segunda-feira, 12 de abril de 2010

Adobe lança novo Photoshop e mais 14 programas



Pacote CS5 traz também versões atualizadas do Flash e do Dreamweaver

A Adobe lançou hoje a linha de produtos CS5, que inclui novas versões de 15 programas, incluindo Photoshop, Flash, Dreamweaver e Illustrator. Outros aplicativos importantes que foram atualizados são Illustrator, Soundbooth, Premiere e InDesign.

Photoshop CS5

Um dos recursos interessantes do novo Photoshop é o Content Aware Fill. Ele permite remover um objeto de uma cena sem deixar um "buraco" na imagem. O Content Aware Fill preenche automaticamente o espaço deixado pelo objeto removido com a textura da área que o envolve. O vídeo acima mostra como funciona esse recurso.

Dreamweaver CS5

O tradicional editor de páginas web ganhou suporte a sistemas de gerenciamento de conteúdo como Wordpress, Joomla e Drupal. O novo recurso permite testar alguns recursos dinâmicos em sites que funcionam com essas plataformas. O Dreamweaver CS5 traz ainda algumas melhorias nas áreas de visualização de código CSS e PHP.

Pacote CS5

A linha CS5 está disponível em quatro versões, com diferentes combinações de programas. A mais completa é a Master, que traz 15 aplicativos além de ferramentas auxiliares como o Adobe Bridge e o Device Central. Os preços dos pacotes variam entre US$ 1.899 e US$ 2.599 nos Estados Unidos. Ainda não há preços para o mercado brasileiro. Mais informações sobre os novos aplicativos podem ser encontradas no site da Adobe.
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Nero Multimedia Suite 10 chega ao Brasil


Produto já pode ser comprado em versão de download, por 160 reais, ou na edição tradicional de caixa, por 210 reais.

A Nero lançou nesta segunda-feira (12/4) o Nero Multimedia Suite 10. O produto já está disponível em todo o mundo na nova versão, que consolida os aplicativos em um pacote o multimídia do tipo “tudo em um”.

Os programas que fazem parte do Nero Multimedia Suite 10 são o Nero Vision Xtra - dedicado à organização de mídias, edição avançada de vídeo e criação de filmes em alta definição; o Nero Burning ROM, para gravar e copiar discos; e Nero BackItUp & Burn, para backup, sincronia e restauração de dados. Os três programas, somados a ferramentas multimídia, possuem uma solução para projetos multimídia.

Usuários que gostam de criar e editar vídeos serão os mais beneficiados pela oferta conjunta das ferramentas. O Nero Multimídia Suíte 10 oferece capacidade para gerenciar músicas, arquivos de fotos e vídeos, além de dar opções avançadas de edição de vídeo, otimizando desempenho em formato HD com o SmartEncoding e discos Blu-ray.

A empresa traz duas ofertas para o consumidor brasileiro: uma versão de download por 160 reais, que pode ser comprada na loja oficial, e a edição tradicional, em caixa, que custa 210 reais.
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F1, F2, F3... Para que servem as teclas F?


Elas sempre estiveram ali, no seu teclado. Algumas delas nós até já conhecemos. Mas para que servem os outros tantos Fs? Por que nossos computadores contam com as 12 teclas de funções?

Os Fs nos acompanham há pelo menos 2 anos. Os teclados de padrão QWERTY têm, além dos números, acentuações e teclas auxiliares, as teclas de funções. Mas não é todo mundo que conhece as possibilidades existentes nos tais Fs. Não é difícil ver alguém se perguntando “para que servem essas teclas na parte de cima do meu teclado?”. A resposta é muito simples e fácil de entender.

Os botões de função, como o nome já diz, executam papéis específicos dentro de programas e sistemas diferentes. Se você está operando o Windows, observa que o botão F1 costuma ativar a janela de ajuda, sempre que ela for necessária. A combinação Alt + F4 também tem uma ação singular: fechar janelas ativas. No Word, selecionar palavras e depois pressionar Shift e F3 resulta em alterar a caixa dos caracteres.

As funções variam de acordo com o software ativo em um determinado momento. Ainda assim, você pode utilizar ferramentas específicas para manter suas teclas funcionais sempre ativas. Ou seja, existem programas que permanecem ativos para que as teclas sejam usadas sem problemas.

Enquanto você estiver no seu desktop ou dentro de alguma pasta e um arquivo estiver selecionado, use a tecla F2 para renomeá-lo. Já o F3 pode ser de extrema serventia aos que costumam se perder com muita facilidade no Windows. Ao pressionar este botão, você abre a janela de busca por arquivos. Assim, basta digitar o nome daquilo que você está procurando e voilà – ali está o arquivo!

Ainda assim, nem todo teclado obedece ao mesmo padrão quando se trata de execução de funções de teclas. Por isso, é preciso saber de alguns detalhes.

Teclados reduzidos

Os teclados de notebooks menores de 15 polegadas costumam ser diferentes. Justamente por ocuparem menos espaço no corpo do computador, os teclados recebem teclas de funções duplas – às vezes até triplas, dependendo do caso. Fica fácil observar esse tipo de coisa quando se tem a tecla “Fn” em meio às outras.

Muita gente também pergunta para o quê serve aquele “Fn” em azul, perdido ali no teclado. A verdade é que a utilidade desta tecla é bastante aparente. Basta observar se existe algum outro símbolo em azul, ou qualquer cor destacada. Combine-a com a tecla “Fn” para fazer com que aquela função específica seja ativada.

Agora que você já sabe disso, por que não experimenta utilizar algumas dessas funções? Boa parte delas está ligada ao controle de volume, brilho e contraste do seu notebook. Por isso, é bom ter mente que uma boa configuração vai exigir o conhecimento e o domínio de exploração do seu teclado.

De maneira geral, independente de se tratar de um teclado QWERTY comum ou modelos reduzidos, as funções são bastante parecidas. Veja a relação de algumas delas abaixo:

* F1 – Abre a janela de ajuda;
* F2 – Dependendo do contexto, renomeia arquivos e inicia jogos;
* F3 – Abre a janela de busca;
* Shift + F3 – Altera o padrão dos caracteres selecionados no Word;
* F4 – Funciona como uma Barra de endereços no Internet Explorer;
* F5 – Atualiza páginas na maioria dos navegadores;
* F6 – Seleciona a Barra de endereço do Mozilla Firefox;
* F7 – Aciona a correção no Word;
* F8 – Acessa o Modo de Segurança enquanto seu computador está na fase de boot;
* F9 – Não há função especificada nativamente;
* F10 – Alternativa para a tecla Alt em alguns programas;
* F11 – Aumenta a área ocupada pelo seu navegador;
* F12 – Não há função especificada nativamente.

iMacs, MacBooks e MacTeclas

Não acredite em quem diz que os primeiros dias em um computador da Apple são os mais fáceis da sua vida. Apesar de ter um desempenho magnífico, o padrão de teclados da maça de Steve Jobs pode dar um pouco de dor de cabeça a quem ainda não se acostumou com o padrão.

Como você já deve estar imaginando, os teclados Apple têm teclas diferentes e, com isso, combinações totalmente diferentes. Por exemplo: não há o “Ctrl” como conhecemos no Windows. Em vez dele, há o CMD, ou “Command”. Mas isso não significa que não haja a função neste teclado: acontece que algumas funções são divididas com o Alt.

Dependendo do idioma no qual o seu teclado está, é o Alt quem determina acentuações e outras características em vez do Shift. Porém, a confusão fica grande quando é hora de usar as funções. Os botões F dos teclados Apple têm algo muito interessante. Ao contrário do Windows, você vai usar bastante a tecla Fn do seu MacBook ou iMac.

Isso porque o computador depende dela para controlar brilho, volume de som e funções importantes como o foco em janelas ativas e visualização simultânea de janelas aparecem na sua tela. Veja a lista abaixo de como usar a teclas F no seu Mac:

* Control + F1 – Alterna o acesso total do teclado;
* Control + F2 – Altera o foco para a barra de menu;
* Control + F3 – Altera o foco para a Dock;
* Control + F4 – Vai para a próxima janela ativa;
* Shift + Control + F4 – Volta para a janela ativa anterior;
* F9 – Abre a tela de visualização de janelas simultâneas;
* F11 – Esconde ou abre todas as janelas;
* F12 – Exibe o Dashboard.

Gerenciando atalhos

Assim como os atalhos de teclado, você pode adicionar outros tipos de caminhos reduzidos aos programas que deseja executar. Um bom exemplo disso é o Launchy.

O programa, depois de instalado, garante uma pequena janela para digitação de um software específico. Outro que ajuda muito a organizar seus atalhos é o 8Start Launch. Agora, um que é capaz de transformar todo o seu teclado em uma grande sequência de teclas de função é o Qliner Hotkeys.

Mas, se o assunto é utilizar algo mais eficiente que o Menu iniciar do seu Windows, o RunMe ganha de goleada nessa disputa. O programa oferece uma interface ainda mais amigável e permite que você personalize as pastas e adicione novos itens da maneira que achar mais confortável e simples de usar.

Tudo o que você precisa fazer é instalar o programa e designar uma tecla para cada um dos programas ou ações que você deseja executar no seu computador. O RocketDock também é uma alternativa de organização e atalhos que pode ajudar bastante quem pretende transformar o teclado em uma “estação de lançamento”.

Agora que você já conhece alguns dos principais atalhos de teclado, tanto no Windows, quanto no Mac, é hora de testar suas habilidades. Coloque as mãos na massa e ganhe tempo
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Monopólio da Banda Larga x Neutralidade da Rede


Sem regras de neutralidade, a internet poderá se tornar um lugar em que a vontade das operadoras e dos provedores prevalece sobre a do usuário.

A Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC) levou um golpe daqueles.

Na terça-feira (6/4), um tribunal norte-americano concluiu que a agência reguladora não tem jurisdição para punir o provedor de internet Comcast por ter reduzido a velocidade das conexões BitTorrent de seus usuários, sem aviso.

Isso abre sérias dúvidas sobre o Plano Nacional de Banda Larga e as esperanças de que os EUA tenham um dia algum tipo de princípio de neutralidade na rede.

Não sou grande fã da regulamentação governamental sobre tecnologia, principalmente porque até agora os agentes federais não mostraram seu melhor (alguém se lembra do DCMA?).

O fato é que poucas pessoas no Congresso norte-americano entendem o suficiente de tecnologia para escrever leis inteligentes sobre isso. Como resultado, os parlamentares deixam que os lobistas façam o trabalho por eles. Isso tem mudado à medida que a velha guarda da política se vai, mas o processo de renovação é muito lento.

Mas não acho que devemos simplesmente sentar e esperar que o “livre mercado” impere – porque já vimos o que acontece quando isso ocorre.

Monopólios e duopólios
Por que a neutralidade da net é importante? Porque em muitos lugares dos EUA o acesso à banda larga depende de monopólios regionais ou, no melhor caso, de duopólios. Se você tiver sorte, poderá escolher entre uma antiga Baby Bell monolitica ou uma empresa de internet a cabo do grupo das Big Five, e as duas vão querer lhe vender internet, voz, vídeo e talvez wireless, por uma mensalidade de 100 a 200 dólares.

Essas companhias competem em preço. Elas podem competir em recursos. Competirão em neutralidade? De jeito nenhum. Até agora, os setores de cabo e telecom são os que mais ativamente têm feito lobby contra a neutralidade.

O que acontece num mundo onde as Baby Bells e as Big Cable controlam todos os bits? É possível imaginar alguns cenários.

1. Suponha que você tenha um serviço de banda larga de uma telecom como a AT&T e a Verizon. Suponha ainda que elas decidam repentinamente que o Skype ou outro serviço VoIP está competindo com seus próprios serviços de voz, e queiram bloqueá-lo. Um dia suas chamadas VoIP funcionam; no dia seguinte, elas param de funcionar – e espero que você não dependa delas para trabalhar.

2. Agora você é um assinante do Comcast. Você liga para seu serviço Fancast de vídeos sob demanda, e os vídeos são exibidos instantaneamente no PC. Curiosamente, quando você liga para outros serviços de vídeo sob demanda, eles aparecem lentos e com saltos, a ponto de serem inaceitáveis. Haverá uma relação entre esses fatos?

3. Talvez você use a Time Warner ou a Charter ou a Cablevision para assistir a 300 canais entregues diretamente na sua casa. Em vez de alugar uma set-top box ou um DVR por 10 ou 15 dólares por mês, você escolheu uma opção superior, como o TiVo – mas de repente seu TiVo deixa de funcionar, porque as empresas de cabo exigem que você use o hardware que elas fornecem.

4. Você está farto de sua operadora de cabo, e cria um site chamado MinhaOperadoraeUmaDroga.net. Outras pessoas também têm sentimentos parecidos e juntam-se a você nesse site. Um dia, no entanto, o site não pode ser mais acessado. No lugar dele, você e seus visitantes são redirecionados para uma página do site da própria empresa que você criticava, afirmando que sua manifestação viola os termos do serviço.

Você poderia pensar que estou excessivamente paranóico, se já não houvesse exemplos de empresas que fazem coisas parecidas, a começar com a redução da velocidade de conexões BitTorrent.

O Comcast não avisou a seus clientes com um “ei, estamos diminuindo a velocidade de seus BitTorrents, espero que tudo esteja OK”. Ele nem mesmo disse “ei, tudo bem usar BitTorrent, mas se você passar de um certo consumo de banda será gongado”.

Nada disso. O Comcast simplesmente fez o que queria, em segredo. E ainda negou. A empresa selecionou os bits que teriam permissão para trafegar, e bloqueou ou rebaixou aqueles que ela não gostava.

Sequestro de buscas
E não são apenas as grandes empresas. Nesta semana, o provedor DSL Windstream Communications admitiu ter “sequestrado" as solicitações de busca de seus clientes – redirecionando-os da barra de pesquisa do Google no Firefox para seu próprio portal. A empresa voltou atrás depois que foi denunciada por usuários no DSL Reports.

Nesse caso, o Windstream pode ter sido mais atrapalhado que mau, mas isso revela o controle que seu provedor de internet tem sobre o uso que você faz da internet.

Art Brodsky, da organização Public Knowledge, explica bem o que está em jogo:

“O debate atual sobre neutralidade da rede e internet aberta não é sobre a internet. Não é sobre neutralidade. Não é sobre abertura. É sobre você. É sobre Liberdade Pessoal na Internet contra Controle Empresarial da Internet. É sobre dinheiro.”

“Há uma razão pela qual a Verizon, a AT&T, o Comcast e o resto da turma têm gasto milhões de dólares em lobby, contribuições em campanhas, grupos e acadêmicos para combater a Comissão Federal de Comunicações (FCC), o Congresso, reguladores estaduais, legisladores estaduais e qualquer um que estiver no caminho... É para que eles possam moldar a internet de hoje conforme seus gostos, e fazer dinheiro com ela como querem que ela seja, e o que eles querem que ela seja não é bonito. Eles querem duas coisas: 1) Fazer o que quiserem, incluindo destruir (ou pelo menos restringir) a internet como nós a conhecemos; 2) fazer isso sem qualquer supervisão governamental ou proteção do consumidor.”

Parece que a FCC tem três opções. Ela pode reclassificar os provedores de internet sob a Lei das Comunicações dos EUA como operadoras comuns, sujeitando-as assim a algumas das regras que as operadoras de telecom devem obedecer. Ela pode fazer lobby no Congresso para aprovar uma lei que lhe dê jurisdição clara sobre provedores de acesso (dando aos dois lados algo novo com o que se ocupar nos próximos 18 meses). Ou ela pode entrar com recurso contra a decisão da Justiça, com o risco de voltar à mesma posição que ocupa agora: a de ficar num canto, gemendo.

Pessoalmente, voto pela opção 1. Sim, a regulamentação do governo é frequentemente onerosa. Mas se você pensa que as empresas de cabo e de telecomunicações têm as mais puras intenções nesse debate, me procure: eu tenho um network bridge para lhe vender.
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O armazenamento dos arquivos será totalmente diferente com as novas memórias!


Prepare-se para conhecer as novas tecnologias que vão revolucionar em tamanho, espaço, estabilidade, energia e velocidade!

O ano era 1954 e a IBM estava registrando a patente de um componente intitulado “dispositivo de disco” (disk drive). Dois anos depois disso, a empresa lançou um item para armazenamento de dados. Após esses acontecimentos, a indústria da informática levou algumas décadas para chegar ao que conhecemos hoje como disco rígido.

A evolução continuou...

Foi na década de 1990 que os consumidores realmente chegaram a visualizar e ter acesso aos HDs, os quais foram absolutamente necessários e revolucionários para a história dos computadores. No começo os discos rígidos não conseguiam armazenar nem 100 MB, mas o espaço que traziam era mais do que suficiente para os sistemas operacionais da época.

Os processadores evoluíram, os sistemas também e claro que os discos rígidos não ficariam para trás. Aos poucos foram surgindo discos com capacidade de armazenamento de gigabytes, os quais ganharam mais tecnologia e podiam armazenar uma quantidade surpreendente de arquivos. Depois da virada do milênio a informática deu um boom ainda mais forte e fez com que os HDs de centenas de gigabytes aparecessem.

Até aí você já conhece a história e também deve saber que atualmente temos HDs com mais de 1 TB (terabyte) de espaço. A expansão absurda da computação não só fez os discos ganharem implementações, mas também forçou o desenvolvimento de dispositivos portáteis para armazenamento de dados: os famosos pendrives (que utilizam memória flash).

Hoje você pode comprar um pendrive de 4 GB e transportar uma biblioteca com até mil arquivos em MP3. Além disso, quem preferir pode ter acesso às memórias flash em dispositivos multimídia, cartões de memória para utilização em máquinas digitais e ultimamente até em SSD (os discos que possivelmente vão concorrer com os HDs).

Toda essa história é fantástica, mas será que o futuro do armazenamento está limitado à tecnologia das memórias flash? A informática não vai evoluir mais nesse sentido? O Baixaki vai abordar o que já está em desenvolvimento, para que você fique sabendo o que vai chegar daqui a alguns anos em seu computador.

FeRAM pode substituir a flash futuramente

Esta memória é muito parecida com aquela utilizada nos pendrives, porém ela tem algumas pequenas diferenças que podem ser cruciais para a utilização no futuro.
As memórias FeRAM, ou memórias ferroelétricas de acesso aleatório, possuem uma série de alterações nos materiais que compõem o setor de armazenamento interno (como a inclusão de cristais ferroelétricos).

Falando em termos técnicos, pode-se dizer que o que muda drasticamente na memória FeRAM é o modo como ocorre a gravação dos dados. Esta memória utiliza energia elétrica para seu funcionamento — assim como a memória Flash —, mas não da mesma maneira que na tecnologia concorrente.

A FeRAM basicamente utiliza cargas para gravar os bits, fator que faz esta memória utilizar capacitores (pequenos componentes eletrônicos) como auxiliares na hora de efetuar alguma tarefa nos cristais — os quais são compostos por material ferroelétrico.

Se você não entendeu o que está escrito no parágrafo acima não se preocupe, pois o funcionamento desta memória não é tão importante quanto saber o que ela realmente vai proporcionar.

A FeRAM tende a ser uma memória que utiliza pouca quantidade de energia, mais rapidez para gravar (escrever) os dados e uma vida útil bem maior do que a memória Flash.

O ponto negativo que mais afeta esta tecnologia é a baixa capacidade de armazenamento, motivo pelo qual ela ainda não está sendo comercializada. Muitas fabricantes estão trabalhando no desenvolvimento das memórias FeRAM, mas a notícia mais recente veio da Toshiba, que anunciou ter conseguido criar uma memória de 128 MB (capaz de armazenar aproximadamente 32 músicas em formato MP3).

A MRAM é uma possível concorrente

Se você sabe um pouquinho de informática deve estar ciente que a maioria dos componentes do computador utiliza energia elétrica para o funcionamento. O disco rígido é um componente que, apesar de necessitar da energia, ainda utiliza o magnetismo para armazenar os dados. A memória MRAM terá alguma semelhança com os discos rígidos, porém seu tamanho físico será muito menor.

A MRAM tende a ser um “híbrido” entre o HD e a memória Flash, pois ela utilizará magnetismo (tecnologia utilizada nos HDs) aplicado num chip — assim como a memória Flash. Por utilizar a magnetização, a MRAM consegue escrever ou ler os dados em questão de nanosegundos, mas por se tratar de uma técnica de difícil controle, a magnetização afeta com muita facilidade os dados.

Para entender basicamente o funcionamento da MRAM basta utilizar dois ímãs como exemplo. Estas memórias possuem material magnético, os quais sabem se determinado bit vale 1 ou 0 conforme a polarização.

Por exemplo: se você colocar dois ímãs com polos opostos, eles se atraem. Agora se você inverter um deles, eles serão repelidos. Com os dados funciona de maneira parecida, mas é possível identifica e gravar os dados a partir dessa pequena diferença que ocorre na magnetização.

A memória MRAM começou a ser desenvolvida na década de 1990, mas até o momento o melhor protótipo consegue armazenar meros 32 MB (modelo apresentado pela Hitachi). A geração atual desta tecnologia já permite gravar dados em menos de um nanosegundo, assim como acontece com a FeRAM. Ainda não há dados muito precisos quanto ao consumo de energia da MRAM, mas ao menos já é possível saber que a tecnologia é estável e funciona muito bem.

A PCRAM está muito próxima da realidade

Um conceito básico da PCRAM, ou PRAM, já existia há uns 30 anos, mas a tecnologia demorou um pouco para engrenar nos laboratórios. A memória de acesso aleatório com mudança de fase (tradução do termo PCRAM) utiliza muita tecnologia eletrônica, porém ela depende de algo totalmente inusitado: calor. Isso mesmo, para gravar dados, a memória PCRAM esquenta o material da qual é feita, permitindo que o chip possa interpretar posteriormente a área gravada como bits de valor 1 ou 0.

O material principal da PCRAM é uma espécie de vidro, o qual pode ser modificado entre as formas cristalina e amorfa. Como já citado, o calor é a técnica que realiza essa mudança na memória e, por ser uma forma simples para escrita dos dados, permite atingir tempos fantásticos para obter ciclos de escrita baixíssimos.

Assim como as tecnologias concorrentes, a PCRAM só não foi lançada ainda por um pequeno problema: não possui um protótipo de alta capacidade. Em 2008 a Intel e uma associada lançaram uma memória PCRAM de 16 MB (com tecnologia de 90 nm), enquanto a Samsung obteve recentemente um progresso maior e mostrou um chip de 512 MB de memória.

Apesar de ser mais rápida, a memória PCRAM talvez não seja liberada tão cedo, porque além do problema de capacidade, ela tem um sério problema com a estabilidade. O calor utilizado para gravar os dados requisita uma quantidade de energia maior e não possibilita um nível aceitável de qualidade.

Nano-RAM – Uma solução com o carbono

A tecnologia das memórias Nano-RAM é baseada na substância mais abundante no mundo: o carbono. Aliando nanotubos de carbono com um eletrodo, esta memória consegue gravar dados apenas utilizando uma pequena tensão aplicada aos componentes. A memória identifica os bits conforme a voltagem utilizada.

Em teoria a Nano-RAM deve ser mais rápida do que a memória Flash para escrever e acessar os dados. Além disso, esta tecnologia não utiliza tanta energia como sua concorrente, fator que faz dela uma ótima alternativa para os dispositivos, pois permitem um aumento significativo no tempo de utilização da bateria.

O ciclo de vida da memória Nano-RAM também é superior ao das memórias Flash, portanto o usuário pode, em teoria, apagar e escrever dados infinitas vezes. O único problema que impede esta memória de dominar o mercado é a capacidade de armazenamento, que até o momento não possui grandes progressos. Segundo relatos da fabricante da NRAM, a Nantero, sua memória possivelmente seja útil para utilização em dispositivos que precisem de velocidade e não grande quantidade para guardar dados.

RRAM

A memória de acesso aleatório resistiva é uma nova tecnologia que vem ganhando força com o passar do tempo. Diversas empresas estão trabalhando em soluções para melhorar o funcionamento deste tipo de memória para armazenamento. Utilizando pouca energia e conseguindo velocidades surpreendentes, a RRAM tem chances de ser uma possível concorrente para as memórias Flash, porém até o momento existem outros problemas que as fabricantes enfrentam.

A tecnologia da memória RRAM é semelhante à das memórias PCRAM, porém ela traz algumas diferenças. A gravação dos dados aqui é feita através de uma mudança no material cristalino, o qual tem sua composição alterada conforme reações eletroquímicas são aplicadas. Em tamanho grande tudo funciona maravilhosamente bem, porém quando reduzido à escala nano, fica muito difícil de manter a estabilidade das reações internas.

Ainda não há notícias concretas sobre um protótipo 100% funcional, portanto não é possível saber se as memórias RRAMs terão versões com suporte para grande quantidade de armazenamento. É possível que dentro de pouco tempo a HP lance alguma novidade com esta tecnologia, pois a companhia vem investindo em pesquisa para melhorar as memórias RRAMs. Vale lembrar que a HP lançou em 2008 um protótipo de memória resistiva, o já comentado Memristor (confira o artigo que o Baixaki criou a respeito deste componente).

A revolução total: Racetrack

Investir em tecnologias similares parece não ser o foco da IBM, que pretende criar uma memória totalmente inovadora. Enquanto todas as demais fabricantes insistem em melhorar o modelo das memórias RAM (Random Access Memory, ou memória de acesso aleatório), a IBM pretende investir numa arquitetura nova, que possibilite a melhor utilização do espaço para armazenar dados.

A memória Racetrack deve seguir o padrão dos discos rígidos convencionais utilizando a magnetização para gravação de dados. Todavia, o método de funcionamento desta tecnologia impressiona muito. Ao contrário dos HDs que utilizam o disco como forma de armazenamento, a memória Racetrack deve utilizar nanofios magnéticos, que são movidos sobre os dispositivos que permitem a leitura e gravação.

Segundo o site de desenvolvimento da IBM, a nova tecnologia deve ganhar espaço em mercado graças à sua alta estabilidade, baixo consumo de energia, alta velocidade e capacidade imensa para armazenamento. Sendo assim, esta memória seria perfeita, porém a IBM ainda sofre alguns sérios problemas com a tecnologia, que por sinal não está nem perto da fase final.

Só para efeitos de curiosidade, vale salientar que o modo de funcionamento da Racetrack dependerá muito de alta precisão na utilização da energia elétrica. Além disso, a memória Racetrack deve ser um dispositivo de acesso 3D, ainda que até agora os protótipos não tenham saído do bidimensional. Evidentemente, a pesquisa continua e a fabricante deve anunciar muito em breve avanços desta tecnologia.

Em qual vale apostar?

As tecnologias são muitas, as fabricantes são competentes e os avanços têm sido contínuos, mas até agora não é possível dizer exatamente qual memória deve ser o novo padrão de armazenamento.
Se considerarmos que a memória Flash ainda está evoluindo e vem fazendo muito sucesso com os discos SSD, talvez não seja o momento de pensar numa tecnologia futura — pelo menos nós usuários não precisamos pensar nisso.

As empresas que desenvolvem tecnologia com certeza devem investir na área, afinal a melhoria de componentes é muito importante para o avanço geral da informática. De todas as tecnologias supracitadas, duas ganham uma atenção extra: a PCRAM e a RaceTrack. A PCRAM tem certo destaque por já contar com um protótipo de 512 MB, ou seja, ela está no caminho certo para competir com as memórias atuais.

A RaceTrack ainda está em fase de desenvolvimento e possivelmente vai ficar no laboratório por algum tempo, todavia esta tecnologia pode ter grandes chances no futuro, principalmente por revolucionar com uma nova arquitetura. Obviamente , os consumidores sairão ganhando de qualquer forma, resta saber apenas o que vai compensar mais, pois até o momento todas as opções em desenvolvimento custam muito caro.

Dê sua opinião

O que você pensa sobre esse avanço tecnológico? Você está satisfeito com o que seu HD proporciona? Acha interessante utilizar a tecnologia das memórias Flash para armazenar o seu sistema operacional? Em qual tecnologia você aposta? Deixe seu comentário.
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sábado, 10 de abril de 2010

Você é viciado em internet?


Faça o teste e saiba como não deixar o passatempo virar dependência

Anote o número: estima-se que só no Brasil existam mais de 4 milhões de pessoas depenentes do mundo virtual. Mas, ao contrário do que pode parecer, ficar pendurado na Internet por horas a fio não é o que mais preocupa médicos, como o Doutor Cristiano Nabuco, que coordena um dos departamentos do Instituto de Psiquiatria da USP e comanda um ambulatório especializado no tratamento dos cyber dependentes.

"Nós percebemos que muitas pessoas, na medida em que passam a usar a internet de uma forma mais sistemática, passariam progressivamente a trocar as experiências que elas teriam na vida real para ter essas experiências na vida virtual. Muitas pessoas prefeririam, por exemplo, se relacionar virtualmente com algum colega ou até ter um relacionamento afetivo em vez de sair na realidade e buscar um parceira ou uma parceira de carne e osso", explica o coordenador do departamento do Instituto de Psiquiatria da USP, Cristiano Nabuco.

O designer gráfico Clero Júnior passa cerca de 11 horas na internet, divididas entre assuntos profissionais e diversão. Antigamente a brincadeira era mais problemática. Ele passava diversas madrugadas acordado para poder interagir em um game online que reúne pessoas de diversas partes do mundo. Essa “dedicação” exagerada rendeu alguns desentendimentos até dentro de casa, com a esposa.

"A maioria desses jogos é em grupo. E como às vezes a gente participa da organização desses grupos, - têm 50, 60 jogadores online dentro desse grupo - às vezes tem reunião de madrugada, você tem que reunir com jogadores para organizar ataques, você tem que reunir com jogador para organizar questões de hierarquia dentro do grupo. E essas reuniões duram horas, passa a madrugada inteira fazendo isso, e para quem é casado sabe que é complicado explicar para a mulher que 'ah, vou ficar a madrugada no computador conversando com outro cara, não vou dormir agora", conta o designer gráfico, Clero Júnior.

Talvez o mais difícil seja perceber quando a diversão começa a se transformar num problema. Muitos preferem fantasiar e fingir que, na verdade, ficam menos tempo em frente ao computador do que realmente passam. O problema é que esse tipo de atitude só complica ainda mais as coisas.
"Quando essas pessoas passariam a ter um prejuízo claro das suas atividades do dia-a-dia em função de terem permanecido muito tempo na internet. Ou seja, aquela pessoa que não consegue mais ter um bom rendimento no trabalho porque ele passou a noite toda conectado. Ou uma pessoa, por exemplo, que não consegue levantar para estudar de manhã porque ele vem navegando há 24, 36 ou mesmo 45 horas, como nós já tivemos um paciente adolescente", esclarece o especialista.

Clero percebeu sozinho que o jogo estava afetando seu círculo de convivência. Quando caiu a ficha, a solução foi uma medida radical: ele desinstalou o game do computador e ainda cortou contato com outros jogadores virtuais que conhecia.
"A gente percebeu que a coisa estava ficando feia quando começamos a fazer reunião dentro de festa. Juntavam 3, 4 'caras' que jogavam, que eram amigos nossos pessoalmente, sentávamos lá e íamos reunir para decidir coisas do jogo. Isso no meio de uma festa. Aí falamos 'não, espera aí, para porque não dá mais'", diz o designer.

Isso tudo já passou, mas, será que ele hoje está fora de risco? Será que as onze horas por dia na frente do computador já não se transformaram num novo vício? Para a resposta, pedimos ao Clero que faça um teste, indicado pelo doutor Cristiano.

Enquanto o Clero responde as perguntas, é bom saber que as pessoas que realmente se tornam dependentes do mundo virtual precisam de tratamentos que podem durar meses a fio. Durante esse tempo são abordados assuntos relacionados à dependência e o que pode ter levado o paciente a esse vício, como estresse no trabalho ou em casa, por exemplo.

"A nossa ideia não é fazer com que os pacientes joguem o computador pela janela. O nosso objetivo é fazer com que eles desenvolvam um uso razoável e saudável. Mais do que que isso: um uso com controle, no qual eles sejam, na verdade, o comando desse comportamente", pontua Nabuco.

O Clero concluiu o teste, e para felicidade dele, e de toda a família, ele é hoje uma pessoa que usa moderamente a web, sem muito abuso. Ou seja, nada de dependência!

"Eu achei que apareceria com um número maior em relação ao uso da internet, porque eu utilizo bastante. Mas até que dentro das perguntas eu vi que está sob controle", comemora o Clero.

Agora, é a sua vez. Acesse abaixo o link que acompaha o texto dessa reportagem. Ele vai te levar a esse site, onde você vai poder fazer o mesmo teste do Clero e saber qual o seu grau de dependência do mundo virtual. Boa sorte!

www.dependenciadeinternet.com.br
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Serviço gratuito permite agendar envio de e-mails


Alguma vez você pensou em como seria mais fácil se pudesse programar o envio de um e-mail para uma hora específica do dia, e até para um (ou mais) dia específico? É um recurso que certamente faz falta para muitos usuários. O LetterMeLater é um serviço gratuito que cumpre esta tarefa com maestria, tudo a partir de uma interface web.

Por ser web, dispensa download e qualquer tipo de instalação, e sua configuração pode ser feita em minutos. Uma vez inscrito no serviço, basta redigir a mensagem a ser mandada, escolher o destinatário e informar a hora em que o envio acontecerá. O programa se encarregará da tarefa, que pode até mesmo ser recorrente (por exemplo, você enviar toda segunda-feira um e-mail lembrando de uma tarefa importante).

Em nossos testes, o serviço funcionou perfeitamente. O e-mail chegou na hora marcada, sem atrasos e o melhor, sem qualquer indicativo de que foi mandado automaticamente pelo LetterMeLater, ou seja, um facilitador para quem precisa usar este aplicativo para fins profissionais.

O único senão é que a interface do LetterMeLater não é muito intuitiva e, por isso, é bom saber ao menos um pouquinho de inglês. Para facilitar a vida de quem não sabe e mesmo assim quer se arriscar pelo serviço, criamos um pequeno tutorial.

Como se inscrever no serviço
A inscrição no LetterMeLater é bastante simples. Abra o site e clique em "Sign Up!", no canto superior direito da tela.

Em seguida, digite seu nome completo, seu endereço de email (a beleza do LetterMeLater é que ele permite usar qualquer provedor de correio eletrônico), seu fuso horário (existe uma opção para GMT -3:00 para horário de Brasília ¿ lembre-se de selecionar a faixa correta, caso contrário o agendador não funcionará como desejado) e escolha uma senha de acesso. Clique então em Create Account.

Ao se cadastrar, você receberá, em seu endereço de cadastro, uma mensagem com um link verificador. Clique nele para completar o processo.

Agende uma mensagem

O painel de controle mostra seu nome, seu fuso configurado, quantos endereços de email você tem armazenado (sim, é possível ter mais de um, como explicaremos adiante) e o número de contatos.

Na parte debaixo, as mensagens que foram enviadas e as datas, bem como as mensagens que estão na fila de espera, aguardando envio.

Clique em Compose, no canto superior direito da tela e aguarde a nova página que se abrirá.

A tela é praticamente idêntica a de criação de uma mensagem em qualquer programa. Em From vem a conta de email pela qual será enviada a mensagem. Se existir mais de uma, você precisará escolhê-la.

Em To: você digitará o endereço de seu destinatário. O mais interessante é que o endereço dele irá para seu catálogo de contatos assim que você terminar esta etapa de envio, facilitando um novo envio posterior.

Defina o assunto da mensagem no campo Subject.

O pulo do gato está no campinho "When to Send". Clique no pequeno calendário e escolha o dia e a hora do envio. Caso seja recorrente, clique em "Recurring" e defina a data de início ("Start date"), data de término ("End date") e o intervalo de envio ("Interval"), que pode ser horário ("hourly"), diário ("Daily"), semanal ("weekly"), mensal ("monthly") ou anual ("yearly").

Outra opção, no caso de recorrentes, é definir dias individuais, sem levar em conta a periodicidade. Neste caso, basta clicar no calendário à direita, sob o texto "Select dates individually".

Em Format, escolha se o email será texto puro ou HTML. Nesta segunda opção será apresentado um editor.

No campo maior digite o email a ser enviado e, logo abaixo, existem duas opções selecionáveis.

A opção Hide, esconde o email em seu painel e só o revela assim que a mensagem tiver sido mandada, uma forma de organizar a baderna em caso de muitos agendamentos consecutivos.

A opção Remind é boa para casos de envio muito posterior ao do agendamento. Selecionando-a você receberá uma cópia da mensagem três dias antes do envio, para cancelá-la ou alterá-la no sistema se sentir a necessidade.

Por fim, clique em Schedule to be sent e aguarde. O email será enviado.

Cadastre outras contas
Autentique-se no site e, no painel de informações da conta, clique em "email address", a terceira informação provida pelo serviço.

Escreva seu nome e sua outra conta de email. Clique em Add.

No seu email, um novo link será enviado. Clique nele para confirmar sua conta e pronto. Você agora pode enviar por este endereço também.

Pagar pra quê?
O serviço é gratuito, mas oferece um plano pago. Esse plano pago tem anuidade de US$ 19,95 por endereço de email cadastrado.

Isso porque na versão gratuita você está limitado a 30 agendamentos por mês, com anexos de até 2 MB por mensagem e franquia de 10 MB por conta. Na versão paga, sobem para 400 agendamentos por mês, com anexos de até 10 MB por mensagem e franquia de 50 MB por conta.
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Oi apresenta ao governo banda larga com preços que variam de R$ 15 a R$ 35


A Oi apresentou nesta sexta-feira (9) ao governo um plano de expansão da banda larga no país em que a empresa ofereceria serviços de internet rápida a preços que podem variar de R$ 15 a R$ 35. Esses valores são os mesmos que estão sendo trabalhados pelo governo nos cenários elaborados para o Plano Nacional de Banda Larga e que seriam viáveis para garantir o acesso das classes C e D aos serviços.

A proposta da Oi foi apresentada em reunião, que durou toda a manhã, com o presidente da empresa, Luiz Eduardo Falco, a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e vem sendo avaliada com um novo passo para facilitar uma parceria entre governo e iniciativa privada.

Os valores dos serviços, previstos no projeto da Oi, foram informados pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação, Rogério Santanna, que também participou da reunião. Santanna não revelou os investimentos estimados pela Oi, mas disse que a proposta financeira da empresa passa por “possíveis desonerações” e segue um modelo parecido com o programa Luz para Todos, em que o governo subsidia diretamente o usuário, por meio de recursos de fundos setoriais.

“Eu senti que a empresa já não tem uma abordagem que possa colidir diretamente com o plano do governo”, disse Santanna, admitindo a possibilidade de a proposta da Oi integrar uma “operação mais ampla”, incluindo outras operadoras. “Acho que é um passo importante, espero que outras companhias façam um movimento similar”, acrescentou.

O presidente da Oi disse em rápida entrevista, ao sair da reunião, que a empresa é a operadora adequada para fazer a universalização, mas não deu detalhes da proposta.

Santanna, que sempre defendeu uma participação maior do Estado no projeto de banda larga, apresentou um discurso mais ameno nesta sexta (9). “Acho que é um plano que merece ser estudado. Evidentemente terá que se entrar na seara de custos e premissas, mas acho que a empresa tenta responder aquilo que nós apresentamos para eles”, afirmou.

Segundo ele, as discussões estão avançando dentro do governo, o que está provocando uma reação das empresas para oferecer alternativas. O secretário disse que ainda faltam detalhes do plano para serem fechados, por isso não houve conclusão na reunião de quinta-feira (8) sobre o assunto, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula teria pedido aos técnicos que detalhassem o programa para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que não participou do encontro de quinta. “Como todo o plano precisa de dinheiro, sendo ele responsável pelo Tesouro Nacional, sua presença é importante”, afirmou.

Investimento estatal

Santanna não quis fazer avaliações sobre a possibilidade de a proposta da Oi reverter a ideia do governo de criar uma estatal para a banda larga, acrescentando que ainda não foi tomada nenhuma decisão sobre quem será a operadora do plano. A hipótese que vinha sendo mais cogitada é a de a Telebrás assumir essas funções.

O secretário confirmou que na reunião de quinta-feira, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, pediu para que a Oi fosse ouvida. O BNDES tem, junto com fundos de pensão de estatais, 49% da Oi. Apesar dessa participação do governo na empresa, Santanna disse que a Oi é uma operadora privada. “Acho que os bancos estatais emprestaram algum dinheiro, os fundos de pensão investiram, mas ela é uma empresa privada. Agora, certamente, é relevante o fato de ela ser uma empresa de capital brasileiro. Naturalmente temos que considerar esse aspecto”, afirmou.

Outro fator considerado é a cobertura da Oi, que depois de ter adquirido a Brasil Telecom, em 2008, passou a atuar em quase todo o Brasil, à exceção de São Paulo. “A Oi é um ator importante, não resta dúvida de que quem tem a maior cobertura territorial tem que ser ouvida. O governo não pode deixar de ouvir nenhum dos atores”, acrescentou.
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sexta-feira, 9 de abril de 2010

O que esperar da nova interface USB 3.0 que já está por aí


Quando estamos sentados em frente ao PC aguardando a tarefa de copiar arquivos para um disco externo, com interface USB 2.0, os segundos se transformam em minutos e os minutos se transformam horas. Mesmo aimportantíssima atividade de backup é deixada sempre para outro momento, devido a essa demora.

É nesse ponto em que a USB 3.0 muda a vida para melhor, pois a velocidade de transferências de dados entre é cerca de dez vezes superior à versão 2.0 da interface USB. Nos testes realizados por PC World (EUA), os discos rígidos USB 3.0 da Iomega, Bufalo Technology e Western Digital mostraram que a mudança será mesmo significativa.

A velocidade de transferência é o principal atrativo da nova versão, mas é importante ressaltar que a compatibilidade da nova tecnologia com o protocolo atualmente em uso na versão 2.0 será garantida.

Claro que, para obter o desempenho da USB 3.0, será necessário uma placa adaptadora ou ter uma placa-mãe que já traga embutido o circuito da nova interface. Entretanto, é possível usar dispositivos com USB 3.0 em computadores com interface USB 2.0; o desempenho, porém, será o mesmo que temos hoje com o atual protocolo das USB 2.0. O inverso também é válido: um HD com USB 2.0 poderá ser utilizado em computadores que já tenham a interface 3.0, lembrando que a velocidade, nesse caso, também sem ganho de performance.

Como distinguir
Tudo isso ocorre porque o novo protocolo conta com a adição de duas linhas de dados e mais um sinal de aterramento na USB 3.0. O formato do conector é o mesmo da versão anterior, mantendo os sinais e a pinagem de forma a aceitar dispositivos USB 2.0.

Mas se os conectores são iguais, como fazer para distingui-los? Felizmentes isto será tarefa fácil: os fabricantes irão usar a cor azul (brilhante) na parte interna dos conectores USB 3.0 - veja imagem no início desta dica, para não haver engano.

Além da velocidade, a especificação do USB 3.0 tem uma vantagem adicional: ela requer apenas um terço do consumo elétrico da USB 2.0. Os desenvolvedores criaram o circuito de forma em que o sinal elétrico é apenas levado para o dispositivo que precisa da informação, deixando outros dispositivos conectados em estado de baixa energia. Tal alteração aplica-se para o barramento e não para os dispositivos USB 3.0. Mas isso já economiza energia.

Dispositivos USB 3.0 começarem a apontar no mercado, seja em produtos como placas-mãe, que possuem a interface embutida em seu circuito, seja em periféricos como discos rígidos. Mas uma migração em massa não deve ser imediata. Pesquisa feita pela In-Stat, somente em 2013 o mercado terá pouco mais de 25% de produtos com suporte à interface 3.0.

Essa transição lenta não é surpreendente, considerando que nenhum periférico compatível ou dispositivos eletrônicos de consumo têm mesmo sido anunciados até agora. Alguns dispositivos, como teclados e mouses, por exemplo, não irão se beneficiar em melhor desempenho. Outros produtos, como câmeras digitais e filmadoras, terão mais desempenho na transferência de dados com a USB 3.0 e esperamos ver alguns modelos equipados com a nova interface aparecer no início de 2011.

Alta performance
Já dissemos que o aumento de desempenho na USB 3.0 sobre a interface 2.0 será cerca de dez vezes mais. Na teoria. Mas, e no mundo real? Para determinar o desempenho da nova especificação em situações cotidianas, nada melhor do que testar algum produto. Então colocamos à prova quatro unidades de disco rígido externo que usam a interface 3.0.

Nosso pacote de testes inclui operações em lote em um conjunto de arquivos pequenos, transferências de arquivos grandes e uma varredura de vírus que prioriza a valocidade na busca pelos arquivos todos do HD.

Três modelos são discos externos de 3,5 polegadas (tamanho utilizado em desktops). São eles o DriveStation USB 3.0 HD-HXU3 (Buffalo); o eGo Desktop USB 3.0 (Iomega); e o My Book 3.0 (Western Digital). O quarto dispositivo é um HD de 2,5 polegadas (tamanho utilizado em notebooks), chamado BlackArmor PS110, da Seagate.

Dependendo do tipo de teste, o desempenho chegou a ser 3,5 vezes superior ao mesmo teste realizado na interface 2.0. Mas em todos os testes o ganho de desempenho sempre foi mais do que o dobro da velocidade que a interface 2.0 podia oferecer. Os discos mostraram ser 33% mais rápidos do que outras unidades que usaram a interface Firewire 800 (1394b). Tal interface está presente nos Macs e alguns desktops e notebooks.

Dos três modelos de tamanho de desktops (3,5 polegadas), o Western Digital foi o mais rápido no geral. Mas a diferença de tempo entre as unidades ficou na casa dos segundos. A maior diferença de tempo ficou no teste de varredura em busca de vírus; a diferença alcançou 24 segundos entre o mais rápido (Western Digital) e o mais lento (Buffalo) - o teste levou em consideração varrer o disco inteiro.

O HD da Seagate obteve índices um pouco menores. Mas isso se deve ao fato de que discos feitos para notebooks possuem rotação menor do que discos feitos para serem usados em desktops. Mesmo assim, todas as unidades avaliadas chegaram a um mesmo desempenho do que um disco sendo utilizado na interface SATA 300, que está presente internamente nos desktops e em modelos de notebooks mais atuais.

Algo que continua igual ao que temos na interface 2.0 é a alimentação para os discos: unidades maiores continuam precisando de fontes de alimentação externa, pois a USB 3.0 ainda não consegue fornecer energia suficiente para rodar os motores discos maiores.

Certificado USB 3.0
Uma das coisas a procurar ao comprar um produto USB 3.0 é o logotipo SuperSpeed USB 3.0 – uma etiqueta que assegura que o dispositivo atende os requisitos técnicos da versão 3.0.

Um ponto positivo: dessa vez não será necessário se preocupar se a velocidade prometida será realmente alcançada. Na transição da USB 1.1 para a 2.0, os desenvolvedores fizeram as especificações de forma em que os produtos feitos com interface USB 2.0 não precisavam obrigatoriamente atingir a velocidade padrão, que é de 480 Megabits por segundo no caso da USB 2.0.

Em contrapartida, um produto certificado com suporte a USB 3.0, deve trabalhar a 5 gigabits por segundo. Ressaltamos que esse valor é teórico. É preciso contar com perdas que todo sinal tem em ambientes reais. O que será garantido é que dispositivos USB 3.0 não podem se comunicar com velocidades pequenas, como acontecia na versão 2.0 da USB.

Possibilidade de upgrade para USB 3.0
Já existem placas com o circuito USB 3.0 que podem ser instaladas em desktops por cerca de 30 dólares. Porém, no Brasil, ainda são raras de se encontrar.

No caso de computadores portáteis, a atualização não será nada fácil. A menos que o portátil tenha um slot ExpressCard para aceitar um cartão adaptador USB 3.0, não há outro meio de atualizar a interface.

Porém, em novos laptops a coisa é diferente, pois o circuito virá na placa. Mas ainda vai demorar para surgir portáteis com a nova interface e maias ainda para isso se tornar padrão na indústria. Por enquanto, Asus, Fujitsu e HP estão integrando a USB 3.0 em seus produtos. A MSI informou que não terá USB 3.0 em seus produtos até o terceiro trimestre desse ano. A razão da demora ainda é alto custo do chipset para a produção em larga escala.

O que esperar
Velocidade, compatibilidade retroativa, menor consumo de energia. A USB 3.0 tem tudo para ser um sucesso. A interface e-SATA talvez ainda tenha um pouco mais de velocidade, trabalhando a 6 gigabits por segundo. Mas os dispositivos para ela não são plug-and–play, ou seja, o PC precisa ser reiniciado para que sejam reconhecidos pelo sistema.

A interface firewire 800 possui boa velocidade, cerca de 800 megabits por segundo. Mas uma minoria de discos externos possui essa interface e um dos motivos é que ela é cara.

A conclusão é que a interface USB 3.0 pode demorar para chegar - como toda tecnologia nova, muito em fun;áo do preço - e alcançar um certo número de vendas para os produtos se tornarem populares. Mas isso é algo que acontece com qualquer produto novo, portanto, basta esperar para que a USB 3.0 chegue para aumentar a velocidade de transferência de dados nos dispositivos externos.

Produtos com USB 3.0 não podem ser muito mais caros do que a versão anterior
Sempre que surge uma nova tecnologia, ela custa mais porque as empresas querem recuperar os investimentos feitos em pesquisas, mudanças em processos de produção, testes etc.. No caso da USB 3.0, teremos um bom avanço na velocidade, além da retrocompatibilidade. Então seria certo pagar bem mais pela nova versão da USB? A resposta é não.

Entendemos que o desenvolvimento do produto envolve muitos custos e não há nada de errado em cobrar a mais por algo novo. Mas desde que esse valor não seja exorbitante. Algo em torno de 25% a mais sobre a tecnologia anterior já está de bom tamanho.

Podemos citar o exemplo de um HD que testamos. O Western Digital My Book 2.0 sai por 170 dólares e o My Book 3.0 sai por 200 dólares. Não é um mal negócio pagar 30 dólares a mais, sabendo que esse último é bem mais rápido.

Mas no caso dos cabos USB 3.0, é ridículo encontrar marcas que vendem cabos por 40 dólares e outras que vendem por seis dólares. Convenhamos que a qualidade de um cabo pode ser melhor que outro em termos físicos, mas não há nada em um cabo que fará aumentar a qualidade da transmissão de dados, não no caso da USB 3.0. O fato é que a diferença é gritante.

Portanto, ao comprar produtos com interface USB 3.0 não se deixe levar por altos preços somente porque a tecnologia é nova. A dica continua sendo a mesma para produtos maduros: pesquisar o melhor preço.
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Windows Live Messenger é alvo de nova onda de spams


Microsoft estuda solução para convites suspeitos recebidos há uma semana e sugere a usuários bloquear e denunciar spam.

Há cerca de uma semana, usuários do Windows Live Messenger de diversos países têm recebido convites de perfis e endereços de e-mail desconhecidos pelo comunicador instantâneo. Em alguns casos, os convites com endereços suspeitos são recebidos mais de uma vez ao dia, alertam internautas.

A Microsoft informa ter conhecimento sobre os spams no Messenger e que já iniciou um trabalho "para diminuir os transtornos causados aos usuários". De acordo com a gerente-geral de produtos online da Microsoft Brasil, Carolina Aranha, a equipe de segurança da sede da Microsoft está fazendo testes. "Mas ainda não temos uma resposta oficial sobre o problema".

De acordo com Carolina, por enquanto, a empresa orienta o usuário a bloquear os contatos desconhecidos e denunciá-los como spam. "Isso ajuda a Microsoft a combater os spammers e a identificar o problema", explica.

O Brasil lidera a adoção do comunicador instantâneo da Microsoft no mundo, com 45 milhões de usuários.

O mais certo a fazer é bloquear e denunciar um convite suspeito no Messenger.
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Arquivos PDF podem ser utilizados para espalhar vírus



Um desenvolvedor descobriu uma forma de anexar um código malicioso a arquivos PDF .

Um pesquisador de segurança demonstrou recentemente que é possível anexar códigos maliciosos a arquivos PDF , o que permitiria um alto potencial de infecção com o espalhamento do arquivo.

Didier Stevens, especialista da NitroSecurity, demonstrou na semana passada que um programa poderia ser executado a partir da abertura de um documento em PDF , mostrando inclusive que uma janela popup, que geralmente aparece para o usuário, poderia ser manipulada de forma a dar aos usuários uma falsa impressão de segurança, informa o site IT Pro .

O site PC Mag também ressalta que outro desenvolvedor da empresa, Jeremy Conway, utilizou um método levemente diferente do usado por Stevens, e que funciona mesmo com o JavaScript desabilitado, o que poderia gerar uma espécie de vulnerabilidade que permitiria que ataques fossem feitos baseados exatamente nessa brecha de segurança.

Quem utiliza aplicativos similares ao Adobe Acrobat Reader também deve ficar atento, já que o Foxit Reader PDF , o mais popular deles, executa o código malicioso sem nem mesmo apresentar uma janela de confirmação, alerta o site bit-tech .

Até o momento, tanto a Adobe quanto a Foxit estão investigando e problema, mas nenhuma atualização foi liberada.
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Intel apresenta software que "lê" pensamentos


A Intel Corp apresentou nesta semana um software que escaneia o cérebro humano e é capaz de determinar o que a pessoa está pensando.

A análise é feita através de ressonância magnética, determinando quais partes do cérebro de uma pessoa estão sendo ativadas no momento que ela está pensando. Nos testes, o software conseguiu decifrar entre duas palavras, com 90% de precisão, qual delas a pessoa estava pensando, disse Dean Pomerleau pesquisador da Intel Labs.

De acordo com o site The Huffington Post, eventualmente, a tecnologia poderia ajudar deficientes físicos a se comunicarem. Pomerleau vê o software como um passo inicial em direção a um dia sermos capazes de controlarmos a tecnologia com as nossas mentes.

No momento, os resultados projeto são ainda modestos. O software ainda não foi adaptado para analisar os pensamentos abstratos. O sistema funciona melhor quando a varredura no cérebro é feita enquanto a pessoa está tendo dezenas de pensamentos concretos - palavras como "urso" ou "martelo", por exemplo. Nesse sentido, nos testes, quando é pedido para a pessoa escolher um ou dois termos e pensar sobre eles, o software utiliza os resultados anteriores como base para determinar o que a pessoa está pensando.

O software funciona analisando atributos comuns de palavras diferentes. Por exemplo, uma pessoa que esteja pensando em um urso usa as mesmas partes do cérebro quando pensa em um cachorro ou algo mais peludo.
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Seis mitos sobre Macs no ambiente corporativo


As tão faladas barreiras que os Macs enfrentam no ambiente empresarial vão de custos dos computadores da Apple ao pouco preparo da equipe de TI e à falta de hábitos do usuário.

Você quer um Mac para usar no trabalho? Com certeza. Macs são poderosos, elegantes e fáceis de usar. E, provavelmente, os principais executivos da sua empresa usam um computador da Apple, embora pesquisas de mercado não indiquem uma grande aceitação da empresa de Steve Jobs no ambiente corporativo. “A participação da Apple no mercado de PCs tem sido inferior a 1% nos últimos anos e não tem sofrido mudanças”, afirma o analista da consultoria Gartner Mikako Kitagawa.

Empresas e departamentos de TI têm diversas teorias sobre porque os Macs não devem ser permitidos em ambientes corporativos, especialmente seu uso em massa. E alguns deles têm argumentos válidos, embora outros sejam mais mitos que realidade. As tão faladas barreiras que os Macs enfrentam no ambiente empresarial vão de custos dos computadores da Apple ao pouco preparo da equipe de TI e à falta de hábitos do usuário. Aqui vão seis questões que dificultam a adoção de Macs no mundo corporativo.

1- Macs custam caro?

Muitos Chief Information Officers (CIO) dizem que o menor custo de suporte compensa o preço dos Macs. De fato, o CIO e Chief Financial Officer (CFO) da Healthcare IP Partners, Tom Kelly, levou, há alguns anos, o computador da Apple para a empresa, cuja cultura era o Windows. Segundo Kelly, a decisão foi baseada no potencial dos Macs de reduzir a dor-de-cabeça para gerenciamento de suporte, bem como diminuir custos.

Uma pesquisa da Enterprise Desktop Alliance indica que Macs são mais baratos em seis ou sete categorias de gerenciamento de computadores: resolução de problemas, ligações para help desk, configuração de sistema, treinamento de usuários e infraestrutura de suporte (sevidores, rede e impressora). Por outro lado, os oponentes do Mac citam os altos custos dos computadores da Apple para suportarem dois sistemas operacionais. Um dos leitores de Macworld escreve: “As economias com suporte são perdidas com o custo de transição: backup, gerenciamento de sistemas, antivírus, gerenciamento de direitos, Excel/Word/PPT macros. Tudo o que é necessário mudar ou ser implementado de forma redundante”.

2- A verdade está em algum lugar

O vice-presidente de tecnologia da informação no AAA Allied Group, Robert Pickering, diz que o custo inicial do Mac é significativo. O preço de um notebook HP padrão gira em torno de 1 mil dólares, enquanto um Macbook Pro começa em 2,5 mil dólares, além de custos adicionais de periféricos. "Em geral, as pessoas olham apenas para o que ultrapassa o orçamento inicial”, afirma Pickering, um fã de Macs desde 1984. “Eles não estão olhando para a depreciação ou valor residual porque essas questões estão três ou quatro anos à frente”. No entanto, os Macs retornam essa diferença de custo ao longo desses anos, afirma Pickering. O AAA Allied Group realiza um ciclo de atualização de hardware a cada três anos e, neste período, um laptop padrão não tem mais utilidade. Já um Mackbook Pro com a mesma idade pode ser vendido no eBay ou para os empregados, por 1 mil dólares. Ou pode ser usado por mais um ano.

3- A virtualização poderá devorar as economias?

Sob uma perspectiva de software, Pickering economiza dólares com licenciamento com os Macs, porque não compra antivírus e antispyware para eles. Com PCs Windows, no entanto, esses softwares são mandatórios. Além disso, questões de suporte quase não existem. “Gostaria de ter um percentual maior de Macs no ambiente, porque os usuários ficariam mais felizes, assim como minha equipe de help desk, que não receberia chamadas”, afirma Pickering. (O AAA Allied Group deu início a suporte a Macs no departamento de marketing em 2009 e o número de computadores da Apple cresceu para 8% dos cerca de 1 mil computadores).

O problema é que o Mac geralmente precisa de virtualização de desktops para rodar aplicativos críticos do Windows, como o Office e o Outlook – e isso consome muito da economia trazida pelos Macs. Não faz sentido dar um Mac para um funcionário quando a maior parte dos aplicativos rodará em uma máquina virtual. Mas Pickering prevê que este problema será solucionado rapidamente. Os funcionários são "convertidos" facilmente para aplicativos nativos do Mac após alguns meses, com a exceção do Outlook. Usuários Mac não querem lidar com as peculiaridades do Entourage, então, o mais recente aplicativo do Windows virtualizado é o Outlook. “Mas o advento do Office 2010, incluindo Outlook nativo no Mac, trará uma mudança no jogo”, aposta Pickering. “Você não precisará mais de virtualização de desktops”.

4- Você realmente precisa de Mac?

Uma das respostas mais comuns sobre pedidos de Macs nas empresas é: "Por que você precisa de um?”, o que desencoraja muitos funcionários a fazerem a solicitação. Alguns empregados realmente precisam de Macs para que seus trabalhos sejam bem-feitos. Departamentos gráficos precisam de Macs porque aplicativos críticos como a Suite Creative, da Adobe, simplesmente não funcionam bem no Windows. Desenvolvedores Web precisam de Macs para testar códigos em diversos browsers. Você não pode rodar Safari ou Firefox em uma máquina Windows porque o MacOS não pode ser virtualizado – pelo menos não legalmente.

No AAA Allied Group, executivos-chave têm Macs: o vice-presidente de marketing, o vice-presidente de parcerias e o vice-presidente executivo de viagens, que está na estrada constantemente, carrega consigo um Macbook Air. “Executivos cuidam dos orçamentos, então eles se autoaprovam”, brinca Pickering. E quanto a um Mac para o resto de nós? Para Pickering, executivos com Macs podem auxiliar que funcionários também usem o computador da Apple. Isso porque eles reconhecem o impacto dos Macs na produtividade e são mais propensos a aprovar a aquisição dessas máquinas.

As empresas também podem usar os Macs como incentivo para os funcionários. Um escritório de advocacia do Sillicon Valley adotou Macs há dois anos porque muitos advogados queriam uma alternativa ao PC. Hoje, metade dos advogados usa Mac. “Há um burburinho entre os advogados de que quem começa a trabalhar para nós ganha um Mac”, observa o CIO, falando sob condição de anonimato. Pickering acrescenta que funcionários podem usar o ciclo de renovação do parque de máquinas como forma de justificar o pedido do Mac. “Se você quer aumentar o ciclo de renovação em um ano, pode escolher um Mac. Haverá retorno sobre os custos de hardware”.

5- A TI pode suportar Macs?

Outra barreira que o Mac enfrenta é o despreparo da equipe de TI para lidar com esse equipamento. Quando Pickering decidiu suportar os computadores da Apple na empresa, primeiro precisou encontrar alguém entre seus 20 funcionários da equipe de TI disposto a acompanhar a velocidade do Mac. Um administrador de redes em Connecticut aceitou o desafio e Pickering deu-lhe um Mac. O administrador prometeu aprender tanto quanto pudesse sobre Macs, trouxe o computador para o Active Directory e respondeu a todas as chamadas de suporte para o computador da Apple.
Hoje, a equipe de help desk do Pickering tomou aulas de Mac e pode oferecer suporte. À medida que o número de Macs continua a crescer, ele planeja contratar outro especialista em Mac para aumentar sua equipe de suporte de primeira linha. Talvez essa pessoa seja aproveitada dentro do próprio time.

Aprender os truques de outro sistema operacional não é tarefa fácil. Por exemplo, um administrador de sistemas e técnico de Macs para uma empresa com 40 funcionários, falando sob anonimato, diz que mudar de um ambiente exclusivamente com Macs para um misto exige muita leitura. “Agora tenho o Mac OS Z 10.6 e o Windows 7 rodando em duas máquians e dois manuais de 800 páginas cada para que eu leia o máximo possível. E existem as diferenças entre o Office 2007 para Windows e o Office 2008 para Mac”.

6- Os aplicativos do Mac estão prontos para as empresas?

Assim como os funcionários de TI, os aplicativos para Mac também precisam encarar uma curva de aprendizado. Considere o administrador dos sistemas, que diz que o rápido crescimento da sua companhia ao longo de cinco anos exigiu uma migração para o Windows. “A mudança foi necessária para migrar para uma solução de e-mail de escala corporativa”, disse. “Os Macs, naquela época, não tinham nada bem preparado para grandes empresas, como DNS, Exchange e Active Directory”, diz.

“É muito difícil rodar um ambiente que seja exclusivamente formado por Macs”, concorda Pickering, a respeito de questões de compatibilidade. “Qual é sua plataforma de e-mail? Calendário de grupo?”, questiona. Além disso, os fornecedores de software para gerenciamento de desktops Windows podem oferecer uma versão para Mac, mas muitos não funcionam bem, de acordo com engenheiros de Mac. Eles alegam que conseguir um bom suporte de classe empresarial para Mac de desenvolvedores especializados em Windows pode ser problemático.

As ferramentas da Cisco, como de conferência de colaboração WebEx, são exemplos de aplicativos hostis para Mac. Kelly relata que decidiu migrar para o WebEx no que parecia ser um grande negócio, mas quando colocou em produção, se viu várias vezes sem conexão enquanto era o host da conferência. O consultor certificado da Apple, Avi Learner, teve experiências semelhantes. “Os produtos da Cisco, incluindo a ferramenta de discagem VPN, são notoriamente problemáticas”, diz. “Eu nunca soube exatamente o porquê, mas senti o problema na pele". O administrador de sistemas anônimo, no entanto, vem usando o VPN da Cisco em três Macs por três anos com desempenho excelente. Alguns CIOs, como Pickering, se arriscam a dizer que muitos dos aplicativos Windows rodam melhor no ambiente virtual do Mac do que em um PC.

Quando Pickering pediu um Mac como condição para trabalhar no local atual, quatro anos atrás, o CFO concordou com uma condição: a de que ele não poderia converter todo o ambiente para Macs. É um medo que muitos executivos compartilham. Se o colega de trabalho tem um Mac, o outro questionará porque não pode ter também. Pickering, no entanto, não está preocupado se os Macs vão, um dia, triunfar sobre o Windows nas corporações. “Na sua maioria, os meus usuários finais realmente não se importam sobre o que estão usando”, finaliza.
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NOVA GERAÇÃO WIRELESS Tecnologia promete acabar com os fios espalhados pela casa


Uma nova tecnologia está sendo desenvolvida e promete acabar com os fios espalhados pela casa. Conheça a nova geração wireless.

Ninguém duvida que fios espalhados pela casa não são nem um pouco bonitos. Os usuários do Baixaki que o digam, pois as fotos de gambiarras que chegaram até a redação foram de dar medo.

Para acabar com esse problema, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, conseguiram desenvolver um dispositivo que promete enterrar de vez a desagradável experiência com os fios que temos desde que a eletricidade foi inventada.
Como isso será possível?

Para conseguir eliminar os fios das residências, os pesquisadores de Purdue construíram um dispositivo que consegue converter pulsos de laser em ondas de radiofrequência. A partir do momento que se tem este tipo de sinal, a transmissão de dados fica mais fácil.

A intenção do projeto é ter um ponto único dentro das casas emitindo sinais para vários dispositivos ao mesmo tempo, assim como um roteador Wi-Fi. Porém, a diferença é que, além dos computadores ou celulares, TVs e rádios digitais, projetores e muito mais podem receber sinais e comandos via roteador central.

Método de transmissão

Os pulsos de laser convertidos para um formato semelhante ao da radiofrequência são então emitidos a uma velocidade altíssima (algo em torno de um décimo de trilhonésimo de segundo), o que os permite transmitir dados muito mais rapidamente.

Ao contrário dos sinais de radiofrequência comuns, esse tipo de método de transmissão não sofre interferência de paredes ou objetos, o que é ótimo para casas, tendo em vista que não é comum haver lugares muito abertos ou sem interferências físicas.

Isso acontece porque a propagação dos sinais atuais não é contínua, mas sim em pulsos. Inicialmente, um roteador central será usado e os aparelhos dotados com a nova tecnologia, por enquanto, só receberão os sinais. Contudo, com o passar do tempo e o desenvolvimento da metodologia de transmissão, é possível que haja troca de informações tanto entre os aparelhos, quanto com o roteador. Todas as trocas serão feitas por meio de pequenos chips implantados dentro de cada aparelho.

Comunicação ubíqua

Se o novo wireless der certo, mais um passo em direção à comunicação ubíqua será dado. O termo ubíquo vem do inglês, Ubiquitious, e isso significa que todos os sistemas de informação estão interligados.

Em linhas gerais, todos os ambientes e indivíduos estão (ou estarão no futuro) interligados de alguma maneira. Com a ajuda de redes sem fio, satélites ou alguma nova forma de comunicação, casas, lojas, hospitais, delegacias, tudo, estará conectado como uma enorme rede.

Parece loucura, mas o conceito de cidade ubíqua já é real e está sendo aplicado na Coreia do Sul, na cidade de New Songdo. Para saber mais sobre o assunto, acesse o artigo "A cidade do futuro está em construção na Coreia do Sul!".

Outras formas de comunicação sem fio

Além do novo wireless, há projetos que já saíram do papel e estão disponíveis em equipamentos eletrônicos atuais. É o caso do WiDi e do IUM. O primeiro é uma tecnologia desenvolvida pela Intel e está disponível em computadores com a nova linha de processadores (i3, i5 e i7) compatíveis.

Chamada de WiDi (Wireless Display), computadores com suporte para a tecnologia podem transmitir áudio e vídeo diretamente para televisores por meio de um adaptador. Já o IUM é um adaptador em forma de pendrive que permite a criação de redes domésticas ou corporativas para o compartilhamento de discos de armazenamento. Sendo assim, se um micro tem 1 TB de espaço, este pode ser compartilhado por todos os micros da rede.

O caminho até a nova geração wireless parece longo, mas é questão apenas de tempo para que o projeto ainda em estágio preliminar, esteja disponível no mercado. Assim como o Bluetooth, Wi-Fi e 3G, que pareciam coisa de outro mundo tempos atrás e viraram formas de conexão que fazem parte do cotidiano.

Na sua opinião, além de acabar com as gambiarras, qual seria a melhor aplicação do novo wireless? Será que a circulação de ondas em várias frequências pode ser prejudicial? Deixe sua opinião, quem sabe mais uma grande ideia não surge em um comentário?
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Google abre inscrições para seu campeonato mundial de programação



Primeira prova do Google Code Jam 2010 está marcada para 7 de maio.
Final do desafio internacional reunirá 25 melhores em julho, na Irlanda.

O Google abriu nesta semana as inscrições para o Code Jam, campeonato mundial de programação promovido pela companhia. Realizado desde 2003, o Google Code Jam é uma competição na qual programadores devem resolver desafios de algoritmos complexos, em um período de tempo predeterminado.

As primeiras etapas serão disputadas on-line e a primeira prova acontece em um mês, no dia 7 de maio. Os 25 programadores mais bem colocados participarão da final, prevista para ser realizada no dia 30 de julho, em Dublin, na Irlanda.

O vencedor ganhará um prêmio de US$ 5 mil, o segundo colocado embolsará US$ 2 mil, e o terceiro lugar, US$ 1 mil, enquanto os outros 22 finalistas levarão US$ 100 cada.
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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Conheça o Mouse 3D!


Acessório é bastante útil para quem trabalha com vídeo e objetos tridimensionais

Conteúdo em 3D é fascinante, não é mesmo? É bem provável que você tenha ficado de boca aberta com a qualidade das imagens de filmes como Avatar e UP. Mas criar esse tipo de material requer técnicas e equipamentos bem diferentes do que costumamos usar no dia-a-dia. Existe até mesmo um mouse 3D para manusear objetos tridimensionais.

O preço de um brinquedinho como este, que não conta com os atalhos embutidos, pode ser encontrado por 400 reais. Mas se você quiser um com mais funções, o valor pode ficar um pouco mais salgad alguns chegam a custar 1.500 reais. Além das teclas de auxílio, ele ainda permite que você confira os e-mails recebidos no Outlook e leia as notícias nos seus Feeds.

Esse tipo de mouse também é bastante utilizado por arquitetos para a criação de uma maquete eletrônica, ou até mesmo por engenheiros que participam do desenvolvimento de automóveis.
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Se as redes sociais são um risco, por que usá-las?


Antes vistas como distração no trabalho, tais redes hoje têm potencial de negócio. Mas é preciso ter cautela ao lidar com elas.

Quando as redes sociais como MySpace e Facebook surgiram, algumas empresas as viam como uma distração de trabalho e as proibiram. Com surgimento de mídias sociais com outros formatos, como Twitter, as empresas começaram a utilizar este potencial para a colaboração. Hoje elas evoluíram de uma ferramenta de uso pessoal para se tornarem uma mídia de comunicação de massa, com um potencial de marketing valioso.

Tendo em conta estas novas utilizações comerciais, a política de proibir esses sites parece completamente estranha. Especialistas em segurança, tais como Herbert Thompson, professor de Ciência da Computação da Universidade de Colúmbia (EUA), entretanto, alertam sobre os perigos de revelar informações pessoais em redes sociais. As pessoas podem postar dados que também são utilizados como senhas, como, por exemplo, o nome de solteira da mãe.

Assim, as empresas devem considerar a criação e aplicação de normas sobre como as redes devem ser utilizadas, especialmente em relação a informações da empresa. Um estudo recente conduzido pela IESE Business School, da Espanha, revelou que seis de sete empresas não têm uma política formal de como as redes sociais devem ser utilizadas dentro de suas organizações. Ignorar o aumento da utilização e influência da rede social e ferramentas Web 2.0 deixam as organizações sob o risco de uso indevido, o que pode conduzir a divulgação de informações sensíveis ou deturpação da imagem de uma marca.

Segundo Roger Thompson, pesquisador chefe da AVG, além de desenvolver políticas de alto nível para o uso de redes sociais, existem algumas orientações simples que podem minimizar os riscos aos gestores de pessoal. “O fato é que a utilização delas é tão amigável que as tornam perigosas. Você não se importa que seus amigos saibam onde você mora, quando é seu aniversário ou o nome de solteira de sua mãe, mas se os bandidos conseguirem invadir sua conta descobrirão também essas informações”, diz ele.

Roger Thompson informa que algo tão simples como criar senhas separadas para cada serviço e também diferentes logins para os sistemas da empresa pode ser eficaz. "Se você quer manter-se seguro sobre esses sites, deve usar uma identificação de usuário e senha exclusivos para cada um ou, pelo menos, uma senha exclusiva", diz ele.

Ser cauteloso com as pessoas com quem se interage e quais as aplicações instalar também é uma boa orientação. Sua mãe aconselhou a nunca falar com estranhos. O mesmo vale para sites de redes sociais – se você não sabe quem eles são, não fale com eles. Finalmente, tenha cuidado com os aplicativos que você concorda em instalar. Há um milhão de pessoas que desenvolvem conteúdos para estes locais e algo me diz que nem todos têm boas intenções.
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Asus U30jc chega aos EUA



O notebook da Asus de 13.3 polegadas com o adesivo da Nvidia finalmente chegou aos EUA. Com uma CPU Intel Core i3 350M e uma Nvidia Geforce GT 310M, o U30jc combina bom preço e configuração.

As especificações completas incluem uma tela de 13.3 polegadas com resolução de 1366x768, CPU Intel Core i3 350M funcionando a 2.26GHz, placa de vídeo Nvidia Geforce 310M com 512MB de memória ram DDR3, 4GB de memória de sistema DDR3-1066 e HD de 320GB.

Além disso o notebook inclui drive de DVD, Wifi de 802.11bgn, Gigabit LAN, três portas USB, saídas VGA e HDMI, leitor de cartões e câmera de 0.3 mp. Vem também com uma bateria de 8 células que deve fornecer uma longa autonomia e, graças ao Optimus, a GPU é desligada a menos que seja necessária. O notebook completo pesa 2.1kg e custa 899,99 dólares.
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Pela primeira vez, acesso a web em casa supera lan houses no Brasil, diz estudo


36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador.
Conexão a internet está presente em 27% dos lares.

Pela primeira vez, os brasileiros acessaram a internet com mais frequência em suas casas do que nas lan houses do país, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (6) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A quinta edição da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios) aponta que 48% dos acessos em 2009 foram feitos em casa e 45% em lan houses. Em 2008, 47% dos entrevistados afirmaram utilizar o centro pago para se conectar, índice superior aos que acessam de casa, que foi de 43%.

O estudo indica ainda que 36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador – em 2008, o índice era de 28%. O acesso a internet, porém, está disponível em 27%, sete pontos percentuais a mais do que em 2008.

“Apesar do menor número no total Brasil, o papel desempenhado pelos centros de acesso tanto pagos como gratuitos, continua sendo de extrema importância para a inclusão digital, principalmente na área rural”, diz Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

O número de lares com computador atingiu seu maior nível desde o início da pesquisa, mas o acesso à rede não acompanhou o aumento. Isso se deve porque há muitos lares com PC em casa, mas eles não tem acesso à internet por conta do alto custo do serviço. A pesquisa do NIC.br ainda revelou que a banda larga está presente em 66% das residências com conexão à internet.

A TV está presente 98% das residências pesquisadas, o rádio em 86% e o celular em 78%. A pesquisa realizada com 21.498 entrevistas, entre 21 de setembro e 27 de outubro do ano passado, contempla pela segunda vez a área rural do país.

O comércio eletrônico cresceu três pontos percentuais de 2008 para 2009, passando de 16% para 19%. A consulta de preços na internet subiu de 44% para 52%. De acordo com a pesquisa, o principal fator que impede um crescimento maior no setor é a motivação cultural do brasileiro. Cerca de 56% dos entrevistados afirmaram que preferem comprar um produto pessoalmente, pois preferem vê-lo antes de efetuar a compra. Ao mesmo tempo, 39% afirmam não ter necessidade ou interesse de comprar on-line, 26% alegam se preocupar com segurança.
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