A Samsung anunciou, nesta quinta-feira (26), que a nova versão do tablet Galaxy Note com tela de 10.1 polegadas chegará às lojas do Estados Unidos em 10 de outubro. Com poucas mudanças visíveis em relação ao modelo atualmente no mercado, o Galaxy Note 10.1 Edição 2014 ficou mais leve, com maior poder de processamento e caneta stylus mais avançada. O produto custará US$ 549,99 (cerca de R$ 1.220), na versão com 16 GB de memória.
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Nova versão do tablet da Samsung chegará às lojas em outubro
O tablet também será vendido em versões só Wi-Fi e Wi-Fi + 3G/4G. Na versão com 32 GB de memória, o produto será vendido por US$ 599,99 (cerca de R$ 1.330) nos EUA. É possível usar um cartão de memória de 64 GB em ambas as versões do produto, para aumentar a capacidade de armazenamento de arquivos. A Samsung ainda não divulgou a previsão de lançamento do produto no Brasil.
O novo Galaxy Note 10.1 possui tela de LCD com resolução de 2.560 x 1.600 pixels, uma das mais altas dentre os tablets disponíveis no mercado, e processador Exynos 5420 com quatro núcleos, além de 3 GB de memória RAM. Segundo a Samsung, a caneta Stylus que acompanha o produto está mais avançada e, usada em conjunto com os aplicativos da Samsung, possui mais recursos para organizar anotações e outros conteúdos.
Há muito os notebooks superaram os desktops em vendas, e mesmo eles vem perdendo participação no mercado para os tablets e smartphones. É clara a tendênia rumo a máquinas menores, mais leves e mais portáteis. Mas ainda há bons motivos para investir num “caixote preto” que vai ficar ocupando espaço num canto da sua mesa.
Em primeiro lugar, há a questão custo/benefício. Não importa se você quer gastar R$ 1.000 ou R$ 10.000, sempre conseguirá uma máquina mais poderosa se estiver disposto a abrir mão da portabilidade.
Os desktops também tem mais opções de upgrade. A maioria dos notebooks permite adicionar facilmente mais RAM ou trocar o HD por um modelo com maior capacidade, mas num desktop dá pra fazer muito mais. E com as múltiplas “baias” de um gabinete torre típico, suas opções em armazenamento são mais amplas. Por exemplo, você não tem de fazer uma escolha entre um HD ou um SSD, há espaço para os dois (talvez até dois de cada, sem contar um drive óptico). E fazer um upgrade de placa de vídeo ou processador é algo relativamente fácil em um desktop, mas praticamente impossível em um notebook.
E isso nos leva à questão dos reparos. É fácil abrir um PC desktop, verificar se todos os cabos estão bem conectados, remover a poeira e trocar um eventual componente com defeito por algo genérico, e barato. O reparo de um notebook requer muito mais habilidade, às vezes até mesmo ferramentas especiais, e muitas vezes as peças são específicas a um modelo.
Por outro lado os notebooks são mais portáteis, o que por si só é um bom motivo para comprar um. E também consomem menos energia. E embora à primeira vista os desktops tenham uma vantagem ergonômica, com telas grandes e um teclado completo, se você estiver em casa ou no escritório pode facilmente plugar a mesma tela e teclado a um notebook.
Se você não consegue se decidir, uma opção é comprar um PC desktop e um tablet. Desta forma você pode ter poder e portabilidade conforme necessário. O problema é que não dá pra ter os dois ao mesmo tempo.
Conectar-se a mais de uma conta do Skype no Windows 8 pode ser útil se você costuma usar um perfil de usuário para contatos pessoais e outro para o trabalho. Entretanto, por padrão, o Skype só abre uma janela do aplicativo por vez, ou seja, apenas uma conta é suportada online. Saiba como resolver essa limitação e usar duas contas neste tutorial.
Passo 1. Pressione “WinKey (tecla com o símbolo do Windows) + R” para abrir a janela “Executar” e entre com o comando “%ProgramFiles%\Skype\Phone\Skype.exe” /secondary (mantendo as aspas, conforme a figura);
Execute o comando para abrir outra aba do Skype no Windows 8 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Observação: Caso esteja usando a versão de 64 bits do Windows 8, o comando deve ser o seguinte: “%ProgramFiles(x86)%\Skype\Phone\Skype.exe” /secondary.
Ao digitá-lo, uma nova janela do Skype abrirá na tela do seu computador com opções de fazer login e incluir senha para, novamente, entrar na rede do Skype, agora com outra conta;
Duas contas do Skype podem ser executadas ao mesmo tempo no Windows 8 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Criando atalho
Passo 2. Na tela Iniciar, pesquise pelo Skype. Clique bom o botão direito do mouse sobre “Skype para área de trabalho” e, em seguida, clique em “Abrir local do arquivo”;
Pesquise pelo Skype na tela Iniciar do Windows 8 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 2. Copie o atalho para a área de trabalho – ou clique com o botão direito do mouse e, em “Enviar para”, clique em “Área de trabalho (criar atalho)”;
Crie atalho para o Skype na área de trabalho do Windows 8 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 3. Na área de trabalho, acesse as propriedades do atalho criado, clicando com o botão direito do mouse sobre o ícone;
Acesse as propriedades do atalho do Skype no Windows 8 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 4. Em “Destino”, adicione um espaço no final, seguido de “/secondary” (sem aspas). Feito isso, clique em “OK”;
Modifique as propriedades do atalho do Skype no Windows 8 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Pronto! Agora sempre que quiser abrir mais de uma conta do Skype, basta dar um duplo clique sobre o atalho na área de trabalho. Não esqueça de renomeá-lo para identificá-lo.
O projeto “Ensinando Privacidade” da Universidade da Califórnia (Berkeley), em parceria com o Instituto Internacional de Ciência da Computação, criou um site que mostra como os dados que postamos diariamente na Internet podem contar muito mais detalhes sobre nós do que imaginamos. Como exemplo prático, os pesquisadores desenvolveram um "site rastreador" que usa publicações do Twitter e do Instagram chamado “Ready or Not?” (Pronto ou Não?).
'Ready or not' cria mapa de localização só com dados publicados no Twitter (Foto: Reprodução/Internet)
O aplicativo usa as informações de geolocalização que o próprio usuário postou no Twitter e no Instagram. Com esses dados, ele mostra no mapa onde e quando a publicação foi realizada.
O objetivo do projeto, como o nome sugere, é educar crianças e adolescentes sobre a importância da privacidade na Internet e fazê-los entender como as ações que efetuam virtualmente podem ter impacto real se caírem nas mãos erradas.
Os adolescentes geralmente são os mais expostos pois, além de usarem várias redes sociais e divulgarem muita informação, também têm a tendência de assumir mais riscos e não se importar muito com as consequências de expor seus dados publicamente.
O site do projeto, que infelizmente só tem versão em inglês, expõe vários paradigmas que, geralmente por falta de conhecimento, não levamos em conta ao navegar pela Internet.
App mostra como as informações do usuário podem ser vistas pela Internet. (Foto: Reprodução/Kaspersky)
Alguns dos pontos importantes que o "Ready or Not?"esclarece são:
1) A Internet sempre se lembrará
Praticamente tudo que fazemos na rede, em algum momento, é duplicado; seja por um backup da empresa responsável pelo serviço, seja por um retuíte de outro usuário, ou mesmo por cópias que os sites de busca fazem. Portanto, uma atitude errada no mundo virtual dificilmente será esquecida.
2) Alguém pode estar vigiando
Qualquer informação que trafegue pela Internet, e que não esteja criptografada, pode ser lida por qualquer pessoa como um cartão postal, onde qualquer um pode ler a mensagem escrita no verso. Portanto, é sempre bom pensar duas vezes antes de enviar alguma informação particular pela rede.
3) A informação é valiosa
Qualquer informação que nós dermos é valiosa para alguém, seja para uma empresa que quer nos vender um produto ou mesmo, como os casos recentes mostram, para os governos. Empresas como o Google e o Facebook têm grande parte da sua renda com origem em anúncios, e as informações que divulgamos nas redes são usadas de alguma forma por elas.
4) Você pode ser mal interpretado
Nem todas as pessoas entendem sua publicação da mesma forma que você gostaria. Um pequeno problema de interpretação, por vezes, pode gerar consequências desastrosas. Acrescido pelo fato de que uma informação dificilmente consegue ser apagada da Internet, um ruído de comunicação pode gerar uma grande dor de cabeça.
5) Mecanismos de busca estão em constante evolução
Não é por que algo não pode ser encontrado hoje, que amanhã continuará escondido. Os mecanismos de busca, como o Google.com, estão em constante evolução e pode ser que amanhã alguém encontre o que você não queria que se tornasse público. O mesmo acontece com os termos de compromisso dos sites, que podem mudar do dia pra noite e abrir suas informações, como fotos, para qualquer pessoa sem que você esteja completamente ciente.
6) Você não tem como escapar
Mesmo que você esteja completamente offline, algum amigo ou parente pode estar divulgando informações sobre você. Pedir para que não o envolvam nas conversas online ou coloquem fotos com você pode ajudar, mas não impede que as pessoas publiquem.
Pense antes de publicar
A melhor forma de evitar que seus dados sejam tão expostos é, primeiramente, pensar antes de publicar. Em seguida, o usuário deve sempre verificar que tipo de permissões concedeu aos aplicativos e sites que usa. A maioria deles permite que informações de geo-localização, por exemplo, não sejam informadas. Desativar e não vincular Instagram, Facebook e Foursquare às suas contas no Twitter é a melhor maneira de reduzir o risco de ser rastreado.
Configurar as contas de forma que seja possível dar mais privacidade para seus dados é essencial para diminuir os riscos de ter sua vida invadida. Para os pais que estão preocupados, algumns softwares tem soluções para controlar as atividades do seu filho, seja realizando bloqueios ou vendo que tipo de informações ele está publicando na Internet.
Para testar como vai a sua privacidade nas redes sociais, basta inserir o seu login de Twitter ou Instagram na caixa de texto do site e verificar os resultados no mapa do "Ready or Not". Ao clicar no calendário com data e hora da publição, ela será localizada no mapa virtual.
A cápsula do tempo enterrada pelo fundador da Apple, Steve Jobs, foi descoberta depois de sua localização ter sido esquecida pelos organizadores.
Em 1983, o jovem Steve Jobs estava participando de uma conferência em Aspen, quando ele e o grupo decidiram enterrar a cápsula com vários objetos da época. O tubo foi preenchido com uma coleção eclética de bens, que vão desde o então novo mouse da Apple até um pacote com seis latinhas de cerveja.
O time do programa "Diggers" do canal National Geographic finalmente juntou esforços e conseguiram encontrar o exato local onde a cápsula havia sido enterrada.
Talvez o objeto mais interessante seja, provavelmente, o mouse apelidado de "Lisa" pelo então jovem de 28 anos, Steve Jobs.
O mouse Lisa, que Jobs apelidou em homenagem a sua filha, foi um dos primeiros mouses de computador comerciais, tornando-se uma raridade na época.
A Sociedade Histórica de Aspen vai ajudar os criadores do programa no catálogo do conteúdo, porém os participantes do programa "Diggers" não confirmaram se abriram uma das raras latas de cerveja Ale de Boddington que foi deixado dentro para as pessoas que encontrarem o tubo.
A Seagate lançou um novo HD de perfil ultra fino (5 mm) que armazena até 500GB e prioriza portáteis, como ultrabooks e tablets:
Detalhes:
Capacidade de 500GB em um formato fino de 5 mm.; Sensores de gravidade zero (ZGS) que minimizam danos em caso de quedas iminentes do dispositivo; Novo corpo de alumínio que reduz os impactos provocados pelos dispositivos portáteis (movimentos giroscópicos);
Com este novo lançamento, a Seagate tenta criar um nicho para aumentar o espaço de armazenamento de dados em ultra portáteis e tomar espaço (e os preços altos) dos discos de estado sólido (SSDs).
Atual segunda maior operadora de telefonia celular do Brasil, a TIM pode acabar sendo vendida ou dissolvida em breve. Essas são as informações que surgem de Roma, através de investidores que acreditam que os problemas financeiros da Telecom Italia levarão a TIM Brasil ao fim.
De acordo os bancos Barclays e o BTIG, a Telecom Italia estaria cogitando vender a TIM Brasil ou dividir a empresa, que poderia ser repartida entre as concorrentes dela no país. Outra operadora estrangeira, como a Vodafone, poderia entrar em cena e comprar a TIM BR, já que a Anatel dificilmente deixaria que outra empresa nacional adquirisse a operadora em sua totalidade.
De acordo com a Bloomberg, a Telecom Italia precisa reduzir suas dívidas em, pelo menos, US$ 3 bilhões (aproximadamente R$ 6,6 bilhões) e arrecadar perto de R$ 21,6 bilhões ainda em 2013 para evitar o rebaixamento de crédito junto aos bancos. A TIM preferiu não comentar as informações.
Um incêndio na fábrica da chinesa Hynix que obrigou a fabricante a fechar o local é o responsável pela maior alta no preço de chips de memória dos últimos dois anos. Segundo a Bloomberg, esses componentes estariam 42% mais caros de serem produzidos no momento.
Unidades como um chip de memória RAM DDR3 2-Gigabit alcançou US$ 2,27 ontem, um preço elevado se comparado aos US$ 1,60 do início de setembro, antes do incêncio. A Icheon, que é a base da Hynix na Coreia do Sul, assume em outubro a produção dos componentes que seriam fabricados na China, mas nem isso fará com que o mercado estabilize tão cedo.
O preço desses chips deve continuar a subir pelo próximo quadrimestre - ou, na melhor das hipóteses, permanecer alto só até a fábrica voltar a operar normalmente. Apesar de o motivo ser um acidente não previsto, analistas já acreditavam em um aumento no preço desses componentes no final de 2013. Tudo isso deve afetar mercados de smarphones, especialmente os fabricados na China. Por enquanto, ainda não é possível definir com detalhes como isso prejudica o consumidor em geral.
Quando você compra um computador, independente de ser um desktop ou um notebook, dificilmente você está completamente livre de receber uma série de softwares pré-instalados na máquina. Da mesma forma, nem sempre todos são do seu interesse e alguns nem chegam a ser utilizados, acabando por representar apenas programas inúteis disponíveis no computador.
Mesmo que esse não chegue a ser o caso, com o uso diário do computador é possível que você instale alguma aplicação por engano, proveniente de um instalador, por exemplo. Em ambas as situações, você pode acabar em dúvida se pode ou não remover determinado programa. Para ajudá-lo com esse dilema, existe um programa chamado Should I Remove it?.
Com ele, você pode ver quais aplicativos estão instalados no computador e ter uma ideia do que é seguro ou não desinstalar. Para maiores detalhes sobre o uso do programa, basta acompanhar o tutorial abaixo.
Logo ao executar o programa, ele faz uma análise completa do seu computador e lista os aplicativos encontrados. Na parte superior da tela é indicada a quantidade de softwares presentes na máquina enquanto, logo abaixo, é exibida uma lista com cada um dos itens, mostrando o seu nome, a avaliação dele feita por outras pessoas e o percentual de remoção indicado.
Se você clicar em qualquer um dos itens, é possível ver maiores detalhes, como o nome, a versão, a data de instalação e o tamanho do programa. Adicionalmente, além do percentual de remoção, também está disponível um botão chamado “What is it?”, que serve para trazer informações específicas sobre o software.
Ao clicar nele, uma nova janela do seu navegador é aberta. Nela, está contida uma série de dados sobre o programa, incluindo descrições, avaliação e indicações de outras pessoas que o utilizam, taxa de instalação e de desinstalação, uma resenha a respeito da empresa responsável pelo software, a quantidade de recursos consumida por ele, entre várias outras informações.
Por meio desses dados, você pode ter melhores informações sobre a natureza do programa e saber se é seguro removê-lo do seu computador. Inclusive, se você optar pela desinstalação, basta utilizar o botão “Uninstall”, disponível na interface do Should I Remove it?.
Feito isso, o programa entra em processo de desinstalação e basta seguir os passos indicados na tela ou simplesmente aguardar o término da operação, conforme o aplicativo. Prontinho! Agora você conhece uma maneira de desinstalar aplicações sem ficar com medo de elas causarem algum tipo de problema.
Desde o lançamento da primeira linha Ypy, em 2012, a Positivo estava quieta a respeito de tablets, até levando a crer que não investiria mais nesse mercado. Mas não foi o que aconteceu e a empresa trouxe recentemente uma nova linha de tablets.
Mais parecida com os concorrentes, a nova linha Ypy aposta em aparelhos com preço acessível e recursos básicos. Entre os novos modelos está o Ypy L700 (R$ 399), com sistema Android
O Gmail, serviço de e-mail do Google, já voltou a funcionar normalmente, após enfrentar uma falha técnica durante esta segunda-feira (24) que atrasou a entrega de e-mails enviados e recebidos. A falha começou às 10h afetando uma porcentagem pequena dos usuários, mas, ao longo do dia, acabou afetando mais usuários -- "menos de 50% do total", segundo o Google.
Por meio da página de status de serviço, o Google informa que a falha foi resolvida e que a entrega dos e-mails e o download de anexos está normalizado para todos os usuários. "Pedimos desculpas pela duração do evento de hoje. Estamos cientes de que a entrega de e-mails é uma parte importante da experiência do Gmail e a experiência de hoje ficou abaixo de nossos padrões", disse a empresa.
Segundo o Google, a falha afetou 29,1% das mensagens recebidas por contas do Gmail. Após análise, a equipe identificou que o atraso na chegada das mensagens, em média, doi de 2,6 segundos, mas em alguns casos o atraso foi mais longo. A falha não afetou outros recursos ou funcionalidades do serviço de e-mail do Google e o serviço não chegou a ficar fora do ar durante a segunda-feira.
Apesar de o smartphone Ubuntu Edge não ter conseguido arrecadar o suficiente para sair do papel, o sistema operacional Ubuntu Touch continua a seguir seu rumo de forma independente. O sistema, que permite unificar a experiência do usuário no smartphone, tablet e PC, será lançado pela Canonical em 17 de outubro, mesma data de estreia do Ubuntu Linux 13.10.
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Ubuntu Touch é a interface da Canonical para rodar em smartphones, tablets e PCs com tela sensível ao toque
O Ubuntu Touch é uma interface do sistema operacional criada para telas sensíveis ao toque. A versão do sistema para desenvolvedores foi lançada em fevereiro e funciona no Galaxy Nexus (conhecido como Galaxy X no Brasil) e no Nexus 4, além dos tablets Nexus 7 e Nexus 10, os três desenvolvidos pelo Google em parceria com fabricantes de hardware.
Apesar do lançamento do sistema operacional em breve, o mercado não deve ver dispositivos com o sistema até o final de 2013 ou início de 2014. Enquanto a Canonical não encontra fabricantes para lançar dispositivos com o sistema no mercado, os usuários interessados podem fazer download da versão para desenvolvedores para ajudar a empresa a identificar falhas no sistema.
SAN DIEGO, 9 Set (Reuters) - A Qualcomm começará a vender seu relógio inteligente "Toq", um dispositivo de pulso que pode tocar música e lidar com telefonemas e mensagens, no quarto trimestre, marcando a entrada da fabricante de chips em produtos eletrônicos de consumo.
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Paul Jacobs, CEO da Qualcomm, apresenta o Toq
A empresa, que domina o mercado mundial de processadores de aplicativos para smartphones e tablets, apresentou o dispositivo na quarta-feira, enquanto a Samsung Electronics lançou seu próprio relógio inteligente "Galaxy Gear" em Berlim.
O dispositivo da empresa coreana também realiza funções básicas, como telefonemas, fotos e mensagens em conjunto com um smartphone.
A Apple e o Google também devem estar trabalhando em tecnologia para vestir, tais como dispositivos de pulso, que analistas esperam ser a próxima fase do boom das comunicações móveis. A exploração de tais dispositivos de computação tem acelerado nos últimos anos, com o crescimento de smartphones diminuindo gradualmente.
Os executivos da Qualcomm disseram a desenvolvedores de San Diego que vão divulgar mais detalhes sobre como comprar um Toq final deste mês, e não especificaram o preço. O Gear, da Samsung, vai custar 299 dólares.
A Apache Software Foundation lançou o OpenOffice 4.0. Essa é uma grande versão do projeto, que segue a todo vapor com vida nova.
Os
grandes destaques ficam por conta da barra lateral, suporte adicional a
mais idiomas, cerca de 500 correções de bugs, melhorias de desempenho e
gráficos em vaŕias áreas, e melhor compatibilidade com arquivos do
Microsoft Office.
As notas de lançamento detalham as novidades,
trazendo vários screenshots (com destaque para comparações entre a
exibição de certos recursos do MS Office lado a lado com a versão 3.4.1
do OpenOffice e a recém lançada 4.0). Muitas peculiaridades de arquivos
do MS Office foram tratadas nesta versão, como a exibição de imagens nos
marcadores de listas, posicionamento das imagens de fundo de tabelas,
importação de formas com textos, entre muitas outras coisas.
A
barra lateral se torna extremamente útil em monitores widescreen, padrão
atual. O código dela veio de colaborações da IBM por meio do Lotus
Symphony.
Essa
coluna é sensível ao conteúdo: os elementos dela variam dependendo do
que estiver selecionado ou em edição no painel do editor de textos. Na
imagem acima são exibidas ferramentas referentes ao texto. Abaixo, ao
gráfico:
As várias seções podem ser reduzidas ou expandidas, facilitando a exibição das partes que mais interessam para o usuário atual.
O OpenOffice 4.0 pode ser baixado para as várias plataformas suportadas em: http://www.openoffice.org/download/
Apesar dos desânimos coletivos de boa parte da comunidade referente
ao OpenOffice, os desenvolvedores permanecem comprometidos e há vários
aprimoramentos nos programas do pacote. Pode ser tarde demais para
recuperar usuários que migraram para o LibreOffice nesse tempo todo, mas
os novos recursos estão aí e há mais coisas por vir.
Usar o serviço de impressão por meio da internet do Google, o recurso
Google Cloud Print, agora ficou mais fácil no sistema operacional
Windows. Em mensagem publicada em seu blog oficial, o Google informou
que agora é possível cadastrar o Google Cloud Print como uma das opções
de impressora em aplicativos instalados em computadores com sistema
operacional Windows. Divulgação
Impressora "virtual" do Google passa a aparecer entre opções de aplicativos do Windows
O Google Cloud Print permite que uma impressora
seja associada à sua conta do Google para que possa ser usada
remotamente. Assim é possível, por exemplo, imprimir um documento na
impressora de casa mesmo quando se está na rua ou em outro local.
Até agora, só era possível imprimir documentos por meio
do Gmail ou Google Drive no navegador Chrome ou aplicativos de terceiros
para dispositivos móveis, como iPhone ou celulares com Android.
A partir do lançamento do novo recurso, o comando de
impressão pode ser dado a partir de aplicativos independentes, como o
Adobe Reader, que exibe documentos em formato .pdf ou aplicativos como
Word e Excel, da Microsoft. Para que o Google Cloud Print seja incluído
entre as impressoras cadastradas no computador, é preciso baixar o
aplicativo no site oficial
.
Uma série de empresas de internet oferecem, há algum
tempo, serviços que permitem fazer chamadas de voz (VoIP) e de vídeo por
meio da web. Estes aplicativos oferecem recursos que incluem troca de
mensagens instantâneas, envio de fotos e outros arquivos e alguns deles
até possibilitam a realização de chamadas para números de telefones
fixos ou celulares tradicionais, com tarifas reduzidas em relação ao
preço cobrado por operadoras comuns.
A seguir, mostraremos uma seleção de alguns aplicativos populares que permitem fazer
ligações de voz pela internet de graça, quando entre duas pessoas que
estão conectadas à internet por meio do mesmo serviço. Apesar de não
haver cobrança de tarifa, essas ligações podem gerar consumo do plano de
dados da operadora, se o usuário não estiver conectado a uma rede Wi-Fi
no momento da ligação. Confira algumas opções disponíveis: Skype
O Skype é o serviço de chamadas de voz sobre IP
(VoIP) mais usado do mundo, com mais de 280 milhões de usuários. Após
baixar o aplicativo do serviço
, que está disponível por meio do site oficial da empresa, o internauta
pode fazer chamadas de voz de graça para outros usuários do Skype, que
tenham o aplicativo instalado no computador, smartphone ou tablet. As
ligações podem ser realizadas por meio de conexões de internet fixas ou
móveis (3G/4G).
Divulgação
Página inicial do aplicativo do Skype para Windows 8
O aplicativo é compatível com Windows nas
versões XP, Vista, 7 ou 8, além de MacOS e Linux. No caso de
dispositivos móveis, o Skype já oferece aplicativos oficiais para
Android, iPhone, BlackBerry, Windows Phone, além dos tablets com Android
e iPad. O aplicativo também funciona no PlayStation Vita, iPod Touch e
até mesmo em alguns modelos de TV conectada.
Além de falar de graça com outros usuários do Skype, o
serviço da Microsoft também permite fazer ligações de voz para telefones
fixos e celulares de qualquer lugar do mundo, mediante o pagamento de
tarifas por minuto de chamada, mais baratas do que as oferecidas pelas
operadoras tradicionais. A empresa também oferece planos mensais para
chamadas ilimitadas para telefones fixos na América Latina, a partir de
cerca de R$ 23 ao mês.
O aplicativo ainda permite fazer chamadas em grupo (até
25 pessoas) e por meio de vídeo pela internet, enviar fotos, vídeos e
outros arquivos de qualquer tamanho e conversas por meio de mensagens
instantâneas. Como o Skype substituiu o MSN Messenger
recentemente, se a pessoa já tem uma conta da Microsoft não precisa fazer um novo cadastro para usar o Skype. WeChat
Com mais de 70 milhões de usuários em todo o mundo, o
WeChat está disponível apenas em dispositivos móveis, como smartphones
com o sistema operacional Android, BlackBerry, iOS, Symbian e Windows
Phone. Embora tecnicamente o aplicativo
não permita fazer chamadas de voz, é possível usar o recurso de chat ao
vivo: o usuário grava mensagens de voz, que são enviadas para outros
usuários do serviço imediatamente.
Para responder à mensagem de voz, o usuário deve gravar
uma nova mensagem em seguida e enviar para o remetente. O recurso,
portanto, não permite que as duas pessoas falem ao mesmo tempo, como em
uma chamada telefônica. Além das mensagens de voz, o recurso de chat ao
vivo também permite gravar um vídeo curto para enviar ao amigo, de
acordo com a empresa.
O WeChat também permite trocar mensagens instantâneas por
meio do smartphone e possui alguns recursos curiosos como agitar o
aparelho para localizar outros usuários do serviço próximos para fazer
novas amizades e deixar mensagens aleatórias para outros usuários,
ferramenta conhecida como “garrafa à deriva”. O aplicativo também
permite compartilhar fotos e outros arquivos com os contatos. Divulgação
Aplicativo Viber funciona no Symbian e no Bada, sistemas menos populares que o iOS ou Android
Viber
O Viber é um aplicativo para compartilhar
mensagens, fotos, vídeos e a localização com outros usuários do serviço.
O aplicativo
está disponível para iPhone, BlackBerry, smartphones com os sistemas
Android, Windows Phone, Bada (Samsung), S40 e Symbian (sistemas usados
em aparelhos básicos da Nokia), além de computadores Windows e Mac.
O Viber também permite fazer chamadas de voz e
vídeo, tanto em conexões com fio e Wi-Fi, além de redes 3G/4G. Contudo,
ao contrário do Skype, não é possível ligar do aplicativo para telefones
fixos e celulares. De acordo com a empresa, o serviço já possui mais de
200 milhões de usuários nos 193 países em que está presente.
Google Hangouts
Muita gente acha que o Google Talk, o popular GTalk, só
permite enviar mensagens instantâneas a partir do serviço de e-mail
gratuito do Google, Google+ e Orkut. Contudo, após a instalação de um complemento ou extensão
do Google Hangouts no navegador, é possível usar o bate-papo para fazer
chamadas de voz ou vídeo pela internet. O uso do recurso, no entanto,
está restrito para usuários com uma conta do Google.
Caso o usuário com quem o internauta queira falar não
possua uma webcam, é possível iniciar uma chamada apenas de voz ou mesmo
fazer uma chamada de vídeo de uma via, ou seja, em que somente a imagem
de um dos internautas é exibida para o outro usuário; no sentido
contrário, o internauta recebe apenas o áudio da conversa com seu amigo.
O uso do recurso é gratuito, mas não permite fazer
chamadas para telefones tradicionais, como ocorre no Skype. Para este
fim, o Google oferece apenas nos Estados Unidos e no Canadá um serviço
chamado Google Voice
, que oferece tarifas reduzidas para ligações para números tradicionais.
O recurso, no entanto, não tem previsão de chegada ao Brasil. Divulgação
FaceTime, da Apple, permite fazer chamadas em vídeo entre usuários de iPhone e iPad
FaceTime
A Apple lançou um aplicativo
para fazer videochamadas entre usuários do iPhone ou iPad. Ele permite
que o usuário associe sua conta da Apple (Apple ID) com seu número de
celular e e-mail, de modo que ambos possam ser usados para localizar o
usuário para uma chamada de vídeo por meio do aplicativo.
A chamada em vídeo pode ser iniciada a partir
da tela do contato da pessoa armazenado no iPhone ou iPad, mas também é
possível iniciar uma chamada em vídeo no meio de uma ligação comum, por
meio do toque no botão FaceTime.
O aplicativo só funciona em dispositivos móveis da Apple
com versão 6 do sistema operacional iOS ou superior. Na maioria das
versões dos dispositivos móveis da Apple, só é possível fazer chamadas
em vídeo do FaceTime estando conectado à rede Wi-Fi. No entanto, as
chamadas de vídeo por meio da rede de telefonia celular (3G) funcionam
em alguns modelos específicos, como o iPhone 4S, iPhone 5 e iPad de
terceira ou quarta geração.
Por Somini Sengupta
Vamos ser claros. Suas informações pessoais online não
são sempre suas para serem controladas. Cibercriminosos podem roubar seu
número de seguro social armazenado no computador do seu médico; a
agência nacional de segurança americana (NSA, na sigla em inglês) pode
obrigar um provedor de e-mail a abrir sua correspondência; até a sua
operadora pode ajudar a polícia com um mapa de sua localização nos
últimos meses. Getty Images
Proteger privacidade na web é possível por meio de ferramentas online, mas dá trabalho, alertam especialistas em segurança
Por enquanto, a não ser que você viva em uma
caverna sem celular, não há nenhuma tecnologia à prova de falhas para
evitar a exposição. Existem, no entanto, uma série de ferramentas para
minimizar seus rastros digitais. Alguns desses recursos custam dinheiro,
o que torna a privacidade digital um luxo para aqueles que podem pagar
por ela. Algumas outras são gratuitas. Mas todas elas exigem esforço e
conscientização.
“Muitas pessoas dizem ‘Eu não tenho nada a esconder”, diz
Mike Janke, CEO da Silent Circle, uma empresa que vende uma ferramenta
de comunicação privada para pessoas e empresas. “Eu digo, ‘Me diga a
última vez que você teve uma conversa particular – ou acha que teve’.” Proteja suas senhas
Especialistas orientam a nunca usar a mesma senha em
múltiplos sites. A realidade mostra que seguir esse conselho é quase
impossível. Contudo, manter senhas seguras e fortes, o que significa
manter múltiplas senhas, é crucial para proteger suas contas. Uma aposta
segura é usar um aplicativo para gerenciar suas senhas. Eles geram
senhas aleatórias e as armazenam de forma criptografada, que só você
pode acessar, por meio de uma senha principal.
Diversos aplicativos estão disponíveis, incluindo o
Dashlane, LastPass e RoboForm; alguns funcionam de forma mais eficiente
que outros em dispositivos móveis. No iOS 7, nova versão do sistema
operacional da Apple, há um gerador de senhas que pode produzir “uma
senha única e difícil de descobrir” e “lembrá-la para você”, segundo a
Apple.
A autenticação em dois passos é um outro guarda-costas
que vale a pena. Algumas grandes empresas de internet, como Google,
Yahoo e LinkedIn, agora oferecem essa opção. Se você liga a autenticação
em dois passos, ao digitar seu nome de usuário e senha, o sistema envia
um código para seu celular por meio de mensagem de texto ou mensagem de
voz. O serviço requer que você digite o código enviado. Isso exige um
tempo extra para configurar e usar o sistema, mas é menos do que você
gastaria para resolver um problema criado por um ladrão. Engane os sites
Seja para evitar cibercriminosos ou redes de publicidade,
existem várias opções para guardar seu histórico de navegação para você
mesmo. Ferramentas de bloqueio de monitoramento permitem que você veja
as empresas que monitoram suas atividades na web e as bloqueie, se você
quiser. Algumas das ferramentas de bloqueio mais populares incluem a
Ghostery, Disconnect e Abine.
Para desespero dos anunciantes, algumas empresas que
mantém navegadores de internet agora oferecem aos consumidores formas de
bloquear a instalação de cookies, pequenas peças de código que
monitoram seus caminhos na web, por terceiros.
A consultoria Forrester Research estima que 27% dos
internautas já usaram uma ferramenta de bloqueio de publicidade, o que
significa um aumento significativo nos últimos anos. É possível dar
passos mais significativos, também, e o Tor é uma das ferramentas mais
populares. Originalmente desenvolvido para a Marinha americana, e usado
pelos agentes do FBI, o navegador Tor evita que os sites saibam quem
você é ao rotear o tréfego de internet por uma série de outros pontos.
Ao usar o Tor para acessar o seu serviço de e-mail, por
exemplo, poderá prevenir que uma agência do governo descubra o endereço
IP (Internet Protocol) do seu computador, apesar de não evitar que ele
obtenha o acesso às suas mensagens por meio do seu provedor de serviço. O
Orbot oferece o mesmo recurso para dispositivos móveis com sistema
operacional Android; não há nenhuma ferramenta desse tipo para iOS.
Uma rede virtual privada, ou VPN, pode ajudar a borrar
seus passos. Ela cria um túnel de comunicação encriptada entre seu
computador e o servidor, escondendo sua navegação web de outras pessoas.
Contudo, alguns tipos de VPN podem guardar registros de seu tráfego de
internet, compilando um histórico rico de suas viagens pela internet.
A extensão para navegador HTTPS Everywhere também pode
levá-lo a uma versão segura e encriptada de sites, quando possível, o
que pode protegê-lo de bisbilhoteiros, quando você está utilizando redes
Wi-Fi públicas.
Se você não quer que o Google ou o Bing, as duas
principais ferramentas de busca, registrem os dados do seu histórico de
buscas, existe uma ferramenta de busca chamada DuckDuckGo. Seu fundador,
Gabriel Weinberg, diz que a empresa não tem interesse em salvar o
histórico de buscas dos usuários.
A empresa ganha dinheiro mostrando anúncios baseados nas
palavras-chave buscadas e descarta o histórico de buscas. Assim, se o
governo pede informações sobre os usuários (isso ainda não aconteceu,
segundo o fundador), eles não conseguirão muita coisa. “Se os dados não
existem, não tem nada para entregar”, diz Weinberg. Confie na nuvem
Os advogados dizem às vezes que a nuvem mudou
fundamentalmente o relacionamento entre cidadãos e seus governos. Se a
polícia quisesse investigar seus arquivos profissionais no passado, um
mandado de busca era necessário para entrar em seu escritório. Agora, a
polícia pode se virar para o provedor de serviços que guarda os seus
arquivos de trabalho.
Contudo, quando a SpiderOak, uma empresa de San Francisco
(EUA), recebe solicitações como esta, eles não podem entregar nada
legível. Os arquivos de seus usuários não só são criptografados, como as
senhas dos usuários não são enviadas para a empresa. “A maioria das
empresas pede que você confie nelas”, diz Ethan Oberman, CEO da
SpiderOak. “A nossa teoria é de que você não tem que confiar em nós.” O
serviço custa US$ 10 por mês para ter 100 GB de espaço para guardar os
arquivos em nuvem. Mantenha conversas privadas
Um e-mail é como um cartão postal – ele pode ser
facilmente lido por outras pessoas. A promessa de criptografia de um
provedor de serviço de e-mail traz algum conformo. Para iniciantes,
quando uma mensagem é enviada entre um usuário do Gmail e um usuário do
Yahoo, por exemplo, ele viaja livre pela estrada da internet, vulnerável
a roubos. O governo pode ordenar que o provedor de e-mail para
desbloquear sua correspondência, seja por meio de um mandado de busca da
polícia ou de uma carta da NSA.
Moxie Marlinspike, um pesquisador em segurança, usa a
analogia de um cofre com uma chave. “Vamos dizer que a porta da minha
casa está trancada, mas eu mantenho a chave presa ao lado da porta”,
explica Marlinspike. Qualquer pessoa que quiser entrar, pode usar a
chave para este fim.
O PGP, ou Pretty Good Privacy, é um sistema para
criptografar comunicações de e-mail, mas é relativamente complicado de
usar. Os cérebros por trás da ferramenta se juntaram para formar o
Silent Circle, empresa que Janke gerencia. Além dos e-mails
criptografados – que Janke afirma ser o produto menos seguro da empresa –
a Silent Circle oferece chamadas de voz, mensagens de texto,
transferência de arquivos e chamadas de vídeo criptografadas.
Ao contratar a empresa, o usuário ganha um número de
telefone de 10 dígitos, que funciona em smartphones com sistema
operacional Android e no iPhone. A empresa não mantém um registro de
chamadas de voz, o que significa que uma solicitação legal do governo,
mesmo que por metadados, não terá efeito algum. Uma chave para
decodificar a mensagem é produzida para uma chamada de voz, uma chamada
de vídeo ou uma mensagem de texto (SMS), enviada por meio do serviço;
uma vez que a mensagem é recebida, a chave é apagada.
Há um pré-requisito sério, no entanto: a proteção só
funciona se ambas as partes estiverem usando o serviço do Silent Circle.
A assinatura do serviço custa US$ 10 ao mês.
Marlinspike também desenvolveu um aplicativo de mensagens
de texto criptografadas, o TextSecure, que está disponível para
Android. Há o Off the Record, um outro serviço de mensagens instantâneas
criptografadas. O aplicativo RedPhone, também desenvolvido por
Marlinspike, criptografa chamadas do início ao fim e não retém nenhum
registro, o que significa que nenhuma operadora de telecomunicações pode
registrar com que você fala ou monitorar suas ligações telefônivas.
KoolSpan oferece uma ferramenta de chamadas de voz e
serviço de acesso a internet encriptado para advogados, que tem
interesse em proteger as comunicações dos clientes contra hackers. Relembre o básico
Mesmo as ferramentas de privacidade mais avançadas podem
não funcionar, se as orientações básicas forem ignoradas. E, talvez, a
medida de segurança mais básica de todas – o equivalente a lavar as mãos
na “higiene digital” – é manter seus softwares atualizados. Uma série
de falhas de segurança são resolvidas em cada atualização e, ao ignorar
os chamados chatos de atualização, podem colocá-lo em perigo.
O Opera 15 já está disponível para download,
em versões para Windows e Mac. A mais recente versão deste amado
navegador é a primeira baseada no Blink, um novo mecanismo (“engine”) de
processamento e exibição de páginas que é usado no Google Chrome desde
Abril, e que por sua vez é um derivado do Webkit, desenvolvido pela
Apple e usado no Safari. O que há de novo?
O Opera 15 traz vários recursos que apareceram originalmente na
versão mobile do Opera, e também alguns outros que são considerados
clássicos. O “Modo Off-Road” (novo nome para o recurso antigamente
conhecido como Turbo) usa os servidores da Opera para comprimir as
páginas web antes de entregá-las ao navegador, permitindo que as páginas
sejam carregadas mais rapidamente e oferecendo uma melhor experiência
de navegação aos usuários em conexões lentas. O Discover, outro recurso
que veio do mundo móvel, mostra uma lista de notícias selecionadas de
acordo com sua localização e categorias de interesse como viagem, artes,
negócios, esportes e tecnologia.
Stash, um novo jeito de organizar favoritos, com miniaturas
O Opera 15 também tem uma nova abordagem quanto aos favoritos,
chamada Stash. Sempre que você clica no ícone do coração no canto
superior direito da barra de endereços a página atual é salva no Stash,
que mostra as páginas armazenadas como miniaturas cujo tamanho pode ser
ajustado com um controle deslizante. Também há um recurso de busca que
permite procurar páginas por palavras chave, algo útil quando sua
coleção de páginas fica grande. Um pouco de Opera, um pouco de Chrome
Embora o Opera 15 compartilhe parte de sua infraestrutura com o
Chrome, ele ainda tem aparência e comportamento distintos. Usuários
avançados irão notar que o Opera ainda tem suporte a gestos com o mouse
para controlar a navegação, embora durante os meus testes no Windows 8
os gestos para restaurar e minimizar não tenham funcionado. Os gestos
relacionados a links (como “Abrir em nova aba” e “Abrir em segundo
plano”) também não funcionaram corretamente. E o M2, o cliente de e-mail
que era integrado ao Opera, agora é um download separado.
Apesar de antiga tem o “jeitão” do velho Opera, definitivamente há
alguns recursos com Chrome no Opera 15, como uma “Omnibar” que permite
que você digite tanto endereços quanto termos de busca. As páginas de
Downloads e Configurações também tem um gostinho de Chrome, mas a Opera
adicionou alguns toques de seu próprio estilo a elas. Primeiras impressões
Depois de passar um tempo com o Opera 15 constatei que ele é um
software rápido e elegante, que deve agradar a todos os fãs do
navegador. E o novo engine Blink pode ajudar a conquistar usuários que
estão cansados do Chrome, Firefox, Safari ou IE e procuram algo novo,
mas tinham medo de perder a compatibilidade com seus sites favoritos.
Você pode não perceber, mas coloca boa parte de sua vida no Facebook.
A rede social conquista a todos e faz com que as pessoas percam suas
inibições e revelem todos os detalhes de suas vidas, incluindo as fotos
mais recentes. Soa familiar? Então talvez você deva usar o fbDownloader
para criar um backup destas fotos.
Já posso ouvir você perguntando: “Mas pra quê me preocupar com o
backup? O Facebook não é um lugar seguro para guardar as fotos das
minhas festas?”. De certa forma é, mas contas do Facebook podem ser
hackeadas, e mesmo que você ative o recurso de “Aprovação de Login”, que
é a versão do Facebook para a autenticação em duas etapas, não há
garantias.
E não é só com os hackers que você deve se preocupar. O Facebook faz
as regras, e se não gostar da forma como você as interpreta a empresa
pode desativar sua conta sem nenhum aviso, algo que já aconteceu antes.
Se isso acontecer diga adeus às suas fotos. E não são só as fotos das
festas que irão sumir, mas aquelas preciosas e insubstituíveis fotos de
família em álbuns privados também irão junto.
Como diz o ditado, “seguro morreu de velho”. Se um hacker ou o
Facebook impedirem seu acesso à sua conta e ao conteúdo dela, com um
backup você terá uma cópia perfeitamente organizada de suas imagens em
seu PC. Para isso, recomendo um app chamado fbDownloader.
Ao instalar, desmarque as três opções na janela acima para não modificar suas preferências de busca
Ao instalar o programa, tome o cuidado de desmarcar as opções para
modificar o mecanismo de busca padrão do navegador (na imagem abaixo) e
ofertas de softwares adicionais. Quando executado o programa vai pedir
para você fazer login em sua conta e mostrar uma tela com três opções:
baixar as fotos onde você foi marcado (Your tagged photos), baixar seus
álbuns (All your photo albums) e baixar os álbuns públicos de seus
amigos (You friend’s photos). Basta escolher o que você quiser. Dá até
pra escolher entre baixar as fotos originais a cores ou convertê-las
para preto-e-branco durante o download.
A primeira opção é algo do tipo “clique e espere o download
terminar”. Você não pode escolher as imagens que quer, é tudo ou nada.
Na segunda você pode ver cada um de seus álbuns numa lista e escolher
quais deles quer copiar para seu computador, embora não possa escolher
imagens individuais.
O mesmo acontece com os álbuns dos seus amigos. Isso não é um
problema se o álbum em questão tem apenas um punhado de imagens, mas se
tiver centenas delas e você quer apenas algumas, é melhor preparar a
paciência para separar o joio do trigo.
Nesta tela você pode escolher entre baixar as fotos em que foi marcado, todos os seus álbuns ou fotos dos seus amigos.
Um probleminha que encontrei é que, uma vez que o download é
iniciado, não há nenhuma forma de fazê-lo parar, a não ser fechando
completamente o programa. Não há um botão “Cancel”, uma omissão incomum
nesse tipo de software.
Detalhes à parte, este é um bom programa que permite fazer o backup
de suas imagens do Facebook facilmente. Se ele não lhe agradar, o PhotoGrabber é uma outra boa opção, e é gratuito e Open Source. Experimente ambos e veja qual lhe atende melhor.
A moral da história: não confie seus dados apenas a um site, não
importa qual seja. Tenha sempre pelo menos um backup em algum lugar. No
caso do Facebook, estes dois apps são mais do que o suficiente para
isso.