de segurança. Ainda assim, o Linux também é muito diferente das distribuições comerciais do Unix. Mesmo que que rode confortavelmente em hardwares x86, tenha boa disposição para a virtualização e possa ser carregado em um pen drive, as disparidades persistem.

A extrema versatilidade do Linux torna-o único para pequenas companhias, médias empresas e máquinas para o consumidor final. O Linux é um tipo de Unix, mas não no sentido pleno da palavra. Alguns desenvolvedores o chamam de clone. Tanto um quanto o outro sofrem como o mesmo problema em questões de compatibilidade. Por exemplo: se você estiver rodando sua aplicação em um IBM AIX, o programa será tão mais compatível em um Linux quanto seria em um Sun Solaris ou em HP-UX.

Impressoras e outros periféricos

É verdade: o Linix não tem muitas opções em se tratado de suporte a periféricos. Se você já tentou configurar uma impressora para funcionar com o sistema, provavelmente já perdeu alguns fios de cabelo nessa tarefa. Há um grande número de aparelhos compatíveis, mas se justamente aquele que você comprou não estiver na lista, bem, desejo-lhe sorte. Depois de horas gastas com pesquisa em fóruns na internet, você poderá descobrir que a impressora não é mesmo compatível e nem é capaz de simular o funcionamento de outra que seja suportada.

Nessa área, o Linux traz mais dores de cabeça que qualquer outro sistema operacional moderno. A solução para a questão é, antes da compra, checar quais dispositivos a distribuição que você possui aceita. Caso contrário, e com algum azar, você terá que dispensar a impressora já adquirida; la não terá mais utilidade mesmo.

Documentos e arquivos

Esse problema em particular está mais relacionado com as aplicações que funcionam no Linux que com o sistema em si mesmo. Você descobrirá que a maioria das extensões populares de arquivos para Windows, como as do Office ou do Photoshop, podem ser abertas e editadas em um programa similar disponível para o Linux. No entanto, alguns documentos poderão não ser suportados nativamente pelo Open Office, suíte de escritório, ou pelo GIMP, equivalente ao Photoshop, pois possuem alguma espécie de “bloqueio proprietário” que obriga que sejam abertos apenas pelos softwares que os criaram. Usuários de Linux, por vezes, procuram por táticas para superar esses obstáculos; converter o arquivo para um formato mais usual, em geral, resolve o empecilho, mas requer conhecimento técnico superior.

Competências técnicas necessárias

Usuários de Linux precisam de um conhecimento técnico mais avançado para fazer com que as coisas funcionem. Isso não quer dizer que pessoas menos hábeis não conseguirão usá-lo, mas para algumas atividades mais complexas – como configurar um periférico que não seja reconhecido rapidamente pelo sistema ou instalar um software que não esteja dentro de um pacote disponível – certas aptidões serão necessárias. Configurar um servidor Linux é relativamente simples, mas para habilitar alguns de seus serviços um profissional mais qualificado é recomendável. Se você for do tipo que gosta de mexer em computadores, aprender coisas novas e celebrar conquistas na área da informática, o Linux, com certeza, é para você.

Conclusão

Por fim, a mudança para o Linux requer certa dedicação para se informar sobre as particularidades do sistema, investigar o modo como a plataforma funciona e, lógico, um pouco de paciência na hora de resolver as dificuldades que surgirão. Saiba que o Linux não suporta todo periférico disponível no mercado. Mas, acredito, caso você esteja certo de sua escolha, já deve estar ciente de que os obstáculos existem e alguns sacrifícios terão que ser feitos pelo caminho.

Se preferir continuar com o confortável e o familiar, fique com o Windows. Se quiser nivelar por baixo o maquinário corporativo, gaste mais dinheiro e compre produtos da Apple. Ou, finalmente, se estiver disposto a sofrer um pouco e fazer algumas concessões , use o Linux em seus servidores e experimente um novo tipo de liberdade.
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Evento "Linux in Rio" inicia inscrição de trabalhos


"Linux in Rio" terá a presença de Jon Maddog Hall; prazo para submissão termina em 6/8.

Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos ao Linux in Rio, evento sobre software livre que será realizado em 3/9 em Duque de Caxias (RJ).

Com duração de um único dia, o encontro terá como um dos destaques a participação do diretor executivo da Linux International, Jon Maddog Hall, que falará sobre modelos de negócios com software livre.

Os trabalhos a serem enviados deverão ser enquadrados em algumas das oito trilhas possíveis, como Administração de Sistemas, Desenvolvimento, Segurança, Governo e Educação, entre outros. O prazo para envio termina em 6 de agosto.

As inscrições para participação custarão 30 reais e poderão ser feitas a partir de 1.º de agosto, em www.linuxinrio.com.br.
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