terça-feira, 12 de março de 2013

Intel lança instalador gráfico dos drivers de vídeo para Linux

A Intel lançou recentemente um instalador dos seus drivers gráficos para Linux, sobrepondo-se aos sistemas de gerenciamento de pacotes de algumas distribuições. O instalador foi divulgado no 01.org, site da empresa dedicado a projetos open source.
O instalador funciona com versões populares do Ubuntu e Fedora, tanto de 32 como 64-bit. Ele pode ser baixado em:
https://01.org/linuxgraphics/downloads/2013/intel-linux-graphics-installer
Instalador gráfico dos drivers da Intel para Linux
O bom do instalador é que ele aplica alguns arquivos extras não disponibilizados por padrão em algumas distros, como o Fedora. Um caso se dá com o driver libva, que permite que alguns programas obtenham acesso à aceleração gráfica. O Fedora não o inclui por questões de patentes, mas ele está disponível no RPM Fusion.
De acordo com o Web Upd8 há um problema de dependências com o instalador no Ubuntu de 64-bit. Sendo assim, não é recomendável utilizá-lo neste sistema ainda.
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Variante do Ubuntu com GNOME se torna oficial

Depois de rumores e do desejo de muitos, finalmente: o Ubuntu ganhará uma versão oficial com o GNOME.
A versão inicial 12.10 mostrou que há demanda para uma distro com o GNOME 3.x "puro", sem o Unity nem as personalizações da Canonical no ambiente. A primeira versão dada como "oficial" será a 13.04, a ser lançada em abril.
Ubuntu GNOME Remix 12.10
Ela virá com o GNOME 3.6, que é a base usada pela Canonical neste ciclo. O GNOME 3.8 será disponibilizado via repositório PPA gnome3-team.
Apesar de usar muitos componentes do GNOME para formar o Ubuntu, o ambiente de trabalho final é completamente diferente. O Unity substitui o shell do GNOME, muito embora os aplicativos essenciais continuem os mesmos. A aposta da interface própria da Canonical começou há alguns anos, e de lá para cá veio ficando cada vez mais madura. Os conceitos dela serão aplicados também para tablets e telefones, como o lançador de apps no lado esquerdo. A Canonical quer uma mesma base de código que se adapta às diferentes telas e dispositivos.
Além da versão com GNOME uma outra foi oficializada também: o UbuntuKylin, uma versão especializada para chineses. Ela elimina alguns problemas existentes no Ubuntu "tradicional", suportando melhor os caracteres e aplicativos comuns na China.
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Twitter amplia download de mensagens antigas. Veja como baixar seu arquivo

Depois de pouco mais de três meses do lançamento do novo recurso que permite baixar todo o histórico de mensagens publicadas, o Twitter anunciou a primeira expansão do serviço: além de estar disponível para o idioma inglês, agora usuários com contas configuradas em alemão, espanhol, farsi, francês, finlandês, hebraico, hindi, holandês, húngaro, malaio, norueguês e polonês, podem baixar o histório de mensagens publicadas.
O Brasil ainda não está entre os novos idiomas que permitem baixar as mensagens antigas do Twitter. A mudança pode ter a ver com o número de usuários do microblog no Brasil: pesquisa realizada pela consultoria Semiocast no ano passado indicava que o Twitter era o segundo país com maior número de contas no Twitter, cerca de 40 milhões. Em todo o mundo, o Twitter reúne mais de 200 milhões de usuários.
Apesar disso, os brasileiros não precisam esperar para solicitar seu arquivo de mensagens publicadas no microblog. Como o recurso de solicitação das mensagens está disponível apenas em outros idiomas, basta que os internautas brasileiros acessem sua conta no site e modifiquem o idioma na página de configurações, que pode ser acessada por meio do ícone de engrenagem no canto superior direito do site. Depois, faça login novamente.
Para baixar o arquivo com as mensagens, o usuário do Twitter precisa acessar o menu de configurações, disponível no canto superior direito da tela. O usuário deve clicar em link localizado no final desta página para solicitar o download de um arquivo compactado (.zip). O arquivo não é baixado na hora: quando o sistema terminar de gerá-lo, o usuário recebe um e-mail com um link para fazer o download.
Dentro da pasta compactada, o usuário encontrará um arquivo .csv com o tweets publicados, além de um arquivo .json com outras informações relacionadas, como geolocalização das mensagens. Este formato de arquivo é comumente usado para transferência de arquivos com dados de serviços de web.
Para facilitar a exploração dos dados, o Twitter também provê um link para o usuário, que permite acessar uma espécie de portal. Por meio dele, o internauta poderá usar uma caixa de busca para localizar mensagens do seu arquivo pessoal. Segundo o Twitter, as mensagens excluídas não fazem parte do arquivo.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Estes são os tablets (sim, no plural) da Positivo que o MEC distribuirá aos professores do ensino público

A tecnologia é uma aliada da educação? Sim, sem dúvida. O Governo Federal concorda e, por isso, abriu uma licitação para a compra de 650 mil tablets que serão distribuídos para professores do Ensino Médio da rede pública de educação. Que tablets são esses? A gente conta.
Eles foram produzidos pela Positivo e são bastante parecidos com a linha de tablets Ypy, vendida no varejo desde o final de 2011. Na licitação, feita no começo de 2012, a fabricante paranaense venceu três dos quatro lotes, ficando responsável pela produção e venda de 650 mil tablets. O restante, 250 mil, ficou a cargo da CCE, recentemente adquirida pela chinesa Lenovo.
Conversamos com a assessoria da Positivo para saber detalhes do tablet e nos surpreendemos ao saber que são, na realidade, os tablets: dois modelos, um de 7″, outro de 9,7″ — exatamente como os Ypy do varejo, mas nesse caso, apenas modelos Wi-Fi, nada de 3G. Eles terão garantia de 24 meses, segundo o MEC. As configurações deles são:
Modelo de Tablet Tipo 1
Tela: LCD de 7 polegadas tipo touch multitoque capacitivo, resolução de 1024 x 600 pixels, formato 16:9
Sistema operacional: Android 4.0, Português Brasil
Processador: 1GHz
Armazenamento: 16GB (com possibilidade de expansão de até 32GB com cartão Micro SD Card)
Conectividade: Rede sem fio IEEE 802.11 b/g/n e Bluetooth 2.1 + EDR
Câmeras: Frontal VGA e traseira de 2,0MP
Medidas: 196 x 120 x 11,4mm (LxAxP)
Peso: 398g (sem a capa emborrachada)
Modelo de Tablet Tipo 2
Tela: LCD de 9,7 polegadas tipo touch multitoque capacitivo, resolução de 1024 x 768 pixels, formato 4:3
Sistema operacional: Android 4.0, Português Brasil
Processador: 1GHz
Armazenamento: 16GB (com possibilidade de expansão de até 32GB com cartão Micro SD Card)
Conectividade: Rede sem fio IEEE 802.11 b/g/nTM e BluetoothTM 2.1 + EDR
Câmeras: Frontal VGA e traseira de 2,0MP
Medidas: 242 x 186,1 x 10,8mm (LxAxP)
Peso: 606g (sem a capa emborrachada)
O preço de cada tablet ficou assim (todos valores unitários):
  • Tablet Tipo 1 (7″): R$ 276,99
  • Tablet Tipo 2 (9,7″): R$ 462,49 (regiões Nordeste e Sul) e R$ 461,99 (Centro-Oeste, Norte e Sudeste)
O da CCE, de 7″, custa R$ 278,90. São 450 mil tablets de cada tamanho, totalizando 900 mil. A tabela de quantidades e valores pode ser vista aqui.
Tablet educacional da Positivo roda Android 4.0.4.
A Positivo não soube informar como será feita a distribuição e quem receberá esse material, mas o MEC diz que o foco, inicialmente, está nos professores do Ensino Médio. Eles receberão treinamento no primeiro semestre de 2013 e os tablets, no segundo. A aquisição dos tablets é de responsabilidade dos estados e como o prazo para o registro dos preços vence em junho, a maioria já acertou os detalhes da compra — até o momento, 24 estados, mais o Distrito Federal.
Ontem o Android Play teve acesso ao modelo de 7″ e trouxe algumas informações extras sobre a configuração (além de um punhado de fotos). O tablet vem com 512 MB de RAM e uma GPU Mali-400MP, a mesma usada no Galaxy S II. O Android, versão 4.0.4, aparenta ser levemente personalizado e inclui os Google Apps, incluindo a Play Store. Chama a atenção o acabamento, com um amarelão berrante na parte de trás e, em letras garrafais em relevo, os dizeres “Ministério da Educação”, seguido de “Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação” (o FNDE é o programa do qual a aquisição dos tablets para uso na educação pública faz parte).
As investidas do MEC para informatizar as salas de aula não têm lá um histórico muito bom, e a falta de preparo dos profissionais que lidarão com esses tablets pode vir a subutilizar esse importante equipamento no ambiente escolar. Ter tecnologia nas salas de aula é algo bastante positivo, mas feito de qualquer jeito, o impacto dessas aquisições pode ser nulo ou, pior, negativo. [Android Play, Todos Pela Educação, FNDE]
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Atualização para Windows 8 agora custa a partir de R$ 359

Ontem foi o último dia para comprar o Windows 8 Pro ao valor promocional de R$ 69. Até agora, a Microsoft evitou revelar quais seriam os novos preços, e parece que descobrimos o motivo: eles são bastante caros, inclusive se comparados ao que é cobrado nos EUA.
A atualização para Windows 8 Pro agora custa cerca de R$ 610. Este não é o valor exato pois, como explica a Microsoft, “esta é uma compra internacional, sujeita a impostos e variação cambial”. Ou seja, o valor final pode ser ainda maior. Nos EUA, ela custa cerca de R$ 400.
Por sua vez, a atualização para Windows 8 – versão sem recursos muito avançados como BitLocker e Conexão de Área de Trabalho Remota – custa R$ 359. Nos EUA, ela custa cerca de R$240. Ela deve ser o bastante para a maioria dos usuários domésticos, já que possui suporte a apps Metro, nova tela Iniciar, troca gratuita de idioma do sistema operacional e mais.
win8-novosprecos
É interessante notar que esses preços são apenas levemente mais baixos que os do Windows 7 no lançamento. Talvez a Microsoft só quisesse estimular o upgrade para Windows 8 no início, e agora seria hora de focar nos novos (e caros) PCs com Windows 8 pré-instalado.
Por fim, no Brasil o pacote de atualização para a versão Pro custa R$ 295, enquanto o Media Center Pack sairá por R$ 29 (ele era gratuito na promoção).
E a versão completa? Por enquanto, ela só pode ser encontrada em mídia física, e em revendas especializadas: custa cerca de R$ 400 (Pro) e R$ 250 (padrão). A Microsoft promete lançá-la no varejo durante o primeiro trimestre, ainda sem data definida – mas provavelmente sem manter esses preços, já que eles são mais baratos que a atualização via download.
Uma boa notícia, pelo menos: se você comprou um PC com Windows 7 entre 02 de junho e 31 de janeiro, você ainda poderá atualizar para o Windows 8 pelo preço promocional de R$ 29. Mas atenção: isto vale até o dia 28 de fevereiro.
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O que é desfragmentação? Eu preciso fazer isso no meu computador?


vectorlib (© Shutterstock)
vectorlib (Shutterstock), Robolab (Shutterstock) e M.E. Mulder (Shutterstock)

Desfragmentação é uma tarefa de manutenção que precisa ser feita nos seus discos rígidos.
A maioria dos HDs tem discos giratórios, com os dados guardados em diferentes lugares deles. Quando seu computador salva dados no disco, ele faz isto em “blocos”, que são ordenados sequencialmente de um lado do disco até o outro. A fragmentação acontece quando os arquivos ficam divididos em blocos distantes uns dos outros. O HD, então, leva mais tempo para ler, pois o cabeçote tem que “visitar” muitos lugares no disco. A fragmentação reordena os blocos de acordo com a sequência de leitura, então o cabeçote não tem que percorrer o disco inteiro para ler um único arquivo.
Quando você deve (ou não) desfragmentar
A fragmentação não deixa o seu computador tão lento quanto ocorria antigamente — ao menos, até estar muito fragmentado —, mas a resposta mais simples é sim, você ainda deve desfragmentar seu computador. Entretanto, o que você precisa fazer depende de alguns fatores. Aqui está o que você precisa saber. Se você usa um Solid-State Drive: não é necessário desfragmentar
Se você tem um SSD no seu computador, não precisa desfragmentá-lo.
SSDs, diferentemente de HDs, não usam discos giratórios para gravar arquivos, então eles não perdem tempo para ler de diferentes partes do disco. Então, a desfragmentação não vai melhorar a performance (mesmo assim SSDs precisam de manutenção apropriada).
Claro, se você tiver outros drivers que não são SSDs no seu computador, eles vão precisar de desfragmentação.
Se você usa Windows 7 ou 8
Windows 7 e Windows 8 desfragmentam seus HDs automaticamente, com data e hora marcada, então você não tem que se preocupar com isso. Para ter certeza que está tudo correto, abra o menu Iniciar e digite “defrag”. Abra o Desfragmentador de Disco do Windows e confira se está tudo agendado como deveria. O programa deve dizer para você quando foi a última vez em que o processo foi executado e se há alguma fragmentação.
Nota: Muitos de vocês acham que a desfragmentação “automática” do Windows 7 deixa muito a desejar. O principal motivo disso é você precisa checar estas rotinas de vez em quando para ter certeza se está tudo certo, e isto é seu trabalho! O Windows 8 parece muito melhor quando o assunto é a automação desse processo.
Note que no Windows 8, você verá seus SSDs no Desfragmentador de Disco, mas ele não faz nada com eles, na verdade; ele só executa outras tarefas de manutenção específicas do SSD. Então, não se preocupe se ele estiver marcado com os outros dispositivos.
Se você usa Windows XP
Se você ainda tem o XP na sua máquina, precisa desfragmentar os discos manualmente. Abra o menu Iniciar, clique em Executar, digite “dfrg.msc” e aperte Enter. Você vai abrir o Desfragmentador de Disco. Nele, você pode fazer o processo necessário com cada um de seus discos individualmente. É bom fazer isto semanalmente. Se preferir, pode agendar no Agendador de Tarefas do Windows.
Se você tem um SSD, deveria atualizar seu sistema para o Windows 7, já que o XP não tem ferramentas nativas para manutenção de discos deste tipo.
Se você usa Mac 
Se você tem um Mac, provavelmente não precisa desfragmentar manualmente, já que o OS X faz isso automaticamente para vocês (nos arquivos pequenos, pelo menos). Entretanto, em alguns casos — principalmente se você tem muitos arquivos grandes —, desfragmentar pode ajudar a melhorar a velocidade de um Mac lento.
Quando você deve usar uma ferramenta específica para isso
Já falamos um pouco sobre as melhores ferramentas para desfragmentação, já que a nativa do Windows não é a única. No entanto, para a grande maioria dos usuários, ela resolve bem o problema. Programas de terceiros são úteis se você quer ver quais arquivos estão fragmentados ou desfragmentar arquivos de sistema (no caso de você estar tentando reduzir o disco), mas, nos outros casos, são desnecessárias. Então, vamos lá, agende as desfragmentações e esqueça isso!

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Sony: o MiniDisc está (finalmente) morto


Foto por TomPageNet/Flickr
Foto por TomPageNet/Flickr
Há mais de um ano, a Sony parou de fabricar players de MiniDisc. Agora é a vez da mídia física morrer, anos após perder sua relevância: a Sony finalmente vai parar de produzir o MiniDisc.
A Sony anunciou que irá fabricar MiniDiscs pela última vez em março de 2013. A grande questão que isso levanta, claro, é: quem ainda está comprando isso?
Assumindo que eles não estejam empilhados em um depósito para ficarem lá pela eternidade, provavelmente alguém achou que pagou muito caro pelo seu MiniDisc player há anos e quer fazer esse dinheiro gasto valer a pena.
Lançado há pouco mais de 20 anos, em 1992, o formato óptico espremia música no que era um formato pequeno e seguro. Pena que eles eram muito caros, e que quase ninguém lançou música usando esse formato.
Apesar de tais problemas, e do MP3 e do iPod, o MiniDisc conseguiu sobreviver por 21 anos, e isso é surpreendente. Descanse em paz, MiniDisc
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IBM vai mandar computador Watson para a faculdade

O supercomputador Watson, da IBM,  já superou campeões de concursos de perguntas e respostas e ficou famoso quando aprendeu a xingar recentemente. Agora, a empresa quer mandar o Watson para a faculdade, para que ele faça cursos de inglês e matemática. O projeto prevê sua instalação no Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova York, e fará do Watson o primeiro computador a ter algo semelhante a uma formação educacional.
Computador vai ganhar novas ferramentas para ser capaz de entender novas palavras e a formação de frases e diálogos complexos (Foto: Reprodução)Computador vai ganhar novas ferramentas para ser capaz de entender novas palavras e a formação de frases e diálogos complexos (Foto: Reprodução/Ubergizmo)
A equipe de desenvolvimento responsável pelo Watson trabalha para evoluir os softwares que permitem com que o computador entenda novas palavras e termos inventados. Na faculdade, o Watson será entregue a uma equipe de estudantes que, supervisionada pela IBM e por professores, desenvolverá diversas atividades com o computador.

Mais adiante no curso, os pesquisadores querem dar ao Watson estruturas que permitam com que ele encontre padrões e tenha um entendimento mais profundo das regras para a formação de frases. Além disso, os cientistas pretendem melhorar a compreensão do computador com relação ao modo como os diálogos se desenrolam entre as pessoas.
Na universidade, além de melhorar o inglês e a capacidade de compreender o sentido de palavras desconhecidas, o Watson deve ganhar novos sistemas para trabalhar com vídeos, imagens e dados genéricos que circulam pela Internet a todo instante. A intenção é que o supercomputador seja capaz de filtrar e alinhar dados em categorias, uma tarefa de processamento de dados bem complexa.

Via Ubergizmo
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AMD lança novo processador FX quad-core

A AMD lançou um novo processador da família Vishera. O FX 4130 segue a arquitetura Piledriver e tem quatro núcleos (o que significa dois módulos Piledriver). Com 2.8 GHz de frequência padrão, o novo FX 4130 pode chegar a 3.9 GHz via Turbo Core.
FX 4130 substitui o 4100 com ganhos de até 9% de desempenho (Foto: Reprodução) 
FX 4130 substitui 4100 com ganhos de até 9% de desempenho (Foto: Reprodução/AMD)
Sem placa de vídeo embutida, a unidade é interessante para quem prefere investir em um computador com placa dedicada. Embora não seja o processador mais poderoso do mercado, o FX 4130 é uma boa opção para gamers de orçamento mais apertado e exigências mais simples.
Além dos bons números de frequência, a nova CPU da AMD tem 4 MB de cache por módulo Piledriver e 4 MB em memória cache de nível 3, que pode ser aproveitada por todo o processador.
O FX 4130 substitui o FX 4100, da arquitetura Bulldozer e, de acordo com a AMD, é de 3 a 9% mais rápido que o modelo antigo. Em virtude da maior flexibilidade dos Piledrivers, o novo processador também oferece margens mais interessantes para quem gosta de fazer overclocks.
Em temos de preços, o FX 4130, como não poderia ser diferente, segue a política de custos competitivos da AMD. O valor anunciado no site da empresa é de US$ 101 (cerca de R$ 200 na cotação de 31/01). Para por em perspectiva, o valor cobrado por este quad-core está no mesmo patamar de alguns Core i3 dual-core da Intel.

Via Softpedia
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Desenvolvedores ganham ferramenta para testes de compatibilidade do IE


Se você já trabalhou com o desenvolvimento de páginas da internet, deve saber que é bem comum conseguir sucesso nos navegadores Firefox e Chrome, mas chegar em alguma versão do Internet Explorer e notar que está tudo desconfigurado. Você sabe disso e a Microsoft também, por isso agora a empresa está lançando uma nova ferramenta: o modern.IE.
Trata-se de um sistema online que permite a completa de páginas para que os desenvolvedores saibam exatamente onde estão os principais problemas referentes a cada uma das páginas analisadas. A grande vantagem é que o sistema consegue realizar testes de compatibilidade em várias versões do Internet Explorer — por isso, se seu site tem bugs em versões mais antigas, também será possível corrigi-los.
Para realizar seus testes, basta clicar sobre este link para acessar a página do modern.IE. Em seguida, insira o endereço da página que deseja analisar e clique sobre “Scan”. Em poucos segundos os testes serão feitos e o relatório completo de compatibilidade das páginas com o IE serão mostrados. Vale dizer que todos eles estarão em inglês.
Fonte: modern.IE

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Dell pode ser vendida para grupo de capital privado

A Dell está perto de um acordo para vender o controle da empresa a um consórcio liderado por seu fundador e presidente-executivo, Michael Dell, e pelo grupo de capital privado Silver Lake Partners, sendo que a transação pode ser anunciada já na segunda-feira, de acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto.
Michael Dell deve controlar participação majoritária na terceira maior fabricante mundial de computadores, cujo valor de mercado atual é de US$ 23 bilhões, enquanto o Silver Lake e a Microsoft se tornariam investidores minoritários, disse uma terceira fonte informada sobre o assunto.
O preço final que os compradores devem pagar aos acionistas da Dell pode não ser revelado imediatamente. O acordo marcaria a maior aquisição alavancada a ser conduzida desde a crise financeira mundial.
Os detalhes finais da transação devem ser discutidos no final de semana, mas o consórcio de compradores está trabalhando em detalhes de último minuto e o prazo pode se estender, segundo as fontes.
O grupo de investimento, que estava negociando com representantes da Dell na quinta-feira em Nova York, obteve até US$ 15 bilhões em financiamento para fechar o capital da empresa junto a quatro bancos de investimento -- Barclays, Bank of America Merrill Lynch, Credit Suisse e RBC Capital --, disseram pessoas familiarizadas com a transação.
O Barclays também está assessorando o Silver Lake na transação, juntamente com Perella Weinberg Partners, afirmaram duas das fontes. A Dell está sendo assessorada pelo JPMorgan Chase.
Representantes da Dell, Microsoft e Barclays se recusaram a comentar o assunto. Representantes do Silver Lake e do Perella Weinberg não foram localizados de imediato para comentar.
Como parte da transação, Michael Dell contribuirá com sua participação acionária existente de quase 16% na companhia, para obter controle majoritário da empresa depois que seu capital for fechado, segundo fontes.
Fechar o capital permitiria que a Dell --que está tentando se tornar provedora de todas as necessidades tecnológicas de seus clientes empresariais enquanto o mercado de computadores encolhe-- conduzisse essa difícil transição sob menor exposição pública.
A Dell formou um comitê especial de conselheiros e contratou a Evercore Partners para avaliar se a companhia está obtendo o melhor acordo para os acionistas e não só o acordo que interessa a Michael Dell, disseram diversas fontes próximas ao assunto à Reuters.
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Boot do Linux pode estragar alguns notebooks da Samsung com UEFI

Bug dos firmwares da Samsung ou do Linux? Ainda não chegaram a uma conclusão efetiva, mas é perigoso iniciar uma distro Linux usando UEFI em vários notebooks da Samsung.
No ano passado um usuário tentou iniciar o Ubuntu 12.04 no Samsung 530U3C a partir de um pendrive preparado com o Startup Disk Creator do Ubuntu. O sistema parou logo depois de carregar o kernel, e então o usuário desligou o computador segurando o tradicional botão. O problema é que o notebook nem ligou mais: nem mesmo o sistema de carregamento do UEFI era exibido. Depois de contatar a Samsung e acionar a garantia, a placa mãe foi trocada. Notebook praticamente novo, funcionando, até que... Uma nova tentativa de boot do Ubuntu foi feita e a máquina morreu novamente.
O relato de bug no site de desenvolvimento do Ubuntu é assustador, e para piorar outras linhas de notebooks são afetadas também, como 300E5C, NP700Z5C, NP700Z7C e NP900X4C.
A equipe do Ubuntu entrou em contato com a Samsung e ambos os grupos suspeitam do driver samsung-laptop. Ele já apresentou problemas no passado ao carregar o Linux via UEFI.
Por enquanto o mais recomendável seria inicializar o Linux nesses aparelhos usando o Compatibility Support Module (CSM), por meio de uma opção presente em diversos firmwares UEFI (mas incompatível com alguns modelos projetados para Windows 8). Ela inicializa simulando um BIOS convencional, permitindo carregar sistemas antigos, não preparados para UEFI. Uma complicação fica ao manter dual boot entre Linux e Windows, especialmente se o Windows tiver sido instalado no modo UEFI.
O problema parece afetar várias distros, não apenas o Ubuntu. Aparentemente as compilações diárias do Ubuntu já resolvem o problema, mas são necessários mais alguns testes.
A questão aí não tem relação com o Secure Boot, recurso do UEFI que visa carregar apenas sistemas operacionais assinados digitalmente e confirmados como seguros pela máquina. Trata-se de algum bug na implementação do firmware UEFI da Samsung e/ou do módulo ou driver usado pelo Linux.
Seja lá o que for, apenas tentar iniciar um sistema não deveria ser motivo para "quebrar" o computador, inutilizando-o do ponto de vista do usuário comum. Isso é um problema bem grave.
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Firefox bloqueará conteúdo baseado no Java, Flash e Silverlight

Os engenheiros da Fundação Mozilla planejam desativar o suporte a conteúdos baseados em Java, Adobe Flash Player e Silverlight no navegador Firefox. A mudança, segundo a Mozilla, acontecerá para melhorar o desempenho e a segurança do navegador. Ainda assim, os usuários que desejarem poderão habilitar os complementos (plug-ins) por meio do menu de configurações do Firefox.


As mudanças seguem o lançamento do recurso "Click-to-play" (clique para tocar, em português) no final do ano passado. O recurso permite que o usuário apenas ative os complementos na hora que um site requisitá-los para exibir um conteúdo da página. Dessa forma, o usuário deverá clicar em um link do lado esquerdo da URL para ativar os plug-ins e, então, exibir o conteúdo. Depois, os complementos voltam a ficar inativos.
A diferença, segundo a Mozilla, é que o "Click-to-play" até agora só desabilita complementos que estejam atualizados e que possam ser usados por invasores para instalar aplicativos maliciosos ou vírus no computador. No futuro, porém, o recurso bloqueará todos os complementos, até aqueles que estiverem em dia com a atualização, exceto pelo Adobe Flash Player.
"Algumas das ameaças mais comuns aos usuários são estimuladas por meio da exploração de vulnerabilidades em plug-ins", escreve Michael Coates, diretor de segurança da Mozilla, em uma mensagem no blog oficial . "O recurso click-to-play protege os usuários desses cenários." A Fundação Mozilla não especifica quando a mudança será feita, mas afirma que a equipe de engenharia monitorará os resultados para melhorar a experiência dos internautas.
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Conheça 4 ferramentas para manter sua privacidade na web

Uma das mulheres à frente da Electronic Frontier Foundation (EFF), uma entidade americana que defende a liberdade e privacidade dos usuários na internet, Rainey Reitman esteve pela primeira vez na Campus Party na tarde desta quarta-feira (30) para fazer um apelo: os brasileiros devem se engajar mais no debate sobre novas regras e leis criadas para regular a internet em todo o mundo.


iG São Paulo
Rainey Reitman, diretora de ativismo da EFF, em palestra na Campus Party 2013
"Quando o Brasil começou a discutir o Marco Civil da internet , todos nós pensamos que seria uma lei muito forte para proteger os intermediários, as empresas que oferecem as plataformas para as pessoas publicarem seus conteúdos", disse Rainey. "Agora, o Marco Civil está em negociação novamente e está em perigo. Estamos preocupados que ele deixe de trazer os benefícios prometidos para a internet."
Em sua palestra, Rainey citou vários países que possuem legislações que limitam a liberdade dos internautas, como a China e a Síria. Ela pediu que os brasileiros pressionem o governo para que a legislação adotada no País proteja a privacidade dos dados dos internautas e a liberdade de expressão na web. Enquanto não é possível garantir esses direitos em vários países do mundo, disse ela, as ferramentas de código aberto têm papel fundamental para proteger os internautas.

Confira algumas das ferramentas de código aberto criadas com o apoio da EFF que ajudam a manter a sua privacidade na web:
Tor
Inicialmente desenvolvido como um projeto de pesquisa da Marinha americana, o Tor virou um projeto livre que ajuda a proteger a localização dos internautas. Depois de instalar o aplicativo no computador, o usuário pode acessar a internet por meio de "túneis virtuais" que não permitem que ninguém intercepte sua navegação ou determine onde ele está ou de onde publicou determinado conteúdo.
A tecnologia, segundo Rainey, é usada por ativistas, jornalistas e pessoas que precisam acessar determinados sites na internet que são bloqueados em algumas regiões. O Tor não permite esconder, no entanto, a identidade do usuário na web. "A ferramenta ainda é difícil de usar e lenta e por isso precisamos da ajuda de desenvolvedores", disse Rainey, na Campus Party.
Pidgin
Um cliente para mensagens instantâneas que suporta Google Talk, MSN, ICQ e outros serviços de chat pela internet, o Pidgin permite bater papo com os amigos com a certeza de que as conversas não estão sendo armazenadas pelas empresas. "As empresas guardarão apenas uma mensagem criptografada, que não pode ser lida", explica Rainey.

Ao instalar o cliente no computador, o internauta pode fazer login em várias contas de serviços de mensagens instantâneas ao mesmo tempo. O serviço, que não exibe anúncios e é gratuito, está disponível para computadores com sistema operacional Windows e Linux.

HTTPS Everywhere
Uma extensão gratuita que já está disponível para o navegador Firefox, da Fundação Mozilla, e para o Google Chrome, permite que o usuário acesse a versão segura de todos os sites na internet, ou seja, as que possuem a URL iniciada por https. "Muitos sites na internet possuem uma versão https, mas dificultam seu uso", alerta Rainey.
Depois de instalada a extensão, quando o internauta digitar o endereço da URL no navegador, o aplicativo automaticamente reescreve a solicitação para que o navegador se conecte à versão segura do site. Isso previne que as informações enviadas entre o computador do internauta e o servidor onde o site está hospedado sejam interceptadas por terceiros.
TOSBack
A ferramenta TOSBack quer alertar os usuários sobre mudanças nos termos de uso de sites como Facebook, Twitter e outros, que podem mudar sem aviso prévio. Na página do projeto, que monitora mudanças nos textos dos termos de uso de diversos serviços, os usuários podem consultar o texto do termo atual e cópias das versões anteriores.
O recurso é útil, por exemplo, para notar mudanças importantes, como o compartilhamento de informações de usuários de dois serviços mantidos pela mesma empresa -- recentemente o Instagram mudou seus termos de uso para permitir o uso de dados de seus usuários pelo Facebook e vice-versa.
O TOSBack, no entanto, está parado no momento por falta de recursos. Para ajudar a colocar o projeto de volta no ar, Rainey promoveu uma maratona de programação na Campus Party para pedir a ajuda dos desenvolvedores brasileiros para desenvolver novos recursos e encontrar falhas no código da ferramenta.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Atualização deixa Java mais seguro, mas ainda é melhor desativar



Configuração do Java é insegura e erro pode impedir gravação de mudanças. (Foto: Reprodução)
Já recomendamos desativar o Java no navegador web principal e manter um segundo navegador com Java habilitado para visitar com ele somente os sites que necessitam de Java. O que motivou essa recomendação – que é incomum para a coluna – foi os diversos problemas de segurança e de projeto do Java. Felizmente, a Oracle, que desenvolve o software, resolveu alguns problemas, mas ainda seguem outros. Vamos ver hoje o que mudou.
Java é uma linguagem de programação e também o nome popular de um software necessário para usar os programas feitos em Java (a própria Oracle, por exemplo, usa expressões como “faça o download do Java”). Esse software é o Java Runtime Environment (JRE). O JRE, além de viabilizar a execução de programas em Java no PC, que incluem aplicativos como Minecraft, JDownloader e Vuze, também possui um componente extra para executar aplicativos em Java diretamente a partir do navegador.
É esse componente que faz parte do navegador web que viabiliza ataques, pois uma página maliciosa é capaz de explorar problemas no Java ou a falta de atenção do internauta para instalar vírus no sistema. Para piorar, o pesquisador de segurança Adam Gowdiak afirmou que já encontrou duas novas vulnerabilidades no Java e comunicou a Oracle, que agora deverá produzir mais uma atualização. (Veja aqui o relato de Gowdiak, em inglês.)
Para saber como desativar o Java, veja o final da coluna. Mas, primeiro, vamos analisar alguns aspectos do Java para saber quais são os problemas do JRE e como usá-lo com mais segurança.
Escapando do isolamento
Java é capaz de realizar modificações no sistema operacional e interagir com dados armazenados no PC. Isso não pode ser dito, por exemplo, do Flash, outro plug-in comum em navegadores. Esse comportamento do Java é indesejado e, por esse motivo, o Java usa um recurso chamado “sandbox” para isolar os aplicativos em Java executados no navegador (chamados de applets).
No entanto, applets podem “escapar” do sandbox usando falhas de segurança ou obtendo permissão do internauta.
Autorizando um applet
Para autorizar um applet, o Java costumava exibir a seguinte janela:
Antigo aviso de execução de applets. (Foto: Reprodução)
Agora, o Java está exibindo uma janela diferente, que requer pelo menos dois cliques para executar um aplicativo. O Java também não exibe mais o nome do “Editor” do software quando o applet não estiver com uma assinatura digital válida – chamados de applets “autoassinados”. Em um applet autoassinado, o “editor” do software pode ser falsificado. É normal encontrar applets criados por hackers em que o editor era “Microsoft” ou outro nome semelhante para que o internauta autorizasse. Agora, o editor aparece como “desconhecido” – uma melhora importante.
Aviso para execução de applet novo. (Foto: Reprodução)
O ideal seria que applets sem assinatura digital válida não fossem executados no navegador. Uma tecnologia concorrente do Java, o ActiveX, da Microsoft, é um exemplo: se um componente não tem assinatura digital válida, o internauta não recebe qualquer aviso. Ele é automaticamente rejeitado.
O problema ao permitir applets sem assinatura válida é que mesmo applets legítimos e seguros – como é o caso deste da foto, pertencente ao jogo Minecraft -, não usam assinatura digital. Assim, o usuário é obrigado a aceitar algo de um “editor desconhecido”, o que normalmente não é uma boa ideia.
É importante deixar claro que, fora alguns casos raros, pouquíssimos sites dependem do plug-in do Java que gera esses alertas das imagens. O usuário está muito mais sujeito a visitar sem querer sites maliciosos que usam o plug-in do Java do que sites legítimos.
Falhas de segurança
Janela de aviso do Controle de Contas de Usuário do Jucheck. (Foto: Reprodução)
Um applet pode utilizar uma falha de segurança e escapar do isolamento do Java sem que o internauta possa negar ou autorizar qualquer ação. Brechas existem em qualquer software e os desenvolvedores precisam corrigir as falhas. Embora as falhas do Java não sejam poucas, a Oracle, que é responsável, corrige todas elas. O problema, nesse caso, é aplicar a atualização que corrige a falha.
Enquanto alguns mecanismos de atualização funcionam de forma 100% automática (caso do Windows, do Google Chrome, do Firefox e do Adobe Flash e do Adobe Reader), o Java não é tão conveniente.
Primeiro, é preciso aceitar um aviso do “Controle de Contas do Usuário”, que aparece “do nada” durante o uso do computador.
Depois, é preciso clicar no ícone do Java, que fica na barra de tarefas. Nesse momento aparece uma janela informando que existe uma nova versão do Java. Na janela, é preciso clicar em “Instalar”. Em seguida, “Instalar” novamente.
Atualização do Java requer vários cliques e pode até solicitar instalação de software desnecessário. (Foto: Reprodução)
Depois, o Java pode oferecer a instalação de uma barra de ferramentas para o navegador de internet, que também modifica o provedor de pesquisa para a Ask.com. Esse software não faz parte do Java e provavelmente você não quer que ele seja instalado.
Depois de mais alguns passos, finalmente o Java será atualizado. Esses passos terão de ser repetidos a cada nova atualização.
Múltiplas versões
Alguns softwares programados em Java não funcionam bem nas versões mais novas do Java, o que requer a instalação de uma versão antiga. Por isso, costumava ser o caso que o Java deixava todas as versões anteriores instaladas no computador, e ficava a cargo do site definir em qual versão ele desejava que um applet fosse executado. Os criminosos utilizavam esse recurso para sempre executar o applet com uma versão vulnerável do Java, conseguindo, com isso, explorar uma brecha mesmo no caso de o usuário já ter instalado uma versão atualizada e livre da vulnerabilidade.
Agora, ainda pode acontecer de versões anteriores do Java ficarem no sistema, e ainda é possível que um site tente usar essas versões antigas. Nesse caso, porém, o Java ainda pede uma confirmação adicional antes de executar um applet.
No entanto, o atualizador do Java nem sempre consegue detectar todas as atualizações. Por exemplo, em um sistema onde está instalando o Java 7, o atualizador do Java pode não conseguir instalar atualizações de segurança do Java 6, deixando essa instalação sempre vulnerável. Em um teste da coluna Segurança Digital, este sistema, da foto abaixo, que está com o Java 6 Atualização 37 (1.6.0_37) não conseguiu detectar a atualização existente para o Java 6 Atualização 38.
Sem saber, você pode acabar com diferentes versões do Java instaladas. (Foto: Reprodução)
Recomendações
Os problemas de segurança do plug-in do Java, somados aos poucos sites que fazem uso da tecnologia dele, levam às seguintes recomendações:
  • Desative o Java em seu navegador web principal. Deixe-o ativado em um navegador secundário. Por exemplo, se você usa principalmente o Chrome, deixe o Java desativado no Chrome, mas deixe-o ativado no Internet Explorer no caso de ele ser necessário.
  • Mantenha o Java atualizado modificando a configuração padrão de atualização de mensalmente para diariamente. Depois de uma atualização, revise as configurações do navegador. O Java pode ter sido reativado.
  • Caso queira manter o Java ativado, use a segurança no nível “muito alta” e só autorize applets que realmente confia.
Configurando o Java
No Painel de Controle do Windows existe uma opção do Java. Acesse-a.
Aba Atualizar: Clique em Avançado. Selecione “Diariamente”. Clique em OK.
Aba Segurança: Deixe o nível de segurança em “Muito Alta”. Para desativar o Java em todos os navegadores definitivamente, desmarque a caixa “Ativar conteúdo Java no browser”. Esta opção não é recomendada a não ser que você realmente nunca utilize Java no navegador, pois é preciso reiniciar o navegador para ativar e desativar a opção.
ERROS DO JAVA: Pode acontecer de o ícone do Java não aparecer no Painel de Controle. Além disso, pode acontecer de a frequência de atualização configurada não ser salva. Isso se deve a erros no Java. Para resolver isso, vá até a pasta “C:\Arquivos de Programas (x86)\Java\jre7\bin” ou “C:\Arquivos de Programas\Java\jre7\bin” e execute o programa “javacpl”. Nos Windows Vista/7 ou em um Windows XP com conta limitada, clique com o botão direito no programa e selecione “Executar como administrador” (Windows 7) ou “Executar como” e insira a senha de administrador (Windows XP).
Desativando o Java em navegadores específicos

Janela de complementos no Internet Explorer. (Foto: Reprodução)
Internet Explorer: (aperte a tecla ALT para ver o menu, se necessário) Ferramentas, Opções da Internet. Na aba “Programas”, clique no botão Gerenciar complementos. Na lista, procure o Java. Selecione todas as opções do Java (usando SHIFT e CTRL, ou então uma de cada vez) e acione o botão Desabilitar. Reinicie o navegador. Se o Java não estiver sendo exibido, verifique se a opção “Todos os complementos” está selecionada no menu rotulado “Mostrar” na parte esquerda da tela. (A opção “Desativar scripts de miniaplicativos Java”, nas zonas de segurança, também não funciona, apesar do nome).
Configuração dos complementos no Firefox. (Foto: Reprodução)
Firefox: Acesse o menu “Firefox” e então “Complementos”. Clique em “Desativar” em todas as opções relacionadas ao Java nos plugins.
Chrome: É preciso acessar o endereço chrome://plugins. O Java estará na lista. Basta desativar.
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Atualização para Windows 8 Pro ficará quase nove vezes mais cara em fevereiro

Os usuários de computadores com Windows que decidirem atualizar a máquina para a nova versão do sistema pagarão mais caro para obter o Windows 8 a partir de fevereiro. Atualmente disponível por R$ 69, a atualização do Windows 8 Pro custará R$ 610 a partir de 31 de janeiro, último dia da promoção de lançamento da Microsoft. Com a mudança, o Windows 8 ficará quase nove vezes mais caro do que no período promocional.


Divulgação
Atualização para Windows 8 Pro custará R$ 610 no Brasil a partir de fevereiro
A versão Pro, destinada a profissionais, está disponível apenas para usuários de PCs que rodem Windows 7, Vista ou XP, e só é vendida por meio do site oficial da Microsoft.
Atualmente, a empresa ainda não oferece a versão do Windows 8 para usuários domésticos e ainda não divulgou quando o preço ou quando ela estará disponível. A Microsoft também não oferece a versão completa do Windows 8, destinada a usuários de outros sistemas, como MacOS e Linux.
Durante o lançamento do Windows 8 no Brasil no final do outubro de 2012, Priscyla Alves, gerente-geral da Microsoft para Windows no Brasil, afirmou que a versão para usuários domésticos poderia começar a ser vendida após o período promocional do Windows 8 Pro. "Vamos esperar o final da promoção do Windows 8 Pro para depois começar a oferecer o Windows 8", disse a executiva.
Procurada pelo iG , a Microsoft afirmou nesta segunda-feira (21), por meio de sua assessoria de imprensa, "que não tem informações do Brasil para dividir no momento". Nos Estados Unidos, o preço da atualização para Windows 8 Pro subirá de US$ 40 para US$ 200. Os usuários terão a opção de comprar a versão para usuários domesticos do Windows 8 por US$ 120.
Atualização por R$ 29
Vale lembrar que os consumidores que compraram computadores com sistema operacional Windows 7 entre 2 de junho de 2012 e 31 de janeiro de 2013 terão direito a fazer a atualização para Windows 8 pelo preço de R$ 29 . Para participar do programa de atualização, o consumidores precisa comprar um computador que use as versões Home Basic, Home Premium, Professional ou Ultimate do Windows 7.
Para participar da promoção, os consumidores precisam fazer um cadastro no site Microsoft Upgrade Offer para registrar e validar a versão do sistema a ser substituída.
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Com shows e falsa operação do FBI, Kim Dotcom apresenta novo Megaupload

Neste sábado (19), exatamente um ano após o fechamento do Megaupload, seu excêntrico fundador, o empresário alemão Kim Dotcom, anunciou a nova versão do serviço, batizado de Mega. Nas primeiras 14 horas de funcionamento, o Mega obteve mais de 500 mil usuários cadastrados. O serviço oferece 50 GB de espaço grátis para guardar arquivos na web.


Como de hábito, Dotcom fez um evento extravagante. O lançamento do Mega teve apresentações de um grupo de música típica da Nova Zelândia e de comediantes, antes da entrada no palco do empresário.


Em seu discurso, Dotcom se disse vítima de ações ilegais do governo americano "O FBI confiscou nossos servidores e nos prendeu sem nos dar a chance de apresentarmos nosso lado em um tribunal. A privacidade de nossos usuários foi violada", afirmou.
Com pose de estadista, ele também atacou o governo dos Estados Unidos e a indústria de entretenimento. "A internet não pertence a nenhuma pessoa, empresa ou governo", disse. Dotcom afirmou ainda que "aqueles que usam leis de direitos autorais como armas para sufocar a inovação serão abandonados no meio da estrada da História".
No fim do discurso, houve uma encenação da operação do FBI que prendeu Dotcom há um ano. Atores vestidos de soldados desceram pelas paredes da Mansão Dotcom e fingiram prender os convidados. A encenação teve direito até a um helicóptero com a sigla FBI.
Mega protege arquivos com criptografia
O principal diferencial do novo serviço de hospedagem Mega é a privacidade. Todos os arquivos hospedados no serviço são criptografados. Assim, apenas quem publicou o arquivo pode ver seu conteúdo. Nem os responsáveis pelos servidores têm acesso ao conteúdo dos arquivos, já que apenas o dono tem a chave criptográfica para abri-los.
Em seu discurso, Dotcom citou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, criada pela ONU, para reforçar o argumento de que todos têm direito à privacidade. "Privacidade é um direito básico do ser humano, mas é cada vez mais difícil se comunicar privadamente. Empresas coletam cada vez mais dados de seus usuários. A pedido da indústria de mídia, provedores inspecionam seus arquivos. Empresas de hospedagem vendem discos usados com seus dados para outras empresas", enumerou Dotcom.
Segundo Dotcom, o Mega é uma resposta à perda de privacidade. "Ao usar o Mega, você diz 'não' a governos que querem espioná-lo", disse.
O caso Megaupload
O serviço de compartilhamento de arquivos Megaupload foi fechado no dia 19 de janeiro de 2012 em uma operação comandada pelo FBI. Naquele dia, o FBI acusou formalmente Kim Dotcom e seus sócios de vários crimes, incluindo violação de direitos autorais e lavagem de dinheiro.
No mesmo momento em que os servidores do Megaupload eram confiscados nos Estados Unidos e em outros países, Kim Dotcom era preso na Nova Zelândia, onde mora. Sua mansão foi alvo de uma megaoperação envolvendo dezenas de polícias das Forças Especiais da Nova Zelândia, cães, helicópteros e carros blindados. O excesso de força da operação foi posteriormente questionado por autoridades neozelandesas, já que Kim Dotcom não possuía histórico de violência.
Dotcom passou algumas semanas preso e atualmente está em regime de prisão domiciliar. Ele aguarda julgamento do processo de extradição para os Estados Unidos, pedido pelo FBI. Autoridades americanas querem que ele seja enviado aos Estados Unidos para responder às acusações. 
Veja o lançamento do Mega 
 
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Beta do Firefox 19 inclui visualizador de PDFs

Um visualizador de arquivos PDF baseado em tecnologias como JavaScript e HTML5 foi adicionado à versão beta do Firefox 19, afirmou a Mozilla. A desenvolvedora do navegador descreveu seu visualizador como mais seguro do que o uso de plugins, como aqueles instalados pelo Adobe Reader ou o Foxit Reader. No entanto, vários especialistas em segurança observaram que ele provavelmente também não estará livre de vulnerabilidades.
"Por muitos anos houve vários plugins para a visualização de PDFs no Firefox," disseram Bill Walker e Brendan Dahl, Gerente de Engenharia e Engenheiro de Software da Mozilla, respectivamente, em um post de blog na sexta-feira. "Muitos desses plugins vêm com código fonte proprietário fechado, o que poderia potencialmente expor os usuários a vulnerabilidades de segurança. Os plugins para visualização de PDF também vêm com código extra para fazer muitas coisas que o Firefox já faz bem sem código proprietário, como desenhar imagens”.
O visualizador embutido de PDF sendo testado atualmente provém de um projeto do Mozilla Labs chamado “PDF.js”. "O projeto PDF.js mostra claramente que o HTML5 e JavaScript são agora suficientemente poderosos para criar aplicativos que anteriormente só poderiam ter sido criados de forma nativa", disseram os engenheiros de software da Mozilla. "Não só a maioria dos PDFs carrega e renderiza rapidamente, eles são executados de forma segura e tem uma interface que se adequa perfeitamente ao navegador."
Desde que o visualizador use APIs (interfaces de programação de aplicativos) padrão HTML5, ele também pode ser executado em diferentes navegadores e plataformas, como tablets e telefones celulares. A demonstração ao vivo do visualizador rodando como um aplicativo da web está disponível no site do PDF.js.
"O visualizador PDF.js embutido no Firefox Beta é o primeiro passo para que isso se torne uma característica totalmente integrada à versão final do Firefox, fazendo com que seus benefícios possam ser usufruídos por todos os usuários do navegador", disseram os engenheiros de software da Mozilla.
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Primeiras impressões: Microsoft Surface Pro

Talvez você se lembre do Surface RT. Foi a primeira tentativa da Microsoft de se tornar uma legítima fabricante de computadores: um tablet Windows com uma engenhosa capa/teclado conectada magneticamente. Era bonito, e tinha toda a “presença” de um produto com design industrial “Classe A”.
O Surface RT nos deu a possibilidade de controlar a interface moderna da Microsoft com o toque, e também deveria servir como uma estação de trabalho sólida. Vinha até com uma versão “starter” do Microsoft Office, para ajudar a cumprir esta promessa.
Mas o Surface RT também estava amarrado a um sistema operacional ruim, o Windows RT, com sua mentalidade de “o desktop não importa”. E é por isso que eu falo sobre o Surface RT no passado: não é um aparelho que possa ser levado a sério por ninguém. Não quando há tantos outros Ultrabooks e híbridos com Windows 8 dignos de atenção à sua escolha.
A maior aposta sempre foi no Surface Pro. Ele foi anunciado junto com o Surface RT, com uma data de lançamento estimada por volta de 26 de Janeiro deste ano. Ele é uma versão um pouco mais grossa, mas muito mais poderosa, do Surface original. Na verdade na aparência ele é idêntico, com a exceção dos 1,3 cm de espessura em vez dos 9,3 mm (0,93 cm) de seu irmão. E mesmo pesando pouco mais de 900 gramas, em vez de 680, não parece muito mais pesado.
Mas o mais importante é que o Surface Pro diz adeus ao “nonsense” que é o Windows RT e em vez dele traz o Windows 8 Pro. E o elegante chassis de magnésio agora é recheado com um processador Intel Core i5. Ou seja, como em um PC de verdade.
Embora a Microsoft não tivesse um stand na CES neste ano, a equipe do Surface foi até Las Vegas para demonstrar à imprensa, em um quarto de hotel e longe dos holofotes, o "Surface with Windows 8 Pro".
A tela: obrigado pelos pixels extras
Tanto o Surface RT quanto o Surface Pro tem telas de 10.6 polegadas, mas enquanto o RT tem uma resolução de 1366 x 768 pixels, o Pro tem uma tela verdadeiramente “Full HD”, com 1920 x 1080 pixels. O aumento na densidade de pixels (mais pixels no mesmo espaço = maior a densidade, medida em ppi) resolve um dos principais problemas do Surface RT em minha opinião: a inconfundível falta de “clareza” na imagem em comparação aos aparelhos da Apple com telas “Retina”.
Durante minha demo na CES passei cerca de meia-hora com o Surface Pro, e a cada vez que eu o segurava notava a maior densidade de pixels. Não é nada que salte aos olhos quando o aparelho está sobre uma mesa, mas quando você o segura em suas mãos, como um tablet, a maior resolução é óbvia.
surfacepro_teclado_caneta-360px.jpg
Microsoft Surface Pro com sua caneta e a capa/teclado "Type Cover"
Também usamos o Surface Pro com um monitor externo de alta-resolução, conectado ao tablet através de um adaptador Mini DisplayPort. Foi uma revelação: quando ligado ao monitor o Surface Pro realmente se torna um PC completo, e neste modo o tablet ainda pode ser usado como uma mesa digitalizadora em softwares para desenho, graças à caneta inclusa.
Falando na caneta...
Quando não está em uso, a caneta que acompanha o Surface Pro pode ser presa ao conector magnético da fonte de alimentação. Ela fica bem presa, mas me preocupo: estou acostumado a guardar canetas dentro dos tablets, e não penduradas ao lado deles. Quanto tempo vai demorar para que comecemos a ter uma perda em massa de canetas?
surfacepro_caneta-360px.jpg
Caneta permite escrita diretamente sobre a tela
A caneta em si teve bom desempenho na hora de desenhar. Notei um atraso (lag) mínimo na resposta, mas embora ele fosse notável, não teve consequências. A Microsoft não me disse quantos níveis de pressão a caneta é capaz de reconhecer, mas o simples fato de que um tablet Windows pode se comportar de forma similar a uma mesa de desenho Wacom é um “bônus” interessante.
Desempenho suave, como esperado de um PC
O novo Surface terá um processador Intel Core i5, GPU Intel integrada e 4 GB de RAM. A Microsoft não fala na velocidade do clock. Não passei muito tempo com a máquina, e a Microsoft não demonstrou nenhum aplicativo desktop, mas agradeço aos bom-senso dos arquitetos em Redmond por nos permitir rodar aplicativos desktop, os mesmos escritos para PCs com versões anteriores do Windows, em seu novo tablet.
O Surface Pro pareceu ser “um tiquinho” mais rápido na interface do Windows 8, e isso pode ser um indicador do desempenho do processador Intel, considerando que o processador ARM (um Nvidia Tegra 3) dentro do Surface RT já é mais do que capaz de lidar com a nova interface. Mas o teste real será quando pudermos rodar aplicativos e jogos no modo desktop. Minha expectativa é de que iremos encontrar desempenho equivalente ao de computadores com processadores Intel Core i5 e mesma configuração.
surfacepro_ventilacao-360px.jpg
O Surface Pro tem slots para ventilação (na área em destaque) nas laterais
Durante a demonstração nós rodamos o jogo de tiro em primeira pessoa Bulletstorm, e sua taxa de quadros na resolução de 1920 x 1080 pixels foi boa o suficiente para jogar, mas não pareceu atingir o ideal de 60 quadros por segundo. Ainda assim, a demonstração provou que o Surface Pro tem desempenho, e pode entregar o que se espera de outros tablets com Windows 8 e processadores Intel.
O Surface RT é completamente refrigerado de forma passiva, mas o SurfacePro tem dois pequenos ventiladores integrados e aberturas para ventilação nas laterais. Durante a demonstração eles foram perfeitamente silenciosos enquanto usava o aparelho como um tablet convencional. Fui avisado de que o nível de ruído pode aumentar durante jogos, mas Bulletstorm foi barulhento o suficiente para abafar qualquer ruído vindo dos ventiladores, isso se eles fizeram algum ruído adicional.
Vamos esperar para ver
Quando o Surface Pro for lançado no final deste mês, não irá receber toda atenção que o mundo deu ao Surface RT. Quando este chegou às lojas, em Outubro, ele era não só um dos poucos “tablets” com Windows disponíveis, mas também se aproveitou do esforço de marketing da Microsoft para o lançamento do Windows 8.
Mas agora a vida é muito diferente para um tablet ou híbrido com Windows 8. Há múltiplas máquinas no mercado, e os consumidores serão incrívelmente sensíveis à questão do preço. Um Surface Pro com 64 GB irá custar US$ 900. A versão com 128 GB irá custar US$ 1000. Ultrabooks com telas sensíveis ao toque serão mais baratos, e a Microsoft poderá em breve se ver em meio a uma guerra de preços com seus parceiros de hardware. As máquinas dos “concorrentes” podem não ter o mesmo design do Surface, mas será que a aparência importa num mercado de ultraportáteis que muitos já consideram caros demais?
Fique de olho e se prepare. O mercado de PCs é mais interessante agora do que jamais foi nos últimos 10 anos, e o Surface Pro nos diz muito sobre o que os consumidores querem, e quanto querem gastar, num híbrido com o Windows 8.
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