quinta-feira, 10 de junho de 2010

Quatro serviços da Microsoft que superam as expectativas


Conheça recursos online oferecidos pela fabricante de software que vão mudar sua maneira de pensar a web.

Sabe aquele cavalo azarão que, correndo por fora e para surpresa geral da nação, leva o páreo principal? Então. Essa seria uma boa maneira de descrever alguns aplicativos web da Microsoft. A gigante conhecida predominantemente por desenvolver sistemas operacionais e aplicativos para edição de texto e planilhas de cálculos detém alguns programas para a internet super interessantes. Entre estes podem ser citados aplicativos da suite Office Web, softwares para mapeamento geográfico e interfaces para compartilhar conteúdo de seu desktop com outros usuários na internet.

Lá vai. São quatro dicas de serviços da empresa de Bill Gates, que podem surpreender.

Office Web Apps

Já disponíveis no exterior e chegando em breve ao Brasil, junto com a versão 2010 do Microsoft Office, a suíte Office Web Apps é a versão gratuita dos populares MS Word, Excel, PowerPoint e OneNote – acessível pelo navegador. Para usar os programas tudo que o usuário precisa é uma conta no Windows Live (um email do Hotmail, por exemplo) e documentos no Windows Live SkyDrive. Mas, como? Basta acessar o endereço skydrive.live.com e selecionar a opção de adicionar arquivos ao seu disco virtual. Em seguida será exibido o conteúdo da pasta virtual. Para poder editar os documentos você deverá clicar em “Join our preview program to create, edit, view and share Office documents online!” (una-se ao nosso programa de preview para criar, editar, visualizar e compartilhar documentos do Office online! – em tradução livre).

Depois disso concorde com os termos de uso e pronto, você está apto a usar o Office Web Apps.

Para começar a usar os aplicativos, será necessário voltar para o SkyDrive, selecionar o arquivo que deseja editar e acionar a opção “Edit” no menu apresentado. Por enquanto apenas arquivos Excel e PowerPoint podem ser alterados online. A opção se estenderá para arquivos do Word e do OneNote apenas após o lançamento final do serviço.

O Bing Maps Streetside

A última versão do buscador da MS apresenta um recurso batizado de Streetside (que lembra o Google Maps Street View), e possibilita visualizar imagens das ruas em cidades norte-americanas. A Microsoft tem um longo caminho a frente se quiser se equiparar aos milhares de quilômetros de ruas já fotografados pelo serviço do Google, mas, pelo que demonstra, o serviço da MS será uma alternativa a considerar. Não há mapas do Brasil, mas você pode passear por várias cidades dos EUA.

Para usar o Bing Maps, o usuário deverá acessar o site bing.com/maps e clique no item Try it now! (experimente já – traduzido do inglês). O recurso precisa do Silverlight (alternativa da Microsoft ao Flash) para funcionar, e avisa: O seu navegador pode não oferecer suporte a esse recurso (estávamos usando o Chrome). Uma vez instalado e rodando, o Silverlight oferece uma bela visão ao internauta. Para controlar a navegação, o usuário aciona uma bússola no rodapé do mapa e arrasta o ícone do Streetside (a figura de um homenzinho azul) para dentro do mapa. Aumentar o zoom nesse caso é mais fácil que no Google Street View.

O Bing Maps salva o histórico de navegação em uma barra lateral e oferece a alternativa de navegar entre locais previamente visualizados.

O serviço oferece opção de integração com outros programas como o Foursquare, Twitter e com o site da National Geographic. No caso do Foursquare, o aplicativo exibe uma relação de pontos recentes por onde você passou e dicas sobre restaurantes e outros locais próximos aos que você visualiza no Streetside.

Integração do Hotmail com redes sociais

Por acaso você conhece alguém que usa o Hotmail, mas resiste a entrar para as redes sociais como o Facebook? Uma opção é importar suas atividades sociais para dentro do site do Windows Live. Isso inclui os posts no Facebook, Tweets e fotografias do Flickr. Ao atualizar qualquer um desses serviços, seus contatos do Hotmail poderão receber uma notificação dessas alterações.

Para configurar esse serviço, vá para a homepage do Windows Live e clique em “mais opções”. Um menu irá abrir, e você poderá selecionar a opção “adicionar atividades na web”. O internauta é conduzido até uma página em que pode selecionar os serviços com os quais quer integrar a conta do Windows Live; Facebook, Hulu, MySpace, Twitter e mais uma boa dezena de serviços estão disponíveis, incluindo blogs do Wordpress. Ao adicionar serviços, as atualizações nas redes sociais escolhidas anteriormente serão concentradas na página do seu perfil do Windows Live.

Assim que o novo Hotmail entrar no ar, você poderá ficar por dentro das atividades de seus amigos na web.

O SkyDrive e sua integração à área de trabalho do Windows7

Sem sombra de dúvida, uma das vantagens em usar o SkyDrive são os 25GB de espaço: seus problemas de espaço em disco literalmente “se acabaram-se”. O Google Docs limita o volume de arquivos a 1 GB. A estrutura de diretórios apresentada pelo SkyDrive lembra em muito a do Windows Explorer (o gerenciador de arquivos do Windows). A “mão na roda” fica evidente quando notamos a opção de integrar a pasta virtual à área de trabalho do Windows.

Há diversas maneiras de fazer isso. Para usuários do Windows 7, o mais fácil é instalar o SkyDrive Simple Viewer que, como a maioria dos aplicativos não corporativos para a web, é grátis. Antes de tentar arrastar sua pasta para o desktop, continue lendo esse artigo.

Você terá de relacionar sua Live ID à conta de usuário do Windows 7. Para tal vá até o painel de controle e ative a opção de Contas de Usuários (altere a visualização dos ícones para o tamanho grande).

Selecione a conta local que deseja vincular a um Live ID e clique no link “Vincular Identificações Online” na lista à esquerda da janela. Clique em “Adicionar um provedor de ID online”. Daí em diante basta informar os dados de sua conta no Live e seguir as instruções. Ao final desse processo você poderá baixar o aplicativo, descompactá-lo e começar a usar a pasta virtual como se ela fosse um item dentro de seu disco rígido.

Quem ainda estiver rodando a versão XP do sistema da Microsoft pode instalar o SDExplorer Utility para acessar o conteúdo do Windows Live SkyDrive.
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Segundo Microsoft, velocidade do Javascript não é tudo no browser


Em evento para desenvolvedores, MS diz que o novo IE9 será o mais veloz dos navegadores; versão ainda não tem data de lançamento.

A corrida para ver quem desenvolve o motor de JavaScript mais veloz para navegadores não da sinais de esfriar. O gerente sênior de produtos da Microsoft, Pete LePage, aproveitou o evento Microsoft TechEd, realizado em Nova Orleans ( EUA) esta semana, para dizer à audiência que a velocidade de execução dos scripts é apenas um dos muitos fatores que influenciam a performance dos browsers.

“A velocidade de renderização dos navegadores é um resultado composto por diversos fatores. Ter uma engine de JS (JavaScript) robusta não faz milagres, e é injusto atribuir-lhe o fardo do fracasso ou os louros do sucesso dos navegadores”, afirmou.

A apresentação de LePage concentrou o foco na última versão para desenvolvedores do IE9.

Testes

Para reforçar seus argumentos, LePage – integrante da equipe de desenvolvedores do browser da Microsoft – exibiu resultados de análises de quatro sites diferentes, executadas pelo time do IE. Duas páginas continham aplicações do Excel para web, os outros dois eram sites de notícias.

No caso dos sites que abrigavam os aplicativos Excel, a execução do JavaScript ocupou menos de dez por cento de toda a carga de trabalho demandada para renderizar a página. Já na vez das páginas de notícias, essa participação subiu para a faixa entre 20 e 35%.

Os números não mentem.

É correto afirmar que a execução dos scripts Java é responsável por uma fração razoável da carga de trabalho; mesmo assim, está longe de ser o principal processo a consumir os preciosos recursos. Houve outras tarefas que aumentaram o tempo de carregamento das páginas. Entre elas, a renderização, respondendo por 20% do tempo em todos os casos, e layout, responsável por uma fatia entre 10% e 30%. Na tabela de fatores importantes para determinar o tempo de carregamento de algumas URLs ainda merecem ser mencionados a formatação, o CSS e a depuração do código HTML.

“Turbinar a rotina de execução do JavaScript é importante, mas nos obriga a acelerar outros quesitos também. Teremos de incrementar a velocidade de renderização, enfim, melhorar o sistema em geral”, diz LePage.

A forma mais usada para medir o nível de eficiência do JS foi rodar o aplicativo SunSpider JavaScript Benchmark. LePage diz que essa ferramenta é interessante, pois revela a velocidade em que determinados processos são executados. Mas quando o negócio é aferir a velocidade do navegador, o SunSpider não é ideal.

Quase um pedido de desculpas

Todo o discurso tinha a finalidade de combater a percepção generalizada sobre o fraco desempenho da máquina Java do IE9. Para a próxima versão do browser, uma série de modificações nessa engine estão sendo implementadas.

Uma delas consiste na interpretação dos códigos Java, logo após serem baixados. Além disso a nova versão poderá lançar mão de núcleos adicionais da máquina cliente na hora de converter o script em zeros e uns. “Assim que migramos para código compilado, este passou a rodar significativamente mais rápido”, emenda o executivo.

Talvez uma das características mais notáveis será a capacidade de transferir a renderização dos elementos gráficos para as GPUs (unidades de processamento gráfico).

Sobre a concorrência

Ao demonstrar a robustez do novo navegador, LePage o submeteu à avaliação do SunSpider e, em seguida, comparou os resultados à performance aferida com a versão 8 do IE, que levou 3800 milisegundos para realizar a tarefa. A versão ainda em desenvolvimento do IE9 (Platform Preview 2) deu conta do processo em menos de 500 milisegundos, e bateu a performance das versões 3.6 e 3.7 do Firefox, comemora Le Page.

Para deixar claro que a transferência de tarefas de renderização de elementos gráficos e a nova engine JS aceleraram o IE9, LePage executou uma demonstração a partir do site de testes da Microsoft com ícones animados a base de scripts Java. Com o IE9, os ícones apresentavam uma animação suave à velocidade de 60fps (quadros por segundo). Em seguida, LePage exibiu a mesma página usando o Chrome. Sem os recursos de compilação de código e de uso das GPUs, o software sofreu para manter o ritmo de 2 fps.

HTML5

O presidente de software e de ferramentas Microsoft, Bob Muglia não perdeu a oportunidade, no começo da semana, de ressaltar a maneira harmoniosa em que o IE9 vai interpretar o HTML5 e como vai se relacionar com os novos padrões web. LePage endossou as afirmações do colega, mas sem proclamar de maneira tão enfática a tal da harmonia perfeita.

“Ser capaz de interpretar o HTML5”, diz LePage, “ ele será, mas não é possível estender essa afirmação para todas as especificações. Em parte porque elas ainda estão em desenvolvimento. O relatório de especificações do HTML5 cresceu em mais de 200 páginas desde fevereiro deste ano”, ressaltou.

Segundo LePage, a Microsoft não está poupando esforços para aumentar o suporte ao HTML5. É um processo em pleno andamento que, literalmente, não tem data para acabar.

Reticente

Sobre o suporte ao Canvas (elemento pertencente ao código HTML5 e que permite uma renderização dinâmica de gráficos em duas dimensões) o executivo preferiu não se manifestar. O silêncio também ecoou forte ao ser indagado sobre a previsão de lançamento da versão 9 do IE.
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Novo PC all-in-one da Lenovo terá disco rígido de 1TB


O ThinkCentre M90Z possui tela de 23 polegadas, processador Intel Core i3 ou Core i5 e permitirá gerenciamento remoto. Custará a partir de 899 dólares.

A Lenovo anunciou, nesta quinta-feira (10/6), a chegada do seu novo computador touchscreen all-in-one, batizado de ThinkCentre M90Z.

O produto possui uma tela de 23 polegadas e terá suporte a tecnologia vPro, da Intel, que permite a gestão e manutenção do aparelho remotamente. O PC utilizará os processadores Intel Core i3 ou Core i5, e oferece até 1 TB de armazenamento. Além disso, pode ser configurado para incluir a plataforma vPro, da Intel, um conjunto de tecnologias de hardware e software para melhorar a segurança do sistema e facilitar o gerenciamento remoto.

Utilizando a plataforma, os administradores do sistema serão capazes de garantir a segurança no ambiente de trabalho, desabilitar remotamente os sistemas de bloqueio e acesso aos dados. Também é possível obter acesso antes inicialização dos sistemas, o que ajuda a resolver problemas no disco e no sistema operacional. A manutenção remota do sistema pode ser feita via redes cabeadas ou wireless.

"O novo PC é dirigido, principalmente, para o público corporativo, que está adotando cada vez mais aparelhos touchscreen, apresentando resultados eficazes em segmentos, como escolas e hospitais", declarou Bill Dominici, gerente de produtos da Lenovo.

O ThinkCentre M90z está disponível em todo o mundo, a partir de 899 dólares.
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Adobe divulga versão final do Flash Player 10.1


Aplicativo foi desenvolvido para trabalhar em conjunto com placas de vídeo

A Adobe anunciou hoje a versão final do Adobe Flash Player versão 10.1. A versão recém-lançada apresenta melhor rendimento de áudio e aproveita a aceleração gráfica das placas de vídeo.

Muitos sites utilizam a plataforma Flash para criar sites e vídeos. O plug-in é requerido, por exemplo, para assistir vídeos no YouTube. Segundo a desenvolvedora, o aplicativo está presente em 98% dos computadores conectados à internet.

A versão Flash Player 10.1 traz melhorias no suporte a filmes em alta definição. Isso significa que muitos dos travamentos que os vídeos em alta definição apresentavam podem ser corrigidos.

Esta é a primeira versão do Flash projetada para funcionar de modo igual em computadores, tablets e outros dispositivos móveis. Atualmente, muitos celulares usam o Flash Lite, uma versão menos poderosa do aplicativo.

A versão disponibilizada hoje é válida apenas para computadores, mas espera-se que o Flash 10.1 também ganhe versões para tablets com Android e smartphones em breve. A versão 10.1 também está disponível para Macintosh, mas essa versão não inclui aceleração gráfica.

Baixe aqui: Flash Player 10.1
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3M e Samsung lançam monitores com alimentação via USB


Os monitores de ambas as empresas têm 18,5 polegadas e funcionam a partir da energia oferecida pelas portas USB, que em breve serão comuns na maioria dos computadores.

Hoje em dia os mais diversos dispositivos se utilizam das portas USB para o sincronismo de dados, para o próprio funcionamento ou para a recarga de baterias, mas a novidade são os monitores USB, apresentados pela Samsung e pela 3M.

O modelo da Samsung, fabricante coreana de monitores, tem baixo consumo de energia com uma tela bastante espaçosa – são 18,5 polegadas e consumo de apenas 6,3 watts, conforme informações do site Network World. A resolução chega a 1366×768 pixels com taxa de contraste de 1000 para 1, e o único ponto negativo do dispositivo é a sua vida útil – como ele utiliza a tecnologia LED, o aparelho tem um tempo estimado de funcionamento de 30 mil horas, pouco mais da metade das 50 mil horas dos atuais monitores de LCD, lembra o site Übergizmo.

O monitor da 3M tem algumas configurações semelhantes ao da Samsung, também tendo 18,5 polegadas com a mesma resolução de 1366×768 pixels e baixo consumo de energia. A grande diferença é que ele não só obtém energia via USB, mas também utiliza a porta USB 3.0 como interface de vídeo, de acordo com o site CrunchGear. Assim, ele acaba fazendo uso de duas portas USB de forma simultânea, mas não necessita de conexões VGA, HDMI ou semelhantes.

Segundo o site Pocket Lint, atualmente o fato de um monitor como esse utilizar portas USB 3.0 pode ser um pouco limitante, já que a tecnologia é razoavelmente recente, mas provavelmente nos próximos anos o USB 3.0 vai acabar se tornando um componente padrão de todos os novos computadores, e deixará de ser um fator limitador do uso de monitores como esses.
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Linha de notebook Sony Vaio E chega ao Brasil


Modelos são coloridos e trazem saída HDMI

A Sony está trazendo para o Brasil a linha E de notebooks Vaio. Todos eles são equipados com tela LCD de 14 polegadas e processador Intel Core i3. Fabricados nas cores branco, preto, azul, rosa e verde e com acabamento texturizado, os modelos chegam às lojas na segunda quinzena deste mês. O preço sugerido é de R$ 3.499.

Os notebooks da linha Sony Vaio E possuem uma saída HDMI, que permite assistir ao conteúdo do notebook em uma tela maior com qualidade digital. Todos eles são equipados com gravador de CD e DVD, memória RAM de 4GB, disco rígido de 500GB e sistema operacional Windows 7 Home Premium. Outros recursos também acompanham os modelos, como webcam e Bluetooth. Um dos modelos possui leitor de Blu-ray.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Microsoft Word Web App vs. Google Docs: qual o melhor?


A Microsoft lançou, na última segunda-feira (7/6), um pacote beta de serviços, baseados nos programas Microsoft Word, Excel, PowerPoint e OneNote, para serem usados diretamente via browser. O lançamento tende a aumentar a disputa entre a Microsoft e a Google, que já possui o Google Docs, serviço online semelhante.

Abaixo, uma comparação entre o aplicativo Microsoft Word Web e o rival Google Docs, da Google. Os testes foram feitos em diferentes navegadores, e nos sistemas operacionais Windows 7 e Mac OSX.

Diferentes formatos

O Microsoft Word Web App só lhe permite criar documentos no formato DOCX. Lançado pelo Microsoft Office 2007, esse padrão não foi bem acolhido pelos usuários, que continuaram a utilizar o formato DOC do Office 2003. Com o novo aplicativo, no entanto, é DOCX ou nada.

O Google Docs, que usa seu próprio formato HTML, permite baixar ou criar arquivos de texto em RTF, TXT, PDF, HTML, formato OpenOffice ou até mesmo o DOC.

Upload de arquivos no Word
O Word Web App permite duas opções para obter os documentos. Você pode abrir o arquivo diretamente pelo seu PC, ou baixá-lo de uma pasta no SkyDrive (serviço de armazenamento online da MS). A opção de editar um documento armazenado em sua máquina com o Word Web App é muito interessante, mas seu trabalho é armazenado no SkyDrive.

Para abrir o documento diretamente no Word, no entanto, você precisa estar executando o Microsoft ActiveX. Isto significa que os usuários de Mac não têm essa opção, e perderão a capacidade de editar arquivos em seu desktop e salvar seu trabalho diretamente na nuvem. Para usar o recurso, é preciso usar o Internet Explorer ou Firefox. Outros navegadores como o Opera, Chrome e Safari não são compatíveis.

A outra opção é baixar o arquivo, e isso é bastante simples. Passe o mouse sobre o nome do documento e selecione 'download,' e em seguida, o arquivo é salvo no desktop. Mas, nos testes, não foi possível baixar documentos do Word usando o Firefox para Mac, embora tenha funcionado muito bem no Safari e no Chrome para Mac.

Já Google Docs sempre permite o o download, não importa qual navegador da Web ou sistema operacional.

Falha com diferentes navegadores
Enquanto eu estava escrevendo este post usando o Office Word Web App no Safari, a página congelou e o Web App caiu. Esse pequeno evento me fez perder cerca de metade do meu trabalho, o que nunca teria acontecido no Google Docs, graças à função de gravação automática.

O Office Word Web App também pode se comportar estranhamente, de tempos em tempos. Usando o Google Chrome, quando eu cheguei ao final da página de um documento que estava editando, ele começou a saltar enquanto eu digitava. Isso era incrivelmente irritante, e ficou quase impossível continuar a trabalhar. Novamente, isso nunca acontece no Google Docs.

Histórico de versões
O Microsoft Web Apps oferece uma página de histórico de versões, que é uma grande ajuda se você está colaborando em grupo para a finalização de um documento. O documento localizado na janela principal possui uma barra lateral à esquerda em que é possível ver a última pessoa que o acessou. Clicando em versões anteriores, é possível ver como estava o documento antes das mudanças, e dá para restaurar essas versões.

O Google Docs também oferece um recurso de histórico de versão, mas achei a solução da Microsoft mais simples e fácil de usar.

Microsoft Office Ribbon
Se você não gostar do Microsoft Office Ribbon, que abriga aplicativos e ferramentas, é possível facilmente livrar-se dele nos aplicativos Word Web. Basta clicar na pequena seta no canto direito acima do Office Ribbon e ele desaparece. Agora você pode editar o documento com uma interface muito mais simples. Para restaurar, basta clicar na seta novamente ou escolher uma das guias como Home, Insert ou View.

Conclusão
Apesar de algumas dúvidas sobre o novo Microsoft Office Web , o fato é que você começa a usar uma versão online gratuita do tradicional Microsoft Word. A interface é familiar e exceto em alguns casos ele funciona exatamente como você espera.

É um começo muito bom para a Microsoft. A partir de agora é descobrir como expandir o suporte aos navegadores e se livrar dos bugs. Assim, ele será um grande processador online de texto.
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Vale a pena usar o PC para assistir filmes em Blu-ray?


Veja se o investimento necessário para assistir filmes no novo formato em seu PC compenssa

Leitores estão pensando em equipar seu computador com um drive de Blu-ray e quer saber se existe algum software bom e de baixo-custo (ou grátis) para assistir a filmes nesse formato. Em poucas palavras: não. Essa era uma opção mais interessante os tocadores de Blu-ray eram vendidos por mais de 1.000 Reais, mas agora que você pode encontrá-los por cerca de 400 Reais, começamos a questionar se a idéia de usar um PC para assistir Blu-ray faz muito sentido.

Em primeiro lugar, você tem de comprar o drive. Uma rápida busca em sites do ramo mostra preços na faixa dos R$ 400 para um drive "combo", que grava CDs e DVDs e lê discos Blu-ray. Você também vai precisar de software (o player) para rodar os filmes. Há várias opções, mas espere gastar qualquer coisa entre 40 dólares (o preço atual do Corel WinDVD Pro 2010) e 95 dólares (pelo CyberLink PowerDVD 10 Ultra 3D). Uma terceira opção, o ArcSoft TotalMedia Theatre 3 Platinum, custa cerca de 90 dólares. Pelo lado positivo, alguns drives vêm com um dos já mencionados programas para rodar Blu-ray, apesar de que são normalmente versões mais antigas. É difícil encontrar compatibilidade com Windows 7, por exemplo.

Depois é preciso se certificar que o seu computador e placa de vídeo consigam lidar com uma resolução ideal de Blu-ray (1.920 por 1.080 pixels), e que a placa suporte HDCP, o formato de proteção anti-cópia para vídeo digital empregado pelos discos de Blu-ray. Uma placa "de entrada" como a NVIDIA GeForce GT240, que acabamos de analisar, vai sair por cerca de R$ 400. Só com drive e placa de vídeo, você vai gastar mais que em um player de Blu-ray.

Seu monitor também precisa suportar o protocolo HDCP. Se ele não tem entrada HDMI, provavelmente não suporta HDCP e precisará ser trocado (consulte o manual para ter certeza). E vamos ser francos: Blu-ray não foi feito para se assistir em uma tela de 22 polegadas típica dos LCDs atuais. A não ser que você conecte seu PC a uma HDTV grande (diria 42 polegadas ou maior), eu realmente não vejo a razão de se ter um drive Blu-ray.

Baseado em experiência pessoal, penso que assistir a filmes Blu-ray em um computador é mais chateação do que vale. É caro, frequentemente desagradável (tive de tentar bastante para encontrar o driver correto para a minha placa de vídeo antes de rodar qualquer vídeo), e simplesmente inconveniente em comparação com um tocador Blu-ray separado.
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Já podemos personalizar página inicial do Google


É possível usar fotos pessoais para deixar site de buscas com jeito do usuário.
Ao ser lançado na semana passada, recurso estava disponível só nos EUA.

O recurso de personalização lançado pelo Google exclusivamente para usuários dos EUA na semana passada, já pode ser usado pelos brasileiros para deixar a página inicial de buscas com o seu toque pessoal.

Para isso, basta selecionar a opção "Alterar o plano de fundo", localizada no canto inferior esquerdo da tela. Ao clicar na opção, é aberta uma caixa na qual o usuário pode selecionar uma imagem para o fundo da sua página inicial do Google de quatro fontes diferentes: do próprio computador, do álbum pessoal on-line do Picasa, da galeria pública ou a partir das recomendações do editor.

Se quiser trocar de imagem ou voltar à página inicial original do Google, basta clicar na opção "Remover imagem de plano de fundo", localizada no mesmo canto inferior esquerdo da tela.
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Site diz que falha em iPad vazou dados sigilosos de 114 mil usuários


E-mails de pessoas de altos cargos nos EUA foram expostos.
Apple não comentou a suposta falha.

Uma falha de segurança nos modelos com conexão 3G do iPad pode ter vazado informações confidenciais de 114 mil usuários do tablet. O site especializado em tecnologia Valleywag, da empresa Gawker, a mesma que roubou um protótipo do novo iPhone antes do anuncio de Steve Jobs, afirma que entre os prejudicados estão membros da Casa Branca, do alto escalão do exército norte-americano, políticos e CEOs de empresas. Eles tiveram suas contas de e-mail divulgadas e podem sofrer ataques de spams e de hackers, segundo a publicação.

Embora o site não divulgue onde essas informações foram publicadas e não confirme se o fato realmente aconteceu, a reportagem atribui a descoberta ao grupo chamado itselGoatse Security. Ele afirma que os dados vazaram por conta de uma falha na autenticação dos iPads na rede 3G da operadora AT&T.

O erro foi corrigido pela empresa há algum tempo, mas foi tarde demais para que o itselGoatse Security afirmasse pegar os dados confidenciais. Além disso, a reportagem culpa a Apple por obrigar os usuários a enviarem seus e-mails para a companhia a fim de registrar o aparelho e, assim, ativá-lo na rede 3G. Outro motivo alegado pela publicação é que, para usar o iPad 3G, os usuários são obrigados a ter uma conta com a AT&T, o que pode provocar mais falhas de segurança. O ideal, de acordo com o Valleywag, seria poder usar a rede 3G da empresa da preferência do consumidor.

O site afirma que entrou em contato com a Apple, que não retornou para explicar o caso.
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Usuários do Orkut agora podem trocar scraps privados


Além do novo recurso, usuários podem comentar scraps e visualizar privacidade de fotos, vídeos e scraps de qualquer perfil

Muitos usuários do Orkut reclamavam por não ter um espaço para conversar com os amigos em particular. Como por meio da página de scraps isso não era possível, já que todos podem ler as mensagens, muitos deles apelavam para os depoimentos. A alternativa, no entanto, dava trabalho a quem recebia a mensagem e precisava apagá-la com cuidado para não publicá-la acidentalmente.

Para atender esta e outras demandas dos usuários, o Google anunciou hoje três novos recursos para o Orkut. Assim como nas fotos, os usuários agora podem determinar o nível de privacidade de um scrap no momento em que escrevem a mensagem na página de um amigo. De acordo com a opção escolhida, a mensagem ficará visível para todos na web, só para amigos, ou para um grupo selecionado de pessoas.

Além do novo recurso, usuários podem comentar scraps e visualizar privacidade de fotos, vídeos e scraps de qualquer perfil

Muitos usuários do Orkut reclamavam por não ter um espaço para conversar com os amigos em particular. Como por meio da página de scraps isso não era possível, já que todos podem ler as mensagens, muitos deles apelavam para os depoimentos. A alternativa, no entanto, dava trabalho a quem recebia a mensagem e precisava apagá-la com cuidado para não publicá-la acidentalmente.

Para atender esta e outras demandas dos usuários, o Google anunciou hoje três novos recursos para o Orkut. Assim como nas fotos, os usuários agora podem determinar o nível de privacidade de um scrap no momento em que escrevem a mensagem na página de um amigo. De acordo com a opção escolhida, a mensagem ficará visível para todos na web, só para amigos, ou para um grupo selecionado de pessoas.

O Orkut mostrará o nível de privacidade para quem visitar a página de scraps. Segundo Victor Ribeiro, diretor de produtos do Google para a América Latina, se um visitante estiver num grupo selecionado de amigos que pode ver um determinado scrap, também poderá visualizar quem são os outros usuários que estão no mesmo grupo. “Hoje esse recurso ainda não existe, mas vamos adicioná-lo futuramente.”

Ainda na página de scraps, o Orkut inclui uma nova função que permite que os usuários comentem scraps de amigos e convidem outros usuários para comentar. Com isso, o Google quer tornar a página de scraps semelhante à conversação. “Vamos criar uma dinâmica de mensagens que não existia no Orkut”, diz Ribeiro. O recurso é semelhante ao existente no Facebook, que permite aos usuários escrever comentários e clicar no botão Curtir em mensagens de outros usuários.

Apesar de as mudanças se relacionarem à privacidade dos usuários, as mudanças não foram inspiradas pelos problemas de privacidade no Facebook. Segundo Ribeiro, as configurações de privacidade do Orkut continuam iguais. “Queremos que os usuários tenham mais consciência maior sobre o nível de privacidade de cada conteúdo que postam.”

Os perfis de todos os usuários do Orkut receberão os novos recursos amanhã. O Google pretende lançar outros recursos para o Orkut até o final de 2010. Entre eles, implementará diferentes níveis de privacidade também para as comunidades. Com isso, o usuário escolherá quais delas aparecerão no box Minhas comunidades que aparece no perfil.
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Sistema anti-fraude garante que alunos façam testes e avaliações em casa sem trapacear


Ferramenta identifica usuários por meio de impressão digital e bloquei o acesso a internet e a dados do disco rígido do computador

Alunos da University of Wales Institute, no Reino Unido, agora podem fazer trabalhos e testes em casa sem burlar o sistema de avaliação, graças a um software anti-fraude desenvolvido pela empresa americana Software Security Inc.

De acordo com a revista PopSci, o novo sistema é composto por uma webcam de 360 graus e um microfone e é programado para bloquear o acesso a internet e a dados dos discos rígidos contidos no computador utilizado para fazer o teste, garantindo assim que o aluno não receba nenhuma ajuda externa durante o período em que estiver realizando a avaliação. O sistema também identifica o aluno por meio de impressão digital.

Segundo o site do jornal Guardian o sistema, chamado Securexam Remote Proctor, permite que os examinadores, professores ou supervisores assistam aos vídeos depois de receberem as avaliações, vendo cada aluno individualmente e nas opções de avanço e retrocesso de tempo, para avaliar se nenhum estudante apresentou comportamento suspeito.

A tecnologia em questão já é utilizada em algumas instituições de ensino superior nos Estados Unidos e até a metade desse ano deve ser implantada em outras universidades do Reino Unido. O diretor do departamento de ensino da University of Wales Institute, Mark Pelling, afirmou que pretende estender o uso dessa ferramenta para estudantes da instituição no exterior: “Atuei da mesma forma que atuo em sala de aula. Isso pode mudar a forma de fazer avaliações”, disse ele em entrevista ao Guardian.

Ainda segundo o jornal, o diretor também diz que o sistema pode diminuir os custos da universidade, uma vez que contratações de examinadores para aplicações de prova não seriam mais necessárias, bem como oferece maior flexibilidadee conforto aos alunos, que esse ano atingiram o número recorde dentro da instituição.

Douglas Winneg, criador do Securexam Remote Proctor, explica que uma das funções do programa é ajudar os alunos com deficiência e aqueles que vivem em áreas remotas a levarem os exames até a universidade. Outro ponto levantado por ele é o avanço dos sistemas de avaliação de ensino a distância, muito crescentes no mundo.

O assunto em pauta agora é saber quanto tempo o sistema permanecerá inviolável.
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terça-feira, 8 de junho de 2010

Alienware M11x ganha o poder do Core i7


O Dell Alienware M11x já oferecia gráficos bem potentes, especialmente para um notebook do tamanho dele. Agora, apenas alguns meses depois do lançamento, ele está ganhando um upgrade para Core i7 que o torna um monstro em todos os sentidos.

Já tínhamos ouvido que ele ganharia este empurrãozinho do Core i7, mas acabou que o M11x também ganha suporte ao sistema nVidia Optimus, que torna instantânea e automática a alternância entre os modos de vídeo integrado e dedicado. Estas duas novidades resolvem os principais problemas que tínhamos com a máquina e tornam o M11x um notebook extremamente potente em um chassis (relativamente) muito pequeno.

Outras especificações: você pode pegar um desses com até 8GB de RAM, HDD de 500GB ou SSD de 256GB, Core i5 ou i7. Eles tiraram a porta VGA para acomodar os novos processadores, mas é um sacrifício válido, considerando que ainda tem HDMI e USB. Definitivamente vale uma nova olhada, esse M11x. [Dell]
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ARES HD 597 da Asus custa os olhos da cara


A Asus prepara-se para o lançamento do ARES HD 5970, uma placa Hemlock overclocked com 4GB de memória. A empresa inicialmente mostrou a placa na Cebit, e agora ela fez sua segunda aparição na Computex.

Ela pode ser descrita como uma placa dual HD 5870, já que opera em 850MHz, ao contrário de placas padrão HD 5970 que são executadas em 725MHz, o mesmo clock encontrado na HD 5850. A placa traz 4GB de memória GDDR5 a 1200MHz (4800MHz efetivos).

Naturalmente, a Asus teve que fazer diversas modificações ao projeto de referência para conseguir as velocidades extras e manter o calor na medida. A placa possui dois conectores de força de oito pinos, assim como um de seis pinos para garantir que não haja problemas. No entanto, ao contrário a maioria das placas com overclock, ele só tem um ventilador de 100 milímetros, juntamente com um dissipador de cobre maciço.

Existe um porém - um porém de quatro dígitos, para ser exato. O menor preço até o momento é de 1.199 euros, que é muito para uma placa dessa expecificação.

Em comparação, o HD 5970 Toxic da Sapphire, cadenciado a 900MHz, custa apenas cerca de 1000 euros, o que também ainda está longe de ser acessível. Placas HD 5970 Reference lhe custariam entre 500 e 550 euros, enquanto uma 480 GTX pode ser seu por cerca de 475 euros. É óbvio que é muito melhor pegar duas dessas belezinhass e cola-las em SLI ou Crossfire, se você tiver um PSU gigantesco capaz de alimentar uma usina siderúrgica.
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Linha de placas-mãe DFI LanParty é descontinuada


Você deveria viver numa bolha (ou apenas não ser entusiasta de PC há poucos meses atrás) para não estar familiarizado com a série de placas-mãe LanParty da DFI. No entanto, a animada e colorida placa-mãe parece não ter atingido a marca pretendida pela empresa e, apesar de ainda não ser oficial, parece que a linha já era.

Na verdade, o site LanParty não foi atualizado desde novembro do ano passado e os novos produtos estão longe de serem vistos. Isso impulsionou a Bit-tech a ir diretamente à fonte e fazer algumas perguntas, que foram estranhamente deixadas sem resposta. A empresa não se pavonear de novos produtos é algo no mínimo curioso.

Aparentemente, a linha continuava a perder dinheiro ao longo de 2009, e foi, portanto, considerada um peso morto. Enquanto a confirmação oficial ainda está por vir, a falta de novos produtos e da insistência da empresa em manter a calma enquanto a sua equipe, em sua maioria, se mudou e ou foi embora é uma imagem que diz mais que mil palavras.
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Presidente da Telebrás: "É preciso massificar a banda larga"


Santanna disse que no país as conexões com banda larga estão concentradas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna dos Santos, defendeu nesta terça-feira, em Porto Alegre (RS), que é preciso massificar no país o acesso à banda larga, hoje concentrado nos estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Segundo ele, todavia, o custo ainda é muito alto. "O gasto com a banda larga na renda mensal per capita no Brasil representa 4,5%, o que equivale a um gasto cinco vezes maior do que no Japão", disse.

Convidado do Meeting de Tecnologia, promovido pela Federasul para discutir o Plano Nacional de Banda Larga, Santanna lembrou que em 2009 o preço médio praticado pelas operadoras de banda larga no país era de R$ 49 por uma velocidade média de 256 Kbps de velocidade, que beneficiava 11.999 milhões de residências. A projeção é de que até 2014 o preço diminua para até R$ 10, sem contar o ICMS, que varia por Estado, com uma velocidade de 512 Kbps (com limitação de download), chegando a 39.805 milhões de residências.

Atualmente, 184 cidades brasileiras estão conectadas por banda larga, atingindo um total de 83 milhões de pessoas, segundo estudo Net Embratel. Com o Plano Nacional de Banda Larga, de acordo com o presidente da Telebrás, haverá regulação e normas de infraestrutura, incentivos fiscais e financeiros ao serviço, uma política produtiva e tecnológica e uma rede nacional ampliada.

"Assim, poderemos aumentar a competitividade do setor, diminuir preços do usuário final e aumentar a disponibilidade de infraestrutura", defendeu.

O Plano Nacional de Banda Larga será debatido no Fórum Brasileiro Digital, marcado para o próximo dia 23, com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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N150: o netbook Jabulani?


Na onda da Copa do Mundo da África do Sul, a Samsung, em parceria com a Adidas, apresentou uma versão personalizada no netbook N150, que traz o logo da marca esportiva alemã e alguns adereços coloridos em sua tampa. Frescura para alguns, estilo para outros.

Além da estética, o N150 Plus Adidas Special Edition não reinventa a roda em suas configurações: processador Intel ATOM N450, de 1.66GHz, 2 GB de memória RAM, 250GB de HD, bateria que pode durar até oito horas e meia e o Windows 7 Starter Edition como sistema operacional. A exceção fica por conta da conectividade Bluetooth, que já é o 3.0.

O preço do brinquedo não foi divulgado, mas é bem provável que ele seja lançado apenas lá para os lados da Coréia. Só esperamos que ele não sofra reclamações como a pobre da bola Jabulani. Mandar o equipamento para África do Sul para que os jogadores da nossa seleção possam testá-lo seria uma boa.
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Que disco sucederá o Blu-ray?


Conheça as possibilidades e tendências do armazenamento ótico para a próxima geração de players e video games.

De tempos em tempos, tudo muda na informática. Os processadores ganham mais núcleos, as placas de vídeo trazem maior quantidade de memória e o armazenamento ótico também ganha suas inovações. Primeiro, foi o salto do CD para o DVD, quando pudemos presenciar o aumento de meros 700 MB para 4700 MB (4,7 GB), ou seja, o espaço aumentou mais de seis vezes.

O DVD, então, reinou por muito tempo e ganhou uma versão de dupla camada capaz de comportar até 8,5 GB. Muitas empresas embarcaram na onda do DVD e incluíram a tecnologia em seus players e video games, como foi o caso do Playstation 2 e do Xbox. Essa tecnologia teve ótima durabilidade, mas desde o lançamento do PS3 todos ficaram cientes da tendência — e possível dominação — do Blu-ray.

A evolução do Blu-ray

A tecnologia Blu-ray veio para revolucionar o mercado dos filmes, tanto no quesito qualidade como na questão do conteúdo, visto que é possível incluir muito mais conteúdo (faixas de áudio, legendas e extras) em um mesmo disco. Os discos Blu-ray de uma camada permitem a adição de até 25 GB de dados, enquanto que os de dupla camada armazenam até 50 GB. Todavia, parece que para a indústria tecnológica não há um limite e, por isso, o novo Blu-ray está chegando.

Isso mesmo! Segundo anúncio oficial, a Blu-ray Disc Association está trabalhando na padronização e tecnologia do Blu-ray Disc X-Large (BDXL). O novo disco suportará armazenamento de até 128 GB em discos graváveis ou até 100 GB em discos regraváveis. Ainda não foram divulgados muitos detalhes quanto aos processos de fabricação e de funcionamento dos novos discos.

A notícia apenas reporta que o BDXL terá três ou quatro camadas, daí o milagre do armazenamento massivo. Vale frisar que os novos discos não terão grandes alterações quanto à tecnologia Blu-ray, visto que ainda serão gravados com uma tecnologia muito semelhante à atual. No entanto, a notícia veio acompanhada de um detalhe importante: a incompatibilidade dos novos discos com os players atuais (nem mesmo PS3 será compatível).

Sendo assim, depois da entrada da tecnologia Blu-ray 3D, que forçou e ainda vai forçar muita gente a trocar de player, em breve teremos que gastar mais dinheiro na aquisição de um aparelho que seja compatível com os novos discos. Vale salientar ainda que o BDXL será ideal para armazenamento de filmes em 3D e jogos ainda mais robustos para novas plataformas.

Um substituto para o Blu-ray

Bom, se os 128 GB do novo padrão Blu-ray não são suficientes, os tecnólogos japoneses já garantem que farão um disco capaz de armazenar 25 TB (terabytes). Isso é muito? Digamos que “muito” é uma palavra que não podemos utilizar, porque 25 TB é mais do que qualquer disco rígido consegue armazenar. Se considerarmos que 1 TB é mil vezes 1 GB, teremos uma noção básica do quão grande será o novo disco japonês.

As grandes sacadas dessa tecnologia ainda sem nome são a facilidade no processo de fabricação e o baixo custo dos materiais utilizados. As notícias pela web dão conta de que o novo disco será fabricado de óxido de titânio e terá seu processo de gravação facilitado, visto que somente será necessário aplicar luz para que o material mude de cor e receba os dados.

Por outro lado, a tecnologia exigirá novos leitores e gravadores - fator que deve complicar a chegada dos “superdiscos” ao mercado. Esse projeto está em desenvolvimento na Universidade de Tokyo, sob a supervisão de Shin-ichi Ohkoshi. Segundo o próprio OhKoshi, estes discos terão uma tecnologia surpreendente, com uma precisão entre 5 nm (nanômetros) e 20 nm.

Compensa? Esses novos discos serão necessários?

Se considerarmos que os “superdiscos” terão um processo de fabricação simples e barato, não há por que não aderir à nova tecnologia. Todavia, levando em conta que a nova tecnologia exigirá novos gravadores e leitores, talvez já seja um bom motivo para pensar duas vezes antes de investir nas futuras tecnologias.

Não há necessidade, atualmente, de investir nessas tecnologias, porém como a evolução é constante e os filmes trazem cada vez mais detalhes e qualidade, com certeza serão necessários novos discos. Possivelmente, as grandes fabricantes é que vão determinar qual a tendência do futuro. Por exemplo, o próximo console da Sony (que deve ter o nome Playstation 4) deve continuar com a tecnologia Blu-ray, todavia trará suporte para jogos em BDXL.

Enfim, não há previsões sobre a comercialização de qualquer uma dessas tecnologias, contudo podemos afirmar que uma delas (ou ambas) vai dominar o mercado em breve. Resta a pergunta: que disco sucederá o Blu-ray? Ninguém sabe, mas o importante é que o consumidor terá a oportunidade de acompanhar o processo evolutivo do armazenamento ótico e ajudar na determinação de um novo padrão.

Sua opinião

Gostaríamos de saber sua opinião quanto às novas tecnologias. Será que o Blu-Ray Disc X-Large dominará os players do futuro? O “superdisco” produzido no Japão poderá ser uma realidade? Que tipo de disco será usado no Playstation 4? Dê sua opinião
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Safari 5 está disponível


Novo navegador da Apple vem com poucas, mas boas, novidades

Já está no ar e disponível para download gratuito a nova versão do navegador da Apple para Mac e Windows, o Safari 5.

Em sua quinta versão, a principal novidade do Safari é ter, pela primeira vez, uma API de extensões. Isso significa que em breve começarão a aparecer extensões de todos os tipos para o navegador, assim como acontece há muitos anos com o Firefox, e mais recentemente com o Google Chrome.

A performance, como sempre, também foi melhorada -- desta vez ele está 30% mais rápido. Novas formas de compatibilidade com o HTML5 e um modo que facilita a leitura de artigos longos em sites compatíveis são outras novidades interessantes.

Baixe aqui: Safari 5
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