segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Megaware lança notebooks com leitor de impressão digital


Conexão Bluetooth e processador Intel equipam os novos modelos
A Megaware lançou novos notebooks para a linha Meganote Black Series com modelos com tela de 14 polegadas, conexão Bluetooth, webcam e leitor de impressão digital. Os notebooks possuem preço sugerido entre R$ 1.299 e R$ 1.799 e alguns modelos chegarão às lojas no último trimestre do ano.

Os notebooks mais básicos da linha contam com processador Pentium Dual Core, 2GB de memória RAM e 320GB de capacidade de armazenamento. Os modelos mais avançados saem de fábrica com processador Intel Core2Duo, 4GB de memória RAM e 500GB de disco rígido.

Todos os notebooks possuem sistema operacional Windows 7 e pacote de escritório Office. Há também duas entradas USB, saída VGA e conexão Wi-Fi.

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Pequenos ajustes fazem do Magic Trackpad, um dispositivo USB.


Recentemente a Apple lançou um ótimo acessório para os desktops da marca, o Magic Trackpad. O problema é que ele funciona exclusivamente com a força gerada por pilhas, assim como o teclado sem fios e o Magic Mouse. Ter gadgets sem fios ajuda nossa vida e muito, mas sempre tem aquela hora quando a pilha perde sua energia, você está no seu quarto trabalhando as 2 horas da manhã, sua casa não tem pilhas de reserva e você não mora perto de um supermercado 24 horas, ou seja, seu aparelho só vai voltar a funcionar no dia seguinte.

Mas para evitar este incômodo e agradar aqueles que não curtem muito esta idéia da dependência das pilhas, Mark Bog decidiu pegar seu novo Magic Trackpad e colocar um pino no formato das pilhas dentro do aparelho. Para energizar o pequeno, ele utilizou os fios vermelho e preto de um cabo USB qualquer e colocou cada um em um lado do cilindro criado. A vantagem é que o invento não danifica em nada o gadget da Apple, pois se ele precisar da mobilidade que ele oferece, é só tirar a sua “pilha” USB, colocar pilhas de verdade e fechar o compartimento.

Esta mágica tira um pouco da beleza do aparelho, mas melhor ainda é não ter de comprar pilhas freqüentemente ou lembrar de ficar sempre carregando as que podem ser recarregadas.

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Intel e Micron apresentam memória Flash Nand fabricadas com o processo de 25 nanômetros


Empresas anunciaram o dispositivo NAND de maior capacidade e menor tamanho da indústria, oferecendo vantagens de custo para uma ampla gama de aplicativos de armazenamento para consumidores

A Intel Corporation e a Micron Technology Inc. anunciaram a chegada da memória flash NAND de 3-bit-por-célula (3bpc) com o processo tecnológico de 25 nanômetros (nm), produzindo o dispositivo NAND de maior capacidade e menor tamanho da indústria. As empresas já enviaram as primeiras amostras do produto para alguns clientes. Intel e Micron esperam estar em produção total até o final do ano.


O novo dispositivo de memória 3bpc de 25nm e 64 GB oferece melhor eficiência no custo e maior capacidade de armazenamento para os competitivos mercados de eletrônicos de consumo e dispositivos de memória SD (Secure Digital) e USB. A memória flash é usada principalmente para armazenar dados, fotos e outros conteúdos multimídia e para a captura e transferência de dados entre computadores e dispositivos digitais como câmeras digitais, reprodutores portáteis de mídia, filmadoras digitais e todos os tipos de computadores pessoais. Esses mercados sofrem pressão constante para fornecer maiores capacidades com preços menores.

Projetada pela joint venture de memória flash IM Flash Technologies (IMFT), os dispositivos com 64 ou 8 Gb com a litografia de 25nm armazenam três bits de informação por célula, ao invés dos tradicionais um bit (célula single-level) ou dois bits (Célula multi-level, ou MLC na sigla em inglês). A indústria também se refere à 3bpc como célula triple-level (TLC).

O dispositivo é cerca de 20 por cento menor do que o MLC da Intel e da Micron com a mesma capacidade, que é atualmente o menor dispositivo de 8 GB em produção. A memória flash de tamanho reduzido é especialmente importante para cartões de memória para usuários finais graças ao seu design compacto. O dispositivo mede 131 mm² e vem em um encapsulamento TSOP (Thin Small-Outline Packages, padrão de tamanho para memória flash) padrão da indústria. "Com o lançamento em janeiro do menor dispositivo da indústria com 25nm, prontamente seguido pelo de 3-bit-por-célula, continuaremos ganhando notoriedade e oferecendo a nossos clientes uma atraente linha de produtos", declarou Tom Rampone, vice-presidente sênior da Intel e gerente geral do Grupo de Soluções NAND da Intel. "A Intel planeja usar a liderança em design e manufatura da IMFT para oferecer os produtos mais competitivos e de maior densidade para nossos clientes, com base no novo dispositivo NAND 8 GB TLC 25nm".

"À medida que a memória NAND está cada vez mais presente nos eletrônicos de consumo, vemos a transição inicial para o TLC com 25nm como uma vantagem competitiva do nosso crescente portfólio de produtos de memória NAND", declarou Brian Shirley, vice-presidente do Grupo de Soluções NAND da Micron. "Já estamos trabalhando para qualificar o dispositivo flash NAND de 8GB TLC dentro dos designs de produtos finais, incluindo produtos de alta capacidade da Lexar Media e Micron".
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Mudanças para desenvolvedores na galeria de extensões do Chrome


Para inibir abusos, Google implementa mudanças para desenvolvedores em sua galeria de complementos para Chrome: cobrança inicial e associação de domínios.

Lançar galerias de extensões, temas e aplicativos sem uma força-tarefa centralizada para identificar e eliminar itens fraudulentos ou maliciosos é bem complicado. Por mais que a culpa não seja da empresa mantenedora, sempre que algo de ruim acontece derivado dessas galerias a culpa recai sobre ela.

A Google é especialista nesse assunto, afinal, mantém algumas galerias no ar, como o Android Market e a Chrome Extensions Gallery. Para aumentar a segurança e confiabilidade dessa última, mudanças foram anunciadas no blog de desenvolvimento do Chrome, o chromiun.org.

A principal é que, agora, para publicar uma extensão do Chrome na galeria oficial, o desenvolvedor precisará desembolsar a quantia de US$ 5,00 para o primeiro cadastro. A taxa tem por objetivo dificultar a vida de usuários maliciosos, desestimulando a publicação de extensões, temas e, futuramente, aplicativos fraudulentos na galeria oficial. Não é a intenção da Google fazer dinheiro com isso, o que fica claro tanto pelo valor quanto pelo fato de que a cobrança só atinge novos desenvolvedores.

Outra novidade referente à galeria de extensões é que, agora, desenvolvedores podem associar domínios a seus trabalhos através das Webmaster Tools (google.com/webmasters). A importância disso é que, com a verificação do autor, usuários sentirão mais segurança ao pesquisar por complementos para o navegador e, de quebra, os desenvolvedores terão mais controle sobre suas marcas na Web que dependem da Google para funcionar.

Segundo o blog VentureBeat, a galeria do Chrome possui, hoje, 6 mil extensões, as quais são baixadas mais de 10 milhões de vezes por mês. Comparando, a do Firefox, no ar há mais de seis anos, tem pouco mais de 13 mil extensões.

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Programa alerta sobre sites que enviam seus dados para o Google


Extensão para Firefox, Safari e Chrome soa alarme quando seus dados são enviados de outros sites para Google

Que o Google usa dados da navegação do usuário para vender propaganda direcionada, a maior parte das pessoas já sabe: as mensagens no Gmail determinam que tipo de anúncio você vai ver, por exemplo. Mas o que não é tão óbvio é que a gigante recebe dados da sua navegação mesmo quando você está em outros sites, através de serviços como o Google Analytics e videos do YouTube, quando são embutidos nas páginas dos outros sites.

A extensão Google Alarm não é nova, mas tem causado muito barulho entre usuários e desenvolvedores nos últimos dias. Sua função é exatamente reverter isso: tornar óbvio quando o gigante da busca está “rastreando” a navegação do usuário, mesmo fora dos domínios do Google. Depois de instalada no Firefox, Safari ou, ironicamente, no Chrome, a extensão alerta sempre que for aberto um site que envia dados para o Google. A palavra “Alarm” no nome do programa não foi usada em vão: o aviso consiste de uma sonora sirene, além de luzes vermelhas no canto da tela.

A Geek navegou pela internet brasileira e foram poucos os sites em que não soou o alarme: o Google Adsense exibe suas propagandas em boa parte da web brasileira. A ferramenta para medir audiência Google Analytics está presente em muitos sites e blogs. Mas nem sempre a ferramenta funcionou como deveria: ao acessar o site bikemap.net, que usa a API do Google Maps, não soou nenhum alarme. Já o site da Bienal do Livro de São Paulo (bienaldolivrosp.com.br), que usa o Google Maps diretamente, emitiu os devidos alertas junto ao mapa.

Entre os sites “limpos” estão os sites de bancos, mesmo nas páginas em que não é preciso fazer login. Provavelmente, uma medida de segurança. Ao visitar blogs pessoais sem propaganda há uma boa chance de passar sem o alerta, pela falta do Adsense, mas é comum aparecer o alerta para o Analytics. Para quem quiser manter um ranking, a versão para Firefox mantém um registro estatístico e calcula o percentual de sites visitados que mandam dados para o Google. Essa função ainda não está presente nos outros navegadores.

A extensão foi criada durante a feira FUCK GOOGLE promovida pelo grupo F.A.T Labs (Free Art & Technology). Para acrescentar um pouco mais de ironia, tanto o site do F.A.T quanto a página oficial do “Google Alarm” disparam o alarme anti-google, inclusive a própria página do “FUCK GOOGLE”, pois todas usam a ferramenta Analytics.

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Microsoft mostra protótipo de teclado LCD adaptativo


Teclado possui teclas que funcionam como mini-painéis LCD, e uma grande tela horizontal sensível a toques no topo, facilitando o acesso a atalhos e combinações de teclas mais complexas.

Telas sensíveis a toques são unanimidade hoje, e a tendência é de que elas continuem sendo o centro das atenções por um bom tempo. Aproveitando esse gancho, a Microsoft, numa competição de inovação para estudantes, apresentou um protótipo de teclado para desktops que se aproveita de uma touchscreen para facilitar a vida do usuário.

Ainda sem nome e previsão de lançamento, o protótipo assemelha-se a um teclado convencional, mas chama a atenção uma tela que abrange toda a sua extensão na parte de cima do acessório. Ela é sensível a toques e dinâmicas, podendo apresentar atalhos, ícones e outros itens que auxiliam o uso, eliminando a necessidade de memorizar combinações complexas de teclas.

Além da grande tela, cada tecla é, na realidade, um mini display, o que lembra bastante o lendário Optimus Maximus. Com a ajuda de um programa instalado no Windows, é possível alterar o layout do teclado, e até mesmo usar uma grande imagem como “wallpaper”.

O conceito é muito legal, mas existe um probleminha que, até o momento, ninguém questionou: quem sabe escrever não olha para o teclado. A tela LCD no topo pode até ter utilidade, mas se tivermos que olhar para ela sempre que for preciso, e isso provavelmente acontecerá já que aparentemente não há um retorno tátil, o fluxo da escrita acaba se perdendo. Enfim, detalhes aos quais a equipe de engenharia deveria estar atenta…

O Laboratório de Ciências Aplicadas da Microsoft criou algumas dezenas de protótipos desses teclados, que serão usados na competição UIST 2010. Dois vídeos mostrando o funcionamento do teclado podem ser vistos pelos atalhos youtu.be/ojusRO38Tdc e youtu.be/n0MEhKk9xg4.

Mais informações sobre a competição (restrita a estudantes norte-americanos), organizada pela Association for Computing Machinery (ACM), podem ser obtidas pelo site oficial da UIST 2010 em www.acm.org/uist/uist2010 ou no site da Microsoft, em www.microsoft.com/appliedsciences/content/projects/uist.aspx. Na Microsoft também é possível saber mais sobre os protótipos dos teclados.

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Extensão para o Firefox avisa quando o Google captura seus dados


Ferramenta gratuita para o Firefox permite ao usuário saber se suas informações serão armazenadas pela “onipresente” empresa

Devido à sua quase “onipresença”, com serviços como buscador, Maps e Gmail, a Google tem capacidade de coletar um grande volume de informações sobre qualquer internauta. É comum ouvir frases do tipo “tenho medo do Google”, em tom de brincadeira, mas com uma certa razão.

A empresa afirma que os dados são mantidos em sigilo e que “não é capaz de identificar os usuários”, mas muita gente duvida disso, a exemplo de entidades de defesa da privacidade, como a Electronic Privacy Information.

Pensando nisso, foi criado um add-on para o Firefox que permite ao internauta saber quando seus dados seguem para os servidores da Google. Infelizmente, a Google Alarm não protege sua privacidade. Ela simplesmente mostra com que frequência os seus dados são enviados. Sempre que uma informação sobre você é capturada, soa o alarme.

Os dados capturados são exibidos na tela e indicam que serviço está de olho em você, além do número de sites que você visitou que capturaram as suas informações. Mas o software não faz nada para impedir que isso aconteça. Apenas permite saber que site foi responsável por isso. Se for possível, você pode evitá-lo. Pena que seja muito difícil encontrar algum que não use algo do Google.

Vale lembrar que não é preciso visitar um site da Google para que seus dados sejam obtidos pela empresa. Basta acessar um endereço na Internet que use os serviços da empresa, como os populares Analytics ou AdSense.

Se o som do alarme te incomodar, já que ele tem motivos para tocar com frequência, é possível baixar a versão para o “ambiente de trabalho” na mesma página. Ela faz a mesma coisa, mas é mais discreta.
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Seu pendrive está protegido contra gravação? Veja como resolver!


Mesmo depois de virar a trava você ainda não consegue acessar o dispositivo? Ele pode estar infectado!


Todo mundo já passou pela agonizante situação de inserir um pendrive na porta USB para transferir alguns arquivos, passar algumas fotos, umas músicas etc e, de repente, surge aquele aviso do Windows na tela: “O disco está protegido contra gravação. Remova a proteção ou insira outro disco”.

Nessas situações, com toda a paciência do mundo, você retira o pequeno dispositivo do computador, sem se esquecer de removê-lo no Assistente de dispositivos do sistema antes, move a trava manual e insere-o de novo no computador. Está tudo bem agora.

Mas e quando o Windows continua dando o aviso? Ou quando o seu pendrive nem tem a trava manual e mesmo assim a mensagem de que ele está protegido contra gravação aparece? Ele pode ter sido infectado com um vírus ou script.


Destravando o “indestravável”

O Baixaki preparou um tutorial para ajudar você a retirar a proteção contra gravação do seu pendrive, sem grandes complicações e, dessa forma, terminar de passar aquelas músicas para o seu amigo ou aquelas fotos para a sua mãe.

Passo 1

Insira o dispositivo na porta USB do seu computador e tenha certeza de que ele foi reconhecido com sucesso. Uma mensagem no canto inferior direito da tela costuma confirmar esse reconhecimento.

Passo 2

Clique no link a seguir para baixar o arquivo batch add.bat. Em seguida execute-o. Feito isso, a chave será adicionada automaticamente ao Editor do Registro.

Passo 3

Abra a janela “Executar” no "Menu Iniciar” e digite o comando regedit. Ao fazer isso, será aberto o Editor do Registro do Windows. Navegando pelas pastas, encontre o seguinte caminho: KEY_LOCAL_MACHINE > SYSTEM > CurrentControlSet > Control > StorageDevicePolicies.

Passo 4

Este é o passo mais importante: clique duas vezes na chave “WriteProtect”, no Editor do Registro, e, na janela que surge, digite “0” no campo “Value data”. Em seguida aperte “OK”. Feche o editor e reinicie o computador. Insira o pendrive novamente e teste se a proteção foi removida com sucesso.

Insira 0 no campo Valor

Observações

É importante lembrar que o recurso acima não funciona apenas em pendrives. Ele também pode ser usado para remover a proteção contra gravação de cartões de memória, iPods, MP3 Players e outros dispositivos conectados através de porta USB.

Caso o método mostrado acima não funcione, há uma solução um pouco mais drástica, que é formatar o dispositivo totalmente. Aprenda a fazer isso perdendo o mínimo possível de dados neste outro tutorial : Recupere o espaço original do seu pendrive.

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Guia passo a passo para remover a tela de boas-vindas do Windows XP e acelerar a inicialização


Desabilite a apresentação da tela e boas-vindas do Windows XP e torne o processo de inicialização do SO mais rápido.

Por padrão, ao iniciar o Windows é exibida uma tela de boas-vindas, na qual você pode escolher qual usuário logar e usufruir de recursos de acessibilidade facilitada para pessoas com alguma deficiência.

Tal funcionalidade é uma forma de tornar a experiência dos usuários mais agradável. Entretanto, não importa quão simples seja a tarefa a ser realizada no computador, você perde alguns minutos (no caso de máquinas com baixo desempenho são muitos) para carregar o sistema operacional.

O que muitos usuários não sabem é que essa tela de boas-vindas pode ser retirada. Descubra como fazer isso neste guia passo a passo preparado pelo Baixaki.

A  famosa tela de boas-vindas do Windows.

Pré-requisitos

  • Windows XP.

Faça você mesmo

Se você é um usuário iniciante e ainda está aprendendo a explorar sua máquina não se preocupe, pois o processo de desabilitar esta tela é bem simples. Primeiramente, clique no botão “Iniciar” do sistema operacional (1) localizado na Barra de tarefas e, no menu exibido, selecione a seção “Painel de controle” (2).

Feito isso, uma nova janela é apresentada colocando a sua disposição uma infinidade de recursos. Nesse momento esqueça essa grande variedade de funções, apenas dê duplo clique no item denominado “Contas de usuário” (3).

Ao realizar a ação anterior é aberta outra janela. O visual dessa tela pode variar dependendo da versão do sistema operacional que esteja usando. Procure pela opção “Alterar a maneira como os usuários fazem logon e logoff” e clique sobre ela (4).

Em seguida é exibida a seção intitulada “Selecione as opções de logon e logoff”. Desmarque a caixa referente ao texto “Use a tela de boas-vindas” (5). Perceba que automaticamente a opção “Use a ‘Troca rápida de usuário’” também é desativada. Para encerrar o procedimento clique no botão “Aplicar opções” (6).

Terminado todos esses passos sua máquina já está configurada para deixar de exibir a tela de boas-vindas. Na próxima vez que você iniciar seu computador o sistema operacional será carregado sem qualquer este recurso. Caso queira desfazer a alteração, siga o mesmo caminho até o passo 5. Nele você deve marcar a caixa desabilitada anteriormente.

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Lista negra de placas de vídeo no Live Messenger


Lista presente no Registro limita recursos visuais do Live Messenger em sistemas cuja placa de vídeo não dá conta do recado.

A curiosidade é um atributo fantástico, que invariavelmente leva o ser humano a descobertas importates e/ou inusitadas. Rafael Rivera (www.withinwindows.com), mundialmente conhecido por criar os famosos patches do uxtheme.dll na época do Windows XP (que permitiam mudar o tema da tela de login), estava passeando pelas adições ao Registro que o Windows Live Messenger Beta faz, quando se deparou com uma descoberta, no mínimo, interessante.

Ele encontrou a seguinte chave: HKEY_CURRENT_USER \ Software \ Microsoft \ Windows Live \ UX \ HwBlockList. Analisando os dados contidos ali, chegou à conclusão de que se tratava de uma lista negra de placas de vídeo reconhecidamente ruins, como vários modelos da linha GeForce FX e as temerosas Intel integrantes do chipset GMA 500, todas baseadas em DirectX 9.

Essa lista negra ativa uma configuração automaticamente em sistemas que apresentem uma das placas listadas ali, fazendo com que o Live Messenger rode num modo econômico, sem a maioria dos recursos visuais, como efeitos de transição, esmaecimento e outros. Obviamente, tal medida foi tomada para permitir desempenho satisfatório do programa mesmo quando a placa de vídeo, ao invés de ajudar, atrapalha.

A lista, hoje, contempla os seguintes modelos (baseada na build 15.4.3002.810):

Intel® Graphics Media Accelerator 500
NVIDIA GeForce4 Ti 4400
NVIDIA GeForce PCX 5750
NVIDIA GeForce FX 5600 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5600
NVIDIA GeForce FX 5600XT
NVIDIA GeForce FX Go 5600
NVIDIA GeForce FX Go 5650
NVIDIA Quadro FX Go 700
NVIDIA GeForce FX 5200
NVIDIA GeForce FX 5200 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5200
NVIDIA GeForce FX 5200LE
NVIDIA GeForce FX 5800 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5800
NVIDIA GeForce FX Go 5200
NVIDIA GeForce FX Go 5250/5500
NVIDIA GeForce FX 5100
NVIDIA GeForce FX Go 5200 32/64M
NVIDIA Quadro NVS 55/280 PCI
NVIDIA Quadro FX 500/FX 600
NVIDIA Quadro FX 2000
NVIDIA Quadro FX 1000
NVIDIA GeForce FX Go 53×0
NVIDIA GeForce FX Go 5100
NVIDIA GeForce FX 5900 Ultra
NVIDIA GeForce PCX 5300
NVIDIA Quadro FX Go 1000 NVIDIA GeForce FX 5900
NVIDIA GeForce FX 5900XT
NVIDIA GeForce FX 5950 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5900ZT
NVIDIA Quadro FX 3000
NVIDIA Quadro FX 700
NVIDIA GeForce FX 5700 Ultra
NVIDIA GeForce FX 5700
NVIDIA GeForce FX 5700LE
NVIDIA GeForce FX 5700VE
NVIDIA Quadro PCI-E Series
NVIDIA GeForce FX Go 5700
NVIDIA GeForce FX Go 5700
NVIDIA Quadro FX 1100
NVIDIA Quadro FX 1300

Viajando um pouco no contexto da história, não seria interessante se a Microsoft transformasse esse comportamento alternativo numa opção para o usuário no painel de configuração do programa? Mesmo com placas de vídeo mais robustas e baseadas em DirectX 10, há quem prefira maior desempenho em detrimento de visual.

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Cisco lança roteadores sem fio em parceria com a Linksys


Novos modelos são indicados para o uso doméstico
A Cisco lançou três novos roteadores da linha Linksys by Cisco voltados para uso doméstico. Os aparelhos são compatíveis com PCs e Macs e vêm com o software Cisco Network Magic Basic, gerenciador de rede que permite fazer reparos remotamente.

Os modelos WRT120N-BR e WAG120N-BR usam a plataforma Wireless-N, que atinge velocidade de até 300 Mbps. O aparelho WAG120N-BR reúne modem ADSL, roteador sem fio e quatro portas de rede. Com ele, o usuário pode conectar computadores de um pequeno ambiente e compartilhar o sinal de internet de cabo telefônico. O roteador chega às lojas com preço de R$ 299.

O modelo WRT120N-BR se destaca por criptografar o sinal, o que ajuda a proteger as informações do usuário durante a navegação na internet. Há também um firewall integrado que protege contra invasões. A antena do roteador é interna, assim como no modelo WAG120N-BR. O preço sugerido do aparelho é de R$ 199.

O terceiro modelo, o roteador WRT54GH-BR, é indicado para o uso em tarefas básicas, como navegação na internet e leitura de e-mails. O usuário pode encontrá-lo no mercado por R$ 129.

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Novos modelos de impressoras da HP chamam atenção para economia


Em nota à imprensa, a HP divulgou três novos modelos de impressoras e multifuncionais para o usuário doméstico ou de pequena empresa. As novas Laserjet atendem pelos nomes M1132, M1212 e Pro 1102 Wireless, sendo que esta última é sem fios, aumentando a praticidade.

Além de funções recursos simples como o "plug and print", que permite ao usuário utilizar o equipamento instantaneamente, sem a necessidade de instalações de drivers ou nada parecido, e o HP Auto-On, que elimina a necessidade do usuário ter que ligar manualmente a impressora antes de enviar um documento para impressão (a impressora liga-se sozinha quando detecta uma tarefa), a HP ainda chama atenção para o fato dos equipamentos serem bastante econômicos em termos de energia, respeitando o meio-ambiente.

Não foram divulgadas imagens ou preços dos produtos.

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Vimeo entra na era do HTML5


"Player universal" detecta e adapta-se ao navegador do usuário

O Vimeo.com, um dos maiores sites de vídeo atualmente, inaugurou recentemente um player universal, marcando o início da sua adoção do HTML5 para exibição de vídeos.

O player universal detecta o navegador utilizado pelo usuário e exibe o vídeo requisitado no melhor tipo de tocador. Se o usuário estiver acessando de um navegador desktop compatível com o plugin do flash, este será exibido; se, por outro lado, estiver em um aparelho não compatível com o plugin (como um iPad), verá o vídeo em HTML5. O player universal também escolhe a melhor opção de definição do vídeo – HD, SD ou Mobile – e de padrão de compressão – H.264 ou WebM.

Para testar, apenas visite o Vimeo e escolha assistir a algum vídeo enquanto utiliza um navegador sem suporte ao plugin do Flash.

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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

As histórias que ninguém sabe por trás dos símbolos de informática que todo mundo conhece


Eles são sinalizadores para os seus rituais diários. Os símbolos instantaneamente reconhecidos nos quais você aperta e clica ou simplesmente observa incontáveis vezes todos os dias enquanto interage com o seu computador. Mas o quanto você conhece sobre as suas origens?

Power

Ele está em camisetas, indica qual botão apertar para dar a partida em um Prius e já foi até usado em embalagens de camisinhas em Nova York. Este símbolo data lá da época da Segunda Guerra Mundial, quando os engenheiros etiquetavam os botões seguindo o sistema binário: um 1 significava "ligado", e um 0 significava "desligado". Em 1973, a International Eletrotechnical Comission vagamente codificou um círculo quebrado com uma linha dentro como "estado de espera" (standby), e continua com esta definição até hoje. O Institute of Electrical and Electronic Engineers, no entanto, achou isso muito vago e alterou a definição para significar simplesmente energia, poder, força. Power.

Command

O que acampamentos suecos e abuso do logo da Apple têm em comum? Bastante, segundo Andy Hertzfeld, da equipe de desenvolvimento do primeiro Mac. Enquanto trabalhava com outros membros da equipe para traduzir comandos de menus diretamente para o teclado, Hertzfeld e a sua equipe decidiram incluir uma tecla de função especial. A ideia era simples: quando pressionada em conjunto com outras teclas, a "tecla Apple" selecionaria o comando de menu correspondente. Steve Jobs odiou a ideia – não a do botão, mas a de usar o símbolo da Apple nele. Hertzfeld relembra a sua reação: "Tem muitas maçãs na tela! É ridículo! Estamos usando o logo da Apple em vão!" Rolou um processo apressado de redesenho, no qual a artista de bitmaps Susan Kare folheou de cabo a rabo um dicionário internacional de símbolos e acabou escolhendo um símbolo floral que representa, na Suécia, uma atração digna de nota em uma área de acampamentos. Também conhecido como "Gordon loop", "splat", "infinite loop" e, no padrão Unicode, "símbolo de local de interesse", o simbolo Command permanece presente nas interfaces e nos teclados da Apple até hoje.

Bluetooth

Você provavelmente já ouviu a história do rei dinamarquês Harald Blåtand e de como ela se relaciona com o Bluetooth, certo? Ele era um renomado connoisseur de mirtilos (blueberries), tanto que dizem que um dos seus dentes permanecia sempre azul, bla bla bla. O que você pode não saber é que símbolo do bluetooth é uma junção das duas runas que representavam as iniciais do rei Harald. Acontece que o primeiro receptor Bluetooth tinha o formato parecido com o de um dente e, sim, era azul. Mas as brincadeiras simbológicas não param por aí. O Bluetooth Special Interest Group lembra que Harald "foi instrumental para a união de diferentes facções guerreiras em partes do que hoje são a Noruega, Suécia e Dinamarca – do mesmo modo que a tecnologia Bluetooth é projetada para permitir colaboração entre diferentes indústrias, como a de computação, telefonia celular e automotiva".

USB

Criado como parte das especificações do USB 1.0, o ícone foi desenhado de modo a lembrar o tridente de Netuno, o poderoso Dreizack. (Isso não significa que você deva sair por aí cutucando pessoas ou tentando domesticar golfinhos usando um pen drive.) No lugar de triângulos nas três pontas da lança, os promotores do USB decidiram alterar os formatos para um triângulo, uma caixa e um círculo. Isso foi feito para significar todos os diferentes periféricos que poderiam ser conectados usando o novo padrão.

Play

Os símbolos de Play/Pause não são nativos dos computadores, mas encontraram um lar nos teclados e em todas as interfaces dedicadas a reproduzir áudio ou vídeo, seja em mídia física ou digital. Infelizmente, nem o triângulo apontado para a direita, nem as duas barrinhas parecem ter uma origem definitiva. Eles primeiro apareceram como símbolos de transporte de fitas em tocadores de rolos na metade dos anos 60. Em alguns casos, vinham acompanhados dos símbolos de avanço ou retrocesso rápido, que eram o mesmo triângulo, apenas duplicado e eventualmente invertido para apontar para a esquerda. A direção do triângulo indicava a direção que a fita iria se mover. Fácil.

Pausa

Quanto ao símbolo de pausa, muitos notaram que ele lembra a notação para uma conexão aberta em um esquema elétrico. Alguns dizem que é simplesmente um símbolo de Parar, aquele quadrado, mas com uma tira arrancada do meio. Nós apostaríamos em uma origem mais clássica: na notação musical, há um símbolo muito semelhante usado para indicar pausa.

Sleep

As pessoas ficavam confusas com o modo "standby". Parecia contraintuitivo que um aparelho eletrônico não estivesse nem ligado, nem desligado. Então a IEEE decidiu que seria bom fazer uma modificação, renomeando o modo de espera para "Sleep", de modo a demonstrar o estado em que nós, humanos, não estamos nem ligados, nem desligados. Atualmente, uma lua crescente é o símbolo do modo Sleep nas Américas e na Europa. Seu poder metafórico é inegável! Mas no Japão eles preferem muitas vezes o símbolo "Zzzz".

Arroba

Ah, o @… O único símbolo desta lista a ganhar um lugar na coleção de arquitetura e design do MoMa. Como este símbolo acabou se tornando tão potente com o passar dos anos? Ele tem sido conhecido por diversos nomes ao redor do mundo: caracol na França e Itália, ratinho na China, rabo de macaco na Alemanha, tromba de elefante na Suécia, arroba no Brasil… Em 1971, um programador da Bolt, Baranek & Newman chamado Raymon Tomlinson decidiu inserir o símbolo entre endereços de computadores para separar o usuário do terminal. Antes deste uso, o símbolo já fazia parte de algumas máquinas de escrever americanas, sendo usado em contabilidade desde 1885 como uma abreviatura da área de contabilidade, que significava "na ordem de". No Brasil, a arroba já vinha sido usada no contexto mercantil, principalmente como unidade de peso de gado, equivalendo a cerca de 15kg. Mas o símbolo em si, o "a" com uma voltinha externa, tem origens misteriosas e muito mais antigas que isso, remetendo a monges do século 6.

Firewire

Lá em 1995, um pequeno grupo na Apple – a principal desenvolvedora do FireWire – iniciou o trabalho de desenhar um símbolo que pudesse representar de forma adequada a nova tecnologia na qual estavam trabalhando. Originalmente pensado como uma alternativa serial ao SCSI, o maior apelo do FireWire era a promessa de conectividade rápida para equipamentos de áudio e vídeo digitais. Então os designers optaram por um símbolo com três pontas, representando áudio, vídeo e dados. Inicialmente, o símbolo era vermelho, mas depois foi alterado para amarelo por motivos desconhecidos.

SBBOD

Este terror é conhecido por muitos nomes: a roda hipnotizante do terror, a pizza giratória, o catavento da morte e o meu favorito: SBBOD (Spinning Beach Ball of Death - Bola de Praia Giratória da Morte). A Apple chama ele oficialmente de "cursor giratório de espera", mas a maioria dos usuários de Mac o chama de palavras impublicáveis. Ele apareceu primeiro no Mac OS X e continua indicando que uma aplicação não está respondendo a eventos do sistema, mas é na verdade uma evolução do cursor de espera que a empresa usou em versões preliminares do MAC OS, um relógio de pulso. Apesar das suas origens de design permanecerem misteriosas, a Apple provavelmente abandonou o reloginho pelo fato dele lembrar aos usuários do tempo que se passava enquanto os programas ficavam pendurados. Apesar disso tudo, a solução moderna prova uma coisa: é perfeitamente possível odiar uma bolinha colorida giratória.

Atualização: depois deste post publicado no Giz US, alguns leitores enviaram novos detalhes. Aparentemente, o cursor giratório de espera tem uma ligação conceitual com o NeXTstep, o antecessor do Mac OS X, e foi desenhado para representar o disco magnético giratório de onde o NeXTstep e os seus aplicativos eram (muito lentamente) carregados.

Ethernet

Apesar de ter sido "inventado" muitos anos antes, isso que hoje reconhecemos como um símbolo de conexão em rede Ethernet foi projetado por David Hill, da IBM. Segundo ele, o símbolo era parte de um conjunto de outros símbolos que representavam as várias conexões de rede local disponíveis na época. As caixas, que são representadas de maneira propositalmente não-hierárquica, representam os computadores/terminais. Apesar de Hill não citar os rascunhos de Ethernet de Bob Metcalfe, é fácil ver como o símbolo moderno se inspira neles.

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Por incrível que pareça, isto é um SSD de 64 GB da SanDisk


É um novo recorde mundial, meus amigos, dessa vez na categoria “menor SSD”. Disponível em capacidades de 4 GB a 64 GB, o “iSSD”, da SanDisk, é ideal para tablets e laptops muito, mas muito magricelos.

Com capacidade de leitura de 160 MB por segundo e 100 MB por segundo em gravação, o iSSD claramente não sacrifica a velocidade em prol do tamanho diminuto – ele pesa menos de um grama e mede 16 mm x 20 mm x 1,85 mm. Eis o surgimento de um possível complexo de peso por parte dos SSDs. Mas, claro, a SanDisk não quis falar nada sobre preços por enquanto, para não assustar os cidadãos de bem. [SanDisk]


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Adobe lança patch de emergência para leitor de PDF nesta quinta-feira


O recente bug do Adobe Reader foi divulgado pelo pesquisador Charlie Miller, durante a conferência de segurança Black Hat 2010.

A Adobe anunciou que lançará um patch de segurança para corrigir uma vulnerabilidade considerada crítica aos usuários do programa Adobe Reader, na próxima quinta-feira (19/8).

Há duas semanas, a companhia já havia prometido consertar a falha com uma correção de emergência fora do cronograma tradicional de atualizações. No entanto até hoje não havia sido definida uma data específica de lançamento.

O bug foi divulgado pelo pesquisador Charlie Miller, em julho, durante a conferência de segurança Black Hat 2010, quando ele demonstrou como uma ferramenta chamada BitBlaze poderia possível reduzir o tempo necessário para identificar uma falha em um sistema.

Miller, um analista da Independent Security Evaluators, é bem conhecido por encontrar falhas de segurança no popular visualizador de PDF. Em março deste ano, ele mostrou como uma ferramenta simples de controle pode procurar vulnerabilidades e potenciais bugs em softwares.

De acordo com a Adobe, a nova atualização incluirá correções para outras vulnerabilidades, além desta descoberta por Mille. Também será publicado um boletim de segurança que inclui links para a atualização do Reader e do Acrobat no site da empresa.

Depois desta, a próxima atualização será no dia 12 de outubro, segundo o cronograma trimestral.

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CEO da Google aconselha "mudar de nome" para escapar à bisbilhotice na web



Em entrevista a jornal, Eric Schmidt previu o dia em que todo jovem terá de mudar de nome se não quiser ter sua reputação ameaçada.

A Google é frequentemente acusada de se comportar como o Big Brother, e seu CEO Eric Schmidt não tem feito muita coisa para dissipar essa percepção. Pelo contrário: em uma entrevista ao Wall Street Journal, Schmidt deixou escapar uma ideia tão interessante quanto assustadora: talvez as pessoas deveriam mudar seus nomes ao atingir a vida adulta para erradicar possíveis danos à reputação causados pelas buscas em registros armazenados na empresa.

“ ‘Eu não acredito que a sociedade entenda o que acontece quando tudo está disponível e pode ser acessado por todo mundo, todo o tempo’, disse Schmidt, que prevê – aparentemente, de forma séria – que todo jovem um dia será levado a mudar automaticamente de nome ao atingir a idade adulta, para deixar de ser apontado como responsável por suas aventuras de garoto ou garota registradas em sites de mídia social”, informa o Wall Street Journal.

Obrigado, pai
Não é a primeira vez que Schmidt tem feito declarações paternais – e que beiram o moralismo – sobre o comportamento na Internet. No fim do ano passado, Schmidt disse à CNBC que “se você tem algo que não quer que alguém saiba, talvez não deveria de forma alguma tê-lo feito”.

As declarações fora de lugar de Schmidt não fazem nenhum bem à reputação da empresa, e estão em contraste direto com o lema cada vez mais irônico da Google: “Não seja má”.

É possível que Schmidt estivesse brincando e que o Wall Street Journal tenha levado sua piada a sério. Schmidt fez comentários no passado sobre como a publicação excessiva de informações pessoais em sites de rede social pode prejudicar a capacidade de alguém conseguir um emprego no futuro. Mas se ele estava brincando – ou até fazendo uma meia-piada -, é esse tipo de comentário que motiva a paranoia de trocar a fechadura.

Para alguns, a Google pode ser vista como uma empresa que ultimamente tem sido má. O exemplo mais visível é o fiasco da neutralidade da rede: a Google, junto com a Verizon, vislumbra um novo padrão para a web no qual os usuários pagariam taxas Premium para acessar conteúdos tais como serviços críticos de saúde e plataformas de jogos online.

Críticos têm classificado essa posição como altamente danosa e a proposta em si como “pior do que se temia”. Há também o caso da Suíça, que acusa a Google de roubar silenciosamente informações pessoais de usuários de redes Wi-FI não criptografadas.

Muito suspeita?
A Google armazena dados sobre hábitos de busca por nove meses, mais que o Bing (seis meses) ou o Yahoo (três meses). (É claro, isso não significa que a informação velha simplesmente desapareça, ou que não possa ser recuperada mais tarde). No entanto, a Google diz fazer essa pesquisa de tendências de forma anônima, em vez de guardar o endereço IP inteiro.

A Google afirma remover o último octeto do endereço IP, “o que significa que há 254 possibilidades para adivinhar o endereço IP em questão (.0 e .255 são endereços reservados)”, segundo a Ars Technica. O Bing remove o endereço IP inteiro, e o Yahoo erradica tudo.

A lista continua. Há questões sobre privacidade com o Google Social Search; a Google recentemente modificou a indexação de mensagens do Gmail para responder a preocupações sobre mensagens de voz que, transcritas, apareciam nos resultados de busca; o Dashboard da Google tem deixado pessoas de cabelo em pé; e até o embrionário Chrome OS tem sido alvo de desconfiança.

Alguns figurões da tecnologia sugerem que o comentário de Schmidt sobre “trocar de nome” não passa de lenda, mas nem todos veem dessa forma. (As pessoas têm uma tendência a publicar informações comprometedoras em redes sociais.)

“Talvez seja uma boa ideia. Mas é mais provável que diga respeito a um cenário de fantasia do que a qualquer coisa ligada à realidade. Ela demonstra um entendimento incomum de privacidade, liberdade, indiscrição e conseqüências: está mais relacionada à linha entre juventude e a idade adulta do que à experiência humana”, escreveu Marshall Kirkpatrick no site ReadWriteWeb.

Jason Kincald, do TechCrunch, também vê a falta de razoabilidade dos comentários do CEO da Google: “Schmidt pode ter vislumbrado um sistema centralizado no qual toda informação crítica do passado esteja disponível para empregadores, bastando fornecer o nome completo do candidato - o que faria uma mudança de nome valer a pena. E isso é tudo.”

Quanto a mim, tendo a concordar com a afirmação de Preston Gralla, da Computerworld/EUA, de que a Google pode ter superado Orwell. “A imaginação distópica de George Orwell em ‘1984’ não poderia ir tão longe. Ele imaginou um governo que sabia tudo sobre você. Nem ele conseguiu ver que a raiz do medo poderia vir de uma empresa privada.”

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Aprenda a inserir fórmulas matemáticas no Word e OneNote


Aprenda a inserir cálculos complexos em seus documentos de texto com um guia simplificado


Se você quer saber como inserir fórmulas matemáticas muito complicadas nos seus documentos de texto, sem precisar de subescritos e outros símbolos que exigem códigos complicados para que possam ser colocados nos problemas, acompanhe este pequeno tutorial que o Baixaki preparou especialmente para você.

As dicas são criadas com base em um complemento desenvolvido para o Microsoft Word 2010, mas que pode ser instalado também no Word 2007, rodando sem causar problemas no funcionamento, apenas algumas falhas na parte gráfica do próprio editor de textos. Esse complemento é o Microsoft Mathematics Add-in, que pode ser baixado pelo botão abaixo.

Clique para baixar

Após instalar o complemento, inicie o Microsoft Word e procure pela aba “Mathematics”, localizada logo à direita de “Exibição”.

Aba de acesso às funções

Assim que escolhida a opção correta, novas opções surgem na interface do Word. Selecione “Equation” para escolher um dos modelos de equação disponível ou então para criar um novo padrão para a lista existente. Neste tutorial, utilizaremos uma equação de segundo grau sendo resolvida pela fórmula de Bhaskara.

Escolha das fórmulas

Após escolher, a equação será inserida centralizada no texto que está sendo criado, e então você poderá efetuar as modificações que desejar.

Equação inserida

Depois de inserir os números que deseja em cada uma das incógnitas (letras) colocadas na fórmula, procure pelo botão “Compute”, que está logo ao lado do botão de equações. Clicando sobre ele, serão disponibilizadas as possíveis resoluções, escolha a desejada e a equação será resolvida.

Resolver X

O resultado da equação é colocado logo abaixo dela.

Equação desenvolvida

Se desejar também criar um gráfico para ilustrar toda a equação, você pode fazer isso selecionando o botão “Graph” e escolhendo um dos padrões disponíveis. Uma nova janela será aberta e você pode confirmar para que o gráfico seja inserido no texto.

Gráficos criados facilmente

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Esperamos que as dicas passadas neste artigo tenham sido úteis para você que precisa de fórmulas e equações em seus documentos de texto, mas não pode perder tempo utilizando códigos do Windows para inserir símbolos e chaves, por exemplo.

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Conheça programas para ler livros digitais no computador


Além de serem abertos por e-readers, os arquivos de livros digitais podem ser lidos em computadores. Confira a seguir dois softwares com essa função.

Adobe Digital Editions

Esse programa reconhece arquivos em PDF e em ePub e serve para gerenciar também sua biblioteca de livros digitais. Depois de instalar o software, o usuário pode baixar mais de 30 livros digitais (em inglês) de graça. O usuário do Digital Editions pode acessar sua biblioteca de livros em até seis dispositivos, que podem ser computadores ou smartphones.

Baixe o Digital Editions no Superdownloads

Reprodução
Tela de leitura do Adobe Digital Editions

Calibre

Esse programa gratuito abre arquivos PDF, ePub e Mobi, entre outros padrões. Além de um sistema para gerenciar sua biblioteca de livros digitais, o Calibre permite converter o formato dos arquivos. Ele está disponível em português e tem versões para Windows, Mac e Linux. O programa converte arquivos de 18 formatos diferentes, incluindo o Mobi, que também pode ser lido no Kindle.

Baixe o Calibre no Superdownloads

Reprodução

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